Política

Convenção PT: Dilma promete hoje o que já prometeu antes e não cumpriu

Por Josias de Souza

Ao discursar na convenção do PT, neste sábado (21), Dilma Rousseff pronunciou 47 vezes palavras ou expressões com o significado de recomeço ou de ajuste. Considerando-se que o pronunciamento ocupou 17 páginas, o conceito de correção de rumos foi evocado, em média, 2,7 vezes por folha.

Dilma pronunciou 17 vezes o vocábulo ‘transformação’, duas das quais no infinitivo, uma no plural e uma no gerúndio. Citou 12 vezes a palavra “reforma”. Repetiu sete vezes a expressão “novo ciclo”. Referiu-se uma vez a “novo salto”. Falou em “mudança” cinco vezes, duas no plural. Por fim, utilizou cinco vezes o verbo “melhorar”.

Tomado isoladamente, o discurso revelou o esforço notável de uma governante com a popularidade em queda para ajustar o vocabulário ao desejo de mudança manifestado por 74% do eleitorado, segundo o Datafolha. Comparado à peça que Dilma leu no Congresso no dia de sua posse, em 1º de janeiro de 2011, o texto se torna matéria prima para a oposição —uma espécie de autodenúncia de tudo o que não foi feito.

A três meses da eleição, a presidente repetiu na forma de promessas compromissos que assumira na posse e que não conseguiu executar. Fez isso sem pronunciar nenhuma frase que pudesse ser entendida como uma autocrítica. Ao contrário. Em algumas passagens de sua fala, Dilma culpou terceiros pelos malogros do seu governo.

No discurso da posse, Dilma afirmara que a reforma política era “tarefa indeclinável e urgente” de sua gestão. Acenara com “com mudanças na legislação para fazer avançar nossa jovem democracia, fortalecer o sentido programático dos partidos e aperfeiçoar as instituições, restaurando valores e dando mais transparência ao conjunto da atividade pública.”

Na bica de encerrar o mandato, Dilma salta o mea-culpa e admite que a “tarefa indeclinável e urgente” de três anos e meio atrás é uma obra por realizar. Ela já não avoca para si toda a responsabilidade. Prefere dividir o esforço com o povo: “Não vejo outro caminho para concretizar a reforma política do que a participação popular, mobilizando todos os setores da sociedade por meio de um Plebiscito.”

No dia da posse, Dilma arrancara aplausos de deputados e senadores ao declarar que, “no plano social, a inclusão só será plenamente alcançada com a universalização e a qualificação dos serviços essenciais. Este é um passo, decisivo e irrevogável, para consolidar e ampliar as grandes conquistas obtidas pela nossa população.”

A presidente do discurso inaugural, considerava “tarefa indispensável” do seu governo liderar “uma ação renovada, efetiva e integrada dos governos federal, estaduais e municipais, em particular nas áreas da saúde, da educação e da segurança, vontade expressa das famílias brasileiras.”

Nos lábios da Dilma deste sábado, o compromisso de melhorar os serviços públicos, antes “decisivo, irrevogável e indispensável”, virou um objetivo impalpável a ser obtido num futuro incerto, no bojo de um ambicioso ‘Plano de Transformação Nacional’. Desde que governadores e prefeitos deixem de ser um estorvo para as boas intenções do governo federal.

“Um Plano de Transformação Nacional desta envergadura, só pode se concretizar com uma ampla reforma, capaz de redefinir os papéis dos entes federados”, disse Dilma, antes de transferir para as instâncias inferiores as culpas pelo insucesso de Brasília: “Não é por acaso que alguns dos serviços públicos que apresentam mais deficiência são os que têm interface entre os governos federal, estaduais e municipais.”

Dilma enfatizou: “É preciso reestudar e redefinir novos papéis e novas funções para os entes federados, porque a complexidade crescente dos nossos problemas exige esta mudança.” Ela enganchou uma reforma na outra: “É importante que a redefinição do pacto federativo integre o âmbito da grande reforma política que o Brasil necessita. Esta reforma é fundamental para melhorar a qualidade da política e da gestão pública.”

