Polícia

Polícia Civil identifica autora de ameaças por redes sociais no interior do RN

Foto: Ilustrativa

A Delegacia Municipal de Marcelino Vieira divulgou, nessa terça-feira (27), a identificação da autora de ameaças anônimas, realizadas por meio virtual, na cidade de Tenente Ananias.

De acordo com boletim de ocorrência registrado pela vítima, dois perfis falsos foram criados em uma rede social, no mês de junho, e por meio deles, eram enviadas mensagens que denegriam a imagem e ameaçavam a vítima. Após a identificação da responsável pelos perfis, foi instaurado, em desfavor dela, um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo crime de ameaça.

A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

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Geral

Humorista Murilo Couto faz piada sobre atropelamento de ciclistas e é alvo de críticas nas redes sociais

Foto: Divulgação

O humorista paraense Murilo Couto teve um vídeo viralizado nas redes sociais. Nas imagens, registradas pela plateia durante uma apresentação do seu show de humor no último domingo (11), Murilo faz uma “piada” sobre o atropelamento de ciclistas no trânsito.

As imagens registraram o momento em que o humorista provoca um espectador ao descobrir que ele é um ciclista. No início, ele faz comentários sobre as roupas coladas usadas por quem pratica o esporte e fala a respeito das posições na bicicleta.

Ele segue com o tema e reclama do fato de ciclistas dividirem pista com carros nas rodovias — um direito assegurado pela lei nº 9.503 do Código de Trânsito Brasileiro. O humorista sobe o tom e defende o atropelamento de ciclistas (assista no vídeo mais abaixo).

“… no caso de ciclista, eu dou razão ao motorista de ônibus que atropela”, disse Murilo.

O caso repercutiu negativamente nas redes sociais. Vários grupos de ciclismo se manifestaram e repudiaram a fala. Até o momento, Murilo Couto não se pronunciou sobre o assunto nas redes sociais.

O grupo União de Ciclistas disse que é “inadmissível a expressão de discursos que incentivem o ódio”. Além disso, eles ressaltaram que o Brasil possui uma das piores estatísticas do mundo em relação a mortes no trânsito.

Já a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas disse estar “consternada” com a fala do humorista paraense. Segundo o grupo, quase 14 mil ciclistas morreram em acidentes no trânsito nos últimos 10 anos. Além disso, a associação classificou a “piada” de Murilo como uma incitação ao crime de ódio.

G1-PA

Opinião dos leitores

  1. Esse cidadão não precisa apelar dizer absurdo por mais que seja uma piada ainda sim é uma ideia a idiotas como ele que possa sair atropelando ciclistas por querer.

  2. É apenas HUMOR, piadas, entretenimento. Que povo mais “mimizento”! Deixem de frescura!

  3. Lógico que temos que reajustar os ciclistas.
    Mas é correto uma bicicleta ajudar a numa via a 20 km/h, onde os demais transitam a 40, 60 km/h?
    É correto carroças usarem as vias e bloquearem o trânsito?
    Ou pedestres andarem a 5 km/h na via em vez de andar na calçada?
    Pedalar é bom e saudável.
    Não acho correto andar junto de ônibus e carro
    Poderiam andar em ciclovias e calçadas.

    1. Eu tenho que respeitar vc no seu carro que ocupa o lugar de 20 bicicletas com vc sozinho dentro e vc tem que me respeitar usando a bicicleta no trânsito pois a lei me assegura isso. Vivemos em sociedade e o respeito não pode ser a partir de um ponto de vista mas a partir leis que balizam o comportamento.

    2. As bicicletas são veículos não poluentes, além de serem ótimas para quem gosta de fazer atividades físicas. Eu dirijo carro e pedalo, e respeito as bikes.

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Turismo

Ministério do Turismo promove importante reunião com objetivo de solucionar fraudes e combater perfis falsos de serviços turísticos nas redes sociais

Foto: Divulgação

No dia 01/07/2021, o vice-presidente da ABIH-RN e diretor da ABIH Nacional, José Odécio Júnior, participou da reunião interministerial, que contou com a presença dos ministros do Turismo e da Justiça, do Superintendente da Polícia Federal, do representante, no Brasil, do FACEBOOK, e de entidades do turismo nacional, além da ABIH. A ação possibilitará identificar perfis oficiais de meios de hospedagem e demais empresas do setor de turismo, nas redes sociais e, com isso, desativar páginas falsas, ofertando mais segurança ao consumidor na contratação de produtos e serviços turísticos

O sistema de proteção às empresas do setor turístico brasileiro já está implantado, e será feito através do Cadastur, onde será possível a inclusão dos perfis oficiais dessas empresas, como Instagram, Facebook, Twitter, YouTube, WhatsApp e LinkedIn, e com isso haver o reconhecimento do verdadeiro perfil, evitando a fraude. Para aderir a esta ferramenta, construída em parceria com o Facebook/Instagram, os prestadores dessas atividades precisarão atualizar os seus dados no Cadastur, que é o cadastro nacional de prestadores de serviços turísticos.

O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, comemorou a novidade e destacou a relevância da ação para a defesa do consumidor e para o bom funcionamento dessas atividades no país. “Este é um importante avanço que estamos dando para evitar fraudes neste setor, que já foi tão impactado pela pandemia. A nossa expectativa é de que com esta ação, que é um pleito antigo do trade e dos consumidores, possamos validar a autenticidade dos perfis de empreendimentos turísticos e evitar falsas contratações de serviços”, disse.

“A proliferação de perfis falsos causa enormes problemas às empresas turísticas e também prejuízos aos consumidores, que rotineiramente vem sofrendo com essa prática delituosa, o que buscamos evitar. Contamos, assim, com a sensibilidade e o apoio do Ministro do Turismo, Gilson Machado, que imediatamente após nosso relato desses fatos, mobilizou todos os órgãos públicos e entidades envolvidos, e de forma muito célere implantou esse sistema de proteção. Esse é um passo importante para evitarmos as fraudes, mas para a sua plena eficácia se faz necessário a colaboração das empresas em cadastrar seus perfis no CADASTUR. Ressalto, ainda, que o tema foi tratado, inicialmente, pela ABIH-RN quando da recente visita do ministro do Turismo à Natal”, destacou José Odécio.

O gestor de Políticas Públicas do Facebook Brasil, Eduardo Lopes, parabenizou a agilidade do Ministério do Turismo para a implantação deste novo campo dentro do Cadastur. “Gostaria de parabenizar o Ministério do Turismo pela rapidez na execução deste projeto. Há um alinhamento de interesses, todos queremos coibir essas práticas, seja perfis falsos ou práticas fraudulentas”, disse.

NOVO CAMPO – É importante que esse em campo não fique em branco no Cadastur!

Atenção! Para acessar o Cadastur agora é necessário possuir um login do GOV.BR. Para saber mais sobre o novo login, assista o vídeo ou veja as instruções no site do Cadastur.

 

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Tecnologia

Redes sociais estão excluindo contas inautênticas; entenda porque isso acontece

Foto: Diego Cervo/EyeEm/Getty Images

Nos últimos dias, Twitter e YouTube confirmaram que estão trabalhando para “limpar” suas plataformas de contas tidas como inautênticas, o que gerou um burburinho nas redes sociais. Muitos usuários foram conferir suas contas e notaram que seus perfis perderam seguidores, seja no microblog ou na plataforma de vídeos do Google.

Segundo especialistas ouvidos pela CNN, esses movimentos são fruto de uma pressão social para que as redes se dediquem a tornar suas plataformas ambientes mais legítimos, em que a troca de informações entre usuários reais prevaleça sobre a ação automatizada de robôs.

Essa pressão, avalia o pesquisador e analista de redes sociais Fabio Malini, vai na contramão dos interesses financeiros das plataformas, que “vivem de engajamento para ter publicidade, e acabam sendo tímidas” na fiscalização de atividade inautêntica. Isso porque mesmo contas que não representam pessoas do mundo real e são ativadas de maneira automática, os chamados robôs, acabam servindo como gatilhos para que determinados conteúdos ganhem relevância nas redes.

Assim, os robôs ajudam a fazer “bombar” certo tema, mas boa parte do engajamento que prolonga o debate é alimentado por usuários reais, isto é, seres humanos que acabam reagindo a esses conteúdos, seja de forma crítica ou na defesa desses temas.

Até por isso, explica Malini, seria um engano considerar que a exclusão de contas feita pelo Twitter tenha focado somente em robôs. “O Twitter está fazendo uma limpa de contas que não têm atividade na plataforma há algum tempo, não são necessariamente robôs”. “Podem ser contas que usuários criaram e depois abandonaram, podem ser contas que tinham como objetivo inflar a popularidade de alguém e depois ficou inativa”, por exemplo.

De acordo com o pesquisador, que integra o Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), é justamente a inatividade o traço mais relevante das contas apagadas.

Para minimizar o impacto sobre contas de usuários praticamente inativos, mas que têm interesse de permanecer na plataforma, o Twitter permitiu que esses perfis, inicialmente suspensos, pudessem ser recuperados pelos usuários através de ferramentas de confirmação, uma espécie de “prova de vida” geralmente feita por e-mail ou número de telefone celular.

À CNN, o Twitter informou que desenvolve um trabalho “frequente e global que tem como objetivo manter as contas seguras e prevenir tentativas de manipulação das conversas via spam”. “Este trabalho consiste em solicitar que contas que apresentem comportamentos suspeitos ou incomuns mudem sua senha ou verifiquem informações como número de celular, por exemplo. Enquanto as contas não passam por esse processo, elas ficam desabilitadas, com funcionalidades limitadas, e deixam de entrar no cálculo para contagem de seguidores”.

André Eler, diretor-adjunto da consultoria de análise de dados Bites, diz, no entanto, que a periodicidade dessas “limpezas” não é dita de maneira exata pelas redes sociais, e também não há critérios plenamente transparentes sobre o que caracteriza uma conta inautêntica. “Tem muito perfil que não publica nada e é autêntico”, defende.

“É possível que haja critérios bem claros para a limpeza, elas [as plataformas] só não publicizam quais são esses critérios, o que sempre vai gerar uma desconfiança do usuário”, continua Eler.

O especialista da Bites disse ter verificado que contas que na segunda-feira (14) registraram perdas relevantes em seu número de seguidores também verificaram ganhos atípicos na terça-feira (15), o que ele atribui à reabilitação das contas que foram autenticas por usuários após a suspensão do começo da semana.

Oficialmente, o YouTube diz não permitir “nenhuma prática que aumente artificialmente o número de visualizações, marcações ‘Gostei’, comentários ou outras métricas usando sistemas automáticos ou veiculando vídeos para espectadores que não os selecionaram”. O site exemplifica como comportamentos não tolerados a publicação de vídeos que ensinam a comprar tráfego e de vídeos com área clicáveis – os “cards” da rede – que direcionam espectadores a outro vídeo de maneira enganosa.

Em nota, o YouTube afirmou que identificou e removeu de sua plataforma “contas que eram, na verdade, spam em nossos sistemas”. “Como resultado, alguns criadores e canais poderão ver uma queda no número de assinantes. Em média, essa redução será de menos de cinco inscritos”.

Ação de robôs é superestimada

O peso da ação dos robôs nas redes sociais é, muitas vezes, superestimado, sustenta André Eler. “A gente tem que tirar da cabeça essa visão de que robôs comandam as redes. Há um problema quando usam esses robôs para artificialmente influenciar o debate, para enganar o algoritmo, mas, na prática, esses robôs não têm um alcance tão grande. É raro a gente ver movimentos que sejam impulsionados só por robôs”.

De acordo com Eler, em geral, os robôs são parte de movimentos maiores, coordenados por pessoas, por grupos com interesses específicos. Também é errado avaliar que a ação de robôs é sempre e necessariamente danosa. “Há robôs que eu gosto, que eu sigo, que eu sei que eu vou falar alguma palavra e vão interagir comigo”, pontua, citando como exemplo robôs usuários do Twitter operados por robôs e que podem servir a propósitos cotidianos, como lembrar a uma pessoa sobre algum conteúdo publicado anteriormente.

“Os robôs existem, são basicamente programas que ajudam a repercutir alguns conteúdos específicos”, sintetiza.

Efetividade da limpeza

Segundo Fabio Malini, a iniciativa das plataformas de tentar limitar a ação de contas inautênticas é limitada do ponto de vista de tentar frear as chamadas “mensagens divisivas”, que criam ou fortalecem polarização nas redes sociais. Embora as redes estejam aperfeiçoando suas técnicas para restringir a ações inautênticas, essas empresas ainda encontram dificuldade em lidar com disputas entre fãs que podem tornar mais áridos seus ambientes virtuais.

“As plataformas não definiram ainda o que é e o que não é robô. Boa parte desse engajamento [em disputas de fãs] vai acontecer graças a um comportamento automatizado, seja humano ou não”, analisa.

Na opinião de André Eler, só a proposta de tentar diminuir a ação considerada ilegítima nas plataformas já mostra, por parte das empresas, “uma disposição melhor, um jeito de aperfeiçoar o processo” de filtragem “sem punir as pessoas só por terem um comportamento diferente”.

Além disso, diz Eler, há robôs mais bem programados, com comportamentos mais próximos do que se espera de seres humanos, que impõem dificuldades adicionais para que as redes os identifiquem como robôs.

“A gente não tem nenhuma ilusão de que esse trabalho constante das redes um dia vai acabar completamente com os robôs, mas, pelo menos, passa mais confiança de que as redes não estão abandonando os usuários em uma terra sem lei, de contas inautênticas”, argumenta.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

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Judiciário

Alvo do STF, Moro já não posta nas redes sociais há 20 dias

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

Sergio Moro, o ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, adotou o silêncio como forma de fazer “política”. Está há 20 dias, completados hoje, sem fazer um único comentário em seus perfis no Twitter e no Instagram.

Não por coincidência, o período marcou a derrota de Moro nos processos relacionados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Aliás, diante da ausência de manifestações, Moro tem sorte por ainda ganhar alguns seguidores. Segundo o site Social Blade, que monitora as redes sociais, Moro ganhou quase 800 seguidores na última semana.

Ancelmo Gois – O Globo

Opinião dos leitores

  1. O que STF está fazendo com o Moro é uma grande covardia, tudo isso só pra livrar da cadeia o maior ladrão do Brasil: O PINÓQUIO BARBUDO.

  2. Moro sempre foi correto. Como brasileiro agradeço pelo que fez em prol da moralidade. Mas, infelizmente, a inversão de valores em nosso país atinge níveis inacreditáveis e não menos imorais. Pior, toda esta desgraça sendo puxada por vários togados do STF. Triste, muito triste mesmo.

    1. Seu mito não deixaria JAMAIS…
      Quem tem 👌, tem medo…kkkkk

    2. Pra fazer o papelão que esse novo ministro do stf está fazendo, com certeza ele não se prestaria. O povo e o DIVINO já tem algo especial pra ele. Quem viver verá.

    3. Podia ta no .STF se lambesse as botas do Bozo….o gado já esqueceu do vídeo da reunião do Bozo com os ministros ano passado???? Lembra do que o Bozo falou sobre a PF do Rio de Janeiro????
      Lembre ai, seu gado imundo e vagabundo.

  3. O Moro não precisa falar nada, ele fez o papel que um cidadão de bem faria, agora quem está prejudicado é o país, pois a suprema corte com essa decisão, esta incentivando os criminosos corruptos a roubarem o dinheiro do povo livremente, assegurando a total impunidade. E assim perpetuando a corrupção desenfreada no Brasil, extirpando o brasileiro de suas riquezas, além de segregar o direito mínimo do Cidadão aos serviços públicos de qualidades, deixando-os a mercê da criminalidade, sem educação e uma assistência a saúde degradante, entre outros males. Pior que alguns idiotas ainda comemoram esse escárnio.

    1. Esse “cidadão de bem” fez uso de lawfare para inviabilizar a eleição do concorrente de quem o premiou com um ministério e agora ganha dinheiro prestando conselhos a uma firma de advocacia que trata da massa falida das empresas que ele quebrou. Será que precisa desenhar ou você só acredita no que é pregado no reino da zapzaplândia?

    2. Fez tudo certinho, até achar que era Deus. Embora tenha feito com outra intensão. Ou seja, levar os tucanos ao Planalto. Em meio a tantos roubos milionários cometidos pelo maior ladrão do Brasil, foi condená-lo pelo mais simples. Ficou fácil pra o STF livrar sua pele.

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Educação

Alunos de escolas de Natal defendem, nas redes sociais, retorno das aulas presenciais

Carolina Barbalho, aluna do Colégio Porto. (Foto: Divulgação)

Estudantes do Colégio Porto e da Maple Bear Natal publicaram vídeos nas redes sociais na manhã desta sexta-feira (23) defendendo o retorno das aulas presenciais para os alunos de todos os níveis de ensino. Entre outros argumentos, os alunos destacaram o ambiente seguro das escolas, o desgaste mental provocado pelo prolongamento das aulas on-line e a garantia constitucional de acesso à educação. Nas postagens, as crianças e adolescentes usaram as hashtags #EscolasAbertasSim e #EducaçãoéEssencial para marcar o movimento.

A presidente do grêmio estudantil do Colégio Porto, Vitória Leal, destacou que o cansaço mental e o baixo rendimento no período de aulas remotas é inevitável, mesmo com todas as medidas tomadas pela escola para garantir o bem-estar dos adolescentes. “São muitas horas em frente ao computador, aliada a uma longa rotina de estudos que a gente tem diariamente. Em casa, nós temos muitas distrações e é muito mais complicado ter foco e dedicação”, detalhou.

O aluno José Morais, da 3ª série do Ensino Médio, enxerga uma inversão de valores em relação ao fechamento das escolas para aulas presenciais. “Qual o sentido em fechar um serviço essencial que, comprovadamente, não possui parcela de culpa no aumento de casos de covid-19? É triste ver que mesmo cumprindo todas as exigências de biossegurança, as escolas têm sido culpadas por razões resultantes da negligência”, apontou.

José Morais, aluno da 3ª série do Colégio Porto. (Foto: Divulgação)

O movimento dos alunos ocorre no contexto em leis municipal e estadual já colocam a educação no patamar de atividade essencial no RN, e projeto semelhante passou pela Câmara dos Deputados em Brasília. O Ministério Público Estadual também já se pronunciou em favor das aulas presenciais. Por outro lado, decretos do Governo do Estado e da Prefeitura do Natal divergem sobre o retorno para todos os níveis de ensino.

Clara Carneiro, aluna da 2ª série do Colégio Porto, entende que a pandemia afeta setores sociais e econômicos, mas argumenta que a educação é um direito garantido por lei e defende o retorno pela qualidade do ensino. “Um país precisa de vertentes educacionais sólidas e fixas para que, no futuro, o país possa continuar crescendo”, completou.

O pensamento de Clara é compartilhado também pela estudante Carolina Barbalho, que vai além e defende o direito de escolha dos alunos e da família em relação às atividades presenciais. “Se eles se sentem seguros e acreditam nas medidas de biossegurança, que eles tenham a opção de retornar”, ponderou. O aluno Newton Huck expõe a necessidade de convívio social no retorno às escolas. “Colégio é lugar de estabelecer relações sociais entre as pessoas e, dentro desse contexto de pandemia, em que as pessoas estão cada vez mais em casa, é necessária uma maior interação social”.

Alunos do fundamental se somam

E não é só os adolescentes do ensino médio que defendem a volta das aulas no ambiente escolar. Entre crianças, estudantes do ensino fundamental, a opinião também prevalece. É o caso de Sofia Barros, aluna do 7º ano da Maple Bear Natal. Segundo ela, há comprovação científica de que as crianças precisam de relações sociais para o seu desenvolvimento. A falta desse convívio está trazendo problemas de saúde. “Por falta de socialização, crianças e adolescentes vêm desenvolvendo grandes problemas como ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental. Por isso eu sou a favor que as aulas presenciais voltem”, defendeu.

Laura Porpino e Carolina Haderman, que são alunas do 6º ano, também falaram sobre a importância de frequentar o ambiente da escola para o ensino. “As aulas presenciais precisam voltar para melhorar o aprendizado e melhorar o desempenho dos alunos”, disse Laura. “É ruim ficar o dia inteiro em frente a uma tela de computador. Aulas presenciais são melhores”, afirmou Carolina.

Carolina Haderman, aluna do 6º ano do Maple Bear Natal. (Foto: Divulgação)

Decretos

As aulas presenciais na rede privada de Natal foram autorizadas nesta sexta-feira (23), depois da publicação de um novo decreto pela prefeitura da capital. De acordo com o documento, o retorno está autorizado para as escolas de ensino infantil, fundamental e médio, atendendo às regras estabelecidas em protocolo. Também ficou assegurado aos pais e responsáveis o direito de escolha entre as modalidades remota ou presencial, recomendando-se que sejam intercaladas as duas modalidades.

O Governo do Estado também publicou novo decreto que permite aulas em formato híbrido nas turmas até o 5º ano do ensino fundamental e na 3ª série do ensino médio, nas escolas da rede pública e privada. Os demais níveis permanecem em formato remoto.

Instagram da Maple Bear Natal: https://instagram.com/maplebearnatal
Instagram do Colégio Porto: https://instagram.com/colegio.porto

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Comportamento

Polêmica envolvendo suposta orgia em casa do Airbnb viraliza nas redes sociais

Foto: Reprodução

Áudios que seriam de uma conversa entre uma proprietária de imóvel no Airbnb, chamada de Verônica, e um locatário, identificado como Felipe, viralizaram nas redes sociais nesta quarta-feira (14). Na troca de mensagens, ela afirma ter visto, por câmeras, o locatário e seus amigos fazendo uma orgia pela casa, o que teria violado as regras do local. Felipe rebate a história.


No Twitter, usuários se questionavam sobre as regras das plataformas de aluguel, em relação tanto a relações sexuais quanto ao uso de câmeras, por exemplo.

Alguns usuários se manifestaram lembrando que a aglomeração, em épocas de pandemia, também gera multa:


O Airbnb ainda não respondeu às solicitações da reportagem. No site, a informação é que cabe aos anfitriões compartilhar suas regras no anúncio e com os hóspedes. O contratante deve ler e concordar com elas antes de enviar um pedido de reserva e a comunicação entre as duas partes deve ser feita pela plataforma e não por mensagens pessoais.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. eu sou imbecil e vou meter política em tudo que é lugar e vou me chamar Caligula pq sou o maioral uaaau. Mesmo que um presidente de direita esteja cagando nosso país, vou falar mal da esquerdaaaaaaa. Amo lamber saco do presidenteeeeeeee uhuuuuuuuu

  2. Quem aluga os seus imóveis dessa forma sabe que pode pegar qialquer troço. Amigo tem 2 apartamentos em Ponta Negra para alugar, já foi multado várias vezes pelas orgias dos seus clientes.

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Comportamento

Anitta defende exposição do corpo nas redes sociais

Foto: Reprodução/Instagram/Anitta

A cantora Anitta fez um post no Instagram nesta terça-feira, 9, e muitos seguidores estão dizendo que é uma indireta ao cantor e compositor americano Arcángel, que publicou nos stories do Instagram que muitas mulheres querem respeito, mas ficam exibindo seus corpos nas redes sociais para conseguirem curtidas. Segundo ele, as mulheres que se “comportam” se distinguem das outras. Também no Instagram, a poderosa fez um post em espanhol falando que as mulheres merecem respeito em qualquer circunstância: “Esta sou eu, mostrando minha bunda no meu Instagram. Agora uma pergunta especial considerando que o Dia Internacional da Mulher foi celebrado ontem… você pode usar bundas femininas nos seus clipes e cantar letras explícitas para obter visualizações e ao mesmo tempo dizer que as mulheres que mostram seus próprios corpos em suas redes sociais não merecem respeito? Estou confusa”.

Anitta não parou por aí e escreveu que procurou o significado das palavras “lady” e “gentleman” no Google e chegou à conclusão de que muitos homens querem mulheres “ladies”, mas não têm nada de cavalheiro. “Feliz dia das mulheres, que merecem respeito mostrando ou não suas bundas. Seja no seu Instagram ou em videoclipes de homens que acreditam que deve haver mulheres de um tipo para explorá-las quando convém e mulheres de outro tipo para chamarem de suas. Paz, amor e coerência”, finalizou a artista brasileira. O post de Anitta está sendo muito elogiado por suas seguidoras.

Jovem Pan

Opinião dos leitores

  1. Ela não precisa de ninguém querer não, cara. Você parece que não entendeu o que ela disse. E que qualquer mulher, mostrando ou não a bunda, com qualquer aparência, é ela mesma, a bunda estando caída ou não.

  2. Anita véia da pá virada.
    Ah se eu te pego!!!
    Baixava esse fogo, na eficiência dos meus 32 anos.

  3. Mostra tudo enquanto pode… pode pagar um esteticista, um bundocista, cirurgião plástico, etc…. Mas daqui a pouco fica velha, engelhada, cheia de pés de galhinha… aí quem vai querer ver isso????
    Ainda mais com a fama de não ladie???? Né?

  4. Também sou a favor Anita, pode contar comigo. Mas zero roupas mesmo…com esse biquine aí sou contra.

  5. o mundo com tantos problemas e milhares de pessoas morrendo e essa imbecil e fútil pensando em corpo.
    Um dia irá virar pó ou apodrecer, atente para os problemas da humanidade alienada.

    1. Aí tu mataria tua tara não é ZeGado? Sai mais barato comprar leite condensado em casa, mais vc não tem jeito, sempre atrás do errado, lamentável para um cara que se diz sério, como essa b……tem milhares no Brasil, inclusive com algo na cabeça, tu só gosta de baranga.

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Educação

CGU abre processo contra dois professores universitários após Bolsonaro ser chamado de ‘sujeito machista, racista, homofóbico, genocida’, entre outros

O ex-reitor Universidade Federal de Pelotas Pedro Rodrigues Curi Hallal Foto: Divulgação

A partir da representação de um deputado federal, a Controladoria-Geral da União (CGU) instaurou um processo contra dois professores universitários que criticaram o presidente Jair Bolsonaro. Chamados a dar esclarecimentos, os dois professores da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) assinaram um termo de ajustamento de conduta (TAC).

