Jornalismo

Equipe do Tesouro Federal sugere privatizar CAERN e federalizar UERN

A Tribuna do Norte destacou nesta terça-feira em sua edição que a equipe do Tesouro Federal que esteve no estado na quinta e sexta-feira da semana passada vai sugerir ao governo do estado a venda da CAERN e a Federalização da UERN.

Esses dois assuntos vem sendo abordados por esse blog há pelo menos três anos. A UERN custa hoje aos cofres do estado quase R$ 350 milhões de reais, e a CAERN com a privatização traria uma quantidade significativa de impostos e investimentos como aconteceu com a privatização da Cosern.

Segue os links da reportagem da Tribuna do Norte: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/tesouro-sugere-privatizaa-a-o-da-caern/403779 e http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/equipe-tamba-m-cogita-federalizaa-a-o-da-uern/403778

Opinião dos leitores

  1. Gostaria de saber o porquê de alguns dos comentários que faço neste espaço, receberem continuadas censuras, inclusite as críticas a respeito, a ponto de nunca merecer sua aprovação? Será que é porque sempre quando trato dessa questão da venda da CAERN, o faço comparando com a exitosa venda da COSERN que, dentre outras vantagens, nos trouxe a economia dos gastos com o pagamento de salários de milhares de jabutis,
    aliás, coisa que lhe deixa deveras desconfortável, justo por lhe dizer respeito, segundo rumores locais? Pena que não tenho cópia deles, neste momento para aqui registrar, lógico, caso você tivesse a coragem de vir a publicar tal crítica, o que não acredito. Mas ao menos seus leitores teriam a noção do que estou a falar. Mas tudo bem. A mensagem é dirigida a você mesmo, até porque não tem outro propósito .

    1. Caro José ou Eudes, esse é o espaço mais democrático do jornalismo potiguar, aqui aceitamos porrada pesadas até contra esse blogueiro e comentários de todas as formas. O nosso número de comentários liberados não chega a 5%, e isso só acontece quando tem calunia, ofensas, mentiras e difamação contra alguém que isso possa gerar processo contra o blog. Só nesses casos. Abraço

  2. O maior erro que se pode cometer. Água é, antes de tudo, vida. Não pode ser encarada como um negócio. É uma questão de segurança. Nos lugares onde ocorreu privatização foi um desastre. A imprensa desinformada e os políticos veem apenas lucros, algo que não pode existir em sistema de saneamento, pois tudo gira em torno do funcionamento, da manutenção e melhoria, além de uma boa política educacional para o uso sustentável da água: uso adequado e devolução à natureza. Há sobrevivência dentro da lógica capitalista? No Reino Unido estão criando uma nova categoria de empresas para estatizarem companhias de serviço público que foram privatizadas no neoliberalismo, na época de Margaret Thatcher.

  3. VIVA TEMER!!!!
    VIVA ROGÉRIO MARINHO!!!
    VIVA GARIBALDI!!!
    VIVA JOSÉ AGRIPINO!!!
    VIVA ROBSON QUE FARIA MAS NÃO FEZ SENÃO AFUNDAR MAIS O QUE JÁ VINHA AFUNDANDO HÁ MUITO TEMPO.

  4. Privatiza a CAERN, vou fingir surpresa…
    Mas federalizar a UERN pode ser uma boa, falta somente o Governo Federal Assinar em baixo.

  5. COSERN FOI privatizada ninguém teve aumento de 300 % pelo contrário gera riqueza para Estado maior pagador de ICMS

  6. Se fosse privatizada a Caern, a tempos que dessalinizava água do mar, ninguém no sertão passava aperreio por falta d'água. Venda urgente governador.

  7. Quero ver o choro depois de quem apoia a privatização da CAERN, quando tiver as contas ajustadas em mais de 300 %!!!!

    1. Pode até ter aumentado mas hoje a gente tem serviço, o pior é pagar barato e não ter serviço

  8. É verdade em relação a UERN, A responsabilidade do ensino superior é do governo federal, no tocanti no que diz respeito respeito à CAERN ela nunca deu prejuízo ao estado, e quando ela for privatizada quero ver de onde vão tirar água se não pagarem as concessões dos municípios que detém a água do estado, vão querer explorar somente a parte de esgoto que é rentável quero ver fazer chover!!!

