Ao final da sessão ordinária dessa quinta-feira (30), os vereadores aprovaram uma moção de apoio à demolição do Hotel Reis Magos, na Praia do Meio. A proposta foi do vereador Felipe Alves (MDB). Ele defendeu a medida e disse que o posicionamento favorável do Poder Legislativo da capital é mais uma forma de sensibilizar a governadora Fátima Bezerra a seguir o posicionamento do Conselho Estadual e não impedir a demolição do que resta do prédio do hotel.
“Laudos comprovaram a inviabilidade de uma restauração do hotel e diversos segmentos da sociedade também são contra o tombamento. Aquela região precisa se desenvolver e se voltar para o progresso e esse movimento passa diretamente pela demolição daquelas ruínas. A região está degradada, o local é abrigo para criminosos que cometem delitos e se escondem no terreno. A situação do local impacta negativamente também na saúde, uma vez que na área foram encontrados focos de doenças como dengue, zyca e chicungunya”, defendeu Felipe.
O prédio do antigo Hotel Reis Magos, na orla da Praia do Meio, zona Leste de Natal, encontra-se abandonado há décadas, mas devido um processo de tombamento que tramita no Instituto do Patrimônio Histórico e Geografico (IPHAN), ainda não foi possível a demolição para que se construa novo empreendimento no local.
Importante informar que o Instituto IAPHACC tem um abaixo assinado, que contém, 22 assinaturas dos parlamentares da casa favoráveis ao tombamento. 18 de parlamentares que estão em seus mandatos e ainda representam a maioria da casa. que tem 29 Edis, lembrar que quando se assina um abaixo assinado, inicia-se ali um compromisso com a causa, e isso é lamentável.
Vereadores que assinaram favoráveis ao Tombamento do Hotel Internacional dos Reis Magos:
Aroldo Alves
Francisco de Assis
Carla Dickson
Chagas Catarino
Cicero Martins
Dinarte Torres
Eleika Bezerra
Erico Jacome
Fernando Lucena
Franklin Capistrano
Klaus Araujo
Kleber Fernandes
Nina Souza
Preto Aquino
Ranieri Barbosa
Robson Carvalho
Dickson Nasser
Lembrar que o Vereador Dinarte Torres, além de assinar o abaixo assinado, fez parte de uma comissão que foi a Recife em defesa do hotel, com o Grupo que esta na luta pela preservação do valoroso edifício exemplar da arquitetura modernista brasileira, e o ex vereador e atual deputado Ubaldo Fernandes era contra o tombamento, depois de ter recebido uma comissão de arquitetos em seu gabinete o vereador Ubaldo assinou o abaixo assinado e ainda realizou uma audiência pública em prol da preservação do edifício, momento em que ele era o presidente da comissão de cultura da câmara.
Importante informar que o laudo apresentado pelo empresário não condena a estrutura do edifício. Reforçar ainda que aquele prédio não é uma ruína e sim um prédio em estado de abandono por omissão do município que não obrigou o empresário a exercer a função social da propriedade. Importante informar ainda que o prefeito Carlos Eduardo anistiou uma divida de 7 milhões em seu primeiro mandato, e segundo ele a contra partida, seria o empresário restaurar o prédio e colocá-lo para funcionar. Apenas a Prefeitura cumpriu a sua parte. Esta informação de desenvolvimento atrelada a questão do hotel não tem nada haver, a verdade é que o poder público abandonou toda aquela área, sendo maior contribuinte com sua degradação. Informar ainda que a decisão do Conselho de Cultura do estado é um ato anulável, pelo fato dela ter sido feita da forma mais desrespeitosa já vista em um tramite processual. 10 conselheiros votarem um processo ser ler uma página um verdadeiro absurdo. Seguir um Conselho que esta na contra mão de suas funções, não é um bom caminho.
Uma médica admitiu ter errado a prescrição que resultou na morte de Benício Xavier de Freitas, 6 anos, após o menino receber uma dose de adrenalina aplicada de forma equivocada em um hospital particular de Manaus (AM). O caso é investigado pela Polícia Civil do Amazonas.
Benício havia sido levado à unidade no último fim de semana com tosse seca e suspeita de laringite. A médica recomendou lavagem nasal, soro e três doses de adrenalina de 3 mg cada, a serem aplicadas por via endovenosa, em intervalos de 30 minutos. A equipe de enfermagem seguiu a prescrição.
Mensagens obtidas pelo Portal Vizinho TV mostram a médica assumindo o erro ao chefe de plantão: “O paciente desmaiou. Pelo amor de Deus. Eu errei a prescrição.”
Ela afirma ainda que havia prescrito inalação com adrenalina, mas a aplicação foi feita na veia: “Prescrevi inalação com adrenalina e acabaram fazendo ‘ev’. O paciente está passando mal, ficou todo amarelo. Pede para alguém da UTI descer. Urgente.”
A mãe da criança acusa o hospital de negligência. “Ela não sabia o que fazer, não saía do telefone. A impressão é que alguém estava orientando pelo telefone, porque ela não sabia como agir”, disse ao Imediato Online.
O pai afirma aguardar esclarecimentos. “Só buscamos a verdade, a justiça. Quem errou, que sofra as consequências.” A Polícia Civil já ouviu familiares e profissionais envolvidos e segue investigando o caso.
Foto: Lula Marques | Marcelo Camargo/Agência Brasil
O deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP) criticou nesta sexta-feira (28) a posição do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), sobre a anistia aos condenados do 8 de Janeiro.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o petista afirmou que Tarcísio defendeu o tema apenas para se aproximar do eleitorado bolsonarista após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A declaração de Zarattini ocorreu depois de Tarcísio pedir, na terça-feira (25), que o Congresso avance na anistia durante evento com prefeitos no Palácio dos Bandeirantes. Segundo o deputado, o gesto ocorreu porque o governador pretende disputar a Presidência em 2026. “Ele sabe que só com o centrão ele não vai a lugar nenhum”, afirmou.
Zarattini também criticou a gestão estadual e disse que Tarcísio deveria apresentar resultados em São Paulo antes de entrar no debate nacional. O governador segue na defesa de sua reeleição em São Paulo e afirma que o campo da centro-direita deverá apresentar um plano conjunto para 2026.
A prisão do ex-presidente aumentou a pressão dentro da direita por um nome competitivo para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes votou para condenar cinco dos sete policiais militares do Distrito Federal réus por omissão no 8 de Janeiro. No voto, o relator do processo defendeu que, caso sejam condenados, os cinco PMs paguem R$ 6 milhões, cada um, de indenização por danos morais coletivos.
Durante o processo, os réus tiveram bens, como imóveis e carros, bloqueados. Moraes votou para absolver Flávio Silvestre e Rafael Pereira. Em relação aos outros réus, o ministro defendeu a condenação a 16 anos de prisão e ao pagamento de R$ 30 milhões de forma solidária por danos morais coletivos, além da perda dos cargos públicos.
O voto de Moraes foi publicado no julgamento da cúpula da PMDF por suposta omissão no 8/1, iniciado nessa sexta-feira (28/11).
São réus nesse processo:
os coronéis Fábio Augusto Vieira, então comandante-geral da PMDF;
Klepter Rosa Gonçalves, então subcomandante-geral da PMDF;
Jorge Eduardo Barreto Naime, ex-chefe do Departamento de Operações;
Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra;
Marcelo Casimiro Vasconcelos;
além do major Flávio Silvestre de Alencar;
e do tenente Rafael Pereira Martins.
Segundo Moraes, “a necessidade de indenização pelos danos advindos da prática dos crimes é indiscutível nos autos”.
O ministro ainda afirmou no voto que “o 8/1 foi facilitado pela “omissão dolosa de autoridades responsáveis pela segurança institucional”, e que os integrantes da cúpula da PMDF teriam “aderido, de forma dolosa e consciente, aos propósitos golpistas dos insurgentes, omitindo-se na adoção de medidas preventivas e operacionais, mesmo detendo posição funcional de garantidores e plenas condições de atuação”.
Seis milhões? Para um PM? Tá fácil, fácil pagar…..com o salário de 1 mês eles pagam isso. Ridículo! Acostumados a viver do dinheiro alheio, esses ministros acreditam que todo mundo tem acesso fácil aos milhões
Esse homem é patético. É tão ridículo que chega a ser engraçado. Dano moral coletivo é o que esse pateta deverá pagar ao brasileiro daqui a pouco tempo. Esperemos!
