GAFISA, uma das cinco maiores incorporadoras do Brasil, desistiu de sua incorporação no Rio Grande do Norte que se localizava no município de Parnamirim. Os compradores do condomínio Allegro procure o escritório que serão reembolsados dos valores pagos corrigidos.
Nos bastidores, o motivo da desistência da incorporadora é que o empreendimento de 700 unidades vendeu menos de 40.
É lamentável que um fato isolado, de uma empresa que teve a honradez de abortar um empreendimento mal planejado, venha atingir o mercado imobiliário de Natal, aqui existem grandes empresas que estão construindo sem problema. O empreendimento comentado de R$ 7.000,00 o m2 é para uma parcela da população que tem como comprar, se está caro cabe a cada um julgar o que pode ou não adquirir. Não vamos fazer estardalhaço por causa de um fato isolado, já disse! bola pra frente!
Esta realidade já era previsível, agravada agora pela INFLAÇÃO = Em 2010 = 5,90%; Em 2011 > 6,00% (?); e se em 2012 = 6,00%.
VISÃO DA INDÚSTRIA IMOBILIÁRIA, EM MARÇO 2010 (Parte)
No Brasil, temos ‘tamanho de mercado imobiliário’, mas não temos renda média nacional compatível com o seu potencial. Não temos, também, um aprofundamento maior na compreensão do mercado e em alternativas de soluções autônomas, para a problemática imobiliária. Nos faltam pesquisas para:
1.- Captar informações, de forma científica, indispensáveis à iniciação de uma Indústria Imobiliária Autônoma e Perene;
2.- Inovar em forma de produtos, objetivando fundar novos relacionamentos entre a Indústria Imobiliária, os investidores e os compradores;
3.- Configurar e oferecer aos compradores, ainda nos lançamentos, a prática de garantias positivas automáticas, por empreendimento, em substituição a novas chances de danos à imagem do Setor Imóvel;
4.- Oferecer liquidez instantânea a, pelo menos, uma parte porcentual dos bens imóveis; e
5.- Massificar transações de compra e venda, através de fragmas ou fragmentos de fração ideal e de microfração de unidades imobiliárias; alterações na dimensão do conceito de venda de bens imóveis. Pulverizar os respectivos desejos de compra do mercado potencial. (Um novo mercado imobiliário tem que se assemelhar e disputar, diretamente, a mesma clientela dos investidores das Instituições Financeiras – incluindo os brasileiros que utilizam a Caderneta de Poupança, do SBPE).
Em suma, penso que falta a algum segmento ou integrante da Indústria Imobiliária uma forma de atuação independente, que atue no modelo convencional, mas também possua princípios de vanguarda e desenvolva formas de prospectar e descobrir o NOVO; que organize um novo mercado imobiliário – aquele que emergirá como sendo ‘a solução à dependência da capacidade de compra dos adquirentes potenciais’.
É essa uma antevisão da indústria imobiliária ideal – que objetive tornar-se bem menos vulnerável aos rumos das economias mundial e nacional. E que aviste e caminhe em direção à perenidade.
Começou, Natal não comporta esta quantidade de lançamentos imobiliários.
Outra coisa, estão iludindo os pretensos compradores com propaganda enganosa, oferecendo prestações de 300, 400 reais, sem dizer que este valôr é apenas durante a obra, representando apenas 10% do valôr do imóvel, que diga-se sofrerá correção durante a obra.
Aí quando chega a chave, vem os balões e saldão de 90% para financiar, e aí a constatação, não tem condições de assumir parcelas tão altas, que sua renda não comporta.
E aí vai receber 50% do que pagou em numero igual de parcelas.
Milhares de Empreendimentos em Natal, uma hora isso ia acontecer. eu quase que comprava uma unidade no allegro.
comprei no POnta do Mar vizinho ao frasqueirão, novo empreendimento da caio fernandes, ata incorporaçoes e Tacnart engenharia.
me disseram que tava vendendo bem pois tava mais baratao que a media dos empreendimentos em Natal, comprei um AP de 62m² mais baratp do que um de 52m² no vita ou no allegro
Ao amigo HUDSON, seria óbvio voce comprar um apto de 62m2 mais barato, qual a vista que você terá a não ser a do frasqueirão e as costas do corais de ponta negra? as incorporadoras e construtoras são boas, mas vamos ver se entrega e os ítens que fazem a valorização do imóvel.
Voce fez u bom negócio.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empatariam tecnicamente no primeiro e no segundo turnos se as eleições fossem hoje, diz pesquisa divulgada pelo Instituto Paraná Pesquisa nesta sexta-feira (27/2).
O levantamento também mostra Flávio numericamente à frente de Lula no 2º turno. De acordo com o levantamento, em um eventual segundo turno entre o atual presidente e o senador, Flávio leva vantagem numérica com 44,4% e Lula teria 43,8%.
No comparativo entre os dois pré-candidatos, Lula apresentou queda de um ponto percentual nas intenções de voto no comparativo com levantamento divulgado pelo mesmo instituto em janeiro de 2026. O petista caiu de 44,8% para 43,8%.
Já o senador Flávio Bolsonaro cresceu e passou de 42,2% para 44,4% na mesma comparação.
Para o levantamento, foram entrevistados 2.080 eleitores entre os dias 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
Nos dois cenários de primeiro turno avaliados pelo Instituto Paraná Pesquisa, o presidente Lula aparece empatado tecnicamente com o senador Flávio Bolsonaro. Nos recorte, feito através de pesquisa estimulada, quando o eleitor escolhe seu candidato entre outros apresentados, o petista tem 39,6% das intenções de voto enquanto Flávio aparece com 35,3%.
O resultado, devido à margem de erro de 2,2%, demonstra empate técnico entre os dois pré-candidatos.
O ex-ministro da Previdência Carlos Lupi (PDT) é citado na delação premiada dos ex-dirigentes do INSS André Fidelis e Virgílio de Oliveira Filho.
A coluna Andreza Matais apurou que um dos anexos aborda a atuação do então ministro da Previdência no governo Lula no esquema de descontos ilegais nos benefícios de aposentados e pensionistas.
Lupi assumiu o ministério na posse de Lula (PT), em janeiro de 2023, e foi demitido pelo petista em maio de 2025, nove dias após a Polícia Federal deflagrar a primeira fase da Operação Sem Desconto, que resultou na prisão de integrantes da cúpula do INSS. À época, o ministro atuou para proteger investigados, o que arranhou a imagem do governo.
Enquanto ministro, Lupi chegou a defender publicamente o então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. Segundo as apurações, Stefanutto recebia mesada de R$ 250 mil do esquema. Os pagamentos ocorreram, segundo a PF, de junho de 2023 e setembro de 2024, enquanto Lupi era ministro.
“A indicação do Stefanutto é de minha inteira responsabilidade. Doutor Stefanutto é um servidor que — até o presente momento — tem me dado todas as demonstrações de ser exemplar”, afirmou à época.
Diante da resistência, coube ao próprio presidente Lula exonerar Stefanutto.
O ex-ministro também apadrinhou a indicação de Adroaldo Portal, um jornalista de formação que trabalhou por anos como assessor da bancada do PDT na Câmara dos Deputados.
Portal tornou-se o nº 2 do Ministério da Previdência após a queda de Lupi, e permaneceu no cargo até dezembro passado, quando foi alvo da PF na Sem Desconto. Ele teve a prisão domiciliar decretada.
Levantamento divulgado pela Paraná Pesquisas nesta 6ª feira (27.fev.2026) mostra que 52,2% dos brasileiros acreditam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não merece ser reeleito. Já 43,9% dos entrevistados responderam que Lula merece vencer a eleição presidencial em outubro deste ano.
Na pesquisa anterior, realizada de 25 a 28 de janeiro, 51% dos entrevistados disseram que Lula não merecia ser reeleito, enquanto 45,3% declararam que ele merecia ter mais um mandato como presidente da República.
A Paraná Pesquisas ouviu 2.080 eleitores em 159 municípios do Brasil de 22 a 25 de fevereiro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o intervalo de confiança, de 95%. O estudo está registrado no TSE sob o nº BR-07974/2026. Segundo a empresa, custou R$ 50.000 e foi pago com recursos próprios.
O levantamento mostra que o Nordeste é a região que mais considera que Lula merece a reeleição: 59,2%.
O Sul é a região do país que mais considera que Lula não merece vencer a eleição presidencial, com 66,1% dos entrevistados respondendo nesse sentido. Na sequência estão Norte + Centro Oeste (58,2%) e Sudeste (56%). No Nordeste, 35,4% disseram que o petista não merece ser reeleito.
Segundo a pesquisa, Lula já não está mais isolado na liderança contra um candidato da direita. Os dados indicam uma consolidação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como principal nome desse campo político.
A pesquisa não incluiu o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), nos cenários de intenção de voto testados. Embora a direita tenha escolhido Flávio, uma ala do PL prefere Tarcísio. O prazo para uma decisão é 4 de abril. Se quiser disputar o Planalto, o ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL) tem até essa data para deixar o governo paulista.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparecem tecnicamente empatados em cenários de primeiro e segundo turno na disputa pelo Palácio do Planalto, de acordo com levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (27).
No primeiro cenário avaliado pela pesquisa, Lula tem 39,6% das intenções de voto, contra 35,3% de Flávio. A seguir, aparece o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 7,6%, e o de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que marca 3,8%.
O empresário Renan Santos (Missão) assinala 1,5%, enquanto o ex-ministro Aldo Rebelo (DC) pontua 0,5%. Votos em branco, nulos e nenhum somam 6,7%. Outros 5% não souberam ou não opinaram.
No segundo cenário, Lula desponta com 40,5%, ante 36,6% de Flávio. Na sequência, surge Zema, com 4,3%. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), totaliza 3,7%; Renan Santos, 1,5%; e Aldo Rebelo, 0,4%. Votos em branco, nulos e nenhum são 7,8%. Outros 5,2% não souberam ou não opinaram.
Segundo turno
O levantamento desta sexta-feira também analisou três possíveis cenários de segundo turno. No embate entre Lula e Flávio, o senador e primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) surge pela primeira vez numericamente à frente do petista.
Metodologia
Foram entrevistados 2.080 eleitores entre os dias 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07974/2026.
A decisão da CPI do INSS que aprovou a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, abriu um novo capítulo de tensão entre governo e oposição. Agora, o desfecho pode passar tanto pelo crivo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, quanto pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A base governista questiona a validade da votação que aprovou 87 requerimentos em bloco, incluindo o que atinge o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Parlamentares aliados alegam erro na contagem durante a votação simbólica conduzida pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG). Já a oposição sustenta que o quórum válido era o registrado na votação nominal anterior, quando 31 parlamentares estavam computados no painel.
Diante do impasse, aliados do governo se reuniram com Alcolumbre e pediram a anulação da deliberação. O presidente do Senado solicitou que as supostas evidências — como imagens e vídeos da sessão — sejam protocoladas formalmente para análise técnica da Advocacia da Casa, da Polícia Legislativa e da Secretaria-Geral da Mesa. Nos bastidores, o movimento é tratado como uma espécie de “VAR” institucional para revisar o procedimento.
Caso a via política não prospere, uma das alternativas em estudo é recorrer ao STF para contestar a legitimidade da votação. No entanto, governistas afirmam que a estratégia judicial só será adotada após esgotadas as tentativas de acordo no Congresso.
O clima esquentou ainda mais após troca de agressões entre parlamentares durante a sessão, evidenciando o nível de polarização em torno da investigação. Com versões divergentes sobre o quórum e a validade do rito adotado, o episódio promete novos desdobramentos tanto no campo jurídico quanto no político.
Ao contrário do que costuma ocorrer em disputas institucionais, o PT decidiu não recorrer ao Supremo Tribunal Federal após a aprovação, na CPMI do INSS, da quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva. A avaliação nos bastidores é que o caso cairia sob relatoria do ministro André Mendonça, que já conduz investigações relacionadas ao escândalo envolvendo o INSS e o Banco Master.
Logo após a votação, parlamentares petistas chegaram a falar em “irregularidades” no processo, mas não formalizaram recurso à Corte. Em vez disso, a estratégia passou a ser política: buscar apoio do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, para tentar reverter ou contestar os efeitos da decisão dentro do próprio Parlamento.
A mudança de rota chamou atenção porque, em situações semelhantes, o partido costuma judicializar embates no STF. Desta vez, deputados como Rogério Correia (PT-MG) e Paulo Pimenta (PT-RS) concentraram críticas na condução da CPMI e na mesa diretora, evitando mencionar a Suprema Corte como alternativa imediata.
Nos bastidores, a leitura é de que a margem para reverter a decisão no Judiciário seria pequena, especialmente diante da relatoria já definida. Assim, o partido optou por uma articulação institucional, numa tentativa de conter danos políticos em meio ao avanço das investigações.
A decisão revela um cálculo estratégico em um momento de forte tensão entre governo e oposição, com a CPMI do INSS se consolidando como novo palco central da disputa política em Brasília.
O Flamengo viu o título da Recopa Sul-Americana escapar de forma dramática nesta quinta-feira (27), no Maracanã. Após vencer no tempo normal por 2 a 1, o time carioca sofreu dois gols nos minutos finais da prorrogação e acabou derrotado pelo Lanús, que fechou o placar agregado em 4 a 2 e conquistou o troféu inédito.
No tempo regulamentar, o Rubro-Negro buscou a virada com gols de Arrascaeta e Jorginho, ambos de pênalti, depois de sair atrás em falha defensiva. O resultado levou a decisão para a prorrogação e inflamou os quase 65 mil torcedores presentes no estádio.
Mas quando a disputa por pênaltis parecia inevitável, o Lanús decidiu no detalhe. Aos 118 minutos, o zagueiro Canale subiu livre após escanteio e marcou de cabeça. Já nos acréscimos, Dylan Aquino aproveitou erro na saída de bola, driblou Rossi e empurrou para o gol vazio, sacramentando a vitória argentina sob forte chuva no Maracanã.
O resultado representa o segundo título perdido pelo Flamengo em cerca de um mês em 2026. Antes, a equipe comandada por Filipe Luís já havia sido derrotada pelo Corinthians na decisão da Supercopa do Brasil.
Em uma temporada que mal começou, o Flamengo já enfrenta questionamentos sobre desempenho, falhas defensivas e poder de reação em momentos decisivos. A torcida saiu frustrada — e o Lanús fez história em pleno Maracanã.
Dados da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Natal (STTU) mostram que os acidentes envolvendo ciclistas cresceram 46,2% em 2025, em comparação com o ano anterior. Ao todo, foram registrados 37 sinistros, com 37 feridos e três mortes. Apesar do aumento expressivo nas ocorrências, o número de óbitos se manteve praticamente estável em relação a 2024.
As vias com maior concentração de casos foram a BR-101, no sentido Norte, e a Avenida Doutor João Medeiros Filho, com três acidentes cada. Especialistas apontam que trechos de alta velocidade elevam significativamente o risco e a gravidade das colisões, sobretudo quando não há separação física entre carros e bicicletas.
Natal possui mais de 110 km de infraestrutura cicloviária, entre ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas, mas a própria STTU reconhece que a malha é fragmentada e compromete a segurança nos deslocamentos. A meta da gestão é ampliar a rede em cerca de 110 km até o fim do mandato, com 30 km previstos já neste ano, priorizando a Zona Norte.
O presidente da Federação Norte-Rio-Grandense de Ciclismo (FNC), Guto Nascimento, avalia que houve avanços, mas defende medidas integradas, como ampliação das conexões entre bairros, manutenção permanente e sinalização adequada. Ele também reforça a necessidade de educação no trânsito e fiscalização rigorosa contra excesso de velocidade e direção imprudente.
A discussão ganhou força após a morte do oftalmologista Araken Britto, atropelado em fevereiro do ano passado enquanto pedalava no Tirol. O caso mobilizou grupos de ciclistas, como a Turma do Bem, que cobram ações efetivas para garantir que a bicicleta seja, de fato, um meio de transporte seguro na capital potiguar.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou ao centro do debate econômico após anunciar o aumento do imposto de importação para bens de capital e produtos de tecnologia. A medida, apresentada como técnica e regulatória, rapidamente foi interpretada por críticos como mais um movimento para reforçar o caixa em meio às dificuldades de equilibrar as contas públicas.
A informação é do jornalista William Waack, da CNN. A justificativa oficial é de que a elevação das alíquotas busca estimular a produção nacional, criando um ambiente mais favorável para que indústrias invistam e fabriquem no Brasil. Integrantes do governo afirmam que não haveria impacto direto nos preços ao consumidor. No entanto, a própria equipe econômica mencionou expectativa de arrecadação adicional de cerca de R$ 14 bilhões, o que alimentou questionamentos sobre o real objetivo da iniciativa.
Representantes do setor de eletrônicos reagiram com preocupação. Segundo empresários, a taxação de componentes importados como processadores, placas-mãe e memórias pode gerar efeito cascata, encarecendo computadores e outros equipamentos montados no país. Para o segmento, a medida tende a pressionar custos e reduzir competitividade.
Além do impacto econômico, a decisão tem peso político. O aumento de impostos costuma gerar forte reação nas redes sociais e entre consumidores, especialmente em um momento de sensibilidade com inflação e poder de compra. Críticos apontam que recorrer à elevação de tributos pode ampliar o desgaste do governo.
No fim das contas, a estratégia pode se transformar em teste de popularidade. Se os preços subirem e a promessa de fortalecimento da indústria não se concretizar, o custo político pode ser maior que o benefício fiscal pretendido.
O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que está detido nos Estados Unidos desde 3 de janeiro, pediu nesta quinta-feira (26) à Justiça americana que arquive o processo criminal que enfrenta por narcotráfico e conspiração relacionados ao tráfico de drogas. A defesa do líder deposto argumenta que o governo dos EUA estaria interferindo indevidamente no processo ao impedir que autoridades venezuelanas paguem seus honorários advocatícios, o que, segundo Maduro, compromete seu direito constitucional a uma defesa justa.
O ditador e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças especiais americanas em Caracas e levados para Nova York, onde se declararam inocentes das acusações durante audiência no início de janeiro. Eles continuam presos sem direito a fiança enquanto aguardam os próximos passos legais.
Na petição apresentada a um tribunal federal em Manhattan, o advogado de Maduro afirma que o Departamento do Tesouro dos EUA revogou sem explicação uma autorização que permitiria ao governo venezuelano pagar pelos custos da defesa legal, violando os direitos de seu cliente sob a Constituição americana. A alegação é de que isso prejudica a contratação de advogados de sua escolha.
O processo nos EUA acusa Maduro de ter usado seu poder enquanto governante para beneficiar organizações de tráfico de drogas e narcoterrorismo ao longo de seus anos no poder, com potencial de prisão perpétua se for condenado. Mesmo assim, a defesa sustenta que ele teria direito, como chefe de Estado, a financiamento público de sua defesa.
A próxima audiência sobre o caso ainda não tem data definida, e o movimento de Maduro para tentar derrubar a acusação representa mais uma reviravolta no embate jurídico e diplomático entre Washington e Caracas — um capítulo que pode ter impactos mais amplos na relação entre os dois países.
É lamentável que um fato isolado, de uma empresa que teve a honradez de abortar um empreendimento mal planejado, venha atingir o mercado imobiliário de Natal, aqui existem grandes empresas que estão construindo sem problema. O empreendimento comentado de R$ 7.000,00 o m2 é para uma parcela da população que tem como comprar, se está caro cabe a cada um julgar o que pode ou não adquirir. Não vamos fazer estardalhaço por causa de um fato isolado, já disse! bola pra frente!
O mercado imobiliário de Natal só está començando…
Esta realidade já era previsível, agravada agora pela INFLAÇÃO = Em 2010 = 5,90%; Em 2011 > 6,00% (?); e se em 2012 = 6,00%.
VISÃO DA INDÚSTRIA IMOBILIÁRIA, EM MARÇO 2010 (Parte)
No Brasil, temos ‘tamanho de mercado imobiliário’, mas não temos renda média nacional compatível com o seu potencial. Não temos, também, um aprofundamento maior na compreensão do mercado e em alternativas de soluções autônomas, para a problemática imobiliária. Nos faltam pesquisas para:
1.- Captar informações, de forma científica, indispensáveis à iniciação de uma Indústria Imobiliária Autônoma e Perene;
2.- Inovar em forma de produtos, objetivando fundar novos relacionamentos entre a Indústria Imobiliária, os investidores e os compradores;
3.- Configurar e oferecer aos compradores, ainda nos lançamentos, a prática de garantias positivas automáticas, por empreendimento, em substituição a novas chances de danos à imagem do Setor Imóvel;
4.- Oferecer liquidez instantânea a, pelo menos, uma parte porcentual dos bens imóveis; e
5.- Massificar transações de compra e venda, através de fragmas ou fragmentos de fração ideal e de microfração de unidades imobiliárias; alterações na dimensão do conceito de venda de bens imóveis. Pulverizar os respectivos desejos de compra do mercado potencial. (Um novo mercado imobiliário tem que se assemelhar e disputar, diretamente, a mesma clientela dos investidores das Instituições Financeiras – incluindo os brasileiros que utilizam a Caderneta de Poupança, do SBPE).
Em suma, penso que falta a algum segmento ou integrante da Indústria Imobiliária uma forma de atuação independente, que atue no modelo convencional, mas também possua princípios de vanguarda e desenvolva formas de prospectar e descobrir o NOVO; que organize um novo mercado imobiliário – aquele que emergirá como sendo ‘a solução à dependência da capacidade de compra dos adquirentes potenciais’.
É essa uma antevisão da indústria imobiliária ideal – que objetive tornar-se bem menos vulnerável aos rumos das economias mundial e nacional. E que aviste e caminhe em direção à perenidade.
Em NATAL-RN, 29 de março de 2010.
ENYLDO SYDNEY TABOSA DO EGITO.
[email protected]
O próximo será aquele de Cutuvelo… Apto de R$ 7.000,00 o m2? Quem tá engando quem? Brincadeira!!!
Vários erros de planejamento contribuíram para o insucesso desse projeto.
Começou, Natal não comporta esta quantidade de lançamentos imobiliários.
Outra coisa, estão iludindo os pretensos compradores com propaganda enganosa, oferecendo prestações de 300, 400 reais, sem dizer que este valôr é apenas durante a obra, representando apenas 10% do valôr do imóvel, que diga-se sofrerá correção durante a obra.
Aí quando chega a chave, vem os balões e saldão de 90% para financiar, e aí a constatação, não tem condições de assumir parcelas tão altas, que sua renda não comporta.
E aí vai receber 50% do que pagou em numero igual de parcelas.
CONTO DO VIGÁRIO!!!
Isso é só o começo!!!!!
Milhares de Empreendimentos em Natal, uma hora isso ia acontecer. eu quase que comprava uma unidade no allegro.
comprei no POnta do Mar vizinho ao frasqueirão, novo empreendimento da caio fernandes, ata incorporaçoes e Tacnart engenharia.
me disseram que tava vendendo bem pois tava mais baratao que a media dos empreendimentos em Natal, comprei um AP de 62m² mais baratp do que um de 52m² no vita ou no allegro
Ao amigo HUDSON, seria óbvio voce comprar um apto de 62m2 mais barato, qual a vista que você terá a não ser a do frasqueirão e as costas do corais de ponta negra? as incorporadoras e construtoras são boas, mas vamos ver se entrega e os ítens que fazem a valorização do imóvel.
Voce fez u bom negócio.