Polêmica

Contra impeachment, entidades sociais planejam greves, bloqueios e ocupações

28abr2016---manifestantes-da-frente-povo-sem-medo-composta-por-dezenas-de-movimentos-sociais-encabecados-pelo-movimento-dos-trabalhadores-sem-teto-mtst-interdita-um-trecho-do-quilometro-65-da-br-101-146185221 Integrantes de movimentos sociais interditam trecho de rodovia no Recife no dia 28. Foto: Marlon Costa/Futura Press/Estadão Conteúdo.

Movimentos sociais contrários ao impeachment da presidente Dilma Rousseff devem realizar uma série de ações pelo país até a votação no plenário do Senado, por enquanto prevista para o dia 11 deste mês. Greves, marchas, bloqueios de ruas e ocupações de órgãos públicos estão na pauta de entidades de esquerda.

Entre os movimentos que defendem a saída de Dilma, as manifestações devem ficar apenas para o dia da votação, já que há um sentimento entre eles que é certa a aprovação da continuidade do processo de impeachment.

Do outro lado, isso elevou a intensidade das manifestações. Os protestos começaram a ganhar força na última quinta-feira (28), quando o MTST (Movimento de Trabalhadores Sem Teto) realizou bloqueios em oito Estados. “Ali foi apenas um primeiro exemplo. Se continuar esse processo, se essa agenda [liberal] de fato for levada [adiante] e implementada no país, nós teremos uma verdadeira convulsão social, não protagonizada pelos movimentos sociais, mas pelos trabalhadores. Negar isso é não compreender a dinâmica da luta social no país”, disse Guilherme Boulos, líder do MTST, em entrevista coletiva no dia dos atos.

Os protestos organizados pelo grupo devem continuar até a votação no Senado e podem se agravar no caso de um eventual governo de Michel Temer (PMDB-SP).

Dia 10: previsão de greve em bancos e comércio

Os movimentos sociais estão unidos na “Frente Brasil Popular”, que congrega diversas entidades contrárias ao impeachment. O grupo lançou um calendário que prevê várias ações a partir desta quinta-feira (5), chamado de “Dia Nacional de Luta contra a Globo e o Golpismo Midiático”.

Na sexta, haverá mobilizações em Brasília, quando está prevista a votação do relatório na Comissão do Impeachment do Senado.

No dia 9, será instalada uma frente parlamentar em defesa dos direitos da classe trabalhadora.

O grande ato, porém, está marcado para o dia 10, quando está prevista uma paralisação nacional de bancos, fábricas e comércio, além de protestos em rodovias. O ato será na véspera da provável votação no Senado e será a “cartada decisiva” para tentar pressionar os senadores a rejeitarem a abertura de processo.

Ocupações no campo e estradas bloqueadas

Segundo o líder do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), Jayme Amorim, a união das entidades é uma estratégia fundamental neste momento para dar mais força aos atos. “A pauta não é mais do MST, é uma programação conjunta”, disse.

Já sobre a atuação de trabalhadores do campo, existem marchas e acampamentos ocorrendo em todo o país, especialmente nas capitais. “Estamos com ocupações a superintendências do Incra e com marchas que estão chegando e vão continuar nas capitais. E têm ocupações ainda para ser realizadas”, afirmou.

A frente também conta com pelo menos duas centrais sindicais. Em comunicado, a CUT (Central Única dos Trabalhadores) disse que “os próximos dias serão decisivos”.

“Novas manifestações de massa deverão ser realizadas, entre 9 e 11 de maio, pressionando o Senado a se posicionar contra a continuidade do processo de impeachment”, afirma em nota.

A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) disse em nota que denuncia a “onda golpista que tenta acabar com os direitos do nosso povo”.

“A militância da CTB deve empreender todo o esforço para trabalhar na paralisação de bancos, fábricas, comércio, protestos em rodovias e outras iniciativas”, afirma o comunicado assinado pelo presidente da CTB, Adilson Araújo.

