Registro foi feito na tarde desta segunda-feira(10), felizmente, sem vítimas.

Foto: Divulgação
Balotelli voltou a ser personagem de uma eliminação do América. Neste domingo (26), o atacante desperdiçou a última cobrança de pênalti na disputa contra o Gama-DF, pela Série D, e o Alvirrubro acabou eliminado.
A curiosidade é que, em 2025, o jogador defendia o Santa Cruz-RN e marcou o gol que eliminou o América no Campeonato Potiguar. Um ano depois, já vestindo a camisa alvirrubra, voltou a estar diretamente ligado a uma eliminação do clube.
O América perdeu por 3 a 2 no tempo normal, viu a decisão ir para os pênaltis e foi derrotado por 4 a 3 nas cobranças, dando adeus à Série D.
Foto: Reprodução
Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (27) mostra o presidente Lula (PT) em situação de empate técnico com três possíveis adversários da direita em cenários de 2º turno para a Presidência da República.
O levantamento aponta disputa apertada contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo).
Na simulação contra Flávio Bolsonaro, Lula aparece com 47% das intenções de voto, enquanto o senador soma 43%. Considerando a margem de erro de 2 pontos percentuais, o cenário é de empate técnico.
Gráfico: Reprodução/CNN
Contra Ronaldo Caiado, o presidente registra 45%, ante 43% do ex-governador.
Gráfico: Reprodução/CNN
Já no confronto com Romeu Zema, Lula aparece com 46%, enquanto o mineiro tem 42%.
Gráfico: Reprodução/CNN
A pesquisa também testou um cenário contra Renan Santos, coordenador do MBL. Neste caso, Lula aparece com 47% contra 39% do adversário.
Gráfico: Reprodução/CNN
Metodologia
O levantamento foi contratado pelo BTG Pactual e ouviu 2.004 eleitores entre os dias 24 e 26 de julho, por telefone. A pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-01489/2026.
[VÍDEO] “FAZ O L NOVAMENTE”: Mulher grava comércio sem movimento e questiona “isso é Brasil?”https://t.co/izWAlvUDXC pic.twitter.com/AMziHMuV1u
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) July 27, 2026
Imagens: Reprodução/Luiz Bacci
Um vídeo publicado nas redes sociais mostra uma mulher criticando o baixo movimento no comércio e relatando dificuldades enfrentadas por vendedores. Nas imagens, ela percorre corredores de lojas com poucos clientes e afirma que a situação tem prejudicado os comerciantes.
Durante o desabafo, a mulher diz que vendedores estariam retornando para casa com mercadorias sem conseguir realizar vendas.
“Querem continuar sofrendo em 2027, faz o L novamente”, declarou, ao associar a situação do comércio a uma crítica política.
Ao final do vídeo, ela volta a questionar o cenário encontrado no local e pergunta: “Isso é Brasil?”.
Foto: Reprodução/Diário 360
O governo Lula colocou em consulta pública uma proposta para contratar, por 15 anos, a energia da usina termelétrica de Candiota (RS), controlada pela Âmbar Energia, empresa do grupo J&F, dos empresários Joesley e Wesley Batista.
Pelos cálculos apresentados, o contrato prevê pagamentos de R$ 859,7 milhões por ano, podendo ultrapassar R$ 12 bilhões até 2040, conforme informações do Diário360.
Segundo a minuta divulgada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), a energia seria contratada ao valor de R$ 540,27 por megawatt-hora (MWh), cerca de 50,2% acima da média registrada em leilões recentes para usinas movidas a carvão.
Representantes do setor elétrico avaliam que a diferença poderá ser incorporada aos encargos do sistema e, posteriormente, refletir nas tarifas pagas pelos consumidores.
A contratação ocorre após uma mudança na legislação aprovada pelo Congresso Nacional que permitiu a continuidade de determinadas usinas a carvão com contratos até 2040.
Embora a norma não cite diretamente a J&F, a usina de Candiota se enquadra nos critérios estabelecidos pela lei. O MME afirma que a medida segue uma determinação legal aprovada pelo Legislativo.
A proposta também recebeu críticas de especialistas e ambientalistas, que questionam a manutenção de uma fonte de energia considerada mais cara e mais poluente em meio aos compromissos de redução do uso de combustíveis fósseis.
O ministério, por outro lado, afirma que a usina tem papel estratégico para garantir segurança energética e estabilidade no fornecimento de eletricidade.
Até a publicação desta matéria, o governo não havia divulgado uma estimativa oficial sobre o possível impacto da contratação na conta de luz dos consumidores.
A J&F também não havia apresentado posicionamento oficial sobre a proposta.
Foto: Reprodução
A Polícia Federal afirma que parte dos mais de R$ 708 milhões desviados do INSS por meio da Confederação Nacional dos Agricultores e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer) foi usada para comprar uma frota de carros de luxo, conforme o Metrópoles.
Segundo o inquérito, o dinheiro retirado indevidamente de benefícios de aposentados, idosos e indígenas vulneráveis abasteceu a aquisição de veículos como Porsche, Camaro, BMW, Mustang e Land Rover.
De acordo com a investigação, os recursos passavam por empresas de fachada no Distrito Federal e em São Paulo antes de serem usados na compra dos automóveis.
Foto: Reprodução
A PF afirma que essas empresas, mesmo funcionando em estruturas simples, movimentaram mais de R$ 304 milhões do total desviado pela Conafer.
Os investigadores apontam que um galpão em Presidente Prudente (SP) servia para guardar parte da frota. No local, foram encontrados cerca de 40 veículos.
A investigação também afirma que alguns carros teriam sido usados como pagamento de vantagens indevidas a ex-integrantes do INSS.
Foto: Reprodução
Segundo a PF, o ex-procurador-geral do INSS, Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, recebeu uma Toyota Hilux SW4 avaliada em R$ 464 mil.
Já o ex-diretor de Benefícios, André Paulo Félix Fidelis, teria recebido um VW T-Cross, registrado inicialmente em nome de um terceiro para ocultar a origem do veículo.
Mensagens interceptadas pela Polícia Federal também mostram, segundo o relatório, conversas sobre a compra de carros cada vez mais caros para o presidente da Conafer, Carlos Roberto Ferreira Lopes.
Foto: Reprodução
A Operação Sem Desconto levou ao bloqueio judicial de dezenas de veículos, além da apreensão de caminhões e da identificação de uma tentativa de transferir aeronaves executivas para evitar o confisco.
O relatório foi enviado ao ministro do STF André Mendonça e caberá à Procuradoria-Geral da República decidir se apresentará denúncia contra os investigados.
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Criado pelo médico anestesiologista Dr. Max Breno Dutra Alves, CEO sa @clevermed.com,br, o SAVeM – Sedação, Vias Aéreas e Ventilação Mecânica vem se consolidando como uma das principais capacitações práticas para médicos que atuam na urgência e emergência.
A metodologia, desenvolvida no Rio Grande do Norte e inspirada em treinamentos internacionais como ACLS e ATLS, já chegou a diversas cidades do Nordeste e também é oferecida na modalidade online para médicos de todo o Brasil.
Segundo o Dr. Max, o objetivo é preencher uma lacuna da formação médica: a falta de treinamento prático e sistematizado para procedimentos críticos.
“O médico recém-formado frequentemente inicia plantões na urgência sem ter recebido treinamento prático suficiente em sedação, manejo de vias aéreas e ventilação mecânica. A proposta do SAVeM é oferecer uma metodologia padronizada, baseada em evidências e voltada para a segurança do paciente e do profissional.”
A imersão reúne treinamento intensivo em sedação, manejo da via aérea, intubação e ventilação mecânica, utilizando simulações realísticas e protocolos padronizados.
Para muitos profissionais, o curso já é considerado um diferencial importante para quem atua em pronto-socorro, UPA, SAMU, UTI e centro cirúrgico. Para o idealizador, a proposta é ainda mais ampla.
