Diversos

FOTOS: Natalenses tentam se aproximar de venezuelanos que estão pedindo ajuda nas ruas da capital potiguar

Foto: Marcelo Barroso
Foto: Marcelo Barroso
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Foto: Marcelo Barroso

Fotos: cedidas

Quem passa pelas principais avenidas de Natal está se deparando com placas de isopor com os seguintes dizeres: “Bom dia! Sou da Venezuela. Precisamos de ajuda”.

Ter pena de alguém nunca foi solução para nada, mas não podemos fechar os olhos diante desta realidade. “Constatamos que essas pessoas encontraram como solução a mendicância e já vem atuando desta forma há quase 3 anos passando por vários estados. As peculiaridades desta etnia são um desafio para todos que querem fazer além do assistencialismo” esclareceu Kilza Gomes, diretora administrativa da Cáritas da Arquidioce de Natal que está articulando a ação de acolhimento dos indígenas Uarau em Natal.

Os indígenas venezuelanos chegaram em Natal há 3 meses. São cerca de 50 pessoas. A maioria, idosos e crianças que se concentram no fim da tarde nos hotéis das imediações da rodoviária, na Cidade da Esperança. Ativistas da rede @eusoudoamor, que tem como missão o posicionamento cidadão, foram ver de perto a situação dos venezuelanos na tentativa de encontrar uma solução mais definitiva para o problema. Dona Minerva, a matriarca, esclareceu que eles fazem parte de uma tribo indígena da Venezuela que fica no Delta do rio Orinoco, na divisa com Roraima. Ela explicou, num espanhol de difícil compreensão, que vieram de ônibus descendo Brasil afora. “Quando perguntamos com o que eles trabalham, a líder disse que trabalhavam com agricultura e artesanato, mas que hoje estão pedindo esmola. Percebemos que eles ainda não vislumbraram a possibilidade de voltar a trabalhar, ” explicou a psicóloga Cynthia Mota. “O mais preocupante é a situação das crianças e adolescentes nas ruas da cidade expostos ao sol, chuva e violências. Acho que uma boa atitude do poder público é abriga-los em creches e escolas. Se os adultos quiserem pedir esmolas, não podemos impedir, mas é importante que as crianças estejam protegidas”. Pontuou Glácia Marillac, jornalista, e também integrante da rede.

Na tentativa de se aprofundar no assunto, a diretora da Cáritas que está à frente da relação com os venezuelanos esclareceu que já foram feitas várias reuniões com órgãos públicos e sociedade civil organizada, mas nenhuma solução estratégica foi efetivada. “ Estamos dando suporte com fraldas descartáveis, material de higiene pessoal, roupas e comidas. Mas sabemos que não é suficiente. A condição das acomodações é precária, cada pessoa paga uma média de 20 reais para se hospedar e 10 reais para se alimentar. ” Explicou Kilza Gomes que também esclareceu já ter chegado em Natal famílias venezuelanas que não são desta etnia, mas que também vieram buscar na capital potiguar um abrigo e estão passando por sérias dificuldades. “ Nós da Arquidiocese de Natal, através da Cáritas, estamos acompanhando duas famílias. Uma, já está encaminhada para emprego. A situação da outra, inclusive de uma refugiada que está com as duas filhas e a mãe em Natal e que era contadora e auditora do Ministério da Educação na Venezuela, continua bem difícil. Se alguém puder oferecer um emprego a ela, será muito importante. O mundo está precisando de amor e precisando de paz. Só o amor pode mudar essa realidade. É difícil, desafiante, mas precisamos tentar. ” Concluiu a coordenadora da Cáritas da arquidiocese de Natal.

Muitas pessoas já estão se mobilizando para ajudar, já que os venezuelanos além de estarem em situação de miséria estão longe do seu país de origem. A expectativa agora é que o Ministério Público se pronuncie para pressionar os órgãos públicos responsáveis a tomar uma providência.

Quem puder ajudar de alguma forma, pode entrar em contato pelo telefone 36152800.

Opinião dos leitores

  1. Tenham vergonha na cara bando de FDP,se não querem ajudar não o façam,um dia vcs podem estarem numa situação pior do que essa gente.

  2. Primeiro que a maioria paga em média R$40,00 por diária de hotel, segundo que eles não querem trabalhar já que tem deles que carregam sacos de moedas que passa dos 200 reais diários, terceiro que a comida que recebem em forma de quentinhas, eles estragam quase tudo, jogam no lixo ou deixa nas calçadas, sacolões eles vendem de 10 a 30 reais, as roupas que recebem, eles esperam só o carro que trouxe as roupas, sair, jogam tudo no lixo e quem pega tudo são os taxistas, noias e até dona de bazar já pegou também, brinquedos, eles quebram tudo e também jogam no lixo, quer saber se é verdade? Ainda tem o agravante que deixam a rua toda emporcalhada e quem limpa a rua somos nós, moradores e comerciantes, barulho, incômodo por não poder andar pela calçada, nem se fala também. Acompanhem tudo, façam de conta que foram embora e voltem de surpresa em 10 ou 15 minutos, espiem de longe. Fora que alguns cidadãos daqui não ajudam os daqui, mas para aparecer ou querer mão de obra barata, ficam se promovendo, dando uma de bonzinho, fingindo se importarem com índios venezuelanos que já se corromperam diante de suas tradições, não muito diferentes daqui. Eles não vão embora nunca mais, agora é aturar e ponto. Infelizmente.

  3. Eis o endereço para onde deveriam ir:
    Diretório do PT em Natal:
    R. Dr. José Borges, 1477 – Lagoa Nova, Natal – RN, 59056-040.
    Procurem Fátima Bezerra, Natalia Bonavides, Fernando Mineiro ou Hugo Manso.

  4. Eu quero ajudar não sou empresário nem filantropo sou apenas uma pessoa que doe o coração em vê oque ideologias políticas pode fazer ao seu próprio povo.

  5. A tentativa que a Cáritas da Arquidiocese está fazendo junto com alguns representantes da sociedade civil como os integrantes da rede @eusoudoamor é justamente para entender o que fazer além de do assistencialismo. Eles são indígenas, uma cultura completamente diferente. A maioria agricultores e mulheres com crianças. O fato é que, nós brasileiros já estamos em situação difícil com a miséria aumentando por aqui, mas não podemos cruzar os braços diante dos nossos irmãos venezuelanos.

    1. Glacia eu tenho o telefone de Rogério um dos líderes do grupo dos Venezuelanos Indígenas, é uma pessoa de ótimo coração, arrecadei alguns sacolões e fui deixar lá com eles, essa história que ofereceram emprego é mentira. Inclusive estou neste momento no whatsapp com ele perguntando sobre estes assuntos…

    2. Será que são agricultores mesmos???
      Os índios brasileiros só querem moleza, só sai pra caçar quando a comida acaba, sem falar os que são políticos ligados as ONGS e PT.
      CADÊ AQUELE ÍNDIO PAJÉ QUE ANDA COM A TAMPA DE NESCAL NOS BEIÇOS NÃO VAI DAR ABRIGO AOS PARENTES NÃO??
      CADÊ O MANÉ MAGRON??LEVE ELES PRA GUIANA, CADÊ OS PETISTAS QUE DEFENDE O DITADOR NICOLÁS MADURO???
      * cadê a deputada Natália Bonavides?
      * cadê o valente Fernando lucena?
      cadê Mineiro?
      * cadê a senadora Zenaide Maia??
      **** cadê a governadora Fátima Lula Bezerra????????
      Pelas caridades!!!
      Não aparece ninguém??
      Agora o petróleo de Roraima o mané quer, folha de pé de pau pra fazer remédios caros, querem a todo custo o minério idem.
      Kkkkkklkk
      Bandos de corruptos.
      Tchau queridos.
      Roubalheira nunca mais.

  6. Um problema social de povos irmãos que devemos ajudar. Boa reortagem do blog do BG. Parabéns Glácia Marillac pela iniciativa!

  7. É um assunto muito sério e complexo que precisa ser abordado pelas autoridades da cidade. Parabéns pela coragem e iniciativa!!!!

  8. Como se já não bastassem os índios pilantras do Brasil, agora temos também os da Venezuela.

  9. Ofereci trabalho e não quiseram , ofereci a mais de 5 e nenhum aceitou, eles querem é moleza.

    1. Oferecer emprego é dar dignidade, esmola, só vicia e deprecia o cidadão. Aí vão ser usados como armas eleitoreiras

    2. Já foi oferecido. Eles não querem. Querem casa, bolsa e auxílios!

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Política

Moraes exige explicações de Lula e Alcolumbre sobre lei que reduz penas do 8 de Janeiro

Foto: Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que o presidente Lula (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), se manifestem sobre a Lei da Dosimetria, em meio a duas ações que questionam a constitucionalidade da norma que pode reduzir penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro. A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) também devem se manifestar sobre o caso.

