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Governo tentou comprar o silêncio de Delcídio do Amaral, destaca Veja

aloizio-mercadante-2015-3413-originalO recado de Mercadante a Delício: ‘Só estou aqui pra ajudar'(Ed Ferreira/Folhapress)

O senador Delcídio do Amaral cumpria uma jornada dupla quando era líder do governo. Em público, presidia a poderosa Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e negociava a aprovação das medidas de ajuste fiscal consideradas prioritárias pela presidente Dilma. Nos bastidores, era peça-chave na estratégia destinada a impedir que a Operação Lava-Jato descobrisse a cadeia de comando do petrolão. Longe dos holofotes, Delcídio atuava como bombeiro. Conversava com empreiteiros, funcionários da Petrobras e políticos acusados de participar do esquema de corrupção, anotava suas demandas e informações de bastidor e, depois, relatava-as em detalhes a Dilma e a Lula. Sua missão era antever dificuldades e propor soluções. Foi ele quem alertou a presidente de que a Odebrecht tinha pagado no exterior ao marqueteiro João Santana por serviços prestados a campanhas presidenciais do PT. Foi ele quem falou para Lula que petistas estrelados estavam reclamando de abandono e falta de solidariedade. Aos dois chefes, Delcídio fazia o mesmo diagnóstico: “Enterramos nossos cadáveres em cova rasa. É um erro. Precisamos enterrá-los com dignidade”.

Dignidade, no caso, significava ajudar companheiros e executivos presos ou sob investigação com dinheiro, assistência jurídica e lobby a favor deles nos tribunais superiores, para evitar que contassem às autoridades segredos da engrenagem criminosa que desviou, segundo a Polícia Federal, quase 50 bilhões de reais da Petrobras. Delcídio repetiu essa cantilena de forma exaustiva até ser preso e – como gosta de dizer – traído. Lula o chamou de imbecil por ter sido gravado ao tentar comprar o silêncio de Nestor Cerveró, um dos delatores do petrolão. O PT também o rifou em público. Com medo de expiar seus pecados em cova rasa, o bombeiro, agora no papel de incendiário, mostrou-se disposto a contar às autoridades tudo o que viu, ouviu e fez a mando de Lula e Dilma durante treze anos de intimidade com o poder. Não era um blefe. O acordo de delação premiada no qual Delcídio afirma que Lula e Dilma sabiam da existência do esquema de corrupção e atuaram a fim de mantê-lo em funcionamento foi homologado pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF). A colaboração, apelidada de “A delação”, só foi formalizada porque o senador resistiu a uma proposta generosa de “enterro com dignidade” apresentada pelo petista Aloizio Mercadante.

Ex-chefe da Casa Civil do governo Dilma, atual titular da pasta da Educação e um dos ministros mais próximos da presidente, Mercadante prometeu dinheiro e ajuda para que Delcídio deixasse a prisão e escapasse do processo de cassação de mandato no Senado. Em contrapartida, pede que Delcídio não “desestabilize tudo” com sua delação. O ministro não tratou diretamente com o senador, que já estava sob a custódia da polícia, mas com um assessor da estrita confiança do senador, José Eduardo Marzagão. Os dois se reuniram duas vezes no gabinete de Mercadante no ministério. As conversas foram gravadas por Marzagão e entregues à Procuradoria-Geral da República por Delcídio, que, em depoimento formal, disse que o ministro agira a mando de Dilma. Com essa observação, acusou o ministro e a presidente de tentar comprar o silêncio de uma testemunha, obstruindo o trabalho da Justiça. Era o acerto de contas de Delcídio com os senhores que lhes viraram as costas. “Me senti pressionado pelo governo”, disse ele aos procuradores.

Nos diálogos, aos quais VEJA teve acesso, Mercadante oferece ajuda financeira à família de Delcídio e promete usar a influência política do governo junto ao Senado e ao Supremo Tribunal Federal para tentar evitar a cassação do senador e conseguir sua libertação. Além de dizer a Marzagão que Delcidio deveria ficar “calmo”, deixar “baixar a poeira” e não fazer “nenhum movimento precipitado”, Mercadante prometeu procurar o presidente do Senado, Renan Calheiros, para armar um plano de modo a fazer com que o Senado voltasse atrás na decisão, tomada em plenário, ratificando a ordem de prisão expedida pelo Supremo. “Por que é que não pede reconsideração ao Senado? Pode?”, questiona o ministro. “Acho que não”, diz o assessor. “Em política, tudo pode”, ensina Mercadante.

Descrevendo seu plano, Mercadante deixa claro ao assessor que vai tentar “construir com o Supremo uma saída” para Delcídio. Diz que Ricardo Lewandowski, o presidente do STF, poderia libertar Delcídio por meio de liminar, durante o recesso de fim de ano do Judiciário. “O presidente vai ficar no exercício… Também precisa conversar com o Lewandowski. Eu posso falar com ele pra ver se a gente encontra uma saída”, oferece Mercadante. Sem citar o nome, o ministro dá a entender que irá procurar outro ministro do STF e que sua ideia é fazer com que o Senado procure Teori Zavascki para pleitear a soltura do senador. “Talvez o Senado possa fazer uma moção, a mesa do Senado, ao Teori, entendeu? Um pedido: olha, nós demos autorização considerando o flagrante, considerando as condições etc, mas não há necessidade pá, pá, pá – pá, pá, pá. E tentar construir com o Supremo uma saída”, diz. A menção ao STF foi ligeira mas estratégica. Naquela altura, a prioridade da família de Delcídio era libertá-lo antes do Natal. Havia, entretanto, a suspeita de que Teori negaria, como de fato ocorreu, o pedido de habeas-corpus. A oferta de Mercadante remediaria o problema.

Sobre a possibilidade de uma delação de Delcídio, Mercadante diz: “Eu acho que ele devia esperar, não fazer nenhum movimento precipitado, deixar baixar a poeira, ele vai sair, a confusão é muito grande.” A primeira conversa entre Mercadante e o assessor de Delcídio ocorreu no dia 1º de dezembro, uma semana após a prisão do ex-líder do governo. A segunda conversa deu-se no dia 9 de dezembro, um dia após a família de Delcídio decidir contratar o escritório do advogado Antonio Augusto Figueiredo Basto, um dos principais especialistas em delação premiada no país. No primeiro encontro com assessor, Mercadante se mostra cauteloso. Diz que Delcídio é “fundamental para o governo”, fala em lealdade, promete ajuda e deixa entender que fala em nome da presidente Dilma: “Eu sou um cara leal. A Dilma sabe que se não tiver uma pessoa para descer aquela rampa, eu vou com ela até o final.”

Fica claro que Mercadante está preocupado em acalmar a mulher e as filhas de Delcídio, principais incentivadoras de um acordo de delação. Diz ao assessor do senador: “Eu tô te chamando aqui para dizer o seguinte: eu serei solidário ao Delcídio. Eu gosto do Delcidio, eu acho ele um cara muito competente, muito habilidoso, foi fundamental para o governo (…) Eu vi o que estão fazendo com as filhas dele. Uma canalhice monumental. Imagino o desespero dele. Então você veja o que ele precisa que eu posso ajudar.” O ministro aconselha o assessor a dizer para Delcidio seguir em silêncio para “não ser um agente que desestabilize tudo”. Chega a fazer uma ameaça velada, caso o petista revele os podres do governo: “Vai sobrar uma responsabilidade pra ele monumental, entendeu?”.

No segundo encontro, ainda sob o impacto da notícia da contratação do especialista em delações, Mercadante é mais explícito. Revela seu plano no Judiciário, reclama que por causa dos rumores de acordo com a Lava-Jato nem Renan Calheiros, investigado no STF, nem o governo poderão se mexer para salvar Delcídio. Chega a pedir para que o petista abafe o assunto delação. Diz Mercadante: “Como é que o Renan vai se mexer… Eu sei que ele tá acuado porque o outro vai… Entendeu? Como é que o governo se mexe, porque parece que tem alguma coisa que ele (Delcídio) sabe do rabo de alguém. Então, eu acho que tem que tirar isso (delação) da pauta nesse momento.”

O assessor de Delcídio relata as dificuldades financeiras do senador, afirma que a família está planejando vender imóveis e se desfazer de bens para custear o processo. Mercadante se dispõe a viajar ao Mato Grosso do Sul para dar assistência à família: “Isso aí também a gente pode ver no que é que a gente pode ajudar, na coisa de advogado, essa coisa. Não sei. Pô, Marzagão, você tem que dizer no que é que eu posso ajudar. Eu só tô aqui pra ajudar. Veja o que que eu posso ajudar”. O ministro explica que, se a mulher de Delcídio aceitasse conversar, ele organizaria uma visita, como ministro da Educação, em alguma universidade do estado para ocultar o real objetivo da viagem.

Marzagão trabalha com o senador há treze anos. Nos 87 dias em que o petista ficou preso, Marzagão só não fez companhia a ele uma única vez, quando foi ao casamento da filha em Fortaleza. Era Marzagão quem levava e trazia informações, providenciava alimentação e livros, ouvia histórias e compartilhava de desabafos e crises de choro. Antes de procurar o assessor, Mercadante tentou contato com a esposa do senador. O ministro foi repelido com contundência. Maika, a esposa de Delcídio, não escondia a raiva pelo fato de o marido ter se prestado, segundo ela, a fazer serviços sujos para Lula e Dilma, como a tentativa de comprar testemunhas do petrolão, motivo que o levou à prisão. Além disso, Maika sabia que o ministro sempre fora um desafeto de Delcídio no partido. Os dois, senador e ministro, nunca foram amigos, nem mantinham relações amistosas. Por isso, Maika viu a tentativa de aproximação de Mercadante com estranhamento.

Ao ser chamado para uma conversa com um desafeto de Delcídio, Marzagão resolveu gravar tudo, como medida de precaução. Temia ser alvo de uma armadilha tramada pelo governo a fim de desmoralizar o senador, que, como antecipara VEJA, ameaçava contar seus segredos às autoridades. O senador e seu assessor também sabiam como o Ministério Público valorizava gravações com tentativas de obstruir a Justiça. Afinal, uma gravação e uma proposta de auxílio financeiro levaram Delcídio à cadeia, acusado de tentar sabotar o trabalho da Justiça. Como Mercadante, Delcídio também queria calar uma testemunha.

A proposta de silêncio (CLIQUE AQUI em texto na íntegra e confira TODO o diálogo bombástico).

Veja

Opinião dos leitores

  1. Agora começamos a entender a razão do silêncio de muitos. Tem muito pichuleco na jogada. Se a Marcos Valério foram repassados milhões, quanto será que tem custado o silêncio da OAS e da Odebrecht?
    Não existem delações e provas suficientes para que sejam tomadas as medidaslegais necessárias junto ao centro, agora revelado, do esquema de corrupção? Estão esperando o quê? Fechar a delação do Deputado Pedro Corrêa e da Andrade Gutierez, que assim como Delcídio estão dando nomes aos bois que mandam no pasto? Cuidado para não ser tarde demais!

  2. Mais um petista que será preso: após Silvio Pereira, Delúbio Soares, José Dirceu, João Vaccari, Delcídio Amaral, chegou a vez de Aloizio Mercadante. Irá para o xilindró antes do capo maior, Lula.

    1. Todos os corruptos na cadais, mas a diferente dos alienados petista, não trataremos bandidos como heróis! Acho que vai faltar Rivotril e Lexotan nas farmácias!!! A tetinha está secando a cada dia!!!

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Política

[VÍDEO] SÓ AGORA? Lula diz que carrega nas costas ‘promiscuidade’ no STF


A reunião de emergência convocada pela coordenação de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta segunda-feira (5) foi marcada por forte tensão e declarações explosivas. Cercado pelo pessimismo da cúpula governamental após a vitória de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno, Lula culpou o Supremo Tribunal Federal (STF) pelo desgaste político que enfrenta e afirmou que está “carregando nas costas” a “promiscuidade” instalada na Corte.

Sem citar diretamente o escândalo do caso Banco Master, o petista admitiu o impacto devastador das revelações que atingem em cheio a cúpula do Judiciário e defendeu que o tema seja pauta central nos 20 dias restantes até o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

“Quando você chega numa situação em que a Suprema Corte está sob a desconfiança da sociedade, algo é muito grave. Então, esses são temas que nós vamos ter que encarar nessa campanha”, declarou o presidente.

Com informações do Metrópoles 

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Política

PT aponta marketing de Sidônio como responsável pela derrota de Lula e cobra guinada

Foto: Ricardo Stuckert/PR

A vantagem de Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno escancarou a guerra interna na base governista. Lideranças da cúpula do PT apontam o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, como o principal responsável pelo revés de Luiz Inácio Lula da Silva nas urnas e cobram uma mudança drástica na condução da campanha para o segundo turno.

Nos bastidores, petistas de peso classificam a estratégia adotada até aqui como um verdadeiro “improviso”. A avaliação central é de que o marketing governamental passou longe da realidade das ruas, priorizando pautas abstratas — como discussões sobre soberania e terras raras — enquanto ignorou o debate central do eleitor: o custo de vida e o peso no bolso do trabalhador.

A fatura cobrada contra a equipe de comunicação também passa pelo fracasso em conter a rejeição ao governo, que empacou na faixa dos 50%. Para o partido, a aposta cega na máquina pública e em pacotes de bondades — como medidas voltadas ao Bolsa Família e renegociação de dívidas — falhou em blindar o presidente do desgaste econômico e da insatisfação popular.

Com informações do UOL

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Economia

EFEITO FLÁVIO: Casas de análise projetam disparada de até 45% na Bolsa com vitória do candidato

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

A liderança do senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno das eleições presidenciais mexeu com o mercado financeiro e já gera projeções ambiciosas para a Bolsa de Valores. Diferentes casas de análise estimam uma valorização expressiva das ações brasileiras, com saltos que podem variar de 11% a 45%, dependendo do avanço de uma agenda de rigor fiscal.

Na avaliação do BTG Pactual, as ações brasileiras negociam atualmente abaixo da média histórica. Caso se confirme a vitória de Flávio Bolsonaro e o mercado avance para um cenário de reprecificação associado a um ajuste fiscal mais rígido, a alta na Bolsa pode oscilar entre 32% e 45%. Entre os setores apontados como potenciais beneficiados estão o varejo, construtoras de médio e alto padrão e empresas do mercado de capitais.

O UBS também enxerga um cenário otimista com potencial de ganho superior a 30%, impulsionado pela queda dos juros reais e pela melhora nas expectativas de lucro. O JPMorgan trabalha com uma expansão inicial de 20% a 25% no índice.

Com informações da Folha de São Paulo

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Política

INSTITUTO VERITÁ: Flávio Bolsonaro lidera com 51,56% e Lula tem 48,44% no segundo turno

Reprodução

O Instituto Veritá divulgou nesta segunda-feira (5) os números de uma nova pesquisa de intenção de votos para a disputa presidencial no segundo turno.

No cenário de votos válidos, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece na frente com 51,56%, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 48,44%. A diferença entre os dois candidatos é de 3,12 pontos percentuais.

O levantamento nacional ouviu mais de 40 mil eleitores em todo o país.

Reprodução

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Política

ENTREGANDO OS PONTOS: alto escalão do governo Lula já admite derrota em 2º turno contra Flávio

Reprodução

A avaliação interna no Palácio do Planalto e na coordenação de campanha Lulista é de pessimismo após o resultado das urnas no último domingo (4). Uma ala do primeiro escalão do governo de Lula (PT) já trabalha abertamente com a possibilidade real de derrota para o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, no segundo turno.

Nos bastidores, ministros e aliados admitem a dificuldade extrema para alcançar a quantidade de votos necessária para reverter o quadro nesta fase da disputa.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, tentou minimizar a vantagem inicial e tratou a diferença como “só 2%”, afirmando que buscará dialogar com lideranças de centro e de direita. No entanto, a migração de votos de opositores como Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) é vista pelo próprio entorno da campanha como um obstáculo quase intransponível.

A sangria de votos do petismo já apareceu nos números brutos: Lula teve 3,4 milhões de votos a menos em comparação com o primeiro turno de 2022. A abstenção nacional bateu recorde desde 1998, alcançando 21,08%, com mais de 33,4 milhões de eleitores ausentes.

Para tentar estancar a crise, a campanha petista convocou uma reunião de emergência nesta segunda-feira (5) no Hotel San Marco, em Brasília, buscando reatar a estratégia com governadores aliados – derrotados ou vitoriosos nos estados.

Com informações do Poder 360

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Agendão

Festa do Boi 2026 será aberta nesta sexta com ampla programação musical com prioridade para artistas potiguares

Divulgação

A 64ª Festa do Boi será aberta oficialmente pela Associação Norte-Rio-Grandense de Criadores (ANORC), Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Prefeitura de Parnamirim e SEBRAE nesta sexta, 9 de outubro, em solenidade, às 18h, na pista de julgamentos do Parque Aristófanes Fernandes, em Parnamirim. Com programação musical gratuita e diversificada ao longo dos nove dias de evento, a festa segue até o dia 17 deste mês, com agenda musical realizada em parceria com a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte que conta com a participação de artistas potiguares, fortalecendo a música e a cultura produzidas no Estado.

A programação foi pensada para contemplar diferentes estilos musicais e públicos, com nomes da música regional, forró, sertanejo e outros gêneros que fazem parte da identidade cultural do Rio Grande do Norte.

A abertura, na sexta-feira (9), terá Francinaldo Show, Everton Silva, Alwymar Faria e Carla Patrícia. No sábado (10), a programação reúne Biel, Rafinha e Bonde do Gragra. Já no domingo (11), será a vez de Aureo Deni e Duquinha.

Na segunda-feira (12), sobem ao palco Maryana, Cinzeiro de Motel e Forró Xegado. A terça-feira (13) terá Sérgio Luiz, Daniel Ferraz e Roberto do Acordeon. Na quarta-feira (14), as atrações serão Axo Bom e Camyla Melo.

A programação segue na quinta-feira (15), com Rai Dantas e Forró Meirão. Na sexta-feira (16), Juarez, Arnaldinho Netto e Deixe de Brincadeira comandam a noite. Encerrando a programação musical da Festa do Boi, no sábado (17), o público poderá conferir Vê Barreto, Farra dos Poetas, Nonato Netto e Circuito Musical.

Além de levar música e entretenimento ao público, a iniciativa reforça a importância de abrir espaço para os artistas do Rio Grande do Norte, movimentando a cadeia cultural e contribuindo para a geração de oportunidades para músicos, bandas e profissionais envolvidos no setor.

A parceria entre a ANORC e a Assembleia Legislativa do RN integra a proposta de ampliar a presença da cultura potiguar na Festa do Boi, que reúne, durante nove dias, atividades ligadas ao agronegócio, negócios, gastronomia, lazer, tradição e entretenimento.

Com uma programação que acompanha toda a realização do evento, a música se soma às diversas atrações da Festa do Boi 2026, consolidando o Parque Aristófanes Fernandes como ponto de encontro para famílias, produtores, criadores e visitantes de diferentes regiões do Estado.

O evento é uma realização da ANORC, do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, SEBRAE-RN e da Prefeitura de Parnamirim, com patrocínio do Banco do Nordeste, Governo Federal, FAERN/SENAR, FIERN, IDIARN e Caixa Econômica Federal.

Os ingressos para a Festa do Boi estão sendo vendidos na bilheteria do parque por R$ 10,00 (inteira) e R$5,00 (meia). As entradas para os shows são gratuitas.

Mais informações: @festadoboianorc e @agronegociopotiguaranorc

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Política

[VÍDEO] Zema declara apoio a Flávio e diz que é hora do impeachment de intocáveis em Brasília


O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), posicionou-se de forma direta sobre o cenário eleitoral após o resultado das urnas no primeiro turno. Em mensagem direcionada aos eleitores, Zema afirmou que o recado das urnas foi inegável e destacou a força que a direita conquistou no Congresso Nacional.

Para o governador mineiro, a nova configuração do Senado e da Câmara dos Deputados garante musculatura política suficiente para impor limites institucionais a Brasília.

“Precisamos tirar os intocáveis de Brasília. Com o avanço que a direita teve no Senado e na Câmara, ela já tem um número de parlamentares suficiente para poder pedir o impeachment”, declarou Zema.

Ao comemorar o desempenho do Partido Novo, que elegeu 10 deputados federais e 3 senadores, Zema convocou a base aliada para a disputa final do dia 25 de outubro e rechaçou qualquer postura de neutralidade.

” O Brasil não aguenta mais 4 anos de Lula, nem mais 4 ministros nomeados pelo Lula”, pontuou.

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Política

Nilda foca na captação de recursos e sua estratégia funciona em Parnamirim

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O Grupo de Nilda produziu mais mandatos e gerou melhor estratégia de captação de emendas do que a oposição para Parnamirim.

No lugar de impor apenas uma candidatura ao seu grupo, Nilda democratizou os votos e conseguiu, com isso, a participação positiva de Parnamirim nas eleições de 05 deputados estaduais, 04 federais e uma senadora da República. Todos eles são aliados da base de Nilda. Políticos que, a partir de agora, serão potenciais destinadores de emendas para colaborarem com a população do município.

“Sou democrata. Não gosto do comportamento ditatorial-coronelista. Não sou assim. Por isso, ouvi minhas bases, analisei os conflitos e as intercessões e organizei os grupos de forma a que conseguíssemos ver o interesse de Parnamirim e não só o interesse individual meu, da prefeita. Na nossa lógica, quanto mais aliados Parnamirim tiver na Assembleia, no Governo e em Brasília, melhor para os interesses da cidade. Mais recursos virão”, explica Nilda

Na soma dos votos e no resultado final, a base de Nilda conseguiu ajudar na eleição dos deputados estaduais Ezequiel, Júlio César, Kleber Rodrigues, Cinthia de Allyson e Neilton Diógenes.

Na esfera federal, a base de Nilda conseguiu colaborar no apoio de Nina, Benes, Dr Bernardo e João Maia.

Além disso, Nilda ajudou na eleição de Samanda de Lula para o Senado e colaborou para Allyson ir ao segundo turno mesmo enfrentando estruturas contrárias fortíssimas.

Enquanto isso, a oposição não conseguiu eleger Gabriel César e Michael Diniz e ainda perdeu o mandato de Taveira Júnior. Se dependesse da oposição, Parnamirim tinha perdido tudo.

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Economia

Dólar tem maior queda diária em 8 anos e Ibovespa bate recorde após resultado do 1º turno

Foto: Pixabay)

O mercado financeiro reagiu com forte otimismo nesta segunda-feira (5) ao resultado das urnas que colocou Flávio Bolsonaro (PL) na liderança da corrida presidencial. O dólar à vista fechou em queda expressiva de 4,12%, cotado a R$ 5,0022 — o menor patamar de encerramento desde 21 de maio e o maior recuo diário registrado desde 8 de junho de 2018.

Para analistas de mercado, a reação expressiva reflete a avaliação de que um eventual governo de Flávio Bolsonaro traz perspectivas mais sólidas para o ajuste das contas públicas e o controle fiscal, pautas tratadas com ceticismo pelo mercado em relação à gestão petista. Diante do novo cenário, o banco global JPMorgan elevou sua recomendação para ações brasileiras para overweight (acima da média do mercado).

Na Bolsa de Valores, o movimento foi histórico. O Ibovespa disparou 7,7%, alcançando o recorde histórico de fechamento de 206.911,89 pontos, após bater uma máxima intradiária de 209.605,70 pontos, com um volume financeiro robusto de R$ 102,7 bilhões. As taxas dos contratos de DI de longo prazo despencaram mais de 135 pontos-base.

Com informações da Forbes – Money

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Política

AGORA VAI: Fã-clubes brasileiros de Beyoncé e BTS se colocam à disposição de Lula

EPA

Páginas de fã-clubes de diversos artistas pop norte-americanos e sul-coreanos, como Beyoncé e BTS, colocaram suas redes sociais à disposição da campanha do presidente Lula para compartilhar informações relacionadas ao petista. O objetivo é mobilizar eleitores no 2º turno das eleições presidenciais.

A movimentação começou logo após a apuração do 1º turno deste domingo (4), que terminou com Flávio Bolsonaro (PL) na liderança.  Em nota conjunta publicada no Instagram e no X, os administradores dos perfis — que reúnem milhões de seguidores — argumentam que isso é em “defesa da democracia”. O foco do grupo declarado é tentar pescar os mais de 33 milhões de eleitores que não compareceram às urnas e os mais de 6 milhões que votaram em branco ou anularam no último domingo, cuja abstenção e apatia pesaram na composição do primeiro placar.

“A diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro foi de mais de 2,2 milhões de votos. A eleição ainda não acabou. Por isso, nossas redes estão abertas ao perfil de Lula e à sua equipe para compartilhar informações de interesse público e conteúdos da campanha”, diz um trecho do comunicado assinado pelos fandoms.

O perfil BTS Brasil, por exemplo, chegou a emitir um aviso aos fãs que viajarão a São Paulo para os shows do grupo no MorumBIS neste mês, recomendando que priorizem a votação antes de seguir para os eventos.

Com informações do Poder 360

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