A Polícia Federal (PF) concluiu nessa quarta-feira (14) o inquérito policial da Operação Monte Carlo, deflagrada há três semanas que resultou na prisão de 20 pessoas ligadas à quadrilha que explorava máquinas caça-níqueis e pagava propina para agentes públicos de segurança.
Sete pessoas, incluindo o chefe do grupo criminoso, o empresário Carlinhos Cachoeira, foram transferidas para penitenciária de Mossoró.
Segundo a PF, os 81 indiciados na operação responderão pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, evasão de divisas, peculato, contrabando, formação de quadrilha e violação de sigilo profissional, além da contravenção penal de exploração de jogo de azar.
Cachoeira é acusado de comandar o jogo do bicho na Região Centro-Oeste, em especial no estado de Goiás.
As investigações, iniciadas há 15 meses, apontam que o líder da quadrilha concedia a donos de galpões clandestinos, localizados em cidades goianas, uma espécie de “licença” de exploração dos pontos onde as máquinas eram instaladas.
Entre os servidores públicos envolvidos, constam também dois policiais federais, um policial rodoviário federal e um servidor da Justiça Estadual goiana. Todos recebiam propina mensal ou semanal para favorecer a organização.
Com informações da Agência Brasil

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