O motoentregador agredido por um homem em Parnamirim na tarde deste sábado (29) comentou sobre o ocorrido. “Revoltante, a gente sai pra trabalhar e um cara desse chega humilhando, dizendo que tem mais do que eu, que é melhor do que eu porque tem um apartamento”, disse o motoentregador João Vitor que também relatou que o homem ainda quebrou a moto dele.
“Fui fazer uma entrega para uma cliente, cheguei, falei com o porteiro e esse cara veio de dentro do condomínio já me chamando de boiola, querendo saber de quem era a entrega, falando alto, e eu mandei ele calar a boca. Ele parecia muito alterado. Ele deve ter se sentido ofendido, voltou, passou pela porta do condomínio, chegou perto de mim, deu uma cabeçada e começou a me bater. Nessa hora, pra mem defender, bati nele também e corri”, detalhou o motoentregador.
Homem que agrediu motoentregador dá outra versão do ocorrido
O homem que aparece agredindo o motoentregador se chama Micael. Ele deixou o condomínio após o episódio. Em seguida, gravou um vídeo que circula nas redes sociais, afirmando ter sido agredido primeiro pelo motoentregador após ter feito uma ‘piada de mau’ e que ‘apenas se defendeu’. Ele ainda pediu desculpas à família do motoentregador e à própria família, mas enfatisou que o pedido era somente pela piada feita e não pelas agressões físicas. Veja o vídeo abaixo:
A Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher 2025, realizada pelo DataSenado, mostra que 3,7 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar neste ano. O estudo ouviu mais de 21 mil mulheres entre maio e julho e, apesar da leve redução em relação a 2023, o cenário segue alarmante.
Agressões presenciadas por crianças
Um dos dados mais graves é a alta presença de testemunhas durante as agressões. Sete em cada dez vítimas (71%) afirmam que havia outras pessoas por perto — e a maioria eram crianças, muitas delas filhas das próprias vítimas. Mesmo assim, 40% dos casos não receberam qualquer ajuda de quem presenciou.
Reincidência e início precoce
A violência costuma ser recorrente. Cerca de 6 em cada 10 mulheres vivem agressões há menos de seis meses, enquanto 21% relatam sofrer há mais de um ano. Os episódios também começam cedo: 38% foram agredidas pela primeira vez antes dos 19 anos.
Percepção x vivência
A pesquisa detectou um descompasso entre o que as mulheres entendem como violência e o que de fato enfrentam.
“A pesquisa é dividida em dois blocos… a partir dali, começa um bloco das mulheres que viveram de fato a violência”, explicou Maria Teresa Prado, coordenadora do OMV.
Embora 33% das entrevistadas tenham vivenciado ao menos uma das 13 formas de violência listadas, muitas não se reconhecem como vítimas quando perguntadas diretamente. Entre os casos mais graves, 17% ainda convivem com o agressor — índice que sobe para 19% entre mulheres fora da força de trabalho.
Avanço da violência digital
A violência também migra para o ambiente virtual. Uma em cada dez mulheres (10%) declarou ter sofrido agressões digitais, como ofensas recorrentes, invasão de contas ou criação de perfis falsos.
Por que não denunciam
A maioria das vítimas não procura ajuda formal. As principais razões para não denunciar incluem:
preocupação com os filhos (17%),
descrença na punição (14%),
esperança de que a agressão não se repetisse (13%).
As redes informais — amigos, familiares e igrejas — permanecem como os principais pontos de apoio, enquanto a procura por delegacias da mulher ou serviços oficiais, como o Ligue 180, segue baixa.
Percepção sobre o país e a Lei Maria da Penha
A sensação geral é de agravamento: 79% das brasileiras acreditam que a violência contra a mulher aumentou no último ano, e 71% consideram o Brasil um país muito machista. Apesar de a maioria conhecer a Lei Maria da Penha, apenas 19% dizem conhecer bem a legislação — e a confiança na proteção oferecida pela lei caiu em comparação com 2023.
Medidas protetivas
A pesquisa avaliou ainda o uso de medidas protetivas. A maioria das vítimas (62%) não solicitou nenhuma. Entre as que pediram, 17% afirmaram que a medida foi descumprida e 20% disseram que a proteção foi totalmente observada.
