PRESSÃO NO SENADO: Fim da escala 6×1 e pedidos de impeachment contra Moraes ficam nas mãos de Alcolumbre
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tornou-se o eixo central das principais decisões políticas do Congresso Nacional neste momento, acumulando em suas mãos o poder de atender ou frustrar tanto os planos do Palácio do Planalto quanto as demandas da oposição em meio a uma forte agenda de pautas represadas.
Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica cobranças públicas pela votação de propostas de forte apelo popular, como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a escala 6×1, o bloco oposicionista pressiona o comando da Casa por uma resposta institucional à crise envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e o impeachment de Alexandre de Moraes. Contudo, Alcolumbre ocupa uma posição estratégica de controle sobre a pauta do plenário, o ritmo das votações e o trâmite de eventuais pedidos de impeachment contra magistrados.
A principal demanda do governo federal é a aprovação da PEC que reduz a jornada máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas, garantindo dois dias de descanso remunerado sem redução salarial. Embora o texto já tenha passado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e esteja pronto para votação no plenário, Alcolumbre optou por postergar a análise, gerando insatisfação pública em Lula. A pauta faz parte de um pacote de entregas do Executivo que também inclui a PEC da Segurança Pública.
Pautas que estão na mesa de Alcolumbre:
Fim da escala 6×1: Aprovada pela CCJ, a PEC aguarda liberação de espaço na pauta do plenário, sob controle exclusivo da presidência do Senado
PEC da Segurança Pública: A proposta ainda aguarda a conclusão de sua análise técnica no âmbito do Senado antes de avançar;
Pedidos de impeachment contra Moraes: Representações e denúncias continuam acumuladas na Casa, dependendo unicamente de um aval da presidência para iniciar tramitação;
Reação à crise no STF: Parlamentares da oposição articulam alternativas para tentar reduzir o poder individual de Alcolumbre sobre os pedidos de impeachment e pressionam por reformas no regimento interno.
Com informações do Metrópoles
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Flávio Dino aponta racismo e preconceito regional em críticas à sua atuação no STF

Foto: Gustavo Moreno/STF
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino utilizou suas redes sociais nesse domingo (20) para denunciar o que classificou como um “indisfarçável preconceito regional, de matriz racista” presente em algumas críticas direcionadas à sua atuação na Corte. Na publicação, acompanhada de um mapa das regiões Norte e Nordeste, o magistrado, que é natural do Maranhão, apontou a existência de um “ódio à procedência regional”.
Dino destacou trechos de ataques públicos recebidos em veículos de imprensa, citando expressões como “jurista de província”, “pessoa destituída de qualquer qualificação” e “oratória grandiloquente de província”. Embora reconheça que a vida pública exige submissão ao debate, o ministro ressaltou que é seu dever apontar quando manifestações violam as leis, a dignidade e a decência.
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Segundo o magistrado, o tom preconceituoso busca desqualificar seu repertório intelectual e acadêmico, especialmente o uso de referências a pensadores como Aristóteles, Max Weber e Thomas Hobbes em seus votos e decisões. “Mas como? No Maranhão e em Pernambuco se estuda Aristóteles? – perguntarão os preconceituosos. Da minha parte, seguirei citando a Constituição Federal, as leis, Aristóteles, Max Weber, Hobbes, e tudo que eu achar pertinente, inclusive Chico César e Fábio Porchat”, ironizou.
O ministro também enfatizou que não se curvará a avaliações de quem se autoproclama intérprete das “metrópoles” do país ou de nações estrangeiras. “Sou magistrado, e por isso zelo pela independência funcional diante de todos os poderes públicos e privados, pois sem ela não existe Poder Judiciário”, concluiu.
Com informações do Metrópoles
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É HOJE: Flávio Bolsonaro chega ao RN e cumpre agenda com Álvaro em Natal

Foto: Divulgação/Campanha Álvaro Dias
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) chega ao Rio Grande do Norte nesta segunda-feira (21) para uma série de mobilizações em Natal. A agenda reúne Flávio, o candidato a governador Álvaro Dias, o candidato ao Senado Coronel Hélio, o senador Rogério Marinho, além de lideranças e apoiadores da coligação Endireita RN, em uma programação com motocarreata e comício na capital potiguar.
