O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou Brasília ontem ciceroneado pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) após contato com senadores aliados
Pode estar blefando, ou caiu no conto dos ‘aliados’, a exemplo do que ocorreu na Câmara dos Deputados. Diz contar com 36 votos pró-Dilma no plenário. Seriam suficientes para barrar o impeachment.
Já o grupo de Michel Temer calcula 60 votos por baixo para a manutenção do peemedebista no Poder.
O Senador Requião, convidou para o jantar oferecido a Luiz Inácio ontem na residência dele em BSB, 18 (dezoito) colegas de Senado.
Sabe qtos compareceram??!!
6 (seis).
Isso mesmo!!!
Meia dúzia, todos do PT… Kkkkkkkkk
Integrantes de movimentos sociais interditam trecho de rodovia no Recife no dia 28. Foto: Marlon Costa/Futura Press/Estadão Conteúdo.
Movimentos sociais contrários ao impeachment da presidente Dilma Rousseff devem realizar uma série de ações pelo país até a votação no plenário do Senado, por enquanto prevista para o dia 11 deste mês. Greves, marchas, bloqueios de ruas e ocupações de órgãos públicos estão na pauta de entidades de esquerda.
Entre os movimentos que defendem a saída de Dilma, as manifestações devem ficar apenas para o dia da votação, já que há um sentimento entre eles que é certa a aprovação da continuidade do processo de impeachment.
Do outro lado, isso elevou a intensidade das manifestações. Os protestos começaram a ganhar força na última quinta-feira (28), quando o MTST (Movimento de Trabalhadores Sem Teto) realizou bloqueios em oito Estados. “Ali foi apenas um primeiro exemplo. Se continuar esse processo, se essa agenda [liberal] de fato for levada [adiante] e implementada no país, nós teremos uma verdadeira convulsão social, não protagonizada pelos movimentos sociais, mas pelos trabalhadores. Negar isso é não compreender a dinâmica da luta social no país”, disse Guilherme Boulos, líder do MTST, em entrevista coletiva no dia dos atos.
Os protestos organizados pelo grupo devem continuar até a votação no Senado e podem se agravar no caso de um eventual governo de Michel Temer (PMDB-SP).
Dia 10: previsão de greve em bancos e comércio
Os movimentos sociais estão unidos na “Frente Brasil Popular”, que congrega diversas entidades contrárias ao impeachment. O grupo lançou um calendário que prevê várias ações a partir desta quinta-feira (5), chamado de “Dia Nacional de Luta contra a Globo e o Golpismo Midiático”.
Na sexta, haverá mobilizações em Brasília, quando está prevista a votação do relatório na Comissão do Impeachment do Senado.
No dia 9, será instalada uma frente parlamentar em defesa dos direitos da classe trabalhadora.
O grande ato, porém, está marcado para o dia 10, quando está prevista uma paralisação nacional de bancos, fábricas e comércio, além de protestos em rodovias. O ato será na véspera da provável votação no Senado e será a “cartada decisiva” para tentar pressionar os senadores a rejeitarem a abertura de processo.
Ocupações no campo e estradas bloqueadas
Segundo o líder do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), Jayme Amorim, a união das entidades é uma estratégia fundamental neste momento para dar mais força aos atos. “A pauta não é mais do MST, é uma programação conjunta”, disse.
Já sobre a atuação de trabalhadores do campo, existem marchas e acampamentos ocorrendo em todo o país, especialmente nas capitais. “Estamos com ocupações a superintendências do Incra e com marchas que estão chegando e vão continuar nas capitais. E têm ocupações ainda para ser realizadas”, afirmou.
A frente também conta com pelo menos duas centrais sindicais. Em comunicado, a CUT (Central Única dos Trabalhadores) disse que “os próximos dias serão decisivos”.
“Novas manifestações de massa deverão ser realizadas, entre 9 e 11 de maio, pressionando o Senado a se posicionar contra a continuidade do processo de impeachment”, afirma em nota.
A CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) disse em nota que denuncia a “onda golpista que tenta acabar com os direitos do nosso povo”.
“A militância da CTB deve empreender todo o esforço para trabalhar na paralisação de bancos, fábricas, comércio, protestos em rodovias e outras iniciativas”, afirma o comunicado assinado pelo presidente da CTB, Adilson Araújo.
Oposição “tranquila”
Os movimentos que apoiam o impeachment têm agendas muito mais tranquilas para para esta semana, sem atos de rua anunciados.
O Movimento Brasil Livre informou ao UOL que, até a votação do plenário, haverá apenas “pressão online” aos senadores, cobrando votação a favor da abertura do processo. O Vem pra Rua disse que não há nenhum calendário previsto para pressionar senadores.
Maior central sindical a apoiar abertamente o impeachment, a Força Sindical também não tem atos previstos para os próximos dias.
Segundo o presidente da entidade, o deputado federal Paulinho da Força (SD-SP), há movimentação para o dia da votação no plenário do Senado e para a eventual posse de Michel Temer na Presidência.
“A maioria dos dirigentes da Força é favorável e vai conversar com os senadores a partir da semana que vem, embora acredite que já haja maioria tranquila para tirar a Dilma. A batalha [no Senado] já era, já acabou. No dia da votação, vamos levar gente para Brasília”, disse.
Sobre as movimentações de centrais sindicais que querem paralisar as atividades no próximo dia 9, ele diz que a Força só ajudaria uma greve para “apoiar Temer”. “Se tiver que fazer greve, é para mandar a Dilma embora o mais rápido possível.”
Vão curtindo seus últimos dias de protegidos do governo petista, quando mudar o governo, tem que pegar pesado com esses arruaceiros. Mais duro do que o PT fez com os caminhoneiros. É pêia braba, daquelas do caba procurar um lugar pra bater, e já vai esta ocupado.
