O ex-diretor de Gás e Energia da Petrobras Ildo Sauer afirmou nesta quarta-feira (3), no Congresso, que chegou ao alto escalão da estatal por indicação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010).
Sauer foi a Brasília para ser ouvido pela CPI mista da Petrobras. Como está ocorrendo sessão do Congresso, a reunião do colegiado foi suspensa.
Oposicionistas organizaram um depoimento informal, com os microfones fechados, diante da imprensa –eles fizeram perguntas a Sauer na sala onde ocorre a CPI. Como não se trata de oitiva oficial, as declarações não têm qualquer valor legal para a CPI.
Sauer, um dos responsáveis pelo programa de governo de Lula em 2002, disse ter sido informado pela presidente Dilma Rousseff, então ministra de Minas e Energia, que o candidato petista o queria na companhia.
Embora afirme não ser filiado ao PT, admite ter vínculo com o partido. Sauer disse ainda que, além de Lula, Dilma também conhecia sua capacidade técnica.
O ex-diretor afirmou que nunca participou e jamais soube do esquema de corrupção na Petrobras, onde permaneceu de 2003 a 2007. “A minha diretoria não fazia obras. E se eu soubesse de algumas coisa, teria tomado as medidas que me caberiam”, argumentou.
Ele repetiu algumas vezes que não comentaria declarações de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento e delator do esquema.
“O que está acontecendo na Petrobras é uma tragédia: para a Petrobras, para o país, para todo mundo. Fiquei profundamente chocado”, afirmou.
O ex-diretor também confirmou a versão de que a compra da refinaria de Pasadena (EUA) fazia parte do planejamento da Petrobras.
O ex-diretor defendeu ainda que, após o escândalo, seja revista a forma como “se recrutam os dirigentes de empresas” públicas.
Em tempos em que a leitura apenas do título se torna mais comum o que dizer de um título desse? Título extremamente tendencioso e com duplo sentido. Essa é nossa mídia.
Regulação já!
Gente que babado besta, tenho certeza que Lula sequer sabe da nomeação desse senhor.
Deve ser intriga da oposição inconformada com a derrota eleitoral.
Conversa mole, as diretorias das estatais sempre foram indicações técnicas, por mérito, nada de indicação, nunca houve isso. Só falatório desses revoltados de ocasião.
O número de feminicídios no Brasil caiu 3,2% entre janeiro e julho de 2026, segundo dados do governo federal. Ao todo, o país registrou 848 vítimas, contra 876 no mesmo período de 2025.
No Rio Grande do Norte, porém, o cenário foi diferente. O estado registrou 11 feminicídios entre janeiro e junho de 2026, contra 10 no mesmo período do ano passado. Dessa forma, o RN apresentou alta de 10% no primeiro semestre, enquanto o país registrou redução de 2,5% no mesmo intervalo.
Os dados fazem parte do Monitoramento Nacional da Violência contra a Mulher, elaborado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e pelo Ministério das Mulheres, com informações do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp VDE).
Entre janeiro e junho de 2025, o Rio Grande do Norte contabilizou 10 feminicídios. Já no mesmo período de 2026, o número subiu para 11.
Assim, o estado registrou um caso a mais no primeiro semestre deste ano.
O resultado coloca o RN na contramão da tendência nacional. Enquanto o Brasil reduziu os registros, o estado potiguar apresentou crescimento.
O senador Carlos Viana (PSD-MG) informou nesta sexta-feira (21) que acionou a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) para que a Interpol ajude a localizar o paradeiro do filho do presidente Lula (PT), Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, para assegurar que ele possa depor sobre as suspeitas de corrupção e tráfico de influência no governo petista.
Viana presidiu a CPMI do INSS e agora articula no Congresso Nacional uma nova CPMI do Lulinha, para investigar as relações suspeitas do herdeiro de Lula com lobistas e investigados pelo roubo bilionário a aposentados e pensionistas.
“Acabo de acionar a PF e a PGR para saber oficialmente onde está Lulinha e se ele está à disposição das investigações. Se estiver no exterior e houver necessidade, pedi que sejam avaliados todos os mecanismos de cooperação internacional cabíveis, inclusive os canais da INTERPOL. Quero uma resposta simples: Se a PF precisar ouvi-lo amanhã, sabe onde encontrá-lo?”, escreveu Viana, em suas redes sociais.
Pela manhã, Carlos Viana disse que protocolou requerimento à Presidência da República para obter informações e documentos sobre reuniões, acessos, contatos e a suposta oferta de cargo à amiga de Lulinha e lobista, Roberta Luchsinger, mencionada em mensagens reveladas pela investigação.
