Geral

FOTO: Meme de garota em frente a um incêndio é vendido por US$ 473 mil

Uma foto de uma garota que sorri, em primeiro plano, enquanto um prédio queima no fundo se tornou um meme já clássico na internet.

Feita em 2005, a foto agora foi vendida por US$ 473 mil (R$ 2,5 milhões) ao ser transformada em NFT (a sigla vem da expressão “token que não se consome com o primeiro uso” em inglês; na prática, é um selo de autenticidade digital que garante a propriedade de uma imagem, e faz do comprador o único dono da imagem). As informações são do jornal “Independent”.

A foto foi vendida pela própria retratada, Zoe Roth, hoje uma mulher de 21 anos que estuda na Universidade de Chapel Hill.

Segundo o “Independent”, a imagem foi registrada pelo pai da menina em 2005. Ela virou um meme pela expressão levemente sádica ao ver uma casa pegar fogo — há uma sugestão sutil de que ela mesma tenha sido responsável pelo incêndio, o que não é verdade. A menina e o pai estavam passeando pelo bairro da cidade de Mebane, no estado da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, onde viviam, quando o incêndio acontecia.

O fogo, na verdade, foi provocado pelos próprios bombeiros em um incêndio controlado para que eles pudessem treinar.

Roth decidiu transformar a foto de seu pai em um NFT depois de receber um telefonema, em fevereiro. Ela foi convencida de que a imagem poderia render uma boa soma de dinheiro no mercado de NFTs.

O NFT da foto não foi vendido em dólares, mas, sim em uma criptomoeda, o ethereum. A cada vez que o NFT for revendido, Zoe vai receber 10% do valor de transação.

Roth e seu pai procuraram um agente especializado em pessoas cujas imagens foram usadas em memes e, depois, conseguiram dinheiro com a piada.

G1

 

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Diversos

IMAGENS IMPRESSIONANTES -(FOTOS): Itep realiza perícia em apartamento no Tirol destruído por incêndio

Uma equipe do Itep esteve nesta segunda-feira (5) em um apartamento do bairro do Tirol, em Natal, que pegou fogo durante a madrugada.

Os profissionais realizaram uma perícia inicial no imóvel e constataram que o incêndio se iniciou em um dos dois quartos. Ambos apresentaram um extenso nível de dano.

Outras perícias serão feitas nos próximos dias para tentar determinar o exato local onde o fogo começou e as possíveis causas.

Fotos: Divulgação

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Diversos

FOTOS: Incêndio destrói apartamento durante a madrugada desta segunda-feira no bairro do Tirol, em Natal

Fotos: Redes sociais

O portal G1-RN noticia que um incêndio destruiu um apartamento durante a madrugada desta segunda-feira (05) na avenida Alexandrino de Alencar, no bairro Tirol, Zona Leste de Natal. Na ocasião, os moradores do condomínio acordaram com o sinal de alarme por volta das 2h20 e tiveram que evacuar o prédio.

Segundo o G1-RN, o Corpo de Bombeiros foi acionado e uma equipe de 10 militares combateu as chamas no 14º andar do prédio, localizado próximo ao cruzamento com a avenida Hermas da Fonseca. O trabalho dos militares só acabou por volta das 5h30. Segundo a corporação, ainda não é possível dizer o que teria iniciado o incêndio.

Informações preliminares dão conta que o fogo teria começado em um dos quartos do apartamento e se alastrado pelo imóvel. O único morador deixou o local ao perceber o incêndio e não ficou ferido. Ainda segundo os militares, dos quartos seria uma biblioteca, o que teria facilitado o alastramento das chamas.

Na ocorrência, um móvel e uma janela do apartamento localizado acima do incendiado também foram atingidos pelo fogo.

O apartamento destruído tem seguro contra incêndios e foi isolado até que perícia do seguro identifique as causas.

O síndico também foi notificado a comparecer ao Corpo de Bombeiros para apresentar as documentações que comprovem a legalização do prédio.

Felizmente, nenhum morador se feriu durante a evacuação do prédio.