Peraí.. Mas como farão greve se são desocupados atrás de um sanduba de mortadela?? kkkkkk.. O choro é livre e a causa é clara: a mamata tá acabando e a botija tá secando.
A polícia deveria agir como agiu contra os caminhoneiros e descer o sarrafo. Chega dessa bandidagem.
Esses bardeneiros tem que quebrar a sede do PT ,o partido dessa quadrilha que ficou 14 anos no poder e ainda não ajudou esses sem Terra ,que NÃO querem terra ,querem é vagabundear,NÃO EXISTE UM HOMEM NESSES ESTADO PARA QUEBRAR O PAU EM CINA DESSES MARGINAIS ??? porque se forem o TRABALHADORES camioneiros ,logo aparece a PRF
Bancados pela cut com o imposto sindical, universidades federais, IFs e ongs ptRALHAS com dinheiro do contribuinte, fora essa cambada de desocupados e IRRESPONSAVEIS, Policia nelles
Na luta para evitar o impeachment de Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula deflagrou uma ofensiva que traça como alvo parlamentares que compõem o chamado “baixo clero” ou que têm base eleitoral nos grotões do país, sobretudo em partes das regiões Norte e Nordeste.
A investida é sobre deputados menos suscetíveis às pressões das grandes cidades, onde ecoa o movimento pelo impeachment. Na avaliação do governo, a bancada evangélica também não é tão sensível aos apelos da rua.
No sábado (2), Lula se reuniu em Fortaleza com dez deputados do Ceará filiados a siglas como Pros, PDT e PTN. O ex-presidente também almoçou com governadores do Nordeste. Na semana passada, Lula reuniu parlamentares de Estados como Alagoas, Pernambuco e Pará.
Nas conversas, ele promete assumir as rédeas do governo assim que tomar posse na Casa Civil, o que acredita acontecer na próxima quinta (7).
Ele também delegou tarefas. Sob coordenação do líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), foi escalado time de deputados de todos os partidos para lutar pelo arquivamento do impeachment.
Segundo relato de integrantes do “baixo clero”, petistas têm procurado deputados de menor visibilidade para pedir sugestões para cargos do segundo e terceiro escalões dos seus Estados.
As indicações têm sido levadas ao ministro Ricardo Berzoini (Governo), responsável pelo chamado “varejão”, a redistribuição para partidos aliados dos cargos que eram ocupados pelo PMDB, recém-saído do governo federal.
Pelas contas do Planalto, a cerca de quinze dias da votação do impeachment, o governo dispõe apenas de 136 dos 172 votos necessários para impedir sua aprovação.
O governo calcula que pelo menos 20 deputados federais se enquadram nesse perfil sob a mira de Lula. Os demais votos seriam conquistados em siglas como PP, PR e PSD, para as quais a presidente tem oferecido maior espaço na Esplanada.
‘CENTRÃO’
Dirigentes dos três partidos e do PRB vão se reunir nesta segunda (4) para decidir se os novos ministérios oferecidos pelo Planalto são suficientes para levá-los a anunciar a manutenção do apoio a Dilma.
Os quatro, que juntos somam 144 deputados, querem que qualquer decisão seja tomada em conjunto. A ideia deles é apresentar a iniciativa como a versão nacional do chamado “Centrão”, bloco que por anos comandou a Câmara Municipal de São Paulo.
O governo ofereceu a essas quatro legendas ministérios que hoje estão sob o comando do PMDB. A única exceção é a Secretaria de Portos, comandada por Helder Barbalho, filho do senador Jader Barbalho (PMDB-PA). Ele apoia Dilma e deverá ser mantido no cargo.
O PR, que tem 40 deputados, demonstrou interesse na Agricultura e o governo tenta articular com o partido a filiação da atual comandante da pasta, Kátia Abreu, que hoje está no PMDB. A cúpula, no entanto, resiste à ideia. Hoje, o PR já comanda o Ministério dos Transportes.
Na tentativa de conquistar os 49 deputados do PP, o governo ofereceu à sigla o comando do Ministério da Saúde, hoje nas mãos de Marcelo Castro (PMDB-PI).
A chance de Castro ser demitido, no entanto, acabou azedando a relação entre o líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), que indicou o ministro, e o Planalto. O deputado fez chegar ao governo que, se Castro deixar a Saúde, ele não se esforçará para garantir até 25 votos de peemedebistas contra Dilma.
O PRB, com 22 deputados, que havia se distanciado do governo, deve retomar a chefia do Ministério do Esporte. O PSD, com 33 deputados, também deverá ganhar um segundo ministério.
O PT rifando o país com os cargos públicos e recursos da nação. Mas será por pouco tempo, quem se atrever a entrar nessa aventura, vai pagar um preço eleitoral muito alto. Vem eleições por aí e o povo não vai se calar, irá publicar quem votou contra o Brasil e a favor do PT.
Nas eleições isso será explorado insistentemente, mostrando aos eleitores que é a favor ou contra o Brasil. Quem foi a favor ou contra corrupção.
Esse 9 dedos é um imbecil mesmo. Já está na hora de ser preso.
O PT COMO SEMPRE,METINDO,MENTINDO,MENTINDO…….
O Senador Requião, convidou para o jantar oferecido a Luiz Inácio ontem na residência dele em BSB, 18 (dezoito) colegas de Senado.
Sabe qtos compareceram??!!
6 (seis).
Isso mesmo!!!
Meia dúzia, todos do PT… Kkkkkkkkk
E culpa do Lula e da Dilma isso sim
Eles mantém pra eles mesmos……….kkkkkkkkkkkk????????????