Casais permanecem unidos até que a morte os separe – ou até a hora de escolher o piso da cozinha. Decorar a casa recém-comprada ou alugada pode render mais discussões do que parece.
É o que indica uma pesquisa feita pela loja de móveis online Article, que realizou, em parceria com a empresa de pesquisas de marketing One Poll, uma enquete com 2 mil adultos americanos para entender os hábitos de consumo – e a frequência das brigas. Veja os resultados no vídeo desta semana.
O governo Donald Trump, por meio de uma carta enviada aos congressistas norte-americanos, afirmou apoiar a realização de eleições “livres e justas” no Brasil, mas voltou a defender medidas adotadas contra autoridades e organizações criminosas brasileiras. Em resposta a parlamentares norte-americanos que acusaram Washington de interferência eleitoral, o Departamento de Estado justificou as sanções aplicadas ao ministro Alexandre de Moraes e defendeu a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas.
Sobre Moraes, o órgão citou supostas violações de direitos humanos e restrições à liberdade de expressão. O Departamento de Estado acusou o ministro de autorizar prisões preventivas injustificadas e de determinar medidas contra críticos políticos.
Washington também reafirmou que o PCC e o Comando Vermelho representam ameaças à segurança regional e aos Estados Unidos.
A manifestação respondeu a uma carta assinada por 31 deputados dos EUA, que pediram ao governo Trump respeito ao processo eleitoral brasileiro e acusaram a Casa Branca de pressionar instituições do país por meio de medidas econômicas, políticas e diplomáticas.
A Meta, responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp, negou nesta sexta-feira (16) ter favorecido qualquer candidato na disputa presidencial. Em nota, a empresa afirmou falhas técnicas recentes afetaram as campanhas dos dois candidatos.
A manifestação ocorreu após a campanha de Lula acionar a empresa, alegando falhas recorrentes na entrega de publicações. Segundo a Meta, a conta de anúncios do petista ficou desativada por pouco mais de uma hora, em 23 de setembro, após um anúncio ser classificado incorretamente como possível tentativa de fraude envolvendo um programa social. A empresa afirmou que as páginas oficiais de Lula no Facebook e no Instagram não foram bloqueadas.
A companhia também reconheceu falhas técnicas nas contagens de visualizações de Reels, em 7 de outubro, e no Gerenciador de Anúncios, dois dias depois. Segundo a Meta, o primeiro problema atingiu criadores em mais de 100 países e também foi relatado pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL).
Sobre a inteligência artificial da empresa, a Meta afirmou ter identificado lacunas nos mecanismos que impediam a ferramenta de gerar conteúdos eleitorais envolvendo candidatos. De acordo com a nota, o sistema nem sempre reconhecia referências a um candidato quando o primeiro nome era combinado com o número eleitoral.
Pesquisa Gerp divulgada nesta sexta-feira (16) aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 50% das intenções de voto no segundo turno da disputa presidencial, contra 45% do presidente Lula (PT). A diferença é de cinco pontos percentuais.
Segundo o levantamento, 3% dos entrevistados não souberam responder e 2% disseram que não votariam em nenhum dos dois candidatos.
A pesquisa ouviu 2.400 pessoas entre os dias 14 e 16 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05187/2026.
Diálogos encontrados pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, indicam que ele autorizou cerca de R$ 51,9 milhões em pagamentos ao Metrópoles entre 2024 e 2025 e tratou os negócios com o portal como prioridade. As conversas foram reveladas pelo Estadão.
As mensagens também apontam que Vorcaro participava diretamente das negociações com a CEO do grupo, Lilian Tahan, e que reportagens do site sobre um diretor do Banco Central eram discutidas com o banqueiro. Segundo a publicação, o portal teria recebido orientações sobre pautas e submetido conteúdos ao crivo de Vorcaro.
Em dezembro de 2024, quando a então superintendente de comunicação do Master, Ana Lúcia Matos, sugeriu renegociar um contrato de R$ 20 milhões por considerar o valor elevado, Vorcaro rejeitou a proposta. “Não! Coisa mais importante nossa vida é esse Metrópoles”, escreveu.
Entre os negócios citados nas conversas estão um contrato de R$ 6 milhões relacionado à transmissão de jogos da Série D do Campeonato Brasileiro e outro projeto de R$ 25 milhões. Também aparecem pagamentos vinculados a iniciativas de educação financeira.
Um relatório do Coaf, divulgado anteriormente pelo Estadão, identificou R$ 27,2 milhões em repasses diretos do Banco Master ao Metrópoles, apontando transferências subsequentes para empresas ligadas à família do proprietário do portal, Luiz Estevão.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) publicou nesta sexta-feira (16) um vídeo ironizando declarações do presidente Lula (PT) sobre as apostas esportivas, as chamadas Bets, e a redução da maioridade penal. Na gravação, o parlamentar debocha do que apresenta como contradições entre promessas e posicionamentos do petista.
Ao abordar as Bets, Nikolas imita Lula e ironiza: “Mas eu vou acabar com as Bets, hein! Já acabei, inclusive. Por que que eu não fiz antes? Porque eu esqueci! Eu esqueci!”.
