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Escritor conta em novo livro que Roberto Carlos adulterou conteúdo de biografia para obter proibição

 kwfjc1vp0_6wwxf3yw2o_fileSem divulgação prévia e pegando público e a mídia de surpresa, a editora Companhia das Letras lançou o livro O Réu e o Rei (Companhia das Letras, 528 págs, R$ 45), de Paulo César de Araújo. A obra é do mesmo autor de Roberto Carlos em Detalhes, que foi recolhido das prateleiras em 2007, após batalha judicial. E a ideia era realmente não ter chance, segundo o autor, de alguma medida judicial proibir novamente a circulação de uma obra sua.

O novo livro conta justamente todo o bastidor do polêmico embate entre o biógrafo e Roberto Carlos nos tribunais, há sete anos. Em entrevista ao portal R7, Paulo César disse que O Réu e o Rei é a história de um ídolo que se volta contra um fã e pede a prisão.

Mais do que falar sobre a censura, a obra revela um lado controlador de Roberto Carlos. Paulo César conta que o poder do cantor foi decisivo na proibição e também alega alguns artifícios mais graves, por parte dos advogados do ídolo.

— Eles deram interpretação negativa para algo que era neutro ou positivo. Eles chegaram ao ponto de adulterar o conteúdo do livro para obter a proibição.

Ao começar a conversa com a reportagem, Paulo César até fez uma brincadeira com o nome do portal: “Esse nome me lembra RC7, já fico assustado”. E pudera. RC é tema de muitos anos na vida de Paulo César, o ídolo que virou inimigo no fórum judicial.  Leia a segunda parte da entrevista sobre o livro O Réu e o Rei (a primeira você confere aqui).

R7: Por que a decisão de lançar o livro sem divulgação prévia? A intenção era driblar qualquer proibição? Partiu de você?

Paulo César de Araújo: Eu venho anunciando esse livro há um tempo. Há uns três anos pelo menos eu falo que estou escrevendo um livro sobre os bastidores do processo. De fato, nos últimos meses, a editora optou por não anunciar previamente e tomou essa precaução para evitar que alguma medida fosse tomada por Roberto antes do livro ser lançado. O livro não foi em segredo, sempre que foi perguntado, eu falei que estava escrevendo. Mas, nos últimos meses, foi mesmo por uma precaução, dado o fato do que vem acontecendo no Brasil, de que autores estão sendo vítimas de censura, personagens estão invocando um aberrante do artigo 20, que está, felizmente, para ser mudado, mas que ainda está em vigor.

R7: O Réu e o Rei fala sobre a censura do seu livro e sua relação com Roberto Carlos após isso?

PC: Eu conto um pouco dessa história do Brasil recente. Um País que tem uma Constituição que nos garante a democracia, garante a liberdade de expressão, que diz no seu artigo 5 é livre a divulgação, é livre a publicação do trabalho artístico e científico independente de sua licença. Porém, existe um aberrante no artigo 20, que é um lei menor, que está prevalecendo. O meu caso é um caso entre outros livros que foram proibidos. E, ao mesmo tempo, eu conto uma história do Brasil, história de um fã, que veio do interior do Brasil, que se encantou com a música de um ídolo tão mais popular do País. É uma história universal, porque estou contando a história de uma multidão de brasileiros. No meu caso, o que se torna dramático é que esse ídolo depois, por conta de um livro que eu escrevi, vai se voltar contra um fã e pedir a minha prisão.

R7: RC já acionou advogados para saber sobre o conteúdo desse seu novo livro. Tem receio de seu novo livro também ser recolhido?

PC: Eu não. Só lamento que em vez de acionar advogados, ele devia ler o livro primeiro. Ele fez isso da outra vez e parece que ele repete o erro. Em se tratando de livro, ele devia ler. Inclusive, se ele se permitisse ler o livro, ele iria aprender que a história dele não é um patrimônio particular, a história dele foi construída por uma multidão de brasileiros, em sua maioria humildes, que com dificuldades compraram o disco dele e ajudaram ele a construir esse império que ele construiu. Se ele permitisse ler, ele veria que a história dele faz parte de uma história coletiva. Que ele possa pedir isso [a proibição], ele pode, mas que ele vá conseguir, acredito que não há a menor chance mais. Ninguém suporta mais a censura. Ele pode resmungar, pedir, pode. Mas acho que ele não possa conseguir, não. Essa é uma história virada na nossa história. Como diz o Chico, página infeliz da nossa história.

