Política

Damares demonstra força entre os mais pobres e acende alerta na esquerda

FOTO: MARCELO CAMARGO / AGÊNCIA BRASIL

Quarta-feira, dez horas da noite. Sob o olhar atento de seguranças, centenas de pessoas deixam o faraônico Templo de Salomão após mais um culto. Marcos Paulo, de 26 anos, está passando as férias com a família em São Paulo e não queria deixar de conhecer a sede mundial da Igreja Universal do Reino de Deus. “Sou cristão há menos de seis meses. Entrei na igreja através da minha família, porque percebi a mudança na vida dela. Eu estava num caminho meio perdido, não estava feliz”, conta o rapaz, oriundo do Mato Grosso do Sul e formado em Direito. “Ainda estou desempregado e estudando para concurso, mas Deus tem agido na minha vida”, completa. Por causa de seu contato com a Igreja Evangélica, conta que vem acompanhando o trabalho da pastora Damares Alves, atual ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do Governo Jair Bolsonaro. “Sou a favor de suas declarações, até porque ela é uma pessoa cristã, uma mulher de Deus, com uma visão do seio familiar. Ela tem tudo para fazer o país caminhar”, argumenta.

Na mesma linha opina Giovana Oliveira, de 27 anos. Ainda que ache que Damares soa às vezes “um pouco brusca demais”, acredita que seu trabalho tem tudo para dar certo, sobretudo se o Governo passe os recursos necessários para abrir “espaços de apoio” para as pessoas. Ela esclarece que não se trata de clínicas médicas, mas sim de lugares onde a pastores evangélicos possam oferecer algum tipo de apoio psicológico ou acolhimento para aqueles que precisam. “Por exemplo, se uma mulher está se separando, ela não vai poder se apoiar no marido. Se alguém está com depressão, com problemas com álcool ou drogas, ela precisa de ajuda… E quem dá esse apoio é a Igreja”, explica.

Damares, “mãe, pastora evangélica, educadora e advogada”, como se apresenta para seus mais de 680.000 seguidores do Twitter, assumiu seu cargo no ano passado dizendo que “o país é laico, mas esta ministra é terrivelmente evangélica”. Desde então vem ocupando o noticiário com declarações que atraem ultraje e aplausos e acenando com a aplicação de políticas conservadoras. A mais recente está relacionada a uma campanha voltada para jovens pregando a abstinência sexual. É com essa abordagem que ela pretende enfrentar problemas importantes, como a gravidez na infância e o aumento das doenças sexualmente transmissíveis entre os jovens. “O argumento que eu estou buscando é: uma menina de 12 anos não está pronta para ser possuída. Se vocês me provarem, cientificamente, que o canal de vagina de uma menina de 12 anos está pronto para ser possuído todo dia por um homem, eu paro agora de falar”, argumentou ao jornal Folha de S. Paulo neste domingo. Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, publicada também neste domingo, voltou a defender a política governamental: “Eu pergunto: que dano eu vou trazer para uma criança ao dizer para ela: ‘espera mais um ano’, ‘espera um pouquinho’?. Não vamos eliminar os outros métodos preventivos. Vamos continuar falando da camisinha; vamos continuar falando da pílula; vamos continuar falando dos outros métodos. O que a gente quer, aqui na lista de métodos (contraceptivos), é apresentar mais um. O não ficar agora. Esperar um pouco mais.”

As declarações de Damares dizendo não se opor a métodos contraceptivos se contradizem com a nota técnica preparada por sua pasta para orientar a campanha, a ser operacionalizada em conjunto com o Ministério da Sáude. De acordo com reportagem do jornal O Globo, a pasta sustenta em documento obtido pelo jornal que ensinar métodos contraceptivos para esse público “normaliza o sexo adolescente”. O texto diz ainda que a prática do sexo na pré-adolescência leva a “comportamentos antissociais ou delinquentes” e “afastamento dos pais, escola e fé”.

Para Valéria Vilhena, fundadora do grupo Evangélicas pela Igualdade de Gênero, alguns dos argumentos públicos de Damares ecoam e são de senso comum, mas as soluções que propõe, em sua visão, tenham mais a ver com a agenda conservadora de setores majoritários da Igreja Evangélica do que as práticas recomendadas por especialistas na matéria. “Olhando assim, quem é contrário a uma fala dessa? Ninguém. E é muito simples, dialoga muito bem com pessoas pouco escolarizadas, exatamente porque está fora do contexto”, explica. “Damares não leva em consideração dados e estudos que mostram que a maioria dos estupros ocorrem em meninas de até 13 anos. Quando falamos de gravidez precoce, não estamos falando de meninas que ainda são imaturas e que resolveram fazer sexo de maneira irresponsável. Estamos falando de meninas vulneráveis que sofrem abusos”, acrescenta. Vilhena opina que Damares é “uma figura perigosa” justamente porque “trata com deboche temas sérios”.

