O candidato do PMDB ao Governo do Estado, o presidente da Câmara dos Deputados Henrique Alves, disse nesta quarta (06) em entrevista ao Jornal do Meio Dia, da Universitária FM, que uma das primeiras ações do seu governo, caso seja eleito, será o combate, com policiamento ostensivo, à violência, que nos últimos quatro anos se transformou no mais dramático problema do Estado.
“Primeiro, há uma etapa emergencial. Em seis meses, a pessoa tem que sentir a segurança nas ruas. A sensação de segurança é preciso ter, de que vai se combater a criminalidade. Nesta semana, por exemplo, assaltaram um bar em Capim Macio e ficou por isso mesmo. Ninguém acredita que vai se punir, se iniciar um processo judicial, pegar os bandidos. Essa sensação de impunidade só vai agravar a situação”, disse.
Henrique Alves ressaltou que o problema da segurança não se resolve somente com policiamento, envolvendo também educação, ação social, entre outros fatores. “A insegurança é causada por uma série de fatores. É um assunto complexo, mas precisamos primeiramente desta abordagem emergencial”, complementou. “Natal é hoje a vigésima cidade mais insegura do mundo e a quarta do Brasil, segundo estudo da ONU. E não era assim. A situação se agravou nos últimos anos”, aponta.
Além de segurança, foram discutidos temas como educação, saúde, crescimento econômico e o funcionalismo público.
Esse meu primo Alves é perfeito, senhores. Morro de orgulho.
Aonde será que ele andava nos últimos 40 anos que não veio salvar o nosso pobre, sofrível, azarado e violentíssimo RN? Mas, temos sorte e o roteiro do filme é perfeitamente hollywoodiano, ou seja, o super heroi só deve mesmo parecer quando a "m..da" tá feita e quando ele pode pousar de salvador.
Parabéns, primo. Como você sabe, a oportunidade e o momento chance fazem o homem, o bicho e o mito.
Quero ver vossa senhoria sair em Natal, em Angicos ou em Passa-eFica às dez da noite ,numa rua escura sem segurança parlamentar, e pregando a "educação, ação social e outros fatores" . Topa? Mas vá só, ok?
Viva os salvadores e ainda bem que temos esses salvadores da pátria que só em falar grosso e firme fazem tremer os bandidos. Muito bem, primo. Agora eu fico tranquilo, tá bom?
Moradores do condomínio Ilhas do Atlântico, em Parnamirim, na Grande Natal, estariam sendo ameaçados por votar em Flávio Bolsonaro. Segundo informações divulgadas em vídeo, um homem conhecido como “Pinguim” estaria compartilhando mensagens, fotos, vídeos e áudios com ameaças a eleitores do candidato do PL.
Em uma das mensagens, o suspeito teria afirmado que faria uma lista com os nomes de quem votou em Flávio para uma possível retaliação.
Policiais das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (ROCAM) foram ao condomínio à procura do homem, mas encontraram outro indivíduo, identificado como “Bicudo”. Com ele, segundo o relato, foram encontrados uma arma de fogo, drogas e um colete balístico. O material foi encaminhado à delegacia de plantão de Parnamirim.
A polícia continuava procurando o suspeito apontado como autor das ameaças.
Um quarto dos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) afirma escolher o candidato para derrotar Lula (PT), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8). Entre os eleitores do presidente, 13% dizem votar nele para derrotar Flávio.
Considerando todo o eleitorado, 76% afirmam escolher quem consideram o melhor candidato, enquanto 19% dizem que o objetivo é derrotar o adversário.
O levantamento também mostra que 94% estão convictos de sua escolha e 6% admitem mudar de voto no segundo turno. A certeza do voto é de 94% tanto entre os eleitores de Flávio quanto entre os de Lula.
Encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.520 pessoas nos dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral é BR-02949/2026.
O governo Lula (PT) é considerado ruim ou péssimo por 40% dos brasileiros, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8). Outros 35% classificam a gestão como ótima ou boa, enquanto 24% a consideram regular.
Em uma pergunta separada sobre a aprovação do trabalho do presidente, 49% disseram desaprovar e 48% afirmaram aprovar.
Encomendado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, o levantamento ouviu 2.520 eleitores nos dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-02949/2026.
Lula (PT) é rejeitado por 46% dos eleitores, enquanto 43% dizem que não votariam de forma alguma em Flávio Bolsonaro (PL), segundo a primeira pesquisa Datafolha do segundo turno. A diferença é de três pontos percentuais, com empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.
Na pesquisa divulgada três dias antes do primeiro turno, os dois tinham 45% de rejeição. Agora, Lula oscilou um ponto para cima e Flávio, dois para baixo.
O levantamento mostra ainda que 3% rejeitam os dois candidatos e 8% não rejeitam nenhum deles. Os índices mantêm a rejeição elevada aos dois nomes que disputarão a Presidência em 25 de outubro.
Encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.520 eleitores nos dias 6 e 7 de outubro. O registro na Justiça Eleitoral é BR-02949/2026.
Lucas Pavanato e Guilherme Boulos protagonizaram uma discussão no Aeroporto de Brasília, nesta quinta-feira (8), segundo vídeo divulgado pelo perfil Space Liberdade no X, antigo Twitter. Durante o bate-boca, Pavanato destacou sua votação na eleição para deputado federal.
“Fui o mais votado de São Paulo: 3 milhões de votos, seu trouxa”, provocou o deputado eleito, conforme o trecho reproduzido pela publicação. Boulos rebateu dizendo: “Estou cagando pra você, seu bolsonarista de merda”.
Em quatro ações, defesa do candidato denuncia disseminação de informações sem comprovação, acusações sobre cortes de programas sociais e tentativa de provocar medo no eleitorado
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) intensificou a ofensiva jurídica contra a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre quarta-feira (7) e quinta-feira (8), foram protocoladas quatro novas ações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Lula, a primeira-dama Janja e os deputados André Janones e Lindbergh Farias. As medidas questionam publicações que, segundo a defesa, divulgam informações falsas sobre propostas de governo e tentam influenciar o eleitorado por meio do medo.
As ações contestam acusações de que Flávio pretende acabar com programas sociais, reduzir aposentadorias, retirar direitos trabalhistas e até favorecer o crime organizado. Os advogados comprovam que as afirmações não encontram respaldo no plano de governo registrado no TSE.
*Lula é acusado de espalhar informações falsas sobre programas sociais*
Em uma das ações, a defesa contesta vídeo publicado por Lula no Instagram afirmando que Flávio Bolsonaro cortaria R$ 200 bilhões do orçamento, atingindo programas como Pé-de-Meia, Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida, merenda escolar e Gás do Povo.
Segundo os advogados, o presidente utiliza uma manchete jornalística para dar credibilidade a acusações que não constam da reportagem apresentada como referência.
A defesa ressalta que o plano de governo de Flávio prevê expressamente a manutenção dos programas sociais existentes. A ação pede a retirada do conteúdo e direito de resposta.
Em outra representação, a campanha questiona a propaganda intitulada “Se Flávio vence, você perde”, que afirma que os brasileiros perderiam medicamentos gratuitos, aposentadorias e o sonho da casa própria.
A peça também associa o candidato ao crime organizado, afirmando que “a milícia vai ter um amigo no cargo mais alto da República”.
A defesa classifica a acusação como uma imputação grave, sem comprovação, e pede a remoção da propaganda, além da proibição de sua reprodução.
*Janja é acionada por vídeo sobre crime organizado e pandemia*
Outra representação tem como alvo a primeira-dama Janja, que publicou vídeo afirmando que, com Flávio Bolsonaro na Presidência, o crime organizado dominaria o Brasil e uma nova pandemia provocaria novamente a abertura de covas.
“Com Flávio Bolsonaro na presidência, ele vai dominar o Brasil”, declarou Janja, referindo-se ao crime organizado.
A defesa sustenta que a publicação ultrapassa os limites da crítica política e apresenta previsões alarmistas como fatos certos, sem indicar provas ou propostas que sustentem as afirmações.
A ação pede a retirada imediata do vídeo das redes sociais.
*Janones e Lindbergh são acusados de inventar propostas sobre aposentadorias*
A quarta ação envolve os deputados André Janones e Lindbergh Farias, que gravaram um vídeo em frente ao Ministério da Fazenda atribuindo a Flávio propostas de elevar a idade mínima de aposentadoria para 70 anos, desvincular os benefícios do salário mínimo e estabelecer jornadas de até 12 horas diárias.
“Esse é o programa do Flávio Bolsonaro”, afirmam os parlamentares na gravação, incentivando o compartilhamento do conteúdo, especialmente entre aposentados.
Para a defesa, a utilização da fachada do Ministério da Fazenda busca conferir aparência de informação oficial a propostas que, segundo os advogados, não existem.
Os parlamentares também são questionados pelo uso de expressão ofensiva contra o candidato. A ação solicita direito de resposta.
As quatro medidas apontam, sob diferentes fundamentos jurídicos, o que a defesa considera uma estratégia de atribuir ao candidato propostas inexistentes e consequências alarmistas de uma eventual vitória eleitoral.
As ações estão sob análise do TSE e incluem pedidos de remoção de conteúdos, direito de resposta e outras providências previstas na legislação eleitoral.
Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula (PT), na primeira pesquisa Datafolha após o primeiro turno. A vantagem numérica é de quatro pontos percentuais.
Nos votos totais, Flávio tem 49% e Lula, 45%. Outros 5% dizem que votarão em branco ou nulo, enquanto 1% está indeciso. O cálculo dos votos válidos exclui esses grupos.
O levantamento também mostra que 46% dos eleitores que votaram em Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema no primeiro turno pretendem votar em Flávio. Lula recebe 32% nesse grupo, enquanto 15% optam por branco ou nulo.
Encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.520 eleitores em 153 municípios nos dias 6 e 7 de outubro. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-02949/2026. O segundo turno será realizado em 25 de outubro.
O ex-candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) decidiu, nesta quinta-feira (8), apoiar Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições. Cury condicionou sua decisão ao cumprimento de oito acordos assumidos publicamente por Flávio, que assinou um Termo de Compromisso Público com o Brasil.
Entre os pontos estão o fim da reeleição presidencial, uma revolução na educação, valorização dos professores, ampliação da telemedicina no SUS, proteção às mulheres, fortalecimento do cooperativismo, financiamento para microempresas e aumento da produção de alimentos.
O documento também estabelece o compromisso de pacificação nacional, com Flávio afirmando que pretende governar para brasileiros de direita, esquerda, centro e para quem não se identifica com nenhuma corrente ideológica.
Cury afirma que o apoio decorre, entre outros pontos, de sua defesa da alternância de poder. O documento deixa claro ainda que o apoio não impede cobranças, críticas e questionamentos sobre o cumprimento dos compromissos assumidos.
Uma mobilização de estudantes da área da Saúde em apoio ao presidente Lula tomou as ruas de Natal nesta quinta-feira (8), em frente às instituições de ensino federal. O ato reuniu os apoiadores em frente HUOL e IFRN, posteriormente seguindo para a Praça Cívica, onde os manifestantes continuam reunidos.
A convocação que circulou nas redes sociais foi organizada com horário definido, orientação para confecção de cartazes, deslocamento em grupo, uso de roupas vermelhas ou camisas dos cursos e até instruções específicas para o momento da fotografia.
O material também orienta os participantes a não utilizarem crachás institucionais durante o ato e pede que os estudantes mantenham uma postura pacífica e organizada para transmitir a mensagem do movimento.
O Blog do BG tem recebido sucessivas denúncias de que estudantes que não são apoiadores de Lula tem sido coagidos, transformando o ambiente das instituições federais em espaço de disputa política.
Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira (8) que, se eleito presidente, quer que o fim da reeleição já alcance seu próprio governo. O candidato também deixou para o Congresso Nacional a definição sobre manter o mandato de quatro anos ou ampliá-lo para cinco.
“Não tem que valer só para o futuro. Para mim, tem que valer já no meu mandato”, declarou. Flávio disse que não pretende disputar a reeleição em 2030 e que usará a força política de um presidente recém-eleito para tentar aprovar a mudança.
A PEC apresentada por ele em março proíbe a reeleição consecutiva para presidente, mas mantém essa possibilidade para governadores e prefeitos. O Congresso, segundo ele, poderá definir se a proibição também será estendida aos demais cargos.
E ele só percebeu isso agora? Grande descoberta! Nos poupe!
Esse meu primo Alves é perfeito, senhores. Morro de orgulho.
Aonde será que ele andava nos últimos 40 anos que não veio salvar o nosso pobre, sofrível, azarado e violentíssimo RN? Mas, temos sorte e o roteiro do filme é perfeitamente hollywoodiano, ou seja, o super heroi só deve mesmo parecer quando a "m..da" tá feita e quando ele pode pousar de salvador.
Parabéns, primo. Como você sabe, a oportunidade e o momento chance fazem o homem, o bicho e o mito.
Quero ver vossa senhoria sair em Natal, em Angicos ou em Passa-eFica às dez da noite ,numa rua escura sem segurança parlamentar, e pregando a "educação, ação social e outros fatores" . Topa? Mas vá só, ok?
Viva os salvadores e ainda bem que temos esses salvadores da pátria que só em falar grosso e firme fazem tremer os bandidos. Muito bem, primo. Agora eu fico tranquilo, tá bom?
pronto, mais um que promete resolver tudo, cuidado eleitores.