Diversos

Governo do Estado apresenta metas do PRÓ-SERTÃO para o período 2015-2018 e assina doação de terreno para a Guararapes

O Governo do Estado, através da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SEDEC), irá apresentar, na próxima sexta-feira, 12 de junho, às 11h30, as novas metas do Programa de Interiorização da Indústria Têxtil (PRÓ-SERTÃO) para o período 2015-2018. A solenidade será realizada no Auditório da Governadoria. Na ocasião, será assinada, pelo Governador Robinson Faria, a doação de um terreno à Guararapes, que fará a apresentação do novo Centro de Distribuição da empresa.

O ato contará com a presença do Governador Robinson Faria; do Secretário de Desenvolvimento Econômico, Paulo Cordeiro; secretários de outras pastas; diretores e representantes das empresas beneficiadas; representantes do SEBRAE, da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN) e do Banco do Nordeste (BNB).

Criado pelo Governo do Estado, por meio da SEDEC, em parceria com a Federação das Indústrias do RN (FIERN) e SEBRAE/RN, o Programa de Interiorização da Indústria Têxtil (PRÓ-SERTÃO) tem como objetivo contribuir para a geração de emprego e renda em municípios localizados em regiões de baixo desenvolvimento econômico, apoiando a implantação de novas empresas de confecções no Rio Grande do Norte.

Dando continuidade ao programa de grande importância para a geração de emprego nos municípios do RN, o Governo do Estado, junto à cadeia têxtil, prevê a instalação de 210 novas facções até 2018 com a geração de 8.400 postos de trabalho diretos em todo o interior, alcançando a produção de 126 mil peças por dia. Trata-se de um programa que está levando a industrialização ao interior do Rio Grande do Norte, contando com a implantação de fábricas de facção de vestuário para atender à demanda de grandes fabricantes de confecções.

O Governo do Estado busca atender as grandes indústrias instaladas no Rio Grande do Norte que fomentam nossa economia, obtendo a consolidação de mercados e vantagens competitivas. Pretende, ainda, participar do processo de ampliação do segmento, promovendo a geração de vínculos de negócios sustentáveis entre grandes empresas – âncoras do programa – e suas micros e pequenas empresas fornecedoras, localizadas no interior do Estado.

Público-alvo

O público alvo do PRÓ-SERTÃO são os pequenos e micro empreendedores, localizados no Rio Grande do Norte, com aptidão para o desenvolvimento da atividade produtiva de confecção têxtil, visando o fornecimento de serviços na cadeia de suprimentos a montante de grandes indústrias do segmento têxtil e confecções.

Vantagens do PRÓ-SERTÃO

• Ampliar a oferta de emprego e geração de renda, movimentado a economia no interior;

• Contribuir para a ampliação e fortalecimento das relações de negócio entre grandes empresas e empreendedores locais;

• Capacitar as empresas fornecedoras por meio da melhoria da gestão empresarial e industrial;

• Capacitar pessoas interessadas em qualificação profissional na área de vestuário;

• Apoiar as instituições para atender às necessidades das empresas.

Opinião dos leitores

  1. programa criado pelo ex-secretario rogerio marinho onde ate hoje destribui emprego no interior do rn principalmente na região serido

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Geral

Comércio, construção e agro seriam setores mais prejudicados por fim da escala 6×1

Foto: Mariangela

O fim da escala 6×1, se aprovada pelo Congresso Nacional, poderia acabar com 600 mil empregos no Brasil, segundo nota técnica do CLP (Centro de Liderança Pública). Os setores mais impactados, de acordo com o documento, seriam o agro, o comércio e o segmento de construção.

Nos três setores, a perda de produtividade seria de 1,3%, o que acarretaria no fechamento de 1,6% dos postos de trabalho. Em números absolutos, a agropecuária fecharia 28 mil vagas; o comércio, 164 mil; e a construção, 45 mil.

Veja impacto nos setores:

Impacto do fim da escala 6×1 (principais setores)

Sobre estes prejuízos, especialistas explicam que o fim da jornada 6×1, sem redução salarial proporcional, aumenta o custo do trabalho no Brasil. E os empregadores tendem a cortar empregos de maneira a manter o equilíbrio dos negócios.

“Como a PEC 6×1 propõe a manutenção do salário com redução abrupta da carga de trabalho, o custo do trabalho vai aumentar muito. Com a produtividade estruturalmente baixa, isso gera um choque negativo na produtividade do trabalho, com efeito colateral no crescimento do PIB”, afirma o economista-chefe da ARX, Gabriel Barros.

A nota técnica mostra que a redução da jornada, considerando o PIB (Produto Interno Bruto) registrada em 2025, resultaria na perda de cerca de R$ 88 bilhões em atividade econômica.

“A possibilidade de mudar a escala de trabalho existe, mas exigiria um esforço muito maior de compreensão dos impactos gerais na economia. Os estudos macro foram que há perda de PIB potencial associada a esse tipo de mudança”, afirma o economista Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados.

Este tipo de medida seria prejudicial ao Brasil devido a sua baixa produtividade — palavra-chave no que diz respeito a essa discussão. Segundo o CLP, entre 2016 e 2025, o crescimento médio da produtividade do trabalhador ao redor do mundo ficou em torno de 1,5% ao ano, enquanto no Brasil ficou em 0,5%.

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Saúde

Saúde descarta R$ 108 milhões em vacinas e medicamentos; parte ainda estava dentro da validade

Foto: Aline Massuca/Metrópoles

O Ministério da Saúde incinerou mais de R$ 108,4 milhões em vacinas, medicamentos e insumos ao longo de 2025. Desse total, 17,1% — cerca de R$ 18,5 milhões — ainda estavam dentro do prazo de validade no momento do descarte, segundo dados obtidos via Lei de Acesso à Informação.

As informações são da coluna de Tácio Lorran, do Metrópoles. Entre os itens inutilizados estão medicamentos de alto custo, como anticorpos monoclonais usados no tratamento de câncer, além de vacinas contra a dengue e insumos adquiridos por decisão judicial. Há casos de produtos com validade até 2050 que também acabaram incinerados. Apesar da redução em relação aos anos anteriores, o volume segue acima do período pré-pandemia.

Nos três primeiros anos do atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o montante descartado já chega a R$ 2 bilhões — valor mais de três vezes superior ao registrado em todo o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro, quando foram incinerados R$ 601,5 milhões. O pico ocorreu em 2023, com R$ 1,3 bilhão em perdas.

Após auditoria, a Controladoria-Geral da União apontou falhas na gestão de estoques e recomendou medidas para melhorar controle, logística e monitoramento. O ministério afirma que as recomendações já foram cumpridas ou estão em fase final de execução e nega desperdício, alegando ressarcimento em casos de não conformidade técnica.

Segundo a pasta, a taxa de incineração em 2025 correspondeu a 1,48% do estoque total, com meta de redução para 1% em 2026. O governo atribui os descartes a fatores como judicialização, mudanças em protocolos médicos, variações epidemiológicas e exigências sanitárias que impedem o reaproveitamento de medicamentos devolvidos.

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Geral

VÍDEO: Padre critica homenagem a Lula no Carnaval e compara desfile a “miniatura da Coreia do Norte”

Vídeo: Reprodução/X

Uma homilia celebrada na Quarta-feira de Cinzas ganhou repercussão nas redes sociais após o padre Francisco de Assis, da Paróquia São Paulo, em Frei Paulo (SE), criticar o desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Carnaval de 2026.

Durante a missa, realizada no dia 18 de fevereiro, o sacerdote afirmou ter se incomodado com trechos da apresentação e disse que, na sua avaliação, o enredo teria ironizado valores considerados centrais pela Igreja, como a família. Ele também comparou a exaltação ao presidente a uma “miniatura da ditadura da Coreia do Norte”.

Na fala, o padre fez críticas diretas ao chefe do Executivo e questionou eleitores do presidente, posicionamento que rapidamente passou a circular em vídeos nas redes sociais, dividindo opiniões entre fiéis e internautas.

O desfile da escola de Niterói já vinha sendo alvo de debates políticos e religiosos desde a apresentação na Marquês de Sapucaí. A agremiação levou à avenida um enredo que retratou a trajetória de Lula, da infância no Nordeste à Presidência da República, o que gerou reações tanto de apoio quanto de contestação.

Até o momento, não houve manifestação oficial da escola ou do Palácio do Planalto sobre as declarações feitas pelo religioso.

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Geral

VÍDEO: “É preciso dar um paradeiro”, diz Lula ao criticar ameaças de Trump a outros países

Vídeo: Reprodução/Metrópoles

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo (22), durante coletiva na Índia, que pretende discutir diretamente com Donald Trump o papel dos Estados Unidos na América do Sul e disse que é “preciso dar um paradeiro” nas ameaças feitas pelo norte-americano a outros países. A declaração ocorre após Trump indicar a possibilidade de ataque ao Irã nos próximos dias.

Lula afirmou que quer saber se os EUA pretendem atuar como parceiros ou como agentes de pressão internacional. Segundo ele, a conversa com Trump, prevista para a segunda quinzena de março em Washington, deve tratar de temas estratégicos e da relação bilateral. O encontro foi combinado por telefone, mas ainda não tem data oficial confirmada.

O presidente brasileiro disse acreditar na “química” pessoal como ferramenta de negociação e destacou que prefere o diálogo direto. “Não tem veto, não tem nada proibido na mesa de negociação”, afirmou, ao citar temas como minerais críticos, cooperação econômica e combate ao crime organizado.

Na mesma coletiva, Lula voltou a comentar a homenagem recebida da Acadêmicos de Niterói no Carnaval. Classificou o desfile como “extraordinário”, agradeceu à escola e evitou entrar nas críticas feitas por setores evangélicos à ala intitulada “neoconservadores em conserva”.

A representação gerou reação de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, que classificaram a encenação como ofensiva. Lula, no entanto, afirmou que apenas aceitou a homenagem e que não interferiu no conteúdo do enredo.

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Economia

Fim da escala 6×1 pode gerar rombo bilionário e pressionar indústria, alerta entidade

Foto: Drazen Zigic/Freepik/Arquivo

A possível substituição da escala 6×1 por uma jornada semanal menor pode provocar um impacto de até R$ 178,8 bilhões por ano nos custos da indústria brasileira, segundo estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. De acordo com o levantamento, caso a carga horária seja reduzida para 36 horas semanais sem corte salarial, a folha de pagamento do setor pode subir 25,1%.

Em um cenário intermediário, com jornada de 40 horas, o impacto financeiro projetado varia entre R$ 58,3 bilhões e R$ 87,5 bilhões anuais, representando aumento de 7,4% a 11,2% nos custos com mão de obra. A entidade afirma que a mudança pode pressionar margens, encarecer produtos e reduzir a competitividade da indústria nacional.

Segundo a Abimaq, cerca de 80% das empresas do setor operam atualmente com jornada de 44 horas semanais no sistema 5×2. Para a associação, qualquer redução de carga horária sem ajuste proporcional de salários tende a gerar efeito cascata, com risco de demissões e até fechamento de empresas.

A discussão ocorre em meio a comparações internacionais, já que países da União Europeia adotam jornadas médias entre 36 e 40 horas semanais, geralmente com mecanismos de compensação negociados entre empresas e sindicatos. No Brasil, embora o limite legal seja de 44 horas, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística indicam que a média efetiva trabalhada costuma ser inferior ao teto.

A entidade também chama atenção para a baixa evolução da produtividade no setor, que teria crescido, em média, 0,2% ao ano entre 1981 e 2024. O tema deve ganhar força nas negociações coletivas, que já registram milhares de acordos tratando de prorrogação ou redução de jornada.

Com informações do R7

Opinião dos leitores

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Política

CPI mira STF e quer ouvir Toffoli, Moraes e familiares sobre caso Banco Master

Foto: STF

A CPI do Crime Organizado no Senado deve analisar, na próxima quarta-feira (25), uma série de requerimentos que colocam ministros do Supremo Tribunal Federal no centro das investigações sobre o Banco Master. Entre os pedidos estão convites para que Dias Toffoli e Alexandre de Moraes prestem esclarecimentos sobre possíveis ligações com o conglomerado financeiro.

A comissão também analisa quebras de sigilo e convocações de sócios e executivos da instituição, incluindo o proprietário Daniel Vorcaro. Parlamentares da oposição ainda apresentaram requerimentos envolvendo familiares dos ministros, como a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa de Moraes, citada em pedidos relacionados a contrato firmado entre o banco e seu escritório.

Outro ponto sensível envolve o resort Tayayá, anteriormente ligado a familiares de Toffoli e posteriormente vendido a fundo associado a Vorcaro. As conexões comerciais motivaram questionamentos e contribuíram para a substituição de Toffoli na relatoria do caso no STF, que passou ao ministro André Mendonça.

A pauta inclui ainda convite ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para esclarecer a liquidação extrajudicial do banco e uma reunião fora da agenda entre Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teria contado com a presença de Rui Costa e Guido Mantega.

Além dos requerimentos, a CPI deve ouvir o ex-deputado estadual do Rio de Janeiro Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias, preso sob acusação de ligação com o Comando Vermelho. A comissão promete avançar sobre contratos, relações empresariais e possíveis desdobramentos políticos do caso.

Com informações da CNN

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Geral

Adolescente de 16 anos é morto a tiros e criança de 5 anos fica ferida durante tiroteio no Bom Pastor

Foto: Via Certa Natal

Um adolescente de 16 anos morreu e uma criança de 5 anos foi baleada durante um tiroteio registrado neste sábado (21) no bairro Bom Pastor, na Zona Oeste de Natal, nas proximidades do quilômetro 6. A vítima fatal foi identificada como Jonathan. Segundo informações apuradas no local, ele estaria em uma motocicleta com outro homem quando houve troca de tiros.

De acordo com relatos iniciais, os dois teriam chegado armados e, em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas, um terceiro envolvido reagiu. Durante o confronto, Jonathan foi atingido por disparos e morreu no local. O outro homem que estava com ele conseguiu fugir.

No meio do tiroteio, uma criança de 5 anos acabou sendo baleada no braço. Ela foi socorrida inicialmente para a UPA da Esperança e, em seguida, transferida para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. A atualização médica aponta que a criança chegou consciente, falando e não corre risco de vida.

A Polícia Militar do Rio Grande do Norte isolou a área e apreendeu uma arma de fogo que estava com o adolescente. Cápsulas ficaram espalhadas pelo chão, evidenciando a intensidade do confronto. A ocorrência será investigada pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa, enquanto a Polícia Científica foi acionada para a perícia e remoção do corpo.

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Geral

Globo é alvo de críticas por não exibir Desfile das Campeãs na TV aberta

Foto: Marco Terranova | Riotur

A decisão da TV Globo de não transmitir o Desfile das Campeãs do Rio de Janeiro na íntegra pela TV aberta provocou forte reação nas redes sociais neste sábado (21). A emissora exibiu apenas o show de abertura após o Big Brother Brasil, deixando de fora as apresentações completas das escolas na avenida.

O evento movimenta a Marquês de Sapucaí e começou com a entrada da Estação Primeira de Mangueira às 22h. O show inicial contou com nomes como João Gomes, Michel Teló e Léo Santana, além de intérpretes das agremiações. No entanto, a transmissão ocorreu com atraso de quase uma hora em relação ao que acontecia ao vivo no sambódromo.

Enquanto isso, o Multishow exibiu todo o desfile ao vivo, mas apenas para assinantes de TV por assinatura ou do Globoplay. A limitação gerou críticas de telespectadores que cobraram maior valorização do Carnaval na programação aberta.

Voltaram à avenida a campeã Unidos do Viradouro, que conquistou o título com 270 pontos com o enredo “Pra Cima, Ciça!”, além de Imperatriz Leopoldinense, Acadêmicos do Salgueiro, Unidos de Vila Isabel, Beija-Flor de Nilópolis e Mangueira. A ausência da transmissão integral na Globo reacendeu o debate sobre espaço e prioridade dados ao maior espetáculo da cultura popular brasileira.

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Política

“Não sou o carnavalesco”: Lula se afasta de polêmicas após rebaixamento de escola

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo (22) que não cabe a ele opinar sobre o desfile da Acadêmicos de Niterói, que o homenageou no Carnaval e acabou rebaixada no Grupo Especial. “Eu não sou o carnavalesco, não fiz o samba-enredo, não cuidei dos carros alegóricos”, disse, ao ser questionado sobre críticas ao enredo e à reação de setores evangélicos.

Lula declarou que recebeu a homenagem com gratidão e afirmou que o tributo, na sua visão, foi mais direcionado à mãe, Dona Lindu, do que a ele. Segundo o presidente, a narrativa do desfile destacou a trajetória da família, da migração do Nordeste para São Paulo até sua ascensão política.

A apresentação, no entanto, gerou forte reação política. Partidos como PL e Missão protocolaram representações no Tribunal Superior Eleitoral, alegando propaganda eleitoral antecipada e possível abuso de poder político e econômico. Antes mesmo do desfile, pedidos para barrar a apresentação foram negados pela Corte.

Após a apuração, que colocou a escola na última posição, novas ações foram apresentadas à Justiça Eleitoral e a outros órgãos de controle. A oposição sustenta que houve promoção pessoal do presidente em pleno período pré-eleitoral, enquanto o governo nega qualquer irregularidade e afirma que não participou da escolha do enredo.

Mesmo com a derrota na avenida e a judicialização do caso, Lula evitou confrontos diretos. Disse que pretende agradecer pessoalmente à escola pela homenagem — ainda que tenha se confundido ao mencionar que faria isso quando voltasse a São Paulo, sendo que a agremiação é sediada em Niterói, no Rio de Janeiro.

Com informações do G1

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Política

Lula manda recado a Trump após nova tarifa: “Não queremos nova Guerra Fria”

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 13/01/2026Foto: Reuters/Adriano Machado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mandou um recado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao ser questionado sobre as novas tarifas impostas pelo republicano em conversa com a imprensa em Nova Délhi, na Índia, na madrugada deste domingo (22).

“Quero dizer ao presidente Trump que nós não queremos uma nova Guerra Fria. Não queremos ter preferência por nenhum país, queremos ter relações iguais com todos os países. Nós queremos tratar todos em igualdade de condições e receber deles também um tratamento igualitário com os outros países”, disse.

Trump anunciou uma nova tarifa global de 10% na sexta-feira (20) por meio da seção 122 do Ato do Comércio de 1974 depois da Suprema Corte barrar o uso da Lei de Poderes Econômicos e Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês). No sábado (21), ele decidiu aumentar para 15%.

O presidente ainda disse estar “aliviado” por não ter se precipitado nas negociações tarifárias com os Estados Unidos diante das incertezas causadas pelas disputas entre a Suprema Corte do país e Trump.

“Sobre a taxação, tomamos decisão com muita cautela e tomamos a decisão correta. Em algumas coisas o próprio governo americano voltou atrás (com relação às tarifas contra o Brasil) e agora temos a decisão da Suprema Corte. Por isso eu quero conversar direto com Trump sobre toda a relação entre o Brasil e os Estados Unidos”, disse ele.

Lula também voltou a criticar o uso do dólar em negociações comerciais. “Não queremos moeda dos Brics, queremos discutir. Para o Brasil fazer comércio com a Índia, precisa ter o dólar ou podemos fazer a nossa moeda?”.

Os Estados Unidos e os movimentos de Trump foram pauta da conversa do petista com a imprensa em Nova Délhi. Lula deve se encontrar com o presidente dos Estados Unidos em março, segundo o Planalto.

Lula está em viagem à Ásia e cumpriu agenda na Índia, onde fechou acordo sobre mineiras críticos e terras raras. Agora, segue para a Coreia do Sul ao lado de uma comitiva brasileira com 11 ministros.

Com informações da CNN

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