O Portal 190 RN destaca a prisão de Cintya Germano Pereira de Souza, de 19 anos, na manhã desta quarta-feira, 19, ao tentar entrar no Presídio Estadual de Parnamirim com cerca de 1kg de maconha. De acordo com a notícia, a direção da unidade informou que na revista padrão aos visitantes, encontrou a droga estava embalada dentro da alimentação que a acusada estava levando para o seu companheiro.
Segundo o Portal 190 RN, Cintya foi encaminhada a delegacia de Polícia Civil em Parnamirim para ser autuada em flagrante e ficará a disposição da justiça.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou neste domingo (25) que está cansada da interferência dos Estados Unidos na política interna do país e defendeu que os venezuelanos resolvam seus próprios conflitos sem imposições externas. A declaração foi feita em um evento com trabalhadores do setor petrolífero em Puerto La Cruz, no estado de Anzoátegui, e transmitida pela emissora estatal Venezolana de Televisión.
“Ya basta de las órdenes de Washington sobre los políticos en Venezuela; que la política venezolana resuelva nuestras diferencias y nuestros conflictos internos”, declarou Rodríguez, segundo reportagens internacionais. Ela enfatizou a importância de a Venezuela abrir espaços para o debate democrático interno e rejeitou ordens que, segundo ela, viriam de Washington.
A presidente interina também disse que a discussão política deve ocorrer com respeito, mas criticou aqueles que, em sua avaliação, apoiam ações externas que prejudicam o país. Em um tom mais duro, Rodríguez afirmou que pessoas que “busquen el daño y el mal” deveriam ser rejeitadas da vida nacional.
A fala ocorre em meio a pressões constantes dos EUA desde a captura do ex-presidente Nicolás Maduro em uma operação militar no início de janeiro, quando ele foi levado para os Estados Unidos para responder a acusações criminais. Apesar de rejeitar a interferência externa, Rodríguez também afirmou que não teme abordar as diferenças com Washington por meio da diplomacia.
Investigadores que acompanham o Caso Master avaliam que a situação do ministro Dias Toffoli, do STF, tornou-se insustentável e tende a se agravar com o avanço das apurações. Segundo essa leitura, a crise não depende apenas das decisões do próprio ministro, já que parte das investigações ocorre fora do Supremo, especialmente em São Paulo, envolvendo fundos e estruturas financeiras que podem gerar novos fatos a qualquer momento.
A informação é da colunista Andréia Sadi, do g1. Esse diagnóstico já foi levado a ministros do STF, com alertas de que o caso pode ultrapassar o desgaste individual e se transformar em um problema institucional. A avaliação apresentada é de que o episódio tem potencial para “arrastar o tribunal para a lama”, colocando a Corte no centro de um escândalo de grandes proporções, mesmo que o relator tente organizar o processo internamente.
Nos bastidores do Supremo, cresce a defesa de uma saída considerada técnica e menos traumática: o envio do caso para a primeira instância. A medida afastaria Toffoli da linha de frente, reduziria a pressão sobre o STF e evitaria a criação de uma nova tese jurídica. Não seria uma solução honrosa, mas, na avaliação de ministros, a mais pragmática diante do cenário.
O impasse, porém, permanece. Integrantes da Corte não acreditam que Toffoli aceite se afastar voluntariamente, e reconhecem que faltou uma articulação institucional mais firme para buscar essa saída antes que a crise ganhasse dinâmica própria. Com o STF entrando no radar do debate eleitoral e novos desdobramentos podendo surgir fora do alcance do relator, a avaliação interna é de que esticar a corda pode empurrar o tribunal para uma crise política prolongada, sem prazo claro para acabar.
Apesar do discurso público de que a manifestação liderada por Nikolas Ferreira (PL-MG) não preocupa, setores do governo e do PT avaliam nos bastidores que o ato pode ter marcado o início informal da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O deputado mineiro encerrou no domingo (25), em Brasília, uma mobilização que começou em Minas Gerais e reuniu milhares de apoiadores na capital federal.
A informação é da colunista Milena Teixeira, do Metrópoles. A leitura no entorno do presidente Lula é de que a iniciativa sinaliza que o grupo do ex-presidente Jair Bolsonaro segue com capacidade de levar gente às ruas e manter mobilização política ativa até o período eleitoral. Aliados reconhecem que o movimento organizado por Nikolas funciona como um teste de força e reposiciona o bolsonarismo no debate público.
Diante desse cenário, auxiliares do Planalto passaram a defender uma estratégia chamada internamente de “política de retenção da atenção”. A ideia é impedir que a oposição monopolize a agenda política, obrigando o governo a disputar diariamente o foco do noticiário e das redes sociais.
Na prática, isso deve se traduzir na intensificação de inaugurações de obras, avanço em pautas de forte apelo popular — como o debate sobre a escala 6×1 — e reforço da comunicação sobre entregas da gestão, como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. O consenso é que o governo precisará adotar postura ofensiva para neutralizar a antecipação do jogo eleitoral.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) cobrou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), por não abrir uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master.
Além disso, criticou Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Antes da chegada de Nikolas, 72 pessoas foram atingidas por raio no ato que reuniu milhares na capital federal.
“Uma pessoa que tem sido omissa nesse País que se chama Davi Alcolumbre. Nós queremos, Davi, a instalação da CPMI do Banco Master”, disse.
“Nós estamos aqui também como um grito de quem não aguenta mais para poder saber e punir quem teve ações criminosas ou o que aconteceu para uma esposa de um ministro do STF ter um contrato de 129 milhões com o Banco Master”, completou.
O parlamentar também afirmou que a caminhada “Acorda Brasil” é contra a violência, criminalidade e o que chamou de “descaso na saúde”.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) visitou, na tarde deste domingo (25), apoiadores internados após serem atingidos por um raio durante um ato promovido por ele em Brasília.
O incidente ocorreu nas proximidades da Praça do Cruzeiro, onde foi encerrada uma caminhada de seis dias organizada pelo parlamentar. Segundo o Corpo de Bombeiros, 72 pessoas foram atendidas no local.
Do total, 42 estavam conscientes e estáveis. Outras 30 foram levadas ao Hospital de Base do Distrito Federal e ao Hospital Regional da Asa Norte. Oito vítimas apresentavam quadro instável.
Alguns feridos tiveram queimaduras nas mãos e no tórax. Os bombeiros também registraram casos de torções e hipertermia, provocados pelas condições climáticas.
A operação de socorro mobilizou 25 viaturas, incluindo 10 unidades de resgate, para atendimento imediato às vítimas.
Um homem de 41 anos, identificado como Heron Rogério Lima, morreu após ser agredido por três pessoas na cidade de Senador Canedo (GO). Segundo testemunhas, a confusão que aconteceu no sábado (24) começou após a vítima dar um tapa no rosto da companheira dentro de uma distribuidora de bebidas. A agressão à mulher foi presenciada por clientes do local e teria motivado a reação violenta.
Heron foi atacado com socos, chutes, golpes de capacete e também sofreu ferimentos por arma branca. Ele não resistiu às agressões e morreu no local.
Policiais militares da CPE, do 27º BPM e do 2º CRPM prenderam um dos envolvidos, um homem de 29 anos, que afirmou ter reagido ao ver a mulher sendo agredida. Ele foi encaminhado à Central de Flagrantes de Senador Canedo. A polícia segue em diligências para localizar e prender os outros dois suspeitos.
A influencer Irmã Mônica, conhecida nas redes sociais por ser ferrenha defensora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), fez uma postagem no perfil dela na rede social X, na última sexta-feira (23/1), na qual ela pedia que Deus enviasse “chuva com trovão” para atrapalhar a caminhada do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).
Neste domingo (25/1), pelo menos 34 pessoas, nove delas em estado grave, foram socorridas e encaminhadas a unidades de saúde após a área onde eles estavam, nas proximidades da Praça do Cruzeiro, onde ocorreu o encerramento do ato liderado pelo deputado federal.
As vítimas precisaram de atendimento médico porque o local onde estavam foi atingido por uma descarga elétrica decorrente de um raio, durante a chuva que caía naquele lugar.
Conhecida nas redes sociais, Irmã Mônica postou um vídeo no X no qual ela aparece fazendo uma prece. Na gravação ela pede “chuva com trovão” para a “gadaiada”.
“Chuva com trovão Senhor. Em nome de Jesus Cristo, dá tua resposta nesta noite, chuva à noite toda meu Pai para aquela gadaiada desocupar aquela BR”, clama.
Quando Irmã Mônica começa a gravação, segurando uma bandeira do Brasil, o tempo está seco. No entanto, durante o vídeo de cinco minutos a chuva começa. Então, ela cita a ocorrência de um trovão. A chuva aperta e é possível ouvir ao menos dois trovões. A precipitação fica mais forte e ela roda a bandeira do país.
“Tem que ficar na cadeia, onde é o lugar dele [Jair Bolsonaro] (…) Gostaram gadaiada? Da chuva direto deste monte, eu pedi e Deus mandou para vocês”, diz ela. No X, Irmã Mônica tem 49,7 mil seguidores e 175 mil no Instagram.
Este é o sétimo dia do ato batizado pelo deputado de “Caminhada da Liberdade”. A jornada foi iniciada na última segunda-feira (19/1), em Paracatu (MG).
A esquerda é uma seita.
São anticristãos.
Apoiam o ateismo, religiões de espiritos do mal, islamismo.
E São contra o cristianismo e contra os judeus.
Quem odeia Bolsonaro, é anticristão e está a servir da seita lulomadurenha.
VÍDEO: “Não estamos aqui para tomar o poder, mas o Brasil acordou. Vamos agora ter a missão de acordar as outras pessoas”, diz Nikolas em manifestação. https://t.co/oOlXj7yHcZpic.twitter.com/3RG31VG4D4
Em seu discurso a milhares de manifestantes na Praça do Cruzeiro, no centro de Brasília, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) clamou por uma mudança no rumo político do país e destacou que o ato não se tratava de uma “tomada de poder”.
“Não estamos aqui para tomar o poder, mas o Brasil acordou. (…) Alexandre de Moraes, o Brasil não tem medo de você”, declarou Nikolas. “Vamos agora ter a missão de acordar as outras pessoas e essa missão é sua.”
Em seu discurso, o parlamentar afirmou que a luta da oposição inclui uma saúde e educação pública de qualidade, chegando a fazer um apelo aos docentes do país: “Professores desse país, acordem e se livrem da ideologia da esquerda”.
“Estamos aqui acima de tudo para poder despertar o país”, seguiu. “Estamos em um pesadelo terrível. Não conseguimos mais viver nesse país. Se eles tentarem nos parar, este não é o fim. É apenas o começo.”
Além disso, Nikolas orientou os manifestantes a deixarem o local e irem para suas casas, sem descer a Praça dos Três Poderes — distante cerca de seis quilômetros da Praça do Cruzeiro. No final, fez uma oração junto aos presentes:
“Meu Deus (…), nós não aguentamos tanta corrupção, maldade aqui no Brasil”, disse. “Por favor, perdoe os nossos pecados, as nossas falhas e tenha misericórdia dessa nação. Perdoe nossos inimigos, mas nos dê força para enfrentar todos aqueles contra o bem. Nós te pedimos, acorde os corações que estão dormindo. Acorde essa nação para a tua glória, porque só é teu o reino, a glória e o poder para todo o sempre. Amém.”
Nikolas, aliados políticos e milhares de pessoas que participavam da caminhada chegaram para o ato “Acorda, Brasil” com cerca de três horas de atraso, em decorrência da forte chuva na capital da República.
No local já havia milhares de outros manifestantes que aguardavam pela chegada do grupo para o ato. Nikolas e demais participantes tinham chegado em Brasília no início da manhã, mas o percurso ainda era longo até a Praça do Cruzeiro.
Foto: Jim Lo Scalzo/EPA/Bloomberg/Getty Images via CNN Newsource
O presidente Donald Trump afirmou que os EUA usaram uma arma que ele chamou de “descombobulator” (algo como “desorientador”) para capturar o então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, neste mês, mas um alto funcionário americano disse que ele provavelmente está confundindo diferentes ferramentas usadas pelas Forças Armadas dos EUA.