Oposição “tranquila”

Os movimentos que apoiam o impeachment têm agendas muito mais tranquilas para para esta semana, sem atos de rua anunciados.

O Movimento Brasil Livre informou ao UOL que, até a votação do plenário, haverá apenas “pressão online” aos senadores, cobrando votação a favor da abertura do processo. O Vem pra Rua disse que não há nenhum calendário previsto para pressionar senadores.

Maior central sindical a apoiar abertamente o impeachment, a Força Sindical também não tem atos previstos para os próximos dias.

Segundo o presidente da entidade, o deputado federal Paulinho da Força (SD-SP), há movimentação para o dia da votação no plenário do Senado e para a eventual posse de Michel Temer na Presidência.

“A maioria dos dirigentes da Força é favorável e vai conversar com os senadores a partir da semana que vem, embora acredite que já haja maioria tranquila para tirar a Dilma. A batalha [no Senado] já era, já acabou. No dia da votação, vamos levar gente para Brasília”, disse.

Sobre as movimentações de centrais sindicais que querem paralisar as atividades no próximo dia 9, ele diz que a Força só ajudaria uma greve para “apoiar Temer”. “Se tiver que fazer greve, é para mandar a Dilma embora o mais rápido possível.”

UOL

Opinião dos leitores

  1. Vão curtindo seus últimos dias de protegidos do governo petista, quando mudar o governo, tem que pegar pesado com esses arruaceiros. Mais duro do que o PT fez com os caminhoneiros. É pêia braba, daquelas do caba procurar um lugar pra bater, e já vai esta ocupado.

  2. Peraí.. Mas como farão greve se são desocupados atrás de um sanduba de mortadela?? kkkkkk.. O choro é livre e a causa é clara: a mamata tá acabando e a botija tá secando.
    A polícia deveria agir como agiu contra os caminhoneiros e descer o sarrafo. Chega dessa bandidagem.

  3. Esses bardeneiros tem que quebrar a sede do PT ,o partido dessa quadrilha que ficou 14 anos no poder e ainda não ajudou esses sem Terra ,que NÃO querem terra ,querem é vagabundear,NÃO EXISTE UM HOMEM NESSES ESTADO PARA QUEBRAR O PAU EM CINA DESSES MARGINAIS ??? porque se forem o TRABALHADORES camioneiros ,logo aparece a PRF

    1. Bancados pela cut com o imposto sindical, universidades federais, IFs e ongs ptRALHAS com dinheiro do contribuinte, fora essa cambada de desocupados e IRRESPONSAVEIS, Policia nelles

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Política

Em nova versão da carta divulgada após chegar aos EUA, Flávio retira trecho em que se autoproclamava o “verdadeiro presidente” e afirma que é o “líder do Brasil”

Wagner Meier/Getty Image

O senador Flávio Bolsonaro recuou e alterou o texto de uma carta divulgada nesta quarta-feira (28), retirando o trecho em que se autoproclamava “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Na nova versão do documento, o parlamentar passou a se apresentar como “líder do Brasil”.

A primeira versão do manifesto havia sido divulgada logo após o desembarque do senador nos Estados Unidos acompanhado de sua família. No texto original direcionado à comunidade internacional e aos seus eleitores, o candidato derrotado no segundo turno usava a expressão de autoproclamação para questionar o resultado das urnas, em um movimento alinhado ao discurso do ideólogo Steve Bannon.

O recuo na carta ocorre no momento em que o próprio Partido Liberal e o candidato a vice na sua chapa, deputado Alfredo Gaspar, já reconheceram formalmente a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chancelada pelo Tribunal Superior Eleitoral e por diversos chefes de Estado ao redor do mundo.

Alfredo no entanto, atribuiu ao que chamou de “sistema” a derrota para o presidente Lula. Ele afirmou que o grupo enfrentou perseguições e defendeu a continuidade da atuação política no Congresso.