O resultado das declarações, ideias e políticas de Damares ainda não são mensuráveis, mas vem agradando parte significativa do eleitorado. É o que diz a mais recente pesquisa Datafolha, de dezembro, na qual Damares é aprovada por 54% do total de evangélicos do país ―eles representam hoje pouco mais de 30% da população brasileira, atrás apenas dos católicos, que ainda são 50% do total. A pesquisa vai além e mostra a pastora evangélica como uma ministra bastante popular, atrás apenas do ex-juiz Sergio Moro, que ocupa da pasta da Justiça, e à frente de Paulo Guedes, ministro da Economia. Conhecida por 55% da população, ela marcou 43% de ótimo bom, 27% regular e 26% ruim/péssima. “Ela é muito forte no Governo e dificilmente cairia. Mesmo que não seja um ícone, reconhecida por toda a população, sua trajetória evangélica traz sensação de reconhecimento”, explica Jacqueline Teixeira, doutora em antropologia social e pesquisadora do Núcleo de Antropologia Urbana da USP.

Mais: à diferença dos demais ministros, e guardadas as margens de erro diferenciadas de cada recorte, sua popularidade se distribui mais equilibradamente. Também é forte nos setores populares onde o lulismo é tradicionalmente mais relevante após a passagem do PT pelo Governo. Damares possui o apoio de 39% daqueles que tem renda familiar mensal de mais que dez salários mínimos, 43% de dois a dez salários e 42% entre aqueles com menos de dois salários mínimos. Para efeito de comparação, Sergio Moro, que possui 53% de aprovação na média geral, sobe a 73% na faixa de renda de mais de 10 salários mínimos e desce a 46% na fatia mais pobre. A ministra também pontua bem entre todas as faixas etárias e até entre aqueles que simpatizam com o Partido dos Trabalhadores (PT): 29% dos eleitores petistas também aprovam a ministra.

“Nem todo mundo que vota no PT é do PT. São pessoas que gostam do PT, que reconhecem e se identificam com o PT e o que foi feito, mas… A gente não pode dizer que é de direita, mas essa coisa do costume é algo muito forte. As pessoas ficam cegas diante disso”, explica a deputada federal Benedita da Silva, do PT carioca e frequentadora da Assembleia de Deus. Para Benedita, que atua como coordenadora nacional do núcleo evangélico do partido, Damares “se coloca no lugar da família ideal, da família perfeita, que o Governo fala que está ameaçada pela esquerda”. Um tema sensível tendo em vista que a população brasileira é, de forma geral, conservadora, ainda segundo a parlamentar.

Em defesa da mulher e da família

A antropóloga Teixeira, que mergulhou em projetos relacionados com questões de gênero e direitos reprodutivos dentro da Igreja Universal, e que agora vem se debruçando sobre a gestão de Damares, destaca a trajetória de vida e política da atual ministra. Ao contrário de outras membros do Governo, ela possui experiência no legislativo e na máquina pública. Foi secretária de assistência social de São Carlos, no interior de São Paulo, e durante os últimos 20 anos foi assessora parlamentar de deputados da bancada evangélica. Fundou a Anajure, associação de juristas cristãos com forte influência em Brasília, e envolveu-se diretamente em discussões sobre violência contra a criança e contra mulher ―sobretudo após a aprovação da lei Maria da Penha, a qual apoiou. Por outro lado, colocou-se como ferrenha militante anti-aborto e ajudou a difundir a ideia de que a educação sob o PT ensinava a chamada “ideologia de gênero”.

Em suma, Damares, de 55 anos, sempre foi o canal direto entre projetos produzidos no seio da Igreja e as pautas que circulavam no Parlamento. “Além de tudo, ela é mulher e filha de um pastor da Igreja missionário. Viveu em oito Estados do Brasil, o que também ajuda a produzir essa sensação de capilarização, de ressonância”, explica Teixeira. “Tudo isso ajuda a configurar essa aliança da atual gestão com os evangélicos e a conferir certa confiança desses setores populares com relação ao Governo”, acrescenta. “Mas essa aliança ainda é instável”.

Além de ser uma das duas mulheres a ocupar o primeiro escalão do Governo Bolsonaro, Damares é um dos membros mais estridentes dessa gestão. “Muitas pessoas tem dito que ela é louca, mas temos que tomar cuidado. Nesse exercício de transformar políticas de igreja em políticas públicas, ela consegue se comunicar com segmentos da população”, argumenta Teixeira. O EL PAÍS solicitou uma entrevista com a ministra, mas não obteve resposta até o fechamento desta reportagem.

