O melhor investimento do Brasil, hoje, não está no dólar ou ouro, mas nos bancos… de reservas do futebol.
Hoje, o Flamengo vendeu o atacante Kayke (foto), reserva do Guerreiro, para o clube japonês Yokohama Marinos por US$ 2 milhões (R$ 7,5 milhões).
O rubro-negro havia comprado o jogador do ABC de Natal, em agosto, por módicos R$ 300 mil. Ou seja, Kayke valorizou 2400% em sete meses.
Lauro Jardim
DO BLOG: O ABC na negociação com o Flamengo ficou com direito de receber 20% em negociações futuras de Kayke, um bagatena neste caso de R$ 1,5 milhões.
Meu Deus… Isso não paga metade das dividas trabalhistas que as letrinhas tem…
Quando foi a última vez que o américa ganhou dinheiro com alguma transação? Ops, lembrei…Venderam um terreno na Roberto Freire e depois compraram uma criação de jacarés em Japecanga, o resto do dinheiro, só Deus e os diretores sabem…Neguinho ficou bem de vida!
eita…. vai ter fila de credores na frente do chiqueirão pra tentar receber alguma coisa. A burra preta deve tanto que se dividir esse milhão, deve dar uns R$ 0,50 (cinquenta centavos) pra cada um. kkkkkkkkkk.
Essa história está mal contada…
Kayke era do ABC? O Flamengo "comprou" Kayke ao mais querido? Quem foi o clube formador do atleta?
Imagina se todos os clubes por onde Kayke passou embolsarem 20% dessa transação vai sobrar o que pro Flamengo?
Se for isso mesmo preparem o campo de guerra novamente pois a diretoria anterior claro que vai querer seu quinhão pois o atleta esteve no ABC sob sua gestão.
Outra coisa, diante da situação judicial do ABC desse mais de um milhão (???) que o mais querido vai embolsar vai sobrar muito pouco.
O Flamengo foi o clube formador do Kayke. O Flamengo adquiriu 80% dos direitos de Kayke. Os outros 20% pertencem ao ABC. O Yokohama Marinos é o novo dono dos 100% dos direitos do atleta.
Manifestantes chicotearam um boneco com o rosto da deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) durante um ato de apoio ao presidente Lula (PT), realizado no domingo (11), em Goiânia (GO). A representação da parlamentar foi pendurada em um mastro, acompanhada de uma placa com a frase “Sinhá Zanatta no tronco”.
A manifestação ocorreu uma semana após a deputada comemorar sua reeleição, no dia 4 de outubro, segurando um chicote durante uma caminhada com apoiadores em Santa Catarina. Na ocasião, Zanatta afirmou que o objeto fazia referência à expressão regional “foi de relho”, utilizada para representar uma vitória expressiva.
Após a repercussão das imagens do protesto de domingo, a parlamentar criticou a encenação e afirmou ser vítima de intolerância política. “Imaginem se fosse uma parlamentar de esquerda sendo representada dessa forma”, declarou.
O canal de WhatsApp “Exército do Lula”, coordenado pelo deputado federal reeleito André Janones (Rede-MG), foi retirado do ar na noite desta terça-feira (13), após determinação do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. A ferramenta reúne mais de 4 milhões de inscritos e é utilizada para divulgar conteúdos de apoio à candidatura do presidente Lula (PT).
A suspensão ocorreu após uma ação apresentada pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que questionou a regularidade do canal. Inicialmente, Nunes Marques determinou a interrupção integral das atividades até que a ferramenta fosse formalmente registrada na Justiça Eleitoral.
A campanha de Lula realizou o registro nesta terça-feira, e o ministro reconheceu o cumprimento da exigência. No entanto, estabeleceu que o canal só poderá retomar suas atividades após o prazo de 48 horas previsto em resolução do TSE, desde que sejam observadas as regras de identificação do responsável pela propaganda eleitoral.
A defesa de Lula informou que o registro foi realizado apenas para cumprir a determinação judicial e não representa o reconhecimento de que o canal seja administrado pela campanha. Segundo os advogados, a ferramenta foi criada e é gerenciada por Janones, sem supervisão direta da candidatura.
A controvérsia também provocou divergências no TSE. O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, defendeu que a discussão sobre o funcionamento do canal seja submetida ao plenário da Corte, diante da proximidade do 2º turno das eleições.
Nas redes sociais, Janones criticou a suspensão e afirmou que o canal nunca divulgou notícias falsas. O deputado também questionou o momento em que a ferramenta foi retirada do ar, durante a votação sobre o fim da escala 6×1.
O Rio Grande do Norte está entre os cinco estados que foram alvo, nesta quarta-feira (14), da Operação Bifronte, deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO/MG). A ação investiga uma organização criminosa suspeita de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, com bloqueio patrimonial determinado de até R$ 187 milhões.
Ao todo, foram cumpridos 46 mandados judiciais em Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Goiás, Santa Catarina e São Paulo. São 23 mandados de prisão, 20 de busca e apreensão e três de recolhimento domiciliar com monitoramento eletrônico.
A Justiça também determinou duas difusões vermelhas pela Interpol e a transferência de dois investigados para o sistema penitenciário federal.
As medidas patrimoniais atingem 69 pessoas físicas e jurídicas e incluem o sequestro imediato de 11 imóveis localizados em Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Santa Catarina e Bahia, além de uma aeronave.
Segundo as investigações, a organização criminosa atuava na aquisição de drogas provenientes da Bolívia e do Peru, responsáveis pelo abastecimento de uma rede de transporte e distribuição em território brasileiro. O grupo também é investigado por movimentação de recursos financeiros e ocultação de patrimônio.
Os investigados poderão responder, conforme suas participações, pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.
A Polícia Federal não detalhou quantos mandados foram cumpridos especificamente no Rio Grande do Norte nem informou a identidade dos investigados no estado.
A FICCO/MG reúne a Polícia Federal, a Polícia Civil, a Polícia Militar e a Polícia Penal de Minas Gerais.
Ministro André Mendonça determinou a remoção imediata das postagens feitas pelo presidente Lula.
Foto: Carlos Moura/SCO/STF
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta terça-feira (13) a remoção imediata de postagens feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pela coligação Brasil Pronto Pra Mais nas redes sociais X e Instagram. As publicações tratavam da proposta de corte de gastos do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), apelidada pelo senador de “tesouraço”.
Pela decisão, as plataformas têm o prazo de três horas para efetivar a retirada dos conteúdos. Em caso de descumprimento ou de novas postagens com a mesma temática, foi fixada uma multa diária de R$ 10 mil ou por nova publicação.
A medida jurídica foi tomada após Flávio Bolsonaro acionar o TSE contestando um vídeo de cerca de 55 segundos veiculado em 6 de outubro nos perfis oficiais do presidente. Por outro lado, o ministro Mendonça optou, por ora, por rejeitar o pedido para estender a ordem de forma automática a conteúdos semelhantes ou proibir preventivamente novas postagens com teor análogo.
Distorção e falta de suporte factual
O material de campanha contestado relacionava o termo “tesouraço” ao risco iminente de cortes em áreas vitais e programas sociais, como o Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida, Mais Médicos, além de iniciativas de combate ