Um homem de aparentemente 30 anos foi encontrado morto por volta das seis horas da manhã deste domingo no bairro do Planalto, zona Oeste de Natal. Ele foi vítima de enforcamento e, segundo a polícia, havia sinais de que o corpo foi arrastado até ser deixado ao lado de um muro de um condomínio residencial localizado na rua São Gregório.
A polícia chegou até o local do crime através do chamado de um popular, que avistou o corpo enquanto caminhava pela rua. Na cena do crime havia uma corda amarrada no pescoço da vítima, que ainda não foi identificada.
Investigações preliminares da polícia dão conta que o crime deve ter sido cometido por mais de uma pessoa. A 11ª delegacia de Cidade Satélite ficará a cargo da apuração do caso.
A Caravana 22 percorreu, neste sábado (19), sete cidades do Agreste e do Litoral Sul potiguar, em uma agenda de carreatas, motociata, passeata e encontros com lideranças. Por onde passou, Álvaro e seus apoiadores foram recebidos por multidões. O roteiro incluiu Baía Formosa, Canguaretama, Montanhas, Nova Cruz, Santo Antônio, São José de Campestre e Passa e Fica, onde o candidato encerrou o dia com um comício no centro da cidade.
Em Baía Formosa, Álvaro esteve com o presidente da Câmara Municipal, vereador Rodrigo Cipriano; o empresário e ex-candidato a prefeito Dr. Queiroga; o suplente de vereador Almeida Júnior; e conversou com o ex-prefeito Nivaldo Melo. Em Canguaretama, encontrou os ex-prefeitos Wellinson Ribeiro e Wilsinho Ribeiro. Já em Montanhas, contou com a presença do ex-prefeito Manoel Gustavo e dos vereadores Dado e Aída.
Em Nova Cruz, conhecida como Rainha do Agreste, uma carreata percorreu as principais ruas da cidade, com moradores acompanhando a passagem da comitiva das portas de suas casas. Álvaro esteve ao lado do prefeito Joquinha Nogueira e do ex-prefeito Flávio de Berói.
A Caravana 22 seguiu para Santo Antônio, onde Álvaro percorreu as ruas em carro aberto e recebeu manifestações de apoio ao longo do trajeto. Na cidade, esteve com o empresário Gil do Feijão.
Em São José de Campestre, uma motociata reuniu apoiadores pelas ruas da cidade. Álvaro contou com o apoio do prefeito Eribaldo Pinguim e de lideranças locais.
A agenda terminou em Passa e Fica, com uma passeata pelas ruas e um comício no centro da cidade. Álvaro esteve com o prefeito Flaviano Lisboa, o vice-prefeito Elsinho e os ex-prefeitos Celú Lisboa, Pepeu Lisboa e Léo Lisboa, além de vereadores e lideranças locais.
Também acompanharam Álvaro Dias durante a Caravana 22 o deputado estadual Adjuto Dias, candidato à reeleição, e os candidatos a deputado estadual Sargento Manassés e Anne Lagartixa.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cometeu mais um ato falho na noite da última sexta-feira (19) ao chamar a atual esposa, Janja, pelo nome de sua antiga companheira, a ex-primeira-dama Marisa Letícia (1950-2017), com quem foi casado durante 43 anos. O petista já havia trocado o nome da atual esposa pelo da ex-mulher no mês passado.
A gafe ocorreu durante um ato político em Guarulhos (SP), enquanto Lula, que é torcedor do Corinthians, criticava o jogador Memphis Depay pela perda do pênalti que eliminou o clube da Copa Libertadores da América na última quarta-feira (16). Durante o desabafo, o presidente também confundiu a nacionalidade do atacante holandês, referindo-se a ele como “argentino”.
“Eu vou chamar o Corinthians para discutir como é possível o Memphis ganhar milhões e perde aquele maldito pênalti! Gente, eu não vou morrer do coração! Eu cheguei em casa, estava 1 a 0 para o adversário, faltavam 30 segundos para acabar o jogo, a bola na mão do argentino”, desabafou Lula no palanque.
Em seguida, o presidente cometeu o deslize ao narrar o momento em que assistia à partida. “Falei: ‘P… m…! ‘Marisa’, vou tomar um uisquezinho porque o Corinthians vai marcar o gol, ‘Marisa’! Fui sentar na cadeira para ver o pênalti. Estou lá eu sentado, e o Memphis erra a bola! E bota a bola, sai correndo e dá um chute lá para cima! A bola até agora não caiu, gente!”, ironizou.
Enquanto o presidente discursava, Janja coçou a testa aparentando evidente desconforto e se aproximou do marido para tentar alertá-lo sobre a confusão de nomes. No entanto, Lula seguiu com o seu discurso para os apoiadores presentes no evento político.
A experiência e o poder de nocaute falaram mais alto na divisão dos pesos-penas (66 kg) no UFC 331, realizado neste sábado (19), em Los Angeles (EUA). Atual 15º colocado no ranking da mídia especializada, o lutador potiguar Patrício Pitbull precisava de uma atuação convincente para se afirmar na organização e cumpriu o objetivo ao nocautear Doo Ho Choi ainda no primeiro assalto.
O duelo era importantíssimo para ambos os atletas. Consagrado como uma das maiores lendas da história do Bellator, Pitbull vinha de um início instável no Ultimate, somando duas derrotas e apenas um triunfo. Do outro lado, Choi vivia momento de reabilitação na carreira: após uma sequência negativa de três reveses, o sul-coreano havia recuperado o ritmo e subiu ao octógono embalado por três vitórias consecutivas.
Após a luta, em entrevista ainda no octógono, o potiguar provocou o adversário seguinte. “Jean Silva, você é o próximo”, disparou Pitbull.
A Luta
Desde os primeiros segundos de combate, Patrício Pitbull adotou uma postura agressiva e tomou a iniciativa das ações, priorizando combinações de boxe para encurtar a distância. O brasileiro foi o primeiro a conectar um golpe contundente, vazando a guarda do adversário com um uppercut preciso. Na sequência, um direto de direita atingiu Choi em cheio, embora o sul-coreano tenha absorvido o impacto sem balançar imediatamente.
Tentando fazer valer sua maior envergadura, Choi buscou responder na trocação, mas continuou encontrando dificuldades para conter o volume do representante do Rio Grande do Norte. A pressão constante de Pitbull surtiu efeito definitivo minutos depois, quando uma nova sequência pesada de golpes encontrou o queixo do sul-coreano, levando-o ao solo. Atento à oportunidade, o brasileiro avançou rapidamente no ground and pound e desferiu ataques potentes no chão até a interrupção do árbitro.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) enviou um ofício ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, neste sábado (19), solicitando o afastamento cautelar de Paulo Gonet do cargo de procurador-geral da República. A representação ocorre após a divulgação de uma fotografia e de mensagens encontradas pela Polícia Federal (PF) no celular de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.
A imagem, localizada pela PF durante as investigações do caso Banco Master, mostra Gonet com um charuto nas mãos ao lado de Vorcaro, em uma mesa com copos de uísque. O registro foi feito em 25 de abril de 2024, em uma degustação no George Club, em Londres.
A representação aponta que o registro e os novos diálogos colocam em dúvida a declaração feita por Gonet ao STF na última terça-feira (15/9), quando afirmou não ter tido relação de proximidade com o ex-banqueiro e que o único encontro havia ocorrido na presença de várias autoridades. A PGR confirmou a veracidade da foto de 2024, mas reiterou que o evento contou com a participação de outras autoridades, contando com o respaldo de declarações anteriores do ministro André Mendonça sobre a ausência de irregularidades.
Mensagens e Contatos em 2025
Para o deputado Nikolas Ferreira, os registros extraídos do celular de Vorcaro demonstram contatos adicionais intermediados pelo advogado Ciro Soares ao longo de 2025. Entre os episódios citados na representação estão: encontros e ligações de março de 2025, quando Ciro Soares enviou a Vorcaro uma foto ao lado de Gonet com os dizeres “Liga aqui” e “Ele quer falar com você”, seguidas por quatro chamadas telefônicas e uma viagem a Londres, também planejada em março do mesmo ano, com discussões a respeito do custeio das despesas do filho do procurador-geral, Pedro Gonet, por parte de Vorcaro.
Apesar das tratativas detalhadas no documento, a assessoria de Ciro Soares afirmou que não houve irregularidade nas conversas e ressaltou que o evento planejado para 2025 acabou não ocorrendo. Diante dos fatos revelados pela PF, o deputado pede que Fachin encaminhe a representação ao órgão competente do STF para a devida análise do afastamento cautelar do procurador-geral da República.
O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante evento político em Santa Catarina, onde acusou o chefe do Executivo federal de perder completamente o senso de realidade e de representar um “perigo” para a economia e, em especial para o setor agropecuário do país.
O tom inflamado da fala ocorreu após declarações de Lula em solo catarinense envolvendo o setor. De acordo com Flávio, o petista teria sugerido que o agronegócio brasileiro “deveria se ajoelhar aos seus pés”. O parlamentar classificou a postura como inaceitável e afirmou que o presidente atual resgatou o perfil político e sindicalista radical da década de 1990.
“Ele voltou a ser aquele Lula da década de 90, um sindicalista que fala bobagem todo dia, uma pessoa com ideias velhas e atrasadas que tem fixação por implementar um regime comunista e ditatorial no Brasil”, disparou o senador.
