Diversos

Deputados aprovam projeto Aero RN de iniciativa do Governo, considerado incentivo na competição para sediar o HUB da LATAM

Os deputados aprovaram por unanimidade projeto de lei do Governo do RN que altera a Lei 9.994, de 2015, a fim de aperfeiçoar o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Aeroportuário do RN (Aero-RN). Também foi aprovado na sessão plenária desta quarta-feira (22) o projeto que institui no sistema de transporte intermunicipal o Serviço de Transporte Público Complementar de Passageiros (STPC-RN), de iniciativa do deputado Nélter Queiroz (PMDB) e subscrita por outros deputados.

“O setor do turismo tem resistido à crise econômica. E com mais este estímulo terá como promover alinhamentos para a manutenção do destino Rio Grande do Norte estar sempre em destaque”, salienta Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa.

Com relação ao Aero-RN, as modificações inseridas pelo Executivo objetivam garantir uma maior segurança jurídica à concessão dos benefícios fiscais, que passarão a ser indicados expressamente na legislação e servirão para fomentar o desenvolvimento das atividades aeroportuárias do Estado e dos negócios a elas relacionados. O projeto é mais um diferencial do RN na competição para sediar o HUB da LATAM.

“Esse projeto pretende dar mais condições de competição ao nosso Estado. É um grande diferencial para reforçar a competitividade e a intenção do Rio Grande do Norte em sediar o Hub da companhia aérea LATAM. Ficaremos à frente de Pernambuco e Fortaleza na disputa, o que irá fomentar o crescimento econômico e o desenvolvimento do turismo potiguar”, afirmou o líder do Governo na Casa, deputado Dison Lisboa (PSD). O parlamentar disse o substitutivo aprovado hoje na Casa aperfeiçoa a matéria e estabelece melhor os benefícios concedidos.

De acordo com a mensagem, o Governo poderá conceder incentivos financeiros e fiscais nas operações que apresentarem como destinatária empresa de transporte aéreo inscrita no Cadastro de Contribuintes do RN (CCE) sob um dos códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE).

O projeto inclui a isenção nas saídas de querosene de aviação (QAV) para fins de abastecimento de aeronaves destinadas a “voo de fretamento” doméstico de passageiros e redução a zero da base de calculo do ICMS nas operações que apresentarem como destinatária empresa de transporte aéreo e nas saídas interestaduais de aeronaves, suas partes e peças. A deputada Márcia Maia (PSDB) votou favorável e ressaltou a importância da matéria, mas ressaltou que diante da queda no número de passageiros, o RN realmente se recupere nesta questão.

Transporte

Na discussão do projeto do transporte complementar, os deputados enfatizaram que a Assembleia Legislativa cumpriu seu papel, mas há a necessidade do Governo regulamentar a matéria. “Votando, resolvemos o problema da Assembleia, mas é preciso que o Executivo regulamente a matéria, então sugiro que se forme uma comissão de usuários e empresários para que ocorra a regulamentação, que é a questão central para o projeto sair do papel”, alertou o deputado Fernando Mineiro (PT). Márcia Maia fez a mesma observação acerca do papel do Executivo. Na sessão plenária os parlamentares também aprovaram projeto de lei 049/2016, que altera a redação do parágrafo do 46, da lei 9.278, de dezembro de 2009, de iniciativa do Tribunal de Justiça do RN.

ALRN

Opinião dos leitores

  1. Nota do Comando da Aeronáutica sobre a extinção do COMAR II
    (Publicado no Blog do Poder Aereo em 18 de junho de 2016, http://www.aereo.jor.br/2016/06/18/nota-do-comando-da-aeronautica-sobre-a-extincao-do-comar-ii/)

    Prezado Alexandre Galante,

    A respeito da notícia “Extinção do Segundo Comando Aéreo Regional (COMAR II)“ (http://www.aereo.jor.br/2016/06/08/extincao-do-ii-comando-aereo-regional-ii-comar/), publicada no dia 8 de junho, é importante esclarecer alguns pontos sobre o processo de reestruturação da Força Aérea Brasileira (FAB) e a lotação de militares no estado de Pernambuco.

