Moro se explicará ao Senado em estratégia para evitar CPI

A ida do ministro Sergio Moro (Justiça) à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado nesta próxima quarta-feira (19) foi resultado de um cálculo do desgaste a que o ex-juiz da Lava Jato seria submetido no Congresso.

Moro e outros auxiliares do presidente Jair Bolsonaro (PSL) entenderam que ir espontaneamente ao Legislativo para explicar a troca de mensagens com o procurador Deltan Dallagnol era uma jogada relativamente segura, como o objetivo de frear eventual CPI com foco no ministro, tido como uma reserva ética do governo.

Nas conversas divulgadas pelo The Intercept Brasil, o então juiz da Lava Jato troca colaborações com Deltan, coordenador da força-tarefa, o que é vetado por lei. Segundo o site, as mensagens foram enviadas à reportagem por fonte anônima e se referem ao período de 2015 a 2018.

Na segunda (10), um dia após a divulgação das primeiras conversas, o senador Angelo Coronel (PSD-BA) protocolou na CCJ um requerimento para convocar o ministro. O congressista começou também a coletar assinaturas para criar uma CPI.

Nas redes sociais, parlamentares cobravam a volta da tramitação de projetos que combatem o abuso de autoridade e apontavam os reflexos que a crise teria no calendário do pacote anticrime apadrinhado por Moro.

Por volta das 10h de terça-feira (11), parlamentares e ministros, inclusive o próprio Moro, se encontraram na cerimônia de comemoração do 154º aniversário da batalha naval do Riachuelo. Durante o evento, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, foi avisado da apresentação dos requerimentos pela presidente da CCJ, senadora Simone Tebet (MDB-MS). Assim teve início o plano do governo federal para conter a crise.

Apesar da tensão, Moro preferiu manter os compromissos agendados e foi ao Senado naquele dia almoçar com parlamentares de DEM, PL (ex-PR) e PSC.

Chegou cercado por seguranças e evitou os jornalistas que o aguardavam. Entrou na sala onde era esperado e quis começar a conversa dando sua versão sobre os conteúdos vazados, mas foi interrompido por Wellington Fagundes (PL-MT), coordenador do bloco Vanguarda, que reúne os senadores das três siglas.

Como o encontro, marcado 15 dias antes, era de relacionamento, Fagundes não quis polemizar de partida. O assunto voltou somente ao fim do papo, trazido pelo governador Ronaldo Caiado (DEM-GO) e por um debate entre os senadores Juíza Selma (PSL-MT) e Marcos Rogério (DEM-RO).

Mas Moro não chegou a mencionar a carta assinada pelo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que seria divulgada horas depois pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

“Comunico a vossa excelência que fui informado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, de sua disponibilidade para prestar os esclarecimentos à CCJ do Senado Federal sobre notícias amplamente veiculadas na imprensa relacionadas à Operação Lava Jato”, dizia trecho da carta lida por Davi durante sessão do Congresso, que reúne deputados e senadores.

“Não é adequado que o ministro escolha, que o ministro decida e a gente não possa participar dessa decisão”, reagiu, em vão, o líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta (RS).

Para os congressistas, a conta do Planalto era óbvia: ao se oferecer para ir ao Senado, livrava-se do constrangimento de ser convocado, ia para um ambiente relativamente controlado e menos hostil que a Câmara e esfriava os ânimos da criação da CPI.

Até agora, o plano deu certo. Integrantes do PT no Senado já diziam não querer CPI por dois motivos. Primeiro, não sabem o tamanho que a crise pode ganhar com a divulgação de novas conversas.

Além disso, petistas afirmam que, em vez de abrir dois flancos, é melhor priorizar a CPI para investigar fake news nas eleições de 2018, cujo requerimento de criação já está sobre a mesa de Davi.

Angelo Coronel colocou seu requerimento, ainda com número insuficiente de assinaturas, na gaveta. Diz a aliados que guardará o papel para o caso de o clima virar.

Senadores avaliam que a conta de Moro tem tudo para resultar num saldo positivo na quarta-feira. Entendem que o ministro tem gordura de apoio popular para queimar e apostam que não haverá nomes para constrangê-lo.

Reservadamente, dizem que o PT não estará tão à vontade na sessão porque qualquer manifestação mais enfática pode soar ideológica e como bandeira contrária ao combate à corrupção.

Dizem ainda que antagonistas de Moro, como Renan Calheiros (MDB-AL), também não devem ir para o confronto, sob risco de acabar fortalecendo o ministro.

Além disso, questionadores recorrentes em comissões, como Alvaro Dias (Pode-PR) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), tendem a poupar o ex-juiz da Lava Jato. No passado, eles já saíram várias vezes em defesa da operação.
Mas a tentativa de redução de danos não brecou ofensivas do Congresso em outras frentes. Moro se viu obrigado a também ir voluntariamente à CCJ da Câmara, e a CCJ do Senado deve votar na terça (18) um convite a Deltan para prestar esclarecimentos.

Na semana seguinte, está prevista a apreciação no colegiado do pacote de dez medidas anticorrupção, que inclui a legislação de combate ao abuso de autoridade.

O projeto estava parado no Senado e foi desengavetado a pedido de Davi. Às pressas, o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) redigiu seu relatório alterando o texto em temas que poderiam fazê-lo travar.

O relatório proíbe a criminalização da interpretação de juízes e exige presença de dolo específico, ou seja, é preciso que haja vontade de praticar o abuso de autoridade.

 

Folhapress

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fernando disse:

    Olha.. acho que vitor silva nao trabalha. Ta todo dia aqui defendendo os investigados e presos do crime organizado e criticando quem apoia e combate esses criminosos. Estranho isso.

    • Clovis Junior disse:

      Ceará-Mundão e Cigano Lulu idem.

    • André Fortes disse:

      Fiscal de comentário é novo por aqui. Ele deve ser um dos beneficiados com os empregos gerados pela reforma trabalhista.

