Comportamento

Cada vez mais, empregadores exigem pegadas digitais limpas: discurso raivoso em redes sociais é o novo suicídio profissional

(Foto: Pexels)

O mundo mágico das redes sociais, onde ninguém tem dor de barriga ou paga boletos, onde os empregos são sempre dos sonhos e, invariavelmente, o aeroporto é “a segunda casa” de uma turma abundante, existe um espaço relevante para as oportunidades profissionais.

Há uns bons anos, LinkedIn, Facebook, Twitter e Instagram têm sido o canal principal para profissionais de idades, áreas e motivações diferentes se conectarem diariamente com recrutadores, empregadores, RHs e especialistas, em busca de vagas ou simples orientações.

Uma pesquisa do CareerBuilder de 2017 revelou, à época, que sete em cada dez empregadores já se valiam das redes sociais para rastrear possíveis contratados. E a tendência era de alta.

Além da sondagem, as plataformas são excelentes ferramentas para recrutamento: de acordo com a Betterteam, quase 95% dos headhunters usam as redes para postar e promover vagas.

O que deveria servir apenas como celeiro de oportunidades e de promoção de carreiras, contudo, vem funcionando na contramão para um número expressivo de profissionais que, sem saber lidar com a hipervisibilidade, mancham e destroem suas trajetórias numa rajada de cliques.

O Calcanhar de Aquiles, aqui, atende pelo nome de “sincericídio” – neologismo que resulta da junção das palavras “sinceridade” e “suicídio” e que significa “ser excessiva e agressivamente sincero, causando danos desnecessários e irreparáveis a si próprio”. Em suma: ser burro.

Em tempos de feridas abertas pela polarização política e ideológica e bandeiras distintas a serem defendidas, as redes sociais tornaram-se o ralo que dá vazão ao ódio que sai pelos poros dos desequilibrados, misóginos, homofóbicos, xenófobos e racistas, entre outros haters típicos.

Acontece que essas pessoas todas possuem – ou estão à procura de – empregos e, sem se dar conta, ao optar pelo discurso de ódio em posts e comentários, minam instantaneamente a sua reputação profissional.

E perdem oportunidades.

“Sem dúvida nenhuma, verificamos as redes sociais e os comentários dos candidatos a vagas aqui no McDonald’s. No mercado, todo mundo faz isso. O ponto de cautela é que a interpretação de um só comentário é muito rasa e superficial. Então, não tomamos a decisão de incluir ou não um candidato em nossos quadros em função de um comentário isolado. A busca nas redes sociais é informação para entrevistas, para conversar e entender melhor os pontos de vista daquela pessoa”, diz Marcelo Nóbrega, diretor de Recursos Humanos da Arcos Dourados – McDonald’s e autor de Você está contratado! (Editora Évora).

“É claro que, se eu tenho uma pilha de CVs, por comparação, pode acontecer de um candidato ser eliminado mais rapidamente porque tem um comportamento nocivo. Em qual situação? Se esse comportamento for contínuo e recorrente”, completa Nóbrega, que nos últimos 30 anos conduziu milhares de processos seletivos, de aprendizes a CEOs.

Só no Brasil, o McDonald’s tem 30.000 funcionários e cerca de mil são contratados todos os meses.

“Cada vez mais, o mundo virtual e o mundo real estão conectados e o nível de influência vindo primeiro permeia as reações no segundo”, observa Tais Cundari, headhunter, VP e partner da Fesa Group, e responsável pelo atendimento aos segmentos de Varejo e Serviços.

“Pelas redes sociais, fica fácil investigar a vida de um profissional e saber o que ele faz em seu tempo livre, quem são seus amigos e como se comporta em relação a temas polêmicos. Sem dúvida, se este tiver um comportamento inadequado online, ele pode, sim, ser prejudicado com uma não recomendação para uma promoção ou até com uma demissão.”

Se a rede social virou parte do processo de contratação e não há como voltar atrás, qual o espaço para a autenticidade?

“Acho importante que todos sejam autênticos em seus comentários, até porque só assim este profissional terá a oportunidade de ingressar em uma empresa que tenha fit cultural com seus valores. Por outro lado, hoje vemos excessos, uma espécie de ringue onde não se respeitam as opiniões contrárias. Este tipo de comportamento é tóxico e deve ser evitado. Daí torna-se cada vez mais importante que as pessoas compreendam o que é ser assertivo, colocando a sua opinião e respeitando sempre a do outro”, conclui Tais, da Fesa Group.

Somos também aquilo que postamos e as empresas exigem, cada vez mais, reputação e pegadas digitais limpas.

Por isso, antes de publicar um comentário ofensivo, uma foto discriminatória (ou se divertindo, enquanto você deveria estar trabalhando), de compartilhar informações confidenciais ou reclamar em público sobre o seu trabalho, pense na imagem que você está passando em público e nas implicações jurídicas de seus atos.

E tenha em mente um ditado antigo e sempre atual: “Galão que leva querosene nunca perde o cheiro”.

O comentário preconceituoso de hoje pode emergir anos mais tarde, em outro contexto, e viralizar, impedindo um avanço seu em um processo seletivo ou até contribuindo com um eventual desligamento do projeto.

Você pode até se esquecer daquilo que postou. A Internet, nunca.

Época Negócios

 

Opinião dos leitores

    1. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Muito legal ver um lulista paz e amor falando bobagem!!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Valdemar se reúne com Michelle após vídeo sobre Flávio Bolsonaro

Foto: Reprodução

O presidente do PL (Partido Liberal), Valdemar Costa Neto, se reúne nesta 3ª feira (30.jun.2026), às 15h, com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O encontro foi marcado depois da divulgação de vídeos em que Michelle Bolsonaro afirma ter sido “humilhada” e “apunhalada” pelo enteado, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

A reunião tem como objetivo tentar pacificar a relação entre Michelle e Flávio.

Nos vídeos, a ex-primeira-dama afirmou que o enteado a “desrespeitou e maltratou ao telefone”.

A crise familiar foi parcialmente amenizada depois que Flávio pediu desculpas a Michelle e Valdemar tentou reduzir a tensão. No dia seguinte à divulgação dos vídeos, a ex-primeira-dama voltou a defender a “união” e negou qualquer desentendimento com o enteado.

Depois da divulgação dos vídeos, Valdemar publicou uma nota na qual afirmou que “divergências não nos enfraquecem”, mas “nos tornam mais maduros e mais preparados para os desafios que enfrentamos”.

“O PL segue focado em retirar esse governo que está aí e devolver o Brasil aos brasileiros, e nada será capaz de nos tirar desse foco”, afirmou.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Boulos diz que América Latina não aceitará ser “quintal de ninguém”

Foto: Reprodução

O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos (Psol-SP), afirmou nesta 3ª feira (30.jun.2026) que a América Latina “não aceitará ser quintal de ninguém” ao comentar a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na cúpula do Mercosul, no Paraguai. Segundo ele, os países da região precisam atuar de forma unificada para defender a soberania diante de pressões externas dos Estados Unidos.

Durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, Boulos disse que as diferenças políticas entre os governos sul-americanos não impedem uma atuação conjunta em temas estratégicos. Para o ministro, a região enfrenta uma “ameaça neocolonial” e deve preservar sua autonomia.

“A América Latina não é quintal de ninguém. A América Latina não aceita ser colonizada, ser tratada como puxadinho de qualquer potência, seja dos Estados Unidos ou de quem quer que seja”, afirmou.

Na avaliação de Boulos, a defesa da soberania deve unir os países do continente acima das divergências ideológicas. Ele citou declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), e episódios que classificou como interferências norte-americanas em países da região para defender uma resposta conjunta.

“A despeito de diferenças partidárias, nós temos uma questão de soberania. Está na hora de todo brasileiro, de todo sul-americano, decidir o próprio destino e não aceitar ser dirigido ou colonizado por americano, chinês, europeu ou quem quer que seja”, disse.

Críticas a Flávio Bolsonaro
O ministro também criticou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao comentar uma carta enviada ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Segundo Boulos, o congressista colocou uma instituição brasileira “a serviço dos interesses norte-americanos” ao mencionar uma eventual equipe de transição de um futuro governo.

“Governo de transição é uma instituição prevista em lei. Então ele está colocando uma instituição brasileira a serviço dos interesses norte-americanos”, afirmou.

Na sequência, Boulos elevou o tom das críticas e disse que a conduta de Flávio seria considerada traição caso ocorresse nos Estados Unidos.

“Se ele fosse um senador dos Estados Unidos, estava preso por traição à pátria. A CIA já tinha pego ele, estava preso por traição, porque é um traidor. Isso é gesto de traidor da pátria”, afirmou.

Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Lula libera R$ 520 mi para propaganda antes da eleição, mais que o dobro de Bolsonaro em 2022

Foto: Folhapress

O governo Lula (PT) ampliou despesas em propaganda no primeiro semestre deste ano, às vésperas do início da campanha do presidente à reeleição, e destinou mais que o dobro dos gastos do governo Jair Bolsonaro (PL) no mesmo período de 2022.

A gestão petista já empenhou R$ 520 milhões para a ação do Orçamento que é usada principalmente para custear as campanhas publicitárias da Secom (Secretaria de Comunicação Social) de janeiro a junho, antes de o calendário eleitoral impor travas aos gastos com comunicação. No ano da última disputa à Presidência, Bolsonaro encaminhou R$ 213,5 milhões no período.

Em anos eleitorais, a propaganda oficial fica concentrada principalmente no primeiro semestre porque a lei determina suspensão da publicidade institucional durante o período conhecido como defeso, que neste ano começa em 4 de julho. Ficam liberadas apenas exceções, como campanhas que a Justiça Eleitoral reconhece como de “grave e urgente necessidade pública”.

A legislação também impõe limites de verba que os governos podem empenhar no primeiro semestre. A cifra é calculada a partir dos valores empenhados nos três anos anteriores com diversos tipos de ações de comunicação, incluindo a Secom.

Na mesma ação do Orçamento que custeia propagandas, o governo também destinou cerca de R$ 7,6 milhões para contratar pesquisas de opinião. Em nota, o governo afirmou que segue os limites de despesas estabelecidos por lei.

“Eventuais comparações entre exercícios distintos devem considerar as especificidades de cada período, as políticas públicas desenvolvidas, o planejamento anual de comunicação e as necessidades de campanhas de utilidade pública, não sendo adequada a comparação isolada de valores empenhados entre anos sem a devida contextualização”, disse a Secom.

O levantamento feito pela Folha considera valores atualizados pela inflação e destinados à ação orçamentária de “comunicação institucional”, que é totalmente destinada para a Secom encomendar peças de propaganda sobre programas do governo. Foi contabilizado o valor empenhado, que representa a fatia do orçamento reservada oficialmente para pagar uma determinada despesa.

A gestão federal também tem verbas de “publicidade de utilidade pública”, que servem principalmente para campanhas do Ministério da Saúde. Elas também ficam travadas durante o período de defeso eleitoral, ressalvadas campanhas informativas e ligadas a temas como vacinação, com vedação ao uso de slogans do governo e menções a candidatos.

A campanha do governo de maior valor até aqui tem custo estimado em R$ 150 milhões e o slogan “conectando entregas e futuro”. É uma propaganda classificada como de posicionamento, com objetivo de distribuir anúncios sobre diversas bandeiras da gestão petista.

A Secom também empenhou ao menos R$ 80 milhões para a campanha sobre o fim da escala 6×1, em que seis dias de trabalho são seguidos de um dia de descanso.

Os recursos foram usados para produzir a campanha com o mote “tempo com a família”, lançada no começo de maio. A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que acaba com a escala foi aprovada pela Câmara e ainda precisa passar pelo Senado.

O governo Lula destinou R$ 45 milhões para promover a nova edição do Desenrola Brasil, que prevê renegociação de dívidas.

Como a Folha mostrou, a verba empenhada para campanhas de utilidade pública e para propaganda do governo atingiu cerca de R$ 1,6 bilhão no ano passado, o maior valor desde 2017. A Secom consumiu a principal fatia (R$ 968 milhões), enquanto o restante foi utilizado principalmente pelo Ministério da Saúde.

O Orçamento total de 2026 prevê menos despesas com propaganda em comparação com o ano passado, cerca de R$ 1,5 bilhão, sendo que a maior fatia foi destinada às ações de interesse público (R$ 825,3 milhões).

Neste mandato, o governo Lula ampliou de cerca de 20% para mais de 30% a fatia de gastos com campanhas publicitárias na internet. Com a mudança, o recurso destinado para Google e Meta (dona do Facebook, Instagram e WhatsApp) superou pela primeira vez, no ano passado, o valor em anúncios pagos nas redes de televisão SBT e Band.

O governo também tem contratado influenciadores digitais para promover as suas bandeiras. A Secom ainda contratou no último ano três agências —a Briviacom Comunicação e Marketing, a Binder Comunicação e a BKR Agência de Publicidade— para gestão de uma conta de R$ 100 milhões destinada à produção de vídeos, podcasts e outras propagandas do governo.

Os valores das campanhas publicitárias não são detalhados no Portal da Transparência. O site mostra de forma genérica quanto cada agência recebeu. A Secom tem um portal próprio com informações sobre a distribuição dos anúncios, mas com atualização defasada.

A Folha levantou os custos de parte das propagandas a partir de informações registradas em notas de empenho no Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira) e de dados obtidos com pessoas que acompanham a execução das campanhas federais. Os valores foram depois confirmados pela Secom.

Na quarta-feira (24), o PL, partido do senador Flávio Bolsonaro (RJ), pediu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a suspensão de todas as campanhas publicitárias do governo Lula, sob argumento de que a gestão federal já ultrapassou o teto de gastos com publicidade no primeiro semestre do ano eleitoral (que é calculado com base na média mensal dos anos anteriores à eleição). O ministro André Mendonça é relator do caso.

No último dia 17, a Justiça Federal no Distrito Federal atendeu a um pedido do deputado Carlos Jordy (PL-RJ) e mandou o governo suspender, especificamente, anúncios nas redes da campanha pelo fim da escala 6×1.

A Secom informou que apresentará à Justiça “os esclarecimentos técnicos e jurídicos que se fizerem necessários”.

Em 2022, o governo Bolsonaro pagou ao menos R$ 20 milhões para uma campanha sobre o bicentenário da Independência —o uso eleitoral da cerimônia motivaria uma das condenações em que o ex-presidente foi punido com inelegibilidade pelo TSE.

Um acórdão de 2024 do TCU (Tribunal de Contas da União) ainda apontou que campanhas de alto valor feitas em 2022 tiveram temática mal delimitada, como uma de R$ 100 milhões para “prestação de contas e balanço”, além de outra de R$ 120 milhões classificada como “always on”, estratégia voltada a manter por mais tempo na mídia diferentes mensagens do governo.

Parte destas campanhas do último ano do governo Bolsonaro foi empenhada após o período eleitoral, quando ele já havia sido derrotado.

Folha de S. Paulo

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Homem é morto a tiros enquanto assistia jogo do Brasil na zona Norte de Natal

Foto: Reprodução 

Um homem foi assassinado a tiros em frente a um bar no conjunto Santa Catarina, no bairro Potengi, zona Norte de Natal. O crime aconteceu durante o jogo do Brasil pela Copa do Mundo. Ele foi identificado como Djailson Rafael da Silva, de 42 anos.

