Diversos

Corrupção, crise e populismo: esquerda latino-americana enfrenta desafios para se manter no poder

3qyzg8sq9n_9qwf1v64zc_fileCúpula do Mercosul do final de 2015, contou com o novo presidente da Argentina, Mauricio Macri; O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, não foi ao encontro no Paraguai. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O ano de 2015 foi marcado por intensos acontecimentos ao redor do mundo. Na Europa, 1 milhão de refugiados cruzaram as fronteiras com o Oriente Médio, fugindo da guerra civil na Síria. Na China, os altos índices de poluição têm mudado a rotina de toda a população. Os ataques terroristas na França e a ascensão do Estado Islâmico nos países árabes deixaram o mundo em alerta. Mas aqui, na América do Sul, a questão que tomou conta de 2015 foi outra: os governos de esquerda estão perdendo força. Mas, por quê?

A alta popularidade dos governos da Argentina, Venezuela e Brasil, que caracterizou o início do século 21, passou a cair. No dia 22 de novembro, o ex-prefeito de Buenos Aires, Mauricio Macri, venceu o candidato apoiado pela então presidente Cristina Kirchner nas eleições presidenciais argentinas. Macri faz parte do partido Proposta Republicana, de ideologia liberal-conservadora, contrariando a antiga preferência da sociedade que deu base para os doze anos de kirchnerismo — um governo “de esquerda”, que valorizava a intervenção do Estado na economia e os avanços sociais.

Foi também em 2015, mais especificamente em 6 de dezembro, que a oposição ao governo da Venezuela conquistou a maioria das vagas nas eleições legislativas para o Parlamento. Das 167 cadeiras disponíveis, 99 foram preenchidas por opositores de Nicolás Maduro, e apenas 46 por membros do governo — as 22 restantes ainda não foram definidas.

No Brasil, não é diferente. O ano foi marcado pelas intensas manifestações a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, herdeira do ex-presidente Lula — que governou com alto índice de aprovação durante boa parte dos seus dois mandatos. Além disso, a chapa da oposição foi eleita para compor uma comissão especial que vai analisar o processo de impeachment na Câmara dos Deputados.

Será o fim da tendência esquerdista na América do Sul? A especialista em organizações internacionais Natália Fingermann acredita que não.

— Assim como houve uma tendência aos regimes de esquerda, durante o início do século 21, é possível que essa preferência por governos mais conservadores seja apenas uma tendência também, e não uma situação instaurada.

Segundo Natália, a crise econômica pela qual passa os três países em questão colocou à prova a confiança nos governos.

— É um movimento histórico. Sempre que há crise em um país, a sociedade busca refúgio no conservadorismo.

Para a especialista, o sucesso econômico que a princípio se deu com a instauração dos governos de esquerda foram muito impulsionados por fatores externos da época: a guerra no Iraque aumentou os preços do petróleo da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) impulsionando a produção na Venezuela.

O crescimento da China e a necessidade do país por commodities, no início do século 21, fez com que o preço delas subisse muito, favorecendo o Brasil, que é forte produtor e exportador. A partir daí, o País passou a exportar commodities por um preço inferior ao ofertado pela China.

Natália ainda ressaltou que, hoje, a produção de xisto — uma alternativa ao petróleo —, nos Estados Unidos, fez com que a OPEP abaixasse o valor do produto para continuar na concorrência, prejudicando os negócios da Venezuela. Com a crise econômica que rege o mundo, a busca por commodities também diminuiu, uma vez que a demanda por produtos finais caiu bastante, interferindo nos negócios brasileiros.

O cientista político e professor de Relações Internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) Heni Ozi Cukier também relaciona a mudança na América do Sul à crise econômica. Contudo, ele acredita que o populismo — característico desses três governos — também chegou à exaustão.

— Populismo só funciona quando a economia vai bem. As políticas assistencialistas foram reduzidas com a crise, gerando descontentamento até mesmo dos principais apoiadores dos governos, que são as classes de baixa renda.

Para Cukier, o período de idolatria aos governos se desgastou com o tempo, ainda mais quando um dos países passou a ser dono da maior inflação do mundo — como é o caso da Venezuela — e os outros contam com índices absurdos e crescentes de desemprego.

A explosão dos escândalos de corrupção corre lado a lado com a má situação da economia, de acordo com o historiador Odilon Caldeira Neto. Para ele, o pouco controle e a maior liberdade dos governos de esquerda permitem uma maior transparência, fazendo com que casos como a corrupção na Petrobras, no Brasil, viesse à tona.

