Prefeitura do Natal convoca mais 500 aprovados do concurso público da Saúde

Prefeitura do Natal publicou, no Diário Oficial do Município (DOM) desta segunda-feira (11), a convocação de mais 500 candidatos aprovados no concurso público da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Desta vez, os cargos selecionados foram: assistente social (21); auxiliar de farmácia (30); auxiliar de saúde bucal (10); enfermeiro (90); farmacêutico (16); farmacêutico bioquímico (10); fisioterapeuta (5); médico cardiologista (1); médico clínico geral (3); médico dermatologista (1); médico endocrinologista (1); médico gastroenterologista (3); médico ginecologista (3); médico infectologista (3); médico mastologista (1); médico nefrologista (2); médico neurologista (1); médico obstetra (4); médico psiquiatra (5); nutricionista (4); odontólogo (9); psicólogo (9); sanitarista (5); técnico em enfermagem (230); técnico em patologia clínica (18); e técnico em radiologia (15).

Os candidatos nomeados deverão, no prazo máximo, de 30 dias, a partir desta segunda, comparecer ao auditório da Secretaria Municipal de Saúde, localizada a Rua Fabrício Pedroza, 915, Areia Preta, Natal/RN, CEP: 59014-030, das 8h às 13h, de segunda à quinta-feira, a fim de receberem instruções sobre a documentação necessária para a posse. Sob pena de não assim o fazendo perderem o direito a exercício do cargo

Os aprovados deverão apresentar os seguintes exames: hemograma – tipo sanguíneo; glicemia – VDRL – EAS – EPF – TSH – colesterol – triglicerídeos; eletrocardiograma (laudo e parecer do cardiologista); eletroencefalograma (laudo/parecer do neurologista); laudo de sanidade mental com parecer do psiquiatra; audiometria com parecer do otorrinolaringologista; e Raio X do tórax com parecer do radiologista.

Também é necessário apresentar estes documentos: laudo médico (emitido pela comissão competente/CPMSHT/SEMAD); 01 foto ¾ recente; carteira de identidade e CPF; título de eleitor; certidão eleitoral de antecedentes criminais; certificado de reservista (sexo masculino); diploma de habilitação para o cargo; registro no conselho (quando exigido); certidão de antecedentes criminais (estadual e federal); certidão de nascimento ou de casamento; cartão do PIS ou do PASEP (caso seja inscrito); comprovante de residência; carteira de trabalho (incluindo folha do contrato assinado ou não); cartão de conta corrente do Banco do Brasil (caso tenha); e ato de exoneração ou cópia do requerimento no ato da posse (se servidor público).

Esta foi a segunda chamada do concurso. A primeira aconteceu em dezembro, quando foram convocados 647 candidatos. No dia 25 de março, mais 500 pessoas serão chamadas, totalizando os 1.647 aprovados no concurso da Secretaria Municipal de Saúde.

 

Servidores estaduais da saúde iniciam greve nesta terça

O movimento começará com ato unificado na Governadoria, às 9h

Os servidores estaduais da saúde do Rio Grande do Norte aprovaram no dia 24 de janeiro a greve da categoria para o dia 5 de fevereiro. A proposta foi votada por ampla maioria em assembleia geral no auditório do Sinpol. O início da greve vai coincidir com um ato unificado, com todos os servidores públicos do estado, em frente à Governadoria, ás 9h da manhã.

Segundo o Sindsaúde-RN, a greve é fruto “dos constantes ataques” que os servidores estaduais vêm sofrendo nos últimos anos. O parcelamento dos salários de janeiro gerou muita revolta dos servidores da saúde que estão com os salários de dezembro e o 13º de 2018 ainda atrasados. “Os servidores e aposentados da saúde estão endividados, sem dinheiro até para ir trabalhar”, disse uma servidora.

Além disso, a governadora Fátima Bezerra (PT), publicou no último dia (21), um decreto suspendendo o pagamento e o gozo da licença-prêmio, direito garantido por lei a todos os servidores. O decreto foi revogado pelo governo após reunião com o Fórum dos servidores, mas está sendo proibido solicitar a licença pelas direções dos hospitais.

A saúde é a primeira categoria a iniciar uma greve por tempo indeterminado no novo Governo. “Atacou nossos direitos, vamos para as lutas!”, enfatiza Manoel Egídio, coordenador-geral do Sindsaúde-RN.

Com informações do Sindsaúde-RN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cr disse:

    Os profissionais da área HOSPITALAR tão trabalhando doentes, depressivos.
    Sem motivação e endividados.
    Nem empréstimos temos CRÉDITO junto ao BB (Crefisa)..
    HUMILHANTE 😤

  2. paulo martins disse:

    Se o Rio Pequeno não existisse Fatão também não existiria. Simples assim. Sorte cotó a desta pobre Capitania renegada por João de Barros.

  3. Almir Dionisio disse:

    Os poderes do RN precisam se unir e encontrar uma saída para a viabilização do pagamento dos salários atrasados dos servidores do executivo.
    Vivemos uma bola de neve com contas atrasadas e nome sujo no SPC – colégio de filhos atrasados e redução de gastos com alimentação, transporte.
    Vários servidores já em depressão e com um elevado nível de stress por dividas e cobranças intermitentes.
    É preciso que o governo tome uma posição imediata para a regularização dos atrasados.

  4. RN disse:

    O GOVERNO SEMPRE ARRECADA MAIS NO MÊS DE JANEIRO. DÁ PRA PAGAR 2 FOLHAS NO MÊS DE JANEIRO E INESPLICAVELMENTE O GOVERNO DE FÁTIMA BEZERRA DO PT NÃO PAGA OS SALÁRIOS ATRASADOS DE DEZEMBRO E DÉCIMO TERCEIRO DE 2018.

  5. Luiz Soares filho disse:

    Isso é só o começo. É porque a Governadora, em 10 palavras que pronuncia, 9 são em apoio aos seus colegas trabalhadores. Segundo ela, a greve é um instrumento legítimos. Por isso, acreditamos não seja problema pra ela.

Na Secretaria Estadual de Saúde, prefeito Paulinho discute melhorias para a saúde de São Gonçalo

Buscando ajuda para fortalecer os serviços de urgência e emergência no município, o prefeito de São Gonçalo do Amarante/RN, Paulo Emídio (Paulinho), e o secretário municipal de Saúde, Jalmir Simões, estiveram reunidos com o secretário estadual Cipriano Maia e seu adjunto, Petroni Spinelli. O encontro ocorreu na manhã dessa segunda-feira (28), no Centro Administrativo do RN.

Na ocasião, o prefeito também ressaltou sua luta por um hospital geral na cidade. “Somos a cidade do aeroporto internacional, a que mais cresce na Grande Natal, e ainda não temos um hospital próprio. Precisamos da ajuda de todos os políticos para que esse sonho se torne realidade”, disse Paulinho.

A promotora de Justiça do município, Rosane Moreno, também participou do encontro.

MPRN e MPF ajuízam Ação Civil Pública para Estado aplicar R$ 243 milhões em saúde

Ação movida contra o Estado e é direcionada ao governador e ao secretário de Finanças. Montante é o que o falta para o RN aplicar os 12% mínimos em saúde previstos na Constituição

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e o Ministério Público Federal (MPF) ajuizaram uma Ação Civil Púbica (ACP) para obrigar o Governo do RN a aplicar urgentemente mais R$ 243.340.800,69 para custeio da Secretaria de Saúde até o fim deste ano. O montante é o que falta para o Estado atingir os 12% mínimos do orçamento que devem ser destinados à saúde pública, conforme estabelece a Constituição Federal. A ação é direcionada ao governador do RN, Robinson Faria, e ao secretário estadual de Planejamento e Finanças, Gustavo Nogueira. Caso descumpram a aplicação legal em saúde, o MPRN e o MPF pedem que eles sejam multados em R$ 1 mil por dia.

A Lei Orçamentária do RN projetou receitas da ordem de 8,5 bilhões, como base de cálculo de receitas para o cômputo do piso constitucional. Desse valor, os 12% que o Estado deve aplicar em saúde pública correspondem a R$ 1.022.112.120,00. Contudo, o montante despendido pelo ente até outubro passado e que pode ser computado como ‘despesa com saúde’ foi de R$ 553.771.319,31. Somando-se a essa quantia as despesas com pessoal, verifica-se que o Estado ainda tem que aplicar mais de R$ 243 milhões em saúde até o dia 31 de dezembro para cumprir o que é obrigado constitucional e legalmente.

Na Ação, o MPRN e o MPF destacam que há na despesa orçamentária uma “abissal distância entre os números reais e os números devidos” e que “se realizou muito aquém do necessário para garantir a efetiva aplicação do percentual constitucional”. O documento é assinado pelas promotoras de Justiça Iara Maria Pinheiro de Albuquerque, Gilcilene da Costa de Sousa e Raquel Batista de Ataíde Fagundes, e pelo procurador da República Victor Manoel Mariz. A Ação Civil foi protocolada na Justiça Federal na sexta-feira (30).

No documento, o Ministério Público frisa que “o reiterado adiamento da execução orçamentária pelo Estado do RN vem criando uma espécie de orçamento paralelo de restos a pagar em que este ente reconhece ser devida e obrigatória a despesa, mas posterga indefinidamente o seu empenho, liquidação e pagamento. Na prática, o gasto adiado indefinidamente acarreta menor quantidade real de ações e serviços públicos de saúde para a sociedade”.

As promotoras de Justiça e o procurador da República dizem, no documento, que “o Sistema Único de Saúde é sustentado por recursos federais, estaduais e municipais, mas é certo que a falta de aporte dos recursos pelo Estado do RN tem grande significado para o quadro caótico vivenciado nos serviços públicos estaduais e prestadores privados conveniados ao SUS, muitos deles já com as atividades suspensas ou drasticamente reduzidas”.

Para o Ministério Público, “o deslocamento dos respectivos repasses para datas futuras e imprecisas inviabilizam a execução dos serviços continuados de saúde pública. São manobras da área fazendária que refletem uma estratégia histórica de tratar o piso de custeio da saúde como teto orçamentário, adiado parcialmente em restos a pagar e não amparado por efetiva vinculação financeira no Fundo Estadual de Saúde”.

As promotoras de Justiça e o procurador da República destacam também que “os valores destinados à efetivação do direito à saúde – direito inserido dentre os direitos sociais nucleares ao mínimo existencial – são prioridades intangíveis dos orçamentos públicos e não comportam dotações omissas, insuficientes ou meramente simbólicas. É ilegítima e censurável qualquer redução no financiamento de ações e serviços de saúde, sendo reconhecido ao Poder Judiciário, devidamente provocado, impedir eventuais arbitrariedades no custeio de direitos fundamentais na tutela do interesse coletivo em questão”.

Segundo o Ministério Público, “as consequências para a população norte-rio-grandense são altamente nefastas, porquanto a falta de aplicação desses recursos na área da saúde atinge milhares de pessoas, que sofrem à espera de um atendimento de emergência, de um medicamento, de uma cirurgia, de um leito, de uma consulta, de um exame, de uma vacina etc. Ou seja, o transcurso do tempo sem a aplicação desse montante mínimo agrava, dia após dia, o estado de calamidade pública na prestação do serviço público de saúde, ofendendo a dignidade da pessoa humana, a vida e a integridade física da população mais carente do RN que depende do SUS”.

União

Além do governador do Estado e do secretário de Finanças, a Ação Civil Pública também é direcionada à União. No documento, o MPRN e o MPF explicam o papel indispensável da União na adoção de medidas constitucionais e legais destinadas a estancar a situação de inadimplemento do piso da saúde pelo Estado do Rio Grande do Norte.

O MPRN e o MPF pedem que a União cumpra com os deveres constitucionais decorrentes da situação de inadimplência do Rio Grande do Norte, a começar pelo condicionamento do repasse dos recursos provenientes das receitas tributárias ao emprego em ações e serviços de saúde no montante que deixou de ser aplicado pelo Estado em ações e serviços de saúde.

A Ação Civil Pública é com pedido de antecipação de tutela porque, para o MPRN e o MPF, a descontinuidade de inúmeros serviços de saúde prestados pelo SUS pode causar, inclusive, inúmeras mortes, entre outros danos irremediáveis.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fábio disse:

    Quem é que ajuíza o MPE, e o TJ a devolver os repasses de duodécimos não utilizados e que abarrotam seus cofres com dinheiro que daria pra ajudar no pagamento do executivo e a Saúde?? Meu Deus!!!

  2. sem esperança disse:

    Já para os atrasos nos pagamentos dos salários dos executivo e no calote que o governo deu no 13º salário de 2017 de quem ganha mais do que R$ 5.000,00, o MP está bem caladinho e a cada tentativa que o governo deu em tentar angariar recurso para estes pagamentos o MP fez exatamente o oposto, entrou na justiça para impedir. Gostaria de saber se os salários deles estivessem atrasos quais ações já teriam tomadas, se brincar, até pedido de prisão já estaria em andamento, enfim o MP, Judiciário, TCE, AL vivem em outra realidade e querem mais que os outros se danem. Farinha pouco, meu pirão primeiro! Parabéns! Que o estado afunde e que levem todos nós juntos.

  3. Lorena Galvão disse:

    Não tem nem para matar a sede e fome dos funcionários , vai ter para a saúde , deus salve nosso RN

  4. Onix petralhada disse:

    Não precisa fazer isso, é só renunciar ao aumento e devolver o auxílio moradia que o STF considerou ilegal, é dinheiro suficiente pra pagar isso e ainda botar o pagamento em dia.

Fábio Faria é o campeão de verbas para saúde

Fábio Faria foi o deputado do RN que mais trabalhou para a Saúde

O deputado federal Fábio faria (PSD) foi o campeão da bancada federal a destinar recursos para a saúde do Rio Grande do Norte. Além das emendas, ele conseguiu liberar R$ 650 milhões de reais, em 2017, para investimentos, custeio, reestruturação, equipamentos e manutenção dos hospitais da rede pública na capital e no interior. E este ano de 2018, já foram outros R$ 350 milhões.

“A Saúde do RN estava totalmente sucateada quando o Governador assumiu o mandato e decidi eleger a saúde e infraestrutura como prioridades do nosso mandato nessa legislatura. Por isso trabalhei para conseguir, junto ao Ministério da Saúde, recursos para os Hospitais Regionais de Assú, Mossoró, Caicó, Pau dos Ferros, São José de Mipibu, Ceará Mirim, além do Walfredo Gurgel e Giselda Trigueiro. Também conseguimos 17 ambulâncias e 26 gabinetes odontológicos extras para os municípios”, destacou o parlamentar.

Além da liberação desses recursos diretamente do Ministério da Saúde, via repasses federais para o Governo e municípios, Fábio Faria colocou boa parte das suas emendas para a saúde. Foram R$ 37.844,622,00 em emendas de Fábio para os municípios aplicarem nas unidades básicas de saúde – UBS e outros R$ 5.578,716,00 para ajudar instituições filantrópicas: AMICO – R$ 449.320,00; GAAC – R$ 150.000,00; INSTITUTO DE PROTEÇÃO E ASSISTÊNCIA À INFÂNCIA RN – R$ 799.482,00; LIGA CONTRA O CÂNCER – R$ 550.00,00; HOSPITAL VARELA SANTIAGO – R$ 250.000,00; HOSPITAL INFANTIL LUIZ ANTÔNIO – R$ 100.000,00.

O Walfredo Gurgel recebeu do deputado Fábio R$ 3 milhões de reais para aquisição de equipamentos e mobiliários para Enfermarias, UTIs, abertura de nova sala de estabilização Centro de Tratamento de Queimados.

O desempenho do deputado, que está no seu terceiro mandato, chama a atenção. Nenhum parlamentar da bancada do RN conseguiu trazer tantos recursos para a saúde quanto ele, em toda história. Nem somando os mandatos de todos os outros parlamentares do Estado nesta legislatura, eles conseguem se aproximar do volume de conseguido por Fábio.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Laura disse:

    Enquanto isso Fátima trouxe o que para o RN???????

PROTESTO – COMBUSTÍVEIS: principais reflexos da paralisação pelo país já atingem transportes, alimentos, segurança e outros

Por interino

Dezenas de caminhões parados no acostamento e em um posto em Seropédica (Foto: Reprodução/TV Globo)

Pelo 4º dia seguido, nesta quinta-feira (24), caminhoneiros fazem manifestações em 25 estados mais o Distrito Federal causando reflexos por todo o país. Os atos são contra a disparada do preço do diesel que faz parte da política de preços da Petrobras, em vigor desde julho.

Entre as consequências estão a redução nas frotas de ônibus em várias cidades, inclusive, capitais; a disparidade de preços nos postos de combustíveis – valores variam R$ 2,10 a R$ 10 -, mas em alguns estabelecimentos já há falta, além de grandes filas; o desabastecimento em supermercados, principalmente de hortifrutigranjeiros; hospitais suspenderam procedimentos por conta de falta de medicamentos; fábricas de diversos segmentos pararam suas produções; há possibilidade de racionamento de energia em Rondônia e falta de água no RJ. Aeroportos funcionam normalmente.

Veja os principais reflexos da paralisação pelo país:

Transportes

Redução nas frotas de ônibus em várias cidades, inclusive, capitais
Em São Paulo, protestos bloqueiam Régis Bittencourt, Fernão Dias e Imigrantes
No Rio de Janeiro, BRT só pôs metade da frota nas ruas
Em Santos (SP), acessos aos terminais estão fechados
Só 50% da frota de ônibus circula no Grande Recife
Porto de Ladário, às margens do rio Paraguai, está parado em MS
Correios suspenderam a entrega de alguns tipos de Sedex com data e horário agendados
Aeroporto de Brasília adotou “contingenciamento de combustível”
Aviões que saíram do Recife e Brasília pararam em Salvador para abastecer antes de seguir viagem para Portugal
Bloqueios dificultam entrega de produtos químicos no RJ e há possibilidade de faltar água
Barcas suspendem viagens no Rio; e RioÔnibus informa que quase 1/3 da frota está parada
Nova Mamoré (RO) enfrenta dificuldades com a distribuição de água mineral
Porto Velho (RO) com frota reduzida de ambulâncias
Porto de Paranaguá diminui operações de granéis em 27%
Ambulâncias de Castanhal (PA) estão sem combustível

Alimentos

Comércio já sofre com o desabastecimento de alimentos, principalmente hortaliças
95% dos legumes já estão em falta na Ceasa do RJ
Saco de batata sobe 650% na Ceasa do DF; tomate aumenta 230%
Em Pernambuco, quilo da batata inglesa subiu de R$ 2 para R$ 8
30 mil litros de leite estão sendo descartados por dia em Barra Mansa (RJ)
Ceasas de Campinas estimam prejuízos de R$ 25 milhões
CeasaMinas está sem ovos
Produtores descartam leite em pista e acostamento da MG-050
Peixaria do DF usa avião para abastecer lojas
Ceasa de MT está sem mercadorias
Frigoríficos estimam que os prejuízos já superam os R$ 200 milhões com as exportações

Combustível

Preço da gasolina chegou a R$ 10 no DF
Em Recife, gasolina é vendida a R$ 9
Em Ribeirão Preto (SP), valor chegou a R$ 6
No DF, bloqueio impediu distribuição de gasolina
No RS, falta gasolina em pelo menos 21 municípios
90% dos postos do RJ já estão secos
No PR, combustível para ônibus e ambulâncias são escoltados

Saúde

Em SC, hospitais suspenderam procedimentos por falta de medicamentos
Saúde pública pode ser prejudicada em 94 municípios de MG
Energia
Em Rondônia, haverá racionamento de energia em Buritis
No Rio, Light restringe atendimento por falta de combustível

Segurança

Em MG, as viaturas reduziram o deslocamento, mantendo o policiamento em pontos de base
Carros do Corpo de Bombeiros do DF podem parar “a qualquer momento” já que os postos conveniados estão sem combustível

Indústria

Atividades da Cooperativa Agropecuária Vale do Rio Doce foram paralisadas
Em Dourados, a empresa Laticínio Cambi reduziu a produção por falta de leite suficiente
Em Chapecó (SC), a Aurora começou paralisação de dois dias
Unidades BRF de Concórdia (SC) e Itapiranga (SC) também suspenderam o abate

Educação

Ubá (MG) suspendeu parte das aulas
Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ) suspende aulas

Lixo

Suspensa a coleta em Passos de Minas
Coleta de lixo prejudicada em Florianópolis e São Joaquim

Na noite de quarta, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto que elimina a cobrança de PIS-Cofins sobre o diesel até o fim de 2018. A medida foi aprovada para tentar conter a paralisação dos caminhoneiros. Eles protestam contra os sucessivos aumentos no preço do diesel, motivados pela política de preços da Petrobras, que determina o valor da venda dos combustíveis aos distribuidores com base na oscilação do preço do petróleo no mercado internacional e na variação do dólar.

A Petrobras já informou que não mudará a política de reajustes. Mas na noite desta quarta anunciou uma redução de 10% por 15 dias no preço do diesel vendido pelas refinarias como um “gesto de boa vontade” para dar solução à crise motivada pelo movimento dos caminhoneiros.

Com informações do G1

Entidade de Pau dos Ferros que questionou licitação da Saúde estadual enfrenta acusação de desvio de dinheiro público

Uma entidade autodeclarada beneficiente – sem fins lucrativos – está enfrentando uma investigação pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte em inquérito que apura desvio de recursos na cidade de Pau dos Ferros.

O Centro Especializado em Reabilitação – CER, de nome jurídico Associação Beneficiente Nossa Senhora da Conceição, entrou na mira do promotor Yves Porfírio Castro de Albuquerque, que descreveu na portaria que instaurou a investigação uma motivação objetiva: “Apurar eventual desvio de recursos públicos pela clínica CER”, diz o texto.

Não é mencionada no texto do inquérito qual é a parte do poder público de onde supostamente estariam sendo desviados recursos. Pela atuação do MP Estadual, no entanto, a investigação deve mirar obrigatoriamente a relação da entidade ou com o município ou com a Secretaria Estadual de Saúde.

Procurada pela reportagem do blog no número cadastrado na Receita Federal, uma atendente que se identificou como contadora da empresa informou que só a presidente da entidade, Nadja de Fátima Diógenes, poderia responder sobre o assunto. Ela repassou um telefone para contato, mas ninguém atendeu nem retornou até a publicação desta matéria.

Investigação

O Ministério Público do Estado quer a comprovação de prestação de serviço de 11 pessoas. Foi de uma delas que partiu a denúncia que originou a investigação.

A lista, que consta no inquérito, não revela a natureza da relação entre as pessoas e a entidade.

Mas um cruzamento de informações no banco de dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde feito pela reportagem do blog constatou que algumas das pessoas discriminadas na investigação aparecem como funcionárias do CER.

Disputa

O Centro Especializado em Reabilitação surgiu no noticiário nesta semana em razão de uma nota distribuída à imprensa pela Secretaria de Saúde do Estado, onde é informado que um procedimento de licitação foi retardado por questionamentos da empresa ao TCE.

Com a nota da Sesap, a reportagem foi em busca do procedimento e se deparou com a acusação sobre desvio de recursos por parte do CER.

Recursos

Uma das informações requisitadas pelo promotor na investigação é sobre os credores da CER e que tais informações sejam buscadas no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde.

Consultado, o CNES revela que o CER vem contratando habilitações com a União desde 2005. Foram, até agora, cinco contratos. O CNES não informa os valores dos convênios.

O CNES também lista os incentivos que ela recebeu. Foram dois do governo federal, sendo que um passou a vigorar em fevereiro deste ano. Os valores, igualmente, não estão discriminados.

Na lista de empregados, 25 pessoas estão listadas, entre diversas especialidades médicas.

4 chás para descer a menstruação atrasada

O chá de agoniada é um ótimo remédio caseiro para fazer descer a menstruação atrasada, assim como o chá de angélica, boldo e cravo-da-índia pois estas plantas medicinais melhoram a circulação sanguínea e estimulam a menstruação, ajudando a diminuir o inchaço e o mal estar próprios da tensão pré menstrual (TPM).

Porém, antes de tomar este tipo de chá a mulher tem que fazer um teste de gravidez para ter certeza que não está grávida, para não prejudicar o bebê ou a gravidez, pois qualquer chá indicado para acelerar a menstruação atrasada pode provocar a contração uterina, e consequentemente causar aborto ou levar a mal-formação do bebê.

1. Chá de Agoniada
O chá de agoniada estimula os hormônios que dão origem à menstruação, sendo muito indicado para regular o ciclo menstrual, além de diminuir a dor e o desconforto comuns da TPM. Ela ainda acalma a ansiedade, tem ação laxante e protege o estômago, trazendo sensação de alívio e bem-estar para mulher quando a menstruação está atrasada.

Ingredientes

5 g de flores de agoniada
500 ml de água
Modo de preparo

Colocar a água para ferver e depois de fervida, adicionar as flores de agoniada. Deixar amornar, coar e beber cerca de 2 a 3 xícaras do chá por dia até a menstruação descer.

2. Chá de Angélica
O chá de Angélica também pode ser usado pois esta planta medicinal favorece a motilidade uterina, levando à descida da menstruação.

Ingredientes

10 g de raiz de angélica
500 ml de água
Modo de preparo

Colocar a água para ferver e depois de fervida, adicionar a raiz de angélica. A seguir, coar e beber o chá 3 vezes por dia.

3. Chá de boldo
O chá de falso boldo assim, como o boldo-do-chile estimula o útero, sendo uma outra opção natural para descer a menstruação atrasada.

Ingredientes

5 folhas de falso boldo ou boldo-do-chile
500 ml de água
Modo de preparo

Colocar a água para ferver e depois de fervida, adicionar as folhas de boldo. A seguir, coar e beber o chá 3 vezes por dia.

4. Chá de cravo-da-índia
O chá de cravinho também ajuda a descer a menstruação porque estimula a contração dos músculos do útero.

Ingredientes:

1 colher de sopa de cravo-da-índia
500 ml de água
Modo de preparo:

Colocar os ingredientes numa panela deixar ferver durante aproximadamente 5 minutos e depois coar e tomar ainda morno. Deve-se tomar 3 vezes ao dia.

Outra forma natural para descer a menstruação atrasada é tomar o chá de canela. Veja como preparar este remédio caseiro em: Canela pode acelerar a menstruação.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. juliana santos disse:

    posso mistura a 4 ervas agoniada,boldo,cravo,angelica?

Prefeitura de Natal tem prazo de 30 dias para encaminhar à Câmara projeto de lei para concurso na saúde

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e o Município de Natal firmaram acordo, homologado pelo Juízo da 4ª Vara da Fazenda Pública, prorrogando as contratações temporárias oriundas de processo seletivo simplificado, sob a condição de realização de concurso público para profissionais da Saúde. No acordo firmado semana passada, o Município tem 30 dias para encaminhar à Câmara de Vereadores projeto de lei para criação de cargos e vagas necessárias.

A Justiça potiguar tornou sem efeito acordo celebrado em audiência no último mês de abril, tendo em vista as novas disposições acordadas em conciliação realizada na última quinta-feira (17), com participação das Promotoras de Justiça Iara Maria Pinheiro de Albuquerque, Raquel Batista de Ataíde Fagundes e Rosane Cristina Pessoa Moreno, do Procurador-Geral do Município, Carlos Castim, do Secretário Municipal de Saúde, Luiz Roberto Leite Fonseca, e do Secretário Adjunto da Administração, Luiz Wilson Vilar Ramalho Cavalcante entre outros.

O MPRN alertou novamente o prejuízo incalculável aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em razão de uma eventual saída iminente dos profissionais de saúde contratados temporariamente, reconhecendo que, no atual momento, a renovação dos prazos é a melhor solução emergencial, evitando a descontinuidade dos serviços de saúde no Município de Natal, por carência de recursos humanos.

Em julho de 2015, o MPRN celebrou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Município, voltado à realização de processo seletivo simplificado para a contratação temporária de profissionais de Saúde, já prevendo naquela ocasião os prazos a serem observados pelo Poder Público para realização de concurso público e nomeação dos aprovados.

O Município não conseguiu cumprir o cronograma, apresentou justificativa, e um aditivo ao TAC foi celebrado no final de 2015, prorrogando a realização do certame para março de 2016, com resultado até abril do mesmo ano.

Para garantir a continuidade dos serviços de saúde existentes, a Secretaria Municipal de Saúde de Natal realizou processo seletivo de contratação temporária de profissionais de Saúde com vigência até o próximo mês de setembro deste ano de 2017. Apesar de ter sido realizado no prazo acordado, o concurso público da saúde foi anulado no início de setembro do ano passado, devido a fraudes em sua realização.

Como até fevereiro deste ano de 2017, o Município não havia concluído as providências para realização de novo concurso público, o MPRN executou em março o TAC firmado e celebrou no último mês de abril acordo judicial pelo qual o poder público comprometeu-se a contratar empresa para realizar o certame dentro do prazo de 90 dias, que se encerrou no final do último mês de julho.

Construídas desde 2008, 1/4 das UPAs nunca abriu

Sem dinheiro, prefeituras de todo o Brasil estão com dificuldade para manter funcionando programas federais, como a operação de postos de saúde e a circulação de ambulâncias. Anunciadas como solução prática para desafogar emergências de hospitais públicos a partir de um programa do ex-governador do Rio Sérgio Cabral, hoje preso, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ilustram bem o problema da burocracia federal e da falta de planejamento na implantação de programas públicos de saúde.

Desde 2008, o governo federal construiu, com verba própria, 711 UPAs 24 horas, que funcionam como postos de saúde para casos de pequena e média complexidades. A ideia, ainda no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, era copiar o exemplo do Rio e espalhá-lo por todo o país. Depois que o prédio está pronto, a manutenção das unidades depende basicamente de investimento das prefeituras. Mas, como boa parte dos municípios enfrenta queda de arrecadação, cerca de um quarto dessas UPAs nunca abriu: 163, ou 23% do total.

Gestores municipais reclamam de falta de apoio do governo federal e de mau planejamento na hora de escolher onde as unidades seriam construídas.

Além das UPAs, mais de mil unidades de saúde construídas com verba da União nos últimos anos estão fechadas porque os municípios não têm dinheiro para comprar e manter equipamentos e pagar médicos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Netto disse:

    Dos mesmos produtores de Brasil Potência. Sob a direção de João Santana e pós-produção
    de Mônica Moura. Num cinema, perto de você.

    "Agora todo o pobre tem saúde".
    Brasil 247

    "foram os golpistas que acabaram com tudo"
    Carta Capital

    "o filme é uma b..sta, mas os diretores são geniais"
    Folha de São Paulo

    • Ceará-Mundão disse:

      Verdade, amigo. Mais um embuste produzido pelo PT. Em marketing e mentiras os petistas são imbatíveis.

Governo federal quer mudar modelo de atendimento básico de saúde no País

O Ministério da Saúde apresentou nesta quinta-feira, 10, as novas propostas para a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB). Entre as alterações relacionadas à gestão estão a possibilidade de financiamento de outros modelos de atenção básica, além da Estratégia de Saúde da Família (ESF), e a unificação das funções dos agentes comunitários e de combate às endemias. Há ainda mudanças no acesso às Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e implementação obrigatória do prontuário eletrônico (mais informações nesta pág.).

Segundo o ministério, ao possibilitar o financiamento de outros modelos de atenção básica, será possível aumentar o número de equipes assistidas pelos Núcleos de Apoio à Família (Nasf). Atualmente, apenas equipes da Estratégia de Saúde da Família recebem suporte.

Outra alteração é que, pela nova PNAB, cada UBS teria autonomia para compor as equipes como julgar necessário. Hoje, elas são formadas por, no mínimo, um médico generalista ou especialista em Saúde da Família, um enfermeiro, um auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde. Dentistas podem integrar o grupo.

O governo também quer que a UBS passe a receber a indicação de um gerente, que não precisaria ser da área de saúde – hoje há muitos enfermeiros com a incumbência. E aposta na integração da atenção básica com outras áreas, como a vigilância em saúde. Com isso, o Agente de Combate à Endemia poderia compor as equipes com Agentes Comunitários de Saúde. Dessa forma, haveria a unificação do agente comunitário com o de combate às endemias.

“O que estamos fazendo é adequar o PNAB à realidade do País”, afirmou ontem o ministro da Saúde, Ricardo Barros. De acordo com ele, as propostas devem começar a ser implementadas no fim deste mês – os municípios têm autonomia para aderir ou não às mudanças

As medidas foram criticadas por especialistas e entidades ligadas à saúde pública. A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) e a Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) lançaram notas oficiais contra as propostas. “O texto repete várias vezes que a Saúde da Família é estratégica, mas rompe com essa suposta prioridade ao estabelecer que usará verbas específicas para financiar outras formas de atenção básica”, afirma a pesquisadora Ligia Giovanella, da Ensp-Fiocruz.

Para as instituições, ao permitir que o gestor municipal flexibilize equipes de atenção básica, a revisão da PNAB revoga a prioridade do modelo assistencial de Saúde da Família. Segundo Lígia, a mudança poderá minar um dos aspectos que tornou a ESF uma “iniciativa exemplar”, reconhecida internacionalmente. “Hoje, os profissionais das equipes trabalham em tempo integral, e isso é uma característica fundamental para estabelecer o vínculo com os pacientes de cada comunidade. Na nova conformação, qualquer grupo de profissionais, independentemente da carga horária, será considerado de atenção básica – e drenará os recursos.”

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Silva disse:

    Em primeiro lugar, isto é o que dá um empresário de uma área adversa ser Ministro da Saúde. Aliás, e ainda mais, despreparado para a função. A Estratégia de Saúde da Família, de longe, vem de muitos anos de sucesso, originalmente no Reino Unido, extendendo-se, posteriormente, para outros países e continentes. Foi implantada no Brasil com a denominação de "Médico da Família", nos anos 80. No modelo original, existiam equipes básicas, com médico(s), enfermeira(o)s, dentistas, assistentes sociais, bioquímico(a)s, nutricionistas, psicologa(o)s, tecnico(a)s de enfermagen, odontologia e laboratório, administrador e serviços gerais. Tempo integral, que remunerava no dobro das unidades básicas. Por questões es políticas, foi encerrado, no RN. Mas, enquanto funcionou, foi muito bem, com parceria ampla com a comunidade. É. Parece que a especialidade destes governos destes últimos 20 anos é redescobrir – e patentear- modelos antigos de serviço público.

Saúde abre Novembro Azul nesta quarta

Sexto tipo mais comum no mundo e de maior incidência entre os homens, o câncer de próstata é o principal alvo do Novembro Azul, mês internacionalmente dedicado às ações de alerta e prevenção.

Oficialmente, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) abre a programação nesta quarta-feira (9), às 9h, com presença do secretário George Antunes, servidores e grupo musical. A agenda tem início às 8h, com grupo de chorinho e às 9h o secretário faz seu pronunciamento para os participantes. Em seguida, será servido um café da manhã para os servidores.

SMS cumpre cronograma de pagamento ao Hospital Memorial

O cronograma proposto pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) para pagamentos atrasados ao Hospital Memorial vem sendo cumprido rigorosamente. O documento foi elaborado após audiência de conciliação entre a Secretaria e o Hospital, no último dia 25, solicitada pelo Ministério Público Estadual. O acordo estabeleceu a definição de um prazo e datas para que a prefeitura liquide os débitos com o hospital – referência em ortopedia e traumatologia no Rio Grande do Norte –, que se viu obrigado a deixar de funcionar em sua totalidade por quase 30 dias, devido à dívida acumulada. O secretário municipal de saúde, Luiz Roberto Fonseca, definiu que os repasses seriam a partir do dia 4 de agosto com término em novembro deste ano.

Já a secretária estadual de saúde, Eulália Alves, que também esteve presente na audiência, negou-se a firmar acordo por alegar que o secretário estadual de Finanças não estava presente. Diante dessa situação, o juiz Geraldo Antônio da Mota estabeleceu um prazo que se expira no dia 10 de agosto, para a Secretaria Estadual de Saúde apresentar um cronograma de pagamento. A dívida já se acumula desde abril.

O Memorial realiza normalmente 30 cirurgias por dia e 600 mensais, com 90% do seu público proveniente do SUS.

Vereadores derrubam veto para garantir isonomia entre servidores da Saúde

Sessão CMN 27.04.16 - Foto ELPÍDIO JÚNIOR (3)A Câmara Municipal de Natal (CMN) derrubou nesta quarta-feira (27) um veto parcial ao Projeto de Lei Nº 22/2015, encaminhado pelo Executivo Municipal, que estrutura a carreira médica no Sistema Único de Saúde (SUS). O veto, rejeitado pela unanimidade dos 23 parlamentares presentes, foi dado à emenda aditiva encartada ao projeto, que objetivava garantir a isonomia e paridade salarial entre os demais servidores da Saúde Pública.

O PL Nº 22/2015 foi aprovado na Câmara no último dia 22 de março, sob o acordo de que, em 120 dias, o Executivo iria elaborar e enviar à CMN um projeto de lei complementar, garantindo aos servidores da Saúde os mesmos direitos concedidos no Plano de Cargos e Carreiras dos médicos.

“Criamos e aprovamos a emenda que foi vetada justamente para oficializar o acordo do Executivo com esta Casa Legislativa. Fizemos um acordo político e decidimos manter o nosso compromisso com os servidores da Saúde. Entendo os argumentos técnicos apresentados pelo Prefeito, mas não podíamos aprovar o veto quando já tínhamos um acordo”, destacou o vereador Raniere Barbosa (PDT), líder do governo na CMN.

Na mensagem do veto, o prefeito Carlos Eduardo esclareceu que as considerações impostas na emenda deveriam ser um prerrogativa do Executivo, e não do Legislativo Municipal. Durante apreciação do veto, os vereadores questionaram se a proposição da emenda, autorizada pelo Secretaria Municipal de Saúde, era de conhecimento do prefeito.

“Independente do acordo feito com o Governo, já havia prometido que votaria a favor dos servidores da saúde, representados nessa luta pelo Sindicato da categoria. Hoje firmamos nossos compromisso e nós que somos da bancada do governo também votamos pela derrubada do veto”, afirmou o vereador Júlio Protásio (PDT).

Klaus Araújo (SD) também foi um dos que discursaram em plenário. “Entendo que fomos desmoralizados e não podemos voltar atrás. Não podemos deixar de fazer justiça”, declarou.

Contratação em regime de CLT foi um dos temas mais debatidos em audiência na AL

Audiencia ALRN Eduardo Maia
Foto: Eduardo Maia / ALRN

A excelência na assistência à saúde da população e na qualificação do ensino nos hospitais universitários da UFRN, que atualmente, no RN, assim como em outros Estados brasileiros, estão sob a administração da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), foi praticamente uma unanimidade entre os participantes da audiência pública realizada na tarde desta segunda-feira (11), na Assembleia Legislativa. O debate foi uma iniciativa do deputado Kelps Lima (Solidariedade) e reuniu gestores, sindicatos, funcionários e servidores das três unidades hospitalares no RN.

Entre as controvérsias apresentadas no debate, alvo de críticas por parte dos sindicatos, dos conselhos Estadual e Municipal de Saúde, está a questão da contratação da mão-de-obra: os concursos realizados para provimento de cargos nas diversas categorias profissionais para os hospitais sob a administração da EBSERH são para contratação no regime de CLT e a sugestão de várias entidades é para que seja instituído o Regime Jurídico Único, que garante estabilidade.

Kelps Lima justificou que apesar dos hospitais serem federais, a postura da Assembleia Legislativa em realizar este debate foi para que os possíveis conflitos que estejam ocorrendo possam ser esclarecidos. Em meio ao debate, a estrutura e o funcionamento dos hospitais Onofre Lopes, Ana Bezerra (no município de Santa Cruz) e da Maternidade Escola Januário Cicco foram detalhados.

O superintendente do HUOL, Stênio Gomes da Silveira, elencou a melhoria dos serviços prestados à população após o contrato com a EBSERH. O HUOL, considerado de médio porte, conta atualmente com 12 salas de cirurgia. A unidade é a única no RN que realiza cirurgia bariátrica no Estado para pacientes oriundos do SUS. O superintendente explicou, entre outras melhorias, que com a convocação dos concursados, o número de internações saltou de 6.719 no ano de 2014 para quase 8 mil no ano seguinte.

Representando o hospital Ana Bezerra, em Santa Cruz, a superintendente Maria Cláudia Medeiros de Rubim afirmou que a gestão prima pela democracia e transparência e que as dificuldades enfrentadas atualmente se dão apenas por causa da distância física da capital. O médico Kleber Morais, superintendente da Maternidade Escola Januário Cicco, afirmou que mesmo sendo regida pelo governo federal, a unidade tem contrato com o SUS local pela via municipal. “A maternidade deu um salto grande de qualidade”, afirmou.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Val Lima disse:

    Homi eu quero saber é qdo AL vai promover uma audiência pública para discutir as demissões dos q foram efetivados sem o devido concurso público e as exonerações dos "fantasmas" daquela casa legislativa???!!!Kd o MP q não se pronuncia a respeito dessa pouca vergonha!!!!

  2. Fabricio Santos disse:

    Este é o meu partido!
    FASUBRA
    Frente de Apoio a Suruba Brasileira

Governo firma parceria com EBSERH para uso de softwares na rede hospitalar do Estado

Ricardo Lagreca - GabineteO governador do Estado do Rio Grande do Norte, Robinson Faria, e o secretário de Estado da Saúde Pública (Sesap), médico Ricardo Lagreca, assinam termo de parceria, nesta quinta-feira, às 16h, na Governadoria, com o presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Newton Lima, para implantação e utilização na rede hospitalar do Estado, do Aplicativo de Gestão para Hospitais Universitários (AGHU) e do Painel de Controle do Sistema (SIG-EBSERH). A solenidade contará com a presença da reitora da Universidade Federal do RN (UFRN), Ângela Paiva, do superintendente do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), Stênio Gomes da Silveira e do diretor da Maternidade Januário Cicco, Kleber Morais.

De acordo com o secretário Ricardo Lagreca, a parceria com a EBSERH – que é um órgão que atua na gestão dos hospitais universitários no Brasil-, vai resultar em melhorias significativas para o atendimento dos usuários do Sistema Único de Saúde. “Essa nova ferramenta vai possibilitar a utilização de um sistema integrado de gestão hospitalar, a fim de garantir aos cidadãos um melhor acesso aos serviços de saúde”, disse Lagreca.

O desenvolvimento do AGHU iniciou em 2009, como parte integrante do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF), do Ministério da Educação, destinado à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais. O objetivo do aplicativo é apoiar a padronização das práticas assistenciais e administrativas dos Hospitais Universitários Federais.

No Onofre Lopes, por exemplo, a implantação de módulos do Sistema AGHU ajuda na regulação de medicamento, atendimento aos pacientes e controle do fluxo de materiais. A iniciativa traz diversos benefícios ao trabalho dos profissionais e atinge diretamente o atendimento. O Módulo de Farmácia, por exemplo, permite atividades de regulação, triagem, dispensação dos medicamentos. A parte de prescrição médica define as condutas que serão executadas por diversos profissionais da saúde, após a avaliação do paciente pelo médico. Já o módulo de estoque gerencia as movimentações dos suprimentos através do controle do fluxo de materiais, proporcionando um atendimento mais eficiente das solicitações e disponibilidade em tempo real acerca dos suprimentos da unidade.

Já o Sistema de Informações Gerenciais da Ebserh (SIG Ebserh) interage com o aplicativo, incorporando ferramentas, como, por exemplo, o histórico de exames no Painel do AGHU. A novidade vai permitir que os hospitais acompanhem a produção de exames, além da quantidade de agendamentos, cancelamentos e realizações que vem obtendo notório sucesso nos hospitais universitários.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. FRASQUEIRINO disse:

    Não existe almoço grátis! Podem se preparar que a cobrança do sistema vem a galope. Resta saber quem vai responder junto ao Tribunal de Contas do Estado para justificar o volume de recursos financeiros dispendidos pela Secretaria Estadual de Saúde, em gestões anteriores, pagos a uma empresa do Rio Grande do sul para informatizar toda a Rede de Hospitais do Estado do RN, cujos resultado foi pífio, ou seja, a maioria continua sem a informatização e consequentemente sem receberem o valor real através de repasse financeiro do Ministéro da Saúde pelos serviços realizados , justamente por falta desse controle via sistema de gestão hospitakar.