Com informações do Metrópoles

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Política

Dos EUA, Flávio lança candidatura de Rogério Marinho para a Presidência do Senado

Carlos Moura/Agência Senado/Waldemir Barreto/Agência Senado

Flávio Bolsonaro (PL) lançou o senador Rogério Marinho (PL-RN) como seu candidato à Presidência do Senado. O anúncio aparece na carta divulgada nesta quarta-feira (28) pelo senador após a sua chegada aos Estados Unidos.

No documento, Flávio se dirige aos parlamentares e governadores ligados ao seu grupo político e cita diretamente o senador potiguar: “Em especial ao meu candidato à Presidência do Senado, Rogério Marinho”.

Flávio também afirma que pretende liderar dos Estados Unidos a oposição ao quarto governo Lula. “Liderarei a oposição daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr”, escreveu.

Rogério coordenou a campanha presidencial de Flávio e ocupa posição central na articulação nacional do PL. A candidatura à Presidência do Senado, porém, ainda precisará ser oficializada e submetida à votação dos senadores.

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Em carta, Flávio agradece a Milei e Trump e diz ter recebido apoio dos governos dos EUA e da Argentina

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Política

Em carta, Flávio agradece a Milei e Trump e diz ter recebido apoio dos governos dos EUA e da Argentina

Reprodução

Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em nota divulgada inicialmente pelo comentarista Paulo Figueiredo e depois publicada nas redes sociais do ex-presidenciável, que recebeu apoio após deixar o Brasil com a família rumo aos Estados Unidos. O senador agradeceu diretamente aos presidentes Javier Milei da Argentina e Donald Trump dos EUA.

“Queria agradecer ao presidente Milei pela coragem, senso de justiça e legalidade, ao presidente Trump e ao maravilhoso povo americano por me acolher”, declarou.

Flávio não detalhou no documento como Milei teria ajudado em sua saída. Em relação aos Estados Unidos, o senador foi mais direto. Ele agradeceu “ao presidente Trump e ao governo americano” por receberem sua família e oferecerem, segundo suas palavras, a “segurança jurídica que não temos mais no Brasil”.

Trump declarou que aprovou a entrada de Flávio no país. Autoridades americanas também informaram que o governo emitiria vistos para o senador, a esposa e as duas filhas.

Flávio atravessou a fronteira com a Argentina na noite de terça-feira (27), embarcou para o Equador e chegou a Miami na manhã desta quarta-feira (28). A viagem ocorreu após ele deixar de entregar seus passaportes à Polícia Federal e descumprir a proibição judicial de sair do Brasil.

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Golpe

URGENTE: Após chegar aos EUA, Flávio se autoproclama “presidente eleito”, diz que foi perseguido e que não fugiu, mas saiu do país para lutar pela democracia

Foto: Ricardo Arduengo/AFP

O comentarista Paulo Figueiredo divulgou nesta quarta-feira (28) uma nota de três páginas atribuída a Flávio Bolsonaro (PL). No documento, o senador contesta o resultado das eleições, chama-se de “verdadeiro presidente eleito do Brasil” e afirma que permanecerá nos Estados Unidos para comandar a oposição.

Flávio agradece aos presidentes Donald Trump e Javier Milei pelo suposto apoio e acusa o Judiciário de perseguição política. Ele também sustenta que houve fraude eleitoral e abuso de poder político e econômico em favor da chapa Lula-Alckmin.

“Quero dizer […] que eu sou o presidente eleito”, diz um trecho. Em outro, Flávio afirma: “Não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil”. Ele também confirma que levou a família para os Estados Unidos. O texto ainda cita Rogério Marinho como candidato à Presidência do Senado e promete liderar a oposição do exterior.

A nota questiona ainda a prorrogação do horário de votação no último domingo (25), mas oficiais do TSE mostram que 34.393 votos foram registrados depois das 17h, o equivalente a 0,03% do total, número insuficiente para alterar o resultado.

O PL já reconheceu formalmente a vitória de Lula. Divulgada inicialmente pelo comentarista Paulo Figueiredo, a nota foi posteriormente publicada pelo próprio Flávio Bolsonaro em suas redes sociais.

