Às vésperas da sessão em que o STF decidirá se aceita ou não os embargos infringentes, a grande dúvida nacional é: com orégano ou sem orégano? Contrário ao derradeiro recurso, o ministro Gilmar Mendes move-se para reduzir os danos.
Perguntou-se a Gilmar qual seria um prazo razoável para a conclusão do julgamento do mensalão se os infringentes prevalecerem. E ele: “Isso aqui não é um tribunal para ficar assando pizza e nem é um tribunal bolivariano.”
O placar está em 5 a 5. O ministro Celso de Mello dará o voto de minerva. Já sinalizou que reconhecerá o direito de 12 dos 25 condenados a um segundo julgamento. Como que antevendo o desfecho, Gilmar tenta salvar a cena.
“Eu tenho a impressão de que é importante, desde logo, estabelecer ritos, prazos, para encaminhar esse assunto. Quer dizer, é preciso que o tema não fique solto. Que de fato haja um procedimento.”
Formalizados os recursos, o STF terá de sortear um novo relator. Para Gilmar, o substituto de Joaquim Barbosa terá de apertar o passo. “Que assuma o compromisso de trazer [o processo para julgamento] dentro de um prazo razoável.”
As vozes mais otimistas estimam que a coisa não volta ao plenário antes de março de 2014. As mais pessimistas falam em 2015. Seja como for, será potencializada a impressão de que o crime no Brasil é perto. Mas a Justiça mora muito longe.
Infelizmente,Zé Ninguém, grande parte dos juízes brasileiros são preguiçosos,só pensam em aumentarem,imoralmente, os próprios salários(PAE) e, o pior: muitos se vendem.A credibilidade deles,perante a população,é muito baixa e,no brasil,o tão sonhado império da lei não passa de falácias mentirosas.Acorda brasil,antes que seja tarde!!!
O juiz (do latim iudex, "juiz", "aquele que julga", de ius, "direito", "lei", e dicere, "dizer") é um cidadão investido de autoridade pública com o poder para exercer a atividade jurisdicional, julgando os conflitos de interesse que são submetidas à sua apreciação.
"Do Juiz se exige conduta ilibada, qualidades e virtudes que o projetam como padrão na comunidade. Não é próprio do magistrado ser popular a ponto de se vulgarizar. "
O Juiz "DEVE SER" IMPARCIAL.
Em um Estado Democrático de Direito, o cerne de qualquer processo idôneo e justo,
reside no princípio da imparcialidade do juiz. Consiste em um posicionamento indiferente e distante do julgador – enquanto investido no poder de jurisdição – em relação ao que está sendo discutido e às partes.
No sistema das legislações modernas há, unido ao princípio da imparcialidade do juiz,
o do livre convencimento do juiz – onde há limitação legislativa que impõe o julgamento segundo a instrução probatória dos autos. Isto porque, o juiz é uma pessoa alheia aos acontecimentos que provocaram a discussão das partes, seu conhecimento, portanto, é baseado no que lhe é demonstrado por elas durante todo o processo de conhecimento. Desta forma, o juiz, de conformidade com seus critérios pessoais de entendimento, calcado no raciocínio e na lógica, tendo como espeque a legislação vigente, com apoio nos elementos e subsídios existente nos próprios autos, tendo que, na sentença, explanar o porquê de sua motivação, decide, com racional liberdade, a demanda proposta (ARONNE, 1996, p.16).
O juiz não é um mero expectador, e sim, um garantidor de que as partes sejam tratadas de formas iguais, e de que seu julgamento será realmente baseado nas provas contidas no processo e sua decisão será devidamente fundamentada nas formas da lei, e não em "opiniões públicas ou pressões políticas".
