Diversos

Ataque suicida mata ao menos 10 no aeroporto de Istambul

Um ataque suicida no aeroporto de Ataturk, em Istambul, deixou pelo menos 10 mortos e dezenas de feridos, de acordo com o ministro da Justiça da Turquia, Bekir Bozdag. O aeroporto, o maior da cidade, fica na parte europeia de Istambul.

Dois homens teriam se explodido no aeroporto, de acordo com a emissora CNN Turk, quando foram interpelados pela polícia. Eles teriam atirado com fuzis antes de se explodirem.

A imprensa local informou que diversas ambulâncias foram ao aeroporto e que taxistas também levaram feridos a hospitais. “Foi muito forte. Todo o mundo entrou em pânico e começou a correr em todas as direções”, disse um dos entrevistados à CNN Turk.

A Turquia tem sido alvo de diversos atentados recentemente, de autoria tanto do Estado Islâmico quanto de milícias curdas, grupos que são combatidos pelo governo turco.

No último dia 7, um atentado suicida com um carro-bomba contra um ônibus policial deixou 11 mortos e 36 feridos em Istambul. O ataque foi reivindicado pelos rebeldes curdos do TAK (Falcões da Liberdade do Curdistão).

Um outro ataque na zona comercial do centro de Istambul em 19 de março deixou cinco mortos e 36 feridos. Segundo o governo turco, o autor do atentado foi um homem com vínculos com o Estado Islâmico. (Com agências internacionais)

UOL

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‘TSE paralelo’: Decisões de Gilmar Mendes sobre campanhas geram crise com a Justiça Eleitoral e o próprio STF


Foto: Wilton Junior/Estadão

Na véspera do primeiro turno das Eleições 2026, uma série de decisões do ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), acendeu um alerta no meio jurídico e provocou tensão institucional. Juristas ouvidos pelo Estadão avaliam que a atuação do magistrado ao decidir sobre demandas eleitorais em série esvazia a Justiça Eleitoral e personaliza o poder sobre as campanhas.

As decisões de Gilmar foram tomadas entre sexta-feira (2) e sábado (3), menos de 24 horas depois de o presidente do STF, ministro Edson Fachin, assinar uma resolução para impor regras mais rígidas na distribuição de petições na Corte e evitar o direcionamento de casos.

Intervenções em disputas estaduais e presidenciais

Nas decisões recentes, o decano derrubou direitos de resposta concedidos por Tribunais Regionais Eleitorais (TREs): No Paraná, Gilmar cassou decisões do TRE-PR favoráveis a Sergio Moro (PL) e liberou propagandas de Sandro Alex (PSD) sobre aborto. Na Bahia, o ministro afastou direitos de resposta concedidos pelo TRE-BA a Jerônimo Rodrigues (PT) contra publicações de ACM Neto (União Brasil) sobre o programa Pé-de-Meia e a Operação Overclean.

As medidas foram tomadas por meio de pedidos de extensão dentro de uma reclamação já em curso no STF, um processo aberto meses antes para discutir outro tema. Especialistas apontam que usar processos antigos como “atalhos” evita o sorteio de novos relatores, prática criticada por burlar a distribuição regular.

A mesma reclamação já havia sido utilizada na quinta-feira (1º) para obrigar a inclusão de Renan Santos (Missão) no debate presidencial da TV Globo, revertendo decisão do presidente do TSE, Nunes Marques.

Repercussão e críticas de juristas

Para o advogado constitucionalista Marcelo Aith, Gilmar está convertendo seu gabinete em um “TSE paralelo”. Ele diz que “a defesa da liberdade de expressão não pode servir de salvo-conduto para submeter a jurisdição eleitoral à vontade de um único ministro”.

O professor e ex-desembargador Walter Fanganiello Maierovitch aponta que o cenário indica um avanço indevido do Supremo sobre a competência da Justiça Eleitoral, evidenciando uma relação de “morde e assopra” com a presidência de Fachin.

O jurista Marcelo Crespo (ESPM-SP) alerta  para o risco de criação de uma instância paralela, na qual derrotados nos TREs recorrem diretamente ao STF sem aguardar a tramitação natural pelo TSE. Já o advogado eleitoral Alberto Rollo critica a prática conhecida como “pescaria de relator” (manipulação de regras processuais para manter processos com um magistrado de preferência) e destaca que a resolução de Fachin tentou justamente coibir essa triagem paralela.

Apesar das críticas e da nova normativa interna do STF para endurecer a triagem de petições de terceiros, a prática de concentrar temas sensíveis em gabinetes específicos tem gerado debates recorrentes na Corte, envolvendo também outros ministros em episódios anteriores. Até o momento, o gabinete de Gilmar Mendes não se manifestou sobre as avaliações dos juristas.