R7: Nesse novo livro, você conta os bastidores da censura de seu primeiro livro sobre Roberto Carlos. Qual foi o capítulo que foi mais difícil de escrever?

PC: O primeiro capítulo que eu escrevi foi o nove. Foi o capítulo mais dramático, que foi o mais difícil no sentido de ter revivido um momento muito ruim. Eu quis começar por ele mesmo, porque eu estava ali com a memória fresca. Eu escrevi esse capítulo em 2008. Fiz as primeiras anotações e quis logo relatar o que aconteceu na audiência, para não perder as informações, as frases que eu ouvi dos advogados, do juiz e do Roberto Carlos. É um livro com duas características bem definidas: é um livro de pesquisa e um livro de memória e eu sou o personagem e o narrador. Esse meu livro tem uma ampla pesquisa e são fontes e fontes citadas, quase mil notas, mas ao mesmo tempo tem o testemunho do que eu vivi.

R7: No O Réu e o Rei, você explica os argumentos usados pelos advogados de Roberto Carlos, para se defender. Você acha que os advogados do cantor deturparam os trechos do seu livro para vencer a batalha judicial?

PC: Eles chegaram a adulterar mais do que isso. Eles deram interpretação negativa para algo que era neutro ou positivo. Mais do que isso, tem uma parte do livro que eles adulteraram. Eu digo que “o ambiente da jovem guarda era marcado por playboys, jovens, garotas”, e eles trocaram mulheres por drogas. Algo que eu não digo sobre Roberto Carlos, que ele é consumidor de drogas. Eles chegaram ao ponto de adulterar o conteúdo do livro para obter a proibição. Isso eu conto em detalhes, citando a página e tudo de cada trecho. Eles quiseram atribuir ao livro, para conseguir a proibição, eles tinham que dizer que o livro atingia a honra e a respeitabilidade do Roberto Carlos. É a exigência do tal aberrante do artigo 20 da Código Civil. Para mostrar que o livro atingia a honra eles começaram a mostrar que atinge aqui, atinge acá, quando eles viram que não tinha mais assuntos, eles pensaram “bota aqui, tira mulher e bota droga”. Enfim, isso está no capítulo sete.

R7: Como você se sentiu vendo os advogados mudando o cenário, palavras para obter essa proibição?

PC: Essa adulteração eu só fui constatar depois. Na audiência eu ainda não sabia, só fui saber depois no acesso aos autos. Mas aquela audiência foi dramática por isso. Como eu disse na época, eu me senti abandonado. Sabe que duas pré-comissões todo cidadão precisa para entrar na Justiça ou num fórum criminal: ser assistido por um advogado e contar com a imparcialidade do juiz. Essas duas pré-condições me faltaram, porque o advogado, que em tese estava ali para me defender e era o advogado da Planeta, e quando a Planeta decidiu entregar o livro, eu fiquei sem advogado; e o juiz que estaria ali para mediar, estava francamente a favor do Roberto, ameaçou fechar a editora, como conto no capítulo nove. Foi uma situação difícil e dramática. Eu estava ali diante do meu ídolo, a quem eu tinha tentado uma entrevista por 15 anos, sendo acusado por ele e nesse ambiente totalmente hostil.

R7: Você acha que, se não fosse o Roberto Carlos, você chance de não ter sido proibido seu livro?

PC: Claro! Roberto Carlos mais do que um cantor e compositor é uma instituição nacional. Roberto é formador de opinião. Imagina, um juiz de primeira instância recebe um processo assinado por Roberto Carlos dizendo que o livro atinge a sua honra, boa fama e respeitabilidade, o juiz diz ‘claro, Roberto, é isso aí’. E foi isso que aconteceu. Daí a rapidez do caso. A gente sempre ouviu dizer que aqui no Brasil a Justiça é morosa, sabemos disso. Morosa para nós. Para Roberto Carlos foi rápida. Ele entrou na Justiça em janeiro, em fevereiro já estava com o livro proibido. Rapidez. O que é isso? Roberto Carlos. É o poder. Meu livro estabelece também uma questão do poder. Conto também da Rede Globo, como que a Rede Globo tentou ocultar ao máximo. Isso está contado no livro. Como foi a relação da mídia com esse caso. Como todos os outros jornais e televisões noticiaram isso com a Globo ali ocultando. Só falando quando o Roberto Carlos resolveu falar. Então o livro fala de relações de poder também.