Com G1-RN

 

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Diversos

VÍDEO: Corpo de Bombeiros atende ocorrência de incêndio em apartamento no bairro Lagoa Nova

Registo de incêndio no bairro de Lagoa Nova, na zona sul de Natal, no início da tarde desta sexta-feira(26). O local da ocorrência é um apartamento no 3º andar em um prédio condominial. Corpo de Bombeiros foi enviado ao local. (Vídeo: Cedido).

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Acidente

VÍDEO: Carro pega fogo em estacionamento de banco em Natal

Um carro pegou fogo na manhã desta terça-feira(02) no estacionamento de um banco na capital potiguar. O veículo, de modelo ainda não identificado, acabou destruído pelas chamas. Não se tem informação do que teria provocado o incêndio. Vídeo: Cedido.

Opinião dos leitores

  1. Aquela taxinha marota que pagamos para que os Bombeiros façam aquilo que é o motivo da existência dele, poderia servir de razão para uma ação contra o Governo do estado.
    Afinal, o carro foi dstruído e o serviço dos Bombeiros, mesmo tendo sido pago, não atendeu a expectativa.

    1. Concordo Antonio. Isso merece parar na Justiça, pedindo indenização pelo prejuízo.

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Diversos

Guarda Municipal debela incêndio em área do Parque da Cidade do Natal

Foto: Divulgação

O Grupamento de Ação Ambiental da Guarda Municipal do Natal (GAAM/GMN) atuou no combate a um princípio de incêndio ocorrido no Parque da Cidade do Natal. As chamas iniciaram na vegetação próxima as escadarias do Parque e beirou boa parte de uma das trilhas pavimentadas que teve área da sua vegetação completamente afetada pelas chamas.

O foco de fumaça foi visualizado pelos guarda municipais que patrulham 24h todos os locais de circulação de pessoas, como também as áreas de trilhas naturais da unidade de conservação ambiental. Para o local foi enviado uma viatura com agentes e equipamentos utilizados no combate a focos de incêndio como abafadores e pás. O corpo de bombeiros foi acionado e enviou uma equipe que trabalhou em parceria com os guardas ambientais

Depois de uma hora o fogo foi contido, sendo evitada a propagação das chamas e a destruição da flora e fauna da Zona de Proteção Ambiental 01 (ZPA 01). A causa do início do fogo não foi detectada pelos guardas, porém é importante que as pessoas que frequentam o Parque fiquem atentos e não descartem na área verde resto de cigarro ou outras coisas que possam gerar fogo na vegetação, principalmente nesse período seco.

Os agentes do Gaam/GMN vêm assiduamente trabalhando no combate a pequenos focos incêndio na ZPA 01 e, em alguns casos, foi detectado ação criminosa. Para denunciar a prática de crime ambiental o cidadão pode ligar para o número 190 do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) e informar o tipo de delito e o local para que os guardas municipais sejam acionados e inibam a ação criminosa. O infrator flagrado cometendo crime ambiental responde administrativamente e criminalmente pelo crime cometido.

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Diversos

VÍDEO: Corpo de Bombeiros controla incêndio em casa na praia de Cotovelo

O Via Certa Natal destacou na manhã desta quinta-feira(04) um Incêndio em uma residência na praia de Cotovelo, no litoral sul potiguar. Na ocorrência, o Corpo de Bombeiros conseguiu chegar rapidamente ao local e controlar as chamas. Não há registro de feridos.

Opinião dos leitores

  1. Se as pessoas fossem treinadas e tivessem EXTINTORES em casa poderiam ter mitigado o problema fácil. O governo que o povo escravo para pedir pelo amor me ajude hó grande governo. Hipocrisia. Mais fácil deixar o povo refém do governo do que dar as " armas " para viver.

    1. tão falando aqui em privatizar os bombeiros… compre seu próprio extintor, seja vc seu bombeiro e pare de depender do estado kkkk

  2. Agora vão começar os comentários dos Bombeiros e dos PMs.
    "Valeu valorosos guerreiros dos bombeiros". "Com todas as dificuldades, continuamos no combate aos incêndios"…. e por aí vai kkkkk

    1. Com os impostos que pagamos e ainda mais a taxa de bombeiro pra quem tem motos e automóveis, eles tem que ter fardamento e carros novos e estarem prontos pra atender as ocorrências com eficiência…

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Diversos

Incêndio na boate Kiss completa oito anos sem julgamento dos réus

Foto: © Wilson Dias/Agência Brasil/Arquivo

“Kiss, oito anos de impunidade” é a frase do novo mural grafitado sobre a fachada do que restou da boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, onde um incêndio de grandes proporções matou 242 jovens, a maioria universitários, na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013. A tragédia que comoveu o país e gerou grande repercussão internacional ainda se arrasta numa novela sem data para terminar. Quase uma década depois, os quatro réus do caso ainda aguardam o júri popular, que não tem data para acontecer. Na melhor das hipóteses, ocorrerá em algum momento no segundo semestre deste ano.

“Essa situação é muito injusta. São oito anos de sofrimento e dor e, durante esses anos, a gente perdeu muitos familiares, pais de vítimas, que tiveram outras doenças, agravadas pela dor da perda, e acabaram morrendo”, lamenta Flávio Silva, presidente da Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria.

Fundada cerca de dois meses após a tragédia, a entidade reúne pais e familiares das vítimas em busca de reparação. Flávio Silva perdeu a filha Andrielle, de 22 anos, no incêndio. Na ocasião, ela estava na discoteca com mais quatro amigas para celebrar seu aniversário. Todas morreram asfixiadas pela fumaça tóxica liberada pelo fogo que consumia a espuma de isolamento acústico do local.

“A gente não teve tempo de curtir o luto, porque nós partimos do luto para a luta. Então, é uma questão de a gente tentar transformar a dor num ato de amor, que é esse ato de prevenção, e tentar salvar vidas”, afirma Silva.

Todo dia 27 de janeiro é marcado por homenagens às vítimas do incêndio de Santa Maria. Este ano, por causa da pandemia, a homenagem será virtual. A Associação de Familiares Vítimas e Sobreviventes da Tragédia organizou uma live (transmissão online) para as 20h30 desta quarta-feira, que será mediada pelo jornalista Marcelo Canellas, com a participação dos atores Tony Ramos, Chistiane Torloni, Dira Paes, a autora de teledramaturgia Glória Perez, a mãe de uma das vítimas da tragédia, Ligiane Righi, e o jurista Jair Krischke, presidente do Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul.

Mais cedo, por volta das 2h30 da madrugada, uma sirene do Corpo de Bombeiros tocou na cidade para lembrar o exato momento em que o incêndio começou, também como forma de homenagear os mortos.

Situação do processo

No processo criminal, com mais de 85 volumes, os empresários e sócios da boate Kiss, Elissandro Callegaro Spohr e Mauro Londero Hoffmann, além do vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos, e o produtor do grupo musical, Luciano Bonilha Leão, respondem por homicídio simples (consumado 242 vezes, por causa do número de mortos) e por 636 tentativas de homicídio, de acordo com o número de feridos.

Ao longo do ano passado, enquanto o país mergulhava na crise sanitária por causa da pandemia de covid-19, três dos réus (Elissandro, Mauro e Marcelo) travaram uma batalha judicial vitoriosa para que o julgamento pelo júri popular fosse transferido da comarca de Santa Maria para um foro na capital, Porto Alegre. Em seguida, o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) opinou para que Luciano Bonilha também tivesse o desaforamento concedido, embora ele não tivesse requisitado a medida. Dessa forma, todos os réus poderão ser julgados numa única data e pelo mesmo júri. Entre os argumentos para pedir o desaforamento do caso, os réus alegaram dúvida sobra a parcialidade dos jurados em Santa Maria, por causa da comoção da tragédia, e o ambiente mais distante e controlado da Justiça de Porto Alegre.

Distribuído por sorteio para a 1ª Vara do Júri do Foro Central de Porto Alegre, em dezembro do ano passado, o processo da boate Kiss agora aguarda a designação de um juiz titular para a Vara, já que a magistrada que ocupa atualmente o posto, Taís Culau de Barros, assumirá novo cargo no Tribunal de Justiça do estado (TJ-RS) a partir de fevereiro. Só depois que um novo juiz da 1ª Vara for definido é que a data e o local do julgamento serão definidos. Desde já, no entanto, a principal preocupação dos familiares das vítimas é que o júri popular não seja a portas fechadas e permita a participação deles.

“Em entrevista, a advogada de um dos réus informou que estaria peticionando um júri de portas fechadas, alegando restrições da pandemia. A gente teme que isso ocorra. Se acontecer, vamos lutar com todas as forças para reverter. São longos anos de espera. Aconteça o que acontecer, não teremos nossos filhos de volta, mas a gente espera que se faça justiça”, diz Flávio Silva.

Incêndio

A tragédia na boate Kiss ocorreu na madrugada de 27 de janeiro de 2013, na região central da cidade. Por volta das 2h30, um integrante da banda Gurizada Fandangueira, que fazia uma apresentação ao vivo, acendeu um sinalizador de uso externo dentro da casa noturna, e faíscas do artefato acabaram incendiando a espuma que fazia o isolamento acústico do local. A queima da espuma liberou gases tóxicos, como o cianeto, que é letal. Foi justamente essa fumaça tóxica que matou, por sufocamento, a maior parte das 242 vítimas. Além disso, a discoteca não contava com saídas de emergência adequadas, os extintores eram insuficientes e estavam vencidos. Parte das vítimas foi impedida por seguranças de sair da boate durante a confusão, por ordem de um dos donos, que temia que não pagassem as contas.

O incêndio na Kiss iniciou um debate no Brasil sobre a segurança e o uso de efeitos pirotécnicos em ambientes fechados com grande quantidade de pessoas. Ainda em 2013, meses após o acidente, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou uma lei complementar estadual, batizada de Lei Kiss, que aumentou o rigor de normas sobre segurança, prevenção e proteção contra incêndios em edificações e áreas de risco. Em 2017, uma lei federal, também batizada de Lei Kiss, foi aprovada pelo Congresso Nacional com o mesmo objetivo.

Apesar das iniciativas, no caso da lei estadual do Rio Grande do Sul o prazo para adequação dos edifícios às novas normas foi prorrogado, em 2019, por meio de decreto, por mais quatro anos e só deve começar a valer mesmo, na prática, a partir de 2023. “Essas prorrogações mostram quem os nossos governantes não aprenderam nada com a tragédia. A impressão que fica é que o risco de mais matança segue legalizado”, critica Flávio Silva, acrescentando que a prevenção deve ser vista como investimento por empresários e o Poder Público. “O que salva vidas mesmo é a prevenção. Ela é um investimento. Enquanto esse empresários pensarem na prevenção como despesa, o Brasil não vai pra frente em termos de garantia de segurança”.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Nossas leis permitem inúmeros recursos, então quem pode pagar boas bancas de advogados conseguem protelar por anos o julgamento, e se tiver nomeado ministros para o STF, ai eles mudam o entendimento para cumprimento das penas.
    Juízes cumprem as leis. Se o cara cumprisse a pena em 1a instância, valorizaria os juízes.
    Acredito que só no Brasil um condenado em 2a instância não vai preso.
    O povo vendendo o voto e escolhendo um cara seguramente corrupto , dai sairão leis com brechas que beneficiarão corruptos. A tendência é piorar.

  2. Por que os nobres guerreiros dos bombeiros que liberaram os espaço sem as mínimas condições de segurança?Investiguem os bombeiros que teve bola no meio.

    1. Caro Ewerton, falei sem pesquisar e utilizando o senso comum e comentários de pessoas que conhecem esse mundo. No entanto, como vc me alertou, fui pesquisar. Resultado: cheio de bombeiros envolvidos em concessão irregular de alvará. Alguns inclusive já condenados. Acusações diversas de recebimento de propina.

  3. Justiça ágil, veloz, é só o que ouvimos dos magistrados… tem que descobrir qual a “régua” de medida deles,

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Saúde

Cinco morrem em incêndio em prédio do Instituto Serum, fabricante de vacinas contra Covid-19 na Índia; produção não é afetada

Fotos: AFP

Um incêndio atingiu um edifício do Instituto Serum, a empresa da Índia que produz vacinas com tecnologia da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, nesta quinta-feira (21), na cidade de Pune. Pelo menos cinco pessoas morreram.

O estoque de vacinas e a indústria onde elas são feitas estão seguras, segundo o jornal “Times of India”. Atualmente, o Instituto Serum produz cerca de 50 milhões de doses da vacina por mês em outras unidades do complexo.

Cinco pessoas morreram no incêndio, segundo o “Times of India”. O prefeito da cidade de Pune, Murlidhar Mohol, disse que os mortos são provavelmente trabalhadores de construção civil que estavam no prédio.

O diretor-executivo da empresa, Adar Poonawalla, confirmou que houve mortes.

A empresa também vai começar a produzir as vacinas desenvolvidas pela empresa norte-americana Novavax.

Poonawalla afirmou que a unidade que pegou fogo produz vacinas para o rotavírus. Ele estima que a perda nessa linha de produção será de até 40% do volume de doses.

As redes de TV indianas mostram uma coluna de fumaça cinza acima da sede da empresa.

Em uma rede social, Poonawalla, o diretor-executivo, agradeceu a todos pela preocupação e pelas orações.

Os bombeiros afirmaram que ao menos cinco caminhões foram enviados para combater o fogo no prédio e que o incêndio foi controlado.

Ainda não se sabe o que causou o incêndio, mas o prefeito disse que o fogo pode ter começado com um trabalho de soldagem.

Maior produtor do mundo

O Instituto Serum é o maior fabricante de vacinas do planeta. Lá são produzidas 1,5 bilhão de doses para várias doenças, de poliomielite a caxumba. A estimativa é que seis em cada dez crianças no mundo recebam pelo menos uma vacina fabricada pela empresa indiana.

Nesta semana, a Índia começou a exportar as vacinas produzidas pelo Instituto Serum para seis países, mas não para o Brasil.

Questões diplomáticas

O Brasil espera a liberação da exportação de dois milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca que estão na Índia, mas as relações diplomáticas entre os dois governos enfrentam dificuldades há três meses por causa da posição assumida pelo Brasil numa reunião na Organização Mundial do Comércio (OMC).

A reunião foi em meados de outubro de 2020.

A África do Sul e a Índia apresentaram um pedido ao Conselho de Propriedade Intelectual da Organização Mundial do Comércio para suspender temporariamente os direitos de patentes de insumos e equipamentos médicos para combater a Covid-19, até que a maioria da população mundial estivesse vacinada.

O acordo de propriedade intelectual da OMC já prevê a flexibilização dos direitos de patentes em casos como esse, mas é preciso liberar um produto de cada vez em cada país, e o argumento era de que não havia tempo a perder.

Os representantes do governo brasileiro se manifestaram dizendo que “não estavam convencidos que a suspensão dos direitos de propriedade iria garantir a nós um aumento significativo de acesso aos produtos, e poderia dar um sinal errado a inovadores e até prejudicar esforços para produzir as soluções que precisamos”.

G1

 

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Acidente

Ex-presidente do Flamengo e mais 10 viram réus por incêndio do Ninho do Urubu

Foto: Agência Estado

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) aceitou a denúncia feita pelo Ministério Público (MP-RJ) no último dia 15 listando 11 réus após a conclusão das investigações sobre o incêndio no Ninho do Urubu que matou 10 adolescentes. Entre os acusados está o ex-presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello. A informação foi publicada inicialmente pelo site “Esporte News Mundo” e confirmada pelo ge.