Um dos alvos é o ex-reitor da Ufpel Pedro Hallal, que tem sido um crítico da atuação de Bolsonaro na pandemia de Covid-19. De acordo com Hallal, ele teve que se comprometer a não repetir o ato pelos próximos dois anos.

O outro alvo foi o professor Eraldo dos Santos Pinheiro, pró-reitor de Extensão e Cultura da Ufpel. O TAC é um acordo firmado em casos de infração disciplinar de menor potencial ofensivo que impede a continuidade do processo administrativo.

Os extratos dos TACs foram publicados na terça-feira no Diário Oficial da União (DOU) e registram que os professores proferiram, em janeiro, “manifestação desrespeitosa e de desapreço direcionada ao Presidente da República”. O ato é baseado em um artigo da lei 8.112 que proíbe funcionário públicos de “promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição”.

Como as falas foram feitas em canais oficiais da Ufpel no Youtube e o Facebook, a CGU considerou que isso poderia ser considerado como “local de trabalho”, “por ser um meio digital de comunicação online disponibilizado pela universidade”.

De acordo com Hallal, o processo na CGU foi motivado por uma representação do deputado federal Bibo Nunes (PSL-RS). O professor disse, no entanto, que uma análise descartou infrações graves e determinou que o único enquadramento possível seria no artigo sobre o “desapreço”, considero de menor potencial ofensivo. Por isso, o professor preferiu assinar o TAC e evitar um processo.

— Eu conversei com os meus advogados e entendemos que esse era um desfecho adequado para nós, porque era um arquivamento sumário do processo. As acusações graves a própria CGU descartou — relatou o ex-reitor.

A CGU foi procurada para comentar o caso, mas ainda não retornou. Bibo Nunes afirmou que fez representações contra Hallal em diversos órgãos e que pediu o afastamento do professor da vida pública. Ele considera o TAC “muito aquém” do necessário.

Crítica à nomeação de segunda mais votada

A fala que motivou o processo na CGU foi realizada durante transmissão para comentar a nomeação da nova reitora da Ufpel. Após votação para definir o substituto de Hallal, Bolsonaro nomeou a segunda mais votada da lista tríplice, Isabela Fernandes Andrade, o que foi criticado pela comunidade acadêmica.Isabela, no entanto, resolveu dividir o cargo com Paulo Ferreira Júnior, o mais votado.

Em transmissão no dia 7 de janeiro, Hallal afirmou que Bolsonaro tentou dar um “golpe” na universidade:

— Quem tentou dar um golpe na comunidade foi o presidente da República, e eu digo presidente com “p” minúsculo. Nada disso estaria acontecendo se a população não tivesse votado em defensor de torturador, em alguém que diz que mulher não merecia ser estuprada ou no único chefe de Estado do mundo que defende a não vacinação da população — disse o professor, na ocasião.

Na mesma transmissão, Eraldo chamou Bolsonaro de “genocida”:

— Grupo liderado por um sujeito machista, racista, homofóbico, genocida, que exalta torturadores e milicianos. Que ao longo do tempo vem minando, destruindo as estruturas já precárias de nossas instituições.

No ano passado, o GLOBO mostrou que um documento produzido pela CGU estabelecia que poderiam ser punidos os servidores públicos federais que usarem as redes sociais para criticar seus superiores ou órgãos que ocupam. Um dos pontos levantados pelo órgão na época foi justamente o artigo que trata de manifestações de “desapreço”.

Entretanto, a posição não é unânime dentro do governo federal. Pelo menos um ministério já expôs entendimento divergente: também no ano passado, a consultoria jurídica do Ministério da Defesa emitiu parecer reconhecendo que os servidores civis não podem ser punidos administrativamente por criticarem o presidente.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. É um preparo para implantar a lei da mordaça. Esse país com esse "presidente", com o" P" minúsculo, a cada dia cresce como rabo de cavalo, só para baixo.

  2. Sorte q foi contra o pateta, se fosse contra o mosqueiro Alexandre ou um de seus pares estaria na jaula

  3. A CGU deveria analisar o comportamento aético, acintoso do Reitor do Instituto Federal do RN que, faz alguns, chamou o presidente Jair Messias Bolsonaro de bandido. Muita falta de respeito do militante petista.

  4. Bem feito pra essa turma não ficar falando do Chefe.
    Tem que respeitar!!Se fosse com Alexandre de Morais já estariam recolhidos a uma penitenciária agrícola.

  5. A lógica não pode servir de conveniência a ninguém, quando um desvairado agrediu um poder, muitos o criticaram acertadamente…..onde estava a liberdade de expressão? Agora agridem um presidente eleito legitimamente, gostem ou não e querem tratamento diferenciado? "Pau que bate em Francisco, bate em Chico"

    1. E o deputado federal do rio de janeiro?
      Não pode usar essa liberdade não?
      Hehehehehe…

  6. Liberdade de expressão sem dúvida alguma.
    Fazem isso p intimidar e perseguir os opositores. Tá igual Maduro na Venezuela.

  7. A direita demora demais para buscar seus direitos. Quando um ser vivo chama um esquerdista de feio, no outro dia tem 200 advogados abrindo ação penal contra o radical, opressor, anti democrático e perigo para sociedade que teve a falta de respeito em chamar uma pessoa da esquerda de feio. Não? Exemplos não faltam. Tem traficante e chefes de facções que foram presos e estão soltos, mas deputado e jornalista que emitiram opiniões estão presos, sem direito a fiança.

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Finanças

IR 2021: fiscais checam ostentação nas redes sociais para validar declaração

Foto: Ilustrativa

O prazo para realizar a declaração do Imposto de Renda 2021 terá início na próxima semana, mas os contribuintes já devem começar a se preparar para não ter transtornos com a Receita Federal.

Um deles é o risco de ser pego pelo leão por conta da ostentação nas redes sociais. Não que seja proibido, mas é preciso que a declaração retrate a realidade.

“Os fiscais da Receita Federal cruzam as informações dos bens declarados com as postagens nas redes sociais. Se elas demonstram uma vida de luxo que não condiz com o que foi declarado, o contribuinte cai na malha fina. E o fato é que a maioria não faz ideia que esse tipo de checagem ocorre” explica Samir Nehme, presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro (CRCRJ).

Checagem IR 2021

O especialista esclarece que a checagem é feita no momento em que as informações enviadas pelos contribuintes nas declarações são processadas por supercomputadores, responsáveis por cruzar os dados, incluindo operações de cartão de crédito ou imobiliárias e movimentações financeiras, e apontar contradições.

Samir explica que os perfis não são escolhidos aleatoriamente. Só depois que o sistema acusa casos com possíveis inconsistências, os fiscais da Receita comparam as informações prestadas pelo contribuinte com o que ele posta nas redes sociais. Considerando a cultura que o brasileiro tem de expor boa parte de sua rotina nas redes, não é difícil reconhecer quando a declaração não condiz com a realidade.

“Uma vez que caia na malha fina, a Receita Federal solicita esclarecimentos ao contribuinte. O ato de não pagar o tributo, em si, não representa sonegação de impostos, que é crime previsto na Lei 9.137/90, mas sim quando demonstrada fraude, como, por exemplo, adulteração de valores em documentos combinado ao não pagamento do imposto devido”, esclarece o contador.

Se identificada a sonegação, além da cobrança do tributo e multa – que pode chegar a 225% sobre o valor do imposto devido, a acusação criminal é comunicada ao Ministério Público, podendo, em caso de sonegação, gerar prisão de dois a oito anos.

Malha fina

Existem três principais razões para cair em malha fina: primeiro, omissão de informações sobre rendimentos.

Em segundo lugar, dedução indevida de Previdência oficial ou privada, seguida por incompatibilidade entre valores com despesas médicas e receitas declaradas.

São menos frequentes, mas também merecem atenção: informações divergentes das fontes pagadoras, comissão de rendimentos de aluguéis e pensão alimentícia com indícios de falsidade.

Contábeis

Opinião dos leitores

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Polêmica

VÍDEO: Recusa de Dom Jaime em falar com repórter em púlpito de igreja viraliza

O arcebispo metropolitano de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, virou alvo de discussão nos grupos das redes sociais, após vazar um vídeo em que se recusa a dar entrevista a um jovem repórter nessa segunda-feira(01).

Ao lado do arcebispo, o jovem inicia a entrevista citando com entusiasmo os devotos da virgem da piedade, na última do noite do novenário de Nossa Senhora da Piedade. Ao ser perguntado qual a sensação de participar da festa da Virgem da Piedade, o arcebispo disse:

“Eu não estou gostando dessa entrevista, não. Tô achando que tão me usando para me ridicularizar, é1?”, indagou Dom Jaime.

O jovem entrevistador disse que “não”, e perguntou como o arcebispo gostaria que a entrevista fosse feita. Em resposta,  Dom Jaime o abençoou, agradeceu e encerrou a “entrevista”. Na sequência, foi convencido a dar a palavra sozinho.

Ele concordou, e disse: “Sozinho,  a gente vive num mundo complexo”.

Opinião dos leitores

  1. Até a turma da lacração já chegou a conclusão de que é necessário cancelar essa cultura de cancelamento. Na dúvida sobre o que estava acontecendo, o bispo preferiu não se expor demais… Ao meu ver a postura foi adequada, percebe-se a surpresa dele o tempo todo.

  2. Pessoas próximas a cena descreveram que por trás das câmeras algumas pessoas estavam dando gargalhadas e o próprio entrevistador também. Dom Jaime acreditou que estavam rindo dele por isso afirmou se o estavam ridicularizando.
    Dom Jaime sempre foi muito disponível a todos e o que a filmagem não mostra com certeza o deve ter pensado isso.

  3. O Dom Jaime fez certo, o repórter sem máscara e falando perto de um idoso, sem nenhum cuidado.
    Tem que se proteger.

  4. O jovem comumicador só se excedeu na empolgação e no gestual, talvez acostumado a se dirigir e conversar com jovens adolescentes da paróquia. Já o Bispo foi de uma deselegância e preconceito nunca visto antes,mostrou que o discurso não condiz com.a prática.

    1. Não recomendo se você "realista" se afasta da Igreja por causa dos mais exemplos. Tente ficar nos inúmeros bons exemplos existentes. Particularmente, não gosto desse bispo, bem como o seu antecessor, mas é o representante maior da Igreja no Estado.

  5. Isso tá claro que foi RACISMO e HOMOFOBIA. A vítima pode entrar na Justiça pedindo indenização. Não precisa de testemunhas. A imagem diz tudo!!

  6. Sinceramente, eu não vi maldade do rapaz, ele só ficou entusiasmado demais…
    O Padre não estava esperando, fora isso não vi NADA além disso.

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Diversos

Academia de Natal expulsa aluno e mulher após polêmica em redes sociais

Alegando “má conduta”, a academia Body Tech do Natal Shopping expulsou, na manhã desta quinta-feira (21), dois alunos, marido e mulher, após repercussão nas redes sociais de um vídeo publicado pelo aluno em suas redes sociais referindo-se às mulheres que treinam na academia e dizendo que teria vontade de se masturbar após observá-las. Além dele, a mulher do aluno, que o defendeu das críticas, inclusive, de assédio, também foi expulsa.

Segundo o agora ex-aluno, que é engenheiro civil, os funcionários da academia onde ele treinava o pressionavam para utilizar a máscara e, já com a intenção de rescindir o contrato, ele não seguia as normas. Além disso, ele se referiu de maneira pejorativa às mulheres que praticam atividades físicas na academia anterior, enaltecendo as que treinavam na BT Natal Shopping.

“Aqui você usa máscara e ninguém fica pentelhando. Foi a melhor coisa que eu fiz. De mulher, não tem nem comparação. Tá certo que eu sou casado, tenho minha mulher e não estou aqui atrás de mulher, mas p… Tem um milhão de gatas aqui. Na (nome da academia) só tinha velha (sic). De rocha mesmo. Eu saio daqui e tenho vontade de sair correndo para casa para bater uma p…, porque dá vontade de fazer isso, porque só tem gata, e a (nome da academia anterior) só tem velha”, postou o aluno.

Após essa postagem, vários comentaram surgiram nas redes sociais e uma outra aluna da academia usou sua conta no Instagram para criticar a postura do aluno, que reagiu e, sem citar o nome da outra pessoa que treina no local, fez diversas ofensas. A esposa do engenheiro civil, em resposta também em videos, criticou a aluna, e usos palavras consideradas como ameaça, segundo a academia.

“O referido e a esposa não são mais nossos alunos. Pela manhã, demos a explicação, através do nosso corpo jurídico. Nosso contrato prevê a rescisão unilateral em caso de má condutas dos alunos, o que foi o caso. Tanto pelo que foi dito na academia e nas redes sociais, como pelo discurso (da mulher) ameaçando outra aluna”, explicou o gerente da BT Natal Shopping, Alonso Filho.

Com acréscimo de informações da TN

Opinião dos leitores

  1. Na minha época de boy, se comentava isso entre os amigos e só. Hoje esses Zé Ruelas saem falando merda e ainda chama a platéia… kkkkk

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Comportamento

Aumenta o número de jovens que excluem perfis em redes sociais para aproveitar a vida real

LONGE DO CELULAR - O escritor Enrique Coimbra abandonou até seu canal no YouTube: sem distrações – Brenno Prado/VEJA

“Meu conselho é: se puder sair das redes sociais, saia”, cravou Tristan Harris, ex-funcionário do Google, em entrevista a VEJA em setembro. Ele está no documentário da Netflix O Dilema das Redes, que detalha os riscos à privacidade das pessoas, que, em sua visão, acabam virando produtos do Facebook, Instagram, Twitter e outros. Se for tomado por base o estudo realizado pela agência de pesquisa Dentsu Aegis Network, muita gente já estava dando ouvidos ao conselho de Harris antes mesmo de ver o documentário. Foram entrevistadas 32 000 pessoas em 22 países, em março e abril, e o resultado foi surpreendente: entre os jovens de 18 a 24 anos, a Geração Z, um em cada cinco afirmou ter desativado suas contas nas redes sociais.

O número também impressiona por outro motivo: a debandada é duas vezes maior nessa faixa etária do que entre usuários acima de 45, mostrando que os mais velhos parecem se sentir menos afetados pelo admirável mundo novo. Entretanto, a maior preocupação apontada pelos que pularam fora das redes, em qualquer idade, é o dano que elas estariam causando à saúde mental. Mas qual seria, na prática, esse prejuízo psicológico? Harris diz que o ambiente virtual vicia. Trata-se de um processo químico no cérebro. Sempre que vivenciamos algo prazeroso, o neurotransmissor chamado dopamina é ativado, fazendo com que procuremos mais do mesmo, e receber curtidas no Facebook e Instagram dispara o processo. Na mesma medida, a sensação contrária é frustrante.

Foto: Reprodução/Veja

O escritor carioca Enrique Coimbra, de 28 anos, faz parte do grupo de desertores das redes sociais. Ele largou todas elas, até mesmo seu canal no YouTube, no qual dava dicas de controle emocional e tratamentos para ansiedade e depressão a mais de 200 000 inscritos. “Minha vida sem rede social melhorou 2000%. As pessoas não fazem ideia da manipulação emocional que elas nos impõem”, conta o escritor. Antes leitor assíduo de livros pelo celular, mudou para o leitor de e-book a fim de evitar distrações.

A Dentsu detalha a posição dos entrevistados brasileiros em sua pesquisa: 39% afirmaram que pretendem se distanciar do mundo virtual. A empresa ressaltou, porém, que resultados mais concretos devem ser observados quando a pandemia acabar. Com a Covid-19, as pessoas usaram mais o computador para trabalhar e se divertir, possivelmente ficando sobrecarregadas de tanto contato com as redes. Uma vez que as restrições forem sendo afrouxadas, elas talvez passem a se preocupar menos com a exposição a elas.

O cenário de polarização política e propagação de notícias falsas também tem tratado de afastar usuários. Muitos ficam desiludidos quando ofendidos e acabam se dando conta de que estão em um ambiente hostil. Há queixas dirigidas também a um dos maiores sucessos dos últimos anos, o TikTok, aplicativo que tomou o mundo. A psicóloga Marina Haddad Martins ressalta que as redes dão uma ilusão de falso preenchimento. “A Geração Z, que já nasceu na era da internet, talvez dê menos importância às redes do que os mais velhos, que pegaram a virada da tecnologia”, diz ela. Isso explicaria a disposição em largá-las. Eles estariam valorizando o palpável, a segurança emocional e as relações pessoais. Quem diria, o mundo real, este no qual sempre vivemos, parece estar na moda outra vez. Que bom.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Ótimo que a maturidade da geração Z tá chegando, que o povo que são presos, a procurar do saber sobre vida dos outros estão perdendo , tempo que na juventudi vale ouro.. E que não se recupera na mesma qualidade, por que tudo tem o seu tempo de depreciação. Desde a paixão ate União, Tudo é real, menos a ilusão que são os fotógrafos da vida a leia. Nem tudo é real na vida digital. A única coisa real na vida digital é a velocidade do tempo perdido. Nas redes, você não só encontra conhecimento e comunicação, mas a futilidade e o vazio de pessoa querendo mostrar o que realmente não são. Pois são escravos do vício em querer viver dando satisfação na rede para pessoas que nem querem ver o mundo real, mas só o colorido digital que vai da anatomia e passa pela estética efêmera do ser vivo que não consegue viver fora da rede. É UM VAZIO IMENSO DE UM SER, QUE PREENCHE OLHANDO O PASSANDO E O PRESENTE EM FOTOS SEM PERCEBER QUE NÃO ENXERGA O FUTURO A QUATRO PALMO DOS OLHOS.

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Política

FOTOS de Thabatta Pimenta, primeira vereadora trans do RN, circulam nas redes sociais em polvorosa

Foto: Reprodução/Instagram/Thabatta Pimenta

Fotos da primeira vereadora transexual eleita no Rio Grande do Norte, Thabatta Pimenta, de 28 anos, circulam nas redes sociais em todo o estado em polvorosa.

Thabatta Pimenta foi eleita no município de Carnaúba dos Dantas, distante 219 km de Natal, com 267 votos, pelo PROS.

Opinião dos leitores

  1. Se foi com esse "apelo", que ela(e) se elegeu, então os eleitores continuam mais do mesmo, ou seja, aqueles que elegeram, Tiririca, dagô…

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Diversos

Benzedeiras surgem em versão redes sociais: jovens, fiéis às lembranças das avós e bisavós, e dão a bênção virtual ou presencial

Mente aberta. A jornalista Isabela benze diariamente os filhos Joaquim e Maria Teresa, de 6 e 3 anos, e quem mais pedir Foto: Daniel Teixeira/Estadão

No Facebook, são quase 17 mil seguidores. No Instagram, mais de 7 mil. No WhatsApp, um plantão tira-dúvidas. Semanalmente, verdadeiros mutirões de benzedores — chamados de “ambulatórios” — coletam nomes de interessados em benzimento. Tudo de forma voluntária. E online.

Criado há quatro anos, o projeto Florescer Bento é uma das iniciativas que querem resgatar a cultura do benzimento, antiga tradição brasileira, resultado do sincretismo de fé católica, rituais indígenas e religiões africanas. É bom esquecer, no entanto, aquele estereótipo das velhinhas em trajes puídos em casebres escuros com dizeres sussurrantes. Na era das redes sociais, as benzedeiras (a maioria é mulher) são jovens, antenadas e conectadas.