Damares é um ponto fora da curva, mesmo dentro da bancada evangélica na Câmara. O grupo é formado majoritariamente por homens brancos conservadores e ricos, enquanto que a população protestante no Brasil é formada majoritariamente por mulheres pobres e negras. Pesquisadores vêm apontando que os evangélicos estão longe de ser um grupo homogêneo, com pensamento único ―o fato de Damares ser cristã e possuir uma trajetória política de décadas dificilmente explica por completo sua popularidade. De alguma forma, a ministra reflete as contradições e anseios desse contingente. Além de ser mulher, como a maior parte do país, foi vítima de violência sexual e doméstica quando criança. Não foge de abordar temas caros para setores progressistas, como o racismo e a causa indígena. Ao mesmo tempo que propõe a campanha pela abstinência sexual, irritando até pastores como Silas Malafaia, cita dados da Unicef sobre gravidez precoce ou estatísticas que mostram epidemias de doenças sexualmente transmissíveis, como a sífilis. E não diz ser contrária a que a educação sexual seja abordada nas escolas ―ainda que, na prática, especialistas digam que o atual governo vem freando avanços nessa área, quando, por exemplo, expõe veto a material que trate de diversidade sexual e de gênero.

“Querendo ou não, ela sempre trabalhou em assessorias voltadas para determinados direitos civis, diferentemente de outros membros do Governo. Então ela vai sempre ter uma posição minimamente mais humanizada ou moderadamente mais progressista que os demais, porque ela constituiu sua própria trajetória nessas discussões sobre direitos civis e humanos”, explica Teixeira. Além disso, Damares não raro diz ser uma mulher “empoderada”, passando a ideia de que enfrentou vários obstáculos e venceu todos eles antes de ocupar um cargo no primeiro escalão do Governo. “Essa dinâmica do empoderamento não está só com o feminismo e a esquerda. As igrejas, mesmo tendo que lidar com noção de submissão, precisa dar sentido, ressignificar essa palavra, mesmo você sendo uma mulher evangélica”, acrescenta a antropóloga.

Essa mesma mulher forte e empoderada é também a “mãe Damares” que reforça os valores da família tradicional diante de um mundo em constante mudança. Um medo dos recentes avanços que está relacionado, segundo Texeira, com as teologias “muito apocalípticas” que circulam e que “de alguma maneira estão remetendo a uma ideia final e de pensar em mecanismos de salvação, de políticas mais radicais”. Mas sua mensagem é também de cuidado e de acolhimento diante das dores cotidianas. “Na última campanha para a prefeitura do Rio, Marcelo Crivella [bispo licenciado da Igreja Universal e atual prefeito da capital fluminense] falava que iria ‘cuidar das pessoas’, enquanto Marcelo Freixo dizia que não iria cuidar, mas sim ‘trabalhar junto’. Mas as pessoas já trabalham demais, sofrem demais. Elas querem cuidado mesmo”, explica o professor e historiador João Bigon, evangélico da Igreja Batista e coordenador do Movimento Negro Evangélico no Rio de Janeiro.

Morador de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, além de mestrando em relações étnico-raciais, Bigon explica que a defesa dos valores familiares nem sempre está relacionado com uma ideologia conservadora. “As pessoas que moram em favelas e periferias muitas vezes só têm isso, a família. Para elas, a defesa da família muitas vezes não é uma questão ideológica, mas sim uma lógica de proteção”, argumenta. Ele conta que muitas mulheres buscam igrejas justamente em contexto de fragilidade familiar: por exemplo, quando está sofrendo violência doméstica e teme denunciar para a polícia, quando o marido está abusando do álcool, o filho está na vida do crime… “E a mulher busca no sagrado um reforço para unir uma família. Ela luta o tempo todo pra trazer esse filho ‘desgarrado de valores cristãos’ e a igreja muitas vezes consegue resgatá-lo. Ela diz que é pecado beber, usar droga, cria uma mentalidade que faz com que se afaste disso tudo”, explica Bigon. A antropóloga Teixeira segue na mesma linha: “A defesa da família está focada no único lugar possível existência. Ela simboliza uma espécie de segurança dentro de territórios pós-coloniais como o nosso, permeados pela sensação de violência, vulnerabilidade e instabilidade”.

Por sua vez, o antropólogo Lucas Bulgarelli usou o Twitter para lançar pistas dos motivos pelos quais o discurso sobre abstinência pode se mostrar atrativo até para pais que não se consideram conservadores. “A ideologia de gênero tem sido uma das ferramentas mais bem sucedidas da direita no Brasil. Ao disputar o sexo e o gênero no campo da política, oferece uma compreensão de mundo bastante útil para quem questiona se está sendo um bom pai ou mãe. Porque [isso] localiza as dificuldades sobre o sexo e a sexualidade como um elemento externo ao núcleo familiar e contrário a seus valores. Um mal, portanto, que vem de fora para dentro por contaminação, podendo, por consequência, ser combatido”, escreveu Bulgarelli.