O ofício comunicando o recebimento da denúncia foi expedido pelo juiz titular da 36ª Vara Criminal – onde transcorrerá o processo – Marcelo Laguna Duque Estrada. Os 11 réus responderão por incêndio culposo (sem intenção) qualificado, que terminou em morte (de dez pessoas) e lesão corporal, no caso dos três jovens que sobreviveram. Como não foram denunciados por homicídio, e sim por incêndio culposo, eles não vão a júri popular.

Para estes crimes, na forma culposa, o Código Penal não prevê pena de prisão em regime fechado, apenas detenção em regime aberto ou semi-aberto, que é quando o réu precisa dormir na prisão, mas pode sair durante o dia. As penas podem variar de 1 ano e quatro meses até 6 anos.

Na madrugada de 8 de fevereiro de 2019, as chamas causadas pelo curto-circuito atingiram as instalações onde dormiam os jogadores do Flamengo entre 14 e 17 anos que não tinham residência no Rio. O incêndio causou a morte de 10 jovens: Athila Paixão, de 14 anos; Arthur Vinícius de Barros Silva Freitas, 14 anos; Bernardo Pisetta, 14 anos; Christian Esmério, 15 anos; Gedson Santos, 14 anos; Jorge Eduardo Santos, 15 anos; Pablo Henrique da Silva Matos, 14 anos; Rykelmo de Souza Vianna, 16 anos; Samuel Thomas Rosa, 15 anos; Vitor Isaías, 15 anos.

Três garotos ficaram feridos: Cauan Emanuel Gomes Nunes, 14 anos; Francisco Diogo Bento Alves, 15 anos; Jhonatan Cruz Ventura, 15 anos.

Os 11 réus

Eduardo Bandeira de Mello – ex-presidente do Flamengo

Márcio Garotti – ex-diretor financeiro do Flamengo

Carlos Noval – ex-diretor da base do Flamengo, atual gerente de transição do clube

Luis Felipe Pondé – engenheiro do Flamengo

Marcelo Sá – engenheiro do Flamengo

Marcus Vinicius Medeiros – monitor do Flamengo

Claudia Pereira Rodrigues – NHJ (empresa que forneceu os contêineres)

Weslley Gimenes – NHJ

Danilo da Silva Duarte – NHJ

Fabio Hilário da Silva – NHJ

Edson Colman da Silva – técnico em refrigeração

Blog da Gabriela Moreira – Globo Esporte

 

Opinião dos leitores

  1. Mesmo sendo culposo e a justiça ser muito branda no tocante as penas, 10 vidas se foram, 10 sonhos de se tornarem jogadores profissionais não se concretizaram. No mínimo, a pena deve ser por indivíduo morto e feridos, o que poderia ser transformada em prisão em regime fechado, dado o número de vítimas. A pena informada, é mais uma vergonha pro judiciário brasileiro. Claro que não houve crime doloso, porém, a negligência e o descuido, no mínimo, contribuiram para ceifar a vida desses jovens. Que seja aplicada uma pena na proporção dessas perdas.

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Diversos

Idosa morre carbonizada durante incêndio em residência na Zona Norte de Natal

Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi

O portal G1-RN destaca em reportagem nesta sexta-feira(08) que uma idosa de 83 anos morreu carbonizada na manhã desta sexta-feira(08) em um incêndio que aconteceu na casa em que ela morava com a família, no bairro Nossa Senhora da Apresentação, na Zona Norte da capital. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o fogo começou no quarto da mulher, que era cadeirante. Os outros moradores, três adultos, duas crianças e um adolescente foram resgatados com vida.

Segundo a reportagem, o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte relatou que os familiares perceberam o incêndio após as 6h, e não conseguiram entrar no quarto da idosa, por causa do fogo e da fumaça no local. O imóvel tem um primeiro andar, onde os moradores estavam. Como não conseguiram descer, os familiares procuraram a varanda do imóvel e foram resgatados por vizinhos, que colocaram uma escada para que eles deixassem o local.

Após o combate as chamas, o Corpo de Bombeiros encontrou o corpo da idosa carbonizado embaixo da cama. Os bombeiros acreditam que, possivelmente, a vítima tentou se esconder das chamas. A idosa tinha dificuldade de andar, após ter sido vítima de três AVCs.