“Quem trabalha na urgência deveria passar por um treinamento desse tipo antes de assumir um plantão. Assim como ACLS e ATLS se tornaram referências internacionais, acredito que uma formação prática em vias aéreas e ventilação deveria ser parte obrigatória da preparação de todo médico que atua na emergência.”
Foto: Reprodução
Uma análise da coluna de Cláudio Humberto, do Diário do Poder, com base em números do próprio STF, aponta que 81,9% das decisões da Corte foram tomadas de forma monocrática, ou seja, por apenas um ministro. As decisões colegiadas, tomadas por pelo menos três ministros, representam 18,1% do total.
Segundo o levantamento, o STF proferiu 65.613 decisões no período analisado. Os dados são do início do ano e foram atualizados até a última sexta-feira (24), podendo sofrer alterações com novas decisões.
O levantamento mostra ainda que o chamado “ministro presidente” — responsável por decisões enquanto ocupa a presidência da Corte — responde pelo maior volume, com 25.912 decisões.
Entre os ministros relatores, Alexandre de Moraes aparece na liderança, com 6.247 decisões, impulsionado por processos como o das chamadas “fake news”.
Em seguida vem Flávio Dino, indicado ao STF pelo presidente Lula, com 4.786 decisões, de acordo com a análise.
O ranking divulgado pela coluna fica assim: decisões monocráticas (53.719), 2ª Turma (4.416), 1ª Turma (3.957), Tribunal Pleno (3.487) e Plenário Virtual (34).
Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Lula afirmou que o Brasil recorrerá à Organização Mundial do Comércio (OMC) para contestar o novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos, desta vez de 12,5%. O governo também anunciou que poderá usar a Lei de Reciprocidade como resposta às medidas adotadas pelos americanos.
O problema é que o principal mecanismo da OMC para solucionar disputas comerciais está paralisado há quase sete anos. O Órgão de Apelação da entidade deixou de funcionar em dezembro de 2019 por falta de integrantes.
A paralisação ocorreu porque os Estados Unidos passaram a bloquear a indicação de novos membros para o colegiado, sob o argumento de que o órgão extrapolava suas competências. Com isso, os processos deixaram de ter uma instância final para julgamento.
Na prática, países ainda podem abrir disputas na OMC e os casos continuam sendo analisados em primeira instância. No entanto, se houver recurso de uma das partes, o processo fica sem decisão definitiva devido à paralisação do órgão de apelação.
As informações sobre o funcionamento do mecanismo de solução de controvérsias da OMC explicam o impasse enfrentado pelo governo brasileiro ao anunciar que pretende levar o caso à organização.
Foto: Reprodução
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A Polícia Federal deflagrou a Operação Infiltrados para investigar um esquema de desvio eletrônico de cerca de R$ 45 milhões da Caixa Econômica Federal. As informações são do Diário 360.
Segundo a investigação, o grupo teria usado informações sigilosas e contado com a participação de agentes públicos para aplicar as fraudes.
De acordo com a PF, o caso expõe possíveis falhas nos mecanismos de proteção de dados e de segurança da Caixa, uma das principais instituições financeiras do país e responsável pelo pagamento de benefícios sociais e outros programas federais.
As investigações apontam que a organização criminosa conseguiu acessar informações restritas para executar os desvios. A Polícia Federal busca identificar todos os envolvidos, rastrear o destino do dinheiro e apurar o grau de participação de cada investigado.
O episódio ocorre enquanto o governo Lula ainda enfrenta o desgaste provocado por outras investigações envolvendo órgãos e instituições federais. O novo caso amplia a pressão por reforço nos mecanismos de controle, fiscalização e segurança das estatais.
Até o momento, a Polícia Federal segue com as diligências para reunir provas e responsabilizar os envolvidos. A Caixa ainda poderá adotar medidas administrativas e de segurança a partir do avanço das investigações.
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