Vinculado também a movimentos sociais progressistas, Bigon lembra de alguns debates que vivenciou com não-evangélicos. Como quando um vídeo que viralizou nas redes mostrava uma Damares relatando ter visto Jesus em um pé de goiaba no momento em que se pensava em se matar. “Aquilo virou meme, muitos riram e inclusive passaram a duvidar de sua sanidade mental”, recorda. “E eu disse: não podemos tratar dessa forma uma experiência que foi só dela, porque essa experiência, por mais absurdo que pareça, vai de encontro ao coração de muitos brasileiros que vão dizer que já aconteceu algo parecido. É a experiencia de fé do indivíduo e com o que ele acredita”, prossegue.

Incômodo progressista

Nas eleições de 2006 e 2010, a maior parte da população protestante votou nos candidatos do PT ―que mantinha uma aliança pragmática com lideranças evangélicas― nas eleições presidenciais. Algo que mudou sensivelmente nas eleições de 2014, quando a maioria apoiou o tucano Aécio Neves. Mas a distância aumentou radicalmente em 2018, quando cerca de 70% dos eleitores evangélicos apoiaram Bolsonaro. Em entrevistas recentes, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem defendendo que seu partido se empenhe em reconquistar essa importante fatia do eleitorado.

“Eu assisti, na cadeia, a muito culto, muita gente rezando. E eles estão entrando na periferia, porque o povo, quando está desempregado e necessitado, a fé dele aumenta”, afirmou o petista ao portal UOL neste domingo. “Acho que o papel do Estado é ser laico, não ter uma posição religiosa. Mas o que o PT tem que entender é que essas pessoas estão na periferia, oferecendo às pessoas pobres uma saída espiritual, uma saída que mistura a fé, com o desemprego, com a economia”, complementou. “As pessoas estão ilhadas na periferia, sem receber a figura do Estado. E recebem quem? De um lado, o traficante que está na periferia. De outro lado, a Igreja Evangélica, a Igreja Católica, que também tem uma atuação forte ainda”.

A deputada petista Benedita da Silva faz uma autocrítica ao admitir que em determinados aspectos o PT deixou de dialogar diretamente com os evangélicos. Ela argumenta, no entanto, que o caminho para reverter isso não passa por usar o púlpito para fazer política. “O PT tem um projeto de inclusão social. Temos que falar sobre emprego, violência, políticas públicas”, opina. Também destaca que a disputa não deve se dar com a religião em si, mas com instituições religiosas que possuem um projeto de poder. “Temos que deixar claro que a fé é algo de cada um e que será sempre respeitada”. Questionada sobre como a esquerda vai abraçar as pautas feminista e LGBT ao mesmo tempo que dialoga com evangélicos conservadores, insiste em dizer que “a base da discussão e da formação política não deve estar voltada para a questão da fé, mas para os direitos individuais e coletivos, para a prática do dia a dia e não para a teoria”.

Isso significa, por exemplo, deixar claro que “ninguém vai obrigar um pastor a realizar em sua igreja um casamento homoafetivo”, um tema que “deve ser tratado no âmbito civil, não da fé”, segundo explica Valéria Vilhena, do Evangélicas pela Igualdade de Gênero. “Não podemos deixar toda essa comunidade fora do diálogo, nos fechar e achar que são todos ignorantes, desprezando a capacidade de pensarem e também de saírem do senso comum”, opina.

Em outras palavras, explica a antropóloga Teixeira, “é preciso não demonizar a pessoa evangélica”. “Precisamos dar nome aos problemas, e o problema é o Silas Malafaia, é Bolsonaro… Mas uma pessoa que decide professar uma fé evangélica não é alguém que podemos necessariamente colocar 100% na direita conservadora ou como apoiadora do nazismo, porque elas são permeadas por muitas outras camadas e pertencimentos religiosos e políticos”, explica. “E se a maioria é formada por mulheres negras, a quem é que estamos nominando quando dizemos que evangélico é isso ou aquilo?”, questiona. E conclui: “Precisamos ter uma postura que dê espaço para entender um pouco como essas pessoas estão pensando em relação à política sem necessariamente elegê-las como inimigos. Elas existem, mas existe um contingente imenso que está vivenciando isso sem necessariamente optar por um lado ou outro. Essas pessoas fazem uma leitura da política que não necessariamente é a do pastor. Elas também têm discernimento, e a partir disso precisamos pensar em pedagogias de diálogo e de troca de conhecimento”.

El País

Opinião dos leitores

  1. Lavagem CEREBRAL…..PORQUE NAO DIZER O DIABO ENGANOU, PORQUE NAO SE SENTIRES ENGANADO! ESSA TURMA ALIENA OS BOBOES E OS BOBOES SE ARRASTAM E EMPOBRECEM ACREDITANDO EM MILHAGRES …..SAIAM DAS IGREJAS….E CREIAM EM DEUS….

  2. Essa é fruto do "#ela não", idealizado pela esquerdalha, que debocharam e satirizaram a ministra, tudo que é execrado pelos petralhas, crescem na aprovação popular, a exemplo do #ele não. A falta de credibilidade da esquerda está cada dia mais potencializado

  3. Parabéns à ministra, que está se mostrando mais uma excelente escolha do presidente. E, de quebra, sua simples presença no ministério está escancarando a hipocrisia e inotlerância dessa esquerdalha com quem pensa de forma diferente. Se um esquerdopatas tem o direito de fazer chacota com Jesus Cristo, porque a ministra não poderia defender aquilo em que acredita? E o presidente está sendo absolutamente honesto com o que propôs na campanha eleitoral. Finalmente, um presidente eleito que CUMPRE com suas promessas. Ele foi eleito prá fazer exatamente o que está fazendo. Essa foi a vontade democrática do povo brasileiro. Só falta a esquerdalha aceitar. Dói menos e não atrapalha.

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Cidades

VÍDEO: Trampolim da Vitória repudia depredação de ônibus durante protesto em Natal

Vídeo: Divulgação

A empresa Trampolim da Vitória informa que um ônibus de sua frota foi depredado durante o protesto registrado na noite desta quarta-feira (11), nas proximidades da Avenida do Contorno, na Zona Leste de Natal.

O veículo operava a linha “D” (Parque Industrial/Natal) quando foi atingido durante a manifestação realizada na região do Passo da Pátria. Os danos causados ao ônibus exigirão a retirada temporária do veículo de operação para realização de reparos.

Levantamento preliminar realizado pela empresa aponta que o custo estimado para recuperação do veículo é de aproximadamente R$ 40 mil. Entre os danos identificados estão avarias estruturais e substituição de componentes atingidos durante o episódio, especialmente vidros das janelas.

A Trampolim da Vitória repudia atos de depredação contra veículos do transporte coletivo. Os ônibus integram o sistema de mobilidade utilizado diariamente por trabalhadores, estudantes e moradores de diversos municípios da Região Metropolitana de Natal.

Episódios dessa natureza afetam diretamente a prestação do serviço, com impacto na circulação de linhas, na disponibilidade de veículos e no atendimento à população que depende do transporte público para deslocamentos diários.

Diante do ocorrido, a empresa também reforça a necessidade de ampliação de políticas públicas voltadas à proteção do transporte coletivo no Rio Grande do Norte. A operação do sistema envolve motoristas, passageiros e patrimônio que circulam diariamente em diferentes regiões do estado e precisam de maior atenção do poder público com URGÊNCIA.

O setor de transporte enfrenta desafios relacionados à segurança operacional, ao respeito aos veículos em circulação e à necessidade de ações coordenadas entre empresas e poder público para garantir condições adequadas de funcionamento do sistema.

A Trampolim da Vitória informa que continuará acompanhando a situação e adotando as providências necessárias para restabelecer a operação do veículo afetado.

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Brasil

QUAEST: 72% avaliam que STF “tem poder demais”; 18% discordam

Foto: Ueslei Marcelino

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (12) mostra que 72% dos brasileiros concordam com a afirmação “o STF (Supremo Tribunal Federal) tem poder demais”.

São 18% os que discordam dessa concepção, enquanto 2% não concordam nem discordam. Outros 8% não souberam ou não responderam.

A sondagem ocorre em meio à pressão sobre o STF diante das investigações envolvendo o esquema de fraudes do Banco Master, de Daniel Vorcaro. O empresário, atualmente preso, teria ligações com os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, que integram a Suprema Corte.

O instituto ainda questionou os entrevistados sobre outras três afirmações:

“É importante votar num candidato ao Senado comprometido com o impeachment de ministros do STF”

66% concordam
22% discordam
2% não concordam nem discordam
10% não sabem ou não responderam

“O STF é aliado do governo Lula”

59% concordam
26% discordam
3% não concordam nem discordam
12%não sabem ou não responderam
“O STF foi importante para manter a democracia no Brasil”

51% concordam
38% discordam
2% não concordam nem discordam
9% não sabem ou não responderam

Metodologia
A pesquisa Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 6 e 9 de março, por meio de entrevistas face a face e via questionários. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05809/2026.

CNN

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Economia

Bares e restaurantes do RN sentem queda nas vendas e 25% já operam no prejuízo

Foto: Magnus Nascimento

Quase metade dos bares e restaurantes do Rio Grande do Norte registrou queda no faturamento em janeiro. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no estado, 45% dos empresários tiveram retração nas receitas em comparação com dezembro, enquanto 40% apontaram crescimento e 13% relataram estabilidade.

O estudo também mostra que um em cada quatro estabelecimentos operou no prejuízo no primeiro mês do ano, o equivalente a 25% do setor — índice levemente acima da média nacional, que ficou em 23%. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 de fevereiro e 3 de março e acendeu um alerta para o desempenho financeiro do segmento.

De acordo com o presidente da Abrasel no estado, Thiago Machado, o início do ano costuma ser mais difícil para o setor. Ele aponta fatores como viagens para o litoral, Carnaval e a concentração de despesas típicas do período — como IPTU, IPVA e volta às aulas — que acabam reduzindo o consumo em bares e restaurantes.

Outro fator que pesa é o cenário econômico. Para o economista Helder Cavalcanti, a taxa básica de juros elevada e mudanças no comportamento do consumidor influenciam diretamente o movimento nos estabelecimentos. Segundo ele, parte do público tem priorizado hábitos mais saudáveis ou reduzido gastos com alimentação fora de casa.

Apesar do início de ano mais apertado, representantes do setor acreditam em recuperação ao longo de 2026, impulsionada por feriados prolongados e eventos como a Copa do Mundo. A expectativa é que o movimento volte a crescer já nos próximos meses, especialmente em cidades como Natal, onde restaurantes e serviços de delivery começam a retomar o fluxo habitual de clientes.

Com informações da Tribuna do Norte

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Política

STF já obrigou instalação de CPI e precedente pode destravar investigação do caso Master

Foto: Antonio Augusto/STF

Decisões anteriores do Supremo Tribunal Federal indicam que há base jurídica para a abertura de uma CPI no Congresso destinada a investigar o chamado caso Master. Precedentes da Corte reforçam que, cumpridos os requisitos constitucionais, a instalação da comissão não pode ser barrada pela maioria parlamentar.

O exemplo mais recente ocorreu em 2021, quando o tribunal determinou a criação da CPI da Pandemia no Senado Federal. Na ocasião, o ministro Luís Roberto Barroso concedeu decisão liminar obrigando o então presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, a instalar a comissão para apurar ações e omissões do governo de Jair Bolsonaro durante a pandemia de Covid-19.

A decisão acabou confirmada pela maioria do STF poucos dias depois. Sete ministros que votaram a favor da abertura da CPI continuam atualmente na Corte, entre eles Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

No julgamento, Barroso ressaltou que a criação de CPIs é um direito das minorias parlamentares e depende apenas de três requisitos previstos na Constituição: assinatura de um terço dos parlamentares, definição de fato determinado a ser investigado e prazo para funcionamento da comissão.

Além desse caso, o STF também possui precedentes semelhantes. Em 2005, a Corte determinou a instalação da CPI dos Bingos para investigar o escândalo do mensalão, e em 2006 declarou inconstitucional uma regra da Assembleia Legislativa de São Paulo que exigia votação em plenário para autorizar a criação de uma CPI. As decisões reforçam o entendimento de que o direito de investigação do Parlamento não pode ser bloqueado por manobras políticas.

Com informações da CNN

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Política

Cunhado de Vorcaro movimentou em 7 meses valor 200 vezes superior à renda declarada

Foto: Gabriel Reis/Valor

Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras apontou que o empresário Fabiano Zettel movimentou R$ 99,2 milhões em apenas sete meses, valor considerado incompatível com sua renda declarada. Segundo o documento, a média mensal de transações foi de R$ 14,1 milhões — mais de 200 vezes superior aos R$ 66 mil que ele informou receber por mês.

As informações constam em um Relatório de Inteligência Financeira que também identificou duas transferências de R$ 750 mil cada, totalizando R$ 1,5 milhão, para o empresário Luis Roberto Neves, irmão de um servidor do Banco Central do Brasil que atuava na fiscalização do Banco Master. A instituição pertence ao banqueiro Daniel Vorcaro, cunhado de Zettel.

De acordo com o Coaf, o padrão de movimentação sugere que a conta pode ter sido utilizada para o trânsito de recursos de terceiros, com transferências que entram e saem rapidamente e sem causa aparente. Investigadores suspeitam que Zettel atuava como operador financeiro de Vorcaro no suposto esquema investigado.

Zettel e Vorcaro foram presos preventivamente na última semana por decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Segundo o magistrado, há indícios de que o empresário participava da intermediação de pagamentos e da criação de mecanismos para viabilizar transferências financeiras dentro da organização investigada.

O relatório também aponta outras transações consideradas suspeitas, incluindo repasses milionários para empresas ligadas ao esquema, um piloto de avião e uma joalheria de luxo em São Paulo. A defesa de Vorcaro nega irregularidades e afirma que o banqueiro sempre colaborou com a Justiça, enquanto os advogados de Zettel dizem não ter tido acesso ao documento.