A causa do incêndio ainda será apurada, porém, os bombeiros acreditam que o fogo tenha começado no ventilador e se espalhado rapidamente pelo quarto, por encontrar materiais inflamáveis como colchão, fraldas geriátricas e álcool em gel.

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Diversos

FOTOS: Princípio de incêndio foi registrado na manhã desta sexta-feira no Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim

Fotos: Cedidas

Um princípio de incêndio na manhã desta sexta-feira(04) no Hospital Regional Deoclécio Marques, em Parnamirim, foi registrado na extensão do setor de politrauma.

Segundo informações locais, o fogo iniciado após um curto-circuito em um ar-condicionado foi rapidamente controlado. O Corpo de Bombeiros foi enviado ao local, mas não precisou agir. Ocorrência felizmente sem vítimas.

Opinião dos leitores

  1. Será falta de manutenção? Nossos hospitais públicos estão sucateados desde estruturas físicas, Materiais e Humanas, além é claro super lotados.

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Diversos

Corpo de Bombeiros detalha princípio de incêndio na maternidade Januário Cicco que resultou em morte de bebê internado durante transferência

O Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte foi acionado na madrugada desta sexta-feira (20) para atender uma ocorrência de princípio de incêndio provocado por um curto-circuito em um ar-condicionado, na maternidade Januário Cicco, no bairro Petrópolis, em Natal.

VEJA MAIS: Incêndio em ar-condicionado na maternidade Januário Cicco acaba em óbito de recém-nascido

A ocorrência foi registrada pela central da Corporação por volta das 03h30 e em menos de dez minutos uma guarnição com cinco bombeiros militares chegou ao local em que o princípio de incêndio já havia sido controlado.

O CBM deu total apoio e orientou a ocorrência no local, porém, assim que os bombeiros chegaram, foram informado pela equipe da maternidade que um bebê recém-nascido veio a óbito.

Opinião dos leitores

  1. Tragédia consumada, agora, tem início o corre corre para fugir da responsabilidade. Cada um que tire o seu da reta…

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Diversos

Incêndio em ar-condicionado na maternidade Januário Cicco acaba em óbito de recém-nascido

Um bebê prematuro extremo, internado há quatro meses na Maternidade Januário Cicco, acabou morrendo na madrugada desta sexta-feira(20) durante uma ocorrência de princípio de incêndio que teria ocorrido após um curto-circuito no ar-condicionado no setor Neo Natal da maternidade.

Segundo informações que chegam ao Blog, após a retirada do bebê do local, que já vinha durante os meses em estado grave, o paciente terminou não resistindo na tentativa de nova intubação. Ao todo, a UTI Neonatal estava com 26 leitos – todos ocupados. Logo no início do incêndio, os pacientes foram transferidos,

O Corpo de Bombeiros e Polícia Civil deverão se manifestar nas próximas horas sobre a ocorrência.

Opinião dos leitores

  1. Triste noticia! Que DEUS na sua infinita bondade conforte essa família, e aos brilhantes homens e mulheres que ali trabalham, força e coragem sempre!!!

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Saúde

Secretaria de Saúde do Rio confirma quarta morte de paciente transferida do Hospital de Bonsucesso após incêndio: idosa de 73 anos que estava internada em estado grave

Durante incêndio no Hospital Federal de Bonsucesso, na terça-feira, pacientes foram retirados da unidade por funcionários Foto: Alexandre Cassiano em 27-10-2020 / Agência O Globo

Uma idosa de 73 anos é a quarta paciente do Hospital Federal de Bonsucesso — que pegou fogo nesta terça-feira, dia 27 — que morreu após o incêndio. Ela foi transferida para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro, mas não resistiu na noite desta quarta-feira, dia 28, segundo informou a Secretaria Municipal de Saúde do Rio (SMS).

A idosa estava internada em estado grave antes da transferência do hospital federal, de acordo com a secretaria. A SMS afirmou que não houve piora do quadro de saúde dessa paciente no transporte para o Souza Aguiar.

As três outras mortes também foram de pacientes em estado gravíssimo ou delicado, duas delas, mulheres infectadas pelo novo coronavírus. A primeira, Núbia Rodrigues, de 42 anos, era radiologista em outra unidade e havia sido internada com sintomas da doença há poucos dias, após passar por atendimento em duas UPAs. Ela não resistiu à transferência para o Hospital municipal Ronaldo Gazolla. A segunda vítima confirmada da tragédia, uma senhora que teria 83 anos, também tinha diagnóstico de coronavírus. Transferida para o CTI da maternidade do hospital, ela também acabou morrendo, com uma infecção pulmonar. A terceira morte foi confirmada por volta das 22h de terça-feira, dia 27. Um paciente, homem, de 39 anos, que já encontrava-se em estado delicado de saúde antes do incidente no CTI.

Pacientes do HFB foram transferidos para 14 unidades da rede municipal de Saúde, que receberam 44 pacientes, dos quais 41 permanecem internados. O Hospital de Campanha da Prefeitura, no Riocentro, disponibilizou 64 leitos, sendo 50 de enfermaria e 14 de terapia intensiva, para pacientes transferidos.

Segundo o último comunicado da Superintendência Estadual do Ministério da Saúde no Rio, No total, 192 pacientes foram transferidos.

O último paciente internado no Hospital Federal de Bonsucesso a deixar a unidade foi uma menina, de apenas 1 ano. Na noite de quarta-feira, quando foi feita a transferência, ela estava em estado grave devido a uma pneumonia. A criança foi levada para o CTI neonatal do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG), localizado na Ilha do Fundão, na Zona Norte do Rio.

O Globo

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Saúde

Hospital de Bonsucesso, no RJ, confirma 2ª morte após incêndio; ambas eram mulheres e tinham Covid

Paciente é transferida do Hospital Federal do Bonsucesso, atingido por um incêndio — Foto: Henrique Coelho/G1

Duas pacientes do Hospital Federal de Bonsucesso morreram após o incêndio que atingiu o Prédio 1 da unidade nesta terça-feira (27). Ambas as vítimas tinham Covid-19.

Segundo Carlos Cesar Assef, diretor assistencial do hospital, uma das vítimas era uma mulher de 42 anos, que tinha Covid-19 e estava em estado gravíssimo. A outra era uma mulher de 83 anos que estava no CTI coronariano em estado grave, com infecção no pulmão, além do novo coronavírus.

A primeira mulher chegou a ser removida da ala com vida, mas, na remoção, não resistiu.

No início da pandemia, o complexo foi anunciado como futura unidade de referência para a Covid-19. Um dos blocos, com capacidade para até 200 leitos, chegou a ser adaptado, mas o projeto não foi adiante por falta de condições.

Um relatório da Defensoria Pública da União (DPU) do ano passado alertava para problemas na estrutura de combate a incêndios na unidade.

Remoção antes de a fumaça chegar

Antes da confirmação da morte da mulher de 42 anos, o porta-voz da corporação, Lauro Botto, tinha afirmado que nenhum paciente se ferira e também tinha descartado intoxicação por fumaça.

“Conseguimos evacuar os pacientes antes que o fogo e a fumaça chegassem à enfermaria”, disse Botto.

O fogo começou no almoxarifado do subsolo do Prédio 1 por volta das 9h40. Segundo o Corpo de Bombeiros, as chamas foram controladas às 11h30, e equipes trabalhavam no rescaldo.

Mas, por volta das 13h20, ainda saía fumaça negra das instalações. Botto ressaltou que “o Prédio 1 estava todo comprometido com chamas e fumaça”.

Não se sabia, até a última atualização desta reportagem, a causa do incêndio.

O Hospital Federal de Bonsucesso, às margens da Avenida Brasil, é a maior unidade de saúde do RJ em volume de atendimentos.

Cerca de duas mil pessoas circulam pelas alas todos os dias, segundo a assessoria de imprensa.

Com informações do G1

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