  9. Vivemos em um Estado onde a SECA é severa para a MAIORIA da população, faz sentido colocar a distribuição da nossa água nas mãos de uma empresa privada? Será que a a empresa privada não aumentará as tarifas para passar a gerar lucro? Alguém acredita mesmo que deixará de existir influência política mesmo com a privatização? Recurso hídrico é estratégico, pessoas. Não vamos nos deixar enganar por sentimentos vingativos e pseudomoralistas.

  10. Equipe do Tesouro está certíssima. Eu nunca entendi o motivo do Estado bancar ensino superior, quando na verdade é de total responsabilidade do Governo Federal. Segundo nossa constituição ensino Fundamental é de responsabilidade dos municípios e Segundo Grau do Estado. Quanto a CAERN concordo com sua privativação, e o estado o fazendo vai receber muito ICMS , como toi o caso da COSERN. Obrigado.

    1. Todos concordam em gênero, número e grau. Menos o GOVERNADOR, há explicação para isso?

  11. Realmente esse país nao tem jeito. Quando sua população apoia privatizar o ensino é sinal q chegamos no fundo do poço.
    Enquanto isso as castas de políticos, juizes/promotores e empresários q mamam do estado através de incentivos e perdões fe dívidas sorriem.

    1. São situações diferentes e que devem ser tratadas uma de cada vez.
      A UERN REALMENTE é uma DISTORÇÃO, em qualquer Estado brasileiro ENSINO SUPERIOR é OBRIGAÇÃO do governo FEDERAL. Nos estados só serve de CABIDE de EMPREGO, além do FATO dos ALTÍSSIMOS salários pagos na UERN. Tem que tirar das contas do RN, federalizando ou privatizando.

    2. O ensino no Brasil já está privatizado a tempos! E os alunos do ensino privado tem os melhores resultados em análises de qualidade!!

    3. Como se estatais também não fosse focos de corporativismo e corrupção.
      Nível baixo é quem defende isso.

  12. Faltou o mais importante: Entregar o hospital Walfredo Gurgel à EBSERH (empresa brasileira de serviços hospitalares), com essas medidas o Estado sai da crise. Afinal, o dinheiro do nosso pobre Estado, não dá para pagar os salários dos nossos Marajás. (IRÔNICO)

    1. Por sua opinião se vê que não entende nada de educação desse país.
      A educação vem sendo tratada de forma diferenciada a mais de 20 anos, e na prática O QUE MELHOROU NA QUALIDADE DO ENSINO PÚBLICO? QUAL NÍVEL DOS PROFESSORES?
      Se o ensino não fosse um ENORME FAZ DE CONTA não haveria necessidade de COTAS para IMPOR o aluno do ensino público nas universidades.
      A classe política NÃO QUER educação com qualidade, eles PRECISAM da MASSA DE MANOBRA formada pelos alunos que passam pela educação pública. ACORDE PARA REALIDADE

  13. Já devia ter vendido há muito tempo,agora é tarde,essas empresas só servem para gerar salários absurdos e com péssima gestão.

  14. A Caern já era para ser vendida a muitos anos atras, pois uma empresa que só dá prejuízo anos após anos não pode ficar na mão do Estado. Privatização já, o contribuinte não pode continuar pagando essa conta desse poço sem fundo. Quanto a UERN, tem que ser federalizada, pois o dever do Estado está no ensino médio e não no superior.

    1. Isso..vamos privatizar tudo…como na petrobrás..e aí, ao invés de pagar R$2,80 na gasolina, vamos pagar R$4,20…PRIVATIZA, PRIVATIZA…

  15. Admiro demais o governador e sua luta, e vejo o quanto fazem jogo sujo na política para desgastalo. Mas, com coragem e determinação, ele segue firme em frente. Só achei um erro nele, foi não ter vendido à caern e a uern. A uern além de ser despesa, sempre vai ser um calo de qualquer governo. Menos do pt. Ali, é contra qualquer Robinson no governo. Ele, que tanto defendeu a uern, foi quem mais sofreu ataques dos que fazem a mesma, e vai desgastando o governo.

  16. UERN
    Federalizar:sim
    Privatizar: não
    Recordando:
    Educação Infantil e Ensino Fundamental(0 aos 14 anos)- Responsabilidade dos Municípios!
    Ensino Médio (15-17 anos)
    Responsabilidade dos Estados!
    ENSINO SUPERIOR: UNIÃO – Governo Federal.
    O RN tem o segundo pior Ensino Médio do Brasil!
    Como se explica um Estado nesta situação assumir o Ensino Superior e "não assumir" a sua primeira obrigação?!…Estranhissimo :
    O RN relega a educação Básica que é sua obrigação primeira…
    O edifício está trincado!
    E aí?
    Estranhamente a Prefeitura de Natal da bolsas p o Ensino Superior e submete crianças a um SORTEIO para serem atendidas em creches!
    Como se explica?!…Ilegal, injusto e absurdo!

    1. Muito bem colocado Dra. Eleika, deu uma aula das obrigações que cada ente da federação tem. Parabéns.

    2. Não concordo. Todos ou maioria dos Estados brasileiros tem suas universidades, isso é sinal de avanço e grandeza, agora se a adiministraçao é corrupta ou relapsa,se virou um cabide de emprego ou as três, ai o problema é outro. Isso tá sendo tratado igual a homem traído que vai e quebra a cama.

    3. Quanta comentário sem utilidade, todos juntos. Campanha para tirar cargos comissionados (aqui que há realmente os altos salários) ninguém faz. Aposto que a senhora Eleika ganha muito bem para ter condições de pagar o ensino do seu filho em escolas públicas e até universidades. Fugindo do foco do ensino que o estado já não quer corrigir mesmo para ser de fácil manobra a população, é muito bom sanear toda a cidade do Natal, na hora de começar a ter o lucro do investimento pois daqui a um ano mais ou menos é para terminar a obra, vamos privatizar, nossa, porque será ???????

    4. LEMBRANDO QUE JÁ TEMOS O Instituto KENNEDY que podia assumir o ensino, a pesquisa e a formação a nível superior dos Norte Rio grandenses, substituindo a UERN em todos os Municípios onde se encontra e realocando os servidores do mesmo.

  17. São medidas amargas para os servidores, mas necessárias. O estado não tem condições de possuir uma Universidade e a privatização das Companhias de água e esgoto é o que acontece em todas as unidades da federação.

  18. Sempre defendi a tese que governo foi instituído para gerenciar educação, saúde, segurança pública, infraestrutura e desenvolver o bem comum. Governo perde tempo querendo administrar empresas as quais só dão prejuízos, operando no vermelho sendo necessário reposição de dinheiro e quem paga o pato somos nós contribuintes. Empresas devem está nas mãos privadas, gerando empregos e pagando impostos ao governo.

  19. Está correto. Sou a favor da privatização da UERN e da Cosern. O Estado não tem obrigação de dá ensino superior a ninguém.

    1. Você leu a reportagem toda? Falaram FEDERALIZAÇÃO DA UERN, se você tem dinheiro pra pagar cursos caros e universidades privadas parabéns, mas outras pessoas não tem, FEDERALIZAR a UERN seria a melhor opção, porque é dever da UNIÃO ( o governo FEDERAL) o ensino superior.

    2. O estado não tem obrigação de da um ensino superior, mas o básico tem. A pergunta é ? Você esta reclamando disso Maria de Fátima ? Acho que você tem condições de pagar uma boa escola para seus filhos.

  20. O que será que tem essa tal de CAERN que vem dando prejuízo ano a ano e os políticos nao querem vendê -la. Seria a galinha dos ovos de ouro?