R7

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Mais um restaurante anuncia encerramento das atividades na Grande Natal em 2026: o Mirante do Mar, em Tabatinga

Imagem: reprodução

O Mirante do Mar, um dos mais tradicionais bares e restaurantes de Tabatinga, em Nísia Floresta, anunciou neste domingo (12) o encerramento das atividades em publicação nas redes sociais. O estabelecimento funcionará até 26 de julho.

“Agradecemos de coração a todos os clientes e amigos que fizeram parte da nossa história”, diz a publicação que também comunicou que o Point Arituba, que funciona na Lagoa de Arituba seguirá funcionando.

O Mirante do Mar é mais um restaurante na Grande Natal que encerra as atividades em 2026. Desde o início do ano, tradicionais estabelecimentos também fecharam suas portas. Entre os casos mais emblemáticos estão o Santa Maria, um ícone da gastronomia portuguesa em Natal, que em fevereiro anunciou o fechamento após mais de 20 anos de funcionamento; O Duma Cozinha, que encerrou as atividades em abril; E ainda o Restaurante Caicoense, que funcionava na praça de alimentação do Natal Shopping desde 2012 e fechou em junho deste ano.

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COLUNA DO ESTADÃO: Temer revela que Trump perguntou a ele: ‘Quando é que vocês vão invadir a Venezuela?’

Foto: Felipe Rau/Estadão

Coluna do Estadão, por Roseann Kennedy 

Se pudesse dar um conselho ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a relação com Donald Trump, Michel Temer recomendaria ao petista “amenizar as palavras”. Mas, desde o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, Temer e Lula não conversaram mais.

Em entrevista ao Estadão, o ex-presidente lembrou uma passagem que teve com Trump, pouco mais de um ano após a deposição de Dilma, para descrever as idas e vindas do americano.

A sopa de cenoura com gengibre e carneiro ainda estava fumegando naquele jantar de gala, em Nova York, quando o presidente dos Estados Unidos, à época em seu primeiro mandato, fez uma pergunta que deixou os interlocutores desconcertados. “Quando é que vocês vão invadir a Venezuela?”, disparou Trump, sem rodeios nem meias-palavras.

A cena ocorreu em 18 de setembro de 2017, na véspera da abertura da Assembleia-Geral da ONU. A indagação de Trump foi dirigida a Temer e a seus colegas da Argentina, da Colômbia e do Panamá. O americano parecia nervoso.

“Foi a primeira pergunta que ele fez”, contou Temer. “Houve um certo constrangimento, mas cada um disse: ‘Olha, presidente, nós estamos tomando providências de natureza diplomática’”.

Trump foi ouvindo um a um. À mesa, muitos destacaram o bom relacionamento com a Venezuela e o povo venezuelano, embora não admitissem o regime de Nicolás Maduro. Argumentaram que, por isso mesmo, a Venezuela havia sido suspensa do Mercosul.

“É por isso que eu digo: ‘Quando ele (Trump) diz uma coisa lá, se nós respondermos agressivamente aqui, vamos piorar a relação”, disse Temer.

No discurso para todos os convidados, Trump afirmou que os EUA estavam prontos para adotar “ações adicionais” contra a ditadura de Maduro. Na conversa com os presidentes latino-americanos, porém, ele concordou que o melhor era agir pela via diplomática, e não fazer uma intervenção militar.

“É por isso que eu digo: ‘Quando ele (Trump) diz uma coisa lá, se nós respondermos agressivamente aqui, vamos piorar a relação”, insistiu Temer ao ser questionado sobre o risco de Trump usar a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas para também intervir no Brasil.

Na prática, porém, o tom cada vez mais inflamado do governo contra as investidas de Trump – da ameaça de novo “tarifaço” ao carimbo do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas – serve sob medida à campanha de Lula. Tanto é assim que a defesa da soberania entrou até no programa de governo do PT.

De qualquer forma, como o que Trump fala não se escreve, quase nove anos depois daquele jantar de sinais trocados em Nova York, a invasão da Venezuela saiu do papel.

