Henrique Alves, candidato ao Governo do Estado, disse em entrevista ao jornalista Diógenes Dantas, na 96 FM, na manhã desta quinta-feira (24) que não há uma boa gestão, sem boa política e acredita que foi exatamente a “boa política” que faltou para a governadora Rosalba Ciarlini (DEM). O líder do PMDB lembrou que sozinho, o Governo não consegue suprir todas as necessidades.
“Ninguém senta na cadeira de governador para fazer o mal, mas às vezes querer não é poder. Acho que faltou articulação política a governadora, se impor mais. O que estou dizendo é que tem que ter força para mudar, não acredito numa boa gestão sem uma boa política, então tem somar experiências, inteligência, dar as mãos, tem que ter espírito publico e capacidade de administrar. Eu vou abrir as portas do Governo, vou escancarar para poder trabalhar em parceria com iniciativa privada, prefeituras, governo federal”, destacou.
O candidato defendeu a aliança com os ex-governadores do estado como fonte de experiência para uma melhor administração e, descartou a possibilidade de “mágoas do passado” serem discutidas relembradas em algum momento da futura administração, caso seja eleito. Para Henrique o foco é “salvar o RN”.
“O que eu vou ter é experiência de ex-governadores ao meu lado, o me deixa muito honrado ter o senador José Agripino, Wilma de Faria, Garibaldi Alves. Eles vão me dizer o que tentaram e não deu certo, para eu tentar errar menos e acertar mais. Se precisar tomar uma decisão difícil, eu poder me aconselhar com experientes. O objetivo é ajudar o Rio Grande do Norte. As mágoas ficaram pra traz, e tem que ficar, não posso olhar pelo retrovisor, quem quer ajudar o Estado não pode olhar pelo retrovisor tem que olhar sempre pra frente. Vamos pensar no futuro e nos dar as mãos para sair de onde está”, declarou.
O candidato lembrou a experiência no Legislativo como fonte de informação e conhecimento sobre a realidade dos governos e municípios. “Eu tenho a experiência de quem vive o Brasil e passa pelos problemas e realidade dos estados brasileiros. Na Câmara eu adquiri a capacidade de um maior diálogo, o convencimento para esclarecer dúvidas, tenho a experiência de poder ajudar todos os governos, ajudei todos os ex-governadores como representante do povo do RN na Câmara”.
O líder do PMDB, declarou ter além da experiência, muitas marcas de sua trajetória política, porém, voltou a lembrar que as marcas do passado, não irão influenciar no seu projeto ao Governo do RN.
“Tenho muitas tatuagens no meu corpo, mas na alma não tenho uma cicatriz que não possa ser removida. Não uma uma porta nesse país que eu não possa entrar para pedir apoio e solidariedade”, ressaltou.

Engraçado, O próprio integrou o grupo político da governadora inclusive indicando varios secretarios que imagino que iram retornar no seu governo. Desastre!!