A Nova Zelândia realizou neste sábado (24) um show para mais de 50 mil pessoas – foi o primeiro evento deste porte realizado no país desde o início da pandemia do novo coronavírus. O show aconteceu em Auckland, a maior cidade do país.
Imagens das redes sociais mostram milhares de pessoas reunidas no estádio Eden Park, sem máscaras ou necessidade de distanciamento social. A banda Six60 comandou o show, que marcou um novo passo rumo à normalidade no país.
“Mais de 50 mil fãs da Six60 para comemorar o início de uma nova era para o estádio nacional da Nova Zelândia”, escreveu o Eden Park nas redes sociais.
Desde o começo da pandemia, a Nova Zelândia adotou medidas como lockdown, fechamento de fronteiras e outras restrições em suas principais regiões – a estratégia fez com que o país tivesse pouco mais de 2,5 mil casos de Covid-19 e 26 mortes até esta segunda-feira (26), segundo dados da Universidade Johns Hopkins.
Nas redes sociais, a banda Six60 agradeceu ao público. “Que sonho, Eden Park. Para os livros de história. Obrigado a todos por tornarem isso possível”.
Em fevereiro, a primeira-ministro Jacinda Ardern anunciou um lockdown de três dias em Auckland após três casos locais positivos para Covid-19 – na época, eram as primeiras infecções confirmadas desde o final de janeiro.
Vamos aguardar a defesa do Mito que governa o Brasil, vulgo robôs.
Contra fatos não há argumentos, todavia, sabemos que eles não creêm na ciência e sim numa ideoligia cega, gado é o melhor termo para caracterizar esse povo que segue para morte o seu executor.
Interessante eram os “cristãos” que diziam não querer mais ideologias no Brasil, muitos não sabiam nem o que estavam dizendo.
Esse tal de mané, anti-político e não sei quantos mais codinomes, parece que vivem em outro mundo. Onde é que já tá esse paraíso? Será na Venezuela, cuba, Argentina…? Deve ser, né? Governos comunistas.
Isso prova que a política suja, aliada a incompetência e a corrupção, deram o “Tom”, da pandêmia no Brasil. Eu não livro absolutamente ninguém! Nem o governo federal, que tanto enviou e envia ajuda aos Estados e Municípios. Se ao invés disso, tivesse feito uma política de prevenção e distribuído dinheiro diretamente aos empresários, do que auxílio emergencial ao povo, os empresários é que iam ter que lidar com seus empregados. Quanto a parcela mais carente da população, dava um jeito de subsidiar o bolsa família, aumentando o valor e distribuindo cestas básicas a população carente. Assim, os “aproveitadores de plantão”, não receberiam a grana irregularmente. Cesta básica era tudo o que deveria ser distribuído em grande escala, a população carente. Assim, o povo ficaria em casa em um Lockdown total, não gastando portanto, dinheiro com respiradores e insumos em geral. Será que o Presidente da República e/ou seus assessores não poderiam ter tomado essa iniciativa? Pra Nova Zelândia não “quebrar”, muito provavelmente foi feito isso por lá, senão a economia não resistiria. Não tem economia nenhuma no mundo que resista a um Lockdown total, sem que sejam tomadas providências iguais a essas. Se a ideia é a reeleição, então faltou “quengo” e infelizmente muitas vidas foram perdidas, por essa falta de discernimento. Tá certo que a população de lá, é pouco maior que a da Paraíba, mas proporcionalmente, o Brasil teria uma população muito menos infectada, do que tem hoje. Se pegar como exemplo o próprio Estado da Paraíba, dá muito bem pra comparar, pois o mesmo tem menos população que a nova Zelândia. Já que o STF deu autonomia aos Estados e Municípios, os mesmos poderiam ter tomado a atitude da Nova Zelândia, como se fossem pequenos países, como a Paraíba, RN, Alagoas e Sergipe, por exemplo. Fernando de Noronha fez isso! No início da pandêmia eles fecharam tudo e zeraram os casos. Não sei como tá agora.
Querer comparar uma ilha do tamanho de nada com o Brasil, tá de sacanagem?
Joio, se a presidente de lá agisse que nem o daqui, hoje a Nova Zelândia seria uma ilha deserta.
Estão colhendo bons frutos .lockdown direto.isso que é governo .Nós brasileiros ainda vamos amargar muita coisa por termos políticos sem compromisso com o povo .
Exatamente! Mas só conheço um político que nega a pandemia e vacinas e atrapalha as medidas de contenção dessa: O MINTO! TODOS os países que implementaram as medidas restritivas e apostaram na ciência e em vacinas estão agora colhendo bons frutos e voltando à normalidade. Na Austrália já liberaram tudo faz MESES e aqui vivemos este CAOS pq além de tudo temos um presidente INEPTO!
Comparar a Nova Zelandia uma ilha com um país continental é brincadeira né?
Sem falar que é um país rico e de povo educado, que soube agir rápido contra a doença. parabéns pra eles. A irresponsabilidade é dos governadores que não souberam gerir o que receberam, o covidão vem aí e vai mostrar o lado obscuro de quem pouco se lixou para o povo.
Preso há uma semana na superintendência da Polícia Federal, em Brasília, Jair Bolsonaro (PL) tenta se adaptar à rotina limitada e ao isolamento imposto após a execução da pena relacionada ao caso do suposto plano de golpe de Estado. Aos 70 anos, o ex-presidente tem usado as manhãs para o banho de sol, embora a área restrita dificulte caminhadas que ajudariam nos episódios de soluço, refluxo e vômitos relatados por pessoas próximas.
Na cela especial de cerca de 12 m², Bolsonaro tem acesso à TV aberta para acompanhar notícias e jogos de futebol. A alimentação — preparada por Michelle Bolsonaro e autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes — segue orientação médica devido ao histórico de cirurgias abdominais e ao receio de refeições fornecidas pela PF. Segundo familiares e médicos que o visitam, o ex-presidente apresenta abalo emocional pela distância da família e reclama de não ter tido um julgamento justo.
As visitas têm priorizado apoio emocional e atualizações sobre os recursos que tentam reverter a situação e levar o ex-presidente para a prisão domiciliar. A defesa atribui à combinação de medicamentos a “confusão mental” citada após a violação da tornozeleira eletrônica, argumento que será usado nos próximos passos jurídicos. Bolsonaro também tem relatado dificuldade para dormir e foi orientado por seu cardiologista a ajustar a medicação.
A primeira semana de detenção teve visitas de Michelle Bolsonaro e dos filhos Flávio, Carlos e Jair Renan. Advogados e médicos seguem com acesso liberado ao ex-presidente, que, apesar da rotina rígida, mantém esperança em decisões que possam aliviar o isolamento imposto pela prisão na PF.
O jornalista William Waack afirmou que a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de recorrer ao STF para tentar reverter a derrubada de vetos na Lei Geral do Licenciamento Ambiental é um sinal claro da “falência da política” no atual governo. A avaliação veio após o Congresso restabelecer pontos centrais do texto, como o licenciamento autodeclaratório para empreendimentos de médio porte, derrubando 52 dos 63 vetos presidenciais.
Waack destacou que a postura do Executivo não surpreende, já que o governo tem acumulado derrotas por falta de articulação e maioria parlamentar. Para ele, Lula recorre ao Judiciário como saída repetida diante da incapacidade de atuar politicamente dentro do Legislativo — o que, segundo o jornalista, desgasta o equilíbrio institucional.
Em sua análise, o âncora da CNN aponta que a tentativa de anular decisões soberanas do Congresso pela via judicial normaliza uma distorção perigosa: transformar divergências legislativas em crise constitucional e colocar o STF como última instância de decisões essencialmente políticas.
Waack conclui que o episódio revela algo mais profundo do que ativismo judicial ou escolhas de ministros — expõe, segundo ele, a incapacidade do governo Lula de fazer política e de construir soluções dentro das regras democráticas tradicionais.
A dívida pública brasileira ultrapassou R$ 10 trilhões em outubro e já alcança 78,6% do PIB, segundo dados do Banco Central. O avanço de 0,6 ponto percentual em apenas um mês reforça a preocupação de economistas, que veem uma trajetória clara de crescimento do endividamento, mesmo com o superávit de R$ 36 bilhões registrado no período.
O cenário fiscal segue pressionado. No acumulado do ano, o déficit primário chegou a R$ 63 bilhões — mais que o dobro da meta oficial, de R$ 30 bilhões. O governo ainda tenta suavizar o impacto ao excluir despesas como precatórios e ressarcimentos do INSS, mas especialistas afirmam que isso não muda a tendência de deterioração das contas.
Apesar da alta de 4,5% na receita líquida, impulsionada principalmente por IR e IOF, as despesas federais cresceram em ritmo ainda maior. Os principais gastos vieram de áreas como saúde e previdência, impactadas pelo aumento real do salário mínimo e pela ampliação do número de beneficiários.
A dívida bruta, que engloba também obrigações de estados e municípios, já subiu 7 pontos percentuais desde janeiro. O indicador, usado como termômetro por investidores, acende alerta sobre a sustentabilidade fiscal do país e a necessidade de mais rigor no controle dos gastos públicos.
O governo anunciou nesta sexta-feira (28) o congelamento de R$ 7,7 bilhões no orçamento, detalhando o impacto por ministérios e agências. O bloqueio atende à meta fiscal e compensa receitas que não saíram como esperado, mesmo com superávits recentes, segundo informações da CNN.
Do total, R$ 4,4 bilhões cortados são de despesas discricionárias e R$ 3,3 bilhões vêm de contingenciamento de gastos. O maior impacto será no Ministério da Defesa (R$ 456,8 milhões), Saúde (R$ 405 milhões), Desenvolvimento Social (R$ 342 milhões) e Turismo (R$ 252,1 milhões). O Ministério da Integração tem R$ 331,4 milhões congelados.
Cidades e emendas parlamentares tiveram redução no bloqueio, mas sem aumentar o orçamento. O Ministério das Cidades passou de R$ 1,76 bilhão para R$ 1,26 bilhão, e emendas parlamentares de R$ 2,79 bilhões para R$ 2,64 bilhões. Os valores serão remanejados para outras prioridades do governo.
Órgãos têm até 1º de dezembro para informar quais programas sofrerão cortes. A medida evidencia o ajuste fiscal rigoroso do governo, mesmo em meio a receitas altas e promessas de investimento.
Confira como fica o bloqueio por ministério e agência
Integração e Desenvolvimento Regional — R$ 331,4 milhões
Defesa — R$ 456,8 milhões
Saúde — R$ 405,0 milhões
Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome — R$ 342 milhões
Turismo — R$ 252,1 milhões
Trabalho e Emprego — R$ 25,4 milhões
Justiça e Segurança Pública — R$ 79,1 milhões
Transportes — R$ 85,3 milhões
Relações Exteriores — R$ 81,5 milhões
Indústria, Comércio e Serviços — R$ 20,3 milhões
Fazenda — R$ 194,2 milhões
Agricultura e Pecuária — R$ 474,9 milhões
Previdência Social — R$ 155,4 milhões
Pesca e Aquicultura — R$ 5,9 milhões
Cultura — R$ 22,1 milhões
Esporte — R$ 17 milhões
Gestão e Inovação em Serviços Públicos — R$ 31,1 milhões
Planejamento e Orçamento — R$ 31,9 milhões
Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar — R$ 74,8 milhões
Minas e Energia — R$ 45,8 milhões
Meio Ambiente e Mudança do Clima — R$ 3,7 milhões
Comunicações — R$ 17,1 milhões
Portos e Aeroportos — R$ 282,4 milhões
Mulheres — R$ 7,4 milhões
Igualdade Racial — R$ 12,1 milhões
Direitos Humanos e Cidadania — R$ 5,8 milhões
Empreendedorismo, Microempresa e Empresa de Pequeno Porte — R$ 13,6 milhões
Presidência da República — R$ 107,1 milhões
Gabinete da Vice-Presidência — R$ 0,1 milhão
Agências e órgãos com bloqueio
ANM (Agência Nacional de Mineração) — R$ 3 milhões
ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) — R$ 4,1 milhões
ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) — R$ 3,7 milhões
ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) — R$ 6,3 milhões
ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) — R$ 3,2 milhões
ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) — R$ 7,8 milhões
ANTAQ (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) — R$ 0,1 milhão
ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) — R$ 3,2 milhões
ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico) — R$ 5,1 milhões
CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) — R$ 1,3 milhões
CGU (Controladoria-Geral da União) — R$ 0,6 milhão
Os Correios acumulam um prejuízo de R$ 6 bilhões até setembro, quase três vezes mais que os R$ 2,1 bilhões do mesmo período do ano passado. O conselho da estatal aprovou as demonstrações contábeis do terceiro trimestre nesta sexta-feira (28).
O rombo é resultado da queda de receitas, aumento de despesas operacionais e novas obrigações judiciais e trabalhistas. Para tentar salvar a empresa, o governo negocia um empréstimo de R$ 20 bilhões com bancos públicos e privados, garantido pelo Tesouro Nacional. A previsão é que a operação seja fechada na próxima semana e o pagamento ocorra em 15 anos.
O plano de reestruturação prevê demissão voluntária de 10 mil funcionários e fechamento de pelo menos 1 mil agências. Sem essas medidas, os prejuízos podem chegar a R$ 23 bilhões em 2026. A estatal só espera começar a gerar lucro a partir de 2027.
Além disso, os Correios estudam abertura de capital e criação de joint ventures para captar recursos, mantendo o controle da União. O objetivo é evitar o colapso da empresa e manter os serviços funcionando.
A Airbus anunciou que mais de 6,5 mil jatos da família A320 precisam de atualização urgente de software. O alerta veio após um avião da JetBlue sofrer falha causada por “radiação solar intensa”, que corrompeu dados essenciais dos controles de voo. Ninguém se feriu, mas o incidente expôs risco real de perda de estabilidade.
A correção deve ser feita antes do próximo voo, segundo reguladores, e pode causar atrasos e cancelamentos durante a alta temporada nos EUA. Cerca de 1.000 aeronaves mais antigas precisarão de manutenção de hardware, ficando fora de operação temporariamente. Companhias como American Airlines e Wizz Air já começaram as atualizações.
O sistema afetado, ELAC, controla parâmetros críticos de voo e garante que a aeronave permaneça estável. Se falhar, pode provocar movimentos não comandados e comprometer a estrutura do avião. A Airbus garante que a maioria dos jatos recebe o update direto da cabine, mas não há margem para descuidos.
No Brasil, a situação não afeta os aviões da Latam que operam em solo nacional. Apenas algumas afiliadas em Colômbia, Chile e Peru estão sujeitas às medidas. Passageiros afetados serão contatados para ajustes de itinerário, enquanto a indústria enfrenta mais um desafio em plena temporada de viagens.
Oxe, olha isso aqui! No Papo de Fogão Raiz dessa semana, o Kennedy Sousa, do Buteco no Beco, chega com uma dobradinha com fava que é pura tradição nordestina!
E pra completar, a chef Zélia Pinheiro, do Mercado das Quintas, traz um picado de bode que é de lascar de tão bom.
É comida raiz, é sabor, é cultura!
Diz aí nos comentários se tu encaravas primeiro: a dobradinha ou o picado?
SÁBADO
BAND MARANHÃO e PIAUÍ – 8h
PARAÍBA
TV CORREIO/RECORD, 13h30
DOMINGO
RIO GRANDE DO NORTE – TV TROPICAL/RECORD, 10h
O deputado federal Eduardo Bolsonaro deixou claro que não apoiará candidatos ligados ao PT e criticou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como “o candidato que o sistema quer”. Em entrevista ao UOL, afirmou que Tarcísio “não é de direita” e tenta “navegar por mares calmos” na política.
Eduardo disse ainda que não compactua com políticos que se aproveitam de injustiças ou mantêm pessoas presas para benefício eleitoral: “O apego ao cargo detona com o político. Eu não compactuo com quem prende idosos e pessoas inocentes”.
Nas redes sociais, reforçou a posição: “Sempre serei claro e verdadeiro com meus eleitores e apoiadores. Tarcísio é um tecnocrata de centro que tenta diálogo com Alexandre de Moraes, mas não é de direita”.
O parlamentar enfatizou que seu compromisso é com princípios e com a confiança dos eleitores, e não com o oportunismo político.
O TRF-1 deu nesta sexta-feira (28) uma reviravolta no caso da Operação Compliance Zero. A desembargadora Solange Salgado revogou a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e dos demais presos da investigação. Vorcaro estava detido no CDP 2, em Guarulhos, desde 17 de novembro, depois de ser preso pela Polícia Federal ao tentar deixar o país.
O banqueiro é acusado de fraude bilionária: R$ 12 bilhões em carteiras de crédito vendidas ao Banco de Brasília (BRB). A operação da PF apontou risco de fuga, alegando que Vorcaro iria para Malta, na Europa. A defesa diz que ele avisou ao Banco Central que viajaria para Dubai para concluir a venda do banco a investidores internacionais.
O caso ganhou ainda mais atenção porque a PF encontrou um documento citando um deputado federal. Como parlamentares têm foro privilegiado, a defesa levou a questão ao STF. O processo foi sorteado para o ministro Dias Toffoli, apesar do pedido da defesa para que Nunes Marques assumisse por prevenção, alegando relação com outro inquérito.
A decisão do TRF-1 muda o rumo da investigação e deixa a Compliance Zero em alerta. Agora, o caso segue no STF, que pode redefinir o destino de Vorcaro e dos demais envolvidos.
Essa e outras decisões falhas que faz por onde não haver justiça nesse país, brechas e brechas, não deveria nem ter sido preso, qd é preso, todos os brasileiros já sabe que vai ser solto, um safado desse bilionário sai rindo de todos, vergonha desse país que só dá brechas pra bandido.
Tá tudo dominado nesse Brasil véi de ladrões, mais uma vez fica bem claro que roubar no país compensa e muito, não é à toa que temos o maior ladrão do Brasil na presidência…kkkkkkk
O senador Rogério Marinho recebeu o Título de Cidadão Extremozense, durante solenidade realizada na comunidade de Pitangui, em Extremoz. A homenagem foi entregue pelo ex-vereador e atual secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Rafael Correia (PL), autor da proposição aprovada pela Câmara Municipal em 2024.
A entrega ocorreu durante a apresentação das ações do projeto Rota da Água, promovido pelo sistema Faern/Senar/IPDR, viabilizado por emenda parlamentar do próprio senador. O evento reuniu lideranças políticas, técnicos do setor produtivo e diversos moradores da região.
Além do senador, estiveram presentes vereadores do município, secretários municipais e representantes das instituições organizadoras da programação. A homenagem destacou a contribuição de Marinho para iniciativas voltadas ao desenvolvimento econômico, acesso à água e fortalecimento da produção local.
Correia lembrou que esta não foi a primeira honraria concedida por ele a uma liderança nacional. Em julho de 2021, ainda como vereador, ele foi autor e responsável pela entrega do primeiro título honorífico concedido no RN ao então presidente da República, Jair Bolsonaro.
Com a entrega desta quinta-feira (27), o município de Extremoz reforça o reconhecimento ao trabalho de Marinho em favor da região, especialmente em áreas estruturantes como recursos hídricos, desenvolvimento rural e investimentos produtivos.
Vamos aguardar a defesa do Mito que governa o Brasil, vulgo robôs.
Contra fatos não há argumentos, todavia, sabemos que eles não creêm na ciência e sim numa ideoligia cega, gado é o melhor termo para caracterizar esse povo que segue para morte o seu executor.
Interessante eram os “cristãos” que diziam não querer mais ideologias no Brasil, muitos não sabiam nem o que estavam dizendo.
Esse tal de mané, anti-político e não sei quantos mais codinomes, parece que vivem em outro mundo. Onde é que já tá esse paraíso? Será na Venezuela, cuba, Argentina…? Deve ser, né? Governos comunistas.
De novo tu Manoel F, vai jogar porrinha na esquina, teus comentários debiloides, desprovidos de qualquer qualidade, enche o saco.
Isso prova que a política suja, aliada a incompetência e a corrupção, deram o “Tom”, da pandêmia no Brasil. Eu não livro absolutamente ninguém! Nem o governo federal, que tanto enviou e envia ajuda aos Estados e Municípios. Se ao invés disso, tivesse feito uma política de prevenção e distribuído dinheiro diretamente aos empresários, do que auxílio emergencial ao povo, os empresários é que iam ter que lidar com seus empregados. Quanto a parcela mais carente da população, dava um jeito de subsidiar o bolsa família, aumentando o valor e distribuindo cestas básicas a população carente. Assim, os “aproveitadores de plantão”, não receberiam a grana irregularmente. Cesta básica era tudo o que deveria ser distribuído em grande escala, a população carente. Assim, o povo ficaria em casa em um Lockdown total, não gastando portanto, dinheiro com respiradores e insumos em geral. Será que o Presidente da República e/ou seus assessores não poderiam ter tomado essa iniciativa? Pra Nova Zelândia não “quebrar”, muito provavelmente foi feito isso por lá, senão a economia não resistiria. Não tem economia nenhuma no mundo que resista a um Lockdown total, sem que sejam tomadas providências iguais a essas. Se a ideia é a reeleição, então faltou “quengo” e infelizmente muitas vidas foram perdidas, por essa falta de discernimento. Tá certo que a população de lá, é pouco maior que a da Paraíba, mas proporcionalmente, o Brasil teria uma população muito menos infectada, do que tem hoje. Se pegar como exemplo o próprio Estado da Paraíba, dá muito bem pra comparar, pois o mesmo tem menos população que a nova Zelândia. Já que o STF deu autonomia aos Estados e Municípios, os mesmos poderiam ter tomado a atitude da Nova Zelândia, como se fossem pequenos países, como a Paraíba, RN, Alagoas e Sergipe, por exemplo. Fernando de Noronha fez isso! No início da pandêmia eles fecharam tudo e zeraram os casos. Não sei como tá agora.
Querer comparar uma ilha do tamanho de nada com o Brasil, tá de sacanagem?
Joio, se a presidente de lá agisse que nem o daqui, hoje a Nova Zelândia seria uma ilha deserta.
Estão colhendo bons frutos .lockdown direto.isso que é governo .Nós brasileiros ainda vamos amargar muita coisa por termos políticos sem compromisso com o povo .
Exatamente! Mas só conheço um político que nega a pandemia e vacinas e atrapalha as medidas de contenção dessa: O MINTO! TODOS os países que implementaram as medidas restritivas e apostaram na ciência e em vacinas estão agora colhendo bons frutos e voltando à normalidade. Na Austrália já liberaram tudo faz MESES e aqui vivemos este CAOS pq além de tudo temos um presidente INEPTO!
Comparar a Nova Zelandia uma ilha com um país continental é brincadeira né?
Sem falar que é um país rico e de povo educado, que soube agir rápido contra a doença. parabéns pra eles. A irresponsabilidade é dos governadores que não souberam gerir o que receberam, o covidão vem aí e vai mostrar o lado obscuro de quem pouco se lixou para o povo.