— No caso do Brasil, a população até aceitou o mensalão de 2005 porque os avanços sociais promovidos pelo governo Lula, como o extermínio da pobreza extrema, e as políticas assistencialistas contentavam as pessoas de menor renda. Além disso, a economia ia de vento em popa, o que agradava também aos mais ricos.

Legados

Iniciativas típicas da esquerda, as políticas assistencialistas e avanços nos direitos das minorias foram os principais legados desses governos. No Brasil, a miséria foi extinta; na Argentina, o casamento gay foi legalizado; na Venezuela, o governo de Hugo Chávez (que governou o país de 1999 a 2013, até sua morte) declarou guerra à discriminação de negros, índios, mulheres e pobres, dando lugar a todos eles no espectro político. As reformas na educação e na saúde também foram fatores importantes do governo chavista.

Agora, com a ascensão de um governo liberal-conservador na Argentina, uma possível eleição tucana em 2018, no Brasil e um avanço da direita na Venezuela, será possível saber se essas melhorias de cunho social realmente foram instauradas e concretizadas ou se vão retroceder. É devido a essa incerteza que Cukier afirma que ainda não se pode chamá-las de legado.

— Um legado é algo que se mantém vivo independentemente do que vier depois. Só saberemos disso quando acompanharmos a ascensão desses políticos mais conservadores na América do Sul. Se essas medidas permanecerem, teremos um legado da esquerda.

Influência no Brasil

O cientista político acredita ainda que o que está acontecendo na Venezuela e na Argentina pode sim ter um impacto no Brasil, principalmente na questão da opinião pública.

— Essa situação é similar à forma como ocorreu a Primavera Árabe. Algo se inicia em um país e quando você se dá conta, ele se expande a outros países. Os protestos que ocorreram no Brasil, contra o mundial de 2014, por exemplo, se deram devido à onda de manifestações que tomava conta do mundo.

Segundo Cukier, os brasileiros vão acompanhar as mudanças na Venezuela e na Argentina e chegarão à conclusão que o modelo de esquerda realmente se esgotou.

— Além disso, o baixíssimo índice de popularidade da Dilma não se compara com os índices de desaprovação de Kirchner e Maduro. O fim desses governos é uma tendência natural que vai reforçar a opinião pública, já manifestada nas ruas.

R7

Opinião dos leitores

  1. Macri foi eleito com uma margem muito pequena, assim como Dilma aqui no Brasil. E já no ínicio do seu mandato se encontra no meio de polêmicas e como a tentativa de impor membros da Suprema Corte por decreto e tentar revogar a lei dos meios (que quebrou monopolios midiaticos herdados pela ditadura militar na Argentina). Suas medidas ecônomicas já geram impacto as classes sociais mais abaixo da pirâmide social e isso para beneficios de curto prazo que se concentram aos grupos ligados ao mercado financeiro e especuladores. Seu governo é mais do que uma mudança na política regional, é um exemplo para as proximas eleições dos países da America do Sul; se fracassar (o que provavelmente irá!) dará mais força aos governos de esquerda no continente!

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Brasil

Anvisa revoga parte da suspensão de produtos da Ypê; veja lotes

Foto: Reprodução

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) revogou parte da suspensão de produtos da Ypê, restringindo a medida a lotes mais antigos de detergentes, desinfetantes e lava-roupas da marca.

A mudança foi publicada nesta 2ª feira (22.jun.2026) no Diário Oficial da União, por meio de 4 resoluções da agência. Três delas revogam trechos da decisão anunciada em 15 de junho, enquanto uma nova norma redefine quais produtos permanecem sob restrição.

Segundo a nota oficial, a Anvisa liberou produtos fabricados a partir de 1º de janeiro de 2026 que apresentaram resultados satisfatórios em análises laboratoriais. Por isso, a medida foi restringida aos produtos fabricados até o fim de 2025.

Eis a lista dos produtos liberados:

Lava-louças (detergentes) com enzimas ativas Ypê;
Lava-louças (detergentes) Ypê;
Lava-louças (detergentes) concentrado Ypê Green;
Lava-louças (detergentes) Ypê toque suave;
Desinfetante Bak Ypê;
Desinfetante Pinho Ypê.
Para os lava-roupas líquidos Tixan Ypê, a manutenção da restrição até março de 2026 está relacionada às ações previstas em um plano de gerenciamento e mitigação de risco apresentado pela fabricante à Anvisa.

Eis os produtos que continuam sujeitos à suspensão de comercialização, distribuição e uso:

Lava-louças Ypê com lotes terminados em “1” fabricados até 31 de dezembro de 2025;
Desinfetantes Bak e Pinho Ypê com lotes terminados em “1” fabricados até 31 de dezembro de 2025;
Lava-roupas líquidos Tixan Ypê com lotes terminados em “1” fabricados até 31 de março de 2026.
A orientação da Anvisa para os consumidores é verificar o número do lote impresso na embalagem dos produtos da Ypê.

Poder360

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Brasil

Cela que Bolsonaro ocupou é preservada na Papudinha para eventual retorno

Foto: Reuters

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve ocupar a mesma cela em que esteve no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como Papudinha, no complexo da Papuda, em Brasília, caso o ministro Alexandre de Moraes decida encerrar a prisão domiciliar temporária humanitária concedida.

A decisão completa os 90 dias definidos na quarta-feira (24), pois começou a valer com a alta do ex-presidente do hospital onde ficou internado após sair da prisão.

O espaço na Papudinha tem uma área, quarto, banheiro e cozinha separados. Ele é destinado a militares, ex-militares e presos vulneráveis.

A unidade foi preservada pela Polícia Militar do Distrito Federal para eventual retorno de Bolsonaro. Ela é higienizada e tem roupa de cama lavada em dias definidos pelos responsáveis. Segundo militares ouvidos pela reportagem, o espaço foi reservado “por precaução”.

Apesar da reserva, o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa foi alojado na mesma cela onde ficou Bolsonaro quando chegou à Papudinha. Com todas as outras lotadas, ele precisava de um espaço isolado para receber seus advogados em meio à negociação de uma proposta de delação premiada.

No mesmo local, mas em unidades separadas, estão o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-diretor-geral da PRF (Polícia Rodoviária Federal) Silvinei Vasques, também condenados no processo chamado de trama golpista.

CNN

Opinião dos leitores

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Cidades

Garis fazem paralisação em seis cidades do RN nesta segunda-feira (22)

Foto: Sérgio Henrique

Os garis paralisaram as atividades em seis cidades do Rio Grande do Norte nesta segunda-feira (22). A manifestação ocorre em outras unidades da federação para cobrar a aprovação do Projeto de Lei 4146/2020, que estabelece o piso salarial nacional da categoria.

A manifestação começou às 6h. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio, Conservação, Higienização e Limpeza Urbana do RN (Sindlimp), a categoria vai atuar com 40% do efetivo, respeitando a Lei de Greve.

Os garis buscam a aprovação de um projeto de lei de 2020 conhecido como PL dos Garis e Margaridas. Atualmente, o projeto aguarda apreciação no Senado.

A paralisação acontece em:

Natal;
Parnamirim;
São Gonçalo do Amarante;
Extremoz;
Ceará-Mirim;
Mossoró.

Segundo o Sindlimp, as atividades retornam ao normal na terça-feira. A princípio, explicou Milklenilson Leite, presidente do Sindlimp, a categoria não pretende realizar greve.

“A nossa PL já foi aprovada na Câmara dos Deputados e está no Senado esperando só ser pautada. Essa regulamentação da categoria é super importante porque há uma diferença gigantesca de piso de salário. Só aqui no RN são 4, 5 pisos. São seis tipos de vale. E isso acontece em todo o Brasil. E tendo em vista que o lixo é o mesmo, o trabalho é o mesmo. Então, o que que nós queremos? Regulamentar essa categoria”, falou Milklenilson Leite.

A recomendação do sindicato é para que as pessoas não coloquem o lixo para ser recolhido nesta segunda-feira.

“Vai estar comprometido. Então a gente pede à população que não coloque o lixo para fora hoje. Mas amanhã [terça-feira] volta ao normal”.

G1RN

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Política

Flávio Bolsonaro sobre eleição na Colômbia: “Direita segue triunfando”

Screenshot

Foto: Kebec Nogueira

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal nome do bolsonarismo na disputa pelo Planalto em outubro, parabenizou Abelardo de la Espriella (Defensores de la Patria, de direita) pela vitória nas eleições presidenciais da Colômbia. O resultado do peito é preliminar.

Flávio falou em espanhol e afirmou que a eleição representava a “vitória do bem sobre o mal”. “As agendas de direita continuam triunfando em toda a América, porque lutamos contra as organizações narcoterroristas, contra a corrupção, contra o aumento de impostos e para que nossas nações sejam livres e prósperas”, declarou o senador.

Se confirmado pela comissão eleitoral, Espriella assumirá o comando da Colômbia em 7 de agosto, quando sucederá o presidente de esquerda Gustavo Petro.

Metrópoles

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Mundo

Primeiro-ministro do Reino Unido renuncia e abre crise no governo britânico

Foto: Reprodução

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, anunciou nesta segunda-feira (22) sua renúncia ao cargo após 23 meses à frente do governo britânico, conforme informações do Poder360.

Segundo a declaração feita no número 10 da Downing Street, Starmer informou que já comunicou a decisão ao rei Charles III durante conversa realizada na manhã desta segunda.

O premiê afirmou que a saída ocorre após pressões internas dentro do Partido Trabalhista e uma crise política em seu governo, com setores da legenda defendendo a mudança de liderança.

Em pronunciamento oficial, Starmer declarou que aceita a avaliação de seu partido de que não seria o nome mais indicado para liderar os trabalhistas nas próximas eleições gerais.

“A pergunta que meu partido faz agora é se sou a pessoa mais indicada para nos liderar nas próximas eleições gerais. Ouvi a resposta do meu grupo parlamentar e a aceito de bom grado”, afirmou.

Ele acrescentou que todas as decisões tomadas tiveram como objetivo “colocar o país em primeiro lugar” e confirmou que deixará a liderança do partido.

TRANSIÇÃO DE PODER

De acordo com o cronograma citado no anúncio, o novo primeiro-ministro deve assumir em meados de julho, caso haja consenso interno, ou até o fim de agosto, caso seja necessária uma disputa interna no Partido Trabalhista.

Starmer também informou que permanecerá no cargo até a conclusão do processo de sucessão, garantindo uma transição considerada “organizada e sem interrupções” no governo britânico.

Ao final do discurso, o premiê afirmou que pretende deixar a política ativa em primeiro plano para dedicar mais tempo à vida pessoal, mencionando o papel de pai e marido como prioridade após sua saída do cargo.

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Política

Zenaide participa de tradicional almoço de São João Batista e reforça parceria com Assú

Foto: Divulgação

A senadora Zenaide Maia participou neste domingo do tradicional almoço de São João Batista, em Assú, um dos momentos mais simbólicos da festa do padroeiro da cidade, que celebra 300 anos em 2026.

“É o São João mais antigo do mundo. E aqui a gente encontra cultura, a conservação das nossas tradições, lazer e esperança”, afirmou a senadora.

Zenaide foi recebida pelo prefeito Lula Soares e pelo ex-prefeito Gustavo Soares, pré-candidato a deputado estadual. Os dois apoiam a pré-candidatura da senadora ao Senado.

No município, o mandato de Zenaide já destinou mais de R$ 27 milhões em recursos para as mais diferentes áreas.

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Geral

STF vê risco de constrangimento e ministros temem ser barrados em estádios da Copa nos EUA

Foto: Victor Piemonte/STF

Ministros do STF têm evitado planejar viagens para assistir aos jogos da Copa do Mundo nos Estados Unidos. O motivo é a incerteza sobre possíveis restrições de visto e o receio de serem barrados em aeroportos ou estádios devido a efeitos ainda não totalmente esclarecidos de sanções aplicadas no passado.

Segundo relatos internos, ainda não há confirmação oficial se os magistrados seguem, total ou parcialmente, sujeitos a eventuais restrições associadas à Lei Magnitsky, conforme a coluna Andreza Matais do Metrópoles.

Nos Estados Unidos, o governo de Donald Trump chegou a aplicar sanções ao ministro Alexandre de Moraes com base na legislação. Na ocasião, também houve restrições de visto a autoridades brasileiras, enquanto outros ministros, como Luiz Fux, André Mendonça e Nunes Marques, não teriam sido atingidos.

Embora parte das medidas tenha sido revista posteriormente após articulações diplomáticas envolvendo o presidente Lula, permanece a dúvida sobre a situação atual dos vistos de autoridades brasileiras, o que alimenta a cautela dentro do STF.

O ex-presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, chegou a comentar publicamente o tema, classificando a restrição de vistos como “desagradável” e afirmando que se trata de uma decisão soberana de cada país, ainda que considerada injusta por ele.