O governo Lula intensificou o pagamento de emendas do chamado orçamento secreto para tentar reduzir a resistência à indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF. Desde 20 de novembro, quando o nome foi anunciado, o Planalto liberou R$ 807 milhões, sendo R$ 699 milhões (86,57%) em emendas de bancadas e comissões — modalidades sem autoria individual identificável.
Os principais beneficiados foram as bancadas do Maranhão, base do relator da indicação, senador Weverton Rocha (PDT), que recebeu R$ 119,6 milhões, e do Amapá, estado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), que obteve R$ 65,2 milhões. Juntos, eles concentram 22,9% de todo o valor liberado. Emendas de comissões somaram R$ 213,8 milhões, enquanto apenas R$ 108,4 milhões (13,43%) foram de emendas individuais.
Esta é a radiografia dos R$ 807,4 milhões em emendas pagos desde a indicação de Messias, até o dia 27/11:
R$ 108,4 milhões em emendas individuais
R$ 481,2 milhões em emendas de bancada (RP7), sendo R$ 119,6 milhões para o MA e R$ 65,2 milhões para o AP.
R$ 213,8 milhões em emendas de comissão (RP8)
R$ 3,9 milhões em emendas de relator (RP9).
Messias precisa de 41 votos no Senado, mas enfrenta forte resistência, impulsionada pelo próprio Alcolumbre, que defende a escolha do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga. A votação está marcada para 10 de dezembro, mas Lula ainda não enviou a indicação formal.
Nos bastidores, senadores temem que Lula fortaleça sua influência no STF e avance sobre o controle das emendas parlamentares, que hoje dominam parte significativa do Orçamento federal. A disputa expõe o embate entre Executivo e Legislativo pelo poder sobre as contas públicas.
Que é país de certos vagabundos é esse Brasil, a corrupção a céu aberto, negociando interesses particulares com dinheiro do povo, pra comprar políticos sem caráter. Vergonha vergonha e vergonha dessa situação do Brasil, isso é imoral.
Um motoentregador foi agredido enquanto trabalhava na tarde desde sábado (29). A agressão aconteceu em frente ao Condomínio Ideal Vila Nova, no Parque das Árvores, Parnamirim.
O homem sem camisa partiu pra cima do motoentregador desferindo socos, enquanto o trabalhador tentava se afastar.
Segundo informações do Via Certa Natal, a Polícia Militar esteve no local mas não localizou o agressor. De acordo com moradores, ele reside no condomínio.
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região revogou na sexta-feira, 28, a prisão preventiva do empresário Daniel Vorcaro e de outros quatro investigados pela Polícia Federal no caso envolvendo o Banco Master.
Eles foram detidos diante da revelação de fraudes que somam mais de R$ 12 bilhões. A desembargadora Solange Salgado, do TRF1, no entanto, considerou que os crimes cometidos não representam violência ou grave ameaça e que “não há demonstração de periculosidade acentuada ou de risco atual à ordem pública” que justifiquem a manutenção da prisão preventiva.
Agora, os investigados terão de cumprir uma série restrições:
entrega dos passaportes à Polícia Federal;
uso de tornozeleira eletrônica;
recolhimento domiciliar no período noturno;
proibição de deixar a cidade sem autorização da justiça;
proibição de manter contato entre si e com testemunhas;
proibição de exercer atividades financeiras;
comparecimento periódico em juízo.
Além de Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master, outros quatro diretores da instituição foram soltos por força da decisão: Alberto Felix de Oliveira Neto, superintendente executivo de Tesouraria; Augusto Ferreira Lima, CEO no Master até o início das negociações para a venda do banco, em março deste ano; Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, diretor; e Luiz Antônio Bull, diretor de riscos, compliance, RH, operações e tecnologia.
Na semana passada, a desembargadora Solange Salgado chegou a negar o habeas corpus de Vorcaro. Seus advogados tentaram soltar o empresário no Superior Tribunal de Justiça e até no Supremo Tribunal Federal, sem sucesso.
A defesa dele alegou “risco de morte” na prisão. Na segunda passada, 24, ele foi transferido da Custódia da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo para o Centro de Detenção Provisória 2 de Guarulhos (Grande São Paulo), presídio da rede penal estadual. Nesse mesmo dia, a defesa ingressou com o pedido de reconsideração à desembargadora.
O Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), por meio do Batalhão Rodoviário, registou duas prisões de idosos pela mistura de álcool e direção na noite dessa sexta-feira (28) em dois municípios da Grande Natal. Ambos pilotavam motos.