Flávio Bolsonaro aproveitou a oportunidade para lembrar que Lula se referiu ao estado de forma pejorativa. “Hoje ele estava aqui em Santa Catarina, ameaçando quem produz, que é o nosso agrodizendo que o agro deveria se ajoelhar aos seus pés.Isso foram palavras de uma pessoa que já havia dito que Santa Catarina é composta por nazistas”, alfinetou o senador.
Um relatório reservado da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), enviado no fim de agosto à Presidência da República, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Ministério da Justiça, elevou ao “nível de criticidade” a possibilidade de interferência externa dos Estados Unidos no processo eleitoral brasileiro de 2026.
O texto vê uma “tendência de escalada de pressão sobre o Brasil” e alerta que “observa-se intensificação seletiva e reconfiguração da pressão exercida pelos EUA” sobre o país, “sem ruptura de um padrão estrutural de influência já existente”.
A Abin destaca que o Brasil virou alvo prioritário por manter um governo com autonomia estratégica e disposição para resistir às exigências de alinhamento geopolítico. Embora tenha havido episódios de recuo e distensão diplomática, a escalada se intensificou desde maio, impulsionada por dois fatores principais: classificação de organizações criminosas como terroristas pelo governo norte-americano e retaliações econômicas contra o Brasil, brasileiros e empresas com vínculos na América Latina e Europa por suposta lavagem de dinheiro ligada ao PCC.
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, determinou que candidatos a deputado pelo partido incluam Lula e os demais candidatos majoritários apoiados pela legenda em seus materiais de campanha. Em caso de descumprimento, ele defendeu até ações por infidelidade partidária e a devolução de recursos do fundo eleitoral.
Edinho tomou conhecimento da circulação em grupos petistas de materiais de campanha sem o nome ou o número de Lula e, em alguns casos, sem candidatos a governador e ao Senado apoiados pelo partido.
Em áudio enviado à Executiva Nacional, Edinho afirmou que a eleição de Lula deve ser prioridade e que os materiais precisam refletir as decisões coletivas do PT. A Executiva aprovou resolução orientando que as candidaturas proporcionais incluam Lula e os candidatos majoritários nas peças impressas e digitais, além de ações de rua e redes sociais.
“Se a nossa militância informar a direção do PT sobre a existência de materiais que não traduzam a nossa tática eleitoral, eu penso que temos […] que encaminhar ações por infidelidade partidária, pedindo a devolução do Fundo Eleitoral”, afirmou Edinho.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu neste sábado (19) auxílio técnico à Polícia Federal para conseguir acessar o conteúdo de um dos celulares de Daniel Vorcaro apreendidos pela corporação.
Em ofício enviado ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, Mendonça afirmou que seu gabinete não conseguiu acessar os dados armazenados no material entregue pela polícia.
O ministro do Supremo atribui o problema a possíveis dificuldades técnicas ou até a algum defeito no material fornecido pela corporação.
“Até o presente momento, seja por dificuldades de ordem técnica operacional, seja por algum tipo de defeito contido na mídia entregue, este Gabinete não logrou êxito em obter acesso efetivo ao material ali contido, permanecendo os respectivos dados e informações indisponíveis ao exame e análise deste juízo”, diz Mendonça no ofício.
Uma estudante de medicina de uma universidade particular foi flagrada por câmeras de segurança praticando furto em uma loja de alto padrão no bairro de Lagoa Nova, em Natal.
O item levado sem a efetuação do pagamento foi um conjunto fitness. A peça, de uma marca premium, teria valor aproximado de R$ 1 mil.
As imagens registraram a movimentação da estudante dentro do estabelecimento e o momento em que ela saiu com a mercadoria.
Um vídeo gravado pela Polícia Federal dentro da Dismed Distribuidora de Medicamentos, em Mossoró, divulgado pelo Blog do Dina, revela diálogos que integram a investigação da Operação Mederi.
A gravação, feita em maio de 2025, mostra uma conversa entre Oseas Monthalggan Fernandes Costa, sócio da Dismed, com um interlocutor identificado nos autos como “Nenen”. Em um dos trechos, Oseas faz uma comparação hipotética: “se eu fosse prefeito […] esse prefeito é ladrão, quem rouba é ele, pode falar, não me importa não”. Na sequência, contrapõe a situação ao comportamento atribuído ao então prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, mencionando o cuidado para que “ninguém” soubesse.
Em outro momento, “Nenen” orienta Oseas sobre como abordar Poliana Rezende Dantas, então diretora financeira da Secretaria Municipal de Saúde, para discutir o volume de compras de medicamentos. Ele compara Mossoró com José da Penha: “José da Penha consome cem mil por mês […] como é que Mossoró em um mês só consome trezentos mil?”. Em seguida, a conversa aponta que o volume mensal de Mossoró poderia chegar a pelo menos R$ 500 mil.
Segundo o Blog do Dina, a Polícia Federal registrou que o diálogo demonstraria “familiaridade” com a então diretora e confiança de que ela seria receptiva aos argumentos apresentados.
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