    1. Leiam o que está logo abaixo para sentir o "por que" da situação do nosso estado.

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Nordeste teve 14,7 milhões de menções ofensivas nas redes após vitória de Lula, aponta levantamento

Foto: Freepik

O Nordeste foi alvo de 14,7 milhões de menções ofensivas nas redes sociais após a vitória de Lula (PT) no segundo turno das eleições, realizado no domingo (25). Os dados são de um monitoramento da Ativaweb DataLab divulgado pelo colunista Carlos Madeiro, do UOL.

Entre a noite de domingo e as 16h de quarta-feira (28), foram registradas 18,5 milhões de menções relacionadas à região. Desse total, 79,3% tinham tom crítico aos nordestinos, enquanto 20,7% foram classificadas como manifestações de defesa.

Segundo o levantamento, as publicações incluíram ataques à inteligência da população, associações do Nordeste à pobreza e à dependência, comparações depreciativas e mensagens que defendiam a separação da região do restante do país.

O monitoramento considerou publicações, comentários, links e compartilhamentos no Facebook, Instagram, TikTok e X, além de comentários no YouTube e no Kwai. Os ataques partiram de usuários de diferentes regiões do Brasil, com presença expressiva de perfis do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

No primeiro turno, o levantamento havia registrado 32,8 milhões de menções relacionadas ao Nordeste, das quais cerca de 27 milhões foram classificadas como ofensivas. Somados os dois períodos, foram mais de 51,4 milhões de menções, sendo 41,7 milhões com tom crítico à região.

Entre os perfis identificados como autores das críticas após o segundo turno, 52,3% eram masculinos e 24,5% femininos. Em 23,2% dos casos, não foi possível identificar o gênero.

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Wall Street Journal acusa Justiça brasileira de “vingança política” contra Flávio Bolsonaro

Foto: Breno Esaki/Metrópoles

O conselho editorial do jornal americano The Wall Street Journal classificou como “vingança política” as medidas judiciais contra Flávio Bolsonaro (PL) após a reeleição de Lula. Em editorial publicado na quarta-feira (28), a publicação criticou a atuação do ministro Alexandre de Moraes e questionou a imparcialidade do Supremo Tribunal Federal (STF).

O texto destaca a proximidade entre o resultado eleitoral e a determinação para que Flávio entregasse seus passaportes. O jornal relata que o senador deixou o Brasil com a família, passou pela Argentina e chegou a Miami, nos Estados Unidos.

O editorial também menciona uma declaração atribuída a Lula durante a campanha, na qual o presidente teria associado a perda da imunidade parlamentar de Flávio à abertura de investigações. Para o jornal, a fala indicaria que o senador teria sido escolhido previamente como alvo. Essa interpretação é uma avaliação editorial, não uma conclusão judicial.

A publicação critica ainda a condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado e destaca o voto divergente do ministro Luiz Fux, com questionamentos sobre competência do STF, provas e devido processo legal.

Ao final, o jornal alerta para a possibilidade de novas indicações de Lula ao Supremo e atribui ao Senado a responsabilidade de defender a independência do Judiciário e o equilíbrio entre os Poderes.

Com informações da Jovem Pan

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SIC apresenta solução tecnológica para modernizar a gestão das cooperativas durante o WCM 2026

Foto: Divulgação

Apresentado durante um dos principais eventos do cooperativismo na América Latina, o Sistema Integrado de Cooperativas aposta na tecnologia para simplificar processos, reduzir a burocracia e ampliar a eficiência operacional do setor.

O SIC – Sistema Integrado de Cooperativas foi apresentado durante o WCM 2026, realizado em Belo Horizonte (MG), um dos principais eventos de liderança, gestão e estratégia do cooperativismo na América Latina. Desenvolvida para atender às necessidades operacionais das cooperativas, a plataforma reúne soluções tecnológicas que buscam modernizar a gestão, automatizar processos e simplificar as rotinas administrativas do setor.

A iniciativa, fomentada pela Cooperativa de Trabalho dos Profissionais da Educação (Coopedu), ganhou destaque durante o Cooptech Summit, com a participação do presidente da cooperativa, Alexandre Soares Gomes, que apresentou o SIC como uma solução desenvolvida a partir da experiência prática e do conhecimento sobre os desafios enfrentados diariamente pelas cooperativas.

“O SIC nasce com o propósito de proporcionar mais eficiência operacional às cooperativas, modernizando processos e simplificando rotinas que ainda dependem de muito trabalho manual. É uma tecnologia desenvolvida por quem conhece de perto os desafios do cooperativismo e entende que a inovação precisa resolver problemas reais do dia a dia”, destacou Alexandre.

A plataforma integra funcionalidades essenciais à administração das cooperativas, como gestão de cooperados, contratos, folha de pagamento, emissão de notas fiscais, pagamentos e automatização de obrigações trabalhistas e fiscais, incluindo o envio de informações ao eSocial.

Com a proposta de centralizar essas operações em um único ambiente, o SIC busca reduzir a dependência de planilhas, sistemas isolados e processos manuais, diminuindo o retrabalho, a duplicidade de informações e os riscos de erros operacionais. A integração entre as funcionalidades também permite maior controle, rastreabilidade e agilidade na execução das atividades administrativas.

Além da apresentação no palco, o SIC contou com um espaço de demonstração no evento, em um estande realizado em parceria com o Sistema OCERN, reforçando o apoio institucional à iniciativa e sua conexão com as necessidades do cooperativismo.

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Governo Lula orienta ministros a silenciar sobre fuga de Flávio Bolsonaro aos EUA para conter narrativa de perseguição


Foto:  Joe Raedle/Getty Images

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) emitiu uma orientação expressa a ministros e auxiliares para que evitem subir o tom de declarações sobre a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil. A ordem na gestão petista é conter potenciais desgastes e tratar o episódio do desembarque do parlamentar nos Estados Unidos estritamente como uma pendência a ser resolvida no âmbito do Judiciário.

A estratégia busca afastar o Palácio do Planalto da controvérsia e neutralizar o discurso de aliados do clã Bolsonaro, que tentam construir uma narrativa de que a família estaria sofrendo perseguição política por parte do atual governo brasileiro. O alinhamento oficial prevê reforçar publicamente que os desdobramentos sobre a situação de Flávio cabem exclusivamente às instâncias da Justiça e ao trabalho de investigação da Polícia Federal (PF).

A diretriz de recuo teria sido transmitida pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Sidônio Palmeira.

Mudança de tom após fala de Lula

O movimento para esfriar a crise ocorre logo após declarações do próprio presidente Lula criticando a conduta do adversário político. Durante a celebração de seu aniversário de 81 anos no Palácio da Alvorada, o petista classificou a ida do senador para o exterior após o resultado das urnas como “vergonhosa” e afirmou que a família Bolsonaro “lambe botas” do governo americano.

Com informações do Metrópoles

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Jovem de 16 anos denuncia MC Poze do Rodo por estupro na Polícia Civil do RJ


Foto: Divulgação

Uma jovem de 16 anos formalizou uma denúncia de estupro contra o rapper Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, conhecido nacionalmente como MC Poze do Rodo. O registro do boletim de ocorrência foi feito nesta quarta-feira (28), na Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav), da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), que já instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso.

Segundo o depoimento da adolescente, o abuso teria ocorrido no final de setembro, no interior da residência do artista, no Rio de Janeiro. A vítima relatou às autoridades que estava vulnerável e sob o efeito de substâncias entorpecentes que teriam sido fornecidas pelo próprio cantor.

Condições ignoradas e alegação de ameaças

A advogada criminalista Daiana Andrade, que representa a adolescente, detalhou que a jovem havia condicionado expressamente qualquer ato sexual ao uso de preservativo, exigência que foi descumprida pelo músico. Ainda segundo a defesa da vítima, após o ato, a menor teria sido submetida a ameaças e pressionada a ingerir medicamentos.

“Consentimento não se presume. Quando a mulher impõe uma condição e ela é ignorada, não há consentimento. Fama não é salvo-conduto”, declarou a advogada da jovem.

Até o momento da publicação, a reportagem não conseguiu contato com a equipe jurídica de MC Poze do Rodo para obter o posicionamento oficial do cantor. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações e esclarecimentos da defesa.

Com informações do Metrópoles

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Governo Lula adota tom cauteloso com os EUA após fuga e concessão de visto a Flávio Bolsonaro


Foto: Reprodução/Instagram Flávio Bolsonaro

Em meio ao aumento da tensão entre Brasil e Estados Unidos provocada pela ida do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o território norte-americano após ser derrotado no segundo turno das eleições presidenciais por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Palácio do Planalto e o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) defendem uma postura de cautela. A orientação do governo brasileiro é tratar o caso exclusivamente no âmbito judicial e evitar a politização do tema nas relações com Washington.

Flávio Bolsonaro desembarcou nos EUA na última quarta-feira (28), em descumprimento direto a uma medida cautelar emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A ordem de retenção do passaporte e a proibição de deixar o país haviam sido impostas a pedido da Polícia Federal (PF), que alertou para o risco iminente de fuga do parlamentar, investigado em inquéritos sobre lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Aceno de Trump e reação contida do Itamaraty

A entrada e permanência do senador e de sua família em solo americano foram viabilizadas após o Departamento de Estado dos EUA conceder os vistos necessários. O gesto do governo Donald Trump é visto como uma sinalização de apoio político à família do ex-presidente Jair Bolsonaro, que já conta com a presença do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro no país.

Apesar da sensibilidade política do episódio, diplomatas brasileiros ouvidos reservadamente afirmam que o Itamaraty não pretende intervir formalmente no assunto neste momento. A avaliação das fontes diplomáticas é de que a situação de Flávio Bolsonaro é de “alçada exclusiva do Poder Judiciário”, esfera na qual o Poder Executivo e a diplomacia não devem interferir, repetindo o protocolo aplicado a outros cidadãos brasileiros considerados foragidos pela Justiça.

Esse posicionamento alinha-se ao histórico recente envolvendo o próprio Eduardo Bolsonaro. O ex-deputado, radicado nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado após abandonar seu mandato na Câmara, foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão por coação no curso do processo, acusado de articular a aplicação de sanções e tarifas econômicas por autoridades americanas contra o Brasil.

Com informações do Metrópoles

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Tarcísio de Freitas admite possibilidade de disputar presidência em 2030


Foto: Pablo Jacob/Governo de São Paulo

O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), admitiu nesta quarta-feira (28) a possibilidade de disputar a Presidência da República nas eleições de 2030. Em entrevista ao jornal Estadão, o chefe do Executivo paulista condicionou o projeto nacional ao desempenho de sua segunda gestão no estado, ressaltando que qualquer definição dependerá de articulação política.

“Terminando bem o segundo mandato, obviamente abre uma possibilidade. Mas isso é uma coisa que você avalia em grupo, não sozinho”, afirmou Tarcísio.

Apesar de sinalizar a ambição futura, o governador enfatizou que a prioridade imediata é a administração paulista. Para o novo mandato, ele destacou como metas centrais a conclusão de obras de infraestrutura, a ampliação do alcance social nas periferias e reforços prioritários nas áreas de saúde e segurança pública.

Críticas à gestão econômica e cobrança por ajuste fiscal

No campo nacional, Tarcísio direcionou fortes críticas à condução econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito para o quarto mandato presidencial. O governador previu desafios severos para o governo federal e cobrou a implementação urgente de reajustes fiscais, questionando a viabilidade do cumprimento das promessas sociais feitas na campanha diante do orçamento comprometido.

“Você tem uma quantidade de gastos contratados enorme. De onde você vai tirar? E quem tem que responder isso é o próprio governo do PT. Qual é o ajuste que eles estão fazendo? Porque hoje a gente vive um cenário de incoerência fiscal”, questionou.

Reorganização da oposição e projeção nacional

O posicionamento de Tarcísio ocorre em meio à reorganização das forças conservadoras no país. Diante do afastamento do senador Flávio Bolsonaro (PL) do cenário nacional após sua ida aos Estados Unidos, o governador de São Paulo passou a intensificar um discurso de alcance nacional. Tarcísio busca se consolidar como a principal voz de convergência da oposição ao governo Lula, ancorando sua plataforma na defesa da responsabilidade fiscal e na eficiência de gestão.

Com informações da CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Se não houver voto impresso, não saio de casa para ser otário, muito menos para votar em covardes.

  2. Já está pensando em 2030? Ah entendi, esse aí é mais um “aliado” de Flávio Bolsonaro do tipo corpo mole bolso cheio. Próximo…

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Ministério Público pede a condenação de Renato Cariani por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro


Foto: Reprodução/Instagram Renato Cariani

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) apresentou, nas alegações finais do processo protocoladas na última quarta-feira (21), um pedido de condenação contra o empresário e influenciador digital Renato Cariani. Ele é acusado de envolvimento em um esquema de tráfico de insumos químicos destinados à fabricação de drogas, além de associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

De acordo com as investigações, o grupo é acusado de desviar mais de 12 toneladas de produtos controlados, como lidocaína, fenacetina e ácido bórico para abastecer o narcotráfico na produção e adulteração de substâncias como cocaína e crack. Além de Cariani, o MP requereu a condenação de Fábio Spínola Mota e Rodrigo Gomes Pereira pelo envolvimento no esquema e na ocultação de capitais. O influenciador, que responde ao processo em liberdade, nega todas as acusações.

O funcionamento do esquema e notas frias

A acusação aponta que empresas sediadas em Diadema (Grande São Paulo), identificadas como Anidrol Produtos para Laboratórios, Quimietest e Anid Labor, serviam de fachada para o desvio dos produtos químicos. Para ocultar a rota das substâncias, o esquema utilizava notas fiscais falsas emitidas em nome de grandes farmacêuticas e indústrias, a exemplo de AstraZeneca, LBS Laborasa e Cloroquímica — companhias que negaram qualquer vínculo com as transações.

O MPSP também rastreou a movimentação superior a R$ 2,4 milhões em operações suspeitas de lavagem de dinheiro. Intermediários eram encarregados de realizar depósitos em espécie nas contas da Anidrol simulando pagamentos das farmacêuticas. Além disso, mensagens recuperadas do celular de Cariani indicam que ele tentou interferir nas investigações policiais ao manter contato com um investigador para monitorar inquéritos e barrar o avanço das apurações.

Por falta de provas materiais suficientes de participação consciente, o Ministério Público pediu a absolvição de outras duas investigadas: Roseli Dorth, sócia da Anidrol, e Andreia Domingues Ferreira, esposa de Fábio Spínola.

O que diz a defesa

Em sua manifestação nos autos, Renato Cariani nega veementemente qualquer participação nos crimes e sustenta que a Anidrol foi vítima de uma fraude perpetrada por ex-funcionários, que teriam se valido da estrutura corporativa para praticar ilícitos sem o aval dos sócios. A defesa argumenta ainda que o caso se baseia em uma fração mínima das operações da empresa, focando em cerca de 60 notas fiscais em meio a um universo de mais de 85 mil documentos emitidos no período.

Os demais réus também rejeitam as acusações. Rodrigo Gomes Pereira declarou que atuava em uma loja de veículos pertencente a Fábio Spínola e que apenas realizava depósitos bancários seguindo ordens do empregador, sem conhecimento sobre a origem ou a finalidade ilícita dos valores.

Com o pedido de condenação apresentado pelos promotores, a juíza Andrea Coppola Brião determinou, no domingo (25), um prazo comum de 30 dias para que as defesas apresentem suas alegações finais. O processo tramita na 3ª Vara Criminal de Diadema, após Cariani ser indiciado pela Polícia Federal em dezembro de 2023 e se tornar réu em fevereiro de 2024. As defesas dos envolvidos não foram localizadas para comentar a decisão.

Com informações do UOL.