Opinião dos leitores

  1. Oxente! Xandão não manda no universo? Mandou prender e deportar nos EUA, Itália, Espanha, Argentina, etc. Por que teria problemas nos EUA? Que vergonha!!! Um integrante do STF temer visitar algum país democrático.

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Política

GASTO PÚBLICO: 94% do “pacote de bondades” de Lula fica fora do arcabouço fiscal

Foto: Reprodução

Um estudo aponta que a maior parte dos benefícios anunciados pelo governo federal não entra nas regras do arcabouço fiscal. As informações são da Revista Oeste.

Segundo levantamento do economista Marcos Mendes, pesquisador associado ao Insper, cerca de 94% das medidas do chamado “pacote de bondades” do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficam fora dos limites de controle de gastos.

O total anunciado pelo governo chega a R$ 187,2 bilhões entre janeiro e junho deste ano. Desse montante, aproximadamente R$ 176,7 bilhões não são contabilizados dentro das regras fiscais, segundo o estudo. Isso representa 94,3% das medidas analisadas.

Entre os programas citados estão iniciativas como o Move Brasil, Move Aplicativos, Desenrola Brasil, Gás do Povo, ampliação do Minha Casa Minha Vida, além de mudanças em tributos e liberação de recursos do FGTS.

O arcabouço fiscal, aprovado em 2023, estabelece limites para o crescimento das despesas públicas.

O estudo destaca que, apesar das regras, a maior parte das medidas recentes do governo acaba ficando fora desses limites formais de controle.

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Política

[VÍDEO] Cadu Xavier diz que é julgado por ser “branco, hétero e bonito”

Imagens: Reprodução/Mossoró Notícias

Oo pré-candidato ao Governo do RN, Cadu Xavier (PT), comentou sobre sua trajetória pessoal e disse que, em alguns momentos, já foi julgado de forma superficial. Segundo ele, a forma como é percebido por algumas pessoas pode estar relacionada também à sua aparência física.

“Eu sou um cara branco, hétero, tem gente que diz que eu sou bonito, mas a minha família é uma família muito humilde”, afirmou, em entrevista ao programa Frente a Frente, da TV Clube RN .

Cadu Xavier destacou ainda que vem de origem simples e que nem sempre sua história de vida é reconhecida à primeira vista. O pré-candidato integra o grupo político do PT no RN.

Opinião dos leitores

    1. Tem algo errado, para ser petralha raiz tem que ser gay, preto e outras costas mais!!@

  1. A minha família também me acha bonito rsrs
    O cara é político até na hora de se achar kkkkkk
    Outra coisa: o Cadú pode até ser de Lula (embora Lula não tenha derramado dinheiro no RN), mas claramente/obviamente o Cadú é de Fátima, secretário desde sempre da governadora (e ele esconde isso). Pq será?

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Esporte

Neymar treina com o grupo e se aproxima de estreia na Copa do Mundo

Foto: Rafael Ribeiro e Nelson Terme/CBF

Neymar voltou a treinar com o elenco da seleção brasileira neste domingo, no campo do Columbia Park, em Morristown, e avançou na preparação para uma possível estreia na Copa do Mundo, conforme informações do Estadão.

O atacante participou da atividade junto com os companheiros que foram ao gramado, em mais uma etapa do processo de recuperação de uma lesão na panturrilha.

Esta foi a terceira vez que Neymar treinou no campo com o grupo desde o início da preparação para o Mundial. A tendência é que ele fique à disposição no banco de reservas na partida contra a Escócia, na próxima quarta-feira, em Miami, pela última rodada do Grupo C.

Durante parte do treino aberto à imprensa, não houve esboço de equipe. Sete jogadores considerados titulares fizeram atividades na academia, entre eles Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Douglas Santos, Casemiro, Bruno Guimarães e Matheus Cunha.

A comissão técnica trabalha com a possibilidade de utilização gradual do atacante, dependendo do andamento da partida.

O Brasil precisa de uma vitória com boa margem de gols para tentar a primeira colocação do grupo, já que a disputa segue equilibrada na tabela.

Outro desfalque confirmado é Raphinha, que trata uma lesão muscular na coxa direita. Ele já iniciou o processo de recuperação e pode voltar apenas nas fases finais da competição, caso a seleção avance.

Com isso, Luiz Henrique surge como principal opção para a vaga, enquanto Rayan também aparece como alternativa no setor ofensivo.

 

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