De acordo com a polícia, a vítima estava assistindo ao jogo da Seleção Brasileira quando foi surpreendido por um suspeito que teria chegado ao local em uma motocicleta preta. O homem foi atingido por vários disparos e morreu na hora.

No local, moradores relataram que Djailson não morava na região, mas sempre estava por lá. Nas casas, as pessoas achavam que os tiros fossem fogos de artifício por causa do jogo.

Segundo o que foi apurado pela reportagem da TV Tropical, as filhas da vítima estavam no local no momento do disparo. A esposa trabalhava em outro bar, nas proximidades, e recebeu a notícia pouco tempo depois.

Ainda conforme o que foi repassado pela polícia, Djailson já era conhecido pelas forças de segurança e possuía antecedentes por porte ilegal de arma de fogo e estelionato. A motivação do crime é desconhecida.

O caso será investigado pela Polícia Civil. O corpo do homem foi removido do local pela Polícia Científica do Rio Grande do Norte.

Portal da Tropical

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Brasil em campo triplica receita de bares e restaurantes no RN

Screenshot

Foto: Magnus Nascimento 

O faturamento de bares e restaurantes do Rio Grande do Norte chega a triplicar em dias de jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, em comparação a dias comuns, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel/RN). O aumento no movimento durante as partidas têm levado os estabelecimentos a reforçar equipes e ajustar a operação para atender à demanda extra de clientes.

De acordo com o presidente da Abrasel/RN, Thiago Machado, os estabelecimentos têm buscado diferentes estratégias para atrair o público durante os jogos. Segundo ele, muitos bares e restaurantes mantêm o cardápio habitual e apostam em promoções, além de transmitir as partidas nas televisões já disponíveis no local.

Em alguns casos, até equipamentos extras são utilizados para garantir a exibição dos jogos. “Quem tem fôlego financeiro consegue decorar as casas, contratar som, contratar telão. Quem não tem fôlego faz o que dá. Se mantém aí, faz algumas promoções com o cardápio que já existe.”, explicou Thiago Machado.

Muitos estabelecimentos estão ajustando a operação e criando estratégias para atrair o público ao longo do dia, especialmente aqueles que não funcionam à noite e passam a abrir para acompanhar a transmissão, segundo o presidente da Abrasel.

Tribuna do Norte

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

[VÍDEO] Caminhonete invade contramão na BR-101 e provoca colisão com 3 carros em frente à Leroy Merlin, em Nova Parnamirim

Imagens: Reprodução/Via Certa Natal

Uma caminhonete invadiu a contramão e provocou um acidente envolvendo três veículos na marginal da BR-101, em frente à loja Leroy Merlin, em Nova Parnamirim, na Grande Natal.

O caso aconteceu em uma das vias marginais da rodovia federal e mobilizou motoristas que passavam pelo local no momento da colisão.

Segundo informações de testemunhas repassadas ao portal Via Certa Natal, o condutor da caminhonete apresentava sinais de desorientação e teria comportamento compatível com possível embriaguez.

Ainda de acordo com essas informações, o veículo perdeu o controle, entrou na contramão e atingiu outros três automóveis que trafegavam normalmente pela via.

Até o momento, não há registro de feridos.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para atender a ocorrência, controlar o tráfego e iniciar os procedimentos de apuração das circunstâncias do acidente.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

PF pede mais prazo para analisar provas contra Lulinha no caso INSS

Foto: Reprodução

A Polícia Federal (PF) informou ao ministro do STF, André Mendonça, que vai precisar de mais tempo para concluir a análise de materiais relacionados a Fábio Luís Lula da Silva, no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura possíveis irregularidades no INSS.

O pedido da PF envolve a continuidade da avaliação de dados obtidos a partir da quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático, autorizada pelo ministro em fevereiro, conforme a revista Oeste.