    É certo que, conforme o projeto “Força Aérea 100”, voltado para o aprimoramento da gestão da Força Aérea Brasileira até o seu aniversário de 100 anos, daqui a 25 anos, haverá mudanças em unidades militares e também uma redistribuição de efetivos no território nacional. O foco será fortalecer a atividade-fim da instituição, que é a defesa do espaço aéreo, otimizando recursos e ampliando a presença onde se faz mais necessário.

    Esse é um dever da Força Aérea Brasileira com todos os brasileiros para garantir a segurança do espaço aéreo e ajudar a coibir crimes como o tráfico internacional de drogas. Para isso, a redistribuição de efetivos é prevista na Estratégia Nacional de Defesa, que enxerga o papel atual e futuro das Forças Armadas brasileiras. De fato, a presença em cidades como Recife, Natal e Fortaleza remete à criação da FAB, em 1941, em meio da Segunda Guerra Mundial, com voltado para a chamada Batalha do Atlântico, diferente, portanto, do cenário estratégico do Século XXI.

    Vale salientar, contudo, que a redução de efetivo no Recife não se dará conforme publicado pelo jornal Folha de Pernambuco.

    Ao contrário do divulgado, o efetivo da Força Aérea Brasileira na cidade não é superior a sete mil servidores. Na realidade, este número se refere a todos os militares da área do Segundo Comando Aéreo Regional (II COMAR), que envolve os estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Menos da metade deste número trabalha na capital pernambucana.

    Além disso, o processo de reestruturação não irá afetar o Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA III), a maior unidade atualmente sediada no Recife. Também é previsto manter o Hospital de Aeronáutica e a Odontoclínica de Aeronáutica de Recife, unidades fundamentais para apoiar o contingente de militares da ativa e inativos que residem na região, além de dependentes e pensionistas. Da mesma forma, não haverá alterações nos efetivos sediados em Fernando de Noronha e em Petrolina.

    A Base Aérea do Recife também não será desativada. O efetivo será reduzido, contudo, será mantida a capacidade de apoiar desdobramentos de unidades aéreas e todas as operações a serem realizadas na região. ÁREAS MILITARES, COMO AS OCUPADAS PELO PARQUE DE MATERIAL DE AERONÁUTICA DO RECIFE, JÁ DESATIVADO, DEVERÃO PASSAR PARA ADMINISTRAÇÃO DE OUTROS ÓRGÃOS DA UNIÃO. [Será que da INFRAERO/LATAM por exemplo?]

    É IMPORTANTE SALIENTAR QUE ESSA TRANSFERÊNCIA DE ÁREA PATRIMONIAL VIABILIZARÁ A AMPLIAÇÃO DO AEROPORTO INTERNACIONAL DO RECIFE/GUARARAPES – GILBERTO FREYRE, ALGO PRIMORDIAL PARA ALAVANCAR O DESENVOLVIMENTO DE TODO O ESTADO DE PERNAMBUCO. Áreas também poderão ser cedidas para o poder público estadual e municipal, mediante permutas ou compensações.

    Por fim, cabe ressaltar que a reestruturação da Força Aérea Brasileira atende às demandas de todos os brasileiros, que contarão com uma Força Aérea mais capacitada, mais operacional e ainda mais focada em servir à população.

    Atenciosamente,

    Brigadeiro do Ar Ary Soares Mesquita
    Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

    Acho que a bola da vez/favorita hoje, na atual conjuntura política, para sediar o HUB da LATAM, seja Recife, apesar que ainda continuo na torcida pelo Aeroporto de Natal/São Gonçalo do Amarante/RN

  2. Prezado Alexandre Galante,

    A respeito da notícia “Extinção do Segundo Comando Aéreo Regional (COMAR II)“ (http://www.aereo.jor.br/2016/06/08/extincao-do-ii-comando-aereo-regional-ii-comar/), publicada no dia 8 de junho, é importante esclarecer alguns pontos sobre o processo de reestruturação da Força Aérea Brasileira (FAB) e a lotação de militares no estado de Pernambuco.

    É certo que, conforme o projeto “Força Aérea 100”, voltado para o aprimoramento da gestão da Força Aérea Brasileira até o seu aniversário de 100 anos, daqui a 25 anos, haverá mudanças em unidades militares e também uma redistribuição de efetivos no território nacional. O foco será fortalecer a atividade-fim da instituição, que é a defesa do espaço aéreo, otimizando recursos e ampliando a presença onde se faz mais necessário.

    Esse é um dever da Força Aérea Brasileira com todos os brasileiros para garantir a segurança do espaço aéreo e ajudar a coibir crimes como o tráfico internacional de drogas. Para isso, a redistribuição de efetivos é prevista na Estratégia Nacional de Defesa, que enxerga o papel atual e futuro das Forças Armadas brasileiras. De fato, a presença em cidades como Recife, Natal e Fortaleza remete à criação da FAB, em 1941, em meio da Segunda Guerra Mundial, com voltado para a chamada Batalha do Atlântico, diferente, portanto, do cenário estratégico do Século XXI.

    Vale salientar, contudo, que a redução de efetivo no Recife não se dará conforme publicado pelo jornal Folha de Pernambuco.

    Ao contrário do divulgado, o efetivo da Força Aérea Brasileira na cidade não é superior a sete mil servidores. Na realidade, este número se refere a todos os militares da área do Segundo Comando Aéreo Regional (II COMAR), que envolve os estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Menos da metade deste número trabalha na capital pernambucana.

    Além disso, o processo de reestruturação não irá afetar o Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA III), a maior unidade atualmente sediada no Recife. Também é previsto manter o Hospital de Aeronáutica e a Odontoclínica de Aeronáutica de Recife, unidades fundamentais para apoiar o contingente de militares da ativa e inativos que residem na região, além de dependentes e pensionistas. Da mesma forma, não haverá alterações nos efetivos sediados em Fernando de Noronha e em Petrolina.

    A Base Aérea do Recife também não será desativada. O efetivo será reduzido, contudo, será mantida a capacidade de apoiar desdobramentos de unidades aéreas e todas as operações a serem realizadas na região. ÁREAS MILITARES, COMO AS OCUPADAS PELO PARQUE DE MATERIAL DE AERONÁUTICA DO RECIFE, JÁ DESATIVADO, DEVERÃO PASSAR PARA ADMINISTRAÇÃO DE OUTROS ÓRGÃOS DA UNIÃO. [Será que da INFRAERO/LATAM por exemplo?]

    É IMPORTANTE SALIENTAR QUE ESSA TRANSFERÊNCIA DE ÁREA PATRIMONIAL VIABILIZARÁ A AMPLIAÇÃO DO AEROPORTO INTERNACIONAL DO RECIFE/GUARARAPES – GILBERTO FREYRE, ALGO PRIMORDIAL PARA ALAVANCAR O DESENVOLVIMENTO DE TODO O ESTADO DE PERNAMBUCO. Áreas também poderão ser cedidas para o poder público estadual e municipal, mediante permutas ou compensações.

    Por fim, cabe ressaltar que a reestruturação da Força Aérea Brasileira atende às demandas de todos os brasileiros, que contarão com uma Força Aérea mais capacitada, mais operacional e ainda mais focada em servir à população.

    Atenciosamente,
    Brigadeiro do Ar Ary Soares Mesquita
    Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

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Brasil

“A ELEIÇÃO ACABOU”: Tarcísio diz que entendo “o sentimento de Flávio”, mas pede para “respeitar o resultado das urnas”

Foto: Fábio Tito/g1

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), se distanciou da contestação de Flávio Bolsonaro (PL) e afirmou nesta quarta-feira (28) que o resultado das eleições precisa ser respeitado.

“A eleição acabou e agora é preciso olhar para a frente. Entendo o sentimento de Flávio, entendo sua indignação e sua revolta, e esse sentimento é o de muitos brasileiros também. Mas o caminho é respeitar o resultado das urnas e seguir em frente”, declarou Tarcísio ao Estadão.

A manifestação ocorreu após Flávio divulgar uma carta na qual se declarou o “verdadeiro presidente eleito” e chamou o resultado do segundo turno de fraude, sem apresentar provas. Posteriormente, o senador apagou a primeira versão e substituiu a expressão por “líder do Brasil”.

