O Congresso Nacional se reúne em sessão conjunta nesta terça-feira para votar o veto do presidente Jair Bolsonaro à franquia de bagagens, dentre outros projetos. A expectativa é que os parlamentares não derrubem o veto, depois de intensa mobilização das autoridades do setor da aviação civil, diante da promessa de que a medida vai ajudar a reduzir o preço das passagens.
Na semana passada, os partidos do Centrão fecharam acordo com o presidente da Câmara Rodrigo Maia, para manter o veto. A ideia é dar um prazo, até o fim do ano, para avaliar os efeitos da medida nos preços. Caso contrário não haja queda, Maia teria se comprometido a pôr em votação um projeto para trazer de volta a franquia de bagagem.
Técnicos da Anac foram escalados para acompanhar a sessão e tentar evitar uma derrota. O argumento é que o fim da franquia de importante para aumentar a concorrência no setor, principalmente com a entrada de empresas de baixo custo (low cost), no mercado doméstico. Um grupo de companhias com este perfil já deu entrada na Anac, interessadas no mercado brasileiro.
A gratuidade para bagagem – de até 23 quilos nos aviões a partir de 31 assentos – foi incluída pelo Senado à medida provisória (MP) 863, que liberou capital estrangeiro em companhias aéreas. Mas aconselhado pelas equipes técnicas, o presidente Jair Bolsonaro vetou a medida. Dessa forma, foi mantida a norma da Anac, aprovada em 2016 e que permite às empresas cobrar pelo despacho das malas. Os passageiros têm direito de levar de graça apenas para bagagens de mão até 10 quilos.
O GLOBO

Mesmo pegando bagagem, ainda tivemos aumento médio de 30%, incluindo o valor da bagagem vai a uns 40%. Que o congresso derrube esse pagamento extra da bagagem, pra melhor compararmos com o preço antigo. Empresas e política malandros, deve ter saído uma propina por esse extra pras empresas.
Muita sacanagem essa cobrança, os deputados ganham auxílio paletó, combustível, moradia etc
Brasil país de trouxas
Demagogia pura. Nunca diminuiu o preço das passagens. Basta fazer uma pesquisa simples. Chega a ser mais de dois mil reais o trecho entre Natal e Rio.