A Tribuna do Norte noticia nesta segunda-feira(16) que o Sindicato dos Trabalhadores dos Correios (Sintect-RN) anunciou que a categoria vai se reunir nesta terça-feira (17) para decidir sobre greve geral por tempo indeterminado.
Segundo a Tribuna do Norte, as reuniões acontecerão em Natal e Mossoró, às 19h e 18h, respectivamente. As assembleias se estenderão por todo o país e tem como ponto de discussão a proposta de privatização dos Correios.
Essa greve servirá apenas para deixar ainda mais óbvio que os Correios, da forma que estão, perderam sua utilidade junto à sociedade. Virou uma mera transportadora. E ruim.
Oxi, pra mim os correios vivem numa greve eterna, da até vontade de tirar uma FOTOGRAFIA e guardar de recordação se por acaso encontrar um carteiro nas ruas.
Na propaganda de privatização dos correios se fala em criação de dezenas de empregos com os correios passando pra iniciativa privada. TUDO MENTIRA, basta vê as empresas que foram privadas e quantos empregos foram fechados, tudo em nome do lucro maior. Aqui no RN temos muitos exemplos de privatização e de perdas de empregos e muitos pais e maes de familias que ficaram desempregados com as privatizações. Portanto em se falar em criar empregos é uma GRANDE MENTIRA.
A COSERN foi privatizada já faz tempo e melhorou MUITO. A telefonia, a nível nacional, é outro exemplo de como a privatização é benéfica na maioria dos casos. Evitam-se roubalheiras, desperdícios, vagabundagem (inclusive greves abusivas), cabides de empregos de políticos e melhora-se MUITO a eficiência e a qualidade do serviço prestado. Além do aumento de investimentos e dos avanços tecnológicos que vêm a reboque. O Estado deve permanecer apenas com as funções que lhe são próprias. O resto, privatiza.
Notícia-crime apresentada à PGR aponta suspeitas de tráfico de influência e obstrução de investigação; oposição na Câmara também ingressou com novo pedido de impeachment do ministro e afastamento do diretor-geral da PF. Foto: Reprodução
O líder da Oposição no Senado e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, Rogério Marinho (PL-RN), assinou nesta terça-feira (1º) notícia-crime apresentada à Procuradoria-Geral da República (PGR) que sustenta a necessidade de prisão preventiva e afastamento do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A representação também é subscrita pelo Partido NOVO e pelos deputados Marcel van Hattem (Novo-RS) e Cabo Gilberto Silva (PL-PB), líder da oposição na Câmara.
O documento pede a investigação de Moraes pela potencial prática dos crimes de tráfico de influência e obstrução de investigação de organização criminosa. A representação se baseia em elementos atribuídos a relatório da Polícia Federal sobre mensagens trocadas entre o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e Moraes. Segundo a peça, os diálogos indicariam tentativas de atuação junto a autoridades públicas em favor de Vorcaro e do banco, inclusive para retardar medidas no âmbito da Operação Compliance Zero.
A notícia-crime também relaciona esses diálogos ao contrato de prestação de serviços advocatícios firmado entre o Banco Master e o escritório da esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes. A representação sustenta, com base nas informações atribuídas à investigação da PF, que o próprio ministro teria participado da edição da minuta do contrato, originalmente estipulado em R$ 131 milhões, e aponta pagamentos de aproximadamente R$ 80 milhões durante sua vigência. Essas alegações integram a fundamentação dos requerentes e deverão ser objeto de apuração pelas autoridades competentes.
Ao defender a prisão preventiva, a representação argumenta que a permanência de Moraes em liberdade e no exercício do cargo representaria, na avaliação dos autores, risco à instrução das investigações. A peça invoca os requisitos previstos no Código de Processo Penal e pede também o afastamento cautelar do ministro do STF.
O senador Rogério Marinho e o líder da Oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva, também encaminharam ofício ao presidente do STF, Edson Fachin, solicitando a convocação de uma sessão presencial, pública e transparente do plenário para analisar os elementos apresentados pela Polícia Federal sobre as possíveis ligações entre Moraes e Vorcaro.
Em outra iniciativa, os líderes oficiaram ao presidente Lula solicitando o afastamento imediato e preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. O ofício cita mensagens nas quais Vorcaro teria manifestado a necessidade de obter a “proteção de Andrei e de Paulo”, referências associadas no documento a Rodrigues e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet. Para os parlamentares, o afastamento é necessário para preservar a independência e a credibilidade das investigações e não representa antecipação de responsabilidade.
Para a oposição, a dimensão das informações reveladas exige que nenhuma autoridade esteja acima da investigação e que todos os fatos sejam submetidos, com transparência, às instituições responsáveis por sua apuração. Paralelamente, o Partido NOVO e a Liderança da Oposição na Câmara apresentaram um novo pedido de impeachment de Alexandre de Moraes.
O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), avisou ao presidente da Suprema Corte, Edson Fachin, e ao próprio ministro Alexandre de Moraes que avançaria com a investigação sobre o Banco Master.
O primeiro a ser informado foi Fachin, no final de semana. Segundo relatos feitos à CNN, Fachin tentou contemporizar e até manifestou cautela sobre o conteúdo da investigação.
Na sequência, na segunda-feira (31) à tarde, Mendonça conversou com Moraes. Segundo relatos feitos à CNN, o diálogo foi direto, mas generalista.
Mendonça não contou a Moraes detalhes da investigação. E não informou que quebraria o sigilo antes da manifestação da PGR (Procuradoria Geral da República).
Por isso, a quebra do sigilo pegou de surpresa ministros da Suprema Corte. O episódio foi descrito por magistrados como “inédito”, com potencial de piorar a relação dentro do Poder Judiciário.
Nesta terça-feira (1), Fachin tem defendido em reservado uma reunião entre os magistrados da Suprema Corte para evitar que a crise interna abale ainda mais a imagem do Supremo Tribunal Federal.
No Palácio do Planalto, a avaliação é semelhante. O receio é de que o episódio gere uma turbulência política que prejudique o processo eleitoral deste ano.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, classificou como ilegal e passível de configurar abuso de autoridade o pedido do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça para mapear referências a autoridades na investigação do Banco Master, segundo apuração do UOL. Rodrigues também afirmou a interlocutores que a medida pode provocar nulidades no inquérito.
Mendonça pediu à PF, na semana passada, que produzisse um relatório com todas as menções encontradas no material apreendido ao ministro do STF Alexandre de Moraes, ao procurador-geral da República Paulo Gonet e ao próprio diretor-geral da corporação.
A divergência entre Mendonça e Rodrigues está em saber se a solicitação constitui uma nova investigação sobre Moraes. A avaliação do chefe da PF considera o entendimento de ministros do Supremo de que uma apuração contra um integrante da Corte depende de autorização do plenário.
O relatório produzido pela PF para o STF, que teve o sigilo retirado, reúne mensagens que indicam proximidade entre o banqueiro Daniel Vorcaro e Moraes. O material mostra que o ministro conversou com Vorcaro sobre a Operação Compliance Zero na véspera da prisão do banqueiro, quando as diligências ainda estavam sob sigilo.
“Se o Andrei conseguir atrasar pra outra semana, pois tem feriado, o banco não quebra”, disse Vorcaro a Moraes pouco antes de ser preso, segundo uma das mensagens.
As conversas também mostram que um contrato de R$ 131 milhões com o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro, foi fechado logo depois de duas reuniões presenciais entre Moraes e Vorcaro.
Natal se prepara para o feriadão de 7 de Setembro com expectativa de aumento na movimentação turística. Segundo projeção da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis no Rio Grande do Norte (ABIH-RN), a ocupação da rede hoteleira da capital deve alcançar aproximadamente 77% durante o período.
Neste ano, o feriado da Independência do Brasil será celebrado em uma segunda-feira, favorecendo viagens de curta duração. A expectativa também aponta para um período de maior movimentação no setor turístico fora dos meses tradicionalmente associados à alta temporada.
Para o prefeito de Natal, Paulinho Freire, a expectativa de uma cidade movimentada durante o feriado demonstra a importância do turismo para a economia e para a geração de oportunidades.
“Natal tem uma vocação turística reconhecida e continua mostrando sua capacidade de receber visitantes durante todo o ano. Um feriadão como o 7 de Setembro movimenta hotéis, restaurantes, comércio, serviços e diversos trabalhadores que dependem direta ou indiretamente do turismo. É uma cadeia que gera emprego, renda e oportunidades para os natalenses, e a Prefeitura segue trabalhando para fortalecer cada vez mais esse setor”, afirmou.
Além da projeção para a capital, os números para o Rio Grande do Norte também apontam um cenário de crescimento. A ocupação hoteleira projetada para o Estado passa de 62% em 2025 para 73% em 2026, um avanço de 11 pontos percentuais, equivalente a aproximadamente 17,7% de crescimento.