O vídeo também mira o posicionamento de Lula sobre a maioridade penal, tema em debate no Congresso durante a tramitação da PEC da Segurança Pública. O presidente declarou ser favorável à redução de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos, mas defendeu que a discussão ocorra somente após a votação da proposta.
“Eu sou favorável a reduzir para 16, mas não discutindo nessa PEC, porque essa PEC não é para discutir isso. Primeiro, você discute a PEC, aprova a PEC e aí pode discutir a maioridade penal ou não”, declarou Lula.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que o governo do presidente Lula (PT) apresente dados detalhados sobre despesas com publicidade entre 2023 e 2025 e no primeiro semestre de 2026.
A decisão unânime atende a uma ação apresentada pelo Partido Liberal (PL), que questiona os gastos em ano eleitoral. O PL acionou a Justiça Eleitoral para verificar se as despesas com publicidade institucional no primeiro semestre de 2026 ultrapassaram a média do mesmo período dos três anos anteriores, limite previsto na Lei das Eleições.
A determinação obriga a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) e o órgão responsável pela administração orçamentária do Executivo federal a fornecer os registros em formato digital aberto, pesquisável e auditável.
As informações devem incluir valores, datas, contratos, processos administrativos, cancelamentos e detalhes das campanhas publicitárias, permitindo rastrear os recursos utilizados.
Relator do caso, o ministro André Mendonça afirmou que o acesso aos dados é necessário para permitir a fiscalização e verificar o cumprimento da legislação eleitoral. A decisão não conclui que houve irregularidade nos gastos do governo.
O senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) ironizou a mudança de posicionamento de integrantes do PT sobre a redução da maioridade penal. Em transmissão ao vivo na quinta-feira (15), ele afirmou que o Brasil deveria ter eleições semanais para que políticos mudassem de opinião.
“Vocês não sabem, a bancada do PT estava ensaiando apresentar uma emenda também a favor da redução da maioridade penal. Olha! Rapaz, tinha que ter eleição toda semana, cara. O pessoal se converte, vai para a igreja, é uma maravilha”, declarou Flávio.
A reação ocorreu após o senador Camilo Santana (PT-CE) apresentar uma emenda à PEC da Segurança Pública para reduzir de 18 para 16 anos a maioridade penal em casos de crimes hediondos. A proposta foi apresentada em meio à articulação da oposição, liderada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), que defende a redução para 16 anos como regra geral e para 14 anos em determinados crimes.
A atriz Deborah Secco repudiou comentários de teor sexual feitos sobre ela pelo banqueiro Daniel Vorcaro e pelo ex-executivo da Globo Fred Kachar em conversas obtidas pela Polícia Federal (PF). Em nota enviada à coluna de Lucas Pasin, do Metrópoles, a assessoria classificou as mensagens como “machistas, desrespeitosas e irresponsáveis”.
As conversas ocorreram após o Baile da Vogue de 2024, no Rio de Janeiro. Em uma delas, Kachar afirmou que Deborah “estava pra jogo”. Vorcaro respondeu que ela estava “muito feia”, enquanto o ex-executivo declarou que só olhava para o corpo da atriz.
A assessoria esclareceu que Deborah nunca conheceu Vorcaro e que sua relação com Kachar sempre foi estritamente profissional, sem vínculo pessoal. Também negou que a atriz e Sabrina Sato, igualmente citada nas mensagens, estivessem em uma festa com os dois. Segundo a equipe, elas trabalhavam no evento.
A nota criticou ainda o uso da imagem da artista para alimentar especulações e afirmou que comentários desrespeitosos sobre mulheres não devem ser tratados com naturalidade.
Na quinta-feira (15), o Grupo Globo anunciou a demissão de Fred Kachar do cargo de diretor-geral de Mídia Impressa e Rádio, após a repercussão das conversas.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta viabilizar a votação da PEC da Segurança Pública no Senado na próxima semana, mas quer deixar a discussão sobre a redução da maioridade penal para uma proposta separada. O tema provocou divergências entre governistas e oposição e levou ao adiamento da votação prevista para quinta-feira (15).
A intenção do governo é aprovar o texto e permitir a criação do Ministério da Segurança Pública antes do segundo turno das eleições. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), retirou a proposta da pauta para ampliar o debate e permitir um acordo sobre as emendas apresentadas.
Lula defendeu, durante sabatina no Jornal Nacional, reduzir de 18 para 16 anos a maioridade penal em casos de crimes hediondos. A declaração marcou uma mudança em relação à posição tradicional do PT, mas o governo quer discutir o assunto separadamente da PEC da Segurança.
A oposição, por sua vez, quer incluir a redução no texto. O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição, apresentou uma emenda que prevê maioridade penal de 16 anos como regra geral e de 14 anos para crimes como homicídio hediondo, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações criminosas.
O governo busca um acordo para votar a PEC sem essas alterações. A proposta amplia a integração entre União, estados e municípios no combate à criminalidade e fortalece a atuação federal na área. A retomada da votação depende das negociações entre os senadores.
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