A decisão ocorre após provocação do PSol e coloca o texto, já promulgado pelo Congresso, sob análise direta do STF. A Lei da Dosimetria foi aprovada pelo Congresso Nacional em novembro do ano passado, mas sofreu veto do presidente Lula em janeiro deste ano.

O veto, no entanto, foi derrubado pelo Congresso na última semana, o que levou à promulgação do texto por Alcolumbre após o prazo constitucional de 48 horas sem manifestação do Executivo.

A legislação abre brecha para revisão e possível redução de penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro e outros atos classificados como antidemocráticos. Entre os potenciais beneficiados está o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que já anunciou intenção de pedir revisão da pena de 27 anos e três meses.

A principal tese das ações em análise no Supremo é de que crimes contra a ordem constitucional, quando cometidos por grupos armados civis ou militares, são considerados inafiançáveis e imprescritíveis pela Constituição.

Os autores alegam que a Lei da Dosimetria pode contrariar esse entendimento ao permitir flexibilização das penas.

 

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Judiciário

STF: Moraes será relator de ações contra lei que pode beneficiar Bolsonaro

Foto: Divulgação/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, foi sorteado relator das ações que questionam a constitucionalidade da chamada Lei da Dosimetria, promulgada pelo Congresso Nacional e que pode impactar diretamente condenados pelos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

As duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) foram protocoladas pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e pelo PSol, logo após a promulgação da lei nesta sexta-feira (8).

Os autores alegam que a Lei da Dosimetria viola dispositivos da Constituição Federal ao alterar o entendimento sobre a soma de penas aplicadas a crimes ligados aos atos antidemocráticos.

Segundo a ABI e o PSol, a legislação contraria princípios constitucionais ao flexibilizar punições relacionadas a crimes considerados graves contra o Estado Democrático de Direito.

As ações citam artigos da Constituição que tratam da gravidade de crimes como golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático, classificados como inafiançáveis e imprescritíveis.

 

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Política

URGENTE: Bolsonaro pede ao STF anulação de condenação de 27 anos

Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles

A nova estratégia da defesa de Jair Bolsonaro (PL) pede que a condenação de 27 anos e 3 meses seja anulada sob o argumento de que houve falhas processuais e violação ao princípio do juiz natural no julgamento realizado pela Primeira Turma do STF.

Segundo os advogados, o caso deveria ser apreciado por outro colegiado da Corte, com sorteio de novo relator na Segunda Turma, o que, na avaliação da defesa, garantiria maior imparcialidade no processo. O pedido também prevê que a decisão final seja submetida ao plenário do STF, conforme a coluna Jussara Soares, da CNN.

A defesa sustenta ainda que teria ocorrido “incompetência orgânica absoluta” da Primeira Turma para julgar o ex-presidente, além de questionar a condução do processo pelo ministro Alexandre de Moraes. Entre os pontos levantados, os advogados alegam que houve decretação antecipada do trânsito em julgado da condenação.

Outro ponto central do recurso é a contestação da validade da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, além da alegação de cerceamento de defesa devido à suposta liberação tardia de provas durante a instrução do processo.

No mérito, os advogados afirmam que o STF teria ampliado de forma indevida a interpretação dos crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, além de atribuir ao ex-presidente responsabilidade por atos praticados por terceiros nos ataques de 8 de janeiro de 2023.

Esta não é a primeira tentativa da defesa de reverter a decisão. Recursos anteriores já haviam sido apresentados contra a condenação e contra o trânsito em julgado. A novidade nesta fase é o pedido para redistribuição do caso entre turmas do STF e eventual julgamento no plenário da Corte.

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Polícia

[VÍDEO] Golpista tenta fugir de delegacia e é recapturado após perseguição em Natal

Imagens: Reprodução/Via Certa Natal

Um golpista suspeito de aplicar golpes contra idosos tentou fugir de uma delegacia e acabou recapturado após perseguição na Zona Norte de Natal, nesta sexta-feira (8). O caso, segundo a Polícia Militar, envolveu ainda troca de tiros nas proximidades de um shopping da região e mobilizou viaturas após a fuga dos detidos.

Conforme a PM, dois suspeitos foram detidos pela manhã por envolvimento em um esquema de golpes em agências bancárias de Natal, com foco em vítimas idosas. O grupo atuava em caixas eletrônicos, onde trocava cartões das vítimas sem que elas percebessem, realizando saques e compras indevidas.

Após a prisão inicial, um dos suspeitos tentou fugir da delegacia na tarde desta sexta-feira. A tentativa de evasão mobilizou equipes policiais, dando início a uma perseguição pela Zona Norte da capital.

Durante a ação, houve registro de troca de tiros entre os suspeitos e policiais militares nas proximidades de um shopping da região, segundo a corporação. Ambos os envolvidos na tentativa de fuga foram recapturados.

O caso também envolve uma mulher, apontada como companheira de um dos suspeitos, que teria dado apoio na tentativa de fuga, conforme a Polícia Militar.

O esquema criminoso, segundo relatos da PM, consistia na abordagem de idosos em caixas eletrônicos. Os suspeitos simulavam ajuda, mas acabavam substituindo os cartões das vítimas por outros similares, realizando posteriormente saques e compras.

Uma das vítimas relatou ao Via Certa Natal o momento em que percebeu o golpe. Segundo o depoimento, o suspeito teria oferecido ajuda durante uma operação no caixa eletrônico e, sem que percebesse, realizou a troca do cartão. O prejuízo relatado ultrapassa R$ 6 mil.

As vítimas dos golpes podem procurar as delegacias responsáveis para registrar ocorrência e auxiliar nas investigações. O caso segue sob apuração das autoridades policiais de Natal.

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Política

Ciro Nogueira reage após ação da PF: “Tentativa de manchar minha honra”

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) reagiu nesta sexta-feira (8) após ser alvo da Polícia Federal na 5ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga supostas fraudes envolvendo o Banco Master. Em publicação nas redes sociais, classificou a ação como uma “tentativa de manchar a minha honra pessoal” e afirmou que “todo ano político é a mesma coisa”, sugerindo motivação política no caso.

A PF cumpriu mandado de busca e apreensão contra o senador no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura supostas fraudes envolvendo o Banco Master. A ação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF.

Em sua manifestação, o presidente nacional do Progressistas (PP) relembrou a Operação Lava Jato, em 2018, quando foi alvo de mandados em Teresina (PI). Para ele, o episódio foi uma “perseguição política” e houve um “efeito contrário” em sua trajetória eleitoral. “Vencemos aquela eleição”.

A PF apura suspeitas de que Nogueira teria atuado em favor do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em troca de “vantagens econômicas indevidas”, conforme decisão judicial que autorizou a operação.

Em entrevista recente à Jovem Pan, ele disse que sua relação com Vorcaro era “a mesma que qualquer político em Brasília tem com banqueiros”.

E disse que uma emenda apresentada por ele para ampliar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para R$ 1 milhão não beneficiaria o banco e que apenas “corrige um problema existente há 10 anos”.

 

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Política

BASTIDORES: Lula deve usar homenagem às vítimas da Covid para criticar Bolsonaro

Foto: Reprodução

O presidente Lula (PT) deve usar o ato no Palácio do Planalto, na segunda-feira (11), em homenagem às vítimas da Covid-19, como oportunidade para fazer críticas à condução da pandemia durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são da coluna Milena Teixeira, do Metrópoles.

A cerimônia, em Brasília, também marca a sanção do projeto que cria o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, proposta aprovada pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente.

Segundo a expectativa de integrantes do governo, o discurso de Lula deve fazer referências ao período da pandemia no Brasil, quando o país registrou mais de 700 mil mortes em decorrência da Covid-19.

Nesse contexto, aliados avaliam que o presidente pode direcionar críticas à forma como a crise sanitária foi conduzida durante a gestão do ex-presidente, tema que ainda gera forte repercussão política.

A iniciativa também ocorre em um momento em que a pandemia volta a ganhar espaço no debate público, especialmente no ambiente político e na pré-campanha para as eleições de 2026.

Embora o evento tenha caráter oficial e de homenagem, a avaliação nos bastidores é de que ele deve unir memória das vítimas e leitura política sobre a condução da crise sanitária no país.