A programação começa com a chegada de Flávio ao Aeroporto Internacional Aluízio Alves, prevista para as 11h22, onde será recebido por lideranças e apoiadores.
Em Natal, a concentração para a Motocarreata Onda 22 começa às 15h22, no Centro de Convenções, com saída prevista para as 16h22. O percurso será encerrado na Praça Cívica, às 19h22, com Flávio Bolsonaro e lideranças da coligação participando do Comício Onda 22.
A passagem pelo Rio Grande do Norte dá continuidade à agenda de Flávio Bolsonaro pelo Nordeste. Nos últimos dias, o candidato cumpriu compromissos de campanha no Ceará, Pernambuco e Bahia, com participação em mobilizações e encontros.
SERVIÇO
Flávio Bolsonaro no RN
Data: segunda-feira, 21/09
11h22 – Recepção no Aeroporto Internacional Aluízio Alves
15h22 – Concentração da Motocarreata Onda 22 – Centro de Convenções
16h22 – Saída da motocarreata
19h22 – Comício Onda 22 – Praça Cívica, Natal
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Agora é que vai mesmo!
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BTG/NEXUS: Nova pesquisa aponta estabilidade e empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro

Fotos: Marcelo Camargo Agência Brasil/ e Andressa Anholete/Agência Senado
A 15ª rodada da pesquisa presidencial BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira (21), aponta um cenário de estabilidade na corrida pelo Palácio do Planalto. O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permanece numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) tanto no primeiro quanto no segundo turno, mas a proximidade dos números configura empate técnico na disputa.
Na simulação de segundo turno, Lula registra 46% das intenções de voto contra 45% de Flávio Bolsonaro. Na rodada anterior, realizada em 14 de setembro, o filho primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pontuava 46%, enquanto o petista aparecia com 47%. Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os concorrentes seguem tecnicamente empatados.

O levantamento também aponta empates técnicos de Lula na segunda etapa da eleição contra outros nomes: o petista empata com o escritor Augusto Cury (Avante), marcando 45% a 43%, e com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), em que ambos aparecem com 45%. Caiado registrou uma alta de quatro pontos percentuais em relação ao levantamento passado. Nos cenários de embate contra Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), Lula lidera isoladamente com 47% contra 41% e 39%, respectivamente.
Cenário de Primeiro Turno

Na disputa de primeiro turno, Lula mantém a liderança, mas registrou uma oscilação negativa de dois pontos percentuais, indo a 40%. Flávio Bolsonaro se mantém estável com 37%. A diferença de três pontos percentuais entre os dois principais candidatos também se mantém dentro da faixa da margem de erro, reforçando o acirramento do pleito.
Completando o panorama da primeira etapa, Augusto Cury permanece na terceira colocação com 6%, seguido por Ronaldo Caiado, que pontua 5%.
A 15ª rodada foi encomendada pelo BTG Pactual e realizada pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, da FSB Holding. Foram ouvidos 2.006 eleitores, por telefone, entre os dias 18 de setembro e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, com intervalo de confiança de 95%.
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[VÍDEO] Repercute nas redes imagens de tiroteio que vitimou irmão da prefeita de Dr. Severiano
[VÍDEO] Repercute nas redes imagens de tiroteio que vitimou irmão da prefeita de Dr. Severiano https://t.co/P0S0eUBFuZ pic.twitter.com/JjFr2skH32
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) September 21, 2026
Vídeo: Reprodução Instagram/Notícias da Serra
Um vídeo que circula nas redes sociais registra o momento de um intenso tiroteio na noite do último domingo (20), no município de Dr. Severiano, na região do Alto Oeste potiguar. O ataque a tiros teve como vítima fatal o irmão da prefeita da cidade, Maria de Fátima (PSD), identificado como Flávio Gonçalves Leite.
O assassinato ocorreu por volta das 18h50 na localidade de Vila Nogueira durante uma movimentação política. De acordo com relatos, Flávio foi abordado por dois homens armados que vestiam fantasias do personagem “Homem-Aranha” para ocultar os rostos. Ao se aproximarem da vítima, os suspeitos atiraram diversas vezes contra ele, causando pânico e correria.
Até o momento, as forças de segurança ainda não divulgaram detalhes aprofundados sobre a motivação da troca de tiros, mas o caso segue sob investigação rigorosa pelas autoridades competentes para apurar as circunstâncias do crime.
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Irmão da prefeita de Doutor Severiano é morto a tiros durante movimentação política na Vila Nogueira
O irmão da prefeita de Doutor Severiano, Maria de Fátima, foi morto a tiros durante uma movimentação política na comunidade de Vila Nogueira, neste domingo (20).
De acordo com relatos de testemunhas uma pessoa fantasiada de Homem-Aranha teria se aproximado de Flávio e efetuados os disparos de arma de fogo.
*Matéria em atualização
Opinião dos leitores
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De qual partido era a movimentação política?
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Bispos rebatem Lula após declaração do presidente sobre regras da Igreja Católica
Uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre as regras da Igreja Católica provocou reação de bispos. Durante encontro com integrantes da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, no Palácio do Planalto, Lula afirmou que a instituição enfrenta dificuldades por manter o celibato e não permitir mulheres como padres e bispos.
“Enquanto a Igreja Católica não acabar com o celibato e permitir que as mulheres possam ser padres, bispas, a gente vai ver a Igreja Católica passar dificuldades. Essa é uma vantagem que a Igreja Evangélica tem. As mulheres são tratadas em igualdade de condições”, afirmou.
O bispo de Piracicaba, dom Devair Araújo da Fonseca, criticou a declaração e disse que políticos deveriam se concentrar nos problemas do país. “Nós estamos vendo políticos que tentam dizer até o que a igreja precisa fazer. Tentam falar até do celibato dos padres, quando deviam estar cuidando do país. Estão cuidando muito mal”, afirmou.
Durante uma celebração no sábado (19), dom Devair também pediu aos fiéis “consciência na hora de apertar os botões na urna” e que não escolhessem “aqueles que querem acabar com a nossa liberdade”.
Já o bispo de Formosa, dom Adair José Guimarães, afirmou que a declaração não o surpreende. “Geralmente os líderes, quando eles são apedeutas, querem se meter em tudo”, disse.
Dom Adair ainda declarou concordar com uma fala atribuída ao arcebispo do Rio de Janeiro, dom Eugênio Sales, que teria classificado Lula como “caótico, apostático e romântico”, em vez de um católico apostólico romano.
A Frente Parlamentar Católica da Câmara dos Deputados também divulgou uma nota de repúdio à declaração. O documento foi publicado na sexta-feira (18) e assinado pelo presidente da frente, deputado Luiz Gastão (PSD-CE).
Opinião dos leitores
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Esse Lula é filho do capeta .
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Em época de eleição esses comentários expressam a opção política de quem comenta. Outrossim, não seria melhor criticar a roubalheira que fizeram no caso do banco Master.
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Governo Lula demora mais para conceder garantia a empréstimos pleiteados por estados e capitais comandados por opositores
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Um levantamento da Folha de S.Paulo aponta diferença nos prazos adotados pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para conceder garantias da União a empréstimos solicitados por estados e capitais.
De acordo com os dados, o prazo médio para liberar o aval do Tesouro Nacional a operações internas foi de 35,7 dias. Mas este período passa a ser bem maior quando a solicitação é feita por estados e capitais comandadas por opositores ao governo Lula.
Em estados governados por adversários políticos de Lula a espera foi de 83,9 dias, em média, em São Paulo, administrado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), e 83 dias em Mato Grosso, governado até março por Mauro Mendes (União Brasil).
Em contraste, nos estados geridos por aliados, os prazos médios são bem menores. Operações do Ceará, governado por Elmano de Freitas (PT), levaram 30,7 dias; no Piauí, de Rafael Fonteles (PT), 29,4 dias; e em Alagoas, de Paulo Dantas (MDB), 14,8 dias. No Amapá, estado ligado politicamente ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), uma operação foi liberada em apenas seis dias após a Fazenda flexibilizar regras.
Os estados buscam a garantia da União para conseguir empréstimos com juros menores, já que o governo federal assume o pagamento em caso de inadimplência. Os recursos são utilizados principalmente em obras, infraestrutura e reorganização de dívidas.
O levantamento considerou 182 operações de estados entre janeiro de 2023 e agosto de 2026, com base em dados do sistema Sadipem. A reportagem excluiu operações sem garantia da União e aquelas submetidas a programas específicos de ajuste fiscal.
São Paulo foi o estado que mais esperou pela concessão de garantias internas, mas também foi o que recebeu o maior volume de recursos: R$ 21,9 bilhões durante o governo Lula. O governo paulista afirma que a demora prejudicou o planejamento de obras e cita, entre os casos, uma operação de R$ 5,45 bilhões que levou 87 dias para receber autorização final.
A Prefeitura de São Paulo também reclamou da demora em três operações externas. Os pedidos ficaram por mais de três meses na Casa Civil após terem sido encaminhados pelo Ministério da Fazenda. As autorizações foram enviadas ao Senado em agosto, depois de o assunto ganhar repercussão no período eleitoral.
O Ministério da Fazenda negou qualquer tratamento político e afirmou que os prazos variam conforme a complexidade das operações e a necessidade de documentos ou informações adicionais. A Casa Civil também declarou que os processos seguem os trâmites administrativos e técnicos previstos.
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Não creio em pesquisa, eleição é igual mineração, só depois da apuração.
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Augusto Cury diz que Lula usa “dor dos vulneráveis” para ganhar eleição ao comentar reajuste do Bolsa Família
Foto: Divulgação/Equipe campanha Augusto Cury
O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) criticou neste domingo (20) o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e acusou o petista de utilizar a medida com finalidade eleitoral.
Durante agenda de campanha no Novo Mercado Municipal de Ribeirão Preto (SP), Cury afirmou que o aumento deveria ter sido anunciado no início do ano. “Ele [Lula] deveria ter feito isso [reajuste do Bolsa Família] no início do ano, indicando que eles estão usando a dor das pessoas vulneráveis como palco para ganhar o cargo de presidente”, declarou.
Na quinta-feira (17), o governo anunciou reajuste de 15,04% no Bolsa Família. Com a mudança, o valor mínimo passa de R$ 600 para R$ 691, enquanto o benefício médio sobe de R$ 675 para R$ 777.
Opinião dos leitores
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Falou o vendedor de soluções.
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Eleições 2026 têm 107 candidaturas trans no Brasil; três delas são no RN
As eleições de 2026 têm 107 candidaturas de pessoas trans registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), segundo levantamento realizado pela Folha de S.Paulo. A maioria está concentrada em partidos de esquerda, mas o levantamento também identificou 20 candidatos trans concorrendo por legendas de centro e direita, entre elas PSDB, MDB, Avante, Solidariedade, PP, Cidadania, União Brasil, PRD e Democrata.
O levantamento mostra ainda que o PSOL reúne o maior número de candidaturas trans, com 39 nomes, seguido pelo PT, com 16, e pelo PDT, com 15. A identidade de gênero não é uma informação obrigatória no registro eleitoral, o que significa que o número real pode ser superior ao contabilizado oficialmente pelo TSE.
É nesse cenário nacional que o Rio Grande do Norte aparece com três candidaturas trans. Segundo levantamento da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA), as candidaturas são de Jéssica Elias (PSOL) e Tiago Silva (PSTU), que buscam uma vaga na Assembleia Legislativa, e Thabatta Pimenta (PV), que disputa uma vaga na Câmara dos Deputados. A ANTRA identificou 116 candidaturas trans no país, número superior aos 107 registros encontrados pelo TSE.
O número de candidaturas trans também representa uma evolução em relação às eleições anteriores. De acordo com a série histórica da ANTRA, foram sete candidaturas em 2014, 54 em 2018, 79 em 2022 e 116 em 2026. Em relação à última eleição geral, o crescimento foi de 45,6%.
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