Em São José de Mipibu, um idoso de 66 foi submetido ao teste de alcoolemia e apontou valor de 0.39mg/l.
Já na cidade de São Gonçalo do Amarante, outro de 63 anos recebeu voz de prisão após o “bafômetro” apontar 1.03mg/l, mais que três vezes o limite legal que configura crime.
Eles foram encaminhados à Central de Flagrantes e autuados com base no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi solto com tornozeleira eletrônica na manhã deste sábado (29). O banqueiro deixou o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Guarulhos (SP) em um carro particular.
Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária informou que a medida é resultado da revogação da prisão preventiva de Vorcaro pelo TRF (Tribunal Regional Federal), nesta sexta-feira (28). A desembargadora Solange Salgado determinou que ele seja colocado em liberdade com monitoramento eletrônico.
Além da tornozeleira, Vorcaro deve se apresentar a justiça periodicamente, não pode ter contato com os demais investigados, não pode sair do município onde mora, não terá o passaporte de volta e está suspenso de exercer atividades de natureza financeira.
O banqueiro foi preso pela Polícia Federal no último dia 17 de novembro, por volta das 22h, no Aeroporto de Internacional de Guarulhos, quando viajaria para Dubai para fechar negócios. Vorcaro foi encaminhado para uma sela na superintendência da PF. A defesa de Vorcaro afirmou que, neste momento, não irá se manifestar.
Deve ter lido umas 100 livrarias pra redução de pena. No Brasil tudo é possível, até morrer várias pessoas em determinados casos, como foi o do Celso Daniel.
Instituto IAPHACC:
Lamentável:
Importante informar que o Instituto IAPHACC tem um abaixo assinado, que contém, 22 assinaturas dos parlamentares da casa favoráveis ao tombamento. 18 de parlamentares que estão em seus mandatos e ainda representam a maioria da casa. que tem 29 Edis, lembrar que quando se assina um abaixo assinado, inicia-se ali um compromisso com a causa, e isso é lamentável.
Vereadores que assinaram favoráveis ao Tombamento do Hotel Internacional dos Reis Magos:
Aroldo Alves
Francisco de Assis
Carla Dickson
Chagas Catarino
Cicero Martins
Dinarte Torres
Eleika Bezerra
Erico Jacome
Fernando Lucena
Franklin Capistrano
Klaus Araujo
Kleber Fernandes
Nina Souza
Preto Aquino
Ranieri Barbosa
Robson Carvalho
Dickson Nasser
Lembrar que o Vereador Dinarte Torres, além de assinar o abaixo assinado, fez parte de uma comissão que foi a Recife em defesa do hotel, com o Grupo que esta na luta pela preservação do valoroso edifício exemplar da arquitetura modernista brasileira, e o ex vereador e atual deputado Ubaldo Fernandes era contra o tombamento, depois de ter recebido uma comissão de arquitetos em seu gabinete o vereador Ubaldo assinou o abaixo assinado e ainda realizou uma audiência pública em prol da preservação do edifício, momento em que ele era o presidente da comissão de cultura da câmara.
Importante informar que o laudo apresentado pelo empresário não condena a estrutura do edifício. Reforçar ainda que aquele prédio não é uma ruína e sim um prédio em estado de abandono por omissão do município que não obrigou o empresário a exercer a função social da propriedade. Importante informar ainda que o prefeito Carlos Eduardo anistiou uma divida de 7 milhões em seu primeiro mandato, e segundo ele a contra partida, seria o empresário restaurar o prédio e colocá-lo para funcionar. Apenas a Prefeitura cumpriu a sua parte. Esta informação de desenvolvimento atrelada a questão do hotel não tem nada haver, a verdade é que o poder público abandonou toda aquela área, sendo maior contribuinte com sua degradação. Informar ainda que a decisão do Conselho de Cultura do estado é um ato anulável, pelo fato dela ter sido feita da forma mais desrespeitosa já vista em um tramite processual. 10 conselheiros votarem um processo ser ler uma página um verdadeiro absurdo. Seguir um Conselho que esta na contra mão de suas funções, não é um bom caminho.
Rapaz, é só petralha que ainda quer o tombamento daquilo? Perda Total!
Finalmente uma coisa boa que os Vereadores fizeram.