Foi com surpresa os moradores do Edifício Luciano Barros receberam a declaração oficial do Tribunal de Contas do Estado (TCE) insinuando, assim definiu em nota, que o terreno adquirido por um grupo de condôminos cotistas, há 27 anos, e pago integralmente, não seria de propriedade deles. Para repor a verdade, segundo nota, e comprovar a titularidade do terreno, os condôminos apresentaram uma das documentações (escritura), que não foram divulgadas pelo Blog para preservar a identidade dos envolvidos.
Ainda segundo nota, o terreno foi comprado e todas as taxas (IPTU e outras) estão em dia, quitadas religiosamente, durante todo este tempo. O terreno é fundamental para o condomínio. É usado como estacionamento, saída de emergência para idosos (60% dos condôminos são idosos), entre outras utilidades. As 40 famílias do Luciano Barros, com apoio integral de 200 famílias de seis condomínios vizinhos, informam que defenderão seus direitos até a última instância.

Uma vergonha, quem deveria ser desapropriado era TCE….
Parece uma piada, desapropriar uma área nobre dessa para fazer estacionamento para os bacanas do TCE. Esse nosso país é uma vergonha.
Tem gente com dificuldade de ler e interpretar. No meu comentário abaixo eu disse: … "Se suas instalações fossem VENDIDAS, daria para ser construído ….". Da próxima vez vou desenhar.
Um presídio em plena Av. Getúlio Vargas?
Perfeito.
Fora " o nada" que produz, o TCE só tem como função abrigar afilhados do Rei ou Rainha de plantão. Canso de ler: TCE condena fulano, TCE condena cicrano… e efetivamente nada acontece.
É um órgão de faz de conta. Pena que é um faz de conta tão caro.
Acredito que não há necessidade de um órgão público estar localizado na avenida com metro quadrado mais caro de Natal, e com vista para o mar. Ele pode perfeitamente funcionar em qualquer local da cidade. Se suas instalações fossem vendidas daria para ser construído, pelo menos, um grande hospital, ou um grande presídio, que o estado tanto precisa. Esta é a minha sugestão.