Com informações do jornal O Globo

Opinião dos leitores

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Geral

Na ONU, Janja discursa sobre violência digital contra mulheres e cobra punição às big techs

Foto: Cláudio Kbene/PR

A primeira-dama Rosângela Lula da Silva discursou nesta quarta-feira (11) na Organização das Nações Unidas, em Nova York, durante o evento “Regulação, proteção e justiça: respostas à violência digital de gênero contra mulheres”. A agenda foi promovida pelo Ministério das Mulheres e teve como foco o combate à violência contra mulheres nas plataformas digitais.

Durante a fala, Janja afirmou que a internet tem se tornado “terra sem lei” e criticou o crescimento do discurso conhecido como “red pill” nas redes sociais. Segundo ela, conteúdos misóginos que circulam online acabam ultrapassando o ambiente digital e influenciando comportamentos violentos na vida real.

A primeira-dama também acusou grandes empresas de tecnologia de priorizarem lucros em vez da segurança das mulheres. Ela citou como exemplo uma tendência no TikTok que, segundo afirmou, incentiva agressões contra mulheres que rejeitam investidas masculinas.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Janja disse que o tema a afeta pessoalmente, relatando já ter sido alvo de ataques virtuais diversas vezes. Ela também pediu que o Congresso brasileiro avance na aprovação de regras para responsabilizar plataformas digitais por conteúdos violentos ou criminosos.

A participação da primeira-dama ocorre no contexto do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, iniciativa anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste ano. A proposta prevê a criação de um comitê com representantes de diferentes áreas para coordenar políticas públicas de combate à violência contra mulheres no país.

Com informações do Poder360

Opinião dos leitores

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Geral

Suspeição de Toffoli vale para todas as ações do caso Master no STF

Foto: Evaristo Sá/AFP

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, declarou-se suspeito para julgar todas as ações relacionadas ao caso envolvendo o Banco Master. Segundo o próprio magistrado, a decisão foi tomada por “questões de foro íntimo” e vale para processos atuais e futuros sobre o tema.

A informação é da colunista Manoela Alcântara, do portal Metrópoles. Com isso, Toffoli também ficará de fora da análise do referendo na Segunda Turma do STF sobre a prisão do empresário Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira investigada.

O ministro já havia deixado a relatoria do inquérito relacionado ao caso no mês passado. Após sua saída, o processo foi redistribuído para o ministro André Mendonça, que também integra a Segunda Turma da Corte.

Vorcaro foi alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. A investigação apura suspeitas de crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos. O banqueiro está preso na Penitenciária Federal de Brasília por decisão de Mendonça.

Antes de se declarar suspeito no caso da prisão de Vorcaro, Toffoli também havia se afastado da análise de um mandado de segurança que pede a instalação de uma CPI para investigar relações entre o Banco Master e o Banco de Brasília. Após a declaração de suspeição, o processo foi redistribuído ao ministro Cristiano Zanin.

Opinião dos leitores

  1. Cristiano zanin, outro integrante da quadrilha dos PTralhas. Foi o maior defensor de LULADRAO, na lava jato, petrolão, mensalão……portanto, será mais um crime impune, que esse comparsa irá livrar os envolvidos.

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Política

Após pesquisa, aliados de Lula admitem “cochilo”, enquanto Flávio vê estratégia dando resultado

Foto 1: Estadão Conteúdo / Foto 2: Senado

O empate entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro em um cenário de segundo turno apontado por pesquisa da Genial/Quaest provocou reações distintas nas duas pré-campanhas para as eleições presidenciais.

Nos bastidores, aliados de Lula admitem que o governo teve um “cochilo” neste início de ano eleitoral. A avaliação é que o Palácio do Planalto falhou em criar uma agenda positiva e acabou abrindo espaço para que o adversário ganhasse terreno no debate político.

Segundo interlocutores ouvidos pela CNN Brasil, o governo também não conseguiu reagir com força às crises exploradas pela oposição, como o escândalo envolvendo descontos irregulares no Instituto Nacional do Seguro Social e a fraude financeira associada ao Banco Master.

De acordo com a pesquisa mais recente, Flávio Bolsonaro aparece com 41% das intenções de voto em um eventual segundo turno, empatado numericamente com Lula. No levantamento anterior, realizado em fevereiro, o petista tinha 43% contra 38% do senador.

Entre aliados do presidente, a estratégia agora seria reagir em duas frentes: enquanto o governo tenta fortalecer ações positivas na gestão, o Partido dos Trabalhadores deve intensificar críticas ao senador, que tem buscado construir uma imagem mais moderada do que a do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Já no entorno de Flávio Bolsonaro, a leitura é de que a estratégia adotada pelo parlamentar começa a surtir efeito. Aliados avaliam que o crescimento nas pesquisas reflete justamente um discurso considerado menos radical e o aumento da visibilidade nacional desde que seu nome passou a ser tratado como principal representante do bolsonarismo na disputa presidencial.