Com informações do Estadão

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VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Lula vence na Coreia do Sul com mais de 56% dos votos válidos


Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A apuração dos votos no exterior começou a revelar os primeiros panoramas do primeiro turno das Eleições 2026. Na Coreia do Sul, onde a votação já foi encerrada devido à diferença de fuso horário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu a vitória com 56,94% dos votos válidos.

Do total de 216 votos válidos contabilizados no país asiático, Lula somou 123 sufrágios. Flávio Bolsonaro (PL) ficou na segunda posição, com 72 votos (33,33%).

A disputa pelo terceiro lugar registrou um empate triplo: Renan Santos, Ronaldo Caiado e o escritor Augusto Cury alcançaram 6 votos cada (2,78%). Na sequência, Rui Costa Pimenta, Zema e Samara registraram 1 voto cada (0,46%). Ao todo, a seção também contabilizou 10 votos entre brancos e nulos.

Resumo da votação na Coreia do Sul

  • Lula: 123 votos (56,94%)

  • Flávio Bolsonaro: 72 votos (33,33%)

  • Renan Santos: 6 votos (2,78%)

  • Ronaldo Caiado: 6 votos (2,78%)

  • Escritor Augusto Cury: 6 votos (2,78%)

  • Rui Costa Pimenta: 1 voto (0,46%)

  • Zema: 1 voto (0,46%)

  • Samara: 1 voto (0,46%)

  • Brancos e nulos: 10 votos

Apesar da divulgação antecipada desses boletins de urna locais, os resultados oficiais consolidados para todo o exterior e para o Brasil só serão oficializados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após o encerramento geral da votação, às 17h (horário de Brasília).

Com informações do G1

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VOTAÇÃO NO EXTERIOR: Lula vence Flávio Bolsonaro na Austrália e Nova Zelândia


Fotos: Reprodução/ICL

Com a diferença de fuso horário, os primeiros resultados das Eleições 2026 começaram a ser divulgados pelos consulados brasileiros no exterior. Na Austrália e na Nova Zelândia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu vitorioso com ampla vantagem.

Na Austrália, onde foram computados cerca de 7,1 mil votos, Lula somou 57,4% da preferência do eleitorado, enquanto Flávio Bolsonaro obteve 30,7%. O desempenho de Flávio superou o percentual registrado por seu pai, Jair Bolsonaro, que marcou 28% no país durante o pleito de 2022, ano em que Lula havia conquistado 54% dos votos locais.

Na Nova Zelândia, a vantagem foi ainda mais expressiva: Lula venceu com cerca de 70% dos votos (234 de um total de 332 sufrágios), seguido por Flávio Bolsonaro, com 19%, e Renan Santos, que registrou um voto.

Crescimento exponencial do eleitorado fora do país

O cenário na Oceania reflete a expansão do voto brasileiro no exterior. Em apenas quatro anos, o número de eleitores aptos a votar fora do Brasil cresceu 32%, alcançando a marca histórica de mais de 918 mil eleitores em 2026.

Para efeito de comparação, o colégio eleitoral brasileiro no exterior já supera o total de eleitores de estados inteiros da federação, como Roraima (401,5 mil), Amapá (577,5 mil) e Acre (614,4 mil).

Ao todo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enviou urnas eletrônicas para 186 cidades em 134 países. Entre os maiores redutos de eleitores brasileiros fora do território nacional destacam-se: os Estados Unidos (liderando o volume geral), Portugal (com 134,8 mil eleitores inscritos) e o Japão, com 88,4 mil eleitores.

Com informações do ICL Notícias

Opinião dos leitores

  1. O que esse pessoal está fazendo fora do Brasil? Se Lula é o candidato deles, venham e vivam e aplaudam aqui no Brasil.

  2. é fácil votar em amigo de bandido quando a pessoa não está no Brasil convivendo com a violência né? não era pra ser permitido votar quem não vive aqui!

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ELEIÇÕES 2026: Guia prático com o que pode e o que não pode neste domingo


Foto: Reprodução/Internet

Milhões de brasileiros vão às urnas neste domingo (4) para o primeiro turno das Eleições 2026. A votação ocorre das 8h às 17h (horário de Brasília) e, para garantir que o processo ocorra de forma tranquila, o eleitor deve ficar atento a uma série de regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral.