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Educação

Colégio Porto abre JIP’s 2026 com programação esportiva e foco na integração dos estudantes

Foto: Divulgação

Até o próximo dia 16 de maio o Colégio Porto vai se transformar em um ambiente que reúne competições esportivas, convivência e desenvolvimento pessoal com a edição 2026 dos Jogos Internos (JIP’s).

Durante o período dos jogos, a escola se transforma em um verdadeiro palco de integração, com o objetivo de estimular hábitos saudáveis e fortalecer competências como trabalho em equipe, disciplina, liderança e respeito às regras.

Neste ano, as competições contemplam as modalidades como vôlei, futsal, basquete, handebol e tênis de mesa. De acordo com o coordenador de esportes do colégio, Gustavo Silva, a proposta dos jogos vai além da competição tradicional.

Foto: Divulgação

“Os jogos tiveram início na quinta-feira (7) e seguem até o dia 16, com a intenção de fazer com que os alunos vivenciem os esportes que a escola oferece e interajam com estudantes de outras turmas. É muito mais um momento de integração e descontração do que uma competição em si”, destaca.

O professor também reforça o caráter inclusivo da programação, que respeita diferentes níveis de habilidade entre os estudantes. “Temos alunos que já fazem parte das equipes da escola e participam de competições externas, mas durante os jogos internos a ideia não é criar um ambiente de rivalidade. Eles jogam entre si, mas em um contexto mais recreativo, favorecendo a convivência”, explica.

A participação nas modalidades é flexível, permitindo que cada aluno escolha como deseja se envolver. “Na hora da inscrição, o estudante pode optar por participar de todas as modalidades ou apenas daquelas com as quais mais se identifica. É uma escolha livre, pensada justamente para incentivar o engajamento”, completa.

Foto: Divulgação

Segundo a equipe organizadora dos JIP’s 2026, os jogos reforçam um objetivo da escola de fortalecer o espírito de comunidade. “Mais do que participar das disputas, o colégio reforça o convite para que todos os estudantes estejam presentes, inclusive como torcida. A presença de cada estudante, tendo escolhido ou não participar das competições, é fundamental”, explica Kennia Ísis, coordenadora pedagógica do Colégio Porto.

Para Gustavo Silva, o impacto da iniciativa ultrapassa o período dos jogos e reverbera no cotidiano escolar. “É um momento em que eles interagem mais entre si. Muitas vezes, no dia a dia, não há tanto contato entre turmas diferentes. Durante os jogos, eles se aproximam, se confraternizam e, depois disso, a gente percebe que essa integração continua na rotina da escola”, conclui.

Com expectativa de grande adesão da comunidade escolar, os jogos reforçam a proposta pedagógica do Colégio Porto de integrar esporte e educação, promovendo experiências que contribuem para o desenvolvimento coletivo dos estudantes.

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Judiciário

Mendonça autoriza transferência de ex-presidente do BRB para Papudinha

Foto: Michael Melo/Metrópoles

O ministro André Mendonça, do STF, autorizou nesta sexta-feira (8) a transferência de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, para a Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O ex-dirigente é investigado no âmbito da Operação Compliance Zero e está preso sob suspeita de envolvimento em irregularidades ligadas ao Banco Master.

Segundo informações já confirmadas, a defesa do ex-presidente do BRB vinha pleiteando a transferência para a Superintendência da Polícia Federal, onde também está preso o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O pedido, no entanto, não foi acolhido neste momento.

A movimentação ocorre após a defesa de Paulo Henrique encaminhar ao STF um documento indicando o interesse do ex-dirigente em colaborar com as investigações por meio de delação premiada.

No pedido, os advogados Eugênio Aragão e Davi Tangerino afirmam que há “interesse em cooperar com as autoridades competentes”, mas ressaltam que qualquer acordo depende de condições e validação institucional. A estratégia da defesa é buscar espaço para uma possível colaboração antes de outros investigados no mesmo caso.

A defesa também pediu que o ex-dirigente seja ouvido pela Procuradoria-Geral da República (PGR), sob argumento de garantir o direito à autodefesa e a confidencialidade entre cliente e advogados. Os advogados ainda destacam que a proposta de colaboração “depende da convergência de fatores”, sinalizando que o acordo ainda não está fechado.

Investigação e acusações

Paulo Henrique Costa foi preso durante a 4ª fase da Operação Compliance Zero. Ele é acusado de ter recebido cerca de R$ 146 milhões em propina para favorecer interesses do Banco Master em operações envolvendo o BRB.

A investigação da Polícia Federal aponta indícios de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, incluindo gestão fraudulenta ou temerária, corrupção, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa.

O caso é considerado um dos desdobramentos mais sensíveis envolvendo instituições financeiras e contratos sob suspeita de irregularidades.

 

 

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Geral

“Se as facções quiserem peitar o governador, vão encontrar uma reação efetiva”, diz Álvaro Dias

O pré-candidato do PL ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias, participou, na manhã desta sexta-feira, em Natal, do 4º Congresso Conecta Municípios Potiguares, realizado no Centro de Convenções da capital potiguar. O evento reúne gestores públicos, equipes técnicas, lideranças políticas, instituições e empresas em uma programação voltada ao fortalecimento da gestão municipal.

Durante discurso no congresso, Álvaro defendeu ações mais rigorosas no combate à criminalidade e criticou a atual condução da segurança pública no estado. “O Rio Grande do Norte é um estado onde o poder das facções não está sendo combatido da forma correta. Falta ação efetiva, eficaz e competente para combater a marginalidade”, declarou.

O pré-candidato também afirmou que, caso eleito, adotará uma postura firme no enfrentamento ao crime organizado. “Se as facções quiserem peitar o governador, que façam, porque vão encontrar uma reação efetiva do governador”, disse.

Responsabilidade fiscal pelo bem do RN

Além das críticas à segurança pública, Álvaro Dias também destacou, durante o 4º Congresso Conecta Municípios Potiguares, a importância do cuidado com o dinheiro público e da responsabilidade na administração das finanças estaduais.

Em discurso, o pré-candidato defendeu uma gestão voltada ao equilíbrio fiscal, ressaltando a necessidade de planejamento e eficiência na aplicação dos recursos públicos. Segundo ele, o controle das contas do Estado deve caminhar ao lado de investimentos estratégicos para atender às demandas da população.

O evento contou ainda com a presença do prefeito de Natal, Paulinho Freire, do senador Styvenson Valentim, da vice-prefeita de Natal, Joana Guerra, do pré-candidato a vice-governador Babá Pereira, além do presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), José Augusto Rêgo. Prefeitos de diversos municípios potiguares, vereadores e lideranças municipais também participaram da programação realizada em Natal.

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Geral

Renda média do brasileiro atinge valor recorde, mas desigualdade cresce no país

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A renda média mensal dos brasileiros chegou a R$ 3.367 em 2025, o maior valor da série histórica iniciada em 2012, segundo dados da Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgados nesta sexta-feira.

O rendimento médio cresceu 5,4% em relação a 2024 e ficou 8,6% acima do registrado antes da pandemia, em 2019.

Apesar do recorde, o país registrou aumento da desigualdade social.

Crescimento da renda

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, a renda média dos brasileiros vinha crescendo até 2019, mas caiu durante a pandemia de Covid-19:

  • queda de 3,5% em 2020;
  • queda de 5,2% em 2021.

Desde então, os rendimentos voltaram a subir e atingiram o maior patamar da série histórica em 2025.

Regiões com maior e menor renda

As maiores rendas médias do país foram registradas nas regiões:

  • Centro-Oeste: R$ 4.052;
  • Sul: R$ 3.859;
  • Sudeste: R$ 3.855.

O Nordeste apresentou a menor média nacional, com R$ 2.282.

Renda do trabalho

O rendimento médio do trabalho também bateu recorde e chegou a R$ 3.560 em 2025, com alta de 5,7%.

Já os rendimentos vindos de outras fontes, como aposentadorias e pensões, ficaram em R$ 2.697.

Desigualdade aumentou

O índice de Gini, usado para medir desigualdade de renda, subiu de 0,504 em 2024 para 0,511 em 2025.

Quanto mais próximo de zero, maior a igualdade na distribuição de renda. Quanto mais perto de um, maior a concentração de renda.

Origem da renda dos brasileiros

Segundo o IBGE:

  • 47,8% da população recebeu renda por meio do trabalho em 2025, o equivalente a 101,6 milhões de pessoas;
  • 27,1% dos brasileiros receberam aposentadorias, pensões ou outros benefícios, cerca de 57,6 milhões de pessoas.

A renda do trabalho segue como a principal fonte de rendimento da população brasileira.

Opinião dos leitores

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