Saúde

Sesap vacina indígenas da etnia Warao refugiados venezuelanos em Natal

FOTO: SESAP/ASSECOM

A vacinação dos indígenas da etnia Warao refugiados em Natal iniciou na manhã da quinta-feira (01/04), às 9h.

Foi montado um espaço especial no Centro de Acolhida e Referência para Refugiados, Apátridas e Migrantes (CARE/RN) para a coleta de dados dos Warao e para a vacinação, que ocorreu sem filas.

Ao todo, foram vacinados 50 refugiados indígenas venezuelanos Warao, que receberam a dose do imunizante de Oxford.

A vacinação é parte da etapa atual do Plano Estadual de Imunização, voltada às populações em situação de vulnerabilidade. A ação atende à Recomendação nº 04/2021, de 2 de março de 2021, do Comitê Estadual Intersetorial de Atenção aos Refugiados, Apátridas e Migrantes do Rio Grande do Norte (CERAM/RN), que recomendou aos órgãos estadual e municipais de saúde de Natal e Mossoró a inclusão da população refugiada venezuelana como grupo prioritário, assim como os indígenas nacionais, por se encontrarem em situação de maior vulnerabilidade em relação à transmissão do vírus e ao desenvolvimento de complicações graves da COVID-19.

A ação contou com a participação e apoio da Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP), da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), através do Distrito Sanitário Sul e Consultório na Rua, do CERAM/RN, da Secretaria Municipal de Igualdade Racial e Direitos Humanos (SEMIDH), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Mandato da Vereadora Divaneide Basílio.

Além de Natal, o município de Mossoró recebeu 50 (cinquenta) doses para vacinar a população refugiada venezuelana indígena Warao.

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Política

Venezuelanos ocupam embaixada do país em Brasília para declarar apoio a Guaidó

Foto: JORDI MIRO / AFP

Em um episódio confuso, a Embaixada da Venezuela em Brasília foi ocupada no início da manhã desta quarta-feira por seguidores do líder opositor Juan Guaidó , presidente da Assembleia Nacional daquele país e reconhecido como “presidente interino” pelo Brasil e mais cerca de 50 países.

Há versões contraditórias do episódio. Segundo um comunicado divulgado mais cedo pela “embaixadora” designada por Guaidó para o Brasil, María Teresa Belandria , um “grupo de funcionários” da embaixada teria entrado em contato com os representantes do governo autoproclamado para informar “que reconhecem Juan Guaidó como presidente” da Venezuela.

O grupo, segundo o comunicado, “entregou voluntariamente” a sede diplomática da Venezuela no Brasil à oposição. Funcionários que estavam dentro da representação diplomática teriam sido notificados da ação e convidados a aderir ao movimento, “garantindo todos os direitos trabalhistas”.

Já Freddy Menegotti , encarregado de negócios da Venezuela no Brasil, nomeado pelo governo de Nicolás Maduro , afirma que a embaixada foi invadida, em uma ação calculada para coincidir com a cúpula dos líderes do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que começa nesta quarta em Brasília. No meio da manhã, Menegotti foi até a grade da embaixada fazer um pronunciamento e disse que o “imperialismo norte-americano” está por trás da ocupação da embaixada, que, pelas normas internacionais, é território estrangeiro.

— Um assédio a uma embaixada é um assédio a um país, o que está por trás disto é o imperialismo norte-americano, já denunciado em diferentes e reiteradas oportunidades que o imperialismo norte-americano assedia nosso país — disse. — É muito importante anunciar que essa situação está acontecendo no dia de hoje no Brasil quando está acontecendo um evento tão importante de transcendência internacional como o Brics.

O chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, disse no Twitter que a embaixada foi invadida à força e responsabilizou o governo brasileiro pelo que ocorrer: “Fazemos responsável o governo do Brasil pela segurança de nosso pessoal e instalações diplomáticas. Exigimos respeito à convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas”, escreveu.

A notícia mobilizou desde cedo o governo brasileiro. O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, para tratar da questão. Uma nota a respeito do assunto será divulgada pelo Itamaraty nas próximas horas.

Fontes do governo brasileiro disseram que há dúvidas sobre como está a situação. Afirmaram que o Ministério das Relações Exteriores só foi informado pela manhã, “com o episódio instalado”.

O deputado Paulo Pimenta (PT-RS), líder do partido na Câmara, está dentro da embaixada, onde chegou no começo do dia. Segundo ele, houve uma reunião entre o governo brasileiro, representado pelo diplomata Maurício Correia, coordenador-geral de Privilégios e Imunidades do Itamaraty, e os representantes de governo Maduro. De acordo com o deputado, o diplomata disse que o Brasil não reconhece o governo venezuelano desde janeiro e, portanto, não tomaria providências contra as pessoas que entraram na embaixada de manhã.

— Eu participei da reunião quando ele informou que o governo brasileiro, o Itamaraty não reconhece desde janeiro o governo de Nicolás Maduro e portanto não tomariam nenhuma providência contras as pessoas que invadiram a embaixada, respaldando a ação criminosa que aqui aconteceu — disse.

Apoiadores do governo Maduro, na maioria brasileiros, agora fazem um cordão de isolamento na frente da entrada da embaixada. O Batalhão do Rio Branco, da Polícia Militar do Distrito Federal, encarregado de dar proteção às embaixadas, também na porta, mas não pode entrar devido à inviolabilidade diplomática — oficialmente, o prédio é considerado território estrangeiro. Poucos apoiadores de Juan Guaidó foram para a frente da embaixada após a ocupação.

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro, afirmou ao GLOBO que vai à embaixada agora pela manhã para declarar apoio aos funcionários supostamente leais a Guaidó:

— Nesse momento estou indo para a embaixada da Venezuela dar apoio ao diplomata Tomás, que faz parte da equipe da embaixadora María indicada por Guaidó, que está dentro da embaixada junto com o adido militar venezuelano de Maduro, senhor Barroso, o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) e o embaixador de Cuba. — disse o deputado. — Não entendo como o Brasil reconhece Guaidó como presidente mas quem ocupa a embaixada é o indicado pelo narcoditador Maduro. Estar contra Maduro é estar ao lado do povo venezuelano que morre de fome e é assassinado quando protesta. O Brasil não é a Venezuela de Maduro.

Caracas não tem embaixador no Brasil desde 2016, quando Maduro chamou Alberto Castelar de volta em protesto contra o impeachment de Dilma Rousseff.

O Globo

 

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Diversos

FOTOS: Natalenses tentam se aproximar de venezuelanos que estão pedindo ajuda nas ruas da capital potiguar

Foto: Marcelo Barroso
Foto: Marcelo Barroso
Foto: Marcelo Barroso
Foto: Marcelo Barroso
Foto: Marcelo Barroso

Fotos: cedidas

Quem passa pelas principais avenidas de Natal está se deparando com placas de isopor com os seguintes dizeres: “Bom dia! Sou da Venezuela. Precisamos de ajuda”.

Ter pena de alguém nunca foi solução para nada, mas não podemos fechar os olhos diante desta realidade. “Constatamos que essas pessoas encontraram como solução a mendicância e já vem atuando desta forma há quase 3 anos passando por vários estados. As peculiaridades desta etnia são um desafio para todos que querem fazer além do assistencialismo” esclareceu Kilza Gomes, diretora administrativa da Cáritas da Arquidioce de Natal que está articulando a ação de acolhimento dos indígenas Uarau em Natal.

Os indígenas venezuelanos chegaram em Natal há 3 meses. São cerca de 50 pessoas. A maioria, idosos e crianças que se concentram no fim da tarde nos hotéis das imediações da rodoviária, na Cidade da Esperança. Ativistas da rede @eusoudoamor, que tem como missão o posicionamento cidadão, foram ver de perto a situação dos venezuelanos na tentativa de encontrar uma solução mais definitiva para o problema. Dona Minerva, a matriarca, esclareceu que eles fazem parte de uma tribo indígena da Venezuela que fica no Delta do rio Orinoco, na divisa com Roraima. Ela explicou, num espanhol de difícil compreensão, que vieram de ônibus descendo Brasil afora. “Quando perguntamos com o que eles trabalham, a líder disse que trabalhavam com agricultura e artesanato, mas que hoje estão pedindo esmola. Percebemos que eles ainda não vislumbraram a possibilidade de voltar a trabalhar, ” explicou a psicóloga Cynthia Mota. “O mais preocupante é a situação das crianças e adolescentes nas ruas da cidade expostos ao sol, chuva e violências. Acho que uma boa atitude do poder público é abriga-los em creches e escolas. Se os adultos quiserem pedir esmolas, não podemos impedir, mas é importante que as crianças estejam protegidas”. Pontuou Glácia Marillac, jornalista, e também integrante da rede.

Na tentativa de se aprofundar no assunto, a diretora da Cáritas que está à frente da relação com os venezuelanos esclareceu que já foram feitas várias reuniões com órgãos públicos e sociedade civil organizada, mas nenhuma solução estratégica foi efetivada. “ Estamos dando suporte com fraldas descartáveis, material de higiene pessoal, roupas e comidas. Mas sabemos que não é suficiente. A condição das acomodações é precária, cada pessoa paga uma média de 20 reais para se hospedar e 10 reais para se alimentar. ” Explicou Kilza Gomes que também esclareceu já ter chegado em Natal famílias venezuelanas que não são desta etnia, mas que também vieram buscar na capital potiguar um abrigo e estão passando por sérias dificuldades. “ Nós da Arquidiocese de Natal, através da Cáritas, estamos acompanhando duas famílias. Uma, já está encaminhada para emprego. A situação da outra, inclusive de uma refugiada que está com as duas filhas e a mãe em Natal e que era contadora e auditora do Ministério da Educação na Venezuela, continua bem difícil. Se alguém puder oferecer um emprego a ela, será muito importante. O mundo está precisando de amor e precisando de paz. Só o amor pode mudar essa realidade. É difícil, desafiante, mas precisamos tentar. ” Concluiu a coordenadora da Cáritas da arquidiocese de Natal.

Muitas pessoas já estão se mobilizando para ajudar, já que os venezuelanos além de estarem em situação de miséria estão longe do seu país de origem. A expectativa agora é que o Ministério Público se pronuncie para pressionar os órgãos públicos responsáveis a tomar uma providência.

Quem puder ajudar de alguma forma, pode entrar em contato pelo telefone 36152800.

Opinião dos leitores

  1. Tenham vergonha na cara bando de FDP,se não querem ajudar não o façam,um dia vcs podem estarem numa situação pior do que essa gente.

  2. Primeiro que a maioria paga em média R$40,00 por diária de hotel, segundo que eles não querem trabalhar já que tem deles que carregam sacos de moedas que passa dos 200 reais diários, terceiro que a comida que recebem em forma de quentinhas, eles estragam quase tudo, jogam no lixo ou deixa nas calçadas, sacolões eles vendem de 10 a 30 reais, as roupas que recebem, eles esperam só o carro que trouxe as roupas, sair, jogam tudo no lixo e quem pega tudo são os taxistas, noias e até dona de bazar já pegou também, brinquedos, eles quebram tudo e também jogam no lixo, quer saber se é verdade? Ainda tem o agravante que deixam a rua toda emporcalhada e quem limpa a rua somos nós, moradores e comerciantes, barulho, incômodo por não poder andar pela calçada, nem se fala também. Acompanhem tudo, façam de conta que foram embora e voltem de surpresa em 10 ou 15 minutos, espiem de longe. Fora que alguns cidadãos daqui não ajudam os daqui, mas para aparecer ou querer mão de obra barata, ficam se promovendo, dando uma de bonzinho, fingindo se importarem com índios venezuelanos que já se corromperam diante de suas tradições, não muito diferentes daqui. Eles não vão embora nunca mais, agora é aturar e ponto. Infelizmente.

  3. Eis o endereço para onde deveriam ir:
    Diretório do PT em Natal:
    R. Dr. José Borges, 1477 – Lagoa Nova, Natal – RN, 59056-040.
    Procurem Fátima Bezerra, Natalia Bonavides, Fernando Mineiro ou Hugo Manso.

  4. Eu quero ajudar não sou empresário nem filantropo sou apenas uma pessoa que doe o coração em vê oque ideologias políticas pode fazer ao seu próprio povo.

  5. A tentativa que a Cáritas da Arquidiocese está fazendo junto com alguns representantes da sociedade civil como os integrantes da rede @eusoudoamor é justamente para entender o que fazer além de do assistencialismo. Eles são indígenas, uma cultura completamente diferente. A maioria agricultores e mulheres com crianças. O fato é que, nós brasileiros já estamos em situação difícil com a miséria aumentando por aqui, mas não podemos cruzar os braços diante dos nossos irmãos venezuelanos.

    1. Glacia eu tenho o telefone de Rogério um dos líderes do grupo dos Venezuelanos Indígenas, é uma pessoa de ótimo coração, arrecadei alguns sacolões e fui deixar lá com eles, essa história que ofereceram emprego é mentira. Inclusive estou neste momento no whatsapp com ele perguntando sobre estes assuntos…

    2. Será que são agricultores mesmos???
      Os índios brasileiros só querem moleza, só sai pra caçar quando a comida acaba, sem falar os que são políticos ligados as ONGS e PT.
      CADÊ AQUELE ÍNDIO PAJÉ QUE ANDA COM A TAMPA DE NESCAL NOS BEIÇOS NÃO VAI DAR ABRIGO AOS PARENTES NÃO??
      CADÊ O MANÉ MAGRON??LEVE ELES PRA GUIANA, CADÊ OS PETISTAS QUE DEFENDE O DITADOR NICOLÁS MADURO???
      * cadê a deputada Natália Bonavides?
      * cadê o valente Fernando lucena?
      cadê Mineiro?
      * cadê a senadora Zenaide Maia??
      **** cadê a governadora Fátima Lula Bezerra????????
      Pelas caridades!!!
      Não aparece ninguém??
      Agora o petróleo de Roraima o mané quer, folha de pé de pau pra fazer remédios caros, querem a todo custo o minério idem.
      Kkkkkklkk
      Bandos de corruptos.
      Tchau queridos.
      Roubalheira nunca mais.

  6. Um problema social de povos irmãos que devemos ajudar. Boa reortagem do blog do BG. Parabéns Glácia Marillac pela iniciativa!

  7. É um assunto muito sério e complexo que precisa ser abordado pelas autoridades da cidade. Parabéns pela coragem e iniciativa!!!!

  8. Como se já não bastassem os índios pilantras do Brasil, agora temos também os da Venezuela.

  9. Ofereci trabalho e não quiseram , ofereci a mais de 5 e nenhum aceitou, eles querem é moleza.

    1. Oferecer emprego é dar dignidade, esmola, só vicia e deprecia o cidadão. Aí vão ser usados como armas eleitoreiras

    2. Já foi oferecido. Eles não querem. Querem casa, bolsa e auxílios!

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Diversos

FOTOS E VÍDEO: Venezuelanos refugiados pedem dinheiro nas ruas de Natal, destaca reportagem

Foto: Anna Alyne Cunha/Inter TV Cabugi

Uma reportagem do portal G1-RN destaca nesta quarta-feira(18) pelo menos seis famílias, sem abrigo, que chegaram a Natal há quatro dias.

Parte deste grupo de refugiados da Venezuela, formada por mulheres e crianças, se reuniu no semáforo do cruzamento entre a Avenida Prudente de Morais e a rua Mossoró, em Petrópolis, Zona Leste. Os pedidos são os mesmos.

Os estrangeiros dizem que entraram no Brasil há dois meses, por Roraima. De carona, foram até Fortaleza (CE) e chegaram a Natal em seguida. Todos estão hospedados em um hotel de baixo custo próximo à rodoviária, onde pagam R$ 20 por pessoa a diária.

Veja reportagem aqui.

Opinião dos leitores

  1. Procurem a acessória da deputada Bonavides, que certamente eles dão abrigo, no hotel reis magos, agora corram que ela está se mudando de mala e cuia pra lá.

  2. Nessa hora temos que esquecer por que eles sairam de seu País. Os governantes tem que acolhe-los e a população tem que ajuda-los. O Brasil é acolhedor por natureza e Natal não seria diferente.

  3. DIRETÓRIO ESTADUAL DO PSOL DO RIO GRANDE DO NORTE
    Rua José de Alencar, 776, Cidade Alta – CEP 59025140 – Natal / RN

    Telefone (84)99927-1171 / 988483499

  4. PESSOAL ! VENDO VOCÊS FALAREM ASSIM NÃO CONSIGO ENTENDER , HAJA VISTA QUE O POVO BRASILEIRO SEMPRE FOI UM POVO ACOLHEDOR , RECEBENDO OS ESTRANGEIROS MUITO BEM, TEMOS ESPAÇO DE SOBRA PARA TODOS. O BRASIL DESDE O SÉCULO 19 RECEBEU UM MONTE DE ITALIANOS, ALEMÃES, ÁRABES ETC. NÃO SOMOS XENÓFOBOS. O FATO DELES SEREM DE UM PAÍS ONDE HÁ UMA DITADURA NÃO É CULPA DELES.

    ALÉM DO MAIS, JESUS SEMPRE PREGOU O AMOR ENTRE OS IRMÃOS SEJA BRASILEIRO OU ESTRANGEIRO.

  5. Eu cantei essa pedra. Era cheio de gente cobrando que nós (os reaças) éramos manipulados por só estarmos preoupados com a Venezuela, enquanto o Mundo está coalhado de ditadruras. Eu dizia que an Venezeula era problema que nos afetava, pois os refugiados já estavam nas capitais do Norte e não tardariam a chegar aos nossos cruzamentos. ELES CHEGARAM. E antes que algum vigarista venha botar a culpa no embargo americano (que do ponto de vista de ações no campo econômico são recentes – até há pouco, e parece que não mudou, os EUA são o país para onde a Venezuela mais compra e vende), saiba que o país já apresentava escassez de produtos em pleno pico do preço do petróleo. O país quebrou por causa de medidas socialistas (expropriações, estatizações, controles brutais de preços, contratos e cãmbio, intevencionismo hardcore).

    1. O PROBLEMA NÃO É O SOCIALISMO (ESQUERDA), POIS EXISTEM GOVERNOS SOCIALISTAS NO MUNDO (ESPANHA, DINAMARCA, SUÉCIA , FINLÂNDIA etc..), TODOS DEMOCRÁTICOS E GOVERNADOS POR PARTIDOS SOCIAIS. O RUIM É SER UMA DITADURA SEJA DE ESQUERDA OU DIREITO.

    2. Esses países não são socialistas. São países dos mais livres para se empreender no Mundo, que depois que ficaram ricos por causa do liberalimo, começaram a fazer graça com dinheiro e a criar leis ambientais e trabalhistas mais rigorosas. Alguns se arrependeram dos exageros e estão voltando atrás (como a Suécia).

    3. Socalismo é um problema (se não quiser chamar de socialismo, chame de medidas socialistas). Alguma intervenção estatal na vida das pessoas é até desejável, o problema é quando se erra a mão e começa a tornar difícil empreender ou torna as pessoas muito dependentes do Estado.

    4. Noruega é um país com população da Cidade do RJ que produz 2/3 do que o Brasil produz de petróleo (dá um per capita nas nuvens). Mesmo assim, eles não pegam toda a grana da venda para gastar praticamente in natura, como fizeram os chavistas. Eles investem em ativos pelo mundo afora e daí tiram os lucros.

  6. Uma boa Ideia seria mandar todos para casa da Deputada Nathalia Bonavides, ela é fã do Governo Maduro e acha a Venezuela exemplo de Democracia da América do Sul

    1. Nao daria certo.. ela colocaria a conta pra os bestas, os trabalhadores, pagarem.. e ainda sairia com aquela cara de riso que ela faz o tempo todo.. rindo da cara do povo bobo que votou nela e dizendo que a culpa é da elite na qual ela mesma faz parte.

  7. O endereço do Diretório do PT, aquele que diz que Maduro é tudo na vida é este:
    R. Dr. José Borges, 1477 – Lagoa Nova, Natal – RN, 59056-040
    Telefone: 2226-7308

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Segurança

Governo brasileiro destina R$ 223,8 milhões para acolher refugiados venezuelanos

O presidente Jair Bolsonaro acaba de autorizar a abertura de crédito extraordinário de R$ 223,8 milhões em favor do Ministério da Defesa para a chamada Operação Acolhida, em apoio aos milhares de venezuelanos que buscam abrigo no Brasil.

O valor está descrito em medida provisória publicada hoje em edição extra do Diário Oficial.

A operação envolve 12 ministérios, além de governos estaduais, prefeituras, sociedade civil e organismos internacionais.

Inclui abrigo a 6 mil venezuelanos em Roraima, com o fornecimento de três refeições por dia. Interiorização de outros 5 mil venezuelanos, com assistência no registro civil, emissão de CPF, vacinação, regularização migratória, auxílio jurídico etc.

Confira abaixo o texto da MP:

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 880, DE 30 DE ABRIL DE 2019

Abre crédito extraordinário, em favor do Ministério da Defesa, no valor de R$ 223.853.000,00, para os fins que especifica.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62, combinado com o art. 167, § 3º, da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:

Art. 1º Fica aberto crédito extraordinário, em favor do Ministério da Defesa, no valor de R$ 223.853.000,00 (duzentos e vinte e três milhões, oitocentos e cinquenta e três mil reais), na forma do Anexo.

Art. 2º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 30 de abril de 2019; 198º da Independência e 131º da República.

JAIR MESSIAS BOLSONARO

Paulo Guedes

 

Opinião dos leitores

  1. Estou entendendo bem?
    Retiram dinheiro das Universidades e Escolas Técnicas Federais e mandam dinheiro pro refugiados aliados dos Estados Unidos?
    Qual a lógica disso?
    Ah, chega de pobres e seus filhos estudando pra ter uma profissão boa ou se formando para entrar no mercado de trabalho tomando as vagas dos endinheirados.
    Tem que privatizar mesmo.
    Acordem!!!

  2. O Brasil está rico demais, tem dinheiro para tudo, menos para os problemas do nosso próprio País. Para mim o nome disso é "fazer caridade com o chapéu alheio" ( nossos impostos), igualzinho ao barbudo que está preso. É bom rastrear esse dinheiro.

  3. Quanta diferença, ajuda vai para O POVO, enquanto a pouco tempo isso iria direto para mãos dos ditadores da Venezuela. Hugo Chaves dava ordens ao Brasil e o governo brasileiro atacava, rindo, como se não fosse nada demais.
    Uma dessas ordens foi quando ele determinou que a refinaria, chamada de Abreu e Lima, seria em Pernambuco e não no rio Grande do Norte?
    Outra foi quando o governo se apropriou de uma destilaria brasileira, sem pagar R$ 0,01 por ela. Simplesmente entraram, retiraram os brasileiros e tomaram a posse da refinaria, pronto, ficou por isso mesmo.
    A mídia, devidamente paga com recursos públicos, sequer deu valor a tamanha falta de hombridade, patriotismo e ao vexame que o Brasil estava sendo submetido.
    Vocês lembram os anos que isso ocorreu?
    Quem estava na presidência do Brasil, vocês lembram?

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Diversos

Governo prorroga por um ano Operação Acolhida a venezuelanos

Decisão foi anunciada pelo ministro da Defesa. Foto: Daniel Tapia / Reuters / 4.9.2018

A Operação Acolhida, que recebe e promove a interiorização de imigrantes e refugiados venezuelanos, será prorrogada até março de 2020, sem possibilidade de fechamento da fronteira com a Venezuela.

A decisão foi anunciada pelo ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e o governador de Roraima, Antonio Denarium (PSL). Eles e mais quatro ministros visitaram as instalações usadas pela operação em Boa Vista. Nesta sexta-feira (18), o grupo seguirá até a região fronteiriça.

O anúncio foi feito na quinta-feira (17), durante entrevista coletiva em Boa Vista, capital de Roraima. Nesta sexta, Denarium, Azevedo e Silva, e os ministros da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, Educação, Ricardo Vélez, Cidadania, Osmar Terra, e Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, irão até a fronteira do Brasil com a Venezuela.

As autoridades vão verificar as instalações destinadas à Operação Acolhida no município de Pacaraima. O município é considerado a principal porta de entrada dos imigrantes que vêm da Venezuela. Foi ali que, em agosto do ano passado, um grupo de venezuelanos foi atacado e incendiado na rua.

Azevedo e Silva descartou a possibilidade de interromper o processo, previsto para terminar em 31 de março, ressaltando que a definição dos recursos será feita. Sem detalhar, ele destacou que há aspectos que serão aperfeiçoados. “Nós temos uma previsão [de despesas] que é finita. Tem que ver essa parte orçamentária para prosseguir”.

Ação

Lançada pelo governo federal no início de março de 2018, no esforço de combater a crise humanitária provocada pela onda migratória venezuelana, a Operação Acolhida é coordenada pela Força-Tarefa Logística Humanitária, uma iniciativa que reúne vários ministérios e órgãos federais, estadual e municipais.

As ações de apoio aos venezuelanos que chegam ao Brasil, fugindo da crise econômica e da instabilidade política no país vizinho, incluem o fornecimento de refeições, abrigo e cuidados médicos, a regularização da situação dos imigrantes que manifestem o desejo de permanecer no Brasil e a redistribuição das famílias para outras regiões.

A Operação Acolhida envolve aproximadamente 600 militares da Aeronáutica, do Exército e da Marinha. As ações são responsáveis também pelos postos de atendimento e abrigos destinados aos venezuelanos.

Energia

Durante a entrevista, os ministros e o governador ressaltaram a preocupação com a dependência energética do estado em relação à Venezuela, que abastece a região: metade da eletricidade consumida em Roraima vem do país vizinho. O restante é produzido por usinas termelétricas e custa cinco vezes mais que a hidrelética.

Segundo o governador, uma solução é a retomada da construção da linha de transmissão de sai da usina de Tucuruí, no Amazonas, até Boa Vista. São 700 quilômetros de obras, abandonadas desde 2011 e que, quando forem retomadas, devem demorar três anos para serem concluídas.

O governador Antonio Denarium avaliou que, além de garantir a autonomia energética, a construção do chamado Linhão de Tucuruí poderia impulsionar a indústria local e gerar empregos.

“Vamos ter a condição de atrair novos investidores e, ao mesmo tempo, dar segurança energética ao estado. Com o Linhão de Tucuruí, teremos condições de atrair a indústria para Roraima, aumentando a produção de alimentos, a agroindústria e o beneficiamento de diversos produtos.”

Imigração

Na região do Linhão do Tucuruí entram cerca de 500 a 600 venezuelanos por dia em busca de abrigo e oportunidades no Brasil. Menos de 5% deles ficam em Roraima.

De acordo com os dados oficiais, a maioria dos imigrantes que ingressa no território brasileiro busca seguir para outros estados e países. A Colômbia é o local mais procurado por eles nas Américas.

Desde 2017, 180 mil venezuelanos migraram passando por Pacaraima. Segundo os levantamentos mais recentes, desse total 5,8 mil estão em Roraima e 4,2 mil foram levados para mais 15 estados, por meio da interiorização.

R7/Agência Brasil

 

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Diversos

Temer diz que governo discute distribuir senhas para controlar entrada de venezuelanos

Reprodução Globo News

O presidente Michel Temer afirmou nesta quarta-feira (29) que o governo discute a possibilidade de distribuir senhas para controlar a entrada de venezuelanos em Roraima. Michel Temer concedeu entrevista nesta manhã à Rádio Jornal, de Pernambuco.

“Outra providência que talvez venha a ser tomada e que ontem foi objeto de conversações é que entram 700 ou 800 venezuelanos por dia e isso está criando problemas para vacinação, para organização. Eles pensam em colocar senhas de maneira que entrem 100, 150 ou 200 por dia para organizar um pouco mais estas entradas”, afirmou o presidente.

Nesta terça-feira (28), o presidente assinou decreto que autorizou o uso das Forças Armadas para reforçar a segurança no estado de Roraima até o dia 12 de setembro.

O anúncio foi feito dez dias após a cidade de Pacaraima (RR) registrar um ataque de um grupo de brasileiros a acampamentos de venezuelanos.

“Editamos a GLO colocando as Forças Armadas nas faixas de fronteira, que alcança Boa Vista e Pacaraima, precisamente em face dos acontecimentos. As coisas estavam lá caminhando por um ritmo desagradavel na relação do povo venezuelanos e povo brasileiro”, afirmou à rádio.

A fixação de cotas para entrada de venezuelanos em Roraima foi uma das sugestões feitas pelo senador Romero Jucá (MDB-RR) ao governo federal, além do fechamento temporário da fronteira. Ao não ser atendido, Jucá deixou a liderança do governo no Senado na última segunda-feira (27).

Ajuda humanitária

Para o presidente, a situação da Venezuela é “inadmissível” e está causando desarmonia no continente sul-americano.

“Eu tenho falado com o presidente do Peru, com o presidente da Colômbia e eles têm milhares de refugiados também lá. É preciso modificar o clima da Venezuela”, disse.

O presidente lembrou, durante a entrevista, que o Brasil ofereceu ajuda humanitária, com alimentos e remédios, há mais de um ano à Venezuela, mas que o governo recusou.

“O governo recusa e os venezuelanos vem pra cá. Claro que a nossa política é de acolher aqueles que entrem no país. Não só a nossa política, como os tratados internacionais. Mas o ideal para nós é que eles recebessem nossa ajuda humanitária e que lá pudessem permanecer. Por isso que acabei decretando esta medida (GLO)”, afirmou Temer.

G1

 

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