“O descombobulator, não tenho permissão para falar sobre isso”, disse Trump ao New York Post em uma entrevista publicada no sábado, acrescentando que o equipamento “fez com que [o equipamento inimigo] parasse de funcionar” durante a captura.
O presidente pode estar misturando várias capacidades em uma única arma que, na prática, não existe, afirmou à CNN um alto funcionário dos EUA.
As forças americanas usaram, sim, ferramentas cibernéticas para desativar sistemas de alerta antecipado e outras defesas venezuelanas durante a operação, além de empregar sistemas acústicos já existentes para desorientar o pessoal em terra.
Os militares dos EUA também possuem há anos uma arma de “raio de calor”, chamada Sistema de Negação Ativa (Active Denial System, ADS), que utiliza energia pulsada direcionada. Não está claro se esse sistema também foi usado.
A CNN já informou anteriormente que o ADS, segundo os militares dos EUA, é uma arma não letal que dispara um feixe invisível de ondas eletromagnéticas capaz de alcançar pouco mais de 800 metros.
Ele penetra a pele humana e cria uma sensação de aquecimento que faz as pessoas se afastarem do feixe.
Alguns dias após a captura de Maduro, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, republicou comentários supostamente feitos por um segurança venezuelano, que afirmou que os EUA “lançaram alguma coisa” durante a operação que “era como uma onda sonora muito intensa”.
“De repente, senti como se minha cabeça estivesse explodindo por dentro”, acrescentou o segurança. “Todos nós começamos a sangrar pelo nariz. Alguns estavam vomitando sangue. Caímos no chão, sem conseguir nos mover.
De acordo com a análise da CNN sobre a operação de 3 de janeiro, a missão dos EUA começou com uma série de ataques a alvos em todo o país, que derrubaram radares, comunicações e a infraestrutura de defesa aérea, abrindo caminho para helicópteros americanos.
Mais de 150 aeronaves — incluindo bombardeiros, caças e plataformas de inteligência e vigilância — foram lançadas a partir de 20 bases em terra e no mar, segundo o general da Força Aérea Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA.
Segundo um especialista, os EUA também provavelmente usaram drones de ataque de sentido único nos ataques à cidade costeira de Higuerote, que abriga sistemas de defesa aérea venezuelanos.
Vídeos do momento em que as forças americanas desembarcaram dentro do complexo militar de Fort Tiuna mostram rajadas contínuas de tiros, cujo som, segundo especialistas militares, é compatível com helicópteros MH-60 Black Hawk de penetração em ação direta, um tipo de helicóptero de ataque americano, disparando canhões automáticos de 30 milímetros.
A localização exata dentro de Fort Tiuna onde Maduro foi capturado, bem como os detalhes do que aconteceu quando as forças americanas desembarcaram no local, ainda não foram totalmente revelados.
VÍDEO: Veja o momento em que raio atinge praça onde acontece ato de Nikolas Ferreira em Brasília, deixando pelo menos 34 feridos, sendo 9 em estado grave. https://t.co/MuqwjnR63Fpic.twitter.com/LuDG9A0SZY
Um vídeo mostra o exato momento em que um raio atingiu a Praça do Cruzeiro, em Brasília, deixando 34 pessoas feridas, 9 delas em estado grave, durante o ato organizado pelo deputado federal Nikolas Ferreira.
As imagens foram cedidas pelo jornal O Povo, produzidas por João Paulo Biage e cedidas à CNN Brasil.
Segundo o Corpo de Bombeiros, as vítimas que estavam no local receberam atendimento imediato das equipes de resgate.
A descarga elétrica ocorreu em um período de fortes chuvas no Distrito Federal, fator que já havia impedido o encerramento formal da manifestação, inicialmente previsto para as 12h.
AGORA SÓ SOBROU ELES DEFENDEREM A “FAMÍLIA”, A DELES PRÓPRIO. A “PATRIA” QUE DEFENDAM É A DOS EUA E INSRAEL, E “DEUS” AGORA DEU SINAL QUE TÁ FORA…? 😂🤣😂🤣😂🤣
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