O general Eduardo Pazuello foi oficializado nesta quarta-feira como ministro interino da Saúde. Na prática, Pazuello já vinha comandando interinamente o ministério desde o dia 15 de maio, quando Nelson Teich pediu demissao. O general era o secretário-executivo de Teich. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).
O presidente Jair Bolsonaro já afirmou que Pazuello vai ficar “muito tempo” no comando do Ministério. A interinidade ocorre em meio à pandemia do novo coronavírus, que já causou 31.199 óbitos no país. Bolsonaro classifica Pazuello como “gestor de primeira linha” e já disse que ele faz um “excepcional trabalho na pasta”.
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— Por enquanto, deixa lá o general Pazuello, está indo muito bem. É um gestor de primeira linha — afirmou Bolsonaro no dia 19 de maio. — É um tremendo de um gestor, está fazendo um excepcional trabalho lá.
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Segundo adiantou a coluna do jornalista Lauro Jardim, do GLOBO, Pazuello comunicou à equipe da pasta que deve permanecer na interinidade até o fim de agosto ou, ainda, no início de setembro. A partir dessa data, segundo o general, ele conversará com o presidente Jair Bolsonaro para discutir sua eventual efetivação.
O cara errado (um general) no lugar errado (Ministério da Saúde) numa hora errada (uma pandemia). O Brasil precisa urgentemente tomar um banho de sal grosso.
É impressionante ver esses esquerdistas falando do presidente.
O presidente tá enviando dinheiro pra os estados. Eo que estão fazendo? Roubando!
Os deuses de toga não deixaram por conta dos governadores resolver o problema do vírus?
Ou estou ficando maluco?
Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular da lobista Roberta Luchsinger apontam que ela ordenou pagamentos a funcionários do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), entre eles o secretário-executivo adjunto da pasta, Ranniêr Costa Ciríaco, e o coordenador do cerimonial, José Martinho Ferreira de Araújo, de acordo com reportagem do Estadão, publicada nesta quarta-feira (23).
Roberta orientou o operador financeiro Ulisses Barbosa a retirar R$ 60 mil em dinheiro vivo que estavam guardados em sua residência e distribuir o valor em três contas bancárias, conforme apontam investigações da PF. Os depósitos foram realizados em 2 de junho de 2023 e acompanhados de comprovantes encontrados pelos investigadores.
Antes das transferências, Barbosa demonstrou preocupação com o volume movimentado. “Esse montante de 60k tem que ser diluído para depositar.. pq o banco faz uma série de questionamentos”, disse. Roberta respondeu que o dinheiro seria enviado para três contas.
No banco, o operador voltou a alertá-la: “Já estou no banco. Acima de 50 mil por dia por CPF a moça disse que o Banco Central já fica de olho… já aciona tipo um alerta lá. Só avisando”.
Uma das contas era de Ranniêr. A segunda pertencia a José Martinho. A terceira, segundo a PF, seria da mãe da filha de Martinho.
As mensagens e os comprovantes se somam a pagamentos de R$ 217 mil que, segundo a investigação, Roberta já havia feito ao ex-chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola.
A PF também identificou conversas entre Roberta e o empresário Cléber Ribas, que era representado por ela. Em uma mensagem de junho de 2023, ao tratar de um assunto envolvendo Ranniêr, a lobista escreveu: “To resolvendo seu problema”.
Seis meses depois dos pagamentos, o MDS contratou a empresa 3Structure, ligada a Ribas, por R$ 31,2 milhões. O contrato recebeu posteriormente um aditivo de R$ 2,7 milhões e um novo acordo de R$ 19,2 milhões.
A defesa de Lulinha afirmou que ele não tem relação com os fatos investigados. “Não é possível confirmar a autenticidade das mensagens e não nos cabe comentar sobre depósitos que não foram feitos pelo Fábio”, afirmou o advogado Marco Aurélio de Carvalho.
A defesa de Roberta disse desconhecer as informações. “A defesa desconhece tais conversas, insiste que os autos estão sob sigilo e lamenta esses vazamentos ilegais com puro interesse político eleitoreiro. Estamos seguros de que as autoridades não ficarão passivas diante de tais vazamentos”, disse o advogado Roberto Podval.
A 3Structure também negou irregularidades. “A 3Structure não tem conhecimento sobre tais pagamentos. Todos os contratos firmados pela empresa com o governo federal foram assinados em estrito cumprimento das normas aplicáveis às contratações públicas e submetidos a inúmeras instâncias decisórias, análises técnicas dos órgãos contratantes e auditorias do TCU”, afirmou Ribas. A PF ainda analisa os sigilos de Roberta e deve apurar se houve outros pagamentos a integrantes do governo federal.
Fotos: Pedro Ladeira/Folhapress e Edilson Rodrigues/Agência Senado
A crise envolvendo as investigações do Banco Master provocou um confronto direto entre o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, diante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A informação é da coluna da jornaista Marcela Mattos, do UOL.
O episódio ocorreu no dia 4, no gabinete presidencial, quando Messias questionou Andrei se a PF estaria monitorando seu telefone. Segundo relatos de pessoas que tiveram conhecimento da conversa, o encontro foi tenso, com troca de acusações e xingamentos.
Andrei Rodrigues negou qualquer tipo de monitoramento contra o chefe da AGU. A pessoas próximas, porém, afirmou que considerou a postura de Messias um “chilique” e disse que ele deveria “dar sermão na igreja, e não no Planalto”.
O episódio ocorreu um dia depois de Alexandre de Moraes retirar o sigilo de um relatório de inteligência da PF que questionava decisões do ministro André Mendonça nas investigações do Banco Master. O documento também mencionava uma possível omissão de Messias e trazia a expressão “autoriza monitoramento e coleta dirigida”, o que aumentou a desconfiança do advogado-geral.
Quatro dias depois do encontro, Mendonça determinou o afastamento de Andrei Rodrigues do comando da PF, alegando que a inteligência da corporação havia realizado um “monitoramento sistemático” e “ilícito” contra ele e Messias.
A crise ganhou outro capítulo quando Messias recorreu da decisão. Andrei telefonou ao ministro e afirmou: “Você está proibido de recorrer em meu nome”. Messias respondeu que recorreria “em nome do presidente da República”.
O diretor da PF então recusou a assistência da AGU, contratou uma advogada particular e conseguiu uma decisão favorável do ministro Flávio Dino para retornar ao cargo. Posteriormente, o presidente do STF, Edson Fachin, derrubou as decisões de Dino e de Mendonça e determinou novas manifestações dos envolvidos.
As divergências entre Messias e Andrei já vinham se acumulando desde julho, quando a PF pediu que a AGU contestasse decisões de Mendonça. A Advocacia-Geral recusou, alegando falta de competência para atuar na esfera criminal e riscos para as investigações.
O caso aprofundou as fissuras dentro do governo em torno da investigação do Banco Master e passou a envolver também ministros do STF e integrantes do Palácio do Planalto.
Flávio Bolsonaro (PL) cresceu três pontos percentuais e alcançou o presidente Lula (PT) em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa American Analytics/Times Brasil | CNBC divulgada nesta quarta-feira (23).
Os dois aparecem com 43% das intenções de voto. No levantamento anterior, realizado em junho, Lula tinha 45% e Flávio, 40%. Agora, o petista caiu dois pontos, enquanto o candidato do PL avançou três e zerou a diferença. Brancos e nulos somam 6%, e 8% não souberam ou não responderam.
Além do empate numérico, Lula e Flávio estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 2,5 pontos percentuais. A pesquisa ouviu 2 mil eleitores entre os dias 15 e 20 de setembro e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02587/2026. Com informações do BRPolls e Times Brasil | CNBC
O prefeito de Mossoró, Marcos Medeiros (Republicanos), pediu votos para Allyson Bezerra (União Brasil) e Cinthia de Allyson (União Brasil) durante uma reunião em que moradores da comunidade rural Puxa-Boi cobravam soluções para problemas de abastecimento de água e atendimento médico. De acordo com a reportagem do Diário do RN, o prefeito teria vinculado a solução dos problemas ao apoio aos candidatos dele.
“A gente está andando aqui para pedir voto para o nosso governador. Pedindo voto para Allyson, para a nossa deputada estadual, Cinthia de Allyson. A gente precisa reunir o máximo possível para apoiar o candidato, para que a gente consiga pedir e cobrar”, declarou o prefeito.
Marcos Medeiros participava da reunião usando camisa, boné, bottons e adesivos da campanha. De acordo com o Diário do RN, integrantes da equipe também vestiam material eleitoral. A secretária municipal de Saúde, Morgana Dantas, teria participado do encontro.
Após ouvir as reclamações sobre a dificuldade de acesso ao serviço de saúde pelos moradores , o prefeito sugeriu que a Prefeitura de Mossoró disponibilizasse transporte para levar os moradores até uma Unidade Básica de Saúde em um dia específico da semana. Uma pessoa que participou da reunião afirmou ao jornal, sob condição de anonimato, que as promessas de atendimento foram acompanhadas do pedido de votos.
