Saúde

Butantan libera mais 1,5 milhão de doses de CoronaVac para Ministério da Saúde

Foto: Rodney Costa/Zimel Press / Agência O Globo

O Instituto Butantan anunciou nesta segunda-feira a entrega de mais 1,5 milhão de doses da CoronaVac para o Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde. O secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, afirmou em coletiva de imprensa que o Instituto pretende concluir o contrato de 100 milhões de doses no dia 30 de agosto, um mês antes do previsto.

O Estado de São Paulo também anunciou que pretende começar a vacinar as faixas etárias de 12 a 17 anos e 11 meses a partir do dia 23 de agosto. Segundo o secretário, a expectativa é que três dias antes o governo de São Paulo conclua a vacinação (da primeira dose) de todo o público adulto acima dos 18 anos. Atualmente, já foram vacinados 34,5 milhões de pessoas, o que corresponde a 56% de toda a população.

Sobre a paralisação da vacinação para o público de 28 anos na cidade de São Paulo, a coordenadora do programa estadual de imunização do Estado de São Paulo, Rejane de Paula, afirmou que o calendário do estado prevê a vacinação dessa faixa etária até o dia 4 de agosto.

— Toda vez que qualquer município faz uma antecipação de doses tem um certo risco. O calendário estadual só prevê a vacinação de 25 a 29 anos a partir do dia 5 de agosto, até porque nós aguardamos vacinas do Ministério da Saúde — afirmou ela, lembrando que também são aguardadas vacinas da Pfizer.

Variante Delta

Gorinchteyn disse que o Estado de São Paulo não registrou novas identificações da variante Delta, se mantendo nos dez casos previamente identificados.

Segundo ele, há uma atenção redobrada na região do Vale do Paraíba, onde foram identificados casos em Pindamonhangaba e Guaratinguetá.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. ja pensou se não tivesse essa vacina? mas ai burrice tem limite, o capitão bunda mole e broxa queria mais mortes

  2. Ô véi porreta o Bolsonaro.
    É vacina chegando que a desgovernadora não da conta de entregar.
    E aí ainda tem um monte de galinhas atrás de sentar nos ovos das outras.
    O mito show!!!!
    O resto é tão somente o resto.

  3. Segue o show!!!
    Renan ta lascado.
    Safado.
    Deixe o homem trabalhar.
    A pêia é até 2026.
    Voto auditado já!!!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

PESQUISA EXAME/IDEIA: Saúde de Bolsonaro faz com que avaliação negativa do governo diminua, inclusive, no nordeste

Fotos: Reprodução/AFP/Exame

Desde a última quarta-feira, 14, o presidente Jair Bolsonaro está internado para o tratamento de uma obstrução intestinal. Ele recebeu os primeiros atendimentos ainda em Brasília, e logo foi transferido para São Paulo, para mais exames e avaliar a possibilidade de cirurgia. Antes mesmo de pegar o avião rumo à capital paulista, ele postou uma imagem em suas redes sociais, deitado na maca, e ligado a vários equipamentos médicos.

A cena influenciou os últimos números da pesquisa EXAME/IDEIA de avaliação de governo. Para 51%, Bolsonaro é ruim ou péssimo. Na sondagem feita há uma semana, este número estava em 57%, o mais alto desde o começo do mandato, em 2019. Os que avaliam o governo como ótimo ou bom saíram de 20% para 26%. Os que avaliam como regular eram 22% na pesquisa do dia 8 de julho, e agora são 20%.

A pesquisa EXAME/IDEIA ouviu 1.258 pessoas entre os dias 12 a 15 de julho. As entrevistas foram feitas por telefone, com ligações tanto para fixos residenciais quanto para celulares. A sondagem é um projeto que une EXAME e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Maurício Moura, fundador do IDEIA, destaca que o estado de saúde de Bolsonaro influenciou a opinião pública. Ele ainda lembra de outros casos em que um chefe do Executivo passou por problemas médicos, ou precisaram ser internados, e a percepção das pessoas sobre o governo mudou.

“Percebemos uma sensação mais positiva dos entrevistados em função da internação do presidente. Vale ressaltar que os chefes de Estado quando hospitalizados melhoram sua popularidade. Exemplos recentes são o Boris Johnson, no Reino Unido, e o próprio Donald Trump, que apesar da derrota na eleição, subiu nas pesquisas quando teve covid-19. Sem mencionar as melhorias históricas de Ronald Reagan, quando foi operado após o atentado, e Dwight Eisenhower, depois de sofrer um ataque cardíaco”, afirma.

Essa mudança na avaliação foi sentida principalmente na região Sudeste, onde concentra a maior parte do eleitorado. Há uma semana, 57% dos moradores de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo achavam o governo ruim ou péssimo. Agora, este número é de 49%.

Mesmo no Nordeste, onde Bolsonaro costuma ter as maiores rejeições, os números mudaram. Na pesquisa do dia 8 de julho, 67% avaliavam Bolsonaro como ruim ou péssimo. Na mais recente sondagem EXAME/IDEIA, eles são 58%.

Entre os evangélicos, a parcela que mantém o apoio ao governo Bolsonaro desde o início do mandato, também houve uma variação do sentimento negativo. Há uma semana, 52% avaliavam o governo como ruim ou péssimo, e 37% como ótimo ou bom. Na pesquisa desta sexta-feira, 36% acham o trabalho do presidente ótimo ou bom, e outros 36% como ruim ou péssimo. Os que avaliam como regular saíram de 9% para 25%.

Estado de saúde de Bolsonaro

No último boletim médico divulgado pela Secretaria Especial de Comunicação Social, o presidente Bolsonaro segue internado no Hospital Vila Nova Star, e não tem previsão de alta hospitalar. “Bolsonaro está mantendo evolução clínica satisfatória. Desta forma, foi retirada a sonda naso-gastrica e planeja-se o início da alimentação para amanhã [sexta-feira]”, diz a nota enviada pelo governo.