Pâmela Souza, a idealizadora do Florescer Bento, tem 26 anos. Tomou contato com o benzimento em 2016. “Me deu um chilique e decidi ir a uma vivência do tema. Desmarquei tudo e fui.” Ela era aluna de Direito e trabalhava como assistente de um juiz. Sonhava seguir a magistratura.

Encantou-se pelo tema, descobriu que em sua família essas raízes estavam presentes – avós, bisavós e tataravós eram benzedeiras. Mudou sua vida, criou uma escola de formação e vive da difusão dos princípios do benzimento – o benzimento, em si, jamais pode ser cobrado. “Meu objetivo é resgatar a arte ancestral do benzimento a curto prazo. A longo prazo, que a tradição familiar seja retomada”, diz. Ela já capacitou 1,6 mil benzedeiros.

Uma dessas benzedeiras da nova geração é a jornalista e terapeuta de hipnose clínica Isabela Barros, de 42 anos. Quando ela deparou com o anúncio, no Facebook, de um curso de formação, reavivou as memórias da avó paterna que vivia em Arapiraca, no interior das Alagoas, e benzia os netos e as pessoas próximas. “Nem entendia o que ela falava, mas me sentia protegida”, recorda. Após o curso, realizado no fim do ano passado, Isabela diz que encontrou um lado seu “muito bonito, forte, que nem sabia que existia”.

“O benzimento é livre. No meu jeito de benzer eu chamo muito santo, essa é a coisa mais católica que eu tenho. Tenho um altarzinho aqui em casa, cheio de santo.” Ela benze diariamente os filhos, Joaquim e Maria Teresa, respectivamente com 6 e 3 anos, e quem mais pedir. Nos planos para o ano que vem está ampliar esse círculo. “Quero participar dos mutirões de benzimento, a distância e presenciais.”

Estalo

Pioneira desse movimento de reinvenção do benzimento, a bióloga e terapeuta holística Jacqueline Naylah, de 37 anos, teve o estalo com a morte da avó, há oito anos. “Eu me perguntei naquele momento onde estavam as benzedeiras. Ela foi a última mulher que benzeu? Quem iria perpetuar o legado de minha avó?”

Naylah começou a pesquisar e, aos poucos, a reproduzir o que a avó fazia. “Comecei a anotar as lembranças dela benzendo, das benzedeiras que vi na infância, o benzimento tem um rito em comum em todas.”

Ela publicou Diário de Uma Benzedeira e Eu Te Benzo: O Legado de Minhas Ancestrais. “Muitos dizem que sou a benzedeira da nova era, conectada com as redes sociais”, acrescenta. “Deus entende nossas necessidades. Se a benzedeira não consegue chegar, eu estou no Facebook, no Instagram. Minha avó recebia em casa, eu posso atender de forma remota.”

Coordenador do curso de História no Mackenzie, o teólogo e historiador Sérgio Ribeiro Santos pondera que o sincretismo religioso está na origem da cultura do benzimento. “O catolicismo chegou aqui com os jesuítas e encontrou-se com a herança indígena, o pajé e os curandeiros. Depois vieram os escravos com suas religiosidades africanas. Tudo isso criou um catolicismo popular em que o benzimento está presente”, explica.

Para ele, o risco de extinção dos benzedores populares pode ser explicado por fatores como a urbanização, a racionalização da religiosidade e o acesso maior à Medicina.

Convivência

A convivência da Igreja Católica com essa tradição costuma ser amistosa. “A rigor, a Igreja não condena os benzimentos. De certa forma até incentiva, como uma forma de oração de uma pessoa para outra”, analisa o vaticanista Filipe Domingues, doutor pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. “O que a Igreja não reconhece é a validade sacramental dessas bênçãos.” As “bênçãos de leigos” não significam que a pessoa esteja abençoando, mas sim “pedindo a bênção de Deus”.

O sociólogo e biólogo Francisco Borba Neto, do Núcleo Fé e Cultura da PUC de São Paulo, ressalta que o gesto da bênção “é uma prática comum no catolicismo”. O problema “é a pretensão de uma ação ‘mágica’ da bênção”. E, diferentemente de ritos afros e indígenas, a Igreja não admite o entorpecimento dos sentidos por parte de quem abençoa – com bebidas alcoólicas ou alucinógenos.

Para a benzedeira Jacqueline Naylah, seus gestos são ecumênicos. “Sou de todas as religiões e ao mesmo tempo de nenhuma delas”, define. “Esta é uma visão muito presente na cultura do benzimento: a maior parte das benzedeiras antigas tinha um altarzinho com Menino Jesus, Oxum, Buda, Jesus Cristo… Lá em cima todos se entendem.”

Estadão

 

Opinião dos leitores

  1. Preguiça, ignorância, idolatria.
    São rituais holísticos onde são invocadas diversas entidades.
    Basta orar ao Senhor, simples assim…
    A menos que vc não acredite Nele.

  2. Isso é legal!!!
    Sou desse tempo.
    No meu querido interior, tinha essas figuras, benziam com o que chamavam ramo de arruda, hoje não exister mais, faleceram todos.

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Polícia

Influencer morre baleada após encenar sequestro nas redes sociais

 (Foto: Reprodução Instagram)

A influencer Areline Martínez, de 21 anos, morreu baleada, no último fim de semana, no bairro de Rigoberto Quiroz, na cidade de Chihuahua, no México.

De acordo com o jornal local Proceso, a jovem brincava com os amigos de encenar um sequestro para postar no TikTok quando foi morta a tiros, em uma fazenda.

A polícia trabalha com a hipótese de que os disparos tenham sido acidentais. Ainda de acordo com a publicação, Areline estava na companhia de dez amigos, que a ajudavam a encenar o rapto.

No vídeo, ela aparece com os olhos vendados e com as mãos e tornozelos amarrados, ao lado de um rapaz que também finge ser sequestrado. Os dois aparecem sentados no sofá com armas apontadas para suas cabeças.

Vídeo do falso sequestro (Foto: Reprodução )

“Uma das hipóteses é que eles [os amigos da influencer] estavam mexendo em uma arma pensando que não estava carregada e atiraram na mulher”, afirmou César Augusto Peniche Espejel, procurador-geral do estado de Chihuahua. “Se alguém tem uma responsabilidade criminal, eles terão que responder. Há vários fatos a investigar: a infeliz morte da jovem e a origem daquela arma e como ela chegou a suas mãos”, completou.

Areline era mãe de uma menininha de um ano de idade. Após os disparos, os amigos fugiram da fazenda. O corpo da jovem foi encontrado pelo caseiro da fazenda na segunda-feira (05).

Globo, via Glamour

Opinião dos leitores

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