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Geral

“Não desistiremos do Brasil”, publica Eduardo Bolsonaro após reencontro com Flávio nos EUA


Foto: Reprodução/Instagram Eduardo Bolsonaro

O deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro publicou, nesta quarta-feira (28), o primeiro registro ao lado do irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após se reencontrarem nos Estados Unidos. Na publicação, Eduardo citou o escritor Olavo de Carvalho, considerado uma das principais referências ideológicas do bolsonarismo, e afirmou que ambos darão sequência à atuação política mesmo estando no exterior.

“Foto de hoje, após reencontrar meu irmão. Ontem foi um dia longo, talvez o mais longo da minha vida. Mas prevalecemos. Mesmo aqui de fora não desistiremos do Brasil. Como diria o Professor Olavo: não parar, não precipitar, não retroceder”, escreveu o ex-parlamentar na legenda da foto.

A reunião nos Estados Unidos ocorre logo após a confirmação da derrota de Flávio Bolsonaro para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, disputado no último domingo (25), em que o petista venceu por uma vantagem de cerca de 4,43 milhões de votos.

Descumprimento de decisão judicial e apoio de aliados

A viagem do senador para fora do país ocorreu em descumprimento a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Na segunda-feira (26/10), o magistrado havia ordenado a entrega dos passaportes de Flávio e proibido sua saída do território nacional. Investigado em três inquéritos na Corte, o parlamentar deixou o Brasil apesar de ter declarado anteriormente que permaneceria no país para liderar a oposição ao governo eleito.

Também nos Estados Unidos, o ex-deputado federal Alexandre Ramagem divulgou uma imagem ao lado do senador. Na postagem, Ramagem afirmou que Flávio está “livre da perseguição” e se comprometeu a atuar como “a voz do Brasil por liberdade, segurança e prosperidade”. Ele acrescentou que o grupo continuará mobilizado até que o país retome o que classificou como liberdade plena. “Esse dia vai chegar”, declarou.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

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Geral

Estados aprovam reajuste do ICMS e combustíveis ficam mais caros em 2027


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os estados aprovaram um reajuste nas alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que incidem sobre a gasolina, o diesel e o gás de cozinha. A decisão foi formalizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne representantes das secretarias estaduais de Fazenda e do governo federal, e foi publicada nesta quarta-feira (28) no Diário Oficial da União. Os novos valores entrarão em vigor no dia 1º de fevereiro de 2027.

Com a atualização, o imposto cobrado sobre o litro da gasolina subirá de R$ 1,57 para R$ 1,64. O diesel registrará o maior impacto relativo, com uma alta de 11%, passando de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro. Já a alíquota sobre o gás de cozinha aumentará de R$ 1,47 para R$ 1,54 por quilo, o que representará um encargo adicional de R$ 0,91 no botijão tradicional de 13 quilos.

Diferente de outros produtos, o ICMS sobre combustíveis é aplicado como um valor fixo em reais (alíquota ad rem) e passa por revisão anual. O cálculo toma como base a variação dos preços médios aferidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Para o atual reajuste, o conselho comparou a média de preços entre os meses de fevereiro e setembro de 2026 com o mesmo intervalo de 2025.

Cenário internacional e monitoramento do diesel

A medida do Confaz foi publicada no mesmo dia em que o Executivo federal estendeu, por mais 30 dias, a subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel — ação emergencial adotada para conter os reflexos da instabilidade no Oriente Médio sobre o mercado de petróleo. Trata-se da primeira mudança nas alíquotas estaduais de combustíveis desde o início das oscilações internacionais de preço provocadas pelo conflito.

Em nota oficial lançada também nesta quarta-feira, o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do DF (Comsefaz) sinalizou que o diesel pode receber uma atenção diferenciada. Segundo a entidade, os estados acompanham de perto a volatilidade do mercado externo e avaliam a possibilidade de antecipar a atualização das regras do combustível, conforme previsto em lei complementar.

Embora a proposta de antecipação ainda não tenha sido detalhada, os secretários reforçam que as alíquotas atuais continuam em vigor sem alterações até o final de janeiro.

Com informações da Agência Brasil

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