A Associação dos Empresários do Litoral de Parnamirim (AELP), presidida por Otávio Lamartine, reuniu na noite de ontem, 25, no Hotel Village do Sol, a imprensa potiguar para o lançamento do Festival Gastronômico de Pirangi, que deverá ocorrer no período de 1 a 15 de maio, com pratos à base de camarão. A iniciativa é uma forma de atrair turistas e veranistas para Pium, Cotovelo e Pirangi também na baixa temporada.
Cada representante dos dez restaurantes que integrarão o Festival prepararam seus pratos especiais para que os jornalistas pudessem ter uma mostra do que será o evento. “Estes pratos serão os mesmos que estarão nos cardápios durante o Festival, com uma redução de até 20% nos preços. Esta foi uma forma que encontramos para atrair o público, inclusive, as pessoas que moram aqui na região”, disse Otávio Lamartine.
Vanderley dos Santos Gomes deverá cumprir 720 horas de prestação de serviços à comunidade e efetuar o pagamento de prestação pecuniária no valor de R$ 7.590 — Foto: Arquivo pessoal
O pé do servidor público que tentou fraudar seguradoras após amputar o próprio membro para tentar receber uma indenização de R$ 1,5 milhão foi encontrado dentro da mochila dele, a cerca de 350 metros do local onde ele foi socorrido, na zona rural de São Gonçalo dos Campos, no interior da Bahia.
O homem disse à polícia ter perdido o membro durante um assalto seguido de sequestro. Dentro da bolsa estavam todos os pertences que ele afirmou terem sido levados pelos assaltantes, além do pé amputado.
O fato chamou a atenção dos investigadores porque contrariava a versão apresentada pelo servidor, que afirmou ter tido o celular, o relógio e outros bens roubados durante a ação criminosa.
Vanderley dos Santos Gomes atuava na cidade de Amélia Rodrigues, no Recôncavo baiano, e foi condenado a cumprir 720 horas de prestação de serviços à comunidade e efetuar o pagamento de prestação pecuniária no valor de R$ 7.590.
A situação ocorreu em julho de 2019. Em depoimentos prestados à Polícia Civil e à Justiça, Vanderley relatou que chegou à cidade de Cruz das Almas à noite, com fortes dores, por isso foi até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade para tomar um medicamento, mas não foi atendido por falta de receita.
O homem disse que, ao sair da unidade de saúde, foi abordado por dois homens, em um carro preto, que anunciaram o assalto. De acordo com o relato, os criminosos estavam armados e teriam o forçado a entrar no veículo, onde ele foi vendado e amarrado.
O servidor público contou que teria sido agredido com socos e teve R$ 2 mil em espécie roubados, além do relógio e celular. Depois disso, ele teria sido levado a uma estrada de terra, onde os criminosos o imobilizaram e teriam amputado o pé.
Vanderley disse ainda que desmaiou devido à dor intensa e, ao acordar, se viu sozinho em uma estrada do povoado de Mercês, na zona rural de São Gonçalo dos Campos.
Condenação
Diante do apurado, a Vara de Execuções Penais de São Gonçalo dos Campos concluiu, em primeira instância, que o servidor planejou a fraude ao contratar os seguros e posteriormente apresentar a história para receber as indenizações.
Ele foi condenado a dois anos de reclusão por estelionato, em primeira e segunda instâncias. O homem ainda tentou levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas não conseguiu.
A defesa de Vanderley havia apresentado um pedido de prequestionamento, um recurso jurídico usado para forçar os magistrados do estado a declararem expressamente quais leis foram aplicadas na decisão. Essa etapa é obrigatória para que um processo possa ser analisado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) ou pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
No entanto, a Justiça da Bahia considerou que todos os pontos e leis questionados pela defesa de Vanderley já haviam sido detalhadamente examinados e debatidos ao longo do processo, não sendo necessário encaminhar o caso ao STJ.
Como o caso transitou em julgado, ou seja, não cabem mais recursos, Vanderley começou a cumprir pena em maio deste ano.
Inconsistências no relato
As autoridades apontaram uma série de inconsistências nos depoimentos prestados pelo servidor público. Uma delas foi justamente o fato de a mochila ter sido encontrada pela períciaa cerca de 350 metros de onde Vanderley foi socorrido. A bolsa continha todos os pertences que o homem afirmou terem sido roubados, assim como o pé amputado.
Outras questões apontadas foram
A amputação do membro dele por parte dos supostos sequestradores.
De acordo com o documento, os juízes consideraram “ilógica” a ideia da amputação, já que Vanderley não possuía inimigos e nenhum resgate foi solicitado.
A Justiça também considerou que o servidor público demonstrou uma série de esquecimentos sobre aspectos cruciais do crime, como a dinâmica exata da lesão e qual o instrumento utilizado para praticá-la. O documento aponta que ele não soube afirmar se os criminosos teriam utilizado um facão, serra ou foice.
Também foi destacado que a ordem cronológica dos fatos indicava uma premeditação financeira. Para os juízes, é contrastante que um servidor com um salário reduzido tivesse contratado quatro seguros de vida simultâneos apenas seis semanas antes de perder o pé.
O que dizem os advogados das seguradoras
“O caso é um dos mais emblemáticos num mercado em que, só em 2024, contabilizou mais de R$ 1,1 bilhão de indenizações evitadas em golpes comprovados”, afirmou o advogado Adriano Scattini, da Advocacia Zacarelli, escritório que representou todas as seguradoras envolvidas.
Em nota, a empresa informou que o primeiro fato a chamar a atenção foi a multiplicidade de apólices contratadas pelo servidor público que não teria renda para pagá-las no longo prazo. Cada uma com uma empresa referência no setor.
“Casos como esses são detectados porque as empresas operam de maneira integrada, que é o melhor meio de combater a epidemia de fraudes contra os seguros”, explicou Scattini.
Perícias médicas atestaram que a amputação do pé não poderia ter sido feita por golpes violentos num assalto.
“Quem ajudou ele tinha conhecimento de técnicas cirúrgicas, o que invalidou a versão de violência e do assalto”, explicou Scattini.
Familiares de Daniel Vorcaro procuraram, na última semana, escritórios de advocacia em Brasília em busca de um novo advogado para assumir a defesa do empresário e dono do Banco Master.
Segundo informações da CNN, a estratégia tem como objetivo avançar nas negociações de um acordo de delação premiada. Vorcaro prepara uma terceira proposta de colaboração após duas tentativas terem sido rejeitadas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República.
Pessoas próximas afirmam que a possibilidade de retorno à prisão levou o empresário a buscar reforço jurídico e acelerar as tratativas com as autoridades, de acordo com informações do blog da jornalista Larissa Rodrigues, da CNN Brasil.
Atualmente, a defesa é conduzida por Sérgio Leonardo, ex-presidente da OAB de Minas Gerais. Antes dele, Vorcaro já havia trocado de advogado em outras duas ocasiões.
De acordo com aliados, a nova proposta deverá incluir documentos e informações considerados mais consistentes. A expectativa é de que o material seja entregue à Polícia Federal nos próximos dias.
Nos bastidores, Vorcaro avalia que houve resistência das autoridades em relação ao conteúdo apresentado até agora. Já investigadores afirmam que qualquer eventual acordo dependerá da apresentação de informações relevantes, comprovadas e abrangentes.
Integrantes da Polícia Federal também demonstram cautela sobre a possibilidade de a nova proposta trazer elementos inéditos em relação às tentativas anteriores.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou neste sábado (20) que o trabalhador brasileiro não estaria conseguindo mais comprar carne no país.
Durante a declaração, ele disse que “sobrou a linguiça” para a população, em uma referência ao cenário econômico e ao consumo das famílias.
A fala também fez menção indireta à promessa feita em 2022 pelo presidente Lula (PT), quando afirmou que itens como picanha e cerveja estariam mais acessíveis.
Flávio Bolsonaro, senador pelo Rio de Janeiro, é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e tem sido um dos principais nomes da oposição no Senado.
A declaração foi feita em tom de crítica ao cenário econômico e à dificuldade de compra de alimentos básicos relatada por parte da população brasileira.
Um ex-servidor da Polícia Civil teve a casa invadida por criminosos durante a madrugada, em Jucurutu, no Seridó potiguar. De acordo com a Polícia Militar, cerca de R$ 5.800 em dinheiro foram levados da residência durante a ação criminosa.
A vítima relatou ter sido surpreendida dentro de casa. Ele afirmou não ter conseguido identificar os suspeitos. O homem também informou possuir problemas de visão, o que dificultou a percepção de detalhes da invasão.
Um ponto que chamou atenção dos policiais é que os criminosos teriam ido diretamente ao local onde o dinheiro estava guardado, o que levanta a suspeita de que eles já tinham conhecimento prévio da quantia.
O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, afirmou que o Brasil está crescendo abaixo da média da América Latina ao comentar um ranking de projeções econômicas divulgado pelo Banco Mundial em abril.
Em publicação nas redes sociais, ele compartilhou um gráfico que coloca o Brasil na 14ª posição entre países da região, com crescimento estimado em 1,6%, atrás de Paraguai (4,4%), Panamá (3,9%), Guatemala (3,7%) e Argentina (3,6%).
“Olha só a posição do Brasil. Somos um dos maiores países do mundo em território, população, recursos naturais e potencial econômico. Mesmo assim, continuamos atrás de nações muito menores”, lamentou.
Em outro trecho, Hang criticou o ambiente econômico e a condução das políticas públicas:
“Eu viajo pelo mundo todo e percebo o quanto ainda temos para fazer. O Brasil tem tudo para liderar essa lista, mas precisamos controlar os gastos públicos, fortalecer a economia e incentivar quem produz. Infelizmente, no nosso país, muitas vezes quem trabalha, empreende e gera empregos acaba sendo punido por uma carga excessiva de impostos e burocracia”, disse.
O empresário também citou exemplos internacionais de reformas econômicas e segurança pública como El Salvador e Argentina, que, segundo ele ,enfrentavam enormes dificuldades e que decidiram mudar de rumo.
“El Salvador saiu de uma das maiores taxas de homicídio do mundo, e hoje os índices estão de 1 homicídio por 100 mil habitantes. Já a Argentina vem implementando reformas econômicas profundas para combater a inflação e recuperar a confiança dos investidores. Isso mostra que, quando existe coragem para enfrentar os problemas e fazer as mudanças necessárias, os resultados aparecem”, destacou Hang.
Segundo relatório do Banco Mundial sobre a América Latina e o Caribe, a Argentina aparece como destaque na região, enquanto Brasil e México enfrentam perda de dinamismo em meio a “condições financeiras internas restritivas, espaço fiscal limitado e incerteza em relação à política comercial”.
O organismo projeta crescimento de 3,6% para a Argentina em 2026, enquanto estima expansão de 2,2% para a economia brasileira.
O estudo também aponta que a região segue com crescimento “limitado”, com renda per capita praticamente estagnada em diversos países.
Sobre a Argentina, o relatório destaca o impacto de ajustes fiscais e reformas econômicas conduzidas pelo governo de Javier Milei.
Já em relação ao Brasil, o Banco Mundial cita entraves ligados a juros elevados, incertezas econômicas e restrição fiscal, que afetam crédito, investimentos e consumo.
Durante a transmissão da partida entre Alemanha e Costa do Marfim, pela segunda rodada da Copa do Mundo, uma cena inesperada interrompeu momentaneamente o clima da cobertura esportiva.
A equipe da GE TV, da Globo, entrevistava torcedores alemães que acompanhavam o jogo no Brasil quando uma mulher apareceu no enquadramento.
Sem relação com a entrevista, ela fez críticas diretas ao presidente Lula (PT), chamando-o de “ladrão” e gritando “Lula fora” durante a transmissão ao vivo.
A fala surpreendeu os apresentadores e os demais torcedores que participavam da reportagem no momento.
Uma mulher ficou ferida após um acidente de moto na BR-101, em Natal, e aguardou mais de 2 horas pelo atendimento do Samu neste sábado (20). O acidente aconteceu após o condutor da moto perder o controle ao passar sobre uma tampa de bueiro desnivelada na pista.
O Corpo de Bombeiros realizou o primeiro atendimento ainda no trecho da rodovia. O condutor da moto foi socorrido e encaminhado ao Hospital Walfredo Gurgel.
A mulher ferida permaneceu no local aguardando atendimento do Samu. Segundo informações do Portal da Tropical, a vítima ficou cerca de 2h20 à espera de uma ambulância.
Diante da demora, o Corpo de Bombeiros retornou ao local do acidente e socorreu a mulher. Pouco depois, uma unidade do Samu chegou ao local.
A Polícia Civil identificou um terceiro suspeito de participação no atentado que matou o assessor Alyson Dyego de Oliveira Morais e deixou ferido o vereador Cabo Deyvison (PL), em Mossoró. O crime aconteceu por volta das 22h da última segunda-feira (15), em frente à UPA do Alto de São Mateus.