    • Cigano Lulu disse:

      Clóvis Junior, meu fi, faça o exame de DNA e mande a conta que o papo paga ok? A mula aqui tá furiosa com sua nova identidade social.

  2. Js disse:

    DESSES BILHÕES QUANTO LULA DEVOLVEU? SE OBRIGARAM OS LADROES DEVOLVEREM PQ NAO OBRIGARAM O LULA NAO E ESTRANHO ?

  3. Vitor disse:

    Não se combate a corrupção com mais corrupção.
    Quem destruiu a lavajato foi o juiz que não seguiu a lei.
    Todo brasileiro honesto e de bem é à favor de prender os corruptos, seja de esquerda ou de direita.
    Não é possível um juiz que só persegue os de ideologia contrária às suas.
    Quem aceita o que o juiz fez é tão corrupto quanto quem defende corrupção.
    E se o objetivo era apenas tomar o poder? Como de fato aconteceu.
    É se Lula tiver sido condenado injustamente? Como até o Papa acha.
    Só uma justiça justa e imparcial pode chegar na verdade. Doa a quem doer. O resto é fanatismo ou pura hipocrisia e falta de caráter.

    • Rômulo disse:

      Falou tudo, Vitor! Defender juiz imparcial que persegue desafetos políticos é hipocrisia e falta de caráter. Ficou evidenciado que Lula nunca teve direito a um julgamento justo! Que bom que a verdade está vindo à tona para desmascarar a quadrilha de toga!

    • Delano disse:

      Moro rastreou quase 200 bilhões de reais roubados dos cofres públicos da nação, e prendeu a maior parte da quadrilha que praticou tamanha barbaridade, já recuperou pra os cofres públicos quase 50 bilhões, e você diz o que desse herói. Não seja um crápulas, tenha senso de justiça.

    • Abílio disse:

      Vitor e Marília, não existe justiça pela ideologia política. Vocês não conseguem fazer uma linha lógica. O que Moro fez de ilegal? Só quem acha que ele fez alguma coisa fora da lei são aqueles que apoiam a corrupção e querem o poder de volta.
      Hipocrisia é saber que estão julgando as ações de um juiz baseado em ilegalidades.
      Fanatismo é ter um líder condenado com milhões de provas existentes, negá-las e achar que o julgamento teve imparcialidade.
      Corrupção é prevista na lei e não na cartilha do partido político, vocês estão trocando as coisas.
      Fanatismo, hipocrisia, imparcialidade é querer culpar a justiça para inocentar condenado.

    • Limoeiro Barros disse:

      Deixa de conversar abobrinhas Vitor, o Renomado dr ex juiz e ministro Sérgio Moro, sentenciou ladrão de todos os PARTIDOS, não foi só o bicho de dezenove dedos.
      Também ricos e bilionários, um deles é Marcelo Odebrecht. Ou seja, essa tua tese, e da defesa burra do Lulaladrão, em dizer que ouve perseguição, não se sustenta.

      Kkkkkkk
      MORO PRESIDENTE!

  4. Malíria disse:

    Vitor Sirva luladrão está PRE-SO!

  5. Madson Oliveira disse:

    Só no Brasil isso acontece, estamos provando que o país está pelo avesso.
    O ministro da justiça, ex juiz federal que combate a impunidade e a corrupção tendo que ir dá satisfação a quem foi delatado ou é investigado por cometer corrupção.
    Porque chamam o ministro e não o hacker que numa atitude ilegal, invadiu aparelhos eletrônicos e retirou conversas que foram reveladas com cortes e a devida manipulação?
    Sem dúvida vivemos tempos sombrios onde a ordem foi invertida e aqueles que praticam corrupção não querem ver o país ser colocado em ordem.

    • Malíria disse:

      Concordo. Isso só acontece porque os parlamentares são os próprios interessados na impunidade! Brasil dos valores invertidos!

  6. Ivan disse:

    O cara q enfrentou a luta contra a corrupção desnfreada no Brasil, vai ao antro de onde emana muita da safadeza que ele combateu e terá q se justificar aos bandidos que o abominam…

  7. Joaquim disse:

    O crime que Moro cometeu. Lutou contra a corrupção. Eita Brasilzinho

  8. Lino disse:

    DR. MORO O SUPER HOMEM NACIONAL.
    Qual o juiz no Brasil que não conversa com advogados, promotores, Desembargadores, etc. etc.etc ???? Me digam, pra eu tirar uma foto e por no museu nacional.
    Tem algum?
    Quem? Quem?
    heim? heim? Isso é uma conversa besta da globo lixo, da folha de São Paulo.
    Vão procurar o que fazer cambada de derrotados.
    Deixe o homem trabalhar.

  9. Ricardo disse:

    Qual foi o crime mesmo?
    Houve corrupção?
    será que está prejudicando algum cidadao honesto?
    acho mesmo que querem é desconstituir a lava jato que lascou os luladrao do Brasil e afeta o sistema de sobrevivencia dos quadrilheiros, em especial do PT e esquerdopatas

    • Vitor Silva disse:

      Ricardo, acho que você ainda não se deu conta do tamanho da bronca.

  10. Vitor Silva disse:

    Moro pode dizer o que quiser que não muda nada, pois na cabeça dos bolsominions quem precisa ser imparcial é jornalista e professor e quem deve seguir as leis são os hackers. O pior é ver gente que estudou compactuando com essas coisas. A resposta deles: E Luladrão.? … E Dilmanta? Vem meteoro!

    • M. Vinicios disse:

      Diferentemente de Moro, "Luladrão" é um enganador de esquerdistas fisiológicos, pois, não engana mais ninguém além da corja que defende ele.
      Essa conversa de "bolsominios" é a prova da incompetência dos petistas que distorcem a realidade e acabam por convencer somente os seus.
      O Moro vai afirmar a verdade, inclusive que falou com A e B!

    • Nino disse:

      Otario ..vamos começar;
      1-Tire a sua carteira de trabalho ( ela é azul)
      2-aprender a trabalhar
      3-deixa de ter ladrao preferido
      4-lugar de vagabundo ladrao é na cadeia
      5-lava-jato existe recuperou BILHÕES

Senadora Zenaide pede plano econômico do governo para alavancar economia

Foto: Divulgação

Cobrar do governo um plano de recuperação econômica para o País. Essa foi a principal questão apontada durante o pronunciamento feito pela senadora Zenaide Maia, no plenário do Senado nesta quarta-feira (12).

“Não é uma questão de partido A, B ou C, é uma questão relacionada ao povo Brasileiro. Se não investirmos nos setores que geram emprego e renda, com 30 milhões de brasileiros desempregados ou subempregados, o Brasil não vai arrecadar impostos, porque não tem quem movimente a economia. Todos nós temos de dar as mãos e se unir para cobrar do Governo um plano de recuperação econômica para o País”, declarou a senadora Zenaide Maia.

A parlamentar apontou o setor da Construção Civil como o que mais sofre e está falido. “A Construção Civil deve ser o primeiro setor a ser beneficiado, pois através dele se emprega do analfabeto ao doutor, e em todo as regiões do país”, argumentou.

Zenaide Maia também criticou a posição dos bancos estatais, que deveriam contribuir com financiamentos para geração de empregos. “O Brasil é um dos poucos países que têm cinco instituições, que foram criadas para fomentar o social, o emprego e renda – Caixa Econômica, Banco do Brasil, BNDES, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia -, sem falar no Banco Central. Por que estamos parados com esses bancos, onde os lucros são cada vez maiores?”, questionou.

Segundo a senadora, é preciso investir nos setores produtivos. “Todos os problemas que vivemos hoje são muito pequenos diante da gravidade do índice de desemprego do nosso País”, declarou a parlamentar.

A senadora lembrou ainda que a agricultura familiar, que põe mais de 70% dos alimentos na mesa do brasileiro, precisa também de investimentos.

Governo do Estado nega que resolução seja calote e pagamento depende de recursos extras

O governo do Estado, em contato com o Blog no início da tarde desta quinta-feira(13), sobre publicação em destaque nos veículos de imprensa da capital, diz que está, na verdade, adotando com os fornecedores e prestadores de serviço a mesma política firmada com os servidores. (A publicação também foi destaque no Blog aqui)

“Não é calote, é quebra de ordem cronológica, de acordo com resolução de 2016 do TCE (que possibilita a quebra da ordem) e de orientação circular. Tanto que os recursos para equacionar essas dividas devem vir do PEF (programa de eficiência fiscal),’do Governo Federal, cujos recursos serão destinados exatamente para restos a pagar”; informa.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ponto de vista disse:

    RESOLUÇÃO Nº 032/2016– TCE, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2016
    […]
    CAPÍTULO IV
    DA ADMISSIBILIDADE DE DESCUMPRIMENTO DA ORDEM CRONOLÓGICA
    DE PAGAMENTOS
    Art. 15. Far-se-á admissível a quebra da ordem cronológica de pagamentos tão somente
    em caso de:
    […]
    III – calamidade pública;
    […]
    ——————————————
    Quando foi decretado calamidade pública? É de nosso conhecimento que foi decretado "calamidade financeira" através do Decreto nº 28.689 de 2019, mas uma coisa não é igual a outra. Tá faltando muita explicação aí…

  2. Paulo disse:

    Esperar o que do PT ? isso já estava previsto, se no governo federal foi um desastre imagine pegando um estado falido de outros governadores incompetentes ? agora só nos resta pedir a Deus um solução e quem se apareça um gestor competente e com a coragem de partir para cima e tentar organizar isso aqui no RN e não vai ser fácil! aqui no RN só com muito trabalho e com desenvolvimento através da iniciativa privada , segurança jurídica e infraestrutura, devemos escolher melhores e novo nomes comprometido com o RN de verdade

  3. Zezim disse:

    O governo do Estado quebrou a ordem cronológica do meu salário mas as contas continuaram chegando em ordem cronológica e eu não tive dinheiro para pagar por culpa do governo.

    Pague meu salário e 13° governo caloteiro!

  4. Idiota útil disse:

    Ok.
    Quero quebrar a ordem cronológica das minhas contas a pagar também.
    Faço como GD?

  5. Antonio Turci disse:

    Espero estar enganado, mas acho que o sinal Amarelo acendeu para Fátima Bezerra. A equipe econômica da Governo precisa apresentar urgentemente um elenco de alternativas para sanear as finanças estaduais. Governadora, acorde. Calote não é uma boa prática. A administração da senhora pode ter começado a descer a "ladeira".

  6. Márcio Macêdo disse:

    Mudou de nome a palavra calote?? Esse governo ou melhor desgoverno.

  7. Marcel disse:

    Leia-se: adotando o mesmo calote que deu nos servidores.

  8. Ricardo disse:

    É gopi, é gopi,é gopi e é gopi.

Após acordo, comissão do Congresso aprova crédito extra de R$ 248,9 bilhões ao governo

Após acordo entre os partidos, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira (11) um projeto de lei que autoriza um crédito extra de R$ 248,9 bilhões ao Executivo federal, a ser obtido com a emissão de títulos do Tesouro Nacional.

Pelo projeto, o governo Jair Bolsonaro poderá contrair dívidas para pagar despesas correntes, como salários e benefícios sociais, sem descumprir a chamada “regra de ouro”.

Esse mecanismo constitucional veda o Executivo de se endividar com a emissão de títulos para custear contas do dia a dia. A única exceção é se houver a autorização do Congresso Nacional. Caso contrário, o presidente da República pode ser enquadrado no crime de responsabilidade fiscal, que pode embasar um pedido de impeachment.

A votação na comissão só foi viabilizada depois de o governo ceder a algumas demandas de diferentes partidos, incluindo de oposição, que, em contrapartida, concordaram em não obstruir os trabalhos do colegiado.

Foram cerca de duas horas de negociação a portas fechadas em uma sala ao lado do plenário da comissão.

Nesse meio tempo, o relator do projeto de lei, Hildo Rocha (MDB-MA), e a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), chegaram a deixar o local para se reunirem com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, no Palácio do Planalto para apresentar os pleitos dos parlamentares.

Segundo Hasselmann, o governo se comprometeu a:

liberar para a educação R$ 1 bilhão dos recursos que hoje estão contingenciados;

destinar R$ 1 bilhão para o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida;

enviar R$ 550 milhões para as obras de transposição do Rio São Francisco;

liberar 330 milhões para bolsas de estudo do CNPQ.

A aprovação do parecer de Hildo Rocha, porém, não foi unânime. PT e PCdoB manifestaram apoio a um voto em separado apresentado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA), que propunha a autorização de um valor menor do que o governo havia pedido: R$ 146,7 bilhões, em vez dos R$ 248,9 bilhões.

Agora, a expectativa é de que o projeto de lei seja analisado ainda na tarde desta terça em uma sessão conjunta do Congresso Nacional.

Antes, porém, os parlamentares precisarão terminar de analisar no plenário os vetos presidenciais que trancam a pauta do plenário para só então votarem o projeto de crédito.

No sábado (8), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que terá de suspender, a partir do dia 25 de junho, o pagamento de benefícios a idosos e pessoas com deficiência caso o Congresso não aprove o projeto que libera crédito extra.

Bolsonaro fez a afirmação em uma rede social e acrescentou que, se a proposta não for aprovada pelos parlamentares, outros programas podem ficar sem recursos nos próximos meses.

Ele citou o Bolsa Família, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Plano Safra. “Acredito na costumeira responsabilidade e patriotismo dos deputados e senadores na aprovação urgente da matéria”, afirmou Bolsonaro.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PT Falido disse:

    E o Presidente Bolsonaro mostra a que veio. Vai ser difícil, mas o Brasil vai sair desse buraco que a esquerda nos colocou e ainda está tentando nos manter nele. PT, PC do B, PDT, mudem os seus lideres, senão serão aniquilados pelo povo nas urnas.

    • J.C. Pereira disse:

      Páre com esse radicalismo, pois governar num regime democrático é importante ter o balanceamento da oposição, não necessariamente ser esguerda isso é o antagonismo q vocês semeam ok

Governo mantém atividades do Hospital Ruy Pereira

Foto: Ilustrativa

O Governo do Estado reuniu nesta segunda-feira, 10, o secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, o secretário adjunto de Saúde, Petrônio Spinelli, e técnicos da pasta, e tomou a decisão de manter as atividades do Hospital Ruy Pereira. Ficou definido que será renovado o contrato de aluguel pelo período que for necessário e serão realizados novos laudos de avaliação das condições estruturais para o funcionamento no prédio onde está instalada a unidade de saúde.

Também ficou definido que as medidas a serem tomadas serão discutidas previamente com a sociedade e com órgãos de fiscalização e controle. O objetivo do Governo do Estado é, além de manter as atividades do Hospital Ruy Pereira, melhorar e ampliar os serviços prestados com ganho de qualidade e quantidade.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Águia disse:

    Parabéns Governadora.
    Só que é só um paliativo. A estrutura física do prédio requer reformas urgentes. A saída mesmo é ir pra um prédio que dê mais segurança pros internos e Servidores.
    Obs: Num mesmo local onde comportem todos.
    E, não "pulverização" como queria o Secretário de Saúde.

  2. LULADRÃO disse:

    O RN vai de mal a pior!

  3. Rocha disse:

    Gente! Este prédio pertence a dois ex-deputados Neto e Cipriano Correia, tudo dentro de casa, farinha da mesma mandioca e saco. ENTENDERAM o querem que desenhe.

  4. Arnaldo Franco disse:

    Era o que tinha que ser feito mesmo. Bola dentro, Governadora. Recuar às vezes faz bem.

  5. Vbg disse:

    E o Estado quebrado pagando 200 mil por mês, 2.400.000 reais por ano! Está na hora de planejar a saída, o Estado não deveria alugar um hospital!

  6. disse:

    Cabritou… se fosse o governo federal, era porque não tinha competência nem certeza do que fazia…

Governo lança oficialmente na tarde desta sexta a Nota Potiguar

O Governo do Rio Grande do Norte lança, na tarde desta sexta-feira (7), o programa de educação fiscal Nota Potiguar, o qual entrou em vigor no último sábado (1º). A iniciativa visa incentivar os consumidores potiguares a pedirem a nota fiscal e colocar o CPF na nota. A cerimônia de lançamento será realizada às 14h30 no Auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL).

A expectativa é que o programa gere uma arrecadação extra de R$ 84 milhões por ano através da conscientização do cidadão em pedir a nota fiscal e a inserção do CPF.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anti-Comunista disse:

    GOVERNADORA FÁTIMA É GÓPI PAGUE OS SALÁRIOS DOS SERVIDORES PÚBLICOS COMEÇANDO PRA QUEM GANHA ATÉ R$ 5 MIL REAIS.

Governo do Estado inicia consulta popular para o Plano Plurianual de investimentos 2020-2023

Fotos: Sandro Menezes

O Governo do Estado lançou na manhã desta segunda-feira, 03, a Consulta Popular para a construção coletiva do Plano Plurianual do Estado 2020-2023 (PPA). A consulta promove a participação da sociedade civil nos debates junto às secretarias e órgãos do Executivo estadual na definição dos objetivos e metas do governo para os próximos quatro anos.

“Discutir o PPA significa reafirmar o compromisso de uma gestão verdadeiramente de perfil popular. Significa implementar o conceito dos territórios como espaços de entendimento de pactuação social. Significa administrar com transparência, ética, com seriedade, zelo e eficiência”, afirmou a governadora Fátima Bezerra no ato de lançamento da Consulta Popular.

Fátima Bezerra ressaltou que “o trato dos recursos e dos bens públicos com eficiência e transparência, com responsabilidade e foco nos resultados, deve se traduzir em direitos, cidadania e dignidade para o povo do Rio Grande do Norte”

A partir deste dia 04 serão realizadas dez reuniões em cidades polo em todo o Rio Grande do Norte (calendário abaixo).

Já a partir desta segunda-feira, é possível fazer consultas online, é só acessar o link a seguir: https://forms.gle/Kz7swJNgYM97bwHR9

O Governo do Estado capacitou servidores de várias secretarias e órgãos estaduais e representantes de prefeituras.

Além da equipe de secretários de estado, dirigentes de órgãos da administração indireta, o lançamento da Consulta Popular reunião representantes dos diversos setores da sociedade como Federações de trabalhadores (Fetarn, Fetraf, Fetam), Federações Empresariais, Femurn, Fecam, Cut, CTB, Sinte, IF’s, UFRN, Uern, Ufersa, Asa Potiguar.

O prazo para o Governo enviar a proposta do PPA à Assembleia Legislativa é até 31 de agosto.

CALENDÁRIO DE VISITAS – CONSULTA POPULAR

04.06 – Canguaretama (Agreste e Litoral Sul)

06.06 – São Paulo do Potengi (Potengi)

07.06 – João Câmara (Mato Grande)

11.06 – Pau dos Ferros (Alto Oeste)

12.06 – Apodi (Sertão do Apodi)

13.06 – Mossoró (Açu/Mossoró)

14.06 – Lajes (Sertão Central, Cabugi e Litoral Norte)

18.06 – Santa Cruz (Trairi)

19.06 – Caicó (Seridó)

26.06 – Natal (Terra Potiguaras).

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Barbosa Santos disse:

    Sem dinheiro, sem obras.
    Não importa o grau de participação popular,: sem dinheiro, sem obras.
    Na verdade, fora fazer turismo e ganhar diárias, fazer barulho e festinha, essa medida não adianta para nada.

  2. Noel disse:

    O famoso "faz de conta"

  3. Anti-Comunista disse:

    CARGOS COMISSIONADOS !!!

  4. Anti-Comunista disse:

    BLÁ BLÁ BLÁ

ATO FALHO? Deputado do PT se confunde e vota com governo para manter Coaf com Moro

Foto: Ailton de Freitas / O Globo

O deputado Vicentinho (PT-SP) protagonizou um momento inusitado na votação da Medida Provisória ( MP ) que trata da reforma administrativa do governo, nesta quarta-feira. Ele foi o único petista a votar a favor da manutenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras ( Coaf ) no Ministério da Justiça, um desejo do ministro Sergio Moro e do governo.

Oposição ao presidente e a favor da incorporação do órgão de controle financeiro à pasta da Economia, a bancada do PT votou em massa pelo “Não”, enquanto Vicentinho apertou o “Sim”. Segundo a assessoria de imprensa do deputado, ele se confundiu e disse que votaria com o partido, mas na hora de confirmar o voto no sistema eletrônico atrapalhou-se e indicou voto “Sim”.

Quando percebeu o que havia feito, já não dava mais para voltar atrás. Foi então que, ao olhar para o placar com os números da votação, o petista percebeu o erro e se assustou.

– Eu me surpreendi porque estou acostumado a votar sim nos requerimentos de obstrução. Na hora eu vibrei com o resultado que, inclusive, nós ganhamos – disse Vicentinho.

Foi aí que os colegas avisaram o deputado.

– Eles deram risada e disseram: ‘Vicentinho, você votou contra’. Eu pensei ai, meu Deus do céu. Corri na tribuna, peguei o microfone e me retifiquei ( à bancada) – concluíu.

Apesar da confusão, o voto do deputado não foi determinante no resultado. O plenário da Câmara decidiu, por 228 a 210 votos, tirar o Coaf de Moro e devolvê-lo ao Ministério da Economia, comandado por Paulo Guedes.

O governo, no entanto, conseguiu manter a atual estrutura na Esplanada com 22 pastas, sem a recriação do Ministério das Cidades.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. M.Vinícius disse:

    Toda a equipe de Moro vai migrar pra lá, de nada adiantou, o povo tem que se acostumar que a coisa é seria, acabou a roubalheira.

  2. M.Vinícius disse:

    É a essência do Ser Petista, explora, externa, vomita, usa, abusa…mas, no fundo…no fundo sabe que a verdade é outra. O ato falho físico correto!

  3. nasto disse:

    Quem voltou a favor de tirar COAF de Moro é porque tem rabo preso. Sabe o que fez e que poderá fazer .

Governo vai multar Gilberto Gil em R$ 3 milhões por irregularidades na Lei Rouanet; Caetano Veloso será o próximo

O cantor e compositor Gilberto Gil. Foto: (Gerard Giaume/Divulgação)

Em breve, o Ministério da Cidadania, fruto da fusão dos ministérios do Desenvolvimento Social, Esporte e Cultura, comunicará ao cantor e compositor Gilberto Gil que foi lavrada contra ele uma multa no valor de R$ 3 milhões.

A multa tem a ver com recursos da Lei Rouanet, de incentivo à Cultura, obtidos por Gil. Por meio dela, empresas e pessoas físicas podem patrocinar espetáculos, shows e exposições, e abater o valor total ou parcial do apoio do Imposto de Renda.

Segundo confidenciou Omar Terra (PMDB-RS), ministro da Cidadania, a um amigo, o cantor e compositor Caetano Veloso também será multado e pela mesma razão. Foram encontradas irregularidades nas prestações de contas de Gil e de Caetano.

Blog do Noblat – Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marquinho disse:

    É isso aí capitão, manda brasa, estamos vc meu presidente. Faça mais pelo Brasil vc cai vencer pirque o povo acordou e está com vc. Parabéns. Globolixo jamais.

  2. Lili disse:

    O povo não quer lei Ruanet, pra sustentar artistas safados que, vivem no luxo de suas casas viagens 1ª classe hospitais, e hospitais caríssimos tais como :Sírio Libanês e outros….O povo está com fome ,quer comer, quer casa ,saúde,quer segurança. Mas o dinheiro ,os artista não abrem mão. E ficam contra o governo que quer reerguer o Brasil. Eles não estão nem aí. Eles estão acostumados ,com muito dinheiro, por isso estão com ódio do governo..

  3. realmadriddepiumgenerico disse:

    Só para comentar o lixo presente no nosso jornalismo. Sem entrar no mérito, mas o cantor não foi nem comunicado e já virou notícia, tudo bem, é função do jornalismo dar as notícias, mas deveria ter ouvido o cantor, se não ensinam isso no jornalismo, pelo menos o bom senso pede isso.

  4. Lampejao disse:

    POR ISSO QUE ESSA PATOTA ADORA O PT, PURA IDEOLOGIA…….KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  5. Jo disse:

    É isso aí, bota essa turma de cumilões pra vomitar o dinheiro do povo. Arrocha presidente

  6. Ivan disse:

    Essa é turma do "ELE NÃO" que defende a cultura do país??? Hipócritas, enquanto milhares de pequenos artistas e artesão passam fome sem apoio nenhum eles monopolizavam os recursos públicos, pior, gente já bem estabalecida financeiramente…Seria muito bom uma operação lava-jato nesses programas custeados pela Lei Roanet….Moro neles!!!!!!!!

  7. M.Vinícius disse:

    Nunca foram, jamais serão garotos do bem. Se vestem como verdadeiros defensores dos pobres, oprimidos, das classes minoritárias. São no fundo, nos ossos, carcomidos pela indigesta face do mais puro banditismo cultural! R$ 3 milhões é pouco diante do lamaçal cultural!

  8. Sergio Nogueira disse:

    Invejosos dirão que é por essas e outras que a classe artística apóia o PT.
    Claro que não.
    Primeiro porque o PT não usava a Rouanet para pagar por esse apoio. Segundo porque esses artistas não precisam desses milhões de reais.

    • #acabou a mamata disse:

      🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣☺️☺️☺️😉🙃😉😉

    • Said disse:

      É cada comentários bobos,o PT levava vantagens em tudo imagina se não roubou aí também, por isso a classe artística quase toda apoiar a facção criminosa PT.

  9. #acabou a mamata disse:

    Não EXISTE LANCHE DE GRAÇA, está aí porque defendem TANTO O LADRAO CONDENADO LULA

  10. Alexandre disse:

    Taí as razões pelas quais eles lambiam as barbas do presidiário-mor de Curitiba.

  11. Lourdes Siqueira disse:

    Taí as razões pelas quais eles lambiam as barbas do presidiário-mor de Curitiba.

  12. #acabou a mamata disse:

    Acabou a FARRA DESSES ARTISTA …que de artista são para tomar dinheiro público, quadrilha PTralha

  13. Cigano Lulu disse:

    A Máfia do Dendê nunca foi de perder tempo diante de cofres públicos… Ela não brinca em serviço. E também nunca entra em cana, afinal a Filha da Chiquita Bacana "é família demais".

BOA NOTÍCIA: Governo usa reserva de emergência, evita novo corte em ministérios, e Educação e Meio Ambiente recebem recursos; R$ 1,588 bilhão para o MEC, e R$ 56,6 milhões para o MMA

Foto: Agencia Brasil

A equipe econômica usou parte de uma reserva de emergência criada no fim de março para evitar um novo contingenciamento no Orçamento.

Segundo o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas, divulgado nesta quarta-feira (22) pelo Ministério da Economia, o governo decidiu usar R$ 1,64 bilhão da reserva para recompor as verbas dos MEC (Ministérios da Educação) e do MMA (Meio Ambiente).

O MEC receberá R$ 1,588 bilhão. O MMA, R$ 56,6 milhões. O governo decidiu queimar ainda R$ 2,167 bilhões da reserva para evitar contingenciamentos adicionais em outros órgãos do Executivo.

Com a medida, a reserva de emergência foi reduzida para R$ 1,562 bilhão. Essa será a gordura que o governo terá para evitar um contingenciamento adicional no Orçamento no próximo relatório, no fim de julho.

Originalmente, o governo teria de cortar R$ 2,181 bilhões do Orçamento por causa da revisão para baixo do crescimento da economia. Ao queimar as reservas, no entanto, o governo evitou o bloqueio no Poder Executivo. Apenas os Poderes Legislativo, Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública da União sofrerão bloqueio de verbas, totalizando R$ 14,62 milhões.

Enviado a cada dois meses ao Congresso Nacional, o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas orienta a execução do Orçamento Geral da União com base na revisão dos parâmetros econômicos e das receitas da União. Caso as receitas caiam, o governo tem de fazer novos bloqueios para cumprir a meta de resultado negativo nas contas do governo sem os juros da dívida pública de R$ 139 bilhões para este ano.

A previsão para o PIB (Produto Interno Bruto) — soma dos bens e serviços produzidos — caiu de 2,2% para 1,6% em relação ao relatório anterior, divulgado em março. A estimativa para a inflação oficial pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) saltou de 3,8% para 4,1% em 2019.

Também contribuiu para evitar novos contingenciamentos a revisão da projeção de receitas. A equipe econômica revisou as receitas para cima em R$ 711,3 milhões, graças a receitas extraordinárias, como royalties de petróleo (+R$ 3,582 bilhões), dividendos de estatais para a União (+1,656 bilhão) e concessões para a iniciativa privada (+R$ 286,7 milhões).

No caso dos royalties, a valorização da cotação internacional do petróleo foi o principal fator responsável pela alta nas projeções. Os ganhos com as receitas extraordinárias ajudou a compensar a queda da arrecadação de tributos, estimada em R$ 5,459 bilhões.

O contingenciamento adicional no Poder Executivo também foi evitado porque o governo revisou em R$ 1,222 bilhão para baixo gastos obrigatórios, dos quais se destacam as despesas com pessoal e encargos sociais (-R$ 1,148 bilhão) e os gastos com a Previdência Social (-R$ 1 bilhão) e subsídios e subvenções (-R$ 555,1 milhões). Outras despesas obrigatórias foram revisadas para cima, fazendo a estimativa total das despesas obrigatórias cair R$ 1,222 bilhão em relação ao relatório anterior.

R7, com Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fagner disse:

    Governo mais tonto q bebados

  2. Anti-Político de Estimação disse:

    Tudo isso é fruto da presença do povo nas ruas . Uma vitória da cidadania.

  3. Marcelo disse:

    Foi so ir as ruas que o governo, conseguiu recursos………

  4. João Rodrigues disse:

    Poderes Legislativo, Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública da União sofrerão bloqueio de verbas, totalizando R$ 14,62 milhões.
    Era pra bloquear na casa dos bilhões.

INTERESSANTE: Presidência adota sistema para filtrar currículo de servidores que poderão atuar no governo

Palácio do Planalto | Jorge William

A Secretaria-Geral da Presidência decidiu criar uma nova etapa para o processo seletivo de servidores que poderão bater ponto no Poder Executivo. O chamado “Banco de Dados de Sanções”, um sistema ligado à comissão de ética da Secretaria, vai fazer um raio-x de cada candidato a um cargo de confiança.

A ideia, basicamente, é verificar se o servidor responde a algum tipo de sanção ética ao longo da carreira. O sistema já está em operação desde fevereiro.

A secretaria confirmou à coluna a adoção do sistema, mas não informou quantos servidores já passaram pela filtro de sanções e quantos teriam sido vetados por alguma mácula profissional.

“O programa tem por objetivo a redução do risco de nomeação de agentes apenados com sanções éticas para ocupar altos cargos na administração pública federal”, informou a assessoria de comunicação da Secretaria-Geral da Presidência.

Bela Megale – O Globo

Governo publica novo decreto sobre armas, veta porte de fuzil e muda pontos questionados; confira

Foto: Divulgação/Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro

O governo Jair Bolsonaro publicou nesta quarta-feira (22) um novo decreto sobre as regras para posse e porte de arma de fogo no país. Em nota, o Palácio do Planalto informou que a nova norma vai modificar alguns pontos que foram questionados na Justiça, pelo Congresso e “pela sociedade em geral”.

O direito à posse é o direito de ter a arma em casa (ou no trabalho, no caso de proprietários). O direito ao porte é a autorização para transportar a arma fora de casa.

Nesta terça-feira (21), o governo federal já havia indicado, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), que faria “possíveis revisões” no decreto. Nota divulgada pela AGU pedia prazo maior que os cinco dias dados pela ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber para que o governo explique a proposta.

O decreto tinha sido editado por Jair Bolsonaro no último dia 7. O texto facilitava o porte de arma para um conjunto de profissões, como advogados, caminhoneiros e políticos eleitos.

A proposta também deixava claro que colecionadores, atiradores desportivos e caçadores poderiam levar a arma carregada quando estivessem se deslocando de casa ou do trabalho até o local de prática do esporte ou exposições para facilitar a defesa pessoal.

As alterações que o texto fazia no Estatuto do Desarmamento geraram críticas de entidades ligadas à segurança pública. Câmara e Senado fizeram análises técnicas que apontavam “irregularidades” e indicavam que a medida “extrapolou o poder regulamentar”. Nesta terça, governadores de 13 estados e do Distrito Federal divulgaram uma carta aberta contra o decreto.

Agora, uma das alterações anunciadas nesta quarta-feira é o veto ao porte de armas de fuzis, carabinas ou espingardas para cidadãos comuns (veja abaixo).

Porte de armas

PERMITIDO: armas de porte, como pistolas, revólveres e garruchas.

PROIBIDO: Armas portáteis, como fuzis, carabinas, espingardas, e armas não portáteis.

Prática de tiro por menores

Menores só poderão praticar tiro esportivo a partir dos 14 anos e com a autorização dos dois responsáveis. O decreto anterior não estipulava idade mínima e exigia autorização de apenas um dos responsáveis.

Antes dos decretos de Bolsonaro, era necessária autorização judicial .

Armas em voos

A Anac seguirá responsável por definir as regras para transporte de armas em voos.

O decreto anterior dava essa atribuição ao Ministério da Justiça.

Esta reportagem está em atualização.

Veja, abaixo, a íntegra do comunicado divulgado pelo Planalto

(mais…)

“Derrota” de Moro tem um objetivo: enfraquecer o ministro mais popular do governo

Sergio Moro será derrotado muitas outras vezes. Segundo O Globo, “o objetivo de enfraquecer o ministro mais popular do governo está em todas as conversas de bastidores no Congresso”.

O Antagonista com o Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. PC. R disse:

    Tenho dúvidas se isso enfraquece o ministro Moro, do meu ponto de vista fortalece. Ninguém mais aguenta essas cachorradas desses congressistas.
    Eles que fiquem espertos, na eleição passada já rodou um bocado de figurões Brasil a fora.
    Na próxima eleição, vai outra leva.
    Vcs vão vê.

  2. Acorda Brasil disse:

    Nessas hora vemos que toda a "renovação" ainda foi pouca… tem que dizimar esses partidos e velhos políticos. Corja de criminosos.
    #NovoNeles

  3. Ivan disse:

    Essa derrota foi da sociedade, não de Moro!!! A corrupção venceu esse round!!! Porém, ainda estamos vivos!!!!

  4. Bob disse:

    Cadê o povão nas ruas?
    Tem que pedir afastamento desse centrão das pautas.
    Isso São umas desgraça pro país e pro povo. É um cara só querendo moralizar esse puteiro e esses corruptos não deixam.

    FORA!!! RODRIGO MAIA E O CENTRÃO.

  5. Reniere disse:

    Não é novidade, 60% do congresso ou mais foram entregues nas delações premiadas, é bandido querendo fugir da justiça. Alguma dúvida?
    Esse país precisa ser passado a limpo, muita coisa precisa mudar o mais rápido possível.

Governo anuncia nos próximos dias plano para reduzir preço de gás de cozinha e energia

Gás de botijão Foto: Marco Antônio Teixeira / Agência O Globo

O governo do presidente Jair Bolsonaro vai anunciar nos próximos dias um plano para reduzir o custo da energia no país e, assim, baratear o gás de cozinha e os insumos para a indústria. O projeto, que o ministro da Economia, Paulo Guedes , tem chamado de “choque de energia barata”, prevê ações em três frentes.

A Agência Nacional de Petróleo (ANP) deve lançar novas regras regulatórias. O governo quer a privatização de distribuidoras estaduais de gás e, ainda, quebrar o monopólio da Petrobras no setor. Outra ação é facilitar o acesso de empresas concorrentes à rede de gasodutos da estatal e de companhias estaduais de gás.

O projeto prevê ainda um socorro financeiro aos estados, em troca de apoio à privatização das empresas estaduais de gás. E, também, um acordo com Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para rever multas aplicadas à Petrobras.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lourdes Siqueira disse:

    Que depois venha um olhar sobre a gasolina. Roubaram e quebraram a Petrobrás e o povo paga o PaTo.

  2. Said disse:

    Assim a esquerda vai ficar louca,mais não se preocupem se baixar mesmo sempre haverá um pontinho mais caro pra vocês comprarem o gás.

Governo do Estado cria comissão com servidores para elaborar calendário de pagamento

FOTO: ASSECOM/GAC

Comissão composta por representantes do Governo e dos servidores estaduais vai elaborar o calendário de pagamento dos salários de 2019. Fruto da negociação com o Fórum de Servidores, a criação do comitê foi oficializada por meio de portaria do Gabinete Civil, número 109, publicada na edição desta quarta-feira (8) do Diário Oficial.

A Comissão Específica de Negociação Coletiva será composta por representante de cada um dos seguintes órgãos: Secretaria de Planejamento e das Finanças (Seplan), que vai coordenar os trabalhos, Secretaria de Tributação (SET), Secretaria da Administração e dos Recursos Humanos (Searh).

Pelo lado dos servidores, a composição se dará com representantes do Sindicato dos Auditores Fiscais do RN (Sindifern), Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte), Sindicato dos Trabalhadores da Administração Direta (Sinsp), Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (Sindsaúde), Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública (Sinpol), Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindasp) e Sindicato dos Servidores da Administração Indireta (Sinai).

A data de pagamento vem sendo definida em reuniões mensais do Governo com membros de entidades sindicais e associativas que representam os servidores públicos estaduais. Desde janeiro, o salário vem sendo pago dentro do mês trabalho.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    Fatão, entregue logo o governo pra esses sindicatos…O orçamento só dá pra pagar o salários deles mesmo…não sobrou mais nada para a população….

  2. Anti-Comunista disse:

    VOCÊS PETISTAS, COMUNISTAS, MARXISTAS TEM 4 ANOS PRA MAMAR NAS TETAS DO GOVERNO DO PT. APROVEITEM AS TETAS CHEIAS DE LEITE DO GOVERNO DURANTE 4 ANOS.

Governo vai recriar ministérios das Cidades e da Integração

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O senador Fernando Bezerra (MDB-PE), relator da medida provisória enviada pelo governo Jair Bolsonaro que altera a estrutura administrativa do Executivo, afirmou que após reunião com o presidente da República foi decidido o desmembramento do Ministério do Desenvolvimento Regional. Segundo ele, no lugar da pasta serão recriados os ministérios das Cidades e da Integração Nacional.

“[Existiam] muitas demandas para o desmembramento do Desenvolvimento Regional. Então hoje de manhã, em reunião com presidente da República e o ministro Onyx [Lorenzoni, da Casa Civil], ficou decidido que Ministério do Desenvolvimento Regional vai ser desmembrado e vai ser recriado o ministério das Cidades e o da Integração Nacional”, disse em rápida entrevista a jornalistas hoje após sair de reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

A novidade já estará no relatório a ser apresentado por ele na Câmara. Segundo Bezerra, há ainda diversas demandas de parlamentares para criação de outros ministérios, como os da Segurança Pública, da Cultura e do Trabalho. Mas o deputado não mencionou a criação dessas pastas.

Apesar do desmembramento, Bezerra adiantou que não deve ser expandido o número de ministérios. Isso porque, segundo ele, o Banco Central perderia o status de ministério. “Estaremos também aprovando como prioridade na pauta da Câmara dos Deputados a autonomia do Banco Central, que perde o status de ministério”, disse. Perguntado sobre se a perda do status entraria já no relatório, antes mesmo da autonomia do BC, ele respondeu: “Assim que a matéria [a MP] for aprovada”, disse.

Segundo ele, a transferência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça para o da Economia ainda tem uma disputa acirrada entre parlamentares. Mas ele diz que está trabalhando para que haja a vitória pela manutenção da atual estrutura. “Eu diria que hoje o placar está bem apertado na comissão. [Mas] estamos trabalhando para ganhar na comissão por um ou dois votos [pela manutenção na Justiça]”, disse.

Segundo ele, o debate existente hoje entre os parlamentares a respeito do Coaf versa sobre a concentração de instrumentos de combate ao crime na pasta de Sergio Moro. “Esse é o debate que está existindo na Câmara e no Senado, de não concentrar no mesmo ministério responsável pela investigação os instrumentos de controle dos recursos financeiros, depósitos e movimentação bancária”, disse.

“E o ministro Moro argumenta que é justamente por causa disso, já que um dos principais crimes é o de lavagem de dinheiro, que é importante manter o Coaf na Justiça. Esse é o debate que veremos na comissão amanhã e no plenário da Câmara e do Senado”, afirma.

Valor

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cao disse:

    Toma lá dá cá com os deputados. Governo fraquíssimo.

  2. De Melo disse:

    O centrão e a esquerda vão aprovar as reformas do jeito que eles querem.
    A país Véi sem jeito.
    A miséria desse país são esses políticos mercenários.

  3. Keyla disse:

    kkkkkkkkkkkk
    Mais uma vez, não surpreende a ninguém!

  4. Antenado disse:

    O trenzinho da alegria está operando a todo vapor, viva nosso PresidOente …