Henrique
Ao participar do debate sobre a cultura com os candidatos ao governo do Rio Grande do Norte, o deputado Henrique Eduardo Alves, candidato pela Coligação União pela Mudança, assumiu alguns compromissos com a classe artística e os produtores de cultura no estado: criação da Secretaria Estadual de Cultura, nomeação do futuro secretário após debate no Fórum Potiguar de Cultura, resgate do Fundo estadual para o setor, diálogo amplo para implementação de políticas e propostas, além de garantia de recursos financeiros com a destinação de recursos próprios e por meio de parcerias com o setor privado.
“A Secretaria de Cultura já deveria ter sido criada no Estado. A criação da secretaria é uma exigência da política nacional de Cultura”, argumentou Henrique Alves. “Além de uma secretaria com dotação orçamentária definida, queremos implantar uma política de valorização, com respeito, responsabilidade, ouvindo todos que atuam no setor cultural”.
O candidato a governador elogiou a qualidade e a complexidade demonstradas pelas cartas apresentadas por quatro segmentos culturais: audiovisual, artes visuais, música e teatro. E se comprometeu em ouvir todo o segmento cultural antes da tomada de decisões na construção de uma política cultural para o Estado.
Henrique se comprometeu em articular com a ministra da Cultura, Marta Suplicy, a aprovação de uma PEC que destina 2% do Orçamento da União para o setor. Se comprometeu também em garantir dotação orçamentária específica para a cultura no Rio Grande, destinando entre 1 e 1,5% do Orçamento Geral do Estado.
O candidato a governador pela coligação União pela Mudança lembrou que cumpriu o compromisso assumido na Teia Nacional da Cultura, realizada em maio em Natal, e viabilizou a aprovação, no Congresso Nacional, da lei da Cultura Viva, regulamentada pela presidente Dilma no dia 13 de julho passado.
Henrique se comprometeu também em resgatar a Fundação José Augusto, criada no governo de seu pai, Aluizio Alves, no início dos anos 60, valorizar os pontos de cultura e os editais públicos como forma de evitar favorecimentos.

Criar mais uma Secretaria (de cultura)? de cara é um absurdo para um Estado falido como o nosso. E a Fundação José Augusto, como disse o candidato HenRIQUINHO Alves, "criada pelo seu pai"vai servir pra que? Talvez o Candidato esteja se espelhando no seu primo, Garibaldi Alves Filho, que extinguiu a CDM e criou a Secretaria de Recursos Hídricos. Extinguiu a EMPROTURN e criou a Secretaria de Turismo, ou seja, por incompetencia trocou o "seis por meia ,duzia". Esse modelo de gestão está FALIDO.