Vendida pela propaganda de 2010 como supergerente, a Dilma do dia da posse falava em “consolidar o Sistema Único de Saúde”. Dizia isso num tom tão peremptório que a coisa parecia simples. “Será outra grande prioridade do meu governo”, ela declarava. “Vou acompanhar pessoalmente o desenvolvimento desse setor tão essencial para o povo brasileiro”, ela prometia. “Quero ser a presidenta que consolidou o SUS, tornando-o um dos maiores e melhores sistemas de saúde pública do mundo”, ela sonhava.

Sob essa Dilma em início de jornada, o SUS trataria sua clientela como nunca antes na história desse país. Os hospitais públicos proveriam “todos os instrumentos de diagnóstico e tratamento disponíveis, tornando os medicamentos acessíveis a todos, além de fortalecer as políticas de prevenção e promoção da saúde.”

A presidente de então empregaria “a força do governo federal para acompanhar a qualidade do serviço prestado e o respeito ao usuário.” Ela estabeleceria “parcerias com o setor privado na área da saúde, assegurando a reciprocidade quando da utilização dos serviços do SUS.”

No discurso da nova Dilma, o sonho da saúde perfeita virou um pesadelo do qual a candidata à reeleição tenta acordar. Transformou-se também numa nova promessa: “A reforma dos serviços públicos dará atenção especial à melhoria da qualidade da saúde”, informou a presidente aos convencionais petistas. Misturando programas iniciados sob Lula a iniciativas adotadas na sua gestão, Dilma ainda tentou remediar o fiasco:

“Fizemos o Samu, as Upas, os medicamentos gratuitos do ‘Aqui Tem Farmácia Popular’, a Rede Cegonha e o Mais Médicos, um programa estratégico que fortalece o SUS”, disse a recandidata. Na sequência, reconciliando-se com o óbvio, ela admitiu: “Temos nos esforçado muito, mas os serviços de saúde precisam sofrer, ainda, uma transformação mais profunda para ficar à altura das necessidades dos brasileiros.”

Dilma sofreu um choque de realidade também na área educacional. No dia da posse, ela dizia que, a despeito dos avanços obtidos nesse setor, “só existirá ensino de qualidade se o professor e a professora forem tratados como as verdadeiras autoridades da educação, com formação continuada, remuneração adequada e sólido compromisso com a educação das crianças e jovens.”

Nessa época, Dilma sustentatva que “somente com avanço na qualidade de ensino poderemos formar jovens preparados, de fato, para nos conduzir à sociedade da tecnologia e do conhecimento.” Pois bem. A recandidata agora fala em “novo ciclo”. Mas o objetivo é velho. “Este novo ciclo fará o ingresso decisivo do Brasil na sociedade do conhecimento, cujo pilar básico é uma transformação na qualidade da educação”, discursou Dilma na convenção deste sábado.

Considerando-se as palavras ex-gerentona, a sala de aula ideal, que parecia roçar-lhe o nariz em janeiro de 2011, perdeu-se nos desvãos da ineficiência da engrenagem governamental. “E não adianta ficar dando voltas”, declarou a neo-Dilma. “A transformação da Educação só se consolida com a valorização plena e real do professor —com melhores salários e melhor formação”, ela acrescentou, como se tratasse do tema pela primeira vez.

A três meses e meio das eleições, Dilma reposicionou-se em cena: “Já começamos a fazer isso e vamos acelerar muito mais quando ingressarem os 75% dos royalties do petróleo e os 50% do excedente em óleo do pré-sal. Todos destinados à Educação.”

A oradora só esqueceu de mencionar o seguinte detalhe: nas previsões mais otimistas, o óleo do pré-sal jorrará em escala comercial apenas num ponto longínquo do calendário, nos arredores de 2020. Quer dizer: a “valorização plena e real do professor” é coisa para o segundo ano do mandato do sucessor do próximo presidente da República.

Opinião dos leitores

  1. eu gostaria de saber se eu posso entrar na justiça contra o s politicos por me sentir enganados pelas promessas na epoca da eleiçao se uma loja coloca um preço de um produto e voce ve que nao e aquele preço voce obriga a loja a comprir o que for dito nao e assim e porque nao fazer tambem com esses politicos pois eles pro mete muito e nao cunpra nada

  2. Votar em Dilma é pensar na coletividade, na gente humilde que levanta cedo e bota esse Brasil para frente, gente que se orgulha de ser brasileiro, que leva fé no futuro , votar em Dilma é agradecer pelos IFRN ‘ s construídos praticamente nas zonas rurais das cidades dando oportunidade aos jovens de terem um estudo de qualidade. Votar em Dilma é ter a certeza de que o povo pobre tem vez. Aos que não compartilham com a idéia da coletividade eu só posso dizer uma coisa ,… O choro é livre. Estou com Dilma pois essa tem cheiro de povo humilde.

    1. Humilde meu amigo ? ata você deve saber que essa humilde, passou bens em nome da filha que em 2010 não tinha nenhum patrimônio e que agora em 2014 ja acumula mais de 12 milhões entre bens…seu iludido …..e porque você acha que com outro governo, algum beneficio desse será extinto ? acha que vai acabar o bolsa família se Dilma perder? acha que o pro uni não vai mais valer se o pt sair ? vocês são doentes…doentes ….pqp ACORDO BRASIL !!! TUDO QUE A DILMA PROMETEU NO SEU MANDATO ELA NÃO CUMPRIU!!! TO ESPERANDO A OBRA DO PAC DO METRO DE MINAS S QUE ELA PROMETEU!!!!! TO ESPERANDO O TREM BALA!!!, TO ESPERANDO O AUMENTO E VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES!! TO QUERENDO A SAÚDE DO BRASIL COMO REFERENCIA (PROGRAMA DO SUS) E NÃO MÉDICOS COMUNISTAS!! ACORDA CARALHOOO!!! OBRAS DE ELEFANTE BRANCO NA COPA DO MUNDO QUE NÃO SERVIRÃO PRA NADAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA E VOCÊS QUERENDO REELEGER ESSA MEGERA??? PQPPPPPPP TEM CERTEZA QUE VOCÊS SÃO RACIONAIS ???????

  3. …vaia é aplauso dos recalcados…bjs Dilma ..linda 2014..adoro.bj no ombro para os recalcadosd kk

  4. Ainda que os pastéis de vento, opostos aos "coxinhas", digam que não fica claro que o PT mira o futuro se agarrando no passado. Ora, sob esta lógica Dilma deveria pedir desculpas porque promete fazer exatamente aquilo que se comprometeu e não fez.
    Se rendeu aos corruptos logo após a faxina. Viu que o PT não sobrevive sem eles. Não concluiu nenhuma obra que produza mais que viciados em programas sociais de distribuição de votos.
    Um desastre, só falta assumir isso. Mas aí seria pedir muito ao PT que nada sabe, nada ver.

  5. Até então nada diferente de qualquer candidato:"Prometer/se eleger(as custas dos otários crédulos)/não cumprir".A diferença dos PTralhas é que roubam mal,até aí são incompetentes,são flagrados a todo o momento.E por acreditar que somos imbecis(infelizmente estão corretos)culpam os que os flagram na rapinagem descarada.
    E viva o Brasil!
    AH!Dilma não esquente!Quem toma no c. somos nós,né?Sempre nós…

  6. Me engana que eu gosto. Gestao INCOMPETENTE e com varios escandakos de corrupcao e pessina administracao. As vaias na Arena Corinthians na avertura da copa mostra o Ibooe de Dilma.

  7. Aprendi na vida que cada um colhe exatamente o que plantou. Vivemos num país onde a Justiça é falha, onde a corrupção reina, alimentando a impunidade, onde Delegado de Polícia é filmado saindo para motel com adolescente, onde desembargador rouba dinheiro de precatório e tudo sempre termina em muita HIPOCRISIA e CONVERSA FIADA, para enganar um "bando de trouxas" que trabalham para sustentar esse país, e com ele, todos os PARASITAS que formam a classe política.

    O verdadeiro regime se consolida a cada dia através das OLIGARQUIAS que se juntam em benefício próprio para continuarem a mamar, famigeradamente, nas tetas da "viúva", enquanto o povo é massacrado com os serviços públicos.

    Pros quintos dona Dilma, pros quintos Lula e toda a corja PTista, pros quintos todos os políticos deste país, pros quintos esse povo burro que vive se lascando e sempre votando, se fod.m todos!!!

  8. O quê?? a transposição das águas do Rio São Francisco de novo?? Faz 12 anos que está nesse lenga lenga. Acredito que o transporte que estão usando é tartaruga. kkkkkkkk

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VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Flávio Bolsonaro vence Lula nas Filipinas


Foto: Nelson Almeida/AFP

A apuração dos votos no exterior continua revelando novos cenários para a eleição presidencial de 2026. Nas Filipinas, onde o processo de votação foi encerrado devido à diferença de fuso horário, o candidato Flávio Bolsonaro (PL) saiu vitorioso.

Do total de 62 votos válidos computados no país asiático, Flávio obteve 33 sufrágios (o equivalente a pouco mais de 53%), enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou 26 votos.

Completando o placar local, Renan Santos ficou na terceira posição com 2 votos, seguido por Ronaldo Caiado, que somou 1 sufrágio.

Resumo da votação nas Filipinas

Flávio Bolsonaro: 33 votos

Lula: 26 votos

Renan Santos: 2 votos

Ronaldo Caiado: 1 voto

Total de votos válidos: 62

Os dados parciais do exterior fazem parte dos boletins de urna antecipados por conta dos fusos horários internacionais. O resultado oficial consolidado de todo o pleito incluindo o Brasil e o restante da rede exterior do TSE, será divulgado após o encerramento geral da votação, às 17h (horário de Brasília).

Com informações do G1

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‘TSE paralelo’: Decisões de Gilmar Mendes sobre campanhas geram crise com a Justiça Eleitoral e o próprio STF


Foto: Wilton Junior/Estadão

Na véspera do primeiro turno das Eleições 2026, uma série de decisões do ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), acendeu um alerta no meio jurídico e provocou tensão institucional. Juristas ouvidos pelo Estadão avaliam que a atuação do magistrado ao decidir sobre demandas eleitorais em série esvazia a Justiça Eleitoral e personaliza o poder sobre as campanhas.

As decisões de Gilmar foram tomadas entre sexta-feira (2) e sábado (3), menos de 24 horas depois de o presidente do STF, ministro Edson Fachin, assinar uma resolução para impor regras mais rígidas na distribuição de petições na Corte e evitar o direcionamento de casos.

Intervenções em disputas estaduais e presidenciais

Nas decisões recentes, o decano derrubou direitos de resposta concedidos por Tribunais Regionais Eleitorais (TREs): No Paraná, Gilmar cassou decisões do TRE-PR favoráveis a Sergio Moro (PL) e liberou propagandas de Sandro Alex (PSD) sobre aborto. Na Bahia, o ministro afastou direitos de resposta concedidos pelo TRE-BA a Jerônimo Rodrigues (PT) contra publicações de ACM Neto (União Brasil) sobre o programa Pé-de-Meia e a Operação Overclean.

As medidas foram tomadas por meio de pedidos de extensão dentro de uma reclamação já em curso no STF, um processo aberto meses antes para discutir outro tema. Especialistas apontam que usar processos antigos como “atalhos” evita o sorteio de novos relatores, prática criticada por burlar a distribuição regular.

A mesma reclamação já havia sido utilizada na quinta-feira (1º) para obrigar a inclusão de Renan Santos (Missão) no debate presidencial da TV Globo, revertendo decisão do presidente do TSE, Nunes Marques.

Repercussão e críticas de juristas

Para o advogado constitucionalista Marcelo Aith, Gilmar está convertendo seu gabinete em um “TSE paralelo”. Ele diz que “a defesa da liberdade de expressão não pode servir de salvo-conduto para submeter a jurisdição eleitoral à vontade de um único ministro”.

O professor e ex-desembargador Walter Fanganiello Maierovitch aponta que o cenário indica um avanço indevido do Supremo sobre a competência da Justiça Eleitoral, evidenciando uma relação de “morde e assopra” com a presidência de Fachin.

O jurista Marcelo Crespo (ESPM-SP) alerta  para o risco de criação de uma instância paralela, na qual derrotados nos TREs recorrem diretamente ao STF sem aguardar a tramitação natural pelo TSE. Já o advogado eleitoral Alberto Rollo critica a prática conhecida como “pescaria de relator” (manipulação de regras processuais para manter processos com um magistrado de preferência) e destaca que a resolução de Fachin tentou justamente coibir essa triagem paralela.

Apesar das críticas e da nova normativa interna do STF para endurecer a triagem de petições de terceiros, a prática de concentrar temas sensíveis em gabinetes específicos tem gerado debates recorrentes na Corte, envolvendo também outros ministros em episódios anteriores. Até o momento, o gabinete de Gilmar Mendes não se manifestou sobre as avaliações dos juristas.

Com informações do Estadão

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VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Lula vence na Coreia do Sul com mais de 56% dos votos válidos


Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A apuração dos votos no exterior começou a revelar os primeiros panoramas do primeiro turno das Eleições 2026. Na Coreia do Sul, onde a votação já foi encerrada devido à diferença de fuso horário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu a vitória com 56,94% dos votos válidos.

Do total de 216 votos válidos contabilizados no país asiático, Lula somou 123 sufrágios. Flávio Bolsonaro (PL) ficou na segunda posição, com 72 votos (33,33%).

A disputa pelo terceiro lugar registrou um empate triplo: Renan Santos, Ronaldo Caiado e o escritor Augusto Cury alcançaram 6 votos cada (2,78%). Na sequência, Rui Costa Pimenta, Zema e Samara registraram 1 voto cada (0,46%). Ao todo, a seção também contabilizou 10 votos entre brancos e nulos.

Resumo da votação na Coreia do Sul

  • Lula: 123 votos (56,94%)

  • Flávio Bolsonaro: 72 votos (33,33%)

  • Renan Santos: 6 votos (2,78%)

  • Ronaldo Caiado: 6 votos (2,78%)

  • Escritor Augusto Cury: 6 votos (2,78%)

  • Rui Costa Pimenta: 1 voto (0,46%)

  • Zema: 1 voto (0,46%)

  • Samara: 1 voto (0,46%)

  • Brancos e nulos: 10 votos

Apesar da divulgação antecipada desses boletins de urna locais, os resultados oficiais consolidados para todo o exterior e para o Brasil só serão oficializados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após o encerramento geral da votação, às 17h (horário de Brasília).

Com informações do G1

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Geral

VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Lula vence Flávio Bolsonaro na Austrália e Nova Zelândia


Fotos: Reprodução/ICL

Com a diferença de fuso horário, os primeiros resultados das Eleições 2026 começaram a ser divulgados pelos consulados brasileiros no exterior. Na Austrália e na Nova Zelândia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu vitorioso com ampla vantagem.

Na Austrália, onde foram computados cerca de 7,1 mil votos, Lula somou 57,4% da preferência do eleitorado, enquanto Flávio Bolsonaro obteve 30,7%. O desempenho de Flávio superou o percentual registrado por seu pai, Jair Bolsonaro, que marcou 28% no país durante o pleito de 2022, ano em que Lula havia conquistado 54% dos votos locais.

Na Nova Zelândia, a vantagem foi ainda mais expressiva: Lula venceu com cerca de 70% dos votos (234 de um total de 332 sufrágios), seguido por Flávio Bolsonaro, com 19%, e Renan Santos, que registrou um voto.

Crescimento exponencial do eleitorado fora do país

O cenário na Oceania reflete a expansão do voto brasileiro no exterior. Em apenas quatro anos, o número de eleitores aptos a votar fora do Brasil cresceu 32%, alcançando a marca histórica de mais de 918 mil eleitores em 2026.

Para efeito de comparação, o colégio eleitoral brasileiro no exterior já supera o total de eleitores de estados inteiros da federação, como Roraima (401,5 mil), Amapá (577,5 mil) e Acre (614,4 mil).

Ao todo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enviou urnas eletrônicas para 186 cidades em 134 países. Entre os maiores redutos de eleitores brasileiros fora do território nacional destacam-se: os Estados Unidos (liderando o volume geral), Portugal (com 134,8 mil eleitores inscritos) e o Japão, com 88,4 mil eleitores.

Com informações do ICL Notícias

Opinião dos leitores

  1. O que esse pessoal está fazendo fora do Brasil? Se Lula é o candidato deles, venham e vivam e aplaudam aqui no Brasil.

  2. é fácil votar em amigo de bandido quando a pessoa não está no Brasil convivendo com a violência né? não era pra ser permitido votar quem não vive aqui!

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ELEIÇÕES 2026: Guia prático com o que pode e o que não pode neste domingo


Foto: Reprodução/Internet

Milhões de brasileiros vão às urnas neste domingo (4) para o primeiro turno das Eleições 2026. A votação ocorre das 8h às 17h (horário de Brasília) e, para garantir que o processo ocorra de forma tranquila, o eleitor deve ficar atento a uma série de regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral.

Quem estiver na fila até as 17h terá garantido o direito de votar. Antes de sair de casa, vale conferir o local de votação (pelo portal do TSE ou aplicativo e-Título), separar um documento oficial com foto e preparar a tradicional “colinha”.

O que está em disputa na urna

Neste pleito, os eleitores votarão na seguinte ordem: Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Primeiro Senador, Segundo Senador, Governador e Presidente da República.

O que é permitido e o que é proibido na votação

Camisetas e manifestações:

É permitido usar camisetas, broches, adesivos ou bandeiras com preferências políticas. Contudo, a manifestação deve ser individual e silenciosa. Abordar eleitores para pedir votos, formar aglomerações com roupas padronizadas ou realizar carreatas e comícios é proibido.

Uso do celular:

O aparelho é proibido dentro da cabine de votação. O eleitor deve desligá-lo e deixá-lo no local indicado pela mesa receptora antes de votar, junto a máquinas fotográficas e filmadoras.

A “colinha” de papel:

É totalmente permitida e recomendada para agilizar a votação, desde que anotada previamente em papel.

Santinhos e propaganda:

A distribuição de santinhos e materiais de campanha no dia da eleição é crime (boca de urna). O “derrame de santinhos” nos arredores dos locais de votação também é rigidamente vedado.

Bebida alcoólica (Lei Seca):

Não existe uma regra nacional única. A proibição da venda e consumo depende de decretos locais de cada estado ou zona eleitoral (no Distrito Federal, por exemplo, não há restrição, enquanto no Ceará a venda foi proibida das 8h às 18h).

Documentação e justificativa

Para votar, é obrigatório apresentar um documento oficial com foto (como CIN, CNH, passaporte ou carteira de trabalho física). A carteira de trabalho digital e certidões não são aceitas. O título de eleitor não é obrigatório.

Quem não puder comparecer à votação deve justificar a ausência em até 60 dias após o pleito, preferencialmente pelo aplicativo e-Título, evitando multas e restrições burocráticas, como impedimentos para tirar passaporte ou assumir cargos públicos.

Com informações do Metrópoles

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Política

LOUCURA: Vantagem de Allyson cai 14 pontos em 7 dias e eleição fica completamente aberta, segundo pesquisa Quaest

Fotos: Divulgação

A nova pesquisa Quaest, divulgada neste sábado (3), mostra uma forte virada de cenário na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. Em pouco mais de uma semana, a vantagem de Allyson Bezerra (União Brasil) sobre Cadu de Lula (PT) caiu de 18 para apenas 4 pontos. Já contra Álvaro Dias (PL), a distância recuou de 21 para 7 pontos. Nos dois casos, a vantagem encolheu 14 pontos percentuais.

O movimento aconteceu dos dois lados: Allyson perdeu oito pontos, caindo de 39% para 31%, enquanto Cadu e Álvaro cresceram 6 pontos cada. O petista avançou de 21% para 27% e o candidato do PL passou de 18% para 24%.

A disputa pela segunda vaga no eventual segundo turno também pegou fogo. Cadu aparece com 27% e Álvaro tem 24%. Com margem de erro de dois pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

Na rodada de 25 de setembro, Allyson marcava 39%, Cadu tinha 21% e Álvaro aparecia com 18%. Agora, na pesquisa divulgada neste sábado (3), os números são 31%, 27% e 24%, respectivamente.

A Quaest ouviu 1.800 eleitores do RN entre os dias 2 e 3 de outubro. A pesquisa, encomendada pela Inter TV, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro RN-09644/2026 na Justiça Eleitoral.

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Geral

PESQUISA QUAEST: Allyson despenca oito pontos percentuais em uma semana, Cadu e Álvaro crescem e empatam na 2ª colocação

Fotos: Reprodução

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), véspera do 1º turno, mostra como está a disputa pelo governo do RN. O resultado mostra uma queda significativa das intenções de voto em Allyson Bezerra, que tinha 39% no levantamento divulgado no dia 25 de setembro, mas agora despencou para 31%.