“Não estamos investigando um sobrenome. Estamos tentando descobrir se relações pessoais e acesso ao centro do poder foram utilizados para abrir portas do governo a interesses privados. […]A investigação precisa ir até o fim”, justificou Viana.
A avaliação negativa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é de 41%, segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (13). O índice soma os eleitores que consideram a gestão ruim (8%) e péssima (33%).
Por outro lado, a avaliação positiva alcançou 35% na rodada atual do levantamento. Esse grupo é formado pelos entrevistados que avaliam o governo federal como ótimo (16%) e bom (19%).
Na comparação com a rodada anterior, divulgada em 29 de junho, a avaliação negativa da administração federal oscilou um ponto para baixo (era de 42%).
A Nexus/BTG entrevistou 2.003 eleitores, entre os dias 10 e 12 de julho, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pelo BTG Pactual e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07981/2026.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresenta 47% das intenções de voto no segundo turno, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 43%, conforme levantamento do Instituto Datafolha divulgado nesta sexta-feira (21/8). Esta é a primeira pesquisa do instituto realizada após o encerramento do prazo para registro de candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A pesquisa ouviu 2.058 eleitores entre os dias 18 e 20 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para um nível de confiança de 95%, e o levantamento encontra-se registrado no TSE sob o número BR-08448/2026.
No levantamento anterior, realizado em julho, Lula aparecia com 48% das intenções no segundo turno, e Flávio com 43% — diferença de cinco pontos percentuais. Agora, a vantagem entre os dois candidatos caiu para quatro pontos.
Este também é o primeiro resultado divulgado desde que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente, passou a ser alvo de três inquéritos da Polícia Federal. As apurações investigam suposto tráfico de influência em favor de empresas junto ao governo federal.
A pesquisa Datafolha desta sexta-feira (21/8) — a primeira do instituto após o início da campanha eleitoral — mostra que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permanece na liderança das intenções de voto para o primeiro turno, com 39%.
Em segundo lugar aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), com 33%. A margem de erro permanece de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Intenções de voto — 1º turno:
– Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39%
– Flávio Bolsonaro (PL): 33%
– Ronaldo Caiado (PSD): 5%
– Renan Santos (Missão): 4%
– Romeu Zema (Novo): 3%
– Pablo Marçal (PRTB): 2%
– Escritor Augusto Cury (Avante): 2%
– Samara Martins (UP): 1%
– Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
– Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1%
– Edmilson Costa (PCB): 1%
– Clariana Barão (DC): 0%
– Hertz Dias (PSTU): 0%
– Em branco/nulo/nenhum: 7%
– Indecisos: 4%
Na pesquisa anterior, de julho, Lula tinha 40% no primeiro turno, contra 32% de Flávio Bolsonaro — uma diferença de oito pontos, que agora diminuiu para seis.
O levantamento foi encomendado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram entrevistadas 2.058 pessoas com 16 anos ou mais, em todo o território nacional, no período de 18 a 20 de agosto.
O desembargador Glauber Rêgo, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), decidiu nesta sexta-feira (21) aumentar de R$ 10 mil para R$ 50 mil o valor da multa diária aplicada ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte/RN) por descumprimento de decisão judicial que determinou a suspensão da greve na rede municipal de ensino de Natal.
Sob coordenação do Sindicato, a categoria manteve o movimento grevista mesmo após o desembargador ter estabelecido a sua suspensão, há uma semana.
O Sinte alegou que cabia agravo à decisão anterior e que parte da categoria permanecia em atividade. O desembargador, porém, entendeu que a interposição do recurso não suspende automaticamente os efeitos do seu despacho e considerou configurado o descumprimento.
Com o fato constatado, o magistrado classificou a multa anterior como insuficiente para atender a sua função coercitiva. Além de aumentar a multa diária de R$ 10 mil para R$ 50 mil, a nova decisão ainda determina o desconto dos dias não trabalhados pelos professores que aderiram à greve.
A crise humanitária que atinge povos originários da Amazônia avançou no governo do presidente Lula (PT) e ampliou o registro de mortes de indígenas para 1.138 óbitos no território Yanomami, entre os anos 2023 e 2025, de acordo com o Ministério da Saúde. A tragédia virou mote de provocação eleitoral do candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), nesta sexta-feira (21), ao fazer referência à retomada do uso do termo “genocida”, atribuído pela esquerda ao seu pai e ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Já pode chamar de genocida?”, escreveu Flávio Bolsonaro, ao republicar chamada de reportagem da revista Veja, sobre o petista ter superado as 951 mortes de Yanomamis registradas no mandato de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.
A escalada de mortes neste terceiro mandato presidencial de Lula permaneceu, mesmo após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar, em 2023, que o governo do presidente Lula adotasse, até o final de 2024, um novo plano para retirar invasores de sete terras indígenas: Araribóia, Karipuna, Kayapó, Mundurucu, Trincheira Bacajá, Uru-Eu-Wau-Wau e Yanomami.
NOTA DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
O Governo Federal considera grave a divulgação de análises inverídicas sobre a situação na Terra Indígena Yanomami a partir de dados apresentados sem a devida contextualização epidemiológica, histórica e operacional.
A comparação entre períodos é especialmente problemática porque desconsidera que, entre 2019 e 2022, houve grave deterioração da assistência à saúde, com subnotificação de adoecimentos e óbitos. A rede chegou a um nível de precariedade que comprometia a própria capacidade do Estado de identificar e registrar mortes, com unidades e polos-base fechados ou destruídos e comunidades sem atendimento regular. Desde 2023, foram ampliados o atendimento, a busca ativa, os diagnósticos e a vigilância epidemiológica. Comparar registros desses períodos como se fossem equivalentes produz uma conclusão enganosa.
Os dados mais recentes mostram evolução concreta: o número de óbitos caiu 29,5% entre o primeiro semestre de 2023 e o mesmo período de 2026, de 224 para 158 registros. No mesmo intervalo, foram zeradas as mortes por malária, enquanto os óbitos por desnutrição caíram 75,7% e por infecção respiratória aguda, 40,8%. As doses de vacinas praticamente dobraram, de 11.273 para 20.267, a proporção de crianças menores de um ano com esquema vacinal completo passou de 28% para 57,6% e o acompanhamento nutricional chegou a 84%.
Esses resultados decorrem de uma operação permanente, com atuação de mais de 20 órgãos federais. O número de profissionais de saúde mais que triplicou, de 690 para mais de 2,1 mil. Foram reabertos sete polos-base e hoje estão em funcionamento os 37 polos-base, as 40 Unidades Básicas de Saúde e o Centro de Referência de Surucucu, destinado ao atendimento de casos mais graves no próprio território.
Também é incorreto afirmar que a realidade permanece a mesma. Entre março de 2024 e agosto de 2026, houve redução de cerca de 99% na abertura de novas áreas de garimpo na Terra Indígena Yanomami. No mesmo período, as operações impuseram prejuízo estimado em R$ 768 milhões à atividade ilegal. Desde 2023, foram distribuídas mais de 205 mil cestas de alimentos, paralelamente à recuperação da produção tradicional, do acesso à água e da autonomia alimentar das comunidades.
Os recursos mobilizados pelo Governo Federal financiam ações de saúde, segurança, proteção territorial, fiscalização ambiental, logística e assistência às comunidades. A atual gestão tem atuado com transparência e prestação de contas. O STF encerrou por unanimidade a ADPF 709 ao reconhecer o cumprimento das medidas determinadas. Os créditos extraordinários, que totalizam R$ 1,8 bilhão e foram aprovados pelo Congresso Nacional, tiveram os recursos empenhados e vinculados às ações previstas. Gestores federais também prestaram esclarecimentos ao Senado, atendendo a convite da Subcomissão Yanomami.
Portanto, não há qualquer elemento que sustente suspeitas sobre a destinação dos recursos. Eventuais irregularidades devem ser demonstradas por fatos concretos e apuradas pelos órgãos competentes, não por insinuações.
Com a presença permanente do Estado e o monitoramento ampliado, os dados mostram uma mudança concreta: a assistência à saúde foi reconstruída, o garimpo foi drasticamente reduzido e os indicadores de saúde melhoraram de maneira expressiva. A situação no Território Yanomami ainda exige atenção contínua, e o Governo Federal seguirá atuando de forma integrada em saúde, proteção territorial e das comunidades, segurança alimentar, enfrentamento às atividades ilegais e recuperação da autonomia dos povos Yanomami.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que defende Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, celebrou nesta 6ª feira (21.ago.2026) a determinação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, para que a Polícia Federal apure os vazamentos e as quebras do dever de custódia de provas nas investigações que envolvem o filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No entanto, afirmou que, “infelizmente, talvez os resultados desses vazamentos sejam irreversíveis”.
Mendonça atendeu a um pedido da defesa de Lulinha, que é alvo de inquéritos sobre possível tráfico de influência. Na decisão, o ministro cita reportagens que expuseram conversas de aplicativos, trechos de representações policiais e detalhes de inquéritos que estão sob sigilo. Leia a íntegra (PDF – 175 kB).
A revista Veja divulgou na 5ª feira (20.ago) imagens de mensagens entre Lulinha e a lobista Roberta Luchsinger. O material revelou uma estrutura de intermediação entre interesses privados e órgãos da administração pública federal.
A esposa do influenciador Lito Sousa, do canal Aviões e Músicas, revelou que ele foi diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma condição rara, neurodegenerativa e sem cura. Segundo Mila Seidl, Lito perdeu parte dos movimentos nas últimas semanas, mas permanece lúcido. A expectativa de vida após o início dos sintomas costuma ser de cerca de um ano.
Lito havia anunciado em julho que estava com câncer de próstata. Durante o tratamento, começou a sentir dormência no braço esquerdo, que evoluiu após uma viagem aos Estados Unidos. Ao retornar ao Brasil, foi inicialmente diagnosticado com uma inflamação no cérebro e passou por uma série de exames até a confirmação da DCJ.
A doença provoca uma deterioração rápida do sistema nervoso e pode causar perda de memória, demência, tremores e dificuldades motoras. O tratamento é voltado ao controle dos sintomas e à qualidade de vida, já que não há cura.
Nos últimos dias, Lito deixou o hospital e voltou para casa, onde deve receber cuidados de home care e acompanhamento de um cuidador. Ele nasceu em Natal, em 1967, mas se mudou para São Paulo ainda criança.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) volte a receber na prisão domiciliar as visitas dos filhos Carlos Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro.
Os encontros não poderão ter finalidade político-eleitoral e nem viabilizar a divulgação de manifestos políticos-eleitorais.
O ministro ressaltou que todas as demais visitas deverão ser previamente autorizadas pelo STF.
“Ressalte-se que a estrita observância de todas as condições fixadas por lei e pelas decisões judiciais constitui pressuposto para a manutenção do regime de cumprimento atualmente deferido, de modo que eventual descumprimento poderá ensejar a imediata reavaliação do benefício concedido, com a adoção de medidas mais gravosas, inclusive a reversão da prisão domiciliar humanitária em regime fechado”, escreveu Moraes.
A lobista Roberta Luchsinger criticou a atividade de lobby em uma entrevista para um blog petista em 2023. Na gravação, Roberta diz que “lobby é proibido no Brasil” e descreveu que a atividade funciona com “alta penetração dentro de um governo, que faz um bem bolado, e ganha com isso”.
Sócia do filho do presidente Lula e comparsa do Careca do INSS, Luchsinger falava na entrevista de acusações de lobby no Ministério da Saúde na gestão Jair Bolsonaro. “Onde tem bolsonarismo, a gente sempre fica assustado com a criatividade que eles têm em gerar negócios bilionários a curto prazo. É espantoso ver”, pregou.
Segundo a Polícia Federal, contudo, a própria Roberta Luchsinger atuaria como lobista no Ministério da Saúde em favor do filho mais velho de Lula, Fábio Lula da Silva, o “Lulinha”.
Alvo da PF, Luchsinger está com tornozeleira eletrônica desde dezembro de 2025. Como mostrou o Metrópoles, a lobista pagava contas pessoais do então chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Ribeiro. Até o mês passado, Marcola controlava o acesso ao presidente e falava em nome dele. A entrevista demonstra que a lobista sabe que sua prática é ilegal.
Dois meses antes da entrevista, Luchsinger esteve no Ministério da Saúde. Registros de portaria da pasta obtidos pelo Metrópoles mostram que, em 5 de abril de 2023, às 11h43, ela entrou em um dos prédios do órgão. O destino não foi informado na planilha obtida por meio da Lei de Acesso à Informação.
O advogado de Roberta Luchsinger, Roberto Podval, disse ao Metrópoles na quinta-feira (20/8) que, por orientação dele, a empresária não comentará as declarações feitas há três anos.
Em 2023, quando concedeu a entrevista, Roberta já era diretora da RL Consultoria, empresa que atendia clientes com contratos com o governo Lula. A PF identificou que ela chegou a receber R$ 150 mil de uma empresa de Cléber Ribas, a 3 Structure IT Ltda. A 3 Structure tinha contratos com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).
Em tempos em que a leitura apenas do título se torna mais comum o que dizer de um título desse? Título extremamente tendencioso e com duplo sentido. Essa é nossa mídia.
Regulação já!
Aécio pagou ex-ministros do STF com dinheiro de campanha?
O Aeroporto do Titio não foi construído antes da campanha presidencial?
LULA VAI DIZER QUE É MENTIRA.
Gente que babado besta, tenho certeza que Lula sequer sabe da nomeação desse senhor.
Deve ser intriga da oposição inconformada com a derrota eleitoral.
Conversa mole, as diretorias das estatais sempre foram indicações técnicas, por mérito, nada de indicação, nunca houve isso. Só falatório desses revoltados de ocasião.