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Geral

PF suspeita que Flávio Bolsonaro tenha entrado na Argentina por outro caminho

famiFoto: Eva Marie Uzcategui/Reuters

A Polícia Federal investiga se o senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado na eleição presidencial, viajou de Brasília para a Argentina em um avião privado antes de embarcar com a família para os Estados Unidos. A suspeita é de que ele tenha entrado no país vizinho antes do horário registrado pelas autoridades migratórias argentinas.

De acordo com informações divulgadas pela colunista Malu Gaspar, de O Globo, um jato Cessna Citation Excel, prefixo PR-AAA, pertencente ao advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio, saiu de Brasília às 5h de terça-feira (27) e pousou em San Fernando, nos arredores de Buenos Aires, às 8h40.

A PF apura se a aeronave foi usada para levar o senador à Argentina, de onde ele teria seguido para Puerto Iguazú. O deslocamento terrestre entre San Fernando e a cidade fronteiriça supera 1.200 quilômetros e pode levar pelo menos 13 horas. De avião, o percurso dura cerca de duas horas.

A Direção Nacional de Migrações da Argentina informou que Flávio, a mulher e as duas filhas entraram no país por terra às 22h50 de terça-feira. Menos de uma hora depois, às 23h30, embarcaram em um Gulfstream G400 com destino aos Estados Unidos. O avião fez escala em Guayaquil, no Equador, e seguiu para Miami, onde a família chegou nesta quarta-feira (28).

A aeronave evitou o espaço aéreo brasileiro, sobrevoando Paraguai, Bolívia e Peru. A PF ainda investiga como Flávio chegou a Puerto Iguazú e se o registro de entrada na Argentina ocorreu depois de sua chegada ao país.

Flávio e Willer Tomaz são investigados em um inquérito sobre suspeita de lavagem de dinheiro no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A investigação inclui e-mails que indicariam o cadastro do senador como usuário master de uma conta bancária de uma empresa do advogado.

No âmbito desse caso, Moraes determinou que Flávio entregasse seus passaportes, ordem que, segundo as informações divulgadas, não foi cumprida. A PF ainda apura as circunstâncias da viagem e não descarta outras hipóteses para o deslocamento do senador.

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Geral

[VÍDEO] “Desculpa, pai, a gente falhou”, diz Carlos a Jair Bolsonaro, que responde: “Levanta a cabeça! Muita coisa pra fazer pelo Brasil”

Carlos Bolsonaro se emocionou durante uma visita ao pai Jair Bolsonaro, com quem passou cerca de duas horas conversando. Em vídeo publicado no Instagram, ele relatou o encontro e reproduziu o diálogo em que pediu desculpas após a derrota de Flávio para Lula no 2º turno das eleições presidenciais.

“Eu falei: desculpa, pai, a gente falhou”, contou. Segundo ele, o pai respondeu com uma mensagem de incentivo: “Levanta a cabeça, vambora. Muita coisa pra fazer pelo Brasil ainda”.

Os dois conversaram sobre política e futebol e compartilharam um café. Carlos Bolsonaro afirmou que pretende continuar a mobilização pela liberdade de pessoas que considera presas políticas e declarou: “Meu pai é um preso político”.

Ao encerrar o relato, destacou o apoio recebido durante a visita. “Inacreditavelmente, ele que me deu suporte hoje mais uma vez”, afirmou.

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Geral

João Câmara celebra 98 anos com grande festa nesta quarta-feira

João Câmara completa nesta quarta-feira (28) 98 anos de Emancipação Política e a data será celebrada com uma grande programação festiva na Arena do Povo, a partir das 21h.

Para marcar o aniversário da cidade, a Prefeitura preparou uma noite de muita música e celebração, reunindo Rey Vaqueiro, Circuito Musical, Daniel Donato e Roberto Filho em uma programação especial para toda a população.

A festa encerra a programação comemorativa dos 98 anos de João Câmara, que teve início com uma noite de fé e bênçãos, seguida pela programação católica, reunindo a população em momentos de celebração, espiritualidade e confraternização.