De acordo com o secretário municipal de Turismo, Sanclair Solon, os dados apontam para uma movimentação importante durante o feriadão.
“Os números mostram um cenário bastante favorável para Natal neste feriado. A projeção de 77% de ocupação hoteleira confirma que existe uma demanda importante pelo nosso destino, inclusive em períodos fora da alta temporada. O feriado prolongado também favorece o turismo de curta duração, especialmente o regional, e amplia a circulação de visitantes pela cidade. Para o trade, isso significa mais movimento e uma oportunidade concreta de aquecer a atividade turística e toda a cadeia que depende dela”, destacou.
A expectativa é de que o feriado prolongado contribua para a movimentação de diferentes segmentos do turismo em Natal, incluindo hotelaria, alimentação, passeios, transporte, comércio, serviços de receptivo e artesanato.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) maninfestou nesta terça-feira (1) pela nulidade da investigação comandada por André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que apontou relação entre o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.
Uma troca de mensagens entre Moraes e Vorcaro sinaliza que o ministro discutia com o ex-dono do Banco Master a possibilidade de a Polícia Federal (PF) deflagrar uma operação que teria o ex-banqueiro como alvo.
Os diálogos estão em um relatório enviado pela PF ao STF, que teve o sigilo retirado pelo ministro André Mendonça. O material também foi enviado para manifestação da PGR, agora divulgada.
No documento, o procurador-geral da República, Paulo Gonet faz críticas ao ministro André Mendonça.
“Se a autoridade policial deve interromper as suas investigações para que sobre elas delibere o órgão do Judiciário encarregado do julgamento, com maioria de razão não deve o relator admitir e nem determinar que um Colega da Corte seja escrutinado. Na realidade, o relator nem sequer detém competência para dirigir as ações policiais contra alvos que resolva mirar. Quem investiga, na fase pré-processual é polícia judiciária, cabendo ao Ministério Público, como órgão de acusação, com a titularidade única para propor a ação penal, igualmente buscar elementos de convicção”, diz o texto.
Alexandre de Moraes não tem mais condições de seguir como ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e deveria pedir exoneração do cargo, para o bem da própria Corte. As revelações feitas pelo Estadão de que Moraes ajudou a elaborar o contrato milionário entre o escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master, de Daniel Vorcaro, desmentem categoricamente que o ministro fosse alheio ao acerto e a todas as suas implicações éticas e legais.
Para começar, participar da elaboração de um contrato é exercício de advocacia, atividade incompatível com a magistratura. Mas as mensagens do celular de Vorcaro tornadas públicas hoje pintam um quadro muito mais grave. O banqueiro, pivô do maior escândalo da história do sistema financeiro nacional, tratava Moraes como alguém a quem podia recorrer para influir no curso de investigações. “Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei?”, perguntou, em referência ao procurador-geral Paulo Gonet e ao diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. Em outra mensagem: “Se o Andrei conseguir atrasar pra outra semana, pois tem feriado, o banco não quebra. Tenta chamar ele e sensibilizar isso se achar possível”. Dois dias antes de ser preso, Vorcaro perguntou: “Acha que segunda já tenho que estar fora?”.
Não se sabe o que Moraes respondeu. Pouco importa, porque já não se pode negar o que está diante dos olhos: um investigado por fraudes bilionárias buscava num ministro informação, orientação e intervenção sobre atos da PF e da Procuradoria-Geral da República (PGR), enquanto seu banco pagava somas exorbitantes ao escritório de sua família – contrato que tem as digitais do próprio Moraes.
Há perguntas que só uma investigação responderá. Moraes procurou Gonet? Falou com Andrei? Tentou retardar diligências? Transmitiu informações sigilosas? Dependendo das respostas, podem estar em jogo ilícitos de imensa gravidade, como prevaricação, advocacia administrativa, obstrução de justiça e corrupção passiva. Gonet não pode continuar tratando esse material como “insuficiente”, como já o fez no passado, sem cair ele mesmo em suspeição.
Gonet arquivou anteriormente uma representação contra o ministro. Agora surgiram evidências novas, e uma delas envolve o procurador-geral nominalmente: Vorcaro pedia a Moraes que recorresse ao próprio Gonet para conter a investigação. André Mendonça já cobrou esclarecimentos da PGR e avalia os próximos passos. Se isso ainda não basta para abrir uma investigação formal e independente, é difícil saber o que bastaria.
Investigar, porém, resolve apenas parte da crise. As suspeitas recaem justamente sobre o uso do poder que Moraes continua exercendo. O homem que lhe pedia ajuda para alcançar o chefe da PF e o procurador-geral era o dono do banco que despejava dezenas de milhões de reais no escritório de sua mulher. O ministro participou pessoalmente do contrato e agora pode ter de ser investigado pelas mesmas instituições sobre as quais Vorcaro esperava que ele exercesse influência. Essa situação é incompatível com a normalidade institucional.
Moraes tem direito à presunção de inocência, ao devido processo e a todas as garantias legais que tantas vezes negou a outros, mas essas garantias não obrigam o Supremo a carregar, por tempo indefinido, o peso de um ministro cuja permanência compromete a autoridade da própria Corte.
O STF já errou demais no caso Master. Dias Toffoli, que também mantinha negócios com Vorcaro, só deixou a relatoria do caso depois que sua posição se tornou insustentável. Agora a crise atinge Moraes em outro patamar – o mesmo ministro que tantas vezes invocou a defesa do STF e do Estado Democrático de Direito para justificar o exercício de seus poderes. Chegou a hora de demonstrar que seu compromisso com as instituições vale também quando o sacrifício é seu.
Moraes tem de deixar o Supremo. Sua responsabilidade criminal será apurada, mas a responsabilidade institucional já se impõe. Se ele se recusar a retirar esse peso da Corte, sua permanência terá de ser enfrentada por quem a Constituição encarregou de julgar crimes de responsabilidade de ministros do STF: o Senado. Defender o Supremo, agora, significa impedir que a crise de um ministro se torne a crise da instituição.
Os diálogos que vieram à tona entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, causaram extrema preocupação na campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As conversas foram reveladas pelo Estadão.
Desta vez, a gravidade do relatório da Polícia Federal detalhando mensagens trocadas entre Moraes e Vorcaro é tanta que o comitê de Lula ainda está à procura de uma estratégia para se afastar da crise. Agora, a guerra fratricida nas fileiras do STF ameaça explodir em várias direções da Praça dos Três Poderes e até paralisar votações de interesse do governo no Congresso.
Dizer que quem tem de prestar contas sobre a relação com Vorcaro é o candidato do PL, Flávio Bolsonaro – uma vez que até hoje não se sabe onde foi parar o dinheiro enviado pelo banqueiro para financiar o filme Dark Horse –, não é suficiente. Muito menos observar que o ministro do STF André Mendonça – antagonista de Moraes, o Xandão – atua com dois pesos e duas medidas por ter sido indicado para a Corte pelo então presidente Jair Bolsonaro.
A partir de agora, Moraes e o Supremo viraram o principal assunto da disputa eleitoral. Aliás, nada mais conveniente para Flávio do que o surgimento dessa troca de mensagens às vésperas do ato convocado por ele para 7 de setembro, na Avenida Paulista.
Embora o escândalo não se refira a Lula, o episódio serve de munição para Flávio e fortalece a defesa do impeachment de ministros do STF. O afastamento de magistrados precisa passar pelo crivo do Senado e candidatos a uma cadeira na Casa de Salão Azul que já adotam essa bandeira vão ampliar a ofensiva.
Mas como a campanha de Lula vai reagir ao ataque frontal a Moraes, relator das investigações que resultaram na condenação de Jair Bolsonaro pelos atos golpistas do 8 de Janeiro?
“Vale para o STF o que vale para todos. Se cometeu um crime, tem que ser investigado e tem que ser punido. Ninguém está acima da lei”, disse o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos.
Na prática, Boulos adotou o mesmo discurso que Lula tem empregado em relação a seu próprio filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, investigado em três inquéritos por suspeita de tráfico de influência no governo. Não quis, porém, jogar Moraes na fogueira.
“Eu não sou investigador da Polícia Federal, nem procurador de Justiça. Cabe (a nós) ver a investigação acontecer”, disse ele. “Acho que ninguém, em sã consciência, acha bom a imagem do Supremo ser vilipendiada”.
Lula chegou a se distanciar de Moraes, seu antigo aliado, após saber que o ministro atuou para barrar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, a uma cadeira no STF. Antes mesmo desse episódio, o presidente já havia dito ao ministro que ele deveria explicar o contrato milionário firmado pelo escritório de advocacia de sua mulher, Viviane Barci, com Vorcaro.
Tudo voltou a ser só sorrisos, porém, quando Moraes foi anfitrião de um jantar em sua casa, no início de agosto, para reaproximar Lula do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
A crise atual tem como agravante uma queda de braço entre Mendonça, o algoz de Moraes, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Resta saber o potencial de destruição dessa guerra.
O candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, voltou a defender o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O ex-governador de Minas Gerais passou a pedir também a prisão do magistrado. As declarações foram publicadas nesta terça-feira, 1º, no perfil de Zema no X (veja abaixo). A fala ocorreu depois da revelação de que Moraes editou uma versão do contrato de R$ 131 milhões firmado entre o escritório de sua mulher, Viviane Barci de Moraes, e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
“Esse projetinho de ditador nunca me enganou”, escreveu Zema. Segundo ele, a Polícia Federal teria demonstrado que Moraes editou o contrato “às 23h04, no mesmo sistema que ele usa pra despachar processo”.
Na mesma publicação, o candidato afirmou ainda que “Moraes teria pedido proteção pro Vorcaro” diretamente ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
A Justiça determinou que o Governo do Estado tome medidas para ampliar o efetivo da Polícia Civil. A decisão foi obtida pelo Ministério Público do RN diante do déficit de policiais que afeta o funcionamento da instituição.
O Governo do Estado terá que convocar os aprovados na terceira turma do Curso de Formação Profissional que ainda não foram nomeados, incluindo delegados, agentes e escrivães.
A decisão também determina o início da quarta turma de formação, com candidatos remanescentes aprovados no concurso realizado em 2020. Após a conclusão do curso, eles deverão ser nomeados.
O Governo do Estado também terá 180 dias para apresentar um plano de ação para preencher pelo menos metade dos cargos previstos na Polícia Civil.
A Polícia Civil do RN trabalha hoje com um efetivo abaixo do necessário. Levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta que apenas 34,7% dos cargos previstos estão ocupados. No total, são 1.788 policiais para um quadro previsto de 5.150, um déficit de 3.362 servidores.
A senadora Zenaide (PSD) aparece com 24,3% na soma do primeiro e do segundo voto** para o Senado, segundo pesquisa Media/O Potengi divulgada nesta terça-feira (1º). É mais uma pesquisa que coloca Zenaide dentro das duas vagas em disputa e aponta para a reeleição da senadora pelo Rio Grande do Norte.
Na soma das duas escolhas, Styvenson Valentim tem 33,5%, Zenaide 24,3% e Coronel Hélio 15%. A senadora aparece 9,3 pontos à frente do terceiro colocado, enquanto Samanda de Lula registra 12,3% e Rafael Motta, 8,5%. Como cada eleitor pode indicar dois nomes para as duas vagas, a soma reúne as duas escolhas feitas pelos entrevistados.
A pesquisa Media/O Potengi ouviu 2.000 eleitores presencialmente no Rio Grande do Norte, entre 25 e 30 de agosto de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-02043/2026.
Essa greve servirá apenas para deixar ainda mais óbvio que os Correios, da forma que estão, perderam sua utilidade junto à sociedade. Virou uma mera transportadora. E ruim.
Que aproveitem essa única oportinidade, pois depois da privatização se fizer greve vai pra rua por justa causa!! Privatização já!!
Oxi, pra mim os correios vivem numa greve eterna, da até vontade de tirar uma FOTOGRAFIA e guardar de recordação se por acaso encontrar um carteiro nas ruas.
Greve nos correios? Vai fazer uma falta! Kkkk
Na propaganda de privatização dos correios se fala em criação de dezenas de empregos com os correios passando pra iniciativa privada. TUDO MENTIRA, basta vê as empresas que foram privadas e quantos empregos foram fechados, tudo em nome do lucro maior. Aqui no RN temos muitos exemplos de privatização e de perdas de empregos e muitos pais e maes de familias que ficaram desempregados com as privatizações. Portanto em se falar em criar empregos é uma GRANDE MENTIRA.
A COSERN foi privatizada já faz tempo e melhorou MUITO. A telefonia, a nível nacional, é outro exemplo de como a privatização é benéfica na maioria dos casos. Evitam-se roubalheiras, desperdícios, vagabundagem (inclusive greves abusivas), cabides de empregos de políticos e melhora-se MUITO a eficiência e a qualidade do serviço prestado. Além do aumento de investimentos e dos avanços tecnológicos que vêm a reboque. O Estado deve permanecer apenas com as funções que lhe são próprias. O resto, privatiza.