Cadu de Lula e Álvaro Dias cresceram seis pontos percentuais no mesmo período e agora somam 27% e 24%, respectivamente, ficando tecnicamente empatados.

Veja o resultado com os votos totais, incluindo votos em branco, nulos e eleitores indecisos:

Allyson (UNIÃO): 31% (eram 39% em 25 de setembro)
Cadu de Lula (PT): 27% (eram 21%)
Álvaro Dias (PL): 24% (eram 18%)
Rodrigo Bolsonaro (AGIR): 1% (era 1%)
Professor Roberio Paulino (PSOL): 1% (era 0)
Arinalda do MLB (UP): 0 (era 0 )
Godeiro Linhares (DC): 0 (era 0)
Henrique Lyra (PCO): 0 (era 0 )
Dário Barbosa (PSTU): 0 (era 0)
Indecisos/não sabe/não respondeu: 2% (eram 10%)
Branco/nulo: 14% (eram 11%)

O levantamento foi encomendado pela Inter TV e ouviu 1.800 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o TSE: RN-09644/2026.

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Geral

PESQUISA QUAEST/2º TURNO: Flávio vira e aparece com 44%, contra 42% de Lula

Fotos: Reprodução

A última pesquisa Qauest antes do primeiro turno mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 44% das intenções de voto na segunda etapa do pleito, contra 42% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O cenário é de empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

No levantamento anterior, divulgado na segunda-feira (28/2), ambos tinham 42% e agora Flávio aparece numericamente à frente de Lula, no segundo turno, de acordo com a Quaest.

O instituto entrevistou 3.702 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro. O levantamento, contratado pelo jornal O GLOBO e a TV Globo, tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral sob o código BR-02197/2026.

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Geral

PESQUISA QUAEST/VOTOS VÁLIDOS: Flávio e Lula empatam tecnicamente no 1º turno

Foto: Ricardo Stuckert/PR – Charles Vieira/Flickr

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) mostra como está a disputa pela Presidência da República na véspera do 1º turno. O levantamento aponta empate técnico e provável segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Votos Válidos

  • Lula (PT): 46%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 45%
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 3%
  • Renan Santos (Missão): 3%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 3%
  • Clariana Barão (DC): 0
  • Edmilson Costa (PCB): 0
  • Hertz Dias (PSTU): 0
  • Leonardo Avalanche (PRTB): 0
  • Romeu Zema (Novo): 0
  • Samara Martins (UP): 0
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0

Votos válidos: É a forma como o TSE divulga o resultado oficial das eleições. São os votos dados nos candidatos. Esse cálculo deixa de fora os votos em branco e nulos e abstenções. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto

O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo e ouviu 3.702 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-02197/2026.

g1

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PESQUISA PALVER: Flávio têm 47% e Lula, 43% em 1º turno

Fotos: Roque de Sá/Agência Senado e Ricardo Stuckert/PR

Pesquisa da Palver divulgada hoje (3) mostra Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) empatados tecnicamente no primeiro turno, com o senador numericamente à frente. O filho ex-presidente Jair Bolsonaro tem 47% dos votos contra 43% do petista. No segundo turno, Flávio lidera.

Primeiro turno – estimulada

Flávio Bolsonaro (PL): 47% (eram 44% em 29 de setembro)
Lula (PT): 43% (eram 44%)
Renan Santos (Missão): 7% (eram 8%)
Augusto Cury (Avante): 1% (manteve)
Ronaldo Caiado (PSD): 1% (manteve)
Romeu Zema (Novo): 0% (era 1%)
Outros: 0%
Branco/nulo/não votaria: 0%
Indecisos: 0%

Segundo turno – Lula x Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro (PL): 49% (eram 47% em 29 de setembro)
Lula (PT): 44% (eram 45%)
Branco/nulo/não votaria: 6% (eram 7%)
Indecisos: 1% (manteve)

O levantamento entrevistou 5.000 eleitores por questionário online entre os dias 30 de setembro e 3 de outubro. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa no TSE é BR-00198/2026.

UOL

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