A pré-campanha do senador também comemora o avanço entre eleitores independentes e entende que o resultado reforça a viabilidade eleitoral da candidatura. Nos próximos dias, Flávio Bolsonaro deve iniciar uma série de viagens pelo país, com agendas previstas no Nordeste e no Sul.

Com informações da CNN

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Esporte

América empata no tempo normal, perde nos pênaltis para o Volta Redonda e está fora da Copa do Brasil

Foto: Raphael Torres / @raphaatorres

O América Futebol Clube deu adeus à Copa do Brasil após ser derrotado pelo Volta Redonda Futebol Clube nas cobranças de pênaltis. Depois de empate por 0 a 0 no tempo normal, a equipe potiguar acabou superada por 5 a 3 nas penalidades, encerrando sua participação na competição.

Durante boa parte da partida, o Volta Redonda teve maior controle do jogo e criou as melhores oportunidades ofensivas. O cenário ficou ainda mais complicado para o time potiguar quando o meia Alisson Taddei precisou deixar o campo ainda no primeiro tempo por lesão, reduzindo a capacidade de criação da equipe.

Sem conseguir produzir muito no ataque, o América contou com uma atuação segura do goleiro Renan Bragança para manter o placar zerado. O arqueiro foi decisivo em finalizações perigosas de MV e também em uma jogada criada por Luciano Naninho na segunda etapa.

A principal oportunidade do América surgiu em uma bola parada. O capitão Souza cobrou escanteio e o atacante Salatiel apareceu na pequena área, mas não conseguiu completar para o gol. Foi um dos poucos momentos de perigo criados pelo time durante os 90 minutos.

Nas cobranças de pênaltis, o primeiro erro americano acabou sendo decisivo. Souza parou na defesa do goleiro Felipe Avelino, enquanto o Volta Redonda converteu todas as suas cobranças, garantindo a classificação.

A eliminação também marca o fim da participação dos clubes do Rio Grande do Norte na Copa do Brasil deste ano. Antes do América, o Laguna Futebol Clube caiu na primeira fase diante do Maguary Esporte Clube, enquanto o ABC Futebol Clube foi eliminado pelo Madureira Esporte Clube na segunda fase.

Com informações do GE

Opinião dos leitores

  1. Ditado antigo, quando não empata, perdi, pelo amor de Deus, alegria de fracos dura pouco, é abc, é América, times q não conseguem passar confiança pra torcida, não tem um histórico de positivo ao longo dos anos, tira jogador, bota jogador, lamentável, joga pelada de bairro, de praia, melhor ficar só aqui no estado msm, lamentável.

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Geral

EUA avaliam voltar a sancionar Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky

Foto: Antonio Augusto/STF

O governo do presidente Donald Trump estuda a possibilidade de voltar a aplicar sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, com base na chamada Lei Magnitsky.

A informação é da colunista Andreza Matais, do portal Metrópoles. Moraes chegou a ser sancionado pelo governo dos Estados Unidos em julho de 2025, medida que impôs restrições para uso de serviços de empresas americanas e determinou o congelamento de eventuais ativos e propriedades vinculadas ao ministro no país. A punição também foi estendida à advogada Viviane Barci de Moraes e a uma empresa ligada a ela, o Lex Instituto de Estudos Jurídicos. As sanções foram suspensas em dezembro do mesmo ano.

De acordo com informações obtidas junto a fontes ligadas ao governo americano, a possibilidade de retomar as punições voltou a ser discutida nos últimos meses dentro da administração Trump. O acompanhamento da atuação de Moraes estaria sob responsabilidade de Darren Beattie, assessor sênior do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Recentemente, Moraes autorizou Beattie a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em uma ala do Complexo da Papuda, em Brasília. A visita faz parte da agenda do representante americano na capital federal, onde também deve se reunir com políticos de oposição.

Nos bastidores, uma das principais fontes de tensão entre Moraes e o governo Trump envolve a relação do ministro com grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos, conhecidas como “Big Techs”. Em 2024, Moraes determinou a suspensão da rede social X no Brasil por 39 dias, após disputas judiciais com a plataforma controlada pelo empresário Elon Musk.

A visão do ministro sobre a regulação das plataformas digitais também é alvo de críticas nos EUA. Em seu livro Democracia e Redes Sociais: Desafio de Combater o Populismo Digital Extremista, lançado em 2024, Moraes defende a criação de regras mais rígidas para responsabilizar empresas de redes sociais por conteúdos impulsionados por seus algoritmos. O governo americano avalia que esse tipo de abordagem pode representar riscos à liberdade de expressão e influenciar debates jurídicos em outros países.

Opinião dos leitores

  1. Nunca deviam ter retirado, ouvindo lorota do chefe da quadrilha. Que volte urgente e confisque tudo conseguido com maracutaia.

  2. Tinha que ser o cabeça de ovo e mais uns cinco, que deveriam sofrer essas sanções. Pois é cada um pior que o outro.

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