Casais brigam, em média, 72 vezes ao decorar a casa

Casais permanecem unidos até que a morte os separe – ou até a hora de escolher o piso da cozinha. Decorar a casa recém-comprada ou alugada pode render mais discussões do que parece.

É o que indica uma pesquisa feita pela loja de móveis online Article, que realizou, em parceria com a empresa de pesquisas de marketing One Poll, uma enquete com 2 mil adultos americanos para entender os hábitos de consumo – e a frequência das brigas. Veja os resultados no vídeo desta semana.

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Casais que não se comunicam sexualmente são mais propensos à traição, alerta pesquisa, sobre “procura que não tem em casa”

Pesquisa aponta que a falta de comunicação entre os casais pode levar à busca por relacionamentos extraconjugais; veja os detalhes e entenda. Foto: shutterstock

Você tem o hábito de conversar sobre sexo com o seu parceiro? Falar sobre o que gostam e se atingem ou não o prazer é fundamental para manter uma relação saudável. A comunicação é tão importante que, segundo uma pesquisa recente do site de relacionamentos extraconjugais Ashley Madison, casais que não se comunicam são mais propensos à traição.

A pesquisa indica que apenas 37% dos usuários atingem o orgasmo toda vez que fazem sexo com o parceiro. No entanto, 93% conseguem chegar ao clímax com o amante com certa regularidade. Os números mostram que, quando não se tem prazer dentro de casa, a traição é a solução encontrada.

De acordo com os dados, os parceiros até tentam conversar e indicar que o sexo não vai bem, mas não são bem recebidos. Quando avisam que não estão conseguindo sentir orgasmos , 39% são ignorados. Outros 28% enfrentaram um parceiro magoado e 21% até tiveram um cônjuge mais atento por um tempo, mas depois tudo voltou como era antes.

Apenas 9% dos parceiros tentaram deixar o sexo mais empolgante, 8% ficou mais tento às necessidades e somente 3% encontrou uma melhora no sexo. Isso mostra que não apenas a conversa é importante, mas também estar aberto às sugestões do outro. Assim, a relação fica mais prazerosa para ambos.

“Todo mundo tem suas maneiras próprias de chegar ao clímax e deveriam poder comunicá-las a seus parceiros sexuais”, aponta Isabella Mise, diretora de comunicações da Ashley Madison. “Nossos dados estão dizendo que os cônjuges de nossos membros estão relutantes ou não querem tentar ou até mesmo melhorar suas vidas sexuais, então eles recorrem a casos extraconjugais para que essas necessidades sejam atendidas”, fala.

Sexo melhor na traição?

Alguns fatores deixam no sexo com o amante mais excitante e ajudam a “chegar lá” com mais facilidade. De acordo com a pesquisa, a empolgação e o segredo da traição é a principal razão pela qual as pessoas se excitam, além de encontrarem no outro o que não tem em casa.

Os dados também mostram o que dificulta chegar ao orgasmo e contribui para a traição. Para a maioria, a comodidade e a falta de entusiasmo é o principal fator. De acordo com a terapeuta sexual Tammy Nelson, alguns casais podem enfrentar a ‘fadiga do casamento’, o que leva à busca por amante.

“Fazer sexo da mesma maneira antiga significa sempre ficas nas mesmas posições, porque você sabe o que fazer e quando fazê-lo. É bom, mas pode ser previsível. Para algumas pessoas que traem, a luta para encontrar maneiras novas e diferentes de fazer sexo pode ser empolgante”, explica.

A dica para driblar essa situação é conversar, estar aberto a sugestões e buscar formas de sair da rotina, seja com brinquedos sexuais, novas posições ou até ambientes diferentes para fazer sexo.

IG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Hulkenberg disse:

    Tá na bíblia, quem falou recentemente no assunto, foi ninguém mais, ninguém menos que Patrícia Abravanel.
    Por tanto mulherada, não neguem fogo aos maridos, se não o caba procura fora, pula a cerca.

Casais serão convidados a fazer sexo em programa da TV

 07_56_03_419_fileUm canal da TV britânica vai convidar casais para participar de um programa em que farão sexo dentro de uma caixa e serão entrevistados logo depois.

Os casais serão entrevistados pela apresentadora Mariella Frostrup e um painel de especialistas logo após emergirem da caixa à prova de som que será colocada no meio do estúdio.

O canal, Channel 4, afirma que não serão transmitidas imagens de nudez ou do ato sexual no programa Sex Box (A Caixa do Sexo, em tradução livre), que sera pré-gravado.

O programa faz parte de uma temporada do canal da TV aberta que visa abordar o tema “sexo de verdade”.

A temporada vai incluir ainda um documentário sobre os efeitos da pornografia sobre os adolescentes britânicos.

O editor do Channel 4 David Glover diz que o programa partiu de uma ideia “travessa e divertida” que permite que o sexo seja algo totalmente privado mas que o diálogo que se segue seja ‘verdadeiro e imediato’.

Conversa franca

Os participantes do programa, a ser transmitido no dia 7 de outubro, são um casal de noivos que se conheceram na infância, um casal na faixa etária dos 20 anos e um casal gay com mais de 30 anos.

“O sexo que vemos na tela, em revistas e online raramente tem relação com as experiências reais das pessoas”, diz Frostrup.

— Estou muito feliz de poder participar desta tentativa de ter uma conversa franca sobre um elemento essencial de nossas vidas.

O editor de programas factuais do Channel 4, Ralph Lee, diz que os novos programas são uma resposta ‘à explosão da pornografia’.

— A Sex Box pretende lançar uma conversa aberta entre adultos sobre sexo.

A nova temporada de programas sobre ‘sexo de verdade’ começam no dia 30 de setembro.

BBC Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Franklin disse:

    Esses ingleses estão anos luz atrás dos brasileiros. Aqui usando só uma caneta fazem isso
    "im nós" todos os dias. Sem direito a caixa térmica…

  2. Cláudia Souto disse:

    Nesses dias, Luciana Gimenez ou a turma do Pânico na TV vai fazer algo semelhante, no Brasil. Aff… Aguento não, essas merdas! 🙁

Brasileiro nunca se divorciou tanto

Estadão

Nunca o brasileiro se divorciou tanto. Em 2010, foram registrados nos cartórios 243.224 divórcios, entre processos judiciais e escrituras públicas. Isso significa que 1,8 em cada mil brasileiros com 20 anos ou mais se divorciou legalmente no ano passado. Os dados fazem parte das Estatísticas do Registro Civil 2010, divulgadas nesta quarta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O aumento se deve principalmente à mudança na legislação que acabou com o instituto da separação e os consequentes prazos legais. Desde julho de 2010, é possível divorciar-se a qualquer tempo, seja o divórcio de natureza consensual ou litigiosa. Em contrapartida, o número de separações é o mais baixo – 0,5 por mil habitantes.

A série histórica demonstra que mudanças na legislação impulsionam o divórcio. Em 1989, a taxa dobrou para 0,8 por mil em relação ao ano anterior, quando prazos mínimos para iniciar os processos foram reduzidos. A partir de 2007, separações e divórcios puderam ser requeridos administrativamente. As taxas em 2007 e 2008 ficaram em 1,4 por mil e 1,5 por mil respectivamente.

Rondônia e o Distrito Federal registraram as maiores taxas de divórcio no ano passado – 3,5 por mil e 3,3 por mil, respectivamente. Em todo o país, 71% das separações foram consensuais. Entre as não consensuais, a iniciativa foi da mulher em 70,5%. Já entre os divórcios, 75,2% das dissoluções foram resolvidas sem recursos. Entre os não consensuais, há maior equilíbrio – em 52,2% dos casos a mulher pediu o divórcio. Entre aqueles que se divorciaram no ano passado, em 22% dos casos o casamento havia durado no máximo 5 anos. Em 40,3% os casais não tinham filhos. A idade média ao divorciar foi de 43 anos. Em 2000, essa idade era de 41 anos.

Guarda compartilhada. As Estatísticas do Registro Civil 2010 mostram o aumento do compartilhamento da guarda dos filhos. A proporção de divórcios em que a guarda foi dividida entre os dois passou de 2,7% em 2000 para 5,5% em 2010 (8.702 filhos menores). Em Salvador, 46,54% dos filhos menores de casais que se divorciaram em 2010 (1.196 pessoas) ficaram sob responsabilidade de ambos os cônjuges, a maior proporção entre as capitais. Apesar de ter o maior número absoluto (434 pessoas), São Paulo ficou em 16º lugar no ranking das capitais (6,06%).

As mulheres ainda são as principais responsáveis pelos filhos – em 87,3% dos divórcios a guarda coube às mães. Apenas em 5,6% dos casos a guarda ficou com o pai.