A prefeita Aize Bezerra convida toda a população para participar desse momento especial e comemorar mais um ano da história de João Câmara.

É dia de celebrar João Câmara, sua história, seu povo e tudo o que ainda está por vir.

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Geral

Nunes Marques dá 10 dias para PGR se manifestar sobre novo pedido de revisão da condenação de Jair Bolsonaro

Foto: Ton Molina/STF

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou uma segunda revisão criminal para tentar anular a condenação de 27 anos e três meses de prisão. Nesta quarta-feira (28), o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 10 dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o pedido.

Protocolado em 25 de setembro, o recurso apresenta como suposta prova nova um parecer técnico que aponta limitações na verificação da origem e do processamento de parte das provas digitais usadas no processo. O documento, porém, não afirma que houve adulteração do material.

A defesa também cita discussões recentes no STF sobre o acesso à íntegra de provas digitais no caso envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Os advogados alegam que pedidos semelhantes de acesso ao material foram tratados de forma diferente no processo de Bolsonaro.

Esta é a segunda revisão criminal apresentada pelo ex-presidente. Em junho, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a rejeição do primeiro pedido, por entender que não havia fatos ou elementos novos capazes de justificar a anulação da condenação.

A revisão criminal é um instrumento excepcional que permite contestar condenações definitivas em situações previstas em lei, como o surgimento de novas provas ou a constatação de que a decisão se baseou em documentos, exames ou depoimentos falsos. O novo pedido ainda será analisado, e a manifestação da PGR não representa uma decisão sobre o mérito do recurso.

Opinião dos leitores

  1. Ou ainda quando são detectados vícios ou erros processuais insanaveis, o que convenhamos, parece transbordar.

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Geral

[VÍDEO] No Dia do Servidor, Paulinho Freire garante pagamento e reafirma compromisso com salários em dia até o fim da gestão

A Prefeitura de Natal inicia nesta quarta-feira (28), Dia do Servidor Público, o pagamento da folha salarial de outubro, no valor de R$ 99,5 milhões. Os recursos estarão disponíveis integralmente nesta quinta-feira (29) nas contas dos servidores ativos, aposentados e pensionistas do município.

O prefeito Paulinho Freire destacou o compromisso da gestão com o pagamento em dia dos salários.

“Amanhã o dinheiro está na conta do servidor. O nosso compromisso de pagar em dia continua e vai ser assim até o final da gestão. Então, servidor, amanhã o dinheiro está na sua conta”, afirmou.

O prefeito também ressaltou a importância dos profissionais para o funcionamento da capital e destacou a valorização dos servidores como parte do compromisso da administração municipal.

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Mais um incêndio atinge área de vegetação na UFRN; Bombeiros controlam chamas e investigam recorrência

Foto: Victor Eduardo/Inter TV

Um incêndio em uma área de vegetação próxima à capela da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal, foi controlado pelo Corpo de Bombeiros nesta quarta-feira (28). A ocorrência mobilizou também a equipe de segurança do campus. Não houve feridos nem danos a edificações.

Segundo o tenente Campos, os bombeiros atuaram em duas frentes para conter as chamas. “A gente chegou, montou duas frentes de combate. Uma com o caminhão da gente, apaga-incêndio, e a outra a pé, com o abafador e a bomba costal”, relatou.

Após controlar o fogo, a equipe verificou pontos com risco de reignição, incluindo uma área próxima a um cajueiro, onde há material inflamável capaz de prolongar a queima.

Este foi pelo menos o segundo incêndio na mesma região em menos de uma semana. Na sexta-feira (23), outro foco foi registrado em uma área de vegetação próxima à Reitoria.

O Corpo de Bombeiros pretende analisar, em conjunto com a segurança da universidade, imagens das câmeras de monitoramento para tentar identificar a origem das chamas.

Em nota, a UFRN informou que adotará as medidas necessárias para esclarecer o ocorrido. Incêndios desse tipo também representam riscos aos animais que vivem no campus.

Com informaçõe de g1-RN

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