Juiz não é artista, jornalista, nem político, para viver dando entrevista em tudo que é canal de comunicação todos os dias sobre tudo que é assunto. Principalmente sobre os assuntos que são temas de processos em julgamento. Senão eles saem da IMPARCIALIDADE que precisam ostentar por força da Lei e se tornam parciais, passionais, frívolos como os Políticos e Marqueteiros em véspera de campanha para se promoverem e/ou opinar em favor de, e contra outrem publicamente, decepcionando profundamente os Princípios da IMPARCIALIDADE E DA DISCRIÇÃO necessários e urgentes para àqueles que devem julgar a todos sem manifestar preferências e/ou intenções para qualquer lado que seja.
Na verdade esse Julgamento é uma peça de teatro que demonstra que tipo de STF nós temos. Toda hora tem Ministro dando entrevista e emitindo opinião sobre o que está em julgamento. O que se pode esperar de uma Corte tão passional assim?
Lamentável!
bla bla bla.. Não adianta existir judiciario que trata diferente o corrupto burgues convicto em relação ao ladrão de galinhas. A lei não pode ser interpretada de acordo com os interesses do poder ou de quem está sendo julgado. O que eu vejo, sem palavriados inúteis ou ditos juridiques, é que houve dois caminhos "técnicos", um moral e outro imoral. Neste caso a sociedade deveria ser ouvida, porque nao há mais a certeza técnica em 50% para 50% que justifique o que estao fazendo. Não há mais a questao se são corruptos ou não, porque isso ja foi bastante discutido e comprovado para a sociedade. Hoje a sociedade discute se há uma quadrilha infiltrada no STF, similar ao mensalão petista. Neste julgamento está muito claro até pra o leigo que o resultado dessa discussão está sendo comprada, porque continua existindo interferência nas indicações no STF, por finalidade direcionadas aos interesses partidários petistas, não muito diferente do mensalão. Triste quando vejo que ha pessoas que defendem essa corrupção petralha porque outro partido fez a mesma coisa. Justificar o injustificável porque outros o fazem é imoral.
O deputado federal Nikolas Ferreira se encontrou nesta quarta-feira (8) com o senador Flávio Bolsonaro em evento político do PL em Brasília, e afirmou que as candidaturas do partido em Minas Gerais estarão alinhadas ao projeto político de Flávio. O mineiro destacou a necessidade de união dentro do partido e disse que todos estão do mesmo lado na disputa política nacional.
“Somos o mesmo time, com posições diferentes, mas contra o mesmo inimigo”, afirmou Nikolas, segundo registro divulgado pelo próprio deputado nas redes sociais.
O encontro ocorreu dias depois de atritos públicos envolvendo Nikolas e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Eduardo havia criticado o parlamentar mineiro e o acusado de colocar Flávio em uma “espiral do silêncio”, questionando o nível de apoio ao senador dentro do grupo político.
Após a repercussão do episódio, Flávio Bolsonaro também comentou o tema e afirmou que o confronto público não ajuda o campo político que integra. Segundo ele, o momento exige que divergências internas sejam deixadas de lado para priorizar objetivos políticos comuns.
A CIA utilizou uma tecnologia inédita para localizar e resgatar um piloto americano abatido no sul do Irã, segundo o New York Post.
Batizado de “Ghost Murmur”, o sistema combina magnetometria quântica e inteligência artificial para detectar batimentos cardíacos à distância, identificando sinais humanos mesmo em ambientes remotos.
O aviador, chamado de “Cara 44 Bravo”, sobreviveu por dois dias escondido após seu caça F-15 ser abatido. A tecnologia foi decisiva para confirmar sua localização em uma área de baixa interferência no deserto.
Desenvolvido pela Lockheed Martin, o sistema teria sido testado em helicópteros Black Hawk e pode ser adaptado para caças F-35.
A operação mobilizou centenas de militares e múltiplas aeronaves. Apesar de perdas materiais, não houve baixas americanas.
Autoridades dos EUA confirmaram apenas que conseguiram identificar que o piloto estava vivo e escondido. Detalhes técnicos e operacionais seguem sob sigilo.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quarta-feira (8) que auditorias e sindicâncias internas não identificaram qualquer responsabilidade do ex-presidente Roberto Campos Neto no caso do Banco Master.
A declaração foi dada durante audiência na CPI do Crime Organizado, que investiga o maior escândalo bancário do país. O fundador do banco, Daniel Vorcaro, está preso e é investigado por corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de sistemas.
O caso envolve um rombo de cerca de R$ 52 bilhões no Fundo Garantidor de Créditos. Segundo Galípolo, as irregularidades começaram a ser identificadas em 2025, durante a tentativa de compra do Master pelo Banco de Brasília.
O Banco Central comunicou autoridades como a Polícia Federal e o Ministério Público após constatar indícios de falta de lastro nas carteiras de crédito. O Master foi liquidado em novembro de 2025.
As investigações seguem em duas frentes: administrativa, pela Controladoria-Geral da União, e criminal, pela Polícia Federal. Há suspeitas de envolvimento de servidores do BC, já afastados.
Galípolo também confirmou que participou de reunião fora da agenda, em 2024, com Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sem informar previamente Campos Neto.
Investigado pelo Carf, Gabriel Campelo é sócio de Kevin Marques, filho de ministro do STF Kassio Nunes Marques – Foto: Reprodução/CRCP
O contador Gabriel Campelo de Carvalho, conselheiro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, o Carf, votou a favor da JBS em julgamento do órgão após uma empresa de consultoria de seu pai receber 11 milhões de reais da empresa dos irmãos Batista. Gabriel Campelo entrou no Carf em agosto do ano passado. Em julho, segundo o Conselho de Controle das Atividades Financeiras, o Coaf, a JBS havia depositado a última de 12 parcelas na conta da Consult Inteligência Tributária, empresa de Francisco Craveiro de Carvalho Júnior, pai de Gabriel. O voto dele favorável à JBS ocorreu quatro meses depois.
Ligado ao Ministério da Fazenda, o Carf é um tribunal que julga disputas tributárias entre grandes contribuintes e a Receita Federal. Examina questões de milhões e até bilhões de reais. De acordo com suas regras, conselheiros devem se declarar impedidos de atuar em processos nos quais tenham interesse econômico-financeiro, incluindo situações em que tenham prestado serviços como consultores.
Gabriel Campelo é pouco conhecido em Brasília. Mais conhecido é seu sócio, Kevin Nunes Marques, filho do ministro do Supremo Tribunal Federal Kássio Nunes. Kevin virou notícia em março, quando o Estadão revelou que ele recebeu 281 mil reais de uma empresa de consultoria piauiense que, por sua vez, recebeu 18 milhões de reais da JBS e do Banco Master. A empresa de consultoria é a Consult Inteligência Tributária, registrada formalmente em nome do pai de Gabriel, que passou a concentrar a quase totalidade das cotas e a administração da empresa na nona alteração contratual, feita em 6 de março deste ano, mantendo como sócio minoritário Antonio Ronaldo Madeira de Carvalho.
Desde 2024, Gabriel e Kevin Nunes Marques são sócios no Instituto de Pesquisa e Gestão Tributária (IPGT): Kevin é sócio majoritário, com 70%; Gabriel detém os 30% restantes. Como mostrou o Estadão, até algumas semanas atrás a empresa funcionava no mesmo endereço da Consult, em Barueri, na Grande São Paulo. Também usou o mesmo e-mail do Google em registros da Receita Federal. O contador do IPGT é o próprio Francisco Craveiro, pai do conselheiro e responsável pela consultoria que concentrou os pagamentos da JBS e do Master.
Gabriel Campelo chegou ao Carf por indicação da Confederação Nacional do Transporte. Seu nome passou por uma lista tríplice, foi analisado pelo comitê e formalizado por portaria do Ministério da Fazenda. Hoje, ele integra a Segunda Turma Ordinária da Primeira Câmara da Primeira Seção do órgão. É, portanto, um dos responsáveis por julgar as disputas bilionárias entre contribuintes e a Receita Federal.
Segundo o relatório do Coaf que informa os pagamentos, eles ocorreram entre 1º de agosto de 2024 e 31 de julho de 2025. Foram, de acordo com o Coaf, doze transferências via Pix, totalizando cerca de 11 milhões de reais, da JBS para a Consult. Os pagamentos terminaram, portanto, um mês antes dele assumir sua cadeira no Carf. A Consult declarou faturamento de apenas 25,5 mil reais entre agosto de 2024 e julho de 2025.
Três meses depois, em novembro, Gabriel participou de um julgamento no Carf em que a JBS tentava compensar créditos tributários de 1,1 milhão de reais que já haviam sido utilizados. O colegiado entendeu que o direito estava precluso, ou seja, que a empresa havia perdido o prazo para contestar a questão. Gabriel não se declarou impedido e votou a favor da JBS. Terminou vencido, junto com outro conselheiro, na decisão final do colegiado, que manteve o entendimento da Receita Federal.
Procurado pelo Bastidor na segunda-feira (6), Gabriel negou irregularidades. “A minha atuação como conselheiro não tem qualquer vinculação com interesses privados. O exercício da função segue rigorosamente critérios técnicos e pautados por padrões éticos, no que diz respeito a imparcialidade, integridade, moralidade e decoro”, afirmou, por mensagens de WhatsApp.
Gabriel afirmou que o IPGT, no qual é sócio de Kevin Nunes Marques, ainda está em fase de concepção, sem atividades operacionais ou movimentação financeira. “Não há qualquer relação operacional, contratual ou financeira entre o IPGT e a Consult Inteligência Tributária e nenhuma das empresas citadas (no caso, a JBS e o Banco Master)”, disse.
Fora de Brasília, Gabriel atua como representante do Tribunal Administrativo de Recursos Fiscais do Estado do Piauí. Foi eleito em outubro do ano passado para um mandato de dois anos. Além do IPGT, Campelo também é sócio de outras empresas, entre elas, uma administradora de imóveis e uma empresa de contabilidade e consultoria.
Após ser procurado pelo Bastidor na quinta-feira (2), o Ministério da Fazenda afirmou que o Carf abriu processo administrativo para apurar o caso – procedimento que, ressalta a pasta, pode resultar na perda de mandato do sócio do filho de Kassio. “Gabriel Campelo de Carvalho já foi cientificado do processo para que possa exercer seu direito à ampla defesa e ao contraditório”, disse, em nota, a pasta, no dia 6. (Leia a íntegra da nota abaixo.)
Questionada pela reportagem na terça-feira (7), a JBS afirmou que o pagamento realizado para a Consult Inteligência Tributária “refere-se exclusivamente a serviços de consultoria e auditoria fiscal”. Disse ainda que os serviços “foram efetivamente prestados e documentados”. A empresa disse não ter nenhuma relação com a pessoa indicada (Gabriel Campelo). Acrescentou a JBS: “Dessa forma, é leviana e infundada qualquer tentativa de associação, além de irresponsável insinuar relação entre os serviços técnicos contábeis regularmente contratados e um processo administrativo sem qualquer conexão”.
Leia abaixo o posicionamento do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais):
Há uma rígida análise sobre o currículo e os antecedentes de todos os candidatos a conselheiro do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais). As confederações, as centrais sindicais e a Receita Federal encaminham listas tríplices que são submetidas ao Comitê de Seleção de Contribuintes (CSC), responsável por analisar os currículos, verificar o cumprimento dos requisitos e enviar tais listas para a Secretaria-Executiva do Ministério da Fazenda.
Para garantir imparcialidade, após assumir o cargo, tais conselheiros precisam se declarar impedidos nos processos em que tenham interesse econômico-financeiro, o que inclui o fato de terem atuado como advogados ou consultores, por exemplo.
No caso de Gabriel Campelo de Carvalho, que integra atualmente a turma 1102 do Carf, foi identificado processo fiscal julgado no Carf em que o conselheiro participou do julgamento que, segundo reportagem, seria de uma empresa para a qual ele já teria atuado como consultor, por intermédio de outra empresa da qual era sócio.
Logo que tomou conhecimento do caso, o Carf instaurou um processo administrativo que pode culminar com a perda do mandato do conselheiro. Gabriel Campelo de Carvalho já foi cientificado do processo para que possa exercer seu direito à ampla defesa e ao contraditório.
Veja abaixo a nota da JBS:
A JBS tem atividades produtivas e comerciais em mais de 200 municípios, em 19 estados brasileiros, e, como qualquer grande companhia que opera no ambiente tributário complexo do país, contrata consultorias especializadas para suporte técnico — entre elas, a Consult Inteligência Tributária. O pagamento realizado para esta empresa refere-se exclusivamente a serviços de consultoria e auditoria fiscal. Foram efetivamente prestados e documentados.
A JBS não tem nenhuma relação com a pessoa indicada. Dessa forma, é leviana e infundada qualquer tentativa de associação, além de irresponsável insinuar relação entre os serviços técnicos contábeis regularmente contratados e um processo administra*vo sem qualquer conexão.
A gestão Nilda deu mais um passo importante no cuidado com as crianças da rede municipal ao realizar a entrega de 122 óculos para estudantes da rede municipal atendidos pelo programa Sight for Kids – Visão para Crianças. A ação contemplou alunos de 11 escolas e um centro infantil, marcando a conclusão do primeiro bloco do projeto no município. A ação é realizada em parceria com a Fundação de Lions Clubs International – LCIF.
A iniciativa, que envolve triagens oftalmológicas, consultas especializadas e a entrega gratuita de óculos, tem como foco melhorar o desempenho escolar e a qualidade de vida das crianças. Agora, o município já se prepara para iniciar as consultas do segundo bloco de atendimentos, ampliando o alcance do programa.
“Cuidar da visão das nossas crianças é cuidar do futuro delas. Essa é uma ação que transforma vidas, melhora o aprendizado e garante mais dignidade para nossas famílias. Vamos seguir ampliando iniciativas como essa em Parnamirim”, destacou a prefeita Nilda.
A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro apreendeu cerca de 48 toneladas de maconha durante operação no Complexo da Maré, nesta terça-feira (7). Segundo a corporação, é a maior apreensão de drogas já registrada no país.
A droga foi localizada em um bunker com auxílio de cães farejadores do Batalhão de Ações com Cães. No total, foram encontrados mais de 24 mil tabletes, cada um com cerca de dois quilos, avaliados em aproximadamente R$ 50 milhões.
Até então, o recorde era de 36,5 toneladas em uma operação da Polícia Militar Rodoviária de Mato Grosso do Sul, em 2021, que encontrou os entorpecentes dentro de uma carreta de soja.
A ação contou com mais de 250 agentes, além de viaturas e aeronaves blindadas, e teve como foco o combate a grupos criminosos e roubos de cargas e veículos nas comunidades Parque União e Nova Holanda.
Na ação, oambém foram apreendidos cinco fuzis, quatro pistolas, cerca de 200 litros de lança-perfume e materiais utilizados na produção da substância. Além disso, 26 veículos roubados foram recuperados. Um homem foi preso e encaminhado à delegacia, junto com todo o material apreendido.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (8), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 67/2023, de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição. O texto altera o artigo 220 da Constituição Federal para reforçar a liberdade de imprensa e de expressão no país. A proposta, aprovada por unanimidade pelo colegiado, estabelece que veículos de comunicação não poderão ser responsabilizados civilmente por declarações feitas por entrevistados, transferindo essa responsabilidade ao autor da fala.
Conhecida como PEC da liberdade de imprensa, a proposta foi apresentada como resposta à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) firmada em novembro de 2023, no julgamento do Tema 995 da repercussão geral. Na ocasião, a Corte definiu que empresas jornalísticas podem ser responsabilizadas civilmente em casos de entrevistas nas quais o entrevistado atribua falsamente a outra pessoa a prática de um crime, entendimento que, na avaliação do parlamentar, fragiliza a livre atuação da imprensa.
O parecer aprovado na CCJ foi apresentado pelo senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR). O texto isenta empresas de comunicação de responsabilidade civil por falas de terceiros concedidas em entrevistas, preservando a atividade jornalística e reforçando a proteção à liberdade de expressão. A proposta visa evitar o fenômeno de intimidação da imprensa e a autocensura em suas manifestações por preocupação com sanções e indenizações (“chilling effect”), uma vez que o ordenamento jurídico já prevê mecanismos legais para reparação de eventuais danos sofridos por manifestações.
Em defesa da proposta, Rogério Marinho afirmou que a medida busca corrigir um desequilíbrio institucional produzido pela interpretação firmada pelo Supremo. Para o senador, a legislação brasileira já prevê instrumentos adequados para responsabilizar excessos praticados por indivíduos, sem que se imponha aos veículos de imprensa o ônus de responder civilmente por manifestações de terceiros no exercício da atividade jornalística.
O líder da oposição no Senado destacou o significado da aprovação da PEC e relacionou a iniciativa à preservação de garantias democráticas. “O cerne, a espinha dorsal de uma sociedade democrática, é uma imprensa livre, desassombrada, sem receio de fazer a crítica ao governante de ocasião, sem receio de expor as mazelas de qualquer que seja a administração pública”, afirmou. Para Rogério Marinho, a aprovação unânime da proposta na CCJ representa um passo importante para o reequilíbrio institucional e para a defesa da liberdade de expressão e de imprensa no Brasil.
A menopausa não é uma doença — é uma transição biológica inevitável. Entendê-la com clareza e cuidado multidisciplinar adequado faz toda a diferença para a qualidade de vida que a mulher nessa fase merece.
Dra. Cecília Braz Garcia Cavalcanti CRM 11009 | RQE 4380 Médica ginecologista · Membro da Sociedade Brasileira de Climatério
Toda mulher vai passar pela menopausa. Ainda assim, é um dos eventos mais mal compreendidos na saúde feminina. Consultórios lotados de dúvidas, desconforto e, muitas vezes, sofrimento evitável.
Mas afinal, o que é menopausa?
A menopausa é definida clinicamente como a ausência da menstruação por 12 meses consecutivos, marcando o fim da função ovariana. Ela ocorre em média aos 51 anos — mas o processo que a precede, chamado de transição menopausal, pode começar anos antes, com ciclos irregulares e sintomas gradualmente crescentes.
Os sintomas vão muito além dos calorões
Ondas de calor e sudorese noturna são os sintomas mais conhecidos — e os mais estudados, mas a deficiência estrogênica tem um alcance muito mais amplo no organismo feminino. Desde insônia, irritabilidade, indisposição, dores articulares, humor deprimido até sintomas de ressecamento vaginal, dor nas relações sexuais e infecções urinárias recorrentes, a variedade de sintomas e acometimentos é abundante e variável para cada mulher.
Tratamento: o que a ciência diz
As opções terapêuticas disponíveis hoje são mais seguras, mais personalizadas e mais eficazes do que nunca. A decisão sobre o tratamento deve ser sempre individualizada, levando em conta o perfil de saúde pessoal, histórico familiar, preferências e objetivos de cada mulher.
A terapia hormonal da menopausa continua sendo o tratamento mais eficaz para os sintomas vasomotores e urogenitais associados à menopausa. Décadas de desinformação criaram medos exagerados — e a ciência atual permite uma leitura muito mais equilibrada dos benefícios e riscos reais. Em relação a duração do tratamento, não existe limite arbitrário de tempo ou idade máxima que permita o uso. A decisão de continuar, reduzir ou suspender deve ser revisada periodicamente, em conjunto com a paciente, considerando sintomas, qualidade de vida e perfil de risco atual.
Para mulheres que preferem não usar hormônios ou têm contraindicações, existem opções com evidências de eficácia variável, como alguns fitoterápicos e a a terapia cognitivo-comportamental específica para menopausa.
Independentemente da escolha terapêutica, certas mudanças de estilo de vida fazem diferença real nos sintomas e na saúde a longo prazo: parar de fumar, reduzir o consumo de álcool, manter peso saudável e praticar exercício físico regular — especialmente musculação, para preservar massa muscular e densidade óssea. Não são recomendações genéricas: têm evidência específica no contexto da menopausa.
Uma última palavra
A menopausa não precisa ser uma fase silenciada, tolerada ou enfrentada sozinha. Você tem o direito de receber informação clara, de fazer perguntas sem julgamento e de participar ativamente das decisões sobre o seu tratamento. Se sentir que não está sendo ouvida, procure um/a profissional com experiência em saúde da mulher no climatério.
O corpo que chegou até aqui merece todo o cuidado do que ainda está por vir.
Investigações envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, apontam que eventos de luxo com presença de mulheres — brasileiras e estrangeiras — fizeram parte de sua estratégia de relacionamento com autoridades públicas e executivos.
Segundo reportagens baseadas em documentos da Polícia Federal, entrevistas e registros em redes sociais, ao menos 20 mulheres foram identificadas como participantes dessas festas, realizadas no Brasil e no exterior. Parte delas teria recebido apoio financeiro para permanecer disponível durante os eventos, frequentados por políticos e empresários.
Mensagens atribuídas a Vorcaro indicam que os encontros integravam seu “business”. Os eventos eram organizados com logística estruturada, incluindo viagens internacionais, hospedagens em hotéis de alto padrão e transporte em aeronaves privadas. Em alguns casos, ocorreram paralelamente a compromissos oficiais, como na semana do GP de Fórmula 1 no Brasil, em 2023.
Relatos também citam festas em locais como Trancoso (BA), com custos elevados, atrações musicais e grande número de convidados. Documentos da investigação apontam gastos milionários, incluindo serviços VIP, bebidas premium e estrutura de segurança.
Apesar das informações reunidas, não há confirmação oficial sobre a participação de autoridades nos eventos nem evidências conclusivas sobre eventuais ilegalidades relacionadas às festas. A defesa de Vorcaro não comentou o caso.
Especialistas destacam que, se comprovado o uso desse tipo de evento para obtenção de vantagens junto a agentes públicos, a prática pode ser enquadrada como corrupção, dentro do conceito de “vantagem indevida”. Também levantam a necessidade de apuração sobre possíveis irregularidades, como exploração sexual ou uso indevido de recursos.
O caso segue sob investigação no âmbito das operações que apuram suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o grupo empresarial.
O deputado estadual Gustavo Carvalho desnudou a propaganda do Governo do Estado, expondo as divergências, contradições e mentiras, entre o que é mostrado na peça publicitária e a realidade em que se encontram as obras na Grande Natal.
Enquanto a propaganda governista mostra uma maquete digital do Hospital Metropolitano, por exemplo, a realidade é que existe apenas o terreno vazio. Gustavo também citou as obras do pró-transporte na Zona Norte de Natal que se arrastam ao longo dos anos.
Veja o que diz a propaganda do Governo do RN, e em seguida as imagens divulgadas pelo deputado estadual Gustavo Carvalho:
Infelizmente,Zé Ninguém, grande parte dos juízes brasileiros são preguiçosos,só pensam em aumentarem,imoralmente, os próprios salários(PAE) e, o pior: muitos se vendem.A credibilidade deles,perante a população,é muito baixa e,no brasil,o tão sonhado império da lei não passa de falácias mentirosas.Acorda brasil,antes que seja tarde!!!
O juiz (do latim iudex, "juiz", "aquele que julga", de ius, "direito", "lei", e dicere, "dizer") é um cidadão investido de autoridade pública com o poder para exercer a atividade jurisdicional, julgando os conflitos de interesse que são submetidas à sua apreciação.
"Do Juiz se exige conduta ilibada, qualidades e virtudes que o projetam como padrão na comunidade. Não é próprio do magistrado ser popular a ponto de se vulgarizar. "
O Juiz "DEVE SER" IMPARCIAL.
Em um Estado Democrático de Direito, o cerne de qualquer processo idôneo e justo,
reside no princípio da imparcialidade do juiz. Consiste em um posicionamento indiferente e distante do julgador – enquanto investido no poder de jurisdição – em relação ao que está sendo discutido e às partes.
No sistema das legislações modernas há, unido ao princípio da imparcialidade do juiz,
o do livre convencimento do juiz – onde há limitação legislativa que impõe o julgamento segundo a instrução probatória dos autos. Isto porque, o juiz é uma pessoa alheia aos acontecimentos que provocaram a discussão das partes, seu conhecimento, portanto, é baseado no que lhe é demonstrado por elas durante todo o processo de conhecimento. Desta forma, o juiz, de conformidade com seus critérios pessoais de entendimento, calcado no raciocínio e na lógica, tendo como espeque a legislação vigente, com apoio nos elementos e subsídios existente nos próprios autos, tendo que, na sentença, explanar o porquê de sua motivação, decide, com racional liberdade, a demanda proposta (ARONNE, 1996, p.16).
O juiz não é um mero expectador, e sim, um garantidor de que as partes sejam tratadas de formas iguais, e de que seu julgamento será realmente baseado nas provas contidas no processo e sua decisão será devidamente fundamentada nas formas da lei, e não em "opiniões públicas ou pressões políticas".
Juiz não é artista, jornalista, nem político, para viver dando entrevista em tudo que é canal de comunicação todos os dias sobre tudo que é assunto. Principalmente sobre os assuntos que são temas de processos em julgamento. Senão eles saem da IMPARCIALIDADE que precisam ostentar por força da Lei e se tornam parciais, passionais, frívolos como os Políticos e Marqueteiros em véspera de campanha para se promoverem e/ou opinar em favor de, e contra outrem publicamente, decepcionando profundamente os Princípios da IMPARCIALIDADE E DA DISCRIÇÃO necessários e urgentes para àqueles que devem julgar a todos sem manifestar preferências e/ou intenções para qualquer lado que seja.
Na verdade esse Julgamento é uma peça de teatro que demonstra que tipo de STF nós temos. Toda hora tem Ministro dando entrevista e emitindo opinião sobre o que está em julgamento. O que se pode esperar de uma Corte tão passional assim?
Lamentável!
bla bla bla.. Não adianta existir judiciario que trata diferente o corrupto burgues convicto em relação ao ladrão de galinhas. A lei não pode ser interpretada de acordo com os interesses do poder ou de quem está sendo julgado. O que eu vejo, sem palavriados inúteis ou ditos juridiques, é que houve dois caminhos "técnicos", um moral e outro imoral. Neste caso a sociedade deveria ser ouvida, porque nao há mais a certeza técnica em 50% para 50% que justifique o que estao fazendo. Não há mais a questao se são corruptos ou não, porque isso ja foi bastante discutido e comprovado para a sociedade. Hoje a sociedade discute se há uma quadrilha infiltrada no STF, similar ao mensalão petista. Neste julgamento está muito claro até pra o leigo que o resultado dessa discussão está sendo comprada, porque continua existindo interferência nas indicações no STF, por finalidade direcionadas aos interesses partidários petistas, não muito diferente do mensalão. Triste quando vejo que ha pessoas que defendem essa corrupção petralha porque outro partido fez a mesma coisa. Justificar o injustificável porque outros o fazem é imoral.