Tarcísio defendeu uma oposição forte, mas atuando dentro das instituições. Segundo ele, o momento exige “responsabilidade, serenidade” e respeito ao processo democrático.

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Mundo

[VÍDEO] “NÃO VOU ME ENVOLVER”: Trump evita apoiar Flávio como “verdadeiro presidente” do Brasil


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, evitou apoiar nesta quarta-feira (28) a declaração de Flávio Bolsonaro (PL) de que seria o “verdadeiro presidente” do Brasil.

Questionado por um jornalista se concordava com a afirmação, Trump respondeu: “Não vou comentar isso. Nós demos a ele uma autorização para entrar no país. Mas não vou me envolver”.

Apesar de se afastar da autoproclamação, Trump voltou a classificar as eleições brasileiras como “muito estranhas”, sem apresentar provas de irregularidades.

Flávio utilizou as expressões “verdadeiro presidente do Brasil” e “presidente eleito” na primeira versão de uma carta divulgada nas redes sociais. Posteriormente, apagou a publicação e substituiu os termos por “líder do Brasil”.

 

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Política

Em nova versão da carta divulgada após chegar aos EUA, Flávio retira trecho em que se autoproclamava o “verdadeiro presidente” e afirma que é o “líder do Brasil”

Wagner Meier/Getty Image

O senador Flávio Bolsonaro recuou e alterou o texto de uma carta divulgada nesta quarta-feira (28), retirando o trecho em que se autoproclamava “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Na nova versão do documento, o parlamentar passou a se apresentar como “líder do Brasil”.

A primeira versão do manifesto havia sido divulgada logo após o desembarque do senador nos Estados Unidos acompanhado de sua família. No texto original direcionado à comunidade internacional e aos seus eleitores, o candidato derrotado no segundo turno usava a expressão de autoproclamação para questionar o resultado das urnas, em um movimento alinhado ao discurso do ideólogo Steve Bannon.

O recuo na carta ocorre no momento em que o próprio Partido Liberal e o candidato a vice na sua chapa, deputado Alfredo Gaspar, já reconheceram formalmente a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chancelada pelo Tribunal Superior Eleitoral e por diversos chefes de Estado ao redor do mundo.

Alfredo no entanto, atribuiu ao que chamou de “sistema” a derrota para o presidente Lula. Ele afirmou que o grupo enfrentou perseguições e defendeu a continuidade da atuação política no Congresso.

Com informações do Metrópoles

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Política

Dos EUA, Flávio lança candidatura de Rogério Marinho para a Presidência do Senado

Carlos Moura/Agência Senado/Waldemir Barreto/Agência Senado

Flávio Bolsonaro (PL) lançou o senador Rogério Marinho (PL-RN) como seu candidato à Presidência do Senado. O anúncio aparece na carta divulgada nesta quarta-feira (28) pelo senador após a sua chegada aos Estados Unidos.

No documento, Flávio se dirige aos parlamentares e governadores ligados ao seu grupo político e cita diretamente o senador potiguar: “Em especial ao meu candidato à Presidência do Senado, Rogério Marinho”.

Flávio também afirma que pretende liderar dos Estados Unidos a oposição ao quarto governo Lula. “Liderarei a oposição daqui. Direi o que vocês, aí, não podem dizer, e assumirei os riscos que vocês não podem correr”, escreveu.

Rogério coordenou a campanha presidencial de Flávio e ocupa posição central na articulação nacional do PL. A candidatura à Presidência do Senado, porém, ainda precisará ser oficializada e submetida à votação dos senadores.

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Em carta, Flávio agradece a Milei e Trump e diz ter recebido apoio dos governos dos EUA e da Argentina

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Política

Em carta, Flávio agradece a Milei e Trump e diz ter recebido apoio dos governos dos EUA e da Argentina

Reprodução

Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em nota divulgada inicialmente pelo comentarista Paulo Figueiredo e depois publicada nas redes sociais do ex-presidenciável, que recebeu apoio após deixar o Brasil com a família rumo aos Estados Unidos. O senador agradeceu diretamente aos presidentes Javier Milei da Argentina e Donald Trump dos EUA.

“Queria agradecer ao presidente Milei pela coragem, senso de justiça e legalidade, ao presidente Trump e ao maravilhoso povo americano por me acolher”, declarou.

Flávio não detalhou no documento como Milei teria ajudado em sua saída. Em relação aos Estados Unidos, o senador foi mais direto. Ele agradeceu “ao presidente Trump e ao governo americano” por receberem sua família e oferecerem, segundo suas palavras, a “segurança jurídica que não temos mais no Brasil”.

Trump declarou que aprovou a entrada de Flávio no país. Autoridades americanas também informaram que o governo emitiria vistos para o senador, a esposa e as duas filhas.

Flávio atravessou a fronteira com a Argentina na noite de terça-feira (27), embarcou para o Equador e chegou a Miami na manhã desta quarta-feira (28). A viagem ocorreu após ele deixar de entregar seus passaportes à Polícia Federal e descumprir a proibição judicial de sair do Brasil.

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Golpe

URGENTE: Após chegar aos EUA, Flávio se autoproclama “presidente eleito”, diz que foi perseguido e que não fugiu, mas saiu do país para lutar pela democracia

Foto: Ricardo Arduengo/AFP

O comentarista Paulo Figueiredo divulgou nesta quarta-feira (28) uma nota de três páginas atribuída a Flávio Bolsonaro (PL). No documento, o senador contesta o resultado das eleições, chama-se de “verdadeiro presidente eleito do Brasil” e afirma que permanecerá nos Estados Unidos para comandar a oposição.

Flávio agradece aos presidentes Donald Trump e Javier Milei pelo suposto apoio e acusa o Judiciário de perseguição política. Ele também sustenta que houve fraude eleitoral e abuso de poder político e econômico em favor da chapa Lula-Alckmin.

“Quero dizer […] que eu sou o presidente eleito”, diz um trecho. Em outro, Flávio afirma: “Não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil”. Ele também confirma que levou a família para os Estados Unidos. O texto ainda cita Rogério Marinho como candidato à Presidência do Senado e promete liderar a oposição do exterior.

A nota questiona ainda a prorrogação do horário de votação no último domingo (25), mas oficiais do TSE mostram que 34.393 votos foram registrados depois das 17h, o equivalente a 0,03% do total, número insuficiente para alterar o resultado.

O PL já reconheceu formalmente a vitória de Lula. Divulgada inicialmente pelo comentarista Paulo Figueiredo, a nota foi posteriormente publicada pelo próprio Flávio Bolsonaro em suas redes sociais.

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Geral

PF suspeita que Flávio Bolsonaro tenha entrado na Argentina por outro caminho

famiFoto: Eva Marie Uzcategui/Reuters

A Polícia Federal investiga se o senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado na eleição presidencial, viajou de Brasília para a Argentina em um avião privado antes de embarcar com a família para os Estados Unidos. A suspeita é de que ele tenha entrado no país vizinho antes do horário registrado pelas autoridades migratórias argentinas.

De acordo com informações divulgadas pela colunista Malu Gaspar, de O Globo, um jato Cessna Citation Excel, prefixo PR-AAA, pertencente ao advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio, saiu de Brasília às 5h de terça-feira (27) e pousou em San Fernando, nos arredores de Buenos Aires, às 8h40.

A PF apura se a aeronave foi usada para levar o senador à Argentina, de onde ele teria seguido para Puerto Iguazú. O deslocamento terrestre entre San Fernando e a cidade fronteiriça supera 1.200 quilômetros e pode levar pelo menos 13 horas. De avião, o percurso dura cerca de duas horas.

A Direção Nacional de Migrações da Argentina informou que Flávio, a mulher e as duas filhas entraram no país por terra às 22h50 de terça-feira. Menos de uma hora depois, às 23h30, embarcaram em um Gulfstream G400 com destino aos Estados Unidos. O avião fez escala em Guayaquil, no Equador, e seguiu para Miami, onde a família chegou nesta quarta-feira (28).

A aeronave evitou o espaço aéreo brasileiro, sobrevoando Paraguai, Bolívia e Peru. A PF ainda investiga como Flávio chegou a Puerto Iguazú e se o registro de entrada na Argentina ocorreu depois de sua chegada ao país.

Flávio e Willer Tomaz são investigados em um inquérito sobre suspeita de lavagem de dinheiro no Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. A investigação inclui e-mails que indicariam o cadastro do senador como usuário master de uma conta bancária de uma empresa do advogado.

No âmbito desse caso, Moraes determinou que Flávio entregasse seus passaportes, ordem que, segundo as informações divulgadas, não foi cumprida. A PF ainda apura as circunstâncias da viagem e não descarta outras hipóteses para o deslocamento do senador.

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Geral

[VÍDEO] “Desculpa, pai, a gente falhou”, diz Carlos a Jair Bolsonaro, que responde: “Levanta a cabeça! Muita coisa pra fazer pelo Brasil”

Carlos Bolsonaro se emocionou durante uma visita ao pai Jair Bolsonaro, com quem passou cerca de duas horas conversando. Em vídeo publicado no Instagram, ele relatou o encontro e reproduziu o diálogo em que pediu desculpas após a derrota de Flávio para Lula no 2º turno das eleições presidenciais.

“Eu falei: desculpa, pai, a gente falhou”, contou. Segundo ele, o pai respondeu com uma mensagem de incentivo: “Levanta a cabeça, vambora. Muita coisa pra fazer pelo Brasil ainda”.

Os dois conversaram sobre política e futebol e compartilharam um café. Carlos Bolsonaro afirmou que pretende continuar a mobilização pela liberdade de pessoas que considera presas políticas e declarou: “Meu pai é um preso político”.

Ao encerrar o relato, destacou o apoio recebido durante a visita. “Inacreditavelmente, ele que me deu suporte hoje mais uma vez”, afirmou.

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Geral

João Câmara celebra 98 anos com grande festa nesta quarta-feira

João Câmara completa nesta quarta-feira (28) 98 anos de Emancipação Política e a data será celebrada com uma grande programação festiva na Arena do Povo, a partir das 21h.

Para marcar o aniversário da cidade, a Prefeitura preparou uma noite de muita música e celebração, reunindo Rey Vaqueiro, Circuito Musical, Daniel Donato e Roberto Filho em uma programação especial para toda a população.

A festa encerra a programação comemorativa dos 98 anos de João Câmara, que teve início com uma noite de fé e bênçãos, seguida pela programação católica, reunindo a população em momentos de celebração, espiritualidade e confraternização.

A prefeita Aize Bezerra convida toda a população para participar desse momento especial e comemorar mais um ano da história de João Câmara.

É dia de celebrar João Câmara, sua história, seu povo e tudo o que ainda está por vir.

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Geral

Nunes Marques dá 10 dias para PGR se manifestar sobre novo pedido de revisão da condenação de Jair Bolsonaro

Foto: Ton Molina/STF

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou uma segunda revisão criminal para tentar anular a condenação de 27 anos e três meses de prisão. Nesta quarta-feira (28), o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 10 dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o pedido.

Protocolado em 25 de setembro, o recurso apresenta como suposta prova nova um parecer técnico que aponta limitações na verificação da origem e do processamento de parte das provas digitais usadas no processo. O documento, porém, não afirma que houve adulteração do material.

A defesa também cita discussões recentes no STF sobre o acesso à íntegra de provas digitais no caso envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Os advogados alegam que pedidos semelhantes de acesso ao material foram tratados de forma diferente no processo de Bolsonaro.

Esta é a segunda revisão criminal apresentada pelo ex-presidente. Em junho, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a rejeição do primeiro pedido, por entender que não havia fatos ou elementos novos capazes de justificar a anulação da condenação.

A revisão criminal é um instrumento excepcional que permite contestar condenações definitivas em situações previstas em lei, como o surgimento de novas provas ou a constatação de que a decisão se baseou em documentos, exames ou depoimentos falsos. O novo pedido ainda será analisado, e a manifestação da PGR não representa uma decisão sobre o mérito do recurso.

Opinião dos leitores

  1. Ou ainda quando são detectados vícios ou erros processuais insanaveis, o que convenhamos, parece transbordar.

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