Política

Governo Bolsonaro: conheça os líderes estrangeiros que assistirão à posse do novo presidente

Netanyahu chegou ao Brasil no fim de semana e confirmou presença na posse de Bolsonaro — Foto: EPA

Mesmo com a ausência dos presidentes de Venezuela, Cuba e Nicarágua, chefes de Estado latino-americanos compõem a maioria dos líderes que confirmaram presença na posse de Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto nesta terça-feira, mantendo o padrão das últimas inaugurações de mandato presidencial no país.

A lista de autoridades, porém, deve destoar das anteriores pela presença dos líderes conservadores de Israel e da Hungria, além da fraca presença de mandatários africanos (confira a relação abaixo).

Segundo o Ministério de Relações Exteriores, 12 chefes de Estado afirmaram que participarão da cerimônia de Bolsonaro. O órgão não divulgou todos os nomes, citando questões de segurança.

Na primeira cerimônia posse de Dilma Rousseff, em 2011, houve 21 chefes de Estado; na segunda, 12. Lula recebeu dez chefes de Estado na cerimônia de 2003 e nenhum em 2007.

Líderes de esquerda

Integram o grupo que assistirá à posse de Bolsonaro os presidentes de sete países sul-americanos – incluindo os líderes de esquerda Evo Morales, da Bolívia, e Tabaré Vázquez, do Uruguai.

Os presidentes de Venezuela, Cuba e Nicarágua não foram convidados à cerimônia, segundo o futuro chanceler, Ernesto Araújo, que expôs divergências ideológicas com os três governos e os acusou de ditatoriais pelo Twitter.

Para Geraldo Zaran, professor de Relações Internacionais da PUC-SP, a presença de grande número de líderes sul-americanos na posse de Bolsonaro e de seus antecessores evidencia a importância do Brasil na região.

Ele afirma que o protagonismo do país também explica a vinda dos líderes da Bolívia e Uruguai, cujos países mantêm fortes laços econômicos com o Brasil e teriam optado por uma postura pragmática, apesar das divergências políticas com Bolsonaro.

O Brasil é o maior importador de produtos bolivianos e uruguaios e mantém fronteira com as duas nações.

Ensaio no Palácio do Planalto para a cerimônia de posse presidencial; evento deve contar com 12 chefes de Estado — Foto: Agência Brasil

Marcos Guedes, professor titular de Ciência Política e Relações Externas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), atribuiu a presença dos líderes de direita da Hungria e Israel a motivos ideológicos e econômicos.

“Imagino que Israel vê na aproximação com o governo brasileiro uma oportunidade para criar vínculos comerciais”, afirma.

A relação também interessa a Bolsonaro, que com o cortejo a Netanyahu acena a ao eleitorado evangélico brasileiro, simpático a Israel.

No fim de semana, o premiê disse que o presidente eleito assegurou que mudará a embaixada do Brasil em seu país de Tel Aviv para Jerusalém.

A troca brasileira representaria um reconhecimento da cidade como capital de Israel, o que pode provocar não apenas atritos com palestinos e países árabes, mas também reações da comunidade internacional, cuja posição é de que o status de Jerusalém deve ser decidido em negociações de paz entre israelenses e palestinos. Até agora, apenas EUA e Guatemala tomaram medida semelhante.

A vinda do líder húngaro, por sua vez, sinalizaria a busca por uma aliança política e econômica com o Brasil, segundo Guedes.

“A Hungria e outros membros da nova direita europeia têm se sentido constrangidos pela União Europeia por defenderem políticas que vão de encontro às europeias”, afirma. “A aproximação com o Brasil pode ser um canal de escape.”

Política externa para a África

Guedes destaca ainda a ausência, por ora, de confirmações entre líderes africanos – diferença significativa em relação às posses anteriores.

Quatro chefes de Estado africanos estiveram na primeira posse de Dilma Rousseff em 2011, e três participaram da segunda, em 2014.

Segundo o professor, as visitas refletiam a importância que a política externa petista dava à África, destino de investimentos brasileiros e vista como um baú de votos em organizações internacionais.

Com Bolsonaro, porém, o continente deve passar a ser encarado apenas segundo seu potencial econômico, afirma o analista.

Confira a lista de chefes de Estado que devem vir à posse nesta terça:

Argentina: Mauricio Macri

No posto desde 2015, o presidente e ex-empresário se elegeu com uma coalizão de partidos de direita e promoveu uma série de reformas fiscais no cargo. Hoje enfrenta uma crise econômica, com forte desvalorização do peso e alta inflação.

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, só vai se encontrar com Jair Bolsonaro no próximo dia 16 de janeiro, duas semanas depois que ele assumir a Presidência do Brasil. Macri está de férias com a família na Patagônia, preparando-se para enfrentar um ano difícil, em que terá que zerar o déficit fiscal, reduzir a inflação anual de quase 45% e tentar se reeleger para um segundo mandato.

Na posse de Bolsonaro, nesta terça-feira(1), a Argentina será representada pelo ministro das Relações Exteriores, Jorge Faurie.

Bolívia: Evo Morales

Presidente desde 2006, o ex-líder sindical será um dos poucos líderes de esquerda na cerimônia. Em seu governo, a Bolívia cresceu em média 5% ao ano – maior índice da América do Sul. Ele conseguiu permissão da Justiça para concorrer a um quarto mandato em 2019, mesmo após um referendo realizado em 2016 ter rejeitado a possibilidade de uma nova reeleição.

Chile: Sebastián Piñera

Desde 2018, preside o país pela segunda vez, apoiado por uma coalizão de partidos de direita. Construiu uma fortuna como empresário e investidor, tendo participações em uma TV, um time de futebol e uma companhia aérea.

Colômbia: Iván Duque Márquez

Assumiu a Presidência em agosto como principal candidato da direita colombiana. Advogado, é afilhado político do ex-presidente Álvaro Uribe. Elegeu-se prometendo rever o acordo de paz assinado com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), em 2016.

Hungria: Viktor Orbán

Primeiro-ministro desde 2010 e reeleito neste ano, é lider de um partido nacionalista e conservador. Considerado xenóbo e racista por críticos, defende barrar a entrada de muçulmanos na Hungria e na Europa.

Israel: Benjamin Netanyahu

Primeiro-ministro desde 2009, é líder do partido conservador Likud. É investigado por suspeitas de corrupção e tem perdido apoiadores no Parlamento, o que o fez antecipar a próxima eleição para abril. Adota linha dura no conflito com os palestinos.

Paraguai: Mario Abdo Benítez

Eleito em 2018 pelo conservador Partido Colorado, que governou o Paraguai na maior parte de sua história. É empresário, fez faculdade de Marketing nos EUA e foi paraquedista militar antes de entrar na política.

Peru: Martín Vizcarra

Vice-presidente na chapa eleita em 2016, assumiu o governo após a renúncia de Pedro Pablo Kuczynski (PPK), em meio a um escândalo de corrupção envolvendo a construtora brasileira Odebrecht. Engenheiro, integra um partido conservador e liberal.

Uruguai: Tabaré Vázquez

Desde 2015, governa o país pela segunda vez. Médico, é um dos líderes da coalizão esquerdista Frente Ampla, também integrada pelo ex-presidente José Pepe Mujica e que está no poder desde 2005.

Outras autoridades confirmadas

Mike Pompeo, secretário de Estado dos Estados Unidos, Marcelo Rebelo de Sousa, presidente de Portugal, Ji Bingxuan, vice-presidente do Comitê Permanente da Assembleia Popular (Parlamento chinês).

Países com chefes de Estado presentes em posses presidenciais anteriores
Dilma Rousseff, 2014: Guiné Equatorial, Uruguai, Bolívia, Países Baixos, Paraguai, Venezuela, Chile, Costa Rica, Suécia, Marrocos, Gana e Guiné-Bissau.

Dilma Rousseff, 2011: Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, El Salvador, Guatemala, Jamaica, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai, Venezuela, Guiné, Guiné-Bissau, Marrocos, Senegal, Coreia do Sul, Palestina, Catar, Bulgária, Portugal.

Luiz Inácio Lula da Silva, 2007: nenhum chefe de Estado foi convidado.

Luiz Inácio Lula da Silva, 2003: Argentina, Uruguai, Bolívia, Peru, Portugal, Venezuela, Cuba, Suécia, Belize, Guiana.

G1, com BBC

 

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Geral

Mais um restaurante anuncia encerramento das atividades na Grande Natal em 2026: o Mirante do Mar, em Tabatinga

Imagem: reprodução

O Mirante do Mar, um dos mais tradicionais bares e restaurantes de Tabatinga, em Nísia Floresta, anunciou neste domingo (12) o encerramento das atividades em publicação nas redes sociais. O estabelecimento funcionará até 26 de julho.

“Agradecemos de coração a todos os clientes e amigos que fizeram parte da nossa história”, diz a publicação que também comunicou que o Point Arituba, que funciona na Lagoa de Arituba seguirá funcionando.

O Mirante do Mar é mais um restaurante na Grande Natal que encerra as atividades em 2026. Desde o início do ano, tradicionais estabelecimentos também fecharam suas portas. Entre os casos mais emblemáticos estão o Santa Maria, um ícone da gastronomia portuguesa em Natal, que em fevereiro anunciou o fechamento após mais de 20 anos de funcionamento; O Duma Cozinha, que encerrou as atividades em abril; E ainda o Restaurante Caicoense, que funcionava na praça de alimentação do Natal Shopping desde 2012 e fechou em junho deste ano.

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COLUNA DO ESTADÃO: Temer revela que Trump perguntou a ele: ‘Quando é que vocês vão invadir a Venezuela?’

Foto: Felipe Rau/Estadão

Coluna do Estadão, por Roseann Kennedy 

Se pudesse dar um conselho ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a relação com Donald Trump, Michel Temer recomendaria ao petista “amenizar as palavras”. Mas, desde o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, Temer e Lula não conversaram mais.

Em entrevista ao Estadão, o ex-presidente lembrou uma passagem que teve com Trump, pouco mais de um ano após a deposição de Dilma, para descrever as idas e vindas do americano.

A sopa de cenoura com gengibre e carneiro ainda estava fumegando naquele jantar de gala, em Nova York, quando o presidente dos Estados Unidos, à época em seu primeiro mandato, fez uma pergunta que deixou os interlocutores desconcertados. “Quando é que vocês vão invadir a Venezuela?”, disparou Trump, sem rodeios nem meias-palavras.

A cena ocorreu em 18 de setembro de 2017, na véspera da abertura da Assembleia-Geral da ONU. A indagação de Trump foi dirigida a Temer e a seus colegas da Argentina, da Colômbia e do Panamá. O americano parecia nervoso.

“Foi a primeira pergunta que ele fez”, contou Temer. “Houve um certo constrangimento, mas cada um disse: ‘Olha, presidente, nós estamos tomando providências de natureza diplomática’”.

Trump foi ouvindo um a um. À mesa, muitos destacaram o bom relacionamento com a Venezuela e o povo venezuelano, embora não admitissem o regime de Nicolás Maduro. Argumentaram que, por isso mesmo, a Venezuela havia sido suspensa do Mercosul.

“É por isso que eu digo: ‘Quando ele (Trump) diz uma coisa lá, se nós respondermos agressivamente aqui, vamos piorar a relação”, disse Temer.

No discurso para todos os convidados, Trump afirmou que os EUA estavam prontos para adotar “ações adicionais” contra a ditadura de Maduro. Na conversa com os presidentes latino-americanos, porém, ele concordou que o melhor era agir pela via diplomática, e não fazer uma intervenção militar.

“É por isso que eu digo: ‘Quando ele (Trump) diz uma coisa lá, se nós respondermos agressivamente aqui, vamos piorar a relação”, insistiu Temer ao ser questionado sobre o risco de Trump usar a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas para também intervir no Brasil.

Na prática, porém, o tom cada vez mais inflamado do governo contra as investidas de Trump – da ameaça de novo “tarifaço” ao carimbo do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas – serve sob medida à campanha de Lula. Tanto é assim que a defesa da soberania entrou até no programa de governo do PT.

De qualquer forma, como o que Trump fala não se escreve, quase nove anos depois daquele jantar de sinais trocados em Nova York, a invasão da Venezuela saiu do papel.

Coluna do Estadão, por Roseann Kennedy 

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Geral

PEDIDO DE PAZ: Papa Leão XIV pede diálogo para fim de guerras no Oriente Médio e na Ucrânia

Foto: Mídia do Vaticano/ via Reuters

O papa Leão XIV fez neste domingo (12), em Castel Gandolfo, um novo apelo pela paz diante dos conflitos no Oriente Médio, na Ucrânia e em outras regiões do mundo. O pontífice defendeu o diálogo e a diplomacia para conter a escalada da violência.

“Não permitamos que esses ventos extingam a chama da esperança e da paz, mesmo quando ela parecer frágil e vacilante”, afirmou o papa, ao renovar seu pedido por negociações entre as partes.

O pronunciamento ocorre em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio, após a retomada dos ataques entre Estados Unidos e Irã, e ao aumento da ofensiva russa contra a Ucrânia. Nas últimas semanas, Kiev também intensificou ataques contra a logística militar russa em áreas ocupadas.

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Geral

APARECEU O COITADO: Autor de perfil criado para defender Allyson e atacar adversários tenta se vitimizar, mas não explica ligações com ex-prefeito de Mossoró

Foto: reprodução/pngtree

João Carlos Medeiros, autor do perfil @rncomallyson, criado para fazer propaganda da pré-candidatura de Allyson Bezerra e detonar seus adversários na disputa pelo Governo do Estado, publicou um vídeo se vitimizando, dizendo que está sendo atacado e afirmando que é alvo de “mentiras orquestradas por gente que se acha muito poderosa”.

Ele disse que o perfil que administra “não é fake, não é anônimo e nem apócrifo”, que foi feito com seu número de telefone e e-mail pessoal e que não precisaria sequer de decisão judicial para identificá-lo. Em seguida, João Carlos confirmou que a página foi criada para defender Allyson Bezerra, mas omitiu que também promove ataques sistemáticos contra os adversários do ex-prefeito de Mossoró.

Apesar de dizer que não precisaria de decisão judicial para identificá-lo, João Carlos só esqueceu de explicar que a autoria do perfil só foi revelada após a Meta enviar ao TRE as informações sobre o endereço IP vinculado à conta @rncomallyson. Não fosse isso, até hoje ninguém saberia quem administra a página no Instagram.

Ele também não explicou suas muitas ligações com o pré-candidato ao Governo do Estado. João Carlos é vice-presidente estadual e presidente da Juventude do União Brasil em Mossoró. Além disso, ele é noivo da ex-secretária de Comunicação da Prefeitura de Mossoró e braço direito de Allyson Bezerra.

As ligações não param por aí. O Blog do BG revelou nesta semana que João Carlos também era sócio de outro blog, chamado “Toda Hora Mossoró”, junto com sua prima Jaiane Carla da Silva Medeiros, que recebeu R$ 46.905,00 da Prefeitura de Mossoró entre 2021 e 2024.

João Carlos quer dar uma de coitado para esconder que, apesar de garantir que “fazia tudo por conta própria”, ele na verdade sempre foi remunerado pela estrutura de Allyson Bezerra. Essa estratégia de dizer que está “sendo perseguido pelos poderosos”, além de não ser original, não resiste aos fatos.

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Guerra

VÍDEO: EUA concluem nova rodada de ataques ao Irã e dizem ter atingido 140 alvos militares

Imagens: CENTCOM/EUA

Os Estados Unidos anunciaram a conclusão da terceira rodada de ataques contra o Irã. Segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), a operação atingiu cerca de 140 alvos militares, incluindo instalações de mísseis e drones, equipamentos navais, depósitos de munição, redes de comunicação e sistemas de vigilância costeira.

Com a nova ofensiva na noite de sábado (11) , o número de alvos atingidos pelos EUA no Irã na última semana ultrapassa 300. De acordo com o governo norte-americano, a ação busca reduzir a capacidade iraniana de atacar embarcações que cruzam o Estreito de Ormuz.

O Centcom afirmou, em comunicado:

“Durante três noites de ataques nesta semana, o CENTCOM atingiu mais de 300 alvos sob as ordens do Comandante-em-Chefe, com o objetivo de prejudicar a capacidade do Irã de atacar marinheiros civis e navios comerciais que transitam livremente pelo estreito. O trânsito de navios comerciais por este importante corredor marítimo internacional continua.”

Também neste sábado, a Marinha iraniana anunciou o bloqueio por tempo indeterminado do Estreito de Ormuz, importante rota para o transporte mundial de petróleo. A medida ocorre após o rompimento do cessar-fogo entre os dois países e a retomada das hostilidades.

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VÍDEO: Manifestantes protestam contra situação precária da RN-269, bloqueiam trecho da rodovia e cobram ação do governo Fátima

Moradores da região Agreste Potiguar bloquearam um trecho da RN-269, que liga Nova Cruz às cidades de Montanhas e Pedro Velho, em protesto pelas más condições da rodovia, na manhã deste domingo (12). Eles utilizaram galhos e atearam fogo.

“Isso é uma vergonha para a governadora. As estradas esburacadas, os carros quebrados. É uma vergonha para ela não ajeitar a estrada. Ajeitou até perto de Pedro Velho e não ajeitou o resto porque o prefeito de Nova Cruz não apoia ela”, reclamou um cidadão presente na manifestação.

Opinião dos leitores

  1. É revoltante essa buraqueira nas estradas do RN.
    Agora é repugnante, imoral o que acontece no trecho Nisia Floresta a praia de Barreta.
    O governo gastou milhões do contribuinte e a estrada já acabou, lembrando que essa obra foi entregue no final de 2025 e não aguentou hum inverno o de 2026.
    Isso é sacanagem com o dinheiro do povo, asfalto Sonrisal não pode ver água que desmancha.
    Não tem o menor cabimento isso.
    Quem quiser ver é só ir até Barreta e comprovar com as proprias vistas.

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Geral

Ministério diz que hacker que enviou alerta de Defesa Civil aprendeu a mandar alarme falso em curso do governo

Foto: Ilusrativa/Gerada por IA via Inpainting/ChatGPT

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional informou à Câmara dos Deputados que o hacker responsável pelo envio de alertas falsos da Defesa Civil, em 19 de junho, aprendeu a operar o sistema por meio de um curso disponível na plataforma do governo.

Segundo a pasta, o invasor, que se identifica como “Misantropi4”, utilizou credenciais válidas de usuários da plataforma IDAP, obtidas após vazamento em um grupo no Telegram, e explorou uma vulnerabilidade no sistema para disparar mensagens falsas, incluindo alertas sobre um suposto “ataque alienígena”. A Polícia Federal investiga o caso.

O ministério afirmou que os problemas já foram corrigidos e que não houve comprometimento da infraestrutura do órgão. Entre as medidas adotadas estão o bloqueio das contas utilizadas, a implantação de autenticação em dois fatores, restrição de acesso ao sistema à rede interna do ministério e uso obrigatório de VPN pelas Defesas Civis autorizadas.

Opinião dos leitores

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Geral

A ingratidão de Allyson Bezerra com o amigo e aliado Kelps Lima

Foto: reprodução

O pior defeito do ser humano é ser ingrato. A ingratidão é uma faca nas costas que diz mais a respeito do autor da facada do que sobre quem sofre o golpe. O agora pré-candidato a governador Allyson Bezerra foi lançado na política pelo ex-deputado estadual Kelps Lima em 2018, que lhe abriu as portas do Solidariedade, viabilizou sua vitoriosa candidatura à Assembleia Legislativa e o ajudou a se defender dos ataques que vinham do grupo rosalbista de Mossoró.

Kelps apostou em Allyson, defendeu seu nome junto à classe política, inclusive de acusações daqueles que hoje, oportunamente, estão ao lado do ex-prefeito de Mossoró. Quando Allyson foi alvo de busca e apreensão da Polícia Federal na Operação Mederi, no final de janeiro, Kelps foi o primeiro a manifestar apoio a ele. No mesmo dia, publicou um vídeo dizendo ser seu “amigo pessoal”, afirmando que não poderia se omitir e enfatizando que não faria “pré-julgamentos” nem “condenação antecipada” do pré-candidato ao Governo do Estado.

Allyson, no entanto, até agora não retribuiu a solidariedade que recebeu de Kelps. Depois de 72h de Kelps ter anunciado em entrevista exclusiva ao “Meio Dia RN” a retirada de sua pré-candidatura a deputado federal pelo União Brasil, Allyson ainda não fez nenhuma declaração pública de apoio ao amigo e correligionário que foi leal a ele no momento mais difícil da sua vida política.

Kelps foi praticamente expulso da nominata do União Brasil, mesmo partido de Allyson Bezerra. Em linguagem popular, ele sofreu uma verdadeira puxada de tapete que inviabilizou sua candidatura. Não lhe restou alternativa a não ser se retirar da disputa eleitoral. Allyson, porém, não fez nenhum gesto público de solidariedade a Kelps. Não manifestou apoio ao amigo e aliado de tantos anos.

Kelps, mesmo arrasado, magoado e triste com o golpe sofrido, se resignou, isentou Allyson de responsabilidade e reiterou publicamente seu apoio à pré-candidatura a governador do ex-prefeito de Mossoró.

Allyson escolheu o silêncio conivente, confirmado que ele de fato nunca vestiu a camisa da candidatura de Kelps Lima. A política é dura, bruta, uma verdadeira máquina de moer gente. Allyson demonstrou que, para chegar ao poder, é capaz de deixar aqueles que foram mais fiéis a ele serem moídos sozinhos. Esse episódio mostrou que o RN tem um novo ingrato: Alysson Bezerra, o “coronel” que passa por cima de tudo e todos para atingir seus objetivos. Quem pratica ingratidão é capaz de tudo.

TENHO DITO.

BG

Opinião dos leitores

  1. BG, esse Alison é mais falço do que uma nota de trinta reais, num tá vendo que esse chapeuzinho de couro não combina mais com ele!!.
    Vai enganar a trouxas a mim não.
    Tú é doido?!!!!!!!!!!!!!!!!!!!,

  2. Esse chapéuzinho de couro é o símbolo artístico utilizado pelo político para enganar os bestas… Esse aí nunca me enganou !

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CazéTV bate novo recorde de audiência no YouTube com 21,2 milhões de aparelhos conectados e atinge 40 milhões de inscritos

Foto: Rorion Carvalho/Cazé TV/Reprodução

A CazéTV voltou a bater o recorde mundial de audiência simultânea no YouTube durante a transmissão de Inglaterra x Noruega, no sábado (11), pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2026.

A partida registrou 21,2 milhões de aparelhos conectados ao mesmo tempo, no primeiro tempo da prorrogação, logo após o segundo gol da seleção inglesa.

O canal superou a própria marca anterior, de 21 milhões de aparelhos simultâneos, alcançada na transmissão de Brasil x Japão.

40 milhões de inscritos

Durante a cobertura do Mundial, a CazéTV também chegou à marca de 40 milhões de inscritos, atingida no jogo entre Argentina e Suíça.

Nos últimos 30 dias, a CazéTV ganhou mais de 11 milhões de inscritos e acumulou cerca de 3 bilhões de visualizações, segundo o Social Blade.

Atualmente, é o 10º maior canal do YouTube em número de inscritos, tendo ultrapassado a Galinha Pintadinha e ficando atrás da GR6 Explode entre os canais brasileiros mais populares. O canal do Bispo Bruno Leonardo, que publica conteúdos religiosos, lidera.

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Geral

ALERTA: Afogamento é a segunda maior causa de morte entre crianças de 1 a 4 anos no Brasil

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Os afogamentos estão entre as principais causas de morte de crianças no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), quatro crianças morrem por dia vítimas desse tipo de acidente. Entre crianças de 1 a 4 anos, o afogamento é a segunda principal causa de morte. Dos 5 aos 9 anos, ocupa a terceira posição, e entre 10 e 24 anos, a quarta.

De acordo com a Sobrasa, até 95% dos afogamentos podem ser evitados com informação e medidas de prevenção. Metade dos casos envolvendo crianças acontece dentro de casa, em locais como piscinas, banheiras, caixas d’água, máquinas de lavar e vasos sanitários. A orientação é manter supervisão constante de um adulto, instalar barreiras de proteção em piscinas e isolar reservatórios de água.

No Brasil, uma pessoa morre afogada a cada 90 minutos, totalizando 5.742 mortes por ano. Quatro em cada dez vítimas têm menos de 29 anos, e cerca de dois terços dos afogamentos ocorrem em rios, lagos e represas.

Em alusão ao Dia Mundial de Prevenção do Afogamento, celebrado em 25 de julho, a Sobrasa promoverá uma campanha nacional com 10 mil voluntários, além de palestras, cursos e ações educativas para conscientizar a população sobre a prevenção desses acidentes.

Com informções de Agência Brasil

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