O presidente já precisou fazer quatro cirurgias em decorrência da facada que sofreu durante a campanha eleitoral de 2018. Os dois primeiros procedimentos foram realizados logo após o atendimento de emergência, por conta de lesões nos intestinos grosso e delgado. Bolsonaro ainda fez mais duas operações, no começo e no fim de 2019.

Exame

 

Opinião dos leitores

  1. O fato é que os jagunços digitais do PT, podem esperniarem, vcs tem todo direito, mas que o véi Bolsonaro ta reeleito em primeiro turno tá.
    Na hora de votar, o povo não vota em ladrão!!
    Vcs vão vê.

  2. O presidente já tem 66 anos e sofreu um atentado à faca, perpetrado por um maluco esquerdopata (ex filiado ao PSOL), que deixou sequelas. É um bocado de dementes sem caráter vivem insinuando que foi tudo farsa, envolvendo um monte de gente, incluindo vários médicos e hospitais de renome. Tem que ter muita paciência e evitar proximidade com elementos desse nível.

    1. Vc está entre os “leprosos”. Quanto maior a distância, melhor.

  3. Vejam a avaliação dessa grande mídia imunda. Por que essa pseuda melhora na avaliação não teria relação com a vacinação, com o fim da pandemia, com o bom desempenho da economia, com o fracasso dessa CPI fajuta, com a percepção da perseguição que sofre o presidente, dentre outras coisas? Há muitos motivos para se exaltar o governo Bolsonaro.

  4. CONVOCO TODOS OS PATRIOTAS A SE JUNTAREM A MIM NUMA GREVE DE FEZES EM SOLIDARIEDADE AO PRESIDENTE! SÓ IREMOS AO BANHEIRO NOVAMENTE QUANDO ELE ESTIVER SAUDÁVEL EM CASA!!!

    💩🇧🇷

  5. É melhor ir providenciando mais BOSTA…kkkkkkk
    Vá acumulando m*rda para a época dos debates……kkkkkk

  6. Povo burro é assim mesmo. Se lascando todo dia e com peninha do traste. Fácil demais enganar o brasileiro, não é a toa que estamos até o pescoço dentro dessa fossa.

    1. Vc deve estar falando do RN e do caótico desgoverno de Fátima do PT. Realmente, precisamos nos livrar desse traste antes que acabe com o que ainda resta do estado.

  7. Foco no que interessa: a corrupção no MS, que pelos últimos fatos apurados, não se limitou à compra da vacina, mas também ao transporte, com Lira, Barros e Eduardo Bolsonaro. Melhor Bozo permanecer internado mais um tempo.

  8. Quem tem pena de um verme desses?
    Mimimi da porra, parece um bando de maricas!
    Até o ano que vem, vai ser uma facada por mês e umas 3 caganeiras.

  9. Hahaha então já pode ficar internado até às próximas eleições, pois o tal do ‘solução’ em alguma hora vai ter que parar, né ? Mas a inflação…..

  10. Vai tenta usa os corpo como vez em 2018 um sacana de última categoria mais genocida o povo acordou viu chega de tanto descaso em enganar a população

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Notas técnicas enviadas do Ministério da Saúde dizem que cloroquina e outros medicamentos do “kit covid” foram testados e “não mostraram benefícios clínicos”

Foto: Hugo Barreto/Metropoles

O Ministério da Saúde admitiu em documentos enviados à CPI da Covid essa semana que medicamentos que compõem o chamado “kit covid”, amplamente defendidos por Jair Bolsonaro, são ineficazes contra o vírus.

“Alguns medicamentos foram testados e não mostraram benefícios clínicos na população de pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados, sendo eles: hidroxicloroquina ou cloroquina, azitromicina, lopinavir/ritonavir, colchicina e plasma convalescente. A ivermectina e a associação de casirivimabe + imdevimabe não possuem evidência que justifiquem seu uso em pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados nessa população”, diz documento.

Duas notas técnicas foram entregues à comissão por um pedido do senador Humberto Costa (PT-PE).

Os medicamentos são os mesmos usados para tratamento precoce, que são defendidos por apoiadores do governo e indicados pelo aplicativo do Ministério da Saúde, TrateCov, em Manaus (AM) em janeiro, no auge da crise de oxigênio no estado. A plataforma saiu do ar após a pasta alegar invasão hacker.

A CPI apura se a existência de um gabinete paralelo ao Ministério da Saúde influenciou o atraso na compra das vacinas, o favorecimento de laboratórios e a compra de medicamentos do “kit covid” sem eficácia para o tratamento da doença.

Uma primeira lista de testemunhas que são investigadas pela comissão por terem composto este gabinete e insistido no uso dos medicamentos são: o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o ex-chefe da comunicação do governo, Fábio Wajngarten, as médicas Mayra Pinheiro e Nise Yamaguchi e o ex-chanceler Ernesto Araújo.

Também constam na lista de investigados: o ex-assessor do Ministério da Saúde Elcio Franco, o conselheiro do presidente Arthur Weintraub, o empresário Carlos Wizard, Franciele Fantinato, Helio Neto, Marcellus Campelo, Paulo Marinho Zanotto, Luciano Dias Azevedo e o atual chefe da pasta, Marcelo Queiroga.

Congresso em Foco

Opinião dos leitores

  1. Tem gente devendo à justiça por estimular aglomerações pq a hidroxicloroquina salvaria que tomasse a cloroquina.

  2. Tomei e tome, não teve muitas mais mortes por conta deste kit.
    Agora a Ptzada prefere ver o povo morrer, pra ser contra a Bolsonaro.

    Mais o tratamento precoce com estes medicamentos escapou muita gente

  3. Cadê o direita lesada?
    Não vem dar sua “ilustre” contribuição em despejar 1 tonelada de 💩 não?
    Bora, desminta o MS!