Segundo a investigação, foram reunidos elementos que apontam o envolvimento de Wilson Mariano da Silva Filho na ação criminosa. Com base nas evidências coletadas, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do investigado.
A medida foi autorizada pela Justiça. No entanto, o suspeito não foi localizado e é considerado foragido pelas forças de segurança.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do caso, identificar outros possíveis envolvidos e responsabilizar autores, coautores e eventuais mandantes do crime.
A corporação pede a colaboração da população para localizar o investigado. Informações que possam ajudar nas investigações ou indicar o paradeiro do suspeito podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181. O sigilo é garantido.
O vereador de Mossoró, Cabo Deyvison (PL), afirmou que não pretende deixar a vida pública após ter sido alvo de um atentado que resultou na morte de seu assessor Alyson Dyego de Oliveira Morais e o deixou ferido. O crime aconteceu por volta das 22h da última segunda-feira (15), em frente à UPA do Alto de São Mateus, em Mossoró.
Em entrevista à Tribuna do Norte, ele disse que o episódio aumentou sua vontade de continuar na política e seguir defendendo suas posições.
Sobre as possíveis motivações do crime, o vereador afirmou que todas as linhas de investigação devem ser consideradas. Segundo ele, sua atuação no combate ao crime organizado pode ter relação com o caso e precisa ser apurada.
“Fui atacado em razão da minha atuação pública, e todas as linhas de investigação devem ser aprofundadas até que a verdade seja completamente esclarecida”, disse.
Cabo Deyvison também afirmou concordar que não se deve descartar motivações políticas ou empresariais. Para ele, a investigação deve seguir sem conclusões antecipadas.
O parlamentar disse confiar no trabalho das forças de segurança e acredita que todos os envolvidos, inclusive possíveis mandantes, serão identificados.
Mesmo após o atentado, ele afirmou que mantém a intenção de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Segundo ele, não vai permitir que a violência mude seus planos políticos.
Durante a entrevista, o vereador destacou que o caso mostra a gravidade do crime organizado no Rio Grande do Norte e defendeu o fortalecimento da segurança e da inteligência policial.
Ele também fez um apelo para que a violência não faça parte da política, afirmando que divergências devem ser resolvidas pelo debate e pelas instituições.
Por fim, disse que o atentado não mudou sua disposição de seguir na vida pública e que o episódio reforçou sua responsabilidade com os eleitores.
O Rio Grande do Norte tem cerca de R$ 771,8 milhões em créditos previdenciários que poderiam reforçar as contas do Estado, mas esse dinheiro ainda não foi liberado. As informações são da Tribuna do Norte.
Segundo dados do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado (IPERN), esses valores estão travados por três motivos principais: análises do INSS e da Dataprev e falta de documentos antigos.
Do total, aproximadamente R$ 413,2 milhões ainda estão em análise pelos órgãos federais. Outros R$ 358,6 milhões dependem da regularização de documentos para que possam ser pagos.
O IPERN informa que cerca de R$ 400 milhões podem ser liberados já em 2026, caso os processos avancem e as exigências sejam cumpridas.
O principal problema, segundo o presidente do órgão, Nereu Linhares, é a dificuldade de encontrar documentos antigos que comprovem as contribuições de servidores ao longo dos anos.
Há casos que envolvem registros das décadas de 1980 e 1990. Em muitos deles, os arquivos foram perdidos ou descartados, o que dificulta a validação exigida pelas regras atuais.
O instituto alerta ainda que parte desses valores pode ser perdida por prescrição. Pela lei, os pedidos precisam ser feitos dentro de cinco anos após a aposentadoria.
Esse tipo de crédito funciona como um acerto entre o Estado e o governo federal. Quando o servidor contribui para o INSS e se aposenta pelo Estado, a União deve repassar recursos ao governo estadual.
Mesmo com os repasses, o RN recebeu em 2025 o maior valor já registrado nessa compensação: R$ 115 milhões.
Ainda assim, o montante não cobre o déficit da previdência estadual, que chega a cerca de R$ 147 milhões por mês, segundo o IPERN.
Na prática, a demora na liberação desses recursos mantém pressão sobre as contas públicas e pode aumentar a necessidade de aportes do Tesouro estadual para cobrir o rombo da previdência.
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