O governo brasileiro anunciou nesta sexta-feira sete dias de luto pela morte do líder sul-africano Nelson Mandela. Segundo a Secretaria de Comunicação da Presidência da República , o decreto será publicado ainda hoje em edição extra no “Diário Oficial da União”.
A previsão é que Dilma vá ao velório no próximo sábado, dia 14, data em que chefes de Estado devem comparecer ao funeral. Mas a data ainda não está confirmada oficialmente.
Em nota divulgada ontem, Dilma Rousseff disse que “o exemplo deste grande líder guiará todos aqueles que lutam pela justiça social e pela paz no mundo”. Em nome do governo e do povo brasileiro, Dilma manifestou pesar pela morte de Mandela aos familiares do líder sul-africano, ao presidente Jacob Zuma e à população da África do Sul.
Para Dilma, a luta de Mandela contra o apartheid transformou-se em paradigma para a África e para todos os “que lutam pela justiça, pela liberdade e pela igualdade”. Ela disse ele conduziu “com paixão e inteligência” o processo.
Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, indicam que o advogado Walfrido Warde afirmava que o banqueiro contava com apoio do presidente Lula (PT) e de integrantes do partido para tentar salvar a instituição.
A Revista Veja divulgou neste domingo (18) um áudio de Walfrido enviado em março de 2025, após o anúncio da venda de 58% do Master ao Banco de Brasília (BRB), ele diz que a Globo tentava enfraquecer o apoio político de Vorcaro dentro do PT.
As conversas também mostram tentativas de aproximação entre o banqueiro e Lula. O presidente é citado em pelo menos 20 mensagens enviadas pelo advogado entre abril de 2023 e julho de 2025.
Reportagem da Revista Veja diz que Vorcaro orientou que eventual apoio de Lula fosse articulado por meio de Edinho Silva, presidente do PT, para evitar expor o presidente. A operação dependia da aprovação do Banco Central, que acabou liquidando o Master em novembro de 2025.
A reta final da corrida pelo Palácio do Planalto ganha contornos de máxima tensão neste domingo (18). Pela primeira vez na campanha de 2026, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) medem forças diretamente no estúdio da Band, em um confronto que acaba com o jejum de ausências em debates.
Sob a condução dos jornalistas Eduardo Oinegue e Adriana Araújo, os candidatos terão a oportunidade de testar propostas e estratégias em tempo real. A pauta política promete focar nas frentes investigativas de ambos os lados: Flávio usará a apuração sobre o filho do presidente, Lulinha, no setor de canabidiol para fustigar o adversário, enquanto Lula deve contra-atacar articulando questionamentos em torno do Caso Master e os desdobramentos sobre o banqueiro Daniel Vorcaro.
No plano socioeconômico, a recente aprovação do fim da escala 6×1 desponta como a principal cartada petista para dialogar com os trabalhadores e remodelar a disputa na última semana de campanha. Do outro lado, o impacto do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, sob justificativa de supostas desvantagens comerciais causadas pela adesão massiva ao Pix, coloca em pauta a capacidade de resposta da diplomacia e da economia brasileira.
O embate de duas horas será o principal termômetro para medir o poder de reação e a retenção de votos dos dois finalistas antes que o eleitorado vá às urnas no próximo domingo (25).
Foto 1: Ricardo Stuckert/Campanha | Foto 2: Charles Vieira/Campanha
A uma semana da votação decisiva do segundo turno, os principais institutos de pesquisa do país apontam um cenário de empate técnico na disputa presidencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), com o candidato da oposição numericamente à frente em todos os levantamentos. O quadro atual marca uma inversão em relação à eleição de 2022, quando o petista liderava as intenções de voto contra o então presidente Jair Bolsonaro na reta final.
Datafolha
No levantamento do Datafolha divulgado nesta quinta-feira (15), Flávio marca 47% contra 45% de Lula.Brancos e nulos somam 6%, enquanto os indecisos são 2%.Considerando apenas os votos válidos (que descartam brancos e nulos), o senador soma 51% e o atual presidente tem 49%.
Em momento equivalente de 2022 (pesquisa de 20 de outubro), o cenário era oposto: Lula registrava 49% e Jair Bolsonaro, 45% (52% a 48% em votos válidos).A margem de erro de ambos os estudos é de dois pontos percentuais.
Quaest
A pesquisa Quaest publicada na quarta-feira (14) também retrata a estabilidade do empate técnico no limite da margem de erro de dois pontos: Flávio aparece com 46% e Lula com 44%.O grupo de indecisos é de 1% e o de brancos/nulos atinge 9%. A sondagem não calculou projeção de votos válidos.
Na reta final do pleito de 2022 (19 de outubro), a Quaest trazia Lula com 47% contra 42% de Jair Bolsonaro — o que representava uma vantagem de 53% contra 47% em votos válidos para o candidato petista.
CNT/MDA
Divulgada nesta sexta-feira (16/10), a pesquisa CNT/MDA reforçou o equilíbrio apertado: Flávio pontua 46,8% frente aos 45,9% de Lula. Brancos e nulos somam 4,9%, e indecisos chegam a 2,4%. Nos votos válidos, a vantagem numérica de Flávio é de 50,5% contra 49,5% do atual presidente.
A um trecho idêntico da votação em 2022, o instituto indicava vitória mais folgada para Lula na pesquisa intencional (48,1% contra 41,8%) e nos votos válidos (53,5% a 46,5%).
Histórico de 2022 x Desafio Atual
Embora as pesquisas de 2022 indicassem margens de até seis pontos a favor de Lula na reta final, a apuração real das urnas resultou na disputa mais apertada da história recente do país: o petista obteve 50,90% (60.345.999 votos) contra 49,10% de Jair Bolsonaro (58.206.354 votos) , uma diferença final de apenas 1,8 ponto percentual. O patamar de largada deste ano projeta um desfecho ainda mais concorrido entre as duas forças políticas.
[VÍDEO] Papa Leão XIV reaparece na janela do Vaticano e reza Angelus no Vaticano um dia após cirurgia no pulmão https://t.co/ksKk9lpZZG https://t.co/QLo2ZCk7QZ
Em seu primeiro compromisso público após passar por uma cirurgia para a retirada de um tumor no pulmão, o papa Leão XIV conduziu a tradicional oração do Angelus neste domingo (18). Aparecendo da janela de seu apartamento no Vaticano para os fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o pontífice demonstrou firmeza, sorriu e confirmou que retomará gradualmente suas atividades.
“Desejo agradecer a todos aqueles que rezaram por mim nestes últimos dias. Senti de verdade o apoio de vocês. Esta experiência me fez sentir de maneira especial a proximidade com todos aqueles que enfrentam uma doença e uma condição de enfermidade. Livre desta fase delicada, como vocês sabem, agora retomarei gradualmente minhas atividades, sempre com a ajuda de Deus e as orações de vocês”, declarou o pontífice.
Aos 71 anos, Leão XIV teve alta no sábado (17) após permanecer hospitalizado por cinco dias no Hospital Gemelli, em Roma. A intervenção cirúrgica ocorreu na terça-feira (13) para tratar um adenocarcinoma pulmonar, resultando na remoção do lobo inferior do pulmão direito por meio de técnica videoassistida.O procedimento foi bem-sucedido e sem complicações.
A rotina diplomática do pontífice foi mantida mesmo durante o período hospitalar. Na sexta-feira (16), Leão XIV conversou por telefone com o presidente russo, Vladimir Putin, solicitando a suspensão dos ataques em zonas de conflito na Ucrânia para viabilizar a entrada de ajuda humanitária e a evacuação segura de civis.
Foto: Ricardo Stuckert/PT/Divulgação e Rebeca Ligabue/Metrópoles
No último domingo que antecede o segundo turno das eleições presidenciais, apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) realizam agendas de mobilização com estratégias opostas em São Paulo. A direita concentra suas forças em um grande ato unificado na Avenida Paulista, enquanto a militância de esquerda espalha ações descentralizadas pelos bairros da periferia da capital.
O comício liderado por Flávio Bolsonaro ocorre nas proximidades do Masp a partir das 11h, com concentração iniciada às 9h. Denominada “Bloco do 22”, a manifestação conta com a presença do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do prefeito Ricardo Nunes (MDB). Segundo dados enviados pelo PL à prefeitura, a expectativa de público é de 20 mil pessoas, em uma demonstração de força vista como resposta ao ato pró-Lula do último dia 11.
Em contrapartida, a campanha petista optou por cancelar o ato unificado que estava previsto para a região central e redirecionar a militância para as periferias. A partir das 15h, ocorrem mobilizações no Grajaú (Zona Sul), na Cachoeirinha (Zona Norte) e em Itaquera (Zona Leste), além de uma concentração de torcedores corinthianos às 17h no Largo da Banana (Barra Funda). De acordo com Kiko Celeguim, presidente estadual do PT, a orientação do partido foi priorizar ações comunitárias nas regiões periféricas e em cidades da Grande SP e do interior.
Lula não participa dos atos de rua neste domingo devido ao compromisso com o debate presencial na TV Bandeirantes, marcado para as 20h, enquanto seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), cumpre agenda em Poços de Caldas (MG). A campanha do PT prevê encerrar as mobilizações de rua no próximo sábado (24), com uma nova convocação na Avenida Paulista às vésperas da votação.
[VÍDEO] MENTIROSO: “Ele mente em coisa pequena, ele mente em coisa grande, ele mente o tempo inteiro”, diz lobista sobre Lula https://t.co/0vtFNkp3v3 https://t.co/2JLoONo1Ye
A lobista Roberta Luchsinger, que no passado figurou entre as apoiadoras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), adotou um tom de duro confronto contra o chefe do Executivo. Em entrevista a CNN na noite deste sábado (14), Luchsinger acusou o presidente de falta com a verdade em suas manifestações públicas e privadas.
“Mente sobre coisas grandes, mente sobre coisas pequenas. Mente sobre tudo”, declarou Luchsinger. O posicionamento marca uma virada no discurso de Roberta, cuja proximidade anterior com o grupo político do governo amplifica o impacto das declarações no cenário político de Brasília.
A mudança de atitude da lobista intensifica as cobranças por esclarecimentos sobre as tratativas e denúncias mencionadas por ela.
Após as declarações de Roberta Luchsinger à CNN Brasil, a oposição ao governo iniciou uma forte ofensiva institucional e nas redes sociais. Em publicação no X, parlamentares relataram ter acompanhado a transmissão ao lado de lideranças como o deputado Luciano Zucco (PL-RS) e o senador eleito Sanderson (PL-RS), defendendo a entrada imediata da empresária no programa de proteção a testemunhas.
Eu, Zucco e Sanderson estamos assistindo juntos à entrevista de Roberta Luchsinger à CNN. Estamos solicitando imediatamente sua inclusão no programa de proteção à testemunha. Suas denúncias contra Lula são gravíssimas e demonstram o enorme risco de vida que ela e suas filhas correm.
O líder da oposição na Câmara, deputado federal Gilberto Silva (PL-PB), informou ter protocolado pedidos formais em diversas instâncias para garantir a “proteção de vida à delatora de Lula”. Silva afirmou que a oposição não aguardará uma decisão do governo sobre o tema e confirmou o envio de ofícios à Polícia Federal, ao Ministério da Justiça, à Procuradoria-Geral da República (PGR), à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), à Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) e ao relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).
A estratégia da oposição inclui ainda um Requerimento de Informação e a convocação do ministro da Justiça para prestar esclarecimentos na Comissão de Segurança Pública, além de pedidos de audiência nas Comissões de Direitos Humanos e da Mulher. “Se o Estado não proteger, levamos à Comissão Interamericana. Ninguém vai calar uma testemunha neste País”, declarou o parlamentar.
Paralelamente, a repercussão ganhou tração nas redes digitais. O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, divulgou trechos da entrevista no Instagram e mobilizou apoiadores no X ao impulsionar a hashtag “Fala tudo Roberta”, que figurou entre os assuntos mais comentados do dia na plataforma.
Às vésperas do segundo turno das eleições, o presidente Lula (PT) reagiu com firmeza às declarações da lobista Roberta Luchsinger prestadas à CNN Brasil neste sábado (17). Em nota oficial, o chefe do Executivo negou qualquer envolvimento com a empresária, disse desconhecer negociações citadas por ela e assegurou que o governo federal não possui contratos com a investigada.
As declarações de Luchsinger envolvem também o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que, segundo ela, teria se reunido “inúmeras vezes” com ministros do governo sob o conhecimento de Lula. A empresária, que negou a farsa de acusações que a rotulam como “pilantra”, afirmou pretender fechar um acordo de delação premiada.
Em contra-ataque, Lula classificou a divulgação como oportuna e tendenciosa. “Causa estranheza que essas declarações sejam lançadas justamente às vésperas do segundo turno”, afirmou o presidente, ressaltando que o eleitorado brasileiro já presenciou denúncias sem provas usadas para manipular a opinião pública em períodos eleitorais.
[VÍDEO] “CANALHA”: Amiga de Lulinha acusa Lula, diz que não será “boi de piranha” e anuncia que fará delação premiada: https://t.co/THG1OXs6QV https://t.co/otVNV8ZAcj
A empresária e lobista Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, chamou o presidente Lula (PT) de “canalha”, “covarde” e “mau-caráter” e afirmou que pretende fazer uma delação premiada. Ela é investigada pela Polícia Federal por suspeitas de tráfico de influência em negócios envolvendo órgãos federais.
“Vou fazer uma delação premiada porque não serei eu o ‘boi de piranha’. O que eu fiz, se for crime, eu vou responder”, declarou Roberta em entrevista neste sábado (17) à CNN Brasil.
A lobista também afirmou que Lulinha teria se reunido várias vezes com ministros do governo, inclusive Camilo Santana. Ela prometeu não poupar ninguém em uma eventual colaboração com a Justiça.
As declarações vieram depois de Lula dizer que não conhecia Roberta e chamá-la de “pilantra” e “Vorcaro feminino”. A empresária aparece ao lado do presidente em fotografias, mas o presidente sustenta que pode apenas ter posado para imagens, como faz com apoiadores.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, decidiu neste sábado (17) que a reportagem de capa da revista VEJA sobre relatos do banqueiro Daniel Vorcaro envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá continuar sendo publicada.
A Advocacia-Geral da União (AGU) e a campanha de Lula haviam acionado o TSE para questionar a publicação e solicitar direito de resposta.
A matéria apresenta áudios atribuídos a Vorcaro nos quais ele relata pagamentos de R$ 30 milhões para financiar um documentário sobre Lula, dirigido pelo cineasta Oliver Stone. Segundo a publicação, o objetivo seria facilitar o acesso a fundos de pensão de empresas estatais e viabilizar investimentos de até R$ 10 bilhões no Banco Master.
As informações teriam sido apresentadas pela defesa do banqueiro à Procuradoria-Geral da República (PGR) durante tentativas de firmar um acordo de colaboração premiada, recusado duas vezes pelo órgão.
Nunes Marques afirmou não identificar, em análise preliminar, elementos suficientes para determinar a retirada do conteúdo. Segundo a decisão, a reportagem atribui ao banqueiro o núcleo das acusações, apresenta a negativa do candidato e inclui ressalvas relevantes. Para o ministro, não ficou demonstrada falsidade evidente ou descontextualização grave que justificasse a medida.
Agora terminou de torar, Robertinha Lusingher, amiga do peito do burrinho, chamou o apedeuta de mentiroso, mau caráter , senil, esclerosado, covarde, é nisso que dá , achar que todo mundo é fraco e desmemoriado, pega bando de jumentos.
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