
As denúncias envolvendo o Partido Comunista do Brasil (PC do B) estão se descentralizando da figura do ministro dos Esportes, Orlando Silva, e atingindo outros cardeais do partido.
Os nomes do governador do D
istrito Federal, Agnelo Queiroz, e da deputada federal pelo RS Manuela D’Avila foram lançados no suspeito lamaçal que teria sido orquestrado a partir do desvio de verbas do programa “Segundo Tempo”, do Ministério dos Esportes.
Contra Manuela pesam acusações de que o PCdoB desviou RS 1 milhão para patrocinar sua campanha à Prefeitura de Porto Alegre, em 2008.
O partido alega que os recursos eram próprios. A Justiça investiga o caso.
Já Agnelo, que foi ministro dos Esportes, enfrenta uma acusação mais robusta.
Na semana passada, subiu ao STJ, em segredo de justiça, um processo que investiga sua ligação aos desvios da pasta.
Agnelo Queiros foi ministro entre 2003 e 2006, tendo como secretário executivo Orlando Silva, que o substituiu quando ele deixou o PCdoB, se filiou ao PT e disputou o governo do DF.
As denúncias de corrupção foram feitas pelo policial João Dias Ferreira. Todos os envolvidos rebatem as acusações.
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