Coluna do Estadão, por Roseann Kennedy 

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PEDIDO DE PAZ: Papa Leão XIV pede diálogo para fim de guerras no Oriente Médio e na Ucrânia

Foto: Mídia do Vaticano/ via Reuters

O papa Leão XIV fez neste domingo (12), em Castel Gandolfo, um novo apelo pela paz diante dos conflitos no Oriente Médio, na Ucrânia e em outras regiões do mundo. O pontífice defendeu o diálogo e a diplomacia para conter a escalada da violência.

“Não permitamos que esses ventos extingam a chama da esperança e da paz, mesmo quando ela parecer frágil e vacilante”, afirmou o papa, ao renovar seu pedido por negociações entre as partes.

O pronunciamento ocorre em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio, após a retomada dos ataques entre Estados Unidos e Irã, e ao aumento da ofensiva russa contra a Ucrânia. Nas últimas semanas, Kiev também intensificou ataques contra a logística militar russa em áreas ocupadas.

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APARECEU O COITADO: Autor de perfil criado para defender Allyson e atacar adversários tenta se vitimizar, mas não explica ligações com ex-prefeito de Mossoró

Foto: reprodução/pngtree

João Carlos Medeiros, autor do perfil @rncomallyson, criado para fazer propaganda da pré-candidatura de Allyson Bezerra e detonar seus adversários na disputa pelo Governo do Estado, publicou um vídeo se vitimizando, dizendo que está sendo atacado e afirmando que é alvo de “mentiras orquestradas por gente que se acha muito poderosa”.

Ele disse que o perfil que administra “não é fake, não é anônimo e nem apócrifo”, que foi feito com seu número de telefone e e-mail pessoal e que não precisaria sequer de decisão judicial para identificá-lo. Em seguida, João Carlos confirmou que a página foi criada para defender Allyson Bezerra, mas omitiu que também promove ataques sistemáticos contra os adversários do ex-prefeito de Mossoró.

Apesar de dizer que não precisaria de decisão judicial para identificá-lo, João Carlos só esqueceu de explicar que a autoria do perfil só foi revelada após a Meta enviar ao TRE as informações sobre o endereço IP vinculado à conta @rncomallyson. Não fosse isso, até hoje ninguém saberia quem administra a página no Instagram.

Ele também não explicou suas muitas ligações com o pré-candidato ao Governo do Estado. João Carlos é vice-presidente estadual e presidente da Juventude do União Brasil em Mossoró. Além disso, ele é noivo da ex-secretária de Comunicação da Prefeitura de Mossoró e braço direito de Allyson Bezerra.

As ligações não param por aí. O Blog do BG revelou nesta semana que João Carlos também era sócio de outro blog, chamado “Toda Hora Mossoró”, junto com sua prima Jaiane Carla da Silva Medeiros, que recebeu R$ 46.905,00 da Prefeitura de Mossoró entre 2021 e 2024.

João Carlos quer dar uma de coitado para esconder que, apesar de garantir que “fazia tudo por conta própria”, ele na verdade sempre foi remunerado pela estrutura de Allyson Bezerra. Essa estratégia de dizer que está “sendo perseguido pelos poderosos”, além de não ser original, não resiste aos fatos.

Opinião dos leitores

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Guerra

VÍDEO: EUA concluem nova rodada de ataques ao Irã e dizem ter atingido 140 alvos militares

Imagens: CENTCOM/EUA

Os Estados Unidos anunciaram a conclusão da terceira rodada de ataques contra o Irã. Segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), a operação atingiu cerca de 140 alvos militares, incluindo instalações de mísseis e drones, equipamentos navais, depósitos de munição, redes de comunicação e sistemas de vigilância costeira.

Com a nova ofensiva na noite de sábado (11) , o número de alvos atingidos pelos EUA no Irã na última semana ultrapassa 300. De acordo com o governo norte-americano, a ação busca reduzir a capacidade iraniana de atacar embarcações que cruzam o Estreito de Ormuz.

O Centcom afirmou, em comunicado:

“Durante três noites de ataques nesta semana, o CENTCOM atingiu mais de 300 alvos sob as ordens do Comandante-em-Chefe, com o objetivo de prejudicar a capacidade do Irã de atacar marinheiros civis e navios comerciais que transitam livremente pelo estreito. O trânsito de navios comerciais por este importante corredor marítimo internacional continua.”

Também neste sábado, a Marinha iraniana anunciou o bloqueio por tempo indeterminado do Estreito de Ormuz, importante rota para o transporte mundial de petróleo. A medida ocorre após o rompimento do cessar-fogo entre os dois países e a retomada das hostilidades.

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VÍDEO: Manifestantes protestam contra situação precária da RN-269, bloqueiam trecho da rodovia e cobram ação do governo Fátima

Moradores da região Agreste Potiguar bloquearam um trecho da RN-269, que liga Nova Cruz às cidades de Montanhas e Pedro Velho, em protesto pelas más condições da rodovia, na manhã deste domingo (12). Eles utilizaram galhos e atearam fogo.

“Isso é uma vergonha para a governadora. As estradas esburacadas, os carros quebrados. É uma vergonha para ela não ajeitar a estrada. Ajeitou até perto de Pedro Velho e não ajeitou o resto porque o prefeito de Nova Cruz não apoia ela”, reclamou um cidadão presente na manifestação.

Opinião dos leitores

  1. É revoltante essa buraqueira nas estradas do RN.
    Agora é repugnante, imoral o que acontece no trecho Nisia Floresta a praia de Barreta.
    O governo gastou milhões do contribuinte e a estrada já acabou, lembrando que essa obra foi entregue no final de 2025 e não aguentou hum inverno o de 2026.
    Isso é sacanagem com o dinheiro do povo, asfalto Sonrisal não pode ver água que desmancha.
    Não tem o menor cabimento isso.
    Quem quiser ver é só ir até Barreta e comprovar com as proprias vistas.

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Ministério diz que hacker que enviou alerta de Defesa Civil aprendeu a mandar alarme falso em curso do governo

Foto: Ilusrativa/Gerada por IA via Inpainting/ChatGPT

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional informou à Câmara dos Deputados que o hacker responsável pelo envio de alertas falsos da Defesa Civil, em 19 de junho, aprendeu a operar o sistema por meio de um curso disponível na plataforma do governo.

Segundo a pasta, o invasor, que se identifica como “Misantropi4”, utilizou credenciais válidas de usuários da plataforma IDAP, obtidas após vazamento em um grupo no Telegram, e explorou uma vulnerabilidade no sistema para disparar mensagens falsas, incluindo alertas sobre um suposto “ataque alienígena”. A Polícia Federal investiga o caso.

O ministério afirmou que os problemas já foram corrigidos e que não houve comprometimento da infraestrutura do órgão. Entre as medidas adotadas estão o bloqueio das contas utilizadas, a implantação de autenticação em dois fatores, restrição de acesso ao sistema à rede interna do ministério e uso obrigatório de VPN pelas Defesas Civis autorizadas.

Opinião dos leitores

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A ingratidão de Allyson Bezerra com o amigo e aliado Kelps Lima

Foto: reprodução

O pior defeito do ser humano é ser ingrato. A ingratidão é uma faca nas costas que diz mais a respeito do autor da facada do que sobre quem sofre o golpe. O agora pré-candidato a governador Allyson Bezerra foi lançado na política pelo ex-deputado estadual Kelps Lima em 2018, que lhe abriu as portas do Solidariedade, viabilizou sua vitoriosa candidatura à Assembleia Legislativa e o ajudou a se defender dos ataques que vinham do grupo rosalbista de Mossoró.

Kelps apostou em Allyson, defendeu seu nome junto à classe política, inclusive de acusações daqueles que hoje, oportunamente, estão ao lado do ex-prefeito de Mossoró. Quando Allyson foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal na Operação Mederi, no final de janeiro, Kelps foi o primeiro a manifestar apoio a ele. No mesmo dia, publicou um vídeo dizendo ser seu “amigo pessoal”, afirmando que não poderia se omitir e enfatizando que não faria “pré-julgamentos” nem “condenação antecipada” do pré-candidato ao Governo do Estado.

Allyson, no entanto, até agora não retribuiu a solidariedade que recebeu de Kelps. Depois de 72h de Kelps ter anunciado em entrevista exclusiva ao “Meio Dia RN” a retirada de sua pré-candidatura a deputado federal pelo União Brasil, Allyson ainda não fez nenhuma declaração pública de apoio ao amigo e correligionário que foi leal a ele no momento mais difícil da sua vida política.

