Com pandemia, taxa de desemprego no país sobe e atinge 14,1 milhões de pessoas

Foto: WILSON DIAS-ABR

A taxa de desemprego no Brasil chegou a 14,6% no terceiro trimestre do ano, o que representa alta de 1,3 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior, quando ficou em 13,3%. Segundo informou nesta sexta-feira (27) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é a maior taxa na sua série histórica, que começou em 2012, e corresponde a 14,1 milhões de pessoas.

“Foram mais de 1,3 milhão de desempregados que entraram na fila em busca de um trabalho no país”, disse o IBGE, que divulgou, no Rio de Janeiro, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) Trimestral, referente ao período entre julho e setembro de 2020.

Ainda conforme o estudo, a taxa de desocupação cresceu em dez estados e manteve a estabilidade nos demais. Os maiores índices foram anotados na Bahia (20,7%), Sergipe (20,3%) e Alagoas (20,0%).

Santa Catarina (6,6%) teve a menor. Segundo o IBGE, os maiores crescimentos da taxa de desocupação foram registrados na Paraíba (4 p.p.), Amapá (3,8 p.p.) e Pernambuco (3.8 p.p.).

Para Adriana Beringuy, analista da pesquisa, esse aumento no desemprego reflete a flexibilização das medidas de isolamento social para controle da pandemia de covid-19. Segundo ela, houve maior pressão sobre o mercado de trabalho no terceiro trimestre.

“Em abril e maio, as medidas de distanciamento social ainda influenciavam a decisão das pessoas de não procurar trabalho. Com o relaxamento dessas medidas, começamos a perceber um maior contingente em busca de uma ocupação”, observou.

Ocupação

O contingente de ocupados caiu 1,1% na comparação com o segundo trimestre, somando 82,5 milhões de pessoas. Esse, para o IBGE, é o menor patamar da série histórica iniciada em 2012.

A pesquisa apontou uma retração de 883 mil pessoas, o que resultou em um nível de ocupação de 47,1%, que também é o menor da série e significa recuo de 0,8 ponto percentual frente ao trimestre anterior (47,9%). Conforme os dados do IBGE, desde o trimestre encerrado em maio, o nível de ocupação está abaixo de 50%, “o que aponta que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país”.

Segundo Adriana Beringuy, todas as categorias perderam ocupação. Além disso, o número de pessoas com carteira assinada caiu 2,6% no terceiro trimestre na comparação com o anterior. A perda é de 788 mil postos, alcançando 29,4 milhões de empregados com carteira assinada no país.

Carteira assinada

No terceiro trimestre o percentual das pessoas com carteira de trabalho assinada atingiu 76,5% dos empregados do setor privado. Os maiores percentuais foram registrados em Santa Catarina (90,5%), no Paraná (85,1%), no Rio Grande do Sul (84,3%) e em São Paulo (82,3%). Os menores no Maranhão (51,3%), Pará (53,9%) e Piauí (54,1%).

Informalidade

A taxa de informalidade ficou em 38,4% no trimestre encerrado em setembro. O percentual equivale a 31,6 milhões de pessoas sem carteira assinada, que são empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos, sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração. No trimestre anterior, o percentual era de 36,9%.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cris disse:

    Deve ser culpa de Bolsonaro que mandou fechar tudo…

  2. A verdade está lá fora disse:

    O engraçado é que o IBGE coloca na população ativa os jovens de 14 a 18 anos, como é feito nos EUA. O problema desta metodologia é que aqui é proibido jovens de 14 a 16 anos trabalharem, então a estatística de desemprego está errada.
    Não adianta reclamar pois o IBGE diz que segue padrões internacionais, totalmente errados para o Brasil, deve ser para ferrar com o governo mesmo.

    • José Macedo disse:

      Muito bem abordado, verdade, não sabia disso.👍👍👍👍

  3. Paulo disse:

    ONTEM SAIU UM RESULTADO POSITIVO EM OUTUBRO DESDE 1992, 394 MIL EMPREGOS GERADOS !! EM APENAS UM MÊS, A MÍDIA DO NEGATIVISMO GOSTA DE 24HS COLOCAR O TERROR SEMPRE !! ABSURDO ISSO! MAIS É DE SE ENTENDER QUANDO , AÇÕES DO GOVERNO JAIR MESSIAS BOLSONARO COM SEU MINISTRO DA ECONOMIA FAZ ESSE RESULTADO HISTÓRICO EM PLENA PANDEMIA E TODA MARÉ CONTRA ESSE GOVERNO!! VAMOS DAR NOTICIAS POSITIVAS QUE VENDEM TAMBÉM,
    REPLICAR NOTICIAS DE JORNAIS E MIDIAS NACIONAIS COM ALINHAMENTO DA OPOSIÇÃO AO GOVERNO FICA FEIO PQ HOJE SE PESQUISAR SE ACHA A VERDADE

Sedentarismo causado pela Covid-19 pode vir a causar uma nova pandemia, alerta OMS

Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 5 milhões de mortes por ano poderiam ser evitadas se a população global fosse mais ativa. As estatísticas da organização mostram que um em cada quatro adultos e quatro em cada cinco adolescentes no mundo não praticam atividade física suficiente. Mulheres e meninas costumam fazer ainda menos exercícios do que os homens.

No momento em que muitas pessoas reduziram a prática devido à pandemia da Covid-19, a OMS lançou um guia com diretrizes sobre atividade física e comportamento sedentário. Pessoas de todas as idades e habilidades podem ser fisicamente ativas, informa o documento.

A organização destaca que a prática de exercícios é fundamental para prevenir e ajudar a controlar doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e câncer. Outros benefícios mencionados são a redução dos sintomas de depressão, de ansiedade e do declínio cognitivo, o aprimoramento da memória e o estímulo à saúde do cérebro.

“Ser fisicamente ativo é fundamental para a saúde e o bem-estar — pode ajudar a adicionar anos à vida e vida aos anos”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, que completou: “Cada movimento conta, especialmente agora que administramos as restrições da pandemia da Covid-19. Devemos todos nos mover todos os dias, com segurança e criatividade”

“Se não nos mantivermos ativos, temos o risco de criar uma nova pandemia de problemas de saúde como resultado do comportamento sedentário”, alertou Ruediger Krech, diretor de Promoção da Saúde da OMS.

‘Quanto mais melhor’

Krech destacou que qualquer tipo de atividade física e de qualquer duração pode trazer benefícios para a saúde e bem-estar. Mas acrescenta que “quanto mais melhor”.

“Se você precisa passar muito tempo sentado, seja no trabalho ou na escola, você deve fazer mais atividade física para combater os efeitos prejudiciais do comportamento sedentário ”, afirmou.

A OMS enfatiza que todos podem se beneficiar com o aumento da atividade física e a redução do sedentarismo, incluindo mulheres grávidas, puérperas e pessoas que vivem com doenças crônicas ou com deficiência. Por isso, as diretrizes também incluem informações específicas para esses grupos.

A organização incentiva os países a adotarem as diretrizes e a partir delas desenvolverem políticas nacionais de saúde, em apoio ao plano de ação global sobre atividade física lançado pela OMS em 2018, que tem como objetivo reduzir o sedentarismo em 15% até 2030.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Genaro disse:

    ?????, O rapaz não gosta do que tu gosta não. Seus professores você encontra no jumentário. Rsrsrs

  2. Francisco disse:

    Tem que voltar a votar no PT, só assim a polícia não pára de trabalhar. A lava jato tá na rua, fala-se que ainda tem trabalho pra 10 anos. Temos q votar no pt, assim a demanda de crimes de corrupção aumenta, e a PF tem que fazer mais concurso, pra atender mais fases da operação. Lulalá. Rarará

  3. Brasil livre!! disse:

    Essa "OMS" e "fezes" se assemelham!!

  4. Calígula disse:

    Tô fazendo tanto sexo durante a pandemia que emagreci. Nossa me sinto um reprodutor Maranhão.
    Já quebrei dos lastro de cama.

Desembargador nega recurso e UNP não terá que dar desconto de mensalidades a todos os alunos em razão da pandemia

Foto: Reprodução

O desembargador do Tribunal de Justiça do RN, Claudio Santos, negou o recurso do Ministério Público para obrigar a Universidade Potiguar (UNP) a oferecer desconto linear na mensalidade de todos os alunos, em decorrência da pandemia do Covid-19.

O magistrado manteve a decisão da primeira instância e decidiu que: “não se pode deixar de se levar em conta que, apesar da redução de custos fixos, as instituições de ensino também acabaram por fazer investimentos na necessária estrutura tecnológica para o oferecimento da modalidade de ensino on line, inclusive com a permanência de seu quadro docente e administrativo. Assim, em que pese haver regramento legal quanto a possibilidade de readequação de cláusulas contratuais em situação de evidente desproporcionalidade, neste instante de análise perfunctória, não vislumbro demonstrado de forma evidente tal o desequilíbrio, a autorizar, de forma ampla e indiscriminada, descontos no alto percentual sugerido, o que só será possível após garantido o exercício do contraditório e mediante a devida instrução processual. Com tais considerações, INDEFIRO o pedido de concessão da antecipação dos efeitos da tutela recursal, até ulterior deliberação da Primeira Câmara Cível”.

Confira decisão AQUI no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. OSORIO BEZERRA SAMPAIO JUNIOR disse:

    Até os bisnetos terão seu curso superior gratuito.

  2. Paulo disse:

    Tem fundamento essa decisão!

  3. Antonio Turci disse:

    Se a moda pega……….

UNP terá de reduzir mensalidades em 20% durante período de pandemia, decide TJ

Ao julgar recurso, a juíza convocada pela 1ª Câmara Cível do TJRN, Berenice Capuxu, determinou que a Associação Potiguar de Educação e Cultura (Apec), UNP, efetive o desconto de 20% no valor das mensalidades de estudantes de Medicina, que moveram recurso, durante o período de imposição governamental de aulas à distância, decorrente da pandemia (Covid-19), tudo até posterior deliberação do órgão julgador.

No recurso, os oito estudantes foram contrários ao indeferimento do pedido de redução do valor da mensalidade, visto como a forma adequada de garantir o reequilíbrio contratual e defendem que “o serviço está sendo prestado de forma diversa da pactuada entre as partes, com uma qualidade e assertividade inferior, de tal forma que uma parcela considerável do conhecimento que era pra ser adquirido estaria prejudicado”.

A decisão considerou que, no período de isolamento social, os contratos de ensino, neste caso superior, foram, de fato, “extremamente afetados”, precisando, tanto o contratante, quanto o contratado, se adequar às novas formas de comunicação (não presencial), para o fim de se manter a prestação do serviço.

“Neste ponto, se de um lado há a certeza de investimentos realizados para adequação ao novo formato de aulas, de outro, há a inegável redução de despesas ordinárias até então existentes, tanto que várias instituições em todo o país repassaram em forma de desconto essa redução aos seus contratantes”, destaca a relatora.

O julgamento monocrático considerou, desta forma, ser “prudente e necessária” a concessão de desconto no valor da mensalidade paga pelos estudantes, como forma de manter o vínculo contratual e evitar maiores prejuízos a ambas as partes, em um momento, ainda necessário, de isolamento social”.

(Agravo de Instrumento n.0809330-58.2020.8.20.0000)
Justiça Potiguar

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Karina Juliana Dantas Cabral Silva disse:

    Que ótimo .

  2. Karina Juliana Dantas Cabral Silva disse:

    Te que fim ela vai fazer isso.

Guedes diz que país vai perder menos empregos na pandemia que na última recessão; ministro estima perda de cerca de 300 mil vagas formais neste ano

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (23) que o país deve perder cerca de 300 mil vagas formais de trabalho neste ano. Apesar da retomada de criação de novos postos de trabalho nos últimos meses, o ministro prevê que haja uma desaceleração na geração de empregos até o fim de 2020.

“Nós vamos possivelmente chegar ao final deste ano perdendo 300 mil empregos, que dizer, 20% do que perdemos nos anos de 2015 e 2016. No ano que enfrentamos a maior crise da nossa história, uma pandemia global, vamos perder entre um quinto e um terço dos empregos perdidos na recessão anterior”, disse Guedes durante o seminário virtual Visão do Saneamento – Brasil e Rio de Janeiro, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Segundo o ministro, houve uma perda média anual de cerca de 1,3 milhão de empregos nos anos de recessão de 2015 e 2016.

“O Brasil criou 500 mil empregos em julho, 250 mil em agosto e 313 mil em setembro. Está para sair a qualquer momento [os dados de] outubro. Eu nem acredito que vá continuar nesse ritmo tão acelerado. É natural que dê uma desacelerada”, disse.

De acordo com o ministro, todas as regiões brasileiras e setores econômicos estão criando empregos. “A economia voltou em V como esperávamos. O FMI [Fundo Monetário Internacional] previa uma queda de 9,5% do PIB [Produto Interno Bruto] brasileiro. Vai ser bem menos que a metade”, disse Guedes.

Agência Brasil

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nilton disse:

    A outra, é a herança maldita do PT.
    MITO!!!

  2. Neto disse:

    Chapa boa .. Bolsonaro presidente e TRUMP! VICE. Aí sim!

  3. Calígula disse:

    Pense em 2 Véios bons e duros igual a carne de tétel.

COVID: Foram 552 óbitos e 38 mil casos nas últimas 24h no Brasil; Total de 168 mil mortes e 6 milhões de infectados


Imagem: Freepik

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (20):

– Registro de 552 óbitos nas últimas 24h, totalizando 168.613 mortes;

– Foram 38.397 novos casos de coronavírus registrados, no total 6.020.164 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 5.422.102, com o registro de mais 14.604 pacientes curados. Outros 429.449 pacientes estão em acompanhamento.

Reconhecimento de Putin sobre empenho de Bolsonaro no enfrentamento da pandemia corresponde ao que foi distorcido por parte da mídia, avaliam ministros e assessores do governo

Foto: Divulgação/Brics2020

O discurso do presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante a Cúpula dos Brics, encontro dos chefes de estado do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, nesta quarta-feira (17), pegou de surpresa integrantes do governo brasileiro.

Na avaliação de ministros e assessores do Itamaraty, a declaração de Putin corresponde exatamente ao que Jair Bolsonaro sempre disse desde o início da pandemia e que foi distorcido por parte da mídia e por ex-integrantes do próprio governo, como o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta e o ex-ministro da Justiça Sergio Moro.

Ministros chegaram a lembrar que a conduta do presidente diante da pandemia condiz com a passagem bíblica vista em Provérbios 24, versículo 10: “Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena”.

Vladimir Putin agradeceu a Jair Bolsonaro o empenho durante a pandemia no Brasil ao encerrar o encontro dos Brics.

“O senhor [Jair Bolsonaro] pessoalmente enfrentou essa infecção e passou por essa provação com muita coragem. Quero lhe desejar tudo de melhor e, é claro, muita saúde. Sei que esse momento não deve ter sido fácil, mas o senhor enfrentou tudo como um homem de verdade e demonstrou possuir as melhores qualidades masculinas, como a coragem e a grande força de vontade, enfrentando todos os desafios com grande respeito e consideração pela vontade de seu povo e pelos interesses do seu país. Isso faz do senhor um exemplo para todos nós, pois isso mostra como podemos ser corajosos no cumprimento dos nossos deveres profissionais, nos nossos deveres como chefes de estado”.

No início da noite, o presidente Jair Bolsonaro postou nas redes sociais o vídeo traduzido com a fala de Vladimir Putin durante o encontro.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gervasio Mila Filho disse:

    Este Putin não conhece a realidade no Brasil prá falar uma idiotice desta.Deve estar querendo levar vantagem em alguma coisa.

  2. Carlos disse:

    Esquerdopata, aceitem que doi menos, MITO 2022.

    • Boi 🐂 No Espeto disse:

      Pelo andar da carruagem, não vai ser nem 2021.
      Mas admiro sua euforia.

  3. Vaqueiro Açoitador disse:

    Putin falou qualquer besteira e esse moribundo insignificante, a mídia de direita fizeram um alarde.
    Quase ninguém lá fora, conhece esse ze ninguém

  4. Flávio disse:

    Enquanto isso obama reconhece que Lula é o cara " que desviava recursos ".

  5. Irajá Fernandes disse:

    Não adianta, a verdade sempre irá prevalecer, seja hoje ou amanhã. A mídia é considerada o quarto poder e quando distorce perde a credibilidade, suas informações fedem e seus divulgadores não passam de ratos de esgoto

  6. PAULO disse:

    Será que Bolsonaro já abandonou o galegão? Será que o Brasil vai ser comunista? Será que vamos fazer parte da U.R.S.S?

  7. Pão com MortaNdela vencida disse:

    A esquerda não tem jeito de concordar com nada. O capim tá sem sustância é?

  8. Joaquim disse:

    Eita presidente macho da porra.

  9. joao disse:

    Eita reconhecimento de um comunista? E agora boiada

  10. Bolsonarista Binário disse:

    Porra, que reconhecimento top!!!

    • Manoel disse:

      Né isso! Vamos comemorar juntos: MUUUUUUU!!!! KKKKK. Na minha humilde opinião, PUTIN fez esse pseudo elogio para se aproximar do MINTO já que ele ficará órfão de TRUMP e precisa lamber as botas de outro …

    • Pedro Paulo da Trindade. disse:

      Kkkkkkkkkk.
      Né não? Tá vendo uma oportunidade de ganhar algum desse lixo-presidenta, que não fatura nenhuma eleição mais.
      Aqui tem coisa.
      Prepara o caminho pra boiada passar.
      Como não tem mais menina-tramp (vagabunda no inglês) pra o lixo daqui ficar da altura da braguilha, Putan tá louco pra ocupar a vaga e levar algum nosso.
      Wtf? Vtnc… os dois.

Vendas no comércio pelo país crescem pelo 5º mês seguido em setembro, diz IBGE

FOTO: FÁBIO VIEIRA/FOTORUA/ESTADÃO CONTEÚDO

As vendas no comércio cresceram 0,6% em setembro frente ao mês anterior, o que representa a quinta alta mensal consecutiva do setor desde maio. No acumulado do ano, o setor conseguiu se recuperar e equilibrar as perdas da pandemia do novo coronavírus.

Os dados constam da PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (11).

Apesar do ritmo de crescimento, o resultado de setembro aponta uma desaceleração em relação às altas constatadas nos meses anteriores — agosto (3,1%), julho (4,7%), junho (8,7%) e maio (12,2%).

De janeiro a setembro de 2020, o varejo conseguiu reverter o impacto da pandemia e agora registra estabilidade (crescimento zero), depois de seis meses no campo negativo.

Segundo Cristiano Santos, gerente da pesquisa, a desaceleração é como se a série estivesse voltando à normalidade. “Trata-se de uma diminuição do ritmo de crescimento nos volumes do varejo nacional. A desaceleração é natural e representa uma acomodação, porque as quedas de março e abril foram muito expressivas, o que fez com que os meses seguintes de recuperação também tivessem altas intensas”, analisa.

Na comparação com setembro de 2019, o comércio cresceu 7,3%.

Santos também destaca o desempenho forte do trimestre que se encerrou em setembro. Em comparação com o trimestre anterior, foi registrada alta de 17,2%, recorde da série histórica iniciada em 2000.

“Isso ocorreu, porque os trimestres anteriores apresentaram desempenho muito baixo: -1,9% no primeiro e -8,5% no segundo. Em relação ao terceiro trimestre de 2019, o aumento é de 6,3%, a maior alta desde 2014”, ressalta o gerente da pesquisa.

Crescimento por setores

O IBGE diz que, entre as oito atividades pesquisadas, cinco tiveram alta em setembro:

– Livros, jornais, revistas e artigos de papelaria (8,9%);

-Combustíveis e lubrificantes (3,1%);

– Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,1%);

– Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (1,1%);

– Móveis e eletrodomésticos (1,0%).

Por outro lado, três setores pressionaram o desempenho do comércio negativamente: Tecidos, vestuário e calçados (-2,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%); e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0.4%).

“A atividade de livros, jornais, revistas e artigos de papelaria, embora continue negativa em indicadores, como o acumulado do ano e nos últimos 12 meses, teve uma recuperação grande em setembro. Já a de Artigos farmacêuticos médicos, ortopédicos e de perfumaria teve uma trajetória claudicante nos últimos meses e em setembro chegou a 2,1%. Móveis e eletrodomésticos e Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, continuam com crescimento. Parte desse desempenho pode estar relacionado à ida ao home office, embora já estejamos vivenciando a abertura”, explica Cristiano Santos, gerente da pesquisa.

Alta de preços influencia supermercados

O setor de hiper e supermercados, segundo o IBGE, está sendo impactado pela inflação de alimentos. De abril a setembro, o setor registrou crescimento de 10,6% na receita, enquanto em volume, o ganho foi de 4,7% nesse período.

Em setembro, o setor teve alta de 2,1%.

“A inflação de alimentos em setembro impactou bastante. Nos três últimos meses, os indicadores de receita do setor registram dois índices positivos, 2,1% em setembro e 0,5% em julho, e um negativo, -0,7% em agosto. Já os indicadores de volume foram todos negativos em setembro (-0,4%), agosto (-2,1%) e julho (-0,3%), o componente da inflação influencia os indicadores nos últimos três meses”, explica Santos.

R7

200 colégios privados vão encerrar atividades em PE por pandemia, diz sindicato

O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de Pernambuco (Sinepe-PE) que 200 colégios do estado vão fechar as portas devido à pandemia do novo coronavírus.

As instituições vão encerrar as atividades em dezembro deste ano, segundo a entidade. A maioria destas escolas atendem especificamente os estudantes da educação infantil e do ensino fundamental.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo disse:

    Fique em casa.
    A economia e a educação a gente vê depois.
    Os professores que defenderam o fique em casa, ficarão desempregados.
    Como vai ser?
    Os professores da rede estadual não perdem emprego por causa de pandemia.

    • Thiago Lopes disse:

      Vcs não concordaram com um governo que defendia educação em casa. Aceita que dói menos.

Busca no Google por motéis dispara durante a pandemia

Foto: iStock

Que nem todo mundo aderiu ao isolamento social durante a pandemia, não é novidade. Ainda assim, perceber que as buscas por motéis durante esse período tiveram uma alta alcançando volumes inéditos nos últimos cinco anos, surpreende.

O Google Trends é uma ferramenta gratuita que exibe o histórico de busca e aponta tendências. Quando pesquisamos por “motel aberto” os resultados mostram que o pico aconteceu em março deste ano.

Também é interessante notar que, comparando as buscas por motéis em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Belo Horizonte, os paranaenses parecem os mais interessados no assunto.

Foto: Divulgação/ Google

Pra entender esses resultados, já que durante boa parte desse período os motéis estiveram fechados (pelo menos oficialmente), rodei uma pesquisa com 3.618 pessoas, em diversos estados, que responderam assim:

Desde o início da pandemia, você foi ao motel?

60% Sim

40% Não

Comparada com antes da pandemia, a frequência com que você vai no motel:

66% – Diminuiu

26% – Está igual

8% – Aumentou

Quais motivos te levam a frequentar motéis?

48% – Mais privacidade (moro com outras pessoas)

45% – Para sair da rotina

32% – É mais divertido

19% – Mais segurança

8% – Outro

Além da pesquisa, o Bruno Domingues, que é gerente do Opium Motel em São Paulo, trouxe a sua percepção sobre o período:

“O movimento caiu muito, principalmente porque permanecemos vários meses fechados. Eu acompanhei o aumento pela busca por motéis, mas isso não se transformou em ocupação mesmo depois que fomos permitidos reabrir. Ainda estamos recuperando o movimento aos poucos.”

Ele explica que, nos primeiros meses de pandemia, teve parte da sua ocupação realizada por profissionais da saúde, já que nos seus arredores estão localizados grandes hospitais:

“O pessoal da saúde usou bastante pra descanso, mas muitos para as refeições mesmo, já que os restaurantes não abriram e todo mundo precisava se alimentar. A sorte é que a boa cozinha é um dos nossos diferenciais, temos um cardápio variado e cuidadoso. Hoje, mesmo depois da fase mais crítica, muita gente continua vindo como opção para comer bem.” Provavelmente em todos os sentidos (eu me segurei para não fazer a piada, mas foi difícil perder a oportunidade).

Por fim, ele explica que mesmo que os motéis não tivessem sido impedidos de abrir, o movimento sofreria uma queda:

“Uma boa parte da nossa clientela vem pra pular a cerca. Sem desculpa pra sair de casa, fosse pelo trabalho, academia, o futebol da semana, uma volta com as amigas, o pessoal não tem como justificar a ausência. Ainda está difícil fazer isso, por isso a recuperação do movimento ainda é lenta.”

Mas se a ocupação dos motéis caiu, por que será que as buscas no Google aumentaram? Uma hipótese é a junção do bom e velho tédio, saudosismo e planos para o futuro. Será que a saudade bateu forte de outras coisas também? Conta aí nos comentários, o que você tem buscado na internet só pra ver se ainda está lá?

Universa – via Mayumi Sato – Colunista do UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Igor disse:

    Eu não gosto de motel, fico com meu bofe no apartamento mesmo

  2. Pedroca Do Alecrim disse:

    Eu não fiz busca, pois sou fiel ao meu COMPANHEIRO e estamos próximo ao dia do casamento.

    • Pixuleco disse:

      Valeu Pedroca ! Fidelidade grande ao seu amado , pense num casamento que vai dar certo . Vai ser no OCEAN mesmo ?

  3. Théo disse:

    Motel e política. TUDO É A MESMA SACANAGEM.

Por que 17 milhões de visons vão morrer na Dinamarca em nome da pandemia

Por que a Dinamarca pretende matar 17 milhões de visons em nome da pandemia (Foto: Wikimedia Commons)

Na última quarta-feira (4), o primeiro-ministro da Dinamarca, Mette Frederiksen, anunciou que irá sacrificar mais de 17 milhões de visons após a uma nova cepa do Sars-CoV-2 ter sido encontrada nos animais e infectado humanos. “Temos uma grande responsabilidade para com nossa própria população, mas com a mutação que agora foi encontrada, temos uma responsabilidade ainda maior pelo resto do mundo também”, justificou Frederiksen, em entrevista coletiva.

Segundo o político, autoridades de saúde do país concluíram que a nova cepa possui uma mutação capaz de diminuir a sensibilidade contra anticorpos, o que poderia reduzir a eficácia de futuras vacinas. As descobertas foram conduzidos pelo Instituto Statens Serum, centro de pesquisa dinamarquês responsável por controlar doenças infecciosas no país. Os resultados e receios foram compartilhados com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças.

Na última semana, Mike Ryan, chefe do programa de emergências da OMS, já havia solicitado investigações acerca da infecção de humanos por visons com Sars-CoV-2. Autoridades da Dinamarca reportaram cinco detecções da nova cepa em fazendas de visons e 12 infecções em humanos. Quase 400 casos podem estar relacionados aos animais, sugerindo que a transmissão entre a espécie e humanos é mais comum do que se imaginava, afirma nota da National Geographic.

Desde junho, o país tem abatido visons infectados conforme surtos aparecem em fazendas de criação desses animais — que somam entre 15 milhões e 17 milhões de espécimes na Dinamarca, a maior produtora de pele de vison do mundo, com cerca de 1,2 mil fazendas. Para agilizar o processo de abate, a polícia, o exército e a guarda dinamarquesas serão acionadas.

Entre os apoiadores da medida está Christian Sonne, professor de medicina veterinária e vida selvagem da Universidade de Aarhus. Em e-mail enviado à agência Reuters, o acadêmico diz que considera o abate de rebanho uma medida de prevenção acertada, capaz de evitar surtos que seriam difíceis de controlar no futuro. Em 30 de outubro, Sonne já havia escrito uma carta aberta na revista Science a favor do banimento da indústria de pele de vison.

Outros países que adotaram medidas semelhantes são a Espanha, que abateu 100 mil visons em julho após casos em uma fazenda em Aragão, e a Holanda, que sacrificou dezenas de milhares devido a surtos em criadouros.

Além do abate, a Dinamarca voltará a aplicar medidas retritivas mais rígidas e intensificará o rastreamento de casos, principalmente no norte do país, onde há mais criadouros desses animais.

Galileu

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. pixuleco disse:

    Eu quero meu casaco com a BM pele desse bixinho . Couro do gado 🐄 está levando tenta laborada ultimamente . É péia lá , é péia cá é péia acolá . O lombinho está todo machucado . O Gado está tristonho . Chega Gibira ! Aumenta a dose de Ozônio para os nenéms 🍼 do Doidin . Mamadeira de piroca e suco de laranja rachada . Ah Papai ! Fique triste não baby !

  2. Marcos Benício disse:

    Não era melhor sacrificar os humanos e deixar os animais?

  3. Paulo disse:

    E a preservação do meio ambiente?
    Salve a Amazônia.
    Salve os visons.
    Por que não matar todos os morcegos e macacos do mundo, então, duas das maiores fontes de coronavirus?
    E o vírus do comunismo que atacou seriamente um frequentador do blog extremamente perturbado?
    Precisamos exterminar o comuna virus.

  4. Natureza Suprema disse:

    Pandemia maior, causa um certo rebanho 🐂 🐄 de 57 milhões de cabeças de gado e até agora não vi governo nenhum se manifestar…

    • VTNC disse:

      Faltou voce se incluir na tropa de jumentos que manteve o encantador de asno e assaltante por 14 anos no poder,comendo merda e achando bom !!!

    • Junior disse:

      VTNC, ômi esse idiota vai levar outra reprimenda de seus amos, faça isso não. kkkkKkkk

  5. Antonio Turci disse:

    Espanha, Holanda e Dinamarca certamente serão lacradas a mando da chatérrima Gretta Thumber, Mandatária Geral da Suécia e pelas esquerdas do Brasil. Quero só ver…….

Pandemia se alastra mais na Europa do que no resto do mundo

Foto: Reuters/Gonzalo Fuentes/Direitos Reservados

A Europa é a região do mundo onde a pandemia do novo coronavírus mais cresce diariamente. A Espanha registrou novo recorde de contágios nas últimas 24 horas, mas a França continua a ser o país da União Europeia com maior número de novos casos diários, apesar de o país estar em lockdown.

Um dia depois das eleições presidenciais nos Estados Unidos, o país teve novo recorde de contágios, mas é a Europa o epicentro da pandemia.

A sobrecarga de doentes em cuidados intensivos já levou a França a transferir internados, por via aérea, para unidades hospitalares de regiões do país menos atingidas.

O país registrou 367 mortes devido à covid-19 nas últimas 24 horas, elevando assim o número de óbitos desde o início da pandemia para 39.037, segundo as autoridades francesas.

No total, há 28.426 pessoas hospitalizadas na França com a doença e 4.230 desses pacientes estão em unidades de tratamento intensivo.

Os casos detectados continuam a aumentar de forma exponencial diariamente, tendo sido identificados, na quarta-feira (4), 58.046 novos infectados, um novo recorde desde o início da pandemia.

Já foram confirmados na França 1.601.367 casos de covid-19.

O ministro da Saúde, Olivier Véran, disse que a segunda onda na França é “violenta” e que a situação nos hospitais é “tensa”, tendo já havido necessidade de transferir 61 pacientes entre diferentes hospitais.

Agência Brasil, com RTP

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tonho disse:

    Qualquer duvida é só dá um role em Black point, e você verá, não lavam as mãos, banho jamais, álcool só no bucho, uma catinga de "buôsta terríve" .

  2. Gustavo disse:

    Eles são péssimos de higiene pessoal. Não gostam de tomar banho nem lavar as mãos.

Após tombo recorde, PIB dos EUA cresce 33,1% no terceiro trimestre, maior alta da História

Cliente na fila de uma Apple Store: número de casos de Covid-19 nos EUA cresce Foto: Reuters

A economia dos Estados Unidos cresceu 33,1% no terceiro trimestre, a maior alta desde o início da série histórica, em 1947. O salto, impulsionado por mais de US$ 3 trilhões em estímulos do governo, vem após tombo recorde do PIB americano no segundo trimestre, quando os efeitos da pandemia foram devastadores para empresas e trabalhadores.

Os EUA divulgam suas estatísticas de forma diferente do que é feito no Brasil. Os 33,1% de alta são a taxa anualizada. A expectativa dos economistas ouvidos pela Reuters era de que o PIB americano avançasse 31% entre julho e setembro.

O crescimento da economia no segundo trimestre foi puxado pela forte alta no consumo, que também foi recorde (+40,7% na taxa anualizada). Ainda assim, o PIB está abaixo do pico atingido na pré-pandemia e pode ter seu ritmo de crescimento freado com os novos casos de Covid no país, que bateram recorde nesta semana.

A China também viu sua economia se recuperar no terceiro trimestre. Após implementar uma bem-sucedida estratégia de controle da Covid-19, o PIB chinês cresceu 4,9% de julho a setembro, em relação ao mesmo período do ano anterior, levemente abaixo dos 5,2% estimados por especialistas. EUA e China são as duas maiores economias do mundo.

Segundo especialistas, as cicatrizes profundas da crise podem levar um ano ou mais para serem superadas.

Impacto sobre eleições americanas

A poucos dias da eleição e perdendo na maioria das pesquisas de opinião nacionais, o presidente Donald Trump certamente vai tentar se aproveitar dos números positivos do PIB. Mas seu adversário, o democrata Joe Biden, deve destacar que a economia americana ainda não foi capaz de recuperar empregos perdidos.

— Os números do crescimento do PIB no terceiro trimestre não terão qualquer efeito sobre as eleições — disse Christopher Way, professor associado de governo da Universidade Cornell.

Ele continua:

— É o desempenho econômico no primeiro semestre de um ano eleitoral que importa. Para as pessoas que ainda estão desempregadas ou lutando contra a contração das economias, isso (o PIB do segundo trimestre) terá pouco impacto.

Nesta quinta-feira, o governo americano também divulgou as estatísticas de seguro-desemprego. Na semana encerrada em 24 de outubro, os pedidos caíram para 751 mil, ficando abaixo da expectativa de analistas, de 775 mil.

Apesar da queda, as solicitações ainda estão acima do pico alcançado durante a crise de 2008. E pouco mais da metade dos 22,2 milhões de empregos perdidos durante a pandemia foram recuperados. As demissões persistem.

— Ainda há um longo caminho a percorrer antes de voltarmos ao ponto em que estávamos antes da pandemia, provavelmente no fim de 2021— disse Gus Faucher, economista-chefe da PNC Financial em Pittsburgh, Pensilvânia.

Ele complementa:

— Isso pressupõe que recebamos estímulos adicionais. O crescimento desacelerará até 2021, e a recuperação ficará mais difícil, pois alguns problemas estruturais com a economia persistem.

Impasse em torno do pacote de estímulo

Os estímulos que deram alívio à economia americana no segundo trimestre se esgotaram sem qualquer acordo para outra rodada de incentivos à vista. O impasse em torno dessa questão continua no Congresso e só deve ser destravado após as eleições.

A alta no consumo no terceiro trimestre nos EUA foi impulsionada, em grande parte, pelas transferências do governo, incluindo um subsídio pago a desempregados no valor de US$ 600 por semana e um cheque único de US$ 1.200 para as famílias americanas.

— Não podemos subestimar a importância do apoio do governo para a renda familiar — disse James Knightley, economista-chefe internacional do ING em Nova York. — Os cheques de US$ 1.200 e a expansão do seguro-desemprego significaram que quase 70% dos beneficiários receberam rendas mais altas do que quando estavam realmente trabalhando.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. riva disse:

    Nem comunista que vive de capitalismo tem QI para compreender a complexidade do livre mercado.

  2. Pedro disse:

    Infelizmente só Quem não cresce é a economia de Cuba e da Venezuela, qual será a razão? Também infelizmente, lá só cresce, a fortuna dos dirigentes, a fome, miséria, desemprego, fuga de compatriotas e contrabando de drogas.

Cinemas reabrem em Natal nesta quinta

Os cinemas de Natal vão reabrir suas portas nesta quinta-feira (29), após a liberação por parte da prefeitura de Natal, em decreto publicado no último dia 21. As redes Cinépolis, no Natal Shopping, e Moviecom, no Praia Shopping, confirmaram o reinício da exibição de filmes após sete meses da paralisação das atividades por causa da pandemia do novo coronavírus. O Cinemark, localizado no Midway Mall, só retomará as sessões no domingo, dia 1º de novembro.

Os cinemas precisam seguir as regras sanitárias publicadas no Diário Oficial do Município e serão fiscalizados por órgãos da prefeitura.

As principais orientações que precisam ser respeitadas são o uso obrigatório de máscaras de proteção por todas as pessoas que ingressarem no ambiente – inclusive os funcionários -, a aferição de temperatura na entrada dos estabelecimentos e a disposição de assentos de forma intercalada, com distância mínima de um metro entre cada assento ocupado.

Para os cinemas, fica autorizado o ingresso de, no máximo, oito pessoas por núcleo familiar.

O protocolo geral para cinemas também cita que os pontos de venda de ingressos devem apresentar distância entre si mínima de 1,5m (um metro e meio), bem como os espaços de autoatendimento, além de oferecer álcool em gel 70º para os clientes. Nas filas de vendas e nas entradas das salas, o distanciamento mínimo entre cada cliente deve ser de 1,5m (um metro e meio), demarcando o chão com adesivos. A conferência de ingressos deve ser visual ou através de leitores óticos, sem contato manual por parte do atendente.

Os estabelecimentos também devem efetuar a limpeza geral e desinfecção dos ambientes e aparelhos das salas de exibição – como poltronas, corrimãos, puxadores de portas e qualquer outra superfície de contato – no intervalo entre todas as sessões. O protocolo aponta ainda a necessidade de reforço da higienização e sanitização de equipamentos e acessórios que são de contato manual dos clientes e colaboradores, como maquinetas de cartões e balcões.

Com acréscimo de informações do G1-RN

PIB: Pela 1ª vez desde maio, mercado financeiro estima tombo da economia brasileira menor que 5% em 2020

Foto: Reprodução

Os analistas do mercado financeiro reduziram novamente sua estimativa para o tombo da economia brasileira neste ano e, pela primeira vez desde maio, passaram a prever uma retração menor do que 5%.

A previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) passou de 5% para 4,81% neste ano. A expectativa faz parte do boletim de mercado, conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (26) pelo Banco Central (BC).

Os dados foram levantados na semana passada em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Desde 14 de maio deste ano a previsão dos analistas dos bancos não ficava abaixo de uma contração de 5% para o PIB em 2020. No pior momento, em 30 de junho, os economistas chegaram a estimar uma queda de 6,6% para a economia em 2020.

Na última semana, o mercado também baixou, de 3,47% para 3,42%, a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto para 2021.

A expectativa para o nível de atividade foi feita em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia mundial e colocado o mundo no caminho de uma recessão. Nos últimos meses, porém, indicadores têm mostrado uma retomada da economia brasileira.

Em setembro, o governo brasileiro manteve a expectativa de queda de 4,7% para o PIB de 2020.

O Banco Mundial prevê uma queda de 5,4% no PIB brasileiro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 5,8% em 2020.

Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos.

Após recuar 2,5% nos primeiros três meses deste ano (número revisado), o PIB apresentou um tombo de 9,7% no segundo trimestre deste ano – contra os três meses anteriores. Foi a maior queda desde que o IBGE iniciou os cálculos do PIB trimestral, em 1996.

Inflação

Ao mesmo tempo em que vê um tombo menor do nível de atividade neste ano, o mercado financeiro também projeta uma alta maior da inflação.

Segundo a pesquisa realizada pelo Banco Central, os analistas dos bancos subiram a estimativa de inflação deste ano de 2,65% para 2,99%. Essa foi a décima primeira alta seguida do indicador.

Em setembro, a inflação oficial do país avançou 0,64% e foi puxada pela alta nos preços de alimentos e da gasolina. Foi a maior alta para um mês de setembro desde 2003 – quando atingiu 0,78% – e a maior taxa do ano.

Apesar da alta, a expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% em 2020.

Pela regra vigente, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2021, o mercado financeiro subiu de 3,02% para 3,10% sua previsão de inflação. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

Taxa básica de juros

Após a manutenção da taxa básica de juros em 2% ao ano em setembro, o mercado segue prevendo estabilidade na Selic neste patamar até o fim deste ano.

Para o fim de 2021, a expectativa do mercado subiu de 2,50% para 2,75% ao ano. Isso quer dizer que os analistas passaram a prever uma alta maior dos juros no ano que vem.

Outras estimativas

Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 subiu de R$ 5,35 para R$ 5,40. Para o fechamento de 2021, avançou de R$ 5,10 para R$ 5,20 por dólar.

Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 subiu de US$ 57,56 bilhões para US$ 58 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado permaneceu em US$ 55 bilhões de superávit.

Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil neste ano continuou em US$ 50 bilhões. Para 2021, a estimativa permaneceu estável em US$ 65 bilhões.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Esses resultados crescentes são ótimos para o país, geram maís confiança no país com maís empregos e investimentos externos.