A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, com apoio da Polícia Penal, deflagrou, na manhã desta quinta-feira (27), a 5ª fase da “Operação Renorcrim”, com o objetivo de desarticular uma estrutura vinculada a uma organização criminosa com atuação no estado. A ação resultou na prisão de 26 investigados e no cumprimento de 59 mandados judiciais, expedidos pela Unidade Judiciária de Delitos de Organizações Criminosas (UJUDOCRIM).
As diligências foram realizadas em diversos pontos de Natal, incluindo os bairros Planalto, Guarapes, Cidade Nova, Bom Pastor, Felipe Camarão, Nossa Senhora de Nazaré e Quintas, além de Potengi e Pajuçara, na Zona Norte da capital. A operação também alcançou os municípios de Parnamirim, Macaíba, São José de Mipibu, São Gonçalo do Amarante, Extremoz, Areia Branca e João Câmara.
As investigações tiveram início em 2024, quando a Polícia Civil passou a aprofundar informações relacionadas à estrutura e ao funcionamento da organização criminosa. A partir de diligências investigativas, levantamentos de campo, cruzamento de informações policiais e análise de dados, foram identificados integrantes que exerciam diferentes funções dentro do grupo.
De acordo com as investigações, os elementos reunidos apontaram para a existência de uma estrutura organizada e hierarquizada, composta por integrantes responsáveis não apenas pela execução direta de atividades criminosas, mas também pela articulação entre membros, transmissão de ordens e informações e suporte ao funcionamento da organização.
O avanço das apurações resultou em sucessivas medidas judiciais e operações direcionadas a diferentes setores do grupo. A continuidade do trabalho investigativo possibilitou ampliar a compreensão sobre o funcionamento interno da organização, estabelecer vínculos entre os investigados e identificar integrantes que ainda não haviam sido alcançados pelas etapas anteriores.
A “Operação Renorcrim V” é resultado desse trabalho investigativo continuado e busca atingir diferentes níveis da estrutura criminosa, enfraquecendo sua capacidade de organização, comunicação e recomposição.
A Polícia Penal do Rio Grande do Norte prestou apoio às investigações por meio de atividades de inteligência e levantamento de informações, além de atuar, durante a fase operacional, no cumprimento de mandados de prisão contra investigados submetidos a monitoramento eletrônico. A ação contou, ainda, com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED).
Durante o cumprimento das medidas judiciais, as equipes apreenderam armas, drogas, veículos e dinheiro. Todo o material arrecadado será submetido aos procedimentos legais e às análises técnicas pertinentes, podendo contribuir para o aprofundamento das investigações e a identificação de outros envolvidos.
A “Operação Renorcrim V” integra o período operacional da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (RENORCRIM), iniciativa da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), por intermédio da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).
A RENORCRIM reúne unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país e tem como objetivo fortalecer a cooperação, o intercâmbio de informações e a atuação coordenada das forças de segurança no enfrentamento às organizações criminosas.
As investigações prosseguem com a análise do material apreendido durante a operação e o aprofundamento das responsabilidades individuais dos investigados.
A Polícia Civil reforça a importância da colaboração da população, que pode repassar informações, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.
Certas pessoas que infelizmente ocupam postos chaves em determinadas instituições têm a mentalidade vocacionada ao atraso.
Fazer um tombamento de um prédio sem condições financeiras e sem interesse do Estado ou Município de tornar os prédios ou seja lá o quê for tombado apropriado para visitação e de informar a importância daquela instituição de fazer parte da história do estado ou município.
O instituto tem a verba para recuperar aquele escombro que está para cair?
O instituto sabe de onde tirar milhões em um estado pobre e sem recursos para recuperar uma estrutura em ruínas?
O instituto está filosofando sem olhar para o mais importante, a viabilidade financeira e a real necessidade em manter um velho e corroído esqueleto, isso deveria ter acontecido a 20 anos atrás, pois agora tudo que resta é a imagem do abandono que colocando em risco toda área vizinha.
A recuperação do hotel vai melhorar o turismo? Vai trazer de volta o glamour do local? Vai gerar empregos como um novo hotel pode gerar? Sendo uma estrutura do estado, não paga ISS, ICMS, Não recolhe qualquer imposto, então vai beneficiar o estado em quê?
Interessante ver toda essa disputa pelos escombros ainda em pé do velho hotel, porquê isso não existiu em 90% de outras estruturas arquitetônicas que foram apagadas em Natal? Qual a razão real por trás dessa disputa desnecessária?
Por essas e outras que Natal tem ficado para trás em relação a outras capitais do nordeste.
Espero que a Governadora use o juízo e mande derrubar aquela porcaria.
Natal é esse atraso de vida, depois não sabem o motivo. Não demoliram essa merda ainda porque?
Atirar com a pólvora alheia é bom demais !!!
É muita falta do que fazer. Esse pessoal deveria ir procurar uma lavagem de roupa.
Show de bola! Esse instituto se comprometeu em pagar por toda a reforma? Ou será com o dinheiro de um Estado falido?
O Estado não tem dinheiro para construir um posto de saude vai tomba uma coisa sem recursos para recuperar.
Aproveita e diz que fará isto com a condição que vá para lá com a família e ficar morando definitivamente