Kelps foi praticamente expulso da nominata do União Brasil, mesmo partido de Allyson Bezerra. Em linguagem popular, ele sofreu uma verdadeira puxada de tapete que inviabilizou sua candidatura. Não lhe restou alternativa a não ser se retirar da disputa eleitoral. Allyson, porém, não fez nenhum gesto público de solidariedade a Kelps. Não manifestou apoio ao amigo e aliado de tantos anos.

Kelps, mesmo arrasado, magoado e triste com o golpe sofrido, se resignou, isentou Allyson de responsabilidade e reiterou publicamente seu apoio à pré-candidatura a governador do ex-prefeito de Mossoró.

Allyson escolheu o silêncio conivente, confirmado que ele de fato nunca vestiu a camisa da candidatura de Kelps Lima. A política é dura, bruta, uma verdadeira máquina de moer gente. Allyson demonstrou que, para chegar ao poder, é capaz de deixar aqueles que foram mais fiéis a ele serem moídos sozinhos. Esse episódio mostrou que o RN tem um novo ingrato: Alysson Bezerra, o “coronel” que passa por cima de tudo e todos para atingir seus objetivos. Quem pratica ingratidão é capaz de tudo.

TENHO DITO.

BG

Opinião dos leitores

  1. BG, esse Alison é mais falço do que uma nota de trinta reais, num tá vendo que esse chapeuzinho de couro não combina mais com ele!!.
    Vai enganar a trouxas a mim não.
    Tú é doido?!!!!!!!!!!!!!!!!!!!,

  2. Esse chapéuzinho de couro é o símbolo artístico utilizado pelo político para enganar os bestas… Esse aí nunca me enganou !

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CazéTV bate novo recorde de audiência no YouTube com 21,2 milhões de aparelhos conectados e atinge 40 milhões de inscritos

Foto: Rorion Carvalho/Cazé TV/Reprodução

A CazéTV voltou a bater o recorde mundial de audiência simultânea no YouTube durante a transmissão de Inglaterra x Noruega, no sábado (11), pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2026.

A partida registrou 21,2 milhões de aparelhos conectados ao mesmo tempo, no primeiro tempo da prorrogação, logo após o segundo gol da seleção inglesa.

O canal superou a própria marca anterior, de 21 milhões de aparelhos simultâneos, alcançada na transmissão de Brasil x Japão.

40 milhões de inscritos

Durante a cobertura do Mundial, a CazéTV também chegou à marca de 40 milhões de inscritos, atingida no jogo entre Argentina e Suíça.

Nos últimos 30 dias, a CazéTV ganhou mais de 11 milhões de inscritos e acumulou cerca de 3 bilhões de visualizações, segundo o Social Blade.

Atualmente, é o 10º maior canal do YouTube em número de inscritos, tendo ultrapassado a Galinha Pintadinha e ficando atrás da GR6 Explode entre os canais brasileiros mais populares. O canal do Bispo Bruno Leonardo, que publica conteúdos religiosos, lidera.

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ALERTA: Afogamento é a segunda maior causa de morte entre crianças de 1 a 4 anos no Brasil

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Os afogamentos estão entre as principais causas de morte de crianças no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), quatro crianças morrem por dia vítimas desse tipo de acidente. Entre crianças de 1 a 4 anos, o afogamento é a segunda principal causa de morte. Dos 5 aos 9 anos, ocupa a terceira posição, e entre 10 e 24 anos, a quarta.

De acordo com a Sobrasa, até 95% dos afogamentos podem ser evitados com informação e medidas de prevenção. Metade dos casos envolvendo crianças acontece dentro de casa, em locais como piscinas, banheiras, caixas d’água, máquinas de lavar e vasos sanitários. A orientação é manter supervisão constante de um adulto, instalar barreiras de proteção em piscinas e isolar reservatórios de água.

No Brasil, uma pessoa morre afogada a cada 90 minutos, totalizando 5.742 mortes por ano. Quatro em cada dez vítimas têm menos de 29 anos, e cerca de dois terços dos afogamentos ocorrem em rios, lagos e represas.

Em alusão ao Dia Mundial de Prevenção do Afogamento, celebrado em 25 de julho, a Sobrasa promoverá uma campanha nacional com 10 mil voluntários, além de palestras, cursos e ações educativas para conscientizar a população sobre a prevenção desses acidentes.

Com informções de Agência Brasil

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