Segundo o relatório encaminhado ao STF, ainda estão em andamento diligências que incluem a perícia de celulares, computadores, HDs, pen drives e outros equipamentos apreendidos com investigados e alvos de medidas judiciais.

A PF afirma que o volume de material analisado exige mais prazo para a conclusão técnica das investigações.

Em decisão anterior, Mendonça havia determinado prazo de 60 dias para a finalização das perícias, destacando a necessidade de maior celeridade no andamento do caso.

Agora, a corporação solicita extensão desse prazo para concluir a análise completa do conteúdo recolhido.

 

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Moraes ouve defesa de Bolsonaro antes de decidir sobre prisão domiciliar

Foto: Reprodução

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, vai ouvir nesta terça-feira (30) a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro antes de decidir se mantém ou não a prisão domiciliar humanitária.

A reunião com os advogados está prevista para ocorrer no gabinete do ministro, em Brasília.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e está em prisão domiciliar desde março, após decisão de Moraes com base em parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR).

No período da domiciliar, foram impostas medidas cautelares, como restrição de visitas e proibição do uso de celular, telefone ou qualquer meio de comunicação externa. Também ficou vedado o uso de redes sociais e a gravação de vídeos ou áudios, inclusive por terceiros.

O caso ganhou novo encaminhamento após o fim do prazo inicial de 90 dias da medida, encerrado na última quinta-feira (25). A continuidade da prisão domiciliar depende agora da avaliação do estado de saúde do ex-presidente e de um episódio envolvendo uma arma de fogo registrada em seu nome.

Segundo os autos, uma pistola foi apreendida em 15 de junho durante abordagem a um militar do Exército que integra a segurança de Bolsonaro, em uma blitz no Distrito Federal. O ex-presidente admitiu a posse do armamento em depoimento à Polícia Civil.

A decisão final de Moraes deve avaliar se houve ou não descumprimento das regras impostas na domiciliar e se o episódio pode ser enquadrado como falta grave, conforme entendimento da legislação de execução penal.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

[VÍDEO] “Esquerdista” não define Lula nem o PT, diz secretário de comunicação do partido

Imagens: Reprodução/Jovem Pan News

O secretário de Comunicação do PT, Éden Valadares afirmou que o termo “esquerdista” não define nem ele, nem o presidente Lula, nem o partido.

A declaração foi dada durante entrevista à Jovem Pan, ao comentar como o presidente é frequentemente posicionado no espectro político.

Segundo Valadares, se a expressão “esquerdista” estiver associada a posturas sectárias, radicais ou fechadas ao diálogo, ele, Lula e o PT não se enquadram nessa definição.

O secretário afirmou ainda que essa é a forma como enxerga o termo, diferenciando essa classificação da atuação política do partido e do governo.

A declaração repercutiu nas redes sociais e ocorre em meio aos debates sobre o posicionamento ideológico do PT e do governo federal.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

[VÍDEO] Déficit de R$ 53 bilhões expõe pressão nas contas públicas e “descontrole”, diz economista

Imagens: Reprodução/CNN

O governo central registrou um déficit primário de R$ 53,257 bilhões em maio, segundo dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta segunda-feira (29).

O resultado indica que as despesas do governo superaram as receitas no período, sem considerar o pagamento de juros da dívida pública.

Em entrevista ao programa CNN Prime Time, a economista-chefe do Inter, Rafaela Vitória, avaliou o número como um sinal de pressão sobre as contas públicas.

Segundo ela, o cenário sugere dificuldades na condução fiscal. “A gente vê vários sinais de falta de controle e disciplina nos gastos públicos”, afirmou.

A economista também destacou que o resultado reforça a percepção de desequilíbrio no ritmo das contas do governo, classificando o momento como de alerta para a política fiscal.

Os dados do Tesouro mostram o desempenho das contas do governo central, que inclui Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *