Economia

Governo cogita cobrar de alunos ricos em federais e mudar Fundeb para ajustar contas

Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

Após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descartar mudanças no piso de despesas com educação, a equipe econômica redirecionou as atenções a outras medidas de ajuste ligadas à área. Entre elas, cobrar mensalidade de alunos ricos em universidades públicas e alterar parâmetros do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica).

As medidas são analisadas por uma ala do governo e, de acordo com relatos feitos à Folha, fazem parte de um cardápio com mais de cem iniciativas vistas como passíveis de serem colocadas em debate. O objetivo é buscar o reequilíbrio fiscal diante do compromisso de eliminar o déficit nas contas públicas.

A cobrança das mensalidades nas universidades seria voltada apenas a alunos de classes sociais mais favorecidas. A iniciativa teria como alvo parte do universo de 1,3 milhão de estudantes matriculados na rede federal de ensino superior (segundo o Censo da Educação Superior do Inep de 2022).

Folha de S. Paulo

Opinião dos leitores

  1. Eu imagino, o rico ter que pagar uma universidade de péssima qualidade e ainda sustentar esse ensino com idealismo políticos de esquerda

  2. Como esse governo vai saber fazer essa cobrança se até hoje tem negros ricos entrando por cotas?

    1. Cota deveria ser para pobre, pois a pobreza não tem cor.

  3. Arrocha Taxad, é isso aí taxas acima de tudo, impostos em cima de todos.

  4. Quando FHC quis fazer isso nos fim dos anos 90, os petistas, esquerdistas, ficaram revoltados, agora são eles q estão querendo fazer o mesmo, o mundo capota

  5. Toda ditadura de esquerda igual a que já está instalada no Brasil, o desgoverno faz com que quem trabalha e produz, pague essa conta. PT = Perda total.

    1. Não sou a favor do governo Lula, mas essa medida seria a correta a se fazer, no entanto, o lobby dos ricos não vão deixar passar uma medida dessa, infelizmente

  6. E Haja dinheiro pra gastando desenfreada dessa meu Deus toma a frente de tua nação senhor

  7. Não concordo. Essa medida iria ferir o princípio universal e público das universidades federais e geraria uma hierarquização de cursos, preferências, insumos para determinadas áreas e pesquisas, enfim, tudo que contraria o espírito de uma universidade pública. Poderemos ver surgirem “bolhas” restritas dentro dos campus, onde a circulação de pessoas e ideias deveria ser livre e democrática. Se lutamos pelas cotas, não podemos contrariar esse espírito público.

  8. Os ricos pagam a escola pública e enviam os filhos para a escola privada. Os ricos também já pagam a universidade pública, assim como qualquer brasileiro. Por meio dos impostos. Só analfabetos não conseguem entender isso.

    1. Riscos pagam impostos tbm, no entanto, os impostos agridem mais, os mais pobres do que proporcionalmente aos ricos. Seria uma medida correta, para sua sorte o lobby dos riscos não vai deixar passar uma medida como essa

  9. Ricos para esse governo são todas as pessoas que ganham acima de 2 salários. Quem ganha mais de 2 salários neste país é penalizado. Apenas os políticos têm direito de torrar dinheiro sem dó nem piedade.

  10. Corretíssimo!
    A família mantem o filho a vida inteira em colégios particulares para ir fazer faculdade nas universidades públicas, que são gratuítas. Nesse momento deixe de pagar! Porque não, continuar a fazê-lo já que tem condições financeiras. Ou deve ir para a universade privada para continuar a fazer o que sempre fez…. Univesidade pública e gratuíta para quem precisa!!!

    1. Não se compara o valor de uma mensalidade escolar ao de uma mensalidade de ensino superior. A classe média baixa, como meu filhi, jamais terá acesso a um curso de medicina particular: não se encaixa em cotas; não pode pagar financiamento…

  11. Interessante para esse povo é o critério do que é ser rico..Ter dois tvs em casa de 32 polegadas para eles são milionários.. Hipocrisia pura. Haja imposto para bancar a GASTANÇA DESENFREADA. ENQUANTO ISSO O LITRO DA GASOLINA JA ESTÁ QUASE SETE REAIS E NINGUÉM FAZ NADA..
    .

  12. O GOVERNO BOLSONARO ENCHUGOU A MAQUINA PUBLICA EM MUITOS SETORES, PRINCIPIO DE GOVERNO QUE QUER PRODUZIR E EQUILIBRAR CONTAS, A MAIS CLARA FOI ENCHUGAR MINISTROS ADMINISTROU MUITO BEM COM 23, ENQUANTO LULA CHEGOU VORAZ AGORA 40, ALGUÉM JÁ VIU LULA FALAR EM ENCHUGAR GASTOS GASTANÇAS? [SEU DICIONARIO ECONOMICO É COBRAR IMPOSTOS PRÁ TODO LADO] SÓ GASTANÇAS.

    1. Prezado Edilson! Esse seu “enchugar” é muito “extranho”!
      No Governo Lula o enxugamento é verdadeiro e não se rouba. Nem jóias!!!

    2. “Em nome da lei”….mais um ESQUERDOLÓIDE jumento… PresiDENGUE DESCONDENADO.

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Política

Carlos Eduardo comunica oficialmente que está fora da disputa pelo Senado Federal

Foto: Reprodução

O ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo (União Brasil), informou por meio de nota à imprensa que não vai disputar o Senado Federal nas eleições de 2026.

Veja a íntegra da nota:

“Comunico aos meus amigos e amigas de Natal e de todo o Rio Grande do Norte, que nos últimos meses me incentivaram a ser candidato a Senador da República, que após entendimento com o pré-candidato a governador Alysson Bezerra, ficou decidido que não serei candidato ao Senado da República.

Alysson Bezerra me comunicou que a direção nacional do partido União Brasil informou que nessa eleição a prioridade é a eleição de deputados federais e governador e que não haverá disponibilidade do fundo eleitoral partidário para candidatura ao Senado no Rio Grande do Norte.

Agradeço o empenho dos dirigentes do União Brasil no Rio Grande do Norte para viabilizar a nossa candidatura ao Senado.

Como fiz ao longo de toda a minha vida pública, com ou sem mandato, seguirei sempre a disposição de Natal e do Rio Grande do Norte, disposto a contribuir para o debate qualificado e para o avanço do nosso estado”.

Blog Heitor Gregório 

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Política

REAL TIME BIG DATA: Lula é rejeitado por 44%, e Flávio, por 41%

Foto: Reprodução

O Instituto Real Time Big Data divulgou nesta terça-feira (05) sua nova pesquisa mostrando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é rejeitado por 44% dos eleitores, enquanto 41% rejeitam o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Além de Lula e Flávio, Ciro Gomes (PSDB) aparece como o terceiro pré-candidato à Presidência na lista, com 5% de rejeição; ele é seguido por Romeu Zema (Novo), com 4%.

Ronaldo Caiado (PSD) e Cabo Daciolo(Mobiliza) fecham a lista, cada um com 2% de rejeição.

A pesquisa também revelou que 2% do eleitorado afirma não rejeitar nenhum dos pré-candidatos.

 Metodologia

Para a pesquisa, o Instituto Real Time Big Dataouviu 2.000 eleitores de todo o país, entre os dias 2 e 4 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de confiança. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03627/2026.

CNN

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Política

‘TÁ SEM CALCINHA?’: 28 ligações com assédio viram escândalo na Câmara

Imagem: Reprodução

Um homem foi indiciado pela Polícia Legislativa Federal após fazer 28 ligações com conteúdo de cunho sexual para atendentes da Câmara dos Deputados. O caso ocorreu entre os dias 27 e 31 de março de 2026, por meio do serviço 0800 da Casa, e provocou constrangimento às servidoras.

De acordo com informações apuradas, o suspeito utilizava o canal de atendimento institucional para fazer perguntas sem qualquer relação com o serviço público, direcionadas às funcionárias, conforme o Metrópoles.

Segundo relatos, ele repetia frases de teor íntimo, como questionamentos sobre roupas e condições pessoais, o que gerou desconforto nas atendentes. Quando homens atendiam as chamadas, as ligações eram encerradas imediatamente.

A identificação do autor foi possível após análise das gravações, cruzamento de dados e confirmação da titularidade da linha telefônica junto à operadora, conforme informou a Polícia Legislativa Federal.

Como as ações ocorreram de forma repetida e em curto intervalo de tempo, o caso pode ser enquadrado como continuidade delitiva. Em caso de condenação, a pena pode ultrapassar cinco anos de reclusão, segundo a legislação vigente.

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Política

AINDA NÃO DESISTIU: Lula insiste em nome rejeitado ao STF; entenda

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Lula (PT) avalia insistir na indicação de Jorge Messias ao STF, mesmo após o nome ter sido rejeitado pelo Senado. Segundo fontes do Palácio do Planalto, o petista estuda o melhor momento político para uma nova tentativa, a fim de evitar nova derrota.

De acordo com aliados, uma das possibilidades em análise é adiar a nova indicação para depois das eleições de outubro. A avaliação interna é de que o cenário político pode se tornar mais favorável para articulações com o Senado.

Outra alternativa considerada, segundo interlocutores do governo, é indicar um nome diferente para a vaga atualmente aberta no STF e tentar viabilizar Messias em uma futura oportunidade.

Nos bastidores, de acordo com fontes do Planalto, a rejeição do nome de Messias — por 42 votos a 34 — teria sido resultado de articulações políticas no Senado. O governo avalia que houve um movimento coordenado que dificultou a aprovação.

Apesar do incômodo, auxiliares afirmam que Lula não pretende fazer retaliações públicas neste momento. O presidente deve analisar o cenário com cautela antes de definir os próximos passos, incluindo o futuro de Messias dentro do governo.

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Política

Desaprovação de Lula aumenta para 52% e e supera aprovação, aponta pesquisa

Foto: Sergio Lima/Poder360

Levantamento do Instituto Real Time Big Data divulgado nesta terça-feira (5) aponta que a desaprovação ao governo do presidente Lula (PT) ultrapassou os 50% e já supera a aprovação. A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em todo o país e indica leve oscilação nos índices em relação ao levantamento anterior.

De acordo com os dados, 52% dos entrevistados disseram desaprovar a gestão, enquanto 42% afirmaram aprovar. Outros 6% não souberam responder ou preferiram não opinar.

Em comparação com a pesquisa anterior, realizada em março, a aprovação recuou de 44% para 42%. Já a desaprovação aumentou de 51% para 52%, dentro da margem de erro.

Segundo o instituto, o levantamento foi realizado entre os dias 2 e 4 de maio, com entrevistas em todas as regiões do país.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03627/2026. Veja AQUI a íntegra da pesquisa.

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Política

REAL TIME BIG DATA: Flávio lidera disputa contra Lula no 2º turno; veja números

Foto: Reprodução

Pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data nesta terça-feira (5) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno presidencial.

Segundo o levantamento, Flávio tem 44% das intenções de voto, contra 43% de Lula, cenário que configura empate técnico dentro da margem de erro, conforme a CNN.

A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, o que indica uma disputa aberta e sem definição no momento. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. O nível de confiança é de 95%.

O estudo foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o protocolo BR-03627/2026. Veja AQUI a íntegra da pesquisa.

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Judiciário

BASTIDORES: parte do STF avalia reduzir penas de condenados do 8 de Janeiro

Foto: Antonio Augusto/STF

Parte de ministros do STF avalia, em conversas de bastidores com lideranças do Congresso Nacional, a possibilidade de redução de penas aplicadas a condenados pelos atos de 8 de janeiro. Segundo informações da CNN Brasil, o cenário está ligado à tramitação do chamado PL da Dosimetria e à percepção interna de que não há maioria consolidada para barrar a proposta.

Segundo interlocutores, o ambiente político e institucional não favorece, neste momento, a derrubada do projeto. A avaliação considera também o aumento recente da tensão entre o Judiciário e o Legislativo.

Apesar da possibilidade de redução de penas, a eventual aplicação da nova regra não seria automática. Conforme o modelo em discussão, caberia ao relator dos casos ligados ao 8 de janeiro, ministro Alexandre de Moraes, analisar individualmente os pedidos apresentados pelas defesas.

Segundo o relator do projeto na Câmara, deputado Paulinho da Força, a revisão das penas pode gerar impacto relevante em parte dos casos. Mais de 1,4 mil pessoas foram condenadas pelos atos, e cerca de 600 réus poderiam ser alcançados pela nova legislação, caso seja mantida após eventual análise judicial.

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Judiciário

TST tem maioria dos ministros acima de R$ 100 mil e presidente recebe R$ 103 mil no mês

Foto: Divulgação/TSE

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) registrou em março que 21 dos 25 ministros da Corte receberam remunerações acima de R$ 100 mil líquidos, segundo dados oficiais do próprio tribunal. No mesmo período, o presidente da Corte, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, recebeu R$ 103,5 mil líquidos, valor mais que o dobro do teto constitucional do funcionalismo público.

O teto do funcionalismo público atualmente é de R$ 46.366,19, equivalente ao salário de ministros do STF. Ainda assim, a maioria dos integrantes do TST aparece com rendimentos que ultrapassam R$ 100 mil no mês analisado.

No caso do presidente da Corte, a remuneração bruta em março chegou a R$ 127 mil. Segundo os registros, o valor é formado por subsídio, vantagens individuais, indenizações, gratificações e pagamentos eventuais.

Após os descontos legais, o valor líquido ficou em R$ 103,5 mil. No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o magistrado recebeu mais de R$ 290 mil líquidos, com pagamentos mensais acima de R$ 80 mil.

Os dados revelam ainda que apenas quatro dos 25 ministros ficaram abaixo da marca de R$ 100 mil no período, com rendimentos entre R$ 52 mil e R$ 90 mil.

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Política

[VÍDEO] ANÁLISE: Waack diz que Lula tenta conter desgaste e “desenrolar” desaprovação com programa para endividados

Imagens: Reprodução/CNN

O jornalista William Waack, m sua coluna na CNN, analisou o novo programa do governo federal voltado para pessoas endividadas e afirmou que a medida teria foco eleitoral. Segundo ele, a iniciativa surge em meio à alta desaprovação do presidente Lula (PT) e não atacaria as causas estruturais do endividamento da população brasileira.

De acordo com Waack, o governo tenta apresentar soluções para o problema do endividamento, mas sem enfrentar fatores como juros elevados e renda insuficiente das famílias. O jornalista também criticou o fato de a inflação não ter explodido, mas ainda assim impactar fortemente a população de baixa renda.

Em análise, Waack afirmou que o cenário de crédito no país continua pressionando especialmente quem recorre ao rotativo do cartão, considerado um dos mais caros do mercado. Para ele, a política fiscal do governo também contribui para o cenário de juros elevados.

O comentarista ainda destacou declarações do presidente Lula ao tratar o tema do endividamento sob uma perspectiva comportamental, o que, segundo ele, desvia das causas econômicas do problema e recai em uma abordagem moral do tema.

Por fim, Waack avaliou que o objetivo central do programa seria tentar reduzir a desaprovação do governo, mirando o cenário eleitoral. Segundo ele, o Palácio do Planalto ainda pode lançar novas iniciativas com o mesmo foco até as eleições.

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Política

[VÍDEO] “É muito bom que o povo tenha capacidade de se endividar”, diz Lula

Imagens: Reprodução/Poder360

O presidente Lula (PT) afirmou, em discurso, que “é muito bom que o povo tenha capacidade de se endividar”. A declaração foi feita ao comentar o comportamento de consumo da população brasileira e o acesso ao crédito, citando ainda a importância da responsabilidade financeira ao contrair dívidas.

Lula destacou que o endividamento faz parte da dinâmica econômica do país e relembrou a crise de 2008, quando o mercado internacional enfrentou o chamado “subprime”.

Segundo o presidente, à época ele chegou a fazer um pronunciamento em rede nacional incentivando cautela, mas sem medo do consumo, desde que houvesse responsabilidade. “Não deveriam gastar mais do que pudessem pagar”, disse, ao relembrar o contexto daquele período.

A declaração atual reacende discussões sobre consumo, crédito e nível de endividamento das famílias brasileiras.

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