Representante da direita, Lacalle Pou é eleito novo presidente do Uruguai e tira grupo de Mujica do poder após 15 anos

Foto: Mariana Greif/Reuters

O senador do Partido Nacional, de centro-direita, Luis Lacalle Pou será o próximo presidente do Uruguai, depois que números apresentados pela contagem secundária realizada pela Corte Eleitoral do país indicaram sua vitória no segundo turno realizado no domingo (24). A posse será em 1º de março de 2020.

O vice-presidente da Corte Eleitoral, Wilfredo Penco, disse à agência Efe que o órgão “não faz cálculos” e que não proclamará o presidente “até que a última urna seja aberta”. Porém, como a diferença entre Lacalle Pou e o candidato da Frente Ampla, de esquerda, Daniel Martínez, vinha aumentando, ficou claro que este já não conseguiria reverter a derrota.

Após uma divulgação de novos dados da contagem de votos, Martínez reconheceu que, pelo andar da apuração, não tem chances de alcançar o oposicionista, parabenizando-o como presidente eleito do país vizinho.

Havia 35.229 votos ainda não contabilizados. Para que Lacalle Pou vencesse as eleições, era preciso obter 3.170 deles.

Seis dos departamentos (estados) enviaram seus números e, só nesses locais, ele já recebeu quase 5.000 votos.

Com a vitória de Lacalle Pou, pela primeira vez em 15 anos, a coalizão Frente Ampla, formada pelo ex-presidente José “Pepe” Mujica e pelo atual presidente Tabaré Vázquez, fica fora do poder.

“Meu reconhecimento e obrigado a todos os homens e mulheres que estão defendendo os votos e a democracia em cada mesa nos dias de hoje. Meu pensamento está com vocês”, escreveu o vencedor no Twitter pouco depois das 13h.

Advogado da elite uruguaia

Luis Lacalle Pou nasceu em Montevidéu em 11 de agosto de 1973 — mesmo ano do golpe militar que mergulhou o Uruguai em uma ditadura que durou 12 anos. Estudou em uma das melhores escolas da capital uruguaia e se formou advogado no fim da década de 1990.

Ainda estudante, Lacalle Pou tinha 16 anos quando viu o pai, Luis Alberto Lacalle, tornar-se presidente do Uruguai com o mesmo Partido Nacional para um mandato entre 1990 e 1995. Inclusive, aquela foi a última vez em que a agremiação elegeu um candidato para a Presidência.

O fim do mandato do pai, cercado de denúncias de corrupção, poderia ter colocado um fim nas pretensões políticas da família. Porém, o jovem advogado conseguiu se eleger deputado em 1999 e se descolar, aos poucos, da imagem de Luis Alberto Lacalle.

Doze anos mais tarde, Lacalle Pou ocupou a Presidência da Câmara dos Deputados e se tornou uma das vozes mais proeminentes da oposição ao governo de José “Pepe” Mujica, eleito senador neste ano.

Em 2014, Lacalle Pou se candidatou pela primeira vez à Presidência do Uruguai e conseguiu chegar ao segundo turno. Porém, perdeu para Tabaré Vázquez por uma diferença superior a 10% dos votos.

Como Lacalle Pou venceu?

Para vencer as eleições deste ano, Lacalle Pou apostou em um discurso de enxugamento de gastos — ele acusa os governos da Frente Ampla de perder o controle dos gastos públicos. Além disso, ele prometeu fortalecer as forças de segurança em um momento em que o Uruguai passa por aumento nos índices de criminalidade.

Lacalle Pou ficou atrás de Daniel Martínez no primeiro turno, mas costurou uma aliança com outros partidos e com os candidatos derrotados mais bem posicionados: o liberal Ernesto Talvi, do Partido Colorado, e o nacionalista Guido Manini Ríos, do Cabildo Abierto.

Assim, mesmo antes do primeiro turno, o presidente eleito já figurava à frente do candidato governista nas pesquisas de intenção de voto para a segunda volta das eleições.

Com informações do G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. gilberto ivan disse:

    A única lembrança que tenho do Mujica é a liberação da maconha porta de entrada de outras drogas, o que fez com que muitos idiotizados achassem o máximo, a esquerda entrou nas nuvens da mesma e enlouqueceu de vez, vivem de cultuar nas suas mentes doentes e perversas ditadores e terroristas como Che Guevara, Fidel, Chaves, Maduro, etc. A nuvem negra pairou sobre o nosso país e os idiotizados aqui morrem de amor por um bandido condenado e ainda com vários processos a serem julgados e que será fruto de novas condenações.

  2. Ems disse:

    Por onde a esquerda passa a desgraça impera !!!

  3. Pedro disse:

    É mesmo Carlos Bastos? Mujica, amigo do pingunço, ladrão bi condenado, mentiroso, encantador de otarios, deveria continuar a mandar no Uruguai como fazia nove dedos no Brasil? Tenha paciência jumento, vc acha que todos são burros iguais aos petistas? Vai fazer o que disse o cidadão, chupa que é de uva.

  4. Carlos Bastos disse:

    Quando os uruguaios e brasileiros perceberem a merda que fizeram vai ser tarde demais.

    • Cidadão disse:

      #chupaqueédeuva 😂

    • Neco disse:

      Bom mesmo é botar um governo que estatize a rodo, aumente salários na canetada, congele preços, tabele o cãmbio, faça um monte de graça com o dinheiro dos outros, encha a administração de partidários.

  5. Luis disse:

    Acabou a farra do dinheiro roubado do sofrido povo brasileiro para eleger essa esquerdalha da América central e do sul, melhor é saber que o comandante desses atos criminosos contra a nação brasileira vai voltar pra cadeia.

  6. paulo disse:

    BG
    A America do Sul está se libertando deses encatadores de burro que só sabem roubar

    • Ricardo disse:

      O Chile tá arrumando sarna pra se coçar. A Argentina já arrumou.

Desembargador da Lava Jato é o novo presidente do TRF4

O desembargador Victor Luiz dos Santos Laus passa a comandar hoje o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

Responsável por julgamentos na segunda instância da Lava Jato, na Oitava Turma, ele ficará agora por dois anos no comando do tribunal.

Ainda não está definido quem ocupará seu lugar nos julgamentos da operação.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rocha disse:

    Os devedores da justiça inseridos na Lava Jato devem de tá cortando prego com o fiofo… O de Lula deve tá igual a uma navalha!!!! Agora o pessoal do PT vai entrar em estágio de desespero!!!

Filho de Hamilton Mourão nomeado assessor especial do novo presidente do Banco do Brasil, com salário de R$ 36 mil

Antonio Hamilton Rossell Mourão, filho do vice-presidente Hamilton Mourão, foi nomeado assessor especial do novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes (foto abaixo), apurou O Antagonista.

Sua função anterior era de assessor empresarial, ganhava 12 mil reais. Agora, o filho do general receberá 36 mil reais por mês e ingressará no famoso Programa de Alternativas para Executivos em Transição (PAET), que garante bônus de ‘saideira’ para quem ocupou cargo no banco por dois anos. O valor desse benefício é de 2 milhões de reais, em média.

A promoção relâmpago não consta na lista de nomeações divulgada pelo banco em comunicado ao mercado, mas foi confirmada ao site pela assessoria da instituição. Segundo o BB, o filho de Mourão tem 18 anos de banco e ajudará o novo presidente na área do agronegócio, que seria a sua especialidade.

Durante discurso em sua cerimônia de posse, no Palácio do Planalto, Novaes disse ontem que trabalhou desde o início da campanha de Jair Bolsonaro “como um soldado”. Horas depois, o filho de Mourão estava promovido.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gaius Baltar disse:

    Estar na política é um ato de abnegação de quem entra e de seus familiares próximos. Se o filho do general tivesse sido promovido antes da eleição não passaria a imagem que só o foi por causa da proximidade com o poder. À mulher de César não basta ser honesta, precisa parecer também.

  2. Waldemir disse:

    Para os petistas
    Ele trabalha a 18 anos no BB e é concursado a tava esquecendo
    Lula tá preso babaca e vai continuar preso

  3. Leonardo disse:

    Minha familia acima de tudo, meu nepotismo acima de todos!!!!!

  4. Leo disse:

    Meritocracia acima de tudo, idiotas acima de todos.
    Kkkkkkkkkkk

  5. Fagner disse:

    Brasil acima de tudo!

  6. Fagner disse:

    Nepotismo!

  7. José Gabriel disse:

    Kade os Bolsonaros em defesa da etica dos valores.
    Essa é a nova politica?
    Ja vi esse filme antes

  8. Izabel Cristina disse:

    Isso é BRASIL!!!!

  9. Querubino disse:

    Antinio Mourão é funcionário concursado do BB. Estranho se não fosse dos quadros dessa Instituição. Muito mimimi!!

  10. Manuel Marcelino Filho disse:

    Ah ladrão

  11. Everton disse:

    "Não basta ser honesta, deve parecer honesta".

  12. Fernando Alves disse:

    Sem falar que o General-Vice mesmo sem função no governo tem mais de 60 assessores.
    Governo muito diferente dos demais…
    Brasil acima de tudo!

    • JCabral disse:

      Na verdade a Lei lhe dá direito a 130 assessores e ele queria apenas 30, mas o mínimo na mesma Lei é de 65 assessores. Isso é o Brasil dos brasileiros.

    • Brasil é verde e amarelo disse:

      O ladrao condenado Lula e sua DilmANTA tem assessores até hoje …único lugar do mundo que ladrao na jaula tem assessor

    • Gaius Baltar disse:

      Na verdade ele diminuiu o número de assessores de 130 para o mínimo estipulado pelo regulamento, que são 60. Nisso não há como criticar.

Governo Bolsonaro: conheça os líderes estrangeiros que assistirão à posse do novo presidente

Netanyahu chegou ao Brasil no fim de semana e confirmou presença na posse de Bolsonaro — Foto: EPA

Mesmo com a ausência dos presidentes de Venezuela, Cuba e Nicarágua, chefes de Estado latino-americanos compõem a maioria dos líderes que confirmaram presença na posse de Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto nesta terça-feira, mantendo o padrão das últimas inaugurações de mandato presidencial no país.

A lista de autoridades, porém, deve destoar das anteriores pela presença dos líderes conservadores de Israel e da Hungria, além da fraca presença de mandatários africanos (confira a relação abaixo).

Segundo o Ministério de Relações Exteriores, 12 chefes de Estado afirmaram que participarão da cerimônia de Bolsonaro. O órgão não divulgou todos os nomes, citando questões de segurança.

Na primeira cerimônia posse de Dilma Rousseff, em 2011, houve 21 chefes de Estado; na segunda, 12. Lula recebeu dez chefes de Estado na cerimônia de 2003 e nenhum em 2007.

Líderes de esquerda

Integram o grupo que assistirá à posse de Bolsonaro os presidentes de sete países sul-americanos – incluindo os líderes de esquerda Evo Morales, da Bolívia, e Tabaré Vázquez, do Uruguai.

Os presidentes de Venezuela, Cuba e Nicarágua não foram convidados à cerimônia, segundo o futuro chanceler, Ernesto Araújo, que expôs divergências ideológicas com os três governos e os acusou de ditatoriais pelo Twitter.

Para Geraldo Zaran, professor de Relações Internacionais da PUC-SP, a presença de grande número de líderes sul-americanos na posse de Bolsonaro e de seus antecessores evidencia a importância do Brasil na região.

Ele afirma que o protagonismo do país também explica a vinda dos líderes da Bolívia e Uruguai, cujos países mantêm fortes laços econômicos com o Brasil e teriam optado por uma postura pragmática, apesar das divergências políticas com Bolsonaro.

O Brasil é o maior importador de produtos bolivianos e uruguaios e mantém fronteira com as duas nações.

Ensaio no Palácio do Planalto para a cerimônia de posse presidencial; evento deve contar com 12 chefes de Estado — Foto: Agência Brasil

Marcos Guedes, professor titular de Ciência Política e Relações Externas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), atribuiu a presença dos líderes de direita da Hungria e Israel a motivos ideológicos e econômicos.

“Imagino que Israel vê na aproximação com o governo brasileiro uma oportunidade para criar vínculos comerciais”, afirma.

A relação também interessa a Bolsonaro, que com o cortejo a Netanyahu acena a ao eleitorado evangélico brasileiro, simpático a Israel.

No fim de semana, o premiê disse que o presidente eleito assegurou que mudará a embaixada do Brasil em seu país de Tel Aviv para Jerusalém.

A troca brasileira representaria um reconhecimento da cidade como capital de Israel, o que pode provocar não apenas atritos com palestinos e países árabes, mas também reações da comunidade internacional, cuja posição é de que o status de Jerusalém deve ser decidido em negociações de paz entre israelenses e palestinos. Até agora, apenas EUA e Guatemala tomaram medida semelhante.

A vinda do líder húngaro, por sua vez, sinalizaria a busca por uma aliança política e econômica com o Brasil, segundo Guedes.

“A Hungria e outros membros da nova direita europeia têm se sentido constrangidos pela União Europeia por defenderem políticas que vão de encontro às europeias”, afirma. “A aproximação com o Brasil pode ser um canal de escape.”

Política externa para a África

Guedes destaca ainda a ausência, por ora, de confirmações entre líderes africanos – diferença significativa em relação às posses anteriores.

Quatro chefes de Estado africanos estiveram na primeira posse de Dilma Rousseff em 2011, e três participaram da segunda, em 2014.

Segundo o professor, as visitas refletiam a importância que a política externa petista dava à África, destino de investimentos brasileiros e vista como um baú de votos em organizações internacionais.

Com Bolsonaro, porém, o continente deve passar a ser encarado apenas segundo seu potencial econômico, afirma o analista.

Confira a lista de chefes de Estado que devem vir à posse nesta terça:

Argentina: Mauricio Macri

No posto desde 2015, o presidente e ex-empresário se elegeu com uma coalizão de partidos de direita e promoveu uma série de reformas fiscais no cargo. Hoje enfrenta uma crise econômica, com forte desvalorização do peso e alta inflação.

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, só vai se encontrar com Jair Bolsonaro no próximo dia 16 de janeiro, duas semanas depois que ele assumir a Presidência do Brasil. Macri está de férias com a família na Patagônia, preparando-se para enfrentar um ano difícil, em que terá que zerar o déficit fiscal, reduzir a inflação anual de quase 45% e tentar se reeleger para um segundo mandato.

Na posse de Bolsonaro, nesta terça-feira(1), a Argentina será representada pelo ministro das Relações Exteriores, Jorge Faurie.

Bolívia: Evo Morales

Presidente desde 2006, o ex-líder sindical será um dos poucos líderes de esquerda na cerimônia. Em seu governo, a Bolívia cresceu em média 5% ao ano – maior índice da América do Sul. Ele conseguiu permissão da Justiça para concorrer a um quarto mandato em 2019, mesmo após um referendo realizado em 2016 ter rejeitado a possibilidade de uma nova reeleição.

Chile: Sebastián Piñera

Desde 2018, preside o país pela segunda vez, apoiado por uma coalizão de partidos de direita. Construiu uma fortuna como empresário e investidor, tendo participações em uma TV, um time de futebol e uma companhia aérea.

Colômbia: Iván Duque Márquez

Assumiu a Presidência em agosto como principal candidato da direita colombiana. Advogado, é afilhado político do ex-presidente Álvaro Uribe. Elegeu-se prometendo rever o acordo de paz assinado com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), em 2016.

Hungria: Viktor Orbán

Primeiro-ministro desde 2010 e reeleito neste ano, é lider de um partido nacionalista e conservador. Considerado xenóbo e racista por críticos, defende barrar a entrada de muçulmanos na Hungria e na Europa.

Israel: Benjamin Netanyahu

Primeiro-ministro desde 2009, é líder do partido conservador Likud. É investigado por suspeitas de corrupção e tem perdido apoiadores no Parlamento, o que o fez antecipar a próxima eleição para abril. Adota linha dura no conflito com os palestinos.

Paraguai: Mario Abdo Benítez

Eleito em 2018 pelo conservador Partido Colorado, que governou o Paraguai na maior parte de sua história. É empresário, fez faculdade de Marketing nos EUA e foi paraquedista militar antes de entrar na política.

Peru: Martín Vizcarra

Vice-presidente na chapa eleita em 2016, assumiu o governo após a renúncia de Pedro Pablo Kuczynski (PPK), em meio a um escândalo de corrupção envolvendo a construtora brasileira Odebrecht. Engenheiro, integra um partido conservador e liberal.

Uruguai: Tabaré Vázquez

Desde 2015, governa o país pela segunda vez. Médico, é um dos líderes da coalizão esquerdista Frente Ampla, também integrada pelo ex-presidente José Pepe Mujica e que está no poder desde 2005.

Outras autoridades confirmadas

Mike Pompeo, secretário de Estado dos Estados Unidos, Marcelo Rebelo de Sousa, presidente de Portugal, Ji Bingxuan, vice-presidente do Comitê Permanente da Assembleia Popular (Parlamento chinês).

Países com chefes de Estado presentes em posses presidenciais anteriores
Dilma Rousseff, 2014: Guiné Equatorial, Uruguai, Bolívia, Países Baixos, Paraguai, Venezuela, Chile, Costa Rica, Suécia, Marrocos, Gana e Guiné-Bissau.

Dilma Rousseff, 2011: Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, El Salvador, Guatemala, Jamaica, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai, Venezuela, Guiné, Guiné-Bissau, Marrocos, Senegal, Coreia do Sul, Palestina, Catar, Bulgária, Portugal.

Luiz Inácio Lula da Silva, 2007: nenhum chefe de Estado foi convidado.

Luiz Inácio Lula da Silva, 2003: Argentina, Uruguai, Bolívia, Peru, Portugal, Venezuela, Cuba, Suécia, Belize, Guiana.

G1, com BBC

 

Odebrecht anuncia novo presidente

Foto: (Janine Costa/Reuters)

De estagiário, Luciano Guidolin, chega ao posto de diretor presidente da Odebrecht S.A. Aos 44 anos, o engenheiro de produção formado pela Escola Politécnica da USP e com mestrado em Administração de Empresas na Universidade de Harvard (EUA), substitui Newton de Souza, que passa a vice-presidente do Conselho de Administração.

Souza estava no cargo desde 2015 e nos últimos dois anos “teve papel importante na coordenação das negociações que levaram à assinatura do Acordo de Leniência com o Ministério Público Federal no Brasil e a Justiça dos Estados Unidos e da Suíça”, conforme nota da empresa, lembrando que acordos semelhantes estão sendo negociados em outros países.

Guidolin foi vice-presidente da Unidade de Polímeros Brasil e Europa e de Tecnologia & Inovação da Braskem e no começo deste ano tornou-se VP de Investimentos da Odebrecht S.A.

Exame, com Estadão

TJRN elege novo presidente na manhã desta segunda

Sessão extraordinária para Eleição do presidente do TJRN no biênio 2017/2018 ocorre na manhã dessa segunda.

Pelo sistema de rodízio, Expedito Ferreira deverá ser o novo presidente do TJ. Gilson Barbosa o seu Vice e Maria Zeneide a Corregedora.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Val Lima disse:

    Parabenizo Dra Maria Zeneide Bezerra,futura Corregedora do TJ/RN…

Com horário de verão, novo presidente deve ser conhecido às 20h(Brasília) de domingo

Com o início do horário de verão no último dia 19 de outubro, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) prevê divulgar o nome do presidente da República a partir das 20h (horário de Brasília), quando encerrar a votação no extremo oeste do Amazonas e no Estado do Acre.

As duas regiões têm fuso com duas horas de diferença em relação ao horário de Brasília. Com o horário de verão, a diferença passa a ser de três horas. Já Roraima, Rondônia e a maior parte do Amazonas terão duas horas a menos em relação a Brasília.

Com a mudança de horário, os Estados do Nordeste e mais o Tocantins, Pará e Amapá passam a ter uma hora a menos em relação a Brasília. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, mesmo adotando o horário de verão, mantêm uma hora a menos em relação a Brasília. Os brasileiros que moram nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste adiantaram seus relógios em uma hora.

Essa é a 39ª vez que o Brasil adota o horário de verão, que tem o objetivo de melhorar o aproveitamento da luz solar e aliviar as linhas de transmissão e distribuição de energia no período de pico de consumo, das 18h às 21h.

O presidente da corte, Dias Toffoli, estima que o resultado da eleição para presidente da República será definido por volta das 19h30 de domingo. No primeiro turno das eleições, realizado em 5 de outubro, o horário de verão ainda não estava em vigor.

Na ocasião, os resultados das urnas para disputa presidencial começaram a ser divulgados a partir das 19h. Às 19h56min28s, o TSE já havia apurado 91% das urnas do país e tinha confirmado, matematicamente, que Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) disputariam o segundo turno do pleito.

GOVERNADOR

Nas 14 unidades federais que terão segundo turno para governador (Acre, Amazonas, Roraima, Rondônia, Amapá, Pará, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul), o resultado da apuração começa a ser divulgado pelo TSE logo após o término da votação, às 17h (horário local), que começa a partir das 8h (horário local).

Folha Press

Ministros do STF devem adiar eleição de novo presidente

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) podem adiar a eleição dos novos presidente e vice-presidente da Casa. A expectativa era de que a Corte realizasse nesta tarde a eleição do sucessor de Joaquim Barbosa na presidência, devido à aposentadoria precoce do ministro. No entanto, a deliberação dos ministros deverá ser no sentido de postergar a escolha.

Antes de deixar o cargo, ainda em seu período de férias, Barbosa marcou para esta sexta-feira, 01, a realização da eleição que irá definir o nome de seu substituto. Nos bastidores, alguns ministros criticam a medida. Não é praxe realizar eleições logo na volta do recesso, avaliam fontes da Corte.

Além disso, o regimento interno do STF estabelece prazo de duas sessões ordinárias de vacância entre a saída do presidente e a escolha do novo líder. Com isso, a eleição deveria ser marcada para o dia 13 de agosto.

A eleição pode não ocorrer também por ausência do quórum mínimo de oito ministros. O ministro Luís Roberto Barroso, por exemplo, já avisou que não deverá comparecer, pois irá proferir palestra em uma faculdade no Rio de Janeiro. Caso haja quórum, mesmo assim, a realização ou não da eleição deve ser posta em votação entre os ministros presentes hoje.

Desde o dia 14, quando Joaquim Barbosa saiu de férias, a presidência do STF ficou com o vice-presidente, Ricardo Lewandowski, que deve ser eleito pelos pares para a função. Lewandowski é o ministro mais antigo do Supremo que ainda não ficou à frente da Corte. Também pelo critério de antiguidade, a ministra Cármen Lúcia deve ser eleita vice-presidente da Casa.

fonte: Estadão Conteúdo

Felipe Alves é o novo presidente da comissão de Legislação, Justiça e Redação Final (CCJ) da Câmara dos Vereadores de Natal

Felipe Alves (PMDB) é o novo presidente da comissão de Legislação, Justiça e Redação Final (CCJ) da Câmara dos Vereadores de Natal. Esta comissão é considerada a mais importante do parlamento municipal, eis que por ela tramitam todos os projetos existentes na casa. O líder do PMDB na câmara foi eleito por unanimidade, em seção especial ocorrida na tarde desta segunda-feira (24), pelos seguintes membros: vereadores Adão Eridan (PR), Aquino Neto (PROS), Eudiane Macedo (SDD) e Bertone Marinho (PMDB).

O novo presidente agradeceu a confiança dos seus pares e disse que pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo seu antecessor, vereador Jacó Jácome, que imprimiu um bom ritmo de apreciação das matérias durante o ano de 2013.

Além disso, o vereador Felipe Alves foi enfático ao afirmar que na condição de presidente da Comissão de Justiça será criterioso no que diz respeito à obediência das proposições parlamentares às normas legais vigentes, exercendo assim o papel que lhe é atribuído no regimento interno da casa.

Alemão campeão olímpico é eleito presidente do COI

13253263O alemão Thomas Bach, 59, é o novo presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional). Ele, que ganhou medalha de ouro na esgrima na Olimpíada de Montréal-1976, foi eleito para o cargo nesta terça-feira em assembleia da entidade em Buenos Aires, na Argentina, e substituirá o belga Jacques Rogge, que comandou o COI nos últimos 12 anos.

O advogado, que também comanda o comitê de seu país, se torna assim o primeiro campeão olímpico e primeiro alemão a ocupar o cargo.

A eleição contou com duas rodadas de votação. Na primeira, houve empate entre dois candidatos, o taiwanês Ching-Kuo Wu e o cingapurense Ser Miang Ng. Os dirigentes tiveram que desempatar, e Wu foi desclassificado.

Na segunda, Bach teve 49 votos, contra 29 do porto-riquenho Richard Carrión. Os outros concorrentes ao cargo além de Ser Miang Ng, que teve seis votos na segunda eleição, eram o suíço Denis Oswald (com cinco votos) e o ucraniano Sergey Bubka (quatro).

Bach, que se tornou o nono presidente do COI, é membro da entidade desde 1991 e ocupava o cargo de vice-presidente havia sete anos. Em uma entrevista alguns dias antes da eleição, ele afirmou que uma de suas prioridades será a Olimpíada de 2016, no Rio.

Ele será responsável por declarar encerrados os Jogos-16 e também faz a avaliação da competição na cerimônia final. O COI está preocupado com a onda de protestos sociais no país.

“Com a vila olímpica, as pessoas poderão comprar casas acessíveis, que a infraestrutura de transporte será melhor. Não devemos esconder nada”, disse à BBC.

Apesar de forte, sua candidatura também esteve envolta em polêmica. Recentemente, documentário exibido por uma TV alemã acusou Bach de trapaças em competições de esgrima no passado e de ter inclinação anti-semita. Ele também foi acusado de ocultar nomes de envolvidos em um escândalo de doping em seu país.

Mesmo com outros seis candidatos ao seu lado, Bach sempre despontou como favorito. Foi o primeiro a lançar sua candidatura, em maio.

Além do alemão, o ex-atleta da esgrima fala perfeitamente inglês e francês, tem uma grande experiência quando o assunto é o COI e reúne os requisitos para se converter no chefe do movimento olímpico.

Uma de suas promessas é facilitar o processo de candidatura para os Jogos Olímpicos, assim como para o programa olímpico.

Entre suas múltiplas atividades, Bach, que já trabalhou para empresas como Adidas e Siemens, dirige a Câmara de Comércio Alemão-Árabe.

ERA ROGGE

Após 12 anos na chefia do COI, Jacques Rogge deixará como legado uma gestão que devolveu credibilidade ao COI. Quando assumiu, a entidade estava com a imagem arranhada pelo escândalo de propina nos Jogos de Inverno de Salt Lake City-2002.

Outra marca do belga foi ousar e levar Jogos Olímpicos para além do circuito Europa, Ásia e América do Norte. Em sua gestão foi escolhida a primeira sede sul-americana olímpica: o Rio, em 2016.

Folha