“A população estava reivindicando a água. Estava reivindicando o problema da UBS, que não tem. Eles prometeram que iam resolver e ele pediu voto também para Allyson e pra Cinthia”, relatou uma pessoa da comunidade, sob a a condição de anonimato.
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, tinha pelo menos R$ 14,3 bilhões investidos em 16 ações judiciais que dependiam de decisões dos tribunais para gerar retorno. De acordo com a Folha de S.Paulo, os negócios envolviam a compra de direitos sobre possíveis indenizações da União a usinas de açúcar e álcool.
Os ativos, conhecidos como pré-precatórios, eram comprados por valores que podiam ficar na faixa de 20% da indenização estimada. Decisões favoráveis no STJ e no STF poderiam representar ganhos bilionários aos detentores desses direitos. A União seria responsável pelos pagamentos.
Segundo a reportagem, esses interesses estão no centro das relações mantidas por Vorcaro com integrantes do Judiciário e familiares de ministros. Mensagens apreendidas mostram discussões sobre o pagamento de R$ 500 mil mensais ao advogado Kevin de Carvalho Marques, filho do ministro Kassio Nunes Marques. O ministro afirmou que nunca votou a favor de Vorcaro, nunca trocou mensagens com ele e não autorizou ninguém a falar em seu nome.
O Master também mantinha contrato de R$ 129 milhões com o escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. No STJ, mensagens reveladas pela investigação mostram ainda conversas de Vorcaro com o ministro Benedito Gonçalves.
As investigações apontaram ainda que o Master possuía R$ 21 bilhões em precatórios e pré-precatórios, embora apenas R$ 8 bilhões aparecessem no balanço do banco. Outros R$ 13 bilhões estavam em estruturas de fundos de investimento. Em uma operação, um pré-precatório teve valorização superior a R$ 100 milhões em menos de 24 horas.
A maioria dos brasileiros desaprova o desempenho do presidente Lula (PT) e avalia negativamente seu governo, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (23). A desaprovação pessoal do petista chega a 53%, enquanto 45,4% aprovam sua atuação e 1,6% não soube responder.
Na avaliação da gestão, 50,9% consideram o governo Lula ruim ou péssimo. Outros 40,4% classificam a administração como ótima ou boa e 8,7% como regular. Em relação à rodada anterior, a desaprovação de Lula caiu 0,6 ponto percentual, enquanto a aprovação permaneceu estável.
A pesquisa ouviu 5.015 eleitores entre os dias 17 e 22 de setembro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de um ponto percentual. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04739/2026.
O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Álvaro Dias (PL) apresentou, durante sabatina da Jovem Pan News Natal, propostas para ampliar a estrutura hospitalar do Estado. Entre elas estão a ampliação do Hospital Walfredo Gurgel, estimada em cerca de R$ 100 milhões, a construção de um novo Hospital Tarcísio Maia, em Mossoró, e investimentos nos hospitais regionais.
Ao falar do Walfredo Gurgel, Álvaro afirmou que pretende construir uma nova estrutura verticalizada em um terreno vizinho pertencente à Caern, com previsão de 200 novos leitos e nove centros cirúrgicos.
“Nós vamos ampliar o Walfredo Gurgel. Vamos verticalizar, fazer uma estrutura nova, moderna, bem equipada e ampla, para levar os pacientes que estão nos corredores para esse local. Nós vamos modernizar o Hospital Walfredo Gurgel. Esse é um compromisso”, afirmou.
Segundo Álvaro, a estimativa inicial é de aproximadamente R$ 100 milhões, com recursos que seriam buscados por meio de emendas parlamentares em parceria com o senador Styvenson Valentim.
Para o interior, o candidato anunciou a proposta de construção de um novo Hospital Tarcísio Maia, em Mossoró, além da criação de consórcios entre o Governo do Estado e municípios para reforçar os hospitais regionais.
“Nós vamos investir nos hospitais regionais”, afirmou Álvaro. A proposta, segundo ele, é ampliar os recursos e equipar essas unidades com tomografia, ressonância magnética, ultrassonografia e raio-X, além de ampliar a presença de médicos especialistas.
Álvaro citou ainda a situação do Hospital Regional de Caicó e defendeu que o fortalecimento da rede no interior pode reduzir a necessidade de transferência de pacientes para Natal.
“Nós vamos tornar atrativo para o médico atuar e trabalhar nesses hospitais regionais, através desse investimento e do consórcio que nós vamos fazer com os municípios”, concluiu.
Mensagens extraídas do celular do banqueiro Daniel Vorcaro mostram que o advogado Walfrido Warde propôs uma estratégia para tentar retirar Alexandre de Moraes das sanções da Lei Magnitsky. A informação foi revelada pela jornalista Malu Gaspar, de O Globo.
Em conversa de 1º de agosto de 2025, dois dias depois de Moraes entrar na lista de sancionados dos Estados Unidos, Warde sugeriu recorrer à Corte Interamericana de Direitos Humanos. “Acho que nós deveríamos ajudar na defesa do seu amigo Alexandre lá nos EUA. Eu, além das relações, tenho uma estratégia matadora”, escreveu. Vorcaro respondeu: “Vamos. Vou falar c ele.”
Segundo Warde, a tese seria de que Moraes estava sendo alvo do governo Donald Trump por meio da Magnitsky e que a medida teria relação com o cenário eleitoral brasileiro. Em áudio obtido pelos investigadores, o advogado também sugeriu reunir dez juristas para sustentar a argumentação.
Moraes permaneceu cerca de seis meses sob as sanções e saiu da lista em dezembro de 2025. As mensagens aparecem em meio às investigações sobre as relações entre Vorcaro e o ministro. Segundo a reportagem, relatório da Polícia Federal identificou 52 mensagens trocadas entre os dois. STF e a assessoria de Warde não se manifestaram.
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (23) a segunda fase da Operação Disco de Ouro, investigação sobre lavagem de dinheiro ligada à comercialização e exportação de minérios. A apuração mira a movimentação e ocultação de mais de US$ 48 milhões, cerca de R$ 246 milhões.
São cumpridos 12 mandados de busca e apreensão e 17 ordens de sequestro de bens e valores, autorizados pela Justiça Federal. Segundo a investigação, o grupo teria utilizado empresas no Brasil e no exterior, contas de terceiros, operações financeiras internacionais e dólar-cabo para movimentar e esconder os recursos.
A operação é um desdobramento da investigação que apura irregularidades na cadeia de comercialização e exportação de minérios. A PF também investiga o uso de documentos com informações falsas para dar aparência de legalidade às operações.
A primeira fase, realizada em dezembro de 2023, teve o cantor Alexandre Pires entre os alvos de busca e investigava um esquema suspeito de movimentar cerca de R$ 250 milhões com a exploração e comercialização ilegal de cassiterita retirada da Terra Indígena Yanomami, em Roraima.
A campanha do presidente Lula reconhece dificuldades para impedir uma aproximação de partidos do Centrão com Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno. De acordo com reportagem de O Globo, a estratégia passou a ser buscar apoios individuais de lideranças e grupos políticos nos estados.
Aliados de Lula avaliam que o crescimento de Flávio nas pesquisas e atritos recentes do presidente com integrantes do bloco aumentaram a possibilidade de migração para o candidato do PL. Edinho Silva, presidente do PT e coordenador-geral da campanha, e o ministro José Guimarães estão entre os responsáveis por manter as conversas com essas legendas.
Um dos focos é a federação União Brasil-PP, que ficou neutra no primeiro turno e marcou reunião para 6 de outubro, dois dias depois da votação, para decidir sua posição em uma eventual segunda etapa. No Republicanos, a campanha de Lula aposta na relação com o presidente da Câmara, Hugo Motta, que já declarou apoio à reeleição do petista.
A estratégia também mira o PSD, que pode ter posições diferentes em cada estado. A campanha espera apoios no Rio de Janeiro, Amazonas e Bahia, onde setores da legenda já estão em palanques ligados a Lula.
Segundo a reportagem, integrantes do Centrão afirmam que uma definição dependerá do resultado do primeiro turno. A campanha de Lula considera que a neutralidade dessas siglas na primeira etapa foi uma conquista política e agora tenta evitar que um eventual apoio a Flávio ocorra de forma unificada.
O cara errado (um general) no lugar errado (Ministério da Saúde) numa hora errada (uma pandemia). O Brasil precisa urgentemente tomar um banho de sal grosso.
O cara errado (um general) no lugar (Ministério da Saúde) numa hora errada (uma pandemia). O Brasil precisa urgentemente tomar um banho de sal grosso.
É impressionante ver esses esquerdistas falando do presidente.
O presidente tá enviando dinheiro pra os estados. Eo que estão fazendo? Roubando!
Os deuses de toga não deixaram por conta dos governadores resolver o problema do vírus?
Ou estou ficando maluco?
FORA O LOUCO DO DOUTOR REY, NEM UM PROFISSIONAL DA ÁREA QUER ASSUMIR. POIS NINGUÉM VAI SE SUBORDINA-SE AO O MALUCO BELEZA TOTAL. TO COM O CENTRAO.
Realmente o presidente não estar nem aí para as milhares de mortes pelo covid 19, nem ministro da saúde temos.
Se a economia for bem tudo bem, taokey!?