Quem estiver na fila até as 17h terá garantido o direito de votar. Antes de sair de casa, vale conferir o local de votação (pelo portal do TSE ou aplicativo e-Título), separar um documento oficial com foto e preparar a tradicional “colinha”.

O que está em disputa na urna

Neste pleito, os eleitores votarão na seguinte ordem: Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Primeiro Senador, Segundo Senador, Governador e Presidente da República.

O que é permitido e o que é proibido na votação

Camisetas e manifestações:

É permitido usar camisetas, broches, adesivos ou bandeiras com preferências políticas. Contudo, a manifestação deve ser individual e silenciosa. Abordar eleitores para pedir votos, formar aglomerações com roupas padronizadas ou realizar carreatas e comícios é proibido.

Uso do celular:

O aparelho é proibido dentro da cabine de votação. O eleitor deve desligá-lo e deixá-lo no local indicado pela mesa receptora antes de votar, junto a máquinas fotográficas e filmadoras.

A “colinha” de papel:

É totalmente permitida e recomendada para agilizar a votação, desde que anotada previamente em papel.

Santinhos e propaganda:

A distribuição de santinhos e materiais de campanha no dia da eleição é crime (boca de urna). O “derrame de santinhos” nos arredores dos locais de votação também é rigidamente vedado.

Bebida alcoólica (Lei Seca):

Não existe uma regra nacional única. A proibição da venda e consumo depende de decretos locais de cada estado ou zona eleitoral (no Distrito Federal, por exemplo, não há restrição, enquanto no Ceará a venda foi proibida das 8h às 18h).

Documentação e justificativa

Para votar, é obrigatório apresentar um documento oficial com foto (como CIN, CNH, passaporte ou carteira de trabalho física). A carteira de trabalho digital e certidões não são aceitas. O título de eleitor não é obrigatório.

Quem não puder comparecer à votação deve justificar a ausência em até 60 dias após o pleito, preferencialmente pelo aplicativo e-Título, evitando multas e restrições burocráticas, como impedimentos para tirar passaporte ou assumir cargos públicos.

Com informações do Metrópoles

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Política

LOUCURA: Vantagem de Allyson cai 14 pontos em 7 dias e eleição fica completamente aberta, segundo pesquisa Quaest

Fotos: Divulgação

A nova pesquisa Quaest, divulgada neste sábado (3), mostra uma forte virada de cenário na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. Em pouco mais de uma semana, a vantagem de Allyson Bezerra (União Brasil) sobre Cadu de Lula (PT) caiu de 18 para apenas 4 pontos. Já contra Álvaro Dias (PL), a distância recuou de 21 para 7 pontos. Nos dois casos, a vantagem encolheu 14 pontos percentuais.

O movimento aconteceu dos dois lados: Allyson perdeu oito pontos, caindo de 39% para 31%, enquanto Cadu e Álvaro cresceram 6 pontos cada. O petista avançou de 21% para 27% e o candidato do PL passou de 18% para 24%.

A disputa pela segunda vaga no eventual segundo turno também pegou fogo. Cadu aparece com 27% e Álvaro tem 24%. Com margem de erro de dois pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

Na rodada de 25 de setembro, Allyson marcava 39%, Cadu tinha 21% e Álvaro aparecia com 18%. Agora, na pesquisa divulgada neste sábado (3), os números são 31%, 27% e 24%, respectivamente.

A Quaest ouviu 1.800 eleitores do RN entre os dias 2 e 3 de outubro. A pesquisa, encomendada pela Inter TV, tem margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro RN-09644/2026 na Justiça Eleitoral.

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PESQUISA QUAEST: Allyson despenca oito pontos percentuais em uma semana, Cadu e Álvaro crescem e empatam na 2ª colocação

Fotos: Reprodução

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), véspera do 1º turno, mostra como está a disputa pelo governo do RN. O resultado mostra uma queda significativa das intenções de voto em Allyson Bezerra, que tinha 39% no levantamento divulgado no dia 25 de setembro, mas agora despencou para 31%.

Cadu de Lula e Álvaro Dias cresceram seis pontos percentuais no mesmo período e agora somam 27% e 24%, respectivamente, ficando tecnicamente empatados.

Veja o resultado com os votos totais, incluindo votos em branco, nulos e eleitores indecisos:

Allyson (UNIÃO): 31% (eram 39% em 25 de setembro)
Cadu de Lula (PT): 27% (eram 21%)
Álvaro Dias (PL): 24% (eram 18%)
Rodrigo Bolsonaro (AGIR): 1% (era 1%)
Professor Roberio Paulino (PSOL): 1% (era 0)
Arinalda do MLB (UP): 0 (era 0 )
Godeiro Linhares (DC): 0 (era 0)
Henrique Lyra (PCO): 0 (era 0 )
Dário Barbosa (PSTU): 0 (era 0)
Indecisos/não sabe/não respondeu: 2% (eram 10%)
Branco/nulo: 14% (eram 11%)

O levantamento foi encomendado pela Inter TV e ouviu 1.800 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o TSE: RN-09644/2026.

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PESQUISA QUAEST/2º TURNO: Flávio vira e aparece com 44%, contra 42% de Lula

Fotos: Reprodução

A última pesquisa Qauest antes do primeiro turno mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 44% das intenções de voto na segunda etapa do pleito, contra 42% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O cenário é de empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.

No levantamento anterior, divulgado na segunda-feira (28/2), ambos tinham 42% e agora Flávio aparece numericamente à frente de Lula, no segundo turno, de acordo com a Quaest.

O instituto entrevistou 3.702 eleitores entre os dias 2 e 3 de outubro. O levantamento, contratado pelo jornal O GLOBO e a TV Globo, tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral sob o código BR-02197/2026.

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PESQUISA QUAEST/VOTOS VÁLIDOS: Flávio e Lula empatam tecnicamente no 1º turno

Foto: Ricardo Stuckert/PR – Charles Vieira/Flickr

Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3) mostra como está a disputa pela Presidência da República na véspera do 1º turno. O levantamento aponta empate técnico e provável segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Votos Válidos

  • Lula (PT): 46%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 45%
  • Escritor Augusto Cury (Avante): 3%
  • Renan Santos (Missão): 3%
  • Ronaldo Caiado (PSD): 3%
  • Clariana Barão (DC): 0
  • Edmilson Costa (PCB): 0
  • Hertz Dias (PSTU): 0
  • Leonardo Avalanche (PRTB): 0
  • Romeu Zema (Novo): 0
  • Samara Martins (UP): 0
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0

Votos válidos: É a forma como o TSE divulga o resultado oficial das eleições. São os votos dados nos candidatos. Esse cálculo deixa de fora os votos em branco e nulos e abstenções. Para vencer no 1º turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto

O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo e ouviu 3.702 eleitores de 16 anos ou mais, entre os dias 2 e 3 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-02197/2026.

g1

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PESQUISA PALVER: Flávio têm 47% e Lula, 43% em 1º turno

Fotos: Roque de Sá/Agência Senado e Ricardo Stuckert/PR

Pesquisa da Palver divulgada hoje (3) mostra Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) empatados tecnicamente no primeiro turno, com o senador numericamente à frente. O filho ex-presidente Jair Bolsonaro tem 47% dos votos contra 43% do petista. No segundo turno, Flávio lidera.

Primeiro turno – estimulada

Flávio Bolsonaro (PL): 47% (eram 44% em 29 de setembro)
Lula (PT): 43% (eram 44%)
Renan Santos (Missão): 7% (eram 8%)
Augusto Cury (Avante): 1% (manteve)
Ronaldo Caiado (PSD): 1% (manteve)
Romeu Zema (Novo): 0% (era 1%)
Outros: 0%
Branco/nulo/não votaria: 0%
Indecisos: 0%

Segundo turno – Lula x Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro (PL): 49% (eram 47% em 29 de setembro)
Lula (PT): 44% (eram 45%)
Branco/nulo/não votaria: 6% (eram 7%)
Indecisos: 1% (manteve)

O levantamento entrevistou 5.000 eleitores por questionário online entre os dias 30 de setembro e 3 de outubro. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa no TSE é BR-00198/2026.

UOL

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PESQUISA VERITÁ: Álvaro cresce, ultrapassa Allyson e aparece no segundo turno com Cadu Xavier

Pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste sábado (3) mostra Álvaro Dias (PL) à frente de Allyson Bezerra (União) na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte e aponta, no cenário pesquisado, Álvaro no segundo turno com Cadu Xavier (PT).

Considerando os votos válidos, Cadu aparece com 44,6%, seguido por Álvaro Dias, com 28,3%, e Allyson, com 25,1%. No cenário com todos os votos, os percentuais são de 43,7% para Cadu, 27,7% para Álvaro e 24,6% para Allyson.

O resultado coloca Álvaro na segunda posição no levantamento, 3,2 pontos percentuais à frente de Allyson nos votos válidos, indicando um cenário de segundo turno entre Álvaro e Cadu caso esses percentuais se confirmem nas urnas.

A pesquisa foi realizada entre os dias 28 de setembro e 2 de outubro, com 1.220 eleitores. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número RN-06513/2026.

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