  4. Na nota não fala da ivermectina. Portanto continuar tomando. Só fala se internar. Aí dr Albert Dickson sempre disse: fase inicial sim . Internado Janette outra medicação

  5. O MITO O MESSIAS teve sempre RAZÃO os BOLSONARISTA DIREITOPATA PORCARIA ANALFABETO FUNCIONAL DESINFORMADO vai continuarem acreditando nas FAKES NEWS (verdades do grupo paralelo de informações que quem comandava era Paulo Marinho)

    O MITO O MESSIAS sempre com razão e nunca vai RACHAR

  6. Tem um monte de Minions que ficaram milionários vendendo “tratamento precoce” pra gado burro…
    E o gado acredita…kkkkkkk
    😂😂😂😂😂😂😂😂

    1. Teve um bocado de jumentos encantados pelos maior ladrão que este país já teve que morreram acreditando que o tratamento era ficar em casa tomando água e dipirona e que só fossem procurar ajuda médica depois que tivessem com falta de ar grave.

    2. Toma quem quer, “cumpanhero”. Os asininos vermelhos têm suas drogas prediletas, mas tomam as do Bozo também. Escondidos, covardemente. E negam que tomam. Negacionistas. Rsrsrs

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Anvisa alerta para risco de miocardite após vacina da Pfizer

Foto: Adilson Silveira

Duas semanas após a FDA (Agência de Alimentos e Medicamentos dos EUA) emitir um alerta para casos raros de miocardite e pericardite associados às vacinas de RNA mensageiro da Pfizer e Moderna contra covid-19, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou um comunicado semelhante nesta sexta-feira (9).

Apenas o imunizante da Pfizer está em uso no Brasil. Mesmo assim, o órgão regulador brasileiro reproduz o entendimento da FDA ao dizer que “há riscos aumentados para a ocorrência de miocardite e pericardite, particularmente após a aplicação da segunda dose das vacinas”.

“Os sintomas — dor no peito, falta de ar, palpitações ou alterações de batimentos cardíacos — surgem alguns dias após a vacinação”, explica a nota de hoje.

Assim como a OMS (Organização Mundial da Saúde), a Anvisa mantém a recomendação de continuidade da imunização com a vacina da Pfizer, dentro das indicações descritas em bula, “uma vez que, até o momento, os benefícios superam os riscos”.

Ainda segundo a agência brasileira, não há até o momento relatos desse tipo de efeito adverso em indivíduos vacinados com a Pfizer no Brasil.

“A situação indica necessidade de uma maior sensibilização por parte dos serviços e profissionais de saúde para o adequado diagnóstico, tratamento e notificação de casos. A identificação precoce de sintomas e a adoção de tratamento oportuno são aspectos fundamentais para uma melhor evolução clínica de pacientes com quadro de miocardite e pericardite”, acrescenta.

Nos EUA, identificou-se que os casos de miocardite após a segunda dose de vacinas de RNA foram mais comuns em jovens de 12 a 24 anos.

A recomendação é que qualquer pessoa que apresente os sintomas descritos acima após a segunda dose da Pfizer procure atendimento médico imediato.

Agora RN

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Ministério da Saúde recebe mais 4 milhões de doses da AstraZeneca/Fiocruz

O Ministério da Saúde recebeu nesta sexta-feira (09), mais um lote com 4 milhões de doses da AstraZeneca, produzidas pela Fiocruz. O anúncio foi feito pelo ministro Marcelo Queiroga em sua conta do twitter e confirmada também na conta do Ministério.

As doses serão distribuídas para os estados nos próximos dias.

 

Foto: Reprodução

 

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Natal vacina pessoas a partir de 38 anos neste fim de semana

Com envio de nova remessa de doses do Ministério da Saúde, Natal vai vacinar neste final de semana as pessoas com 38 anos sem comorbidades e 30 anos mais para os funcionários da indústria.

A vacinação para os 38 anos mais contra Covid 19 acontece neste final de semana nos quatro drives ( Palácio dos Esportes, Via Direta, Nélio Dias e Sesi), lembrando que o Sesi não abre aos domingos e que além da população em geral, o Sesi é ponto de vacinação exclusivo para os funcionários da indústria.

“A documentação necessária para o público por faixa etária é comprovante de residência, documento com foto e cartão de vacinação. Para agilizar a inserção no sistema é importante que o público faça antecipadamente o cadastro no RN Mais Vacinas”, disse George Antunes, secretário de Saúde.

No site https://vacina.natal.rn.gov.br/, a pessoa pode ter acesso à documentação necessária e saber como estão as filas nos drive.

Segunda-feira (12)

As pessoas a partir de 37 anos sem comorbidades poderão se vacinar na capital na segunda-feira(12) em um dos quatro drives ou nas 35 UBS com vacinação Covid-19. Trabalhadores da indústria, a partir de 29 anos, exclusivo no Sesi.

No site https://vacina.natal.rn.gov.br/ a pessoa tem acesso aos endereços e horários de funcionamento de todos os pontos de vacinação Covid-19 em Natal.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Mortes por covid-19 caem 9% e casos recuam 29%, informa ministério

Foto: Ministério da Saúde

As mortes em decorrência de complicações relacionadas à covid-19 registradas por autoridades de saúde sofreram redução de 9% na Semana Epidemiológica 26, que vai de 27 de junho a 3 de julho, em comparação com o período anterior. As informações estão no mais recente Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.

Na Semana Epidemiológica 26, as secretarias de saúde confirmaram 10.852 pessoas que não resistiram à covid-19, enquanto o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde na semana anterior trouxe 11.935 óbitos.

O resultado representa uma reversão no movimento de retomada do crescimento da curva de óbitos, após uma estabilização em semanas anteriores. A média móvel de mortes na Semana Epidemiológica 26 ficou em 1.705.

Novos casos

Os novos casos de covid-19 confirmados por autoridades de saúde tiveram queda de 29% na semana do levantamento. Nesse período, foram registrados 355.131 diagnósticos confirmados, contra 503.144 na semana anterior. A média móvel de casos (total no período divido por sete dias) ficou em 50.733.

De acordo com os dados, o resultado da Semana Epidemiológica 26 representa um revés expressivo na trajetória de crescimento da curva de casos. A redução dos novos diagnósticos positivos de covid-19 foi iniciada em março, com um revés na Semana Epidemiológica 13.

Estados

Na semana de 27 de junho a 3 de julho, apenas um estado teve acréscimo de casos: Pernambuco (16%).Distrito Federal e Pará ficaram estáveis e 24 estados tiveram redução. As quedas mais efetivas se deram no Rio Grande do Norte (-78%) e Paraná (-49%).

Em relação aos óbitos, o número de estados com aumento desse índice foi de três, enquanto outros três ficaram estáveis e 21 unidades da federação (incluído o DF) tiveram menos mortes em relação ao balanço da semana anterior. Os maiores incrementos aconteceram em Paraná (92%) e Acre (43%). As reduções mais efetivas foram registradas no Rio Grande do Norte (-31%) e Ceará (-28%)

Mundo

O Brasil passou a ser o país com o maior número de novas mortes confirmadas por semana. Em seguida vêm Índia (6.254), Rússia (4.508), Colômbia (4.300) e Indonésia (3.298).

Quando considerados números absolutos, o Brasil segue na segunda posição (523.587), atrás dos Estados Unidos (605.493). Quando consideradas as mortes por 1 milhão de habitantes, o Brasil fica na sétima colocação.

O Brasil segue como país com mais novos casos nesta semana, seguido por Índia (312.250), Colômbia (197.890), Indonésia (162.889) e Reino Unido (162.261).

Na análise em números absolutos, o Brasil (18,7 milhões) fica na terceira posição de casos acumulados, atrás dos EUA (33,7 milhões) e Índia (30,5 milhões). Na comparação proporcional, por 1 milhão de habitantes, o Brasil ocupa a 14ª posição.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Cadê os Zé Ruelas que falaram que os ser a copa da Morte? Bando de zumbis do Maduro.
    O Véio é Macho, o Véio é duro, fez a copa América e o Brasil ainda vai ser campeão. Hô Véio de sorte é Bolsonaro. O homem é um trevo de quatro folhas kkkk

  2. A culpa é do Galvão Bueno e Luiz Roberto.
    Bem que eles falaram que não deveria ter copa América no Brasil.
    Kkkkkkkkkk
    Chupa galvaozinho, chupa luis chilique.
    Ô véi macho da gota serena esse Bolsonaro.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Casos novos de Covid-19 estão no menor patamar desde fevereiro

 

Foto: CNN Brasil

A média móvel de casos de Covid-19 identificados diariamente nos últimos sete dias chegou nesta sexta-feira (9) ao menor nível desde fevereiro deste ano, segundo o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

O índice ficou em 47.576 nesta sexta-feira. A última vez que a média móvel ficou abaixo deste número foi em 20 de fevereiro, com média diária de 47.056 novas infecções.

Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais 1.509 mortes em decorrência da Covid-19, levando o total de vítimas fatais da doença para 531.688. No mesmo período, foram confirmados 57.737 casos de Covid-19, número que fez o total de infecções no país superar a marca de 19 milhões. Até agora, são 19.020.499 os casos identificados.

São seis os estados brasileiros que já têm mais de um milhão de casos de Covid-19: São Paulo (3,85 milhões), Minas Gerais (1,85 milhão), Paraná (1,32 milhão), Rio Grande do Sul (1,25 milhão), Bahia (1,15 milhão) e Santa Catarina (1,07 milhão).

Diminuição do intervalo entre as doses

O imunologista e pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da USP Gustavo Cabral afirmou à CNN nesta sexta-feira que é “totalmente viável” diminuir o intervalo entre as aplicações de primeira e segunda dose das vacinas contra a Covid-19.

Gestores públicos têm defendido que o espaço temporal entre as doses seja diminuído, à semelhança do que já está fazendo a prefeitura do Recife. Segundo Cabral, a bula da AstraZeneca, por exemplo, fala em intervalo entre 4 e 12 semanas.

O Ministério da Saúde optou por aplicar a segunda dose três meses depois da primeira, “mas não quer dizer que isso não seja flexível”, disse o especialista.

Variante Delta

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro confirmou que dez pessoas testaram positivo para o novo coronavírus após terem tido contato com outras duas infectadas pela variante Delta, residentes dos municípios de Seropédica e São João de Meriti, na Região Metropolitana. Até esta quinta-feira (8), o estado apenas monitorava oito pessoas que tiveram proximidades com os infectados.

A SES confirmou que essas pessoas tiveram algum tipo de contato com o homem de 30 anos e com a mulher de 22 positivadas para a variante Delta. Elas já foram entrevistadas pelas vigilâncias de Saúde de Seropédica e de São João de Meriti, com apoio de agentes da vigilância estadual.

Número de mortes se aproxima do número de nascimentos no Brasil

O número de mortes no Brasil se aproximou, pela primeira vez na história, o de nascimentos durante os primeiros seis meses do ano, segundo um estudo realizado pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil). Os dados referentes ao primeiro semestre de 2021 foram divulgados nesta quinta-feira.

De acordo com o levantamento, os cartórios brasileiros registraram 956 mil mortes até o final de junho, resultado 67,7% maior do que a média histórica. Já o número de nascimentos no Brasil foi de 1,3 milhões, o que retrata um aumento populacional de 368 mil pessoas. O crescimento populacional foi 59,1% menor do que o previsto para o período.

*(Com informações de Amanda Garcia, Bel Campos,Thayana Araujo, Elis Barreto, Rayane Rocha e Lucas Janone, da CNN, em São Paulo e no Rio de Janeiro).

CNN Brasil

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Pfizer vai solicitar autorização para a terceira dose da vacina

Foto: Adilson Silveira

Os laboratórios Pfizer e BioNTech anunciaram em conjunto nesta quinta-feira (8) que pedirão autorização para uma terceira dose de sua vacina contra a Covid-19.

“As empresas esperam publicar dados mais definitivos logo, assim como em uma revista revisada por pares, e planejam enviar os dados à FDA (agência de Alimentos e Drogas americana), à EMA (Agência Europeia de Medicamentos) e a outras autoridades reguladoras nas próximas semanas”, informaram em nota.

O anúncio vem depois que dados de um teste em andamento mostraram que uma terceira dose aumenta os níveis de anticorpos de cinco a dez vezes mais contra a cepa original do coronavírus e a variante Beta, encontrada pela primeira vez na África do Sul, em comparação com as duas primeiras doses, de acordo com o texto.

As duas empresas acreditam que uma terceira dose atuará de forma semelhante contra a variante Delta, altamente contagiosa, que está se tornando dominante a nível global.

Como precaução, as empresas também estão desenvolvendo uma vacina específica para a Delta, e as primeiras amostras estão sendo fabricadas nas instalações da BioNTech em Mainz, na Alemanha.

Ambos os laboratórios estimam que os testes clínicos comecem em agosto, sujeitos à aprovação regulatória.

G1 

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

COVID: Uruguai deverá aplicar uma dose extra de Pfizer para quem recebeu Coronavac

Foto: Reprodução

Um dos países com maior taxa de vacinação do mundo, o Uruguai deverá aplicar uma terceira dose de vacina em sua população para reforçar a imunidade contra a COVID-19. “Na presidência já foi decidido que haverá uma terceira dose de reforço, que será do laboratório da Pfizer, a princípio para a população imunizada com a vacina chinesa Sinovac (responsável pela Coronavac no Brasil)”, disse uma fonte oficial ao semanário uruguaio Búsqueda.

De acordo com o semanário, fontes ligadas ao presidente uruguaio disseram que já foi decidido que haverá uma terceira dose para aumentar a imunidade dos que receberam vacinas da Sinovac.

Há algumas semanas, o presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, disse em entrevista coletiva que essa possibilidade estava sendo avaliada. “Estamos falando sobre uma possível reserva de dose da Pfizer no caso de você ter que se vacinar com uma terceira dose”, disse.

FOCUS

Opinião dos leitores

  1. Enquanto isso, os palhaços do circo ficam procurando cabelo em ovo. Ao invés de ir atrás da verdadeira corrupção. Consórcio do Nordeste, calçacoladavac sem comprovação de eficiência, contrato com os chineses.

  2. Vixe, a coronavac num era Boa. O que houve?
    Por isso que aqui no Brasil, ninguém quer.
    Desde o início, que o Véio Bolsonaro falava.
    O Véio Bolsonaro mais uma vez tinha razão.

    1. A coronavac é aquele que tinha quando seu presidente se negava a comprar a Pfizer!

    2. Japiense o nosso presidente comprou 200 milhões de doses da Pfizer, ele nunca se negou a comprar, mas só pode comprar depois que a lei foi votada no congresso, mude de narrativa porque essa que você tá tentando não é verdadeira, a Pfizer tinha oferecido ao Brasil 70 milhões de doses até 31/12/2021 e o Brasil, diga-se Bolsonaro, comprou 100 milhões até 30/09/2021 e mais 100 milhões até 31/12/2021, quase quatro vezes mais o que ele ofereciam e num prazo menor.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Plano de saúde terá reajuste negativo pela primeira vez – e ele será de -8,19%

 

Foto: Reprodução

O reajuste dos planos de saúde individuais e familiares será negativo neste ano, de -8,19%. O percentual, que compreende o período de maio de 2021 a abril de 2022, foi aprovado em reunião realizada na tarde desta quinta-feira (8) pela diretoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Na prática, significa que as operadoras de saúde precisarão reduzir os valores das mensalidades dos planos de saúde. Caso não o façam, estarão em desacordo com a regulamentação. Os planos individuais e familiares correspondem a 18,9% dos contratos.

“O reajuste sendo negativo é um direito do consumidor. No caso de reajuste positivo, o direito é da operadora, e é facultado a ela aplicá-lo ou não”, disse Rogério Scarabel Barbosa, diretor da ANS que relatou a decisão.

A ANS define o percentual máximo de reajuste aplicado pelas operadoras nos planos individuais ou familiares, que são os vendidos diretamente para os consumidores. Os planos coletivos – como os disponibilizados pelas empresas a seus funcionários – têm a correção negociada entre as operadoras e as organizações.

Esta é a primeira vez que o percentual de reajuste é negativo, o que deve levar os planos de saúde a ficar mais baratos. Nos últimos 20 anos, o indicador sempre ficou no campo positivo. O menor reajuste foi de 5,42%, em 2000.

Em maio, o número de usuários de planos de assistência médica – considerando os individuais e coletivos – chegou a 48.137.767, o maior desde julho de 2016. Nos planos exclusivamente odontológicos, o número de usuários totalizou 27.681.068.

Para o período de maio de 2020 a abril de 2021, o índice estabelecido pela ANS foi de 8,14%. No entanto, por conta dos desdobramentos da pandemia de coronavírus, a agência decidiu suspender os reajustes dos planos de saúde no período de setembro a dezembro de 2020. As correções suspensas voltaram a ser aplicadas em janeiro de 2021, diluídas em 12 parcelas mensais de igual valor.

Como o reajuste foi calculado?

Durante a reunião, a gerente Econômico-Financeira e Atuarial da ANS, Daniele Rodrigues Campos, explicou que a metodologia de cálculo do reajuste leva em conta dois aspectos: a variação das despesas assistenciais das operadoras no ano anterior, com peso de 80%, e a variação das despesas administrativas, respondendo por 20%.

Segundo os cálculos da ANS, a variação das despesas assistenciais das operadoras em 2020 foi de -9,20%. A conta considerou a realidade de 412 operadoras, com mais de 7 milhões de usuários. Em 2019, a título de comparação, a variação havia sido de 11,91% e em 2018, de 11,08%.

A razão da redução no ano passado foi o impacto da pandemia de coronavírus sobre o setor. Em função da suspensão ou do adiamento de procedimentos médicos não emergenciais, além do isolamento social, dados coletados pela agência indicam que houve uma diminuição tanto da sinistralidade (acionamento do plano) quanto das despesas assistenciais.

A sinistralidade caiu de 82,4% em 2019 para 75,4% em 2020. Já as despesas assistenciais passaram de R$ 173 bilhões para R$ 166 bilhões na mesma base de comparação. Ao mesmo tempo, aumentou o número de pessoas cobertas, chegando a 47,7 milhões.

O cálculo da ANS havia sido encaminhado ao Ministério da Economia – que precisa aprovar o reajuste antes da sua divulgação – já no dia 18 de maio, mas apenas na última sexta-feira (2) a agência recebeu uma resposta de volta.

A decisão da ANS pelo percentual negativo em 2021 pode exigir um reajuste positivo “significativo” em 2022, avaliaram analistas do banco Credit Suisse. Porém, como o próximo será ano eleitoral, há dúvidas quanto a sua efetivação.

InfoMoney

Opinião dos leitores

  1. Vou explicar. Mensalidade sem reajuste ; reajuste definido pela ANS- 8,14% : Meses de suspensão- 8 meses. Agora vamos as contas. Um cidadão paga $600 de plano. Como vai ficar? 600 + 8,14%= 648,84. Aumento de $48,84. Aí vc multiplica esse valor aos 8 meses de suspensão de pagamento, ou seja, 48,84 X 8= 390,12; divide esse valor em 12 meses = $ 32,56. Agora faz e o total que vai ser pago, durante 12 meses, que vai ser igual a $681,40. Depois de 12 meses pago esse valor, certamente outro reajuste vai acontecer. Realmente ô veio bom da gota serena!! Leva ele para tua casa e fica por lá mesmo!!!

  2. Em compensacao o governo faz vista grossa para o abuso de aumento nos planos de adesão coletivas (que cobre a maior parte da população) é igual quer fazer com a reforma tributaria, tira dos pobres pra dar aos ricos.

  3. Hô Véio Bom da gota serena é o Presidente Bolsonaro, tamos tendo reajustes negativos.
    Se não fossem os governadores ambiciosos, os combustíveis estariam bem abaixo do que eram praticados dez anos atrás.

    1. Vc não tem noção do que está por vir, em relação a plano de saúde. O reajuste vai ser de torar!! Entenda melhor…

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

COVID: Brasil registra 1.639 óbitos e 53.725 mil novos casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quinta-feira (08):

– O país registrou 1.639 óbitos nas últimas 24h, totalizando 530.179 mortes;

– Foram 53.725 novos casos de coronavírus registrados, no total 18.962.762.

– Com mais 70.184 curados registrados nas últimas 24h, o número total de recuperados do coronavírus é 17.422.854. Outros 1.009.729 pacientes estão em acompanhamento.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Educação

Com apoio da Unicef, Unesco, OMS e OCDE, Saúde e Educação elaboram protocolo de retorno seguro às aulas

Foto: © Reprodução/Twitter/Ministério da Saúde

Os ministros da Saúde, Marcelo Queiroga, e da Educação, Milton Ribeiro, defenderam nesta quinta-feira (8) o retorno dos estudantes às salas de aula. Os dois anunciaram a preparação de um protocolo de retorno e fizeram, de forma conjunta, um “apelo” a gestores municipais e estaduais para que comecem de imediato a preparação para essa retomada.

Segundo o ministro da Saúde, 80% dos professores do ensino básico já receberam a primeira dose da vacina, o que possibilitaria, a partir de agosto, um retorno seguro às aulas. “Temos apoio da Unicef, da Unesco, da OMS e da OCDE [para isso]. Há absoluto consenso de que vacinação não é pré-requisito para o retorno às aulas. Vamos, portanto, criar um protocolo conjunto que será estabelecido por portaria interministerial, estabelecendo as regras para o retorno seguro”, disse ele ao reiterar que a narrativa de que o Brasil vai mal na vacinação já estaria se dissolvendo.

A expectativa é de que a portaria com o protocolo de retorno às aulas seja publicada no início da semana que vem.

O ministro da Educação disse que o país “chegou ao limite”. “Somos um dos últimos países com as escolas fechadas. A perda é acadêmica, emocional e pode até ser considerada nutricional para muitas crianças”, disse ele ao criticar “a falta decisão política dos entes federados lá na ponta”.

Na avaliação de Ribeiro, “alguns estados e algumas redes infelizmente estão politizando o assunto de educação, tratando as crianças como peça de manobra política”.

Ele criticou também discursos que tem ouvido, segundo os quais seria necessário vacinar crianças antes de se dar início ao retorno das aulas. “Daqui a pouco o discurso vai ser vacinar os pais e avós, e aí não se volta mais”.

Dirigindo-se aos “narradores da narrativa de que tudo vai mal”, que segundo ele “regularmente tomam emprestados exemplos de fora para mostrar nossos erros”, Ribeiro disse que, agora, o país tem de “buscar exemplos de fora para mostrar que estamos errados em não restabelecer a aula presencial”.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Vai fazer como seu inútil, que tudo vai pro STF,as porcaria de sindicato que manda nessa bosta.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Judiciário

Ações de Pazuello “não se pautaram pelos melhores parâmetros técnico-científicos”, avalia documento no MPF, citando gestão ‘gravemente ineficiente e dolosamente desleal’

Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo

O Ministério Público Federal (MPF) afirma que o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello retardou de forma deliberada o contrato com a Pfizer para fornecimento de vacinas contra a Covid-19 e aponta que as objeções feitas pelo governo federal às cláusulas contratuais não tinham nenhum respaldo “fático e/ou jurídico”.

As acusações constam de ação de improbidade administrativa ajuizada na semana passada contra Pazuello por uma equipe de oito procuradores da Procuradoria da República no Distrito Federal. O GLOBO teve acesso a detalhes do caso.

A ação lista uma série de irregularidades na gestão do ex-ministro, classificada de “gravemente ineficiente e dolosamente desleal (imoral e antiética)”. Para o MPF, as ações de Pazuello “não se pautaram pelos melhores parâmetros técnico-científicos, mas tiveram, como norte, outras opiniões, orientações e influências — internas e externas ao governo federal”.

É a primeira vez que o MPF faz uma análise jurídica sobre o caso da Pfizer, também objeto da CPI da Covid. A empresa, que procurou o governo federal desde maio do ano passado, chegou a enviar 81 e-mails com ofertas do imunizante, que foram ignorados.

O Ministério da Saúde alegava que cláusulas contratuais inviabilizavam a assinatura, como a exigência de um depósito no exterior para garantia do pagamento e um termo de responsabilidade isentando a Pfizer no caso de efeitos colaterais.

Os dados apresentados pelo MPF rebatem os argumentos do governo. Os procuradores citam, por exemplo, que essa mesma cláusula de responsabilização havia sido aceita pelo governo federal no contrato firmado em setembro do ano passado para o fornecimento da AstraZeneca, por meio da Fiocruz, “sem que nenhum impedimento legal tivesse sido suscitado”.

“Nenhuma das objeções apontadas pelo Ministério da Saúde para aquisição das vacinas da Pfizer se sustenta do ponto de vista fático e/ou jurídico. No que se refere às cláusulas de garantias de pagamento e de não assunção de responsabilidade civil pela empresa fornecedora, o Ministério da Saúde, tão logo vislumbrou o apontado óbice, poderia ter proposto, ao Presidente da República, projeto de lei que explicitasse a possibilidade de celebração do contrato”, escreveu o MPF.

Essa mudança legislativa, entretanto, acabou sendo apresentada por iniciativa do Senado, apenas no início deste ano. Para os procuradores, Pazuello “retardou conscientemente” a tomada de decisão sobre as vacinas da Pfizer.

Isso porque, mesmo após a aprovação das mudanças legislativas no Congresso Nacional, o ex-ministro ainda fez uma consulta ao Tribunal de Contas da União (TCU) antes de assinar a contratação do imunizante. “Pazuello poderia ter feito tais questionamentos ao TCU tão logo vislumbrou os óbices normativos que se antepunham, em sua visão, à celebração de contratos para aquisição de vacinas, mas, em lugar disso, retardou conscientemente a tomada de iniciativas administrativas, em omissão que custou — e tem custado — a vida de milhares de brasileiros”, afirmam.

A ação culpa diretamente o ex-ministro da Saúde por não ter implantado modificações na legislação ainda no ano de 2020 para permitir que os contratos das vacinas fossem assinados com rapidez.

“ A omissão do ex-ministro da Saúde em adotar todas as providências que estivessem ao seu alcance para permitir a contratação de todas as vacinas possíveis, ainda no ano de 2020, colocou o Brasil numa situação de desvantagem na fila dos laboratórios farmacêuticos, impossibilitando que uma grande porcentagem de brasileiros fosse imunizada ainda no primeiro semestre de 2021”, diz o MPF.

Ação por Cloroquina

A ação classificou de “ilegal” a conduta do ex-ministro da Saúde na confecção de um documento para incentivar o uso de medicamentos sem eficácia comprovada. Essa iniciativa precisaria ter o aval da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e da Anvisa, conforme previsto em lei, argumenta a ação.

Pazuello ainda promoveu gastos de R$ 20 milhões com campanhas publicitárias sobre o uso desses medicamentos, diz a ação.

“Pazuello agiu, portanto, ilegalmente ao propor o tratamento precoce para a Covid-19 e, para burlar a necessidade de avaliação prévia pela Conitec e Anvisa, chamou o ‘protocolo’ de ‘orientações’”, diz a ação.

Na conclusão, os procuradores afirmam: “O conjunto dos fatos ora trazidos à apreciação do poder Judiciário constitui amostragem suficiente da gestão gravemente ineficiente e dolosamente desleal (imoral e antiética) do requerido Eduardo Pazuello”. O MPF calculou em R$ 121 milhões o prejuízo ao erário provocado pelas ações do ex-ministro.

Essa é a segunda ação de improbidade movida contra Pazuello. O MPF no Amazonas também já o acionou o pelo colapso no estoque de oxigênio em Manaus.

Procurado, o ex-ministro não respondeu aos contatos. À CPI, ele negou irregularidades em sua gestão.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. E desde quando militar tem competência p fazer alguma coisa? Nunca fizeram nada na vida, consequentemente não sabem fazer nada. São um câncer no país

  2. Em um país sério, esse general pintor de meio-fio e o chefe dele (miliciano maior) já estariam presos.
    Por uma gestão desastrosa, morreram centenas de pessoas, muitas dessas mortes poderiam ter sido evitadas.

    1. Se fosse o seu ídolo no poder, o jumento que encanta idiotas , não existia nem vacina !

    2. Econonise as lágrimas porque vai até 2026. #LulaLadrão
      #PTNuncaMais

  3. Basta o presidente seguir a cartilha do ex-presidiario: traidores….fizeram sem meu conhecimento…não sei de nada….nunca vi….foi assim com Palocci, cumpadi Bumlai…a finada….os amigos das construtoras….etc….tudo traidor…..

    1. Pedroca já gosta de andar por outras estações, versatilidade…
      Parabéns

  4. Só o q resta sao narrativas e críticas de comportamento! Ministro probo, honesto, trabalhador, leal e direito

  5. O Brasil começou a vacinar quando havia vacinas disponíveis para compra, após a aprovação da ANVISA e quando a legislação brasileira permitiu, conforme já reconheceu o proprio presidente do Senado, autor da lei. Infelizmente, as instituições nacionais foram aparelhadas e muitos dos seus membros fazem oposição explícita ao presidente.

    1. Kkkk covid só apareceu depois da vacina kkkk
      Triste cego….

    2. A galhada desse coitado não permite que ele raciocine mais…

  6. Pense numa novidade grande: Surpresa pra zero pessoas! Mas e aquela história do “um manda e o outro obedece”? Como fica?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Vacinação no Brasil bate recorde com 3,3 milhões de doses registradas em 24 horas

Foto: Ascom/Prefeitura de Parnamirim

O Brasil registrou recorde na divulgação de vacinas em 24 horas. De ontem para hoje, foram 3.391.427 doses divulgadas, somando a primeira, a segunda e a dose única. Segundo dados do consórcio de veículos de imprensa divulgados às 20h desta quarta-feira (7), foram 2.390.026 imunizantes aplicados na primeira dose, 613.387 na segunda e 388.014 na dose única.

O resultado foi impulsionado pelo Rio de Janeiro, que divulgou dados acumulados da vacinação no estado após 7 dias. De acordo com a secretaria de Saúde, o motivo de não ter divulgado foi por conta de uma atualização de sistema. Foram 1.353.389 primeiras doses divulgadas, 406.298 segundas doses e 70.038 doses únicas divulgadas hoje.

Os brasileiros que tomaram a segunda dose ou a dose única de vacinas contra a Covid e estão imunizados somam 13,60%. São 28.796.690 de pessoas vacinadas — 27.295.665 da segunda dose e 1.501.025 da dose única, da Janssen.

A primeira dose foi aplicada em 80.864.685 pessoas, o que corresponde a 38,19% da população.

Somando a primeira, a segunda e a dose única, são 109.661.375 doses aplicadas no total desde o começo da vacinação, em janeiro.

Três estados ainda têm menos de 10% de sua população imunizada com as duas doses ou dose única de vacinas contra a Covid. São Mato Grosso, Rondônia e Amapá.

Mato Grosso: 9,92%
Rondônia: 9,79%
Amapá: 8,50%

Mato Grosso do Sul é o estado com mais imunizados, com 24,06% de sua população que recebeu as duas doses ou a dose única. Na sequência vem o Rio Grande do Sul, com 18,13%.

A informação é resultado de uma parceria do consórcio de veículos de imprensa, formado por G1, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e UOL. Os dados de vacinação passaram a ser acompanhados a partir de 21 de janeiro.

G1

Opinião dos leitores

  1. Obrigado Jesus e a todos que fazem parte desta luta. Eu já decidi minha chapa Bolsonaro Presidente e Álvaro Dias governador.

    1. Uma pena que quase 530 mil pessoas não alcançaram essa “chuva” de vacinas, né gado 🐄?

  2. O Brasil está dando show em vacinação, tanto em quantidade, quanto em velocidade. O governo federal já adquiriu mais de 600 milhões de doses de vacinas contra COVID.

    1. Chupa PetroMinions (Petralhadas + Bolsominios). Bando de desorientados que só fazem brigar e não percebem que o povo quem paga a conta.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Haiti é único país das Américas sem vacinas contra a covid-19

Desde o início da pandemia de covid-19, o epicentro das infecções mudou de lugar algumas vezes. Desde o segundo semestre do último ano, a América Latina é a região com o maior número de casos. A região também é a que tem as menores taxas de vacinação.

O Haiti, país que sofre com crise política, econômica e social, tem dificuldades em imunizar a população e controlar a doença. A ilha caribenha registrou mais de 19 mil casos e 462 mortes, com 11 registradas nas últimas 24 horas. Esses números, no entanto, são questionados por autoridades locais e mundiais por conta da subnotificação.

Neste ano, o Haiti enfrenta uma escalada de casos de covid-19 depois da chegada da variante Alfa, que surgiu no Reino Unido, e a Gama, que foi identificada inicialmente aqui no Brasil. Além disso, o país é o único das Américas a não ter uma campanha de vacinação em andamento.

Segundo um comunicado do Ministério de Saúde em junho, o Haiti receberá cerca de 130 mil doses da vacina de Oxford neste mês, por meio do Covax. Para acelerar a imunização da população, o país autorizou o setor farmacêutico privado a importar os imunizantes, medida inédita no mundo.

A maioria dos cidadãos do Haiti não tem acesso ao sistema de saúde, que é falho, e só uma pequena maioria de cidadãos ricos terão acesso às vacinas compradas pelo setor privado.

A covid na América Latina

A América Latina e o Caribe representam apenas 8% da população mundial, mas respondem por quase um terço das mortes por covid-19 desde que o escritório da OMS na China reportou o aparecimento da doença em dezembro de 2019. Ainda assim, a região soma mais de um quinto das infecções globais.

Para a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa Etienne, a situação no continente é “preocupante”. Apenas uma em cada dez pessoas na América Latina e no Caribe foi totalmente vacinada contra a covid-19.

“Atualmente, poucos lugares estão se beneficiando do potencial de proteção total das vacinas, pois existe uma grande lacuna de acesso em nossa região”, afirma Carissa Etienne. “Isso é inaceitável, e o surgimento de variantes torna ainda mais urgente acelerar o fornecimento para os locais com maior transmissão”, completa.

R7

Opinião dos leitores

  1. Essas vacinas que os EUA mandou pro Brasil, era pra ter ido pro Haiti, venho falando isso faz tempo…
    Segundo o direita lascada, por aqui no BR, o miliciano faz “chover” vacinas.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *