Saúde

Cientistas publicam segunda carta em defesa da hidroxicloroquina nas fases iniciais da Covid-19 :“ciência está politizada”

Cloroquina e hidroxicloroquina seguem sendo pesquisadas como possíveis tratamentos para a Covid-19.| Foto: Divulgação/Voz da América (EUA)

Um grupo de 25 cientistas que defende o uso da hidroxicloroquina nas fases iniciais da Covid-19 escreveu uma segunda carta em defesa do uso da substância contra o que eles chamam de “pseudocientistas”, pesquisadores que estariam deturpando a ciência por motivos pessoais e políticos – no caso, para atingir o governo federal. No documento, eles lembram que não existem pesquisas definitivas sobre nenhum medicamento que está sendo usado contra a doença; que não há provas de que hidroxicloroquina funciona, mas que ela tem se mostrado em todo o mundo tão ou mais eficaz do que outros remédios, e que os efeitos colaterais são mínimos se usada na dose correta. A carta foi escrita por Marcos Eberlin, doutor em Química e professor da Universidade Mackenzie, com 25 mil citações em pesquisas. Os outros signatários da carta são citados 44 mil vezes em artigos científicos.

“Nessa pandemia, o termo “ciência” tem sido utilizado ‘ad nauseam’. Repetem a exaustão: ‘Ciência, ciência, ciência’, eu sou ‘pró-ciência’, e ‘por ela, nela e para ela’ me guio e atuo. ‘Eu, portanto, estou certo, coberto de razão’. É nítida aqui a intenção de conduzir-nos todos à ideia de decisões alicerçadas em algo inquestionável e infalível, tão científico com uma lei, como a lei da gravidade”.

Depois de citar que países como EUA, Espanha, França, Itália, Índia, Israel, Rússia e Senegal estão usando a hidroxicloroquina no combate à Covid-19, em conjunto com outras substâncias, estudando livremente qual seria a melhor solução para tratar da doença, os cientistas citam docentes e pesquisadores que, ao criticar o uso da hidroxicloroquina, estariam usando “a ciência para defender sua opinião, seu bolso, ou sua paixão”.

“Indignado, ouço todos os dias prefeitos e governadores afirmando, a plenos pulmões, que ‘seguem a ciência’. Presidentes de conselhos e alguns de seus conselheiros, e de academias, e reitores em seus gabinetes escrevem cartas em nome de toda a sua comunidade, como se fosse uma posição de todos, consensual. Nada mais falso. Seguem a ciência? Seguem nada! Seguem a ala da ciência que gostam, e os cientistas que do seu lado eles escolheram colocar. Desprezam a outra ala da ciência, pois há também centenas de cientistas e artigos que se opõe às suas posições e medidas”.

Na carta, eles fazem uma crítica dura a um estudo de Manaus, publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA).

“Nesse estudo, cientistas usaram, o manuscrito revela, doses letais em pacientes debilitados, muitos em estados grave e com comorbidades. O perfil do grupo parece não ter sido ‘randomizado’, pois nota-se uma nítida ‘preferência’ no grupo da ALTA DOSE por fatores de risco. Usou-se cloroquina, mais tóxica, e parece que cometeram ‘erros infantis’ até em cálculos simples de estequiometria, dobrando com o erro a dosagem. Não sei julgar intenções, a justiça julgará. O ex-ministro Mandetta citava esse estudo, o apoiou, e com base nele declarava categoricamente: ‘Não aprovo a cloroquina pois me baseio em ciência, ciência, ciência!'”.

No final, os cientistas reiteram que não há estudos definitivos sobre o uso da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19, mas, como no caso de outros remédios, reforçam que experiências bem-sucedidas que devem ser levadas em conta. Citando ainda, que nas doses usadas há 40 anos pelos usuários desse medicamento, os efeitos colaterais são mínimos.

“Se há então dúvida, pela ‘ciência’, e uma possibilidade plausível é a cura, com a HCQ, e se a droga é barata, quase de graça, disponível e distribuída por vários laboratórios no Brasil (Cristália, Apsen, EMS, Forças Armadas, Sanofi-Aventis), e se ela apresenta efeitos colaterais mínimos em dosagem agudas de só 5 dias (muitos tomam a droga diariamente por anos), como todo o fármaco (vide a aspirina e o paracetamol), e se o réu corre ou pode correr maior risco de vida, se não medicado, então PRÓ-VIDA!”.

Leia a carta na íntegra:

Ao Brasil,

A “ciência” da Pandemia

Nessa pandemia, o termo “ciência” tem sido utilizado “ad nauseam”. Repetem a exaustão: “Ciência, ciência, ciência”, eu sou “pró-ciência”, e “por ela, nela e para ela” me guio e atuo. “Eu, portanto, estou certo, coberto de razão”. É nítida aqui a intenção de conduzir-nos todos à ideia de decisões alicerçadas em algo inquestionável e infalível, tão científico com uma lei, como a lei da gravidade.

Grupos de “experts da ciência” ou famosos cientistas do YouTube, muito deles “mirins”, alguns com mínima ou nenhuma experiência em combates de pandemias, são selecionados pelo establishment e pela mídia para dar um “verniz científico” para o isolamento social e a condenação da hidroxicloroquina (HCQ) como uma droga ineficaz; pior, mortal.

Simulações desastrosas apocalípticas do “Imperial College” – esse nome pomposo que nos remete à ideia de um centro de excelência e saber infalível, onipotente e inquestionável, um “Colégio Imperial” – são usadas para colocar todo mundo em casa, e para então comparar dados como sendo a referência absoluta da verdade. “Algo fizemos e por isso, esse tanto de óbitos reduzimos. Salve a “ciência”!

Mas que “ciência” seria essa para qual apelam? E quem, em nome dessa “ciência”, estaria autorizado a falar? Ciência (sei que há controvérsias, pois cientistas divergem até sobre o seu significado) é “a busca desapaixonada pela verdade sobre o Universo e a vida”. Mas por ironia, buscamos verdades que nem sequer sabemos como essas verdades seriam, ou onde estariam. Por isso, às vezes, por ironia, mesmo quando cientistas acham uma verdade de fato verdadeira, duvidam até de tê-la achado. Ziguezagamos literalmente no escuro em busca de soluções para os nossos problemas. Por isso, falamos às vezes que: “comer ovos é ruim, aumenta o colesterol; às vezes que é bom, coma à vontade”.

Richard Feymann assim a classificou: “A ciência é a cultura da dúvida”. E eu acrescento, “ciência é a cultura do embate, da divergência de opiniões”.

Raras são as situações em que alcançamos consenso em ciência, mesmo que provisório. Uns defendem o “Big Bang” e a evolução, outros os questionam, entre eles, eu. Uns com dados defendem o papel central do homem no aquecimento global, outros afirmam com os mesmos dados que é irrelevante. Cientistas são seres, portanto, céticos e questionadores que podem e devem sim falar por si, como cientistas que são, mas NUNCA UM CIENTISTA OU UM GRUPO DELES PODE SE DECLARAR AUTORIZADO A FALAR EM “NOME DA CIÊNCIA!”

Ninguém, absolutamente ninguém está autorizado a falar pela ciência ou declarar que por ela é “guiado”! Em tempos de pandemia, essa impossibilidade é maior ainda, pois enfrentamos um inimigo ainda pouco conhecido. Dados ainda estão sendo coletados, e as pesquisas são feitas por cientistas divididos por suas cosmovisões e preferências políticas e partidárias.

Quem disse que agiu em nome da ciência, desonestamente usurpou o prestígio dela. Pois que tipo de “ciência” foi essa, unânime e consensual, que dela ninguém nunca ouviu falar? Poderiam me passar seu endereço para com ela seu consentimento eu confirmar? Telefone, e-mail, WhatsApp?

Quanto à hidroxicloroquina (HCQ), o embate científico inevitável entre teses fica nítido quando cientistas renomados por todo o mundo e no Brasil, como o virologista Paolo Zanotto (com 7,4 mil citações científicas) e os médicos Didier Raoult (com 148 mil citações), Philip M. Carlucci e Vladimir Zelenko, defendem seu uso baseados em estudos e artigos, enquanto outros, também renomados e baseados nos mesmos e em outros estudos e artigos, a condenam. Inúmeros países como EUA, Espanha, França, Itália, Índia, Israel, Rússia e Senegal usam o fármaco no combate à covid-19, enquanto outros eximem-se em utilizá-lo como uma das estratégias para contenção da pandemia, apostando em táticas também controversas.

Quem fala então aqui em nome da “ciência”? Qual grupo tem o monopólio da razão e a autorização exclusiva de ser da “ciência” seu porta-voz? Cadê a autorização?

Escolha uma opinião, e baseie nela sua estratégia, tudo bem, mas não cometa o sacrilégio de proteger sua decisão e correr o risco de manchar com ela o “manto sagrado da ciência”.

Indignado, ouço todos os dias prefeitos e governadores afirmando, a plenos pulmões, que “seguem a ciência”. Presidentes de conselhos e alguns de seus conselheiros, e de academias, e reitores em seus gabinetes escrevem cartas em nome de toda a sua comunidade, como se fosse uma posição de todos, consensual. Nada mais falso.

Seguem a ciência? Seguem nada! Seguem a ala da ciência que gostam, e os cientistas que do seu lado eles escolheram colocar. Desprezam a outra ala da ciência, pois há também centenas de cientistas e artigos que se opõe às suas posições e medidas.

Pior, cientistas não são anjos. Cientista é gente, e gente tem gostos e desgostos, paixões e opiniões político-partidárias. Ou não teriam? Há muitos cientistas, portanto, que fazem o bem sem olhar para quem, conheço e admiro muitos. Mas há pseudocientistas que usam a ciência para defender sua opinião, seu bolso, ou sua paixão. Cientistas trabalharam e ainda trabalham com afinco e desprendimento para contribuir para o bem da humanidade, muitos dos quais estão hoje em laboratórios, arriscando suas vidas para desenvolver novos métodos de detecção do coronavírus, drogas e vacinas, quando poderiam ficar em casa. Mas, para ilustrar, conheço cientistas que publicaram artigos, uns até na “Science” ou na “Nature”, com dados fabricados de madrugada, outros que retiraram pontos de suas curvas, e outras estratégias afins. Muitos cientistas estavam ao lado de Hitler, ou não estavam? Agiram eles em nome da “ciência”? Outros desenvolveram bombas atômicas. Outros desenvolvem ainda hoje armas químicas e biológicas e drogas ilícitas, de design.

O trabalho de Manaus com a cloroquina (CQ) publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA) (1) é emblemático nessa discussão de “ciência”. Cientistas lá usaram, o manuscrito revela, doses letais em pacientes debilitados, muitos em estados grave e com comorbidades. O perfil do grupo parece não ter sido “randomizado”, pois nota-se uma nítida “preferência” no grupo da ALTA DOSE por fatores de risco. Usou-se cloroquina, mais tóxica, e parece que cometeram “erros infantis” até em cálculos simples de estequiometria, dobrando com o erro a dosagem. Não sei julgar intenções, a justiça julgará. O ex-ministro Mandetta citava esse estudo, o apoiou, e com base nele declarava categoricamente: “Não aprovo a cloroquina pois me baseio em “ciência, ciência, ciência”!

Outro estudo publicado por pesquisadores chineses no British Medical Journal (BMJ) e que ainda é insistentemente usado contra a HCQ foi também no mínimo revoltante (2). Nele os autores declaram: “administramos 1.200 mg por 3 dias, seguido de 800 mg por 12 a 21 dias, em pacientes com sintomas de moderado a severo”. Ou seja, administraram um “caminhão” da droga que poderia chegar no final ao absurdo de 20 gramas, e deram tarde demais (deve-se administrar a HCQ nos primeiros sintomas ou até antes). E pior, superdosagem de HCQ ou qualquer outra droga para casos severos é venenoso. O que você achou, foi boa ciência? A dosagem recomendada desde ontem (20/05/2020), pelo Ministério da Saúde, para sintomas leves é de 2 vezes 400 mg no primeiro dia (de 12h em 12h) e 400 mg por 5 dias num total de 2,8 gramas.

Em outros estudos publicados, também nessas revistas de renome internacional como The New England Journal of Medicine, JAMA e BMJ (3-5), mais uma vez nota-se claramente “problemas”, pois ou os pacientes foram randomizados de maneira irregular, colocando-se nos grupos pacientes mais graves e hipoxêmicos, ou mais homens (quase 3 vezes mais mortais por covid que mulheres), ou mais negros (nos USA negros apresentam maior mortalidade) e mais fumantes, e onde a maioria das mortes ocorreu nos primeiros dias dos estudos (sinais que foram de pacientes graves, que nessa fase seriam mais “intoxicados” do que “tratados” com a HCQ), ou administraram a HCQ sozinha, quando se sabe que é preciso associá-la pelo menos à azitromicina. Um desses estudos (5) administrou a HCQ apenas no décimo sexto dia de sintomas (para tratamento realmente precoce, deve-se iniciar administração da HCQ até o quinto dia), ou seja, já no fim da doença, quando o remédio pouco ou nada pode fazer.

Esses trabalhos indicam que ou esqueceram como se faz “ciência” ou que há um enorme esforço para provar que a HCQ não funciona, custe o que custar. Como alguém ou até Conselhos e Academias de Medicina podem citar tais trabalhos como a “ciência” de suas decisões? Como?

Na contramão, o estudo publicado e hoje já com mais de 3 mil pacientes testados, e realizado pelo Dr. Didier Raoult na França (6), usando a dosagem correta e na hora certa, com uma baixíssima taxa de mortalidade (0.4%), e a experiência clínica da Prevent Senior no Brasil, também bastante alentadora, são desqualificados com argumentos deveras “fúteis” como: “Didier Raoult é um pesquisador polêmico e indigno de crédito”, “Na Prevent não tinham certeza do diagnóstico” (mas quase nenhum internado com sintomas claros de COVID morreu), “efeito placebo” (que poder sobrenatural da indução de nossa mente que reduz de 40% para zero a mortalidade, eu quero este placebo!), “estudo feito por plano de saúde” (esses eu não duvido que queiram salvar vidas, pois sobretudo são seus clientes, que pagam suas contas), e efemeridades afins.

Posto em meu Facebook, quase que diariamente, trabalhos, estudos e relatos incríveis a favor da HCQ. Muitos comigo se solidarizam, mas alguns são veemente contrários, e me confrontam com argumentos tipo: “como pode um cientista de seu gabarito perder seu prestígio para defender esse presidente?”. Alguns eu conheço pessoalmente, outros pesquiso em seus perfis. Pode existir, eu sei, mas não encontrei sequer um desses amigos até agora que não seja de esquerda, combata o atual presidente do Brasil e, via de regra, não seja favorável ao desastrado #FiqueEmCasa.

Mas a pergunta mais importante creio que seria esta: estamos absolutamente certos pela “ciência” que a HCQ é eficiente e salva vidas? Creio que não. A chance é alta, mas certo nenhum cientista está. Daqui há alguns anos, talvez. Estamos absolutamente certos hoje que a HCQ não salva? Claro que não, ninguém honestamente está. Quero, portanto, deixar a “ciência da dúvida” de lado, pois cientistas divergem, e apelar para outra área: o direito. Inclusive, remeteram a questão até para lá, para que juízes julguem com base na “ciência”. Basta saber quem por ela falará. Mas há, em Direito, um princípio, esse inquestionável e consensual, que deveria ser usado para definir o dilema:

“In dubio pro reo”. Ou seja, na dúvida, favorecimento ou absolvição do réu (no caso a HCQ).

Se há então dúvida, pela “ciência”, e uma possibilidade plausível é a cura, com a HCQ, e se a droga é barata, quase de graça, disponível e distribuída por vários laboratórios no Brasil (Cristália, Apsen, EMS, Forças Armadas, Sanofi-Aventis), e se ela apresenta efeitos colaterais mínimos em dosagem agudas de só 5 dias (muitos tomam a droga diariamente por anos), como todo o fármaco (vide a aspirina e o paracetamol), e se o réu corre ou pode correr maior risco de vida, se não medicado, então PRÓ-VIDA!

QUE TODOS, ABSOLUTAMENTE TODOS OS BRASILEIROS QUE ASSIM DESEJEM, TENHAM O DIREITO DE SER TRATADOS COM A HCQ.

Decisão jurídica justa. E ponto final.

Isso sim é ciência, não a “ciência” que eu gosto ou a que usurpam por aí, mas a “ciência” que temos aqui e agora, baseada nos fatos de hoje, na razão.

Por fim, lembremos todos que diante da uma doença nova e da sua progressão extremamente veloz nos mais debilitados com complicações gravíssimas, e de tantas incertezas no diagnóstico, e por tratarmos não papéis nem exames, mas PESSOAS, faz-se imperativo ao médico decidir no olho a olho com seus pacientes, invocando não a “ciência” de alguns, mas a bússola valorosa da medicina que salva vidas desde os primórdios da medicina: “A CLÍNICA É SOBERANA!”

Prof. Marcos N. Eberlin
Email: [email protected]

Amilcar Baiardi, Universidade Católica de Salvador – UCSAL, 2,5 mil citações

Bento João da Graça Azevedo Abreu, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 77 citações

Carlos Adriano Ferraz, Universidade Federal de Pelotas – UFPel, 8,7 mil citações

Donato Alexandre Gomes Aranda, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 3,6 mil citações

Elvis S. Böes, Instituto Federal de Brasília, 686 citações

Esteban Lopez Moreno, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 302 citações

Heloísa Candia Hollnagel, Universidade Federal de São Paulo

Jaime Henrique Amorim, Universidade Federal do Oeste da Bahia, 407 citações

José Roberto Gomes Rodrigues, Universidade do Estado da Bahia

Kin Shung Hwang, sem afiliação

Laércio Fidelis Dias, Universidade Estadual Paulista 288 – UNESP, 125 citações

Leonardo Vizeu Figueiredo, Universidade Federal Fluminense – UFF, 280 citações

Luciano Dias Azevedo, médico, CRM 104.119 SP

Marcelo Henrique Napimoga, sem afiliação, 3,8 mil citações

Marcelo Hermes Lima, Universidade de Brasília, 6,3 mil citações

Marcos N. Eberlin, Universidade Presbiteriana Mackenzie, 25,2 mil citações

Ney Rômulo de Oliveira Paula, Universidade Federal do Piauí, 150 citações

Pablo Christiano Barboza Lollo, Universidade Federal da Grande Dourados, 1,1 mil citações

Pedro Jorge Zany P. M. Caldeira, Universidade Federal do Triângulo Mineiro, 65 citações

Paulo Roberto Ferreira Louzada Junior, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 3,1 mil citações

Peterson Dayan Machado Goncalves, Instituto de Educação Superior de Brasília

Rafael Jose de Menezes, Universidade Católica de Pernambuco

Rodrigo Caiado de Lamare, PUC-RJ e University of York, 11,5 mil citações

Rosivaldo dos Santos Borges, Universidade Federal do Pará, 761 citações

Rui Seabra Ferreira Junior, Universidade Estadual Paulista – UNESP, 1,3 mil citações

(Os pesquisadores que assinam a carta somam mais de 69 mil citações.)

Referências:

https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2765499
https://www.bmj.com/content/369/bmj.m1849https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2012410
https://jamanetwork.com/journals/jama/fullarticle/2766117
https://www.bmj.com/content/369/bmj.m1844
https://www.bmj.com/content/369/bmj.m1849
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32387409/”

Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. E este manifesto nada mais é que uma "politização" da cloroquina. NÃO HÁ EVIDÊNCIAS DE EFETIVIDADE, E PELO CONTRÁRIO, HÁ EVIDÊNCIAS DE GRANDES GRUPOS DE ESTUDOS INTERNACIONAIS DA INEFICÁCIA.
    Portanto, a cloroquina é uma falácia de grupos ligados ao "BOLSONECRISMO", nada mais, nada menos que um "placebo político".

    1. Ok He-man. Muito simples, não tome e não deixe ninguém da sua família tomar. Faça esse favor pra vc mesmo.
      Que dizer que se vc tiver com dor de barriga ou dor de cabeça, vc nunca se auto medicou na vida?
      Por favor n responda , a sua consciência fará uma esse trabalho pra vc.

    2. Já tem um monte de evidência empírica de que funciona.
      O acúmulo dessas evidências, anotadas com o devido método, é ciência.

  2. Carta de médicos bolsonaristas X estudo gigante da Lancet: huuum, deixa eu ver com quem eu fico…Difícil, né? Talvez precisem arranjar outro meio de agradecer o capitão pela expulsão dos cubanos…

  3. Os "cientistas" que criticam a ciência e as evidências.
    Já tinha visto de nesse mundo mas essa é nova.
    Chego a conclusão q o vírus mais letal q temos hoje é o bolsovirus.

    1. Engano seu! O pior vírus que o brasileiro enfrenta é a esquerdopatia endêmica, virulenta.
      Bajulador de ladrão.

    2. Faça o seguinte, se vc for infectado não autorize o uso da hidroxicloroquina.

      Duvido que faça isso.

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Política

EUA dizem que Ramagem pode ser expulso após visto vencido

Foto: Agência Câmara

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) informou que o ex-deputado federal Alexandre Ramagem pode ser deportado do país por permanecer com visto vencido. A informação consta em documento obtido pelo site Metrópoles, após a prisão dele em Orlando, nesta segunda-feira (13).

De acordo com o DHS, Ramagem entrou nos Estados Unidos em 11 de setembro de 2025 com visto de turista (B-2), com autorização de permanência até 10 de março de 2026. Segundo o órgão, ele continuou no país após o prazo permitido, o que o torna sujeito à remoção conforme a legislação migratória americana.

Ainda segundo as autoridades americanas, ele foi detido pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) e encaminhado a um centro de detenção por questões migratórias. O documento cita que a permanência irregular motivou a medida.

Ramagem teve o mandato de deputado federal cassado pelo Congresso Nacional em dezembro de 2025, conforme registros oficiais. De acordo com investigações da Polícia Federal, ele deixou o Brasil pela fronteira com a Guiana antes de seguir para os Estados Unidos.

O Ministério da Justiça informou que formalizou, em 30 de dezembro de 2025, o pedido de extradição à Embaixada do Brasil em Washington. O caso segue em tramitação junto às autoridades americanas, responsáveis por analisar a situação migratória e eventuais desdobramentos.

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Judiciário

Moraes determina perda de cargo de cinco PMs condenados pelo 8/1

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou nesta segunda-feira (13) a perda do cargo de cinco policiais militares condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. As exonerações foram publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal, conforme informações da CNN .

Foram atingidos pela decisão Fábio Augusto Vieira, Klepter Rosa Gonçalves, Jorge Eduardo Naime Barreto, Paulo José Ferreira de Sousa Bezerra e Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues. Segundo a publicação oficial, todos já haviam sido condenados pela Justiça.

De acordo com o STF, o grupo foi condenado em 2025 a 16 anos de prisão, em regime inicial fechado, além da perda dos cargos públicos. Em março, a Corte já havia determinado a prisão dos cinco policiais.

Segundo a Procuradoria-Geral da República, os militares não teriam atuado para impedir os ataques às sedes dos Três Poderes, mesmo com informações prévias sobre o risco de invasões.

A decisão de execução imediata das penas foi tomada após o trânsito em julgado do processo, ou seja, quando não há mais possibilidade de recursos. Conforme o STF, os policiais devem se apresentar à Corregedoria da PM do Distrito Federal para os procedimentos legais.

Opinião dos leitores

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Geral

Polícia Federal diz que prisão de Ramagem decorreu de cooperação internacional com os EUA

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

A Polícia Federal informou que a prisão do ex-deputado federal Alexandre Ramagem ocorreu a partir de cooperação internacional com autoridades dos Estados Unidos. Ramagem foi preso nesta segunda-feira, em Orlando, na Flórida, por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos EUA (ICE) dos Estados Unidos. No site oficial do ICE consta que ele está sob a custódia do órgão.

“A prisão decorreu de cooperação policial internacional entre a Polícia Federal e autoridades policiais dos EUA. O preso é considerado foragido da Justiça brasileira após condenação pelos crimes de organização criminosa armada, golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado de Direito”, informou a PF em nota.

Ramagem foi condenado no ano passado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos de prisão pelos crimes de organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de estado. A sentença foi aplicada no mesmo processo que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o aliado e influenciador bolsonarista Paulo Figueiredo, que mora nos Estados Unidos, Ramagem foi detido “após uma abordagem policial em Orlando, inicialmente por uma infração leve de trânsito e, na sequência, encaminhado ao ICE — procedimento comum na Flórida”.

“Essa é, neste momento, uma questão meramente imigratória. Porém, o status de Ramagem é LEGAL: ele possui um pedido de asilo pendente, protocolado há tempos e ainda sob análise, o que lhe permite permanecer legalmente nos Estados Unidos até a decisão final do caso — que é demorada, mas tem tudo para ser deferida”, escreveu Figueiredo..

Segundo o influenciador, a sua expectativa é que o ex-deputado seja liberado.

“O trâmite do ICE também é burocrático e depende da formalização no sistema do órgão para que os próximos passos sejam dados nesta direção”.

O Globo

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Geral

Vetos ao PL da Dosimetria podem beneficiar cerca de 150 presos do 8 de janeiro

Foto: Joedson Alves/Agência Brasil

A Associação das Vítimas e Familiares do 8 de Janeiro (Asaf) estima que cerca de 150 presos pelos atos de 8 de janeiro podem ser beneficiados caso o Congresso derrube os vetos ao PL da Dosimetria na próxima semana.

Segundo a entidade, a nova lei pode permitir a progressão para o regime aberto, dependendo da interpretação do Supremo Tribunal Federal (STF) em cada caso.

Dados do STF, atualizados até dezembro, apontam 638 condenados: 279 por crimes graves e 359 por delitos menos graves. Do total, 141 estão em regime fechado — sendo 29 em prisão preventiva, 112 definitiva e 44 em domiciliar.

A Asaf afirma que os números podem ter mudado desde então, com novas prisões e progressões de regime.

A eventual derrubada dos vetos não terá efeito automático. Após a publicação da lei, caberá ao STF analisar individualmente os pedidos de revisão das penas.

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Geral

Banco Central alerta para superendividamento e cita “problema crescente”; relatório mostra quase 130 milhões de pessoas com algum tipo de débito bancário

Foto: REUTERS/Adriano Machado

O Banco Central classificou, nesta segunda-feira (13/4) o superendividamento como “um problema crescente” no país, em meio a concessões de empréstimos pessoais sem garantia e um comprometimento ​de renda cada vez maior das famílias ​com cartões de crédito.

Dados do Relatório de Cidadania Financeira, divulgados nesta segunda-feira (13/4), mostram que o país já soma quase 130 milhões de pessoas com algum tipo de débito bancário, o que evidencia a dimensão do desafio para a economia.

Esse cenário de superendividamento tende a se agravar em momentos de juros elevados, como o atual, dificultando a recuperação financeira das famílias.

“O impacto psicológico das dívidas na vida das pessoas é profundo e abrangente. Estudos mostram que o endividamento excessivo está associado a altos níveis de estresse, ansiedade e depressão. A preocupação constante com as contas a pagar e a sensação de impotência diante das dívidas podem levar a problemas de sono, baixa autoestima e até mesmo a conflitos familiares”, diz o BC.

Na avaliação da autoridade monetária, o quadro reflete um ambiente de crédito mais caro e maior dificuldade das famílias em equilibrar o orçamento. O alto nível de comprometimento da renda com dívidas tem limitado a capacidade de consumo e aumentado o risco de inadimplência, especialmente entre as faixas de menor renda.

O BC também destaca que o problema vai além do volume de endividados e envolve casos mais graves, em que o consumidor já não consegue pagar suas dívidas sem comprometer despesas básicas.

Com informações de Metrópoles

Opinião dos leitores

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Geral

Reservatórios do RN acumulam 42,8% da capacidade total

Foto: Paulo Cezar Filho/Igarn

Os reservatórios do Rio Grande do Norte estão com 42,82% da capacidade total, segundo a Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do RN. O volume atual é de 2,21 bilhões de m³, abaixo dos 58,68% registrados em abril de 2025 e dos 70,31% em 2024.

O maior manancial do estado, a barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, está com 41,69% (989,3 milhões de m³). A barragem de Oiticica tem 44,86%.

Entre os melhores níveis estão o açude Santa Cruz do Apodi (59,01%), Umari (51,87%) e Poço Branco (59,24%).

Alguns reservatórios estão cheios, como os açudes Campo Grande, Encanto, Marcelino Vieira e Tesoura.

Por outro lado, há situação crítica em mananciais como Itans e Passagem das Traíras, que estão secos. Outros níveis baixos incluem Sabugi (5,82%), Dourado (5,33%), Esguicho (7,7%) e Jesus Maria José (1,76%).

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Geral

Alexandre Ramagem é preso pelo Serviço de Imigração dos EUA, diz PF

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O deputado federal cassado Alexandre Ramagem foi preso, nesta segunda-feira (13/4), pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos EUA (ICE) dos Estados Unidos. A informação foi confirmada pelo Metrópoles com a Polícia Federal.

Ramagem está foragido nos Estados Unidos desde setembro de 2025. A fuga ocorreu em meio ao julgamento dele no núcleo 1 da trama golpista, em que o Supremo Tribunal Federal (STF) o condenou a 16 anos de prisão.

Em 30 de dezembro de 2025, o Ministério da Justiça formalizou o pedido de extradição de Alexandre Ramagem (PL-RJ) à Embaixada do Brasil em Washington, nos Estados Unidos. O consulado norte-americano não tem prazo para responder ao pedido brasileiro.

Cassado pelo Congresso Nacional, Alexandre Ramagem foi eleito deputado federal em 2022. Antes disso, dirigiu a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no período entre julho de 2019 e março de 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).

Investigadores da PF descobriram que Ramagem deixou o Brasil pela fronteira com a Guiana, em Bonfim (RR). A investigação apurou que, após chegar a Roraima, ele seguiu de carro e cruzou a fronteira – onde apenas um rio separa os dois países.

A fuga ocorreu no mesmo dia em que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, votou para condená-lo. Com isso, o magistrado decretou a prisão de Ramagem.

Já na Guiana, Ramagem embarcou para Miami (EUA). Há registro da chegada dele em 11 de setembro no país norte-americano. Ele chegou em território norte-americano sozinho, mas passou a viver no país acompanhado da esposa e dos filhos.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. esses politicos do PL do Rio de Janeiro, era para esta tudo na cadeia, so tem bandido, inclusive a familia bolsanaro

  2. Tá aí o cara que contribuiu com a intervenção na polícia federal no governo Bolsonaro. Só que não foi o Bolsonaro, foi o Xandão, a única intervenção na PF no governo Bolsonaro. Xandão interviu para proibir a nomeação do Alexandre Ramagem.

    1. Quem deve gostar de banana é vc… Pois o fuljao é o Lulinha filho do ladrão mor Luladrao

    1. Enquanto isso os Bandidos Mentirosos e Ladrões todos soltos! Viva os PTralhas.

    2. Francisquinho…quando for chorar, mande áudio…🤣🤣🤣

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Geral

EMPARN: Chuvas atingem todas as regiões do RN; Agreste apresentou os maiores volumes

Foto: Hudson Helder

A EMPARN registrou chuvas em praticamente todas as regiões do Rio Grande do Norte ao longo do último fim de semana. A tendência é de continuidade das precipitações nos próximos dias, de acordo com a Unidade Instrumental de Meteorologia do órgão.

Segundo o mapa de previsão disponível no site da EMPARN, o estado deverá permanecer com céu parcialmente nublado e ocorrência de chuvas em todas as regiões pelo menos até o próximo sábado (18). A região do Alto Oeste apresenta previsão de chuvas mais intensas, acompanhadas de trovoadas, especialmente nesta terça-feira (14).

De acordo com a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, na Região Metropolitana de Natal as chuvas ocorreram com poucos impactos. Na capital, foram registrados cerca de 34 mm na Cidade Alta, sem ocorrências. Já em Extremoz, o volume de aproximadamente 57 mm provocou alagamentos pontuais em ruas dos bairros Moinho, Costa das Dunas e Parque das Flores, com resposta rápida do município por meio de bombeamento. Não houve registro de ocorrências graves nem necessidade de acionamento da Defesa Civil para suporte adicional.

Nos municípios de São Gonçalo do Amarante (56 mm), Macaíba (36 mm) e Parnamirim (50 mm em estação local e 71 mm pela EMPARN), também não foram registradas ocorrências. Ceará-Mirim não informou dados no período.

CHUVAS NAS REGIÕES

A região Agreste apresentou os maiores volumes, com acumulados variando entre 80 e 90 milímetros. Na capital, Natal registrou 98,4 mm entre a última sexta-feira (10) e esta segunda-feira (13), dentro do esperado para o período chuvoso.

Entre as 7h do domingo (12) e as 7h da segunda-feira (13), o boletim pluviométrico apontou volumes expressivos em diversas localidades. Na Região Metropolitana, o destaque foi Parnamirim, com 91,7 mm em medição manual e 71 mm em estação automática. Também foram registrados acumulados relevantes em São Gonçalo do Amarante (56,4 mm) e Taipu (51,4 mm).

No Agreste Potiguar, os maiores índices ocorreram em Santo Antônio (46 mm), Bento Fernandes (40 mm) e Sítio Novo (40 mm). Já na região Central, destacaram-se São José do Seridó (90 mm), Caiçara do Norte (69,6 mm) e Jardim de Angicos (61,2 mm).

No Oeste Potiguar, os maiores acumulados foram registrados em Pendências (90,2 mm), São Rafael (82 mm) e Apodi (78,5 mm). Municípios como Upanema e Pau dos Ferros também apresentaram volumes significativos.

CONDIÇÕES FAVORÁVEIS

Segundo o gerente do Núcleo de Meteorologia da EMPARN, Gilmar Bristot, o volume de chuvas está dentro da normalidade para esta época do ano.

“Estamos em um dos meses que mais chove no ano aqui no estado. As chuvas deverão continuar porque a Zona de Convergência, sistema meteorológico responsável pelas precipitações, deve permanecer atuando sobre a região”, destacou.

O meteorologista também explica que as condições oceânicas seguem favoráveis. “O Oceano Atlântico está com temperaturas acima de 29 graus próximo ao litoral, o que intensifica a injeção de umidade no setor leste. Essa umidade é transportada para o interior pelos ventos, favorecendo a formação de instabilidades e chuvas de intensidade moderada a forte, como observado no final de semana”, afirmou.

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Geral

Trump publica e depois apaga imagem com roupa semelhante à de Jesus após críticas ao papa Leão XIV

Foto: DonaldTrump na Truth Social

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou na plataforma Truth Social uma imagem que possivelmente foi gerada por inteligência artificial em que ele se veste de maneira semelhante a Jesus.

A postagem foi feita no domingo (12) e estava disponível até a manhã desta segunda-feira (13). Porém, a publicação ficou indisponível na tarde desta segunda, indicando que pode ter sido excluída.

Na imagem é possível ver também a bandeira dos Estados Unidos, uma águia, que é símbolo do país, e a Estátua da Liberdade. Há também militares, caças e uma enfermeira.

Mais cedo no mesmo dia, o líder americano publicou um texto atacando o papa Leão XIV, o chamando de “fraco no combate e péssimo em política externa”.

“Não quero um papa que ache normal o Irã ter armas nucleares. Não quero um papa que ache terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela, um país que enviava quantidades enormes de drogas para os Estados Unidos e, pior ainda, esvaziava suas prisões, incluindo assassinos, traficantes e homicidas, para o nosso país”, declarou o presidente na Truth Social.

“Leão deveria se comportar como papa, usar o bom senso, parar de ceder à esquerda radical e se concentrar em ser um grande papa, não um político. Isso está prejudicando-o muito e, mais importante, está prejudicando a Igreja Católica!”, acrescentou.

O papa Leão XIV respondeu aos comentários do líder americano nesta segunda-feira (13), afirmando que não teme a administração Trump.

“Não tenho medo nem da administração Trump nem de falar abertamente sobre a mensagem do evangelho”, falou o pontífice aos jornalistas no avião, acrescentando que “essa é a mensagem que o mundo precisa ouvir hoje”.

As declarações foram feitas a bordo do voo papal para Argel, onde o primeiro papa americano inicia uma viagem de 10 dias por quatro países africanos. Leão XIV também afirmou que continuará a se manifestar contra a guerra.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Vá atrás de punir a pedofilia na igreja e pare de falar bosta…Eles imundos vivem levando política p/dentro da igreja…querem definir em quem o povo deve votar p/ajudar seu parceiros de ideologia…

  2. Típica manifestação da direita. Se achar um Deus imortal. O castigo desse vai ser grande igual ao que se achava um Deus aqui no Brasil e hoje está preso.

  3. É o Deus da guerra – aquele que adora somente a destruição e escravização de outros povos!

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