O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Natal (Sinsenat) realizou durante a manhã de hoje (9) uma marcha da Praça Tamandaré, no Baldo ao Palácio Felipe Camarão, sede da Prefeitura Municipal de Natal. O movimento faz parte da agenda de greve dos servidores municipais, que foi decretada na última terça-feira (7).
O ato que também teve a adesão do Sindicato dos Agentes de Saúde (Sindas) cobrou o cumprimento da lei da data-base e o fim do pagamento do abono salarial. Depois de quatro audiências desmarcadas e algumas horas em frente à Prefeitura, o chefe de Gabinete Civil, Jonny Costa recebeu uma comissão das entidades sindicais.
Na reunião os sindicalistas expuseram mais uma vez a pauta de reivindicação da greve. “Desde dezembro do ano passado estamos tentando iniciar um processo de negociação com a gestão municipal sobre a data-base, fim do pagamento do abono, mudança nível, quinquênio, promoções e criações das carreiras. E mais uma vez tivemos que optar pela greve para que a Prefeitura pudesse dialogar conosco. Não iremos voltar atrás do movimento até que tenhamos uma proposta concreta e que atenda os anseios da categoria”, relata Soraya Godeiro, coordenadora do Sinsenat.
Após o posicionamento dos Sindicatos, o chefe do Gabinete Civil, Jonny Costa se comprometeu em agendar uma reunião com a equipe econômica da gestão municipal junto com as entidades sindicais. Diante da falta de propostas, a greve dos servidores continua por tempo indeterminado.
Quem usa o servico publico nao sabe a importancia, porque na verdade nao consegue usar esse tal servico. Melhor terceirizar mesmo. Neste ponto concordo com o PT, que privatizar é melhor. Funcionario publico so pensa em salario e nenhuma prestacao de servico de qualidade.
Sr Elvis , defender a terceirização é coisa de quem não conhece a importância do serviço público, ou então nunca conseguiu passar num concurso. Ser Explorado pelo patrão Neoliberal é coisa de escravo
Data o quê? Pague não, senhor prefeito. Estes grevistas profissionais são todos uns boa-vidas. E avance o quanto puder rumo à terceirização dos serviços. Sai mais econômico para o erário (desde que não haja licitação de cartas marcadas, óbvio) e mais eficaz para o público atendido. É assim no mundo civilizado e pode ser assim aqui também. Tudo é apenas uma questão de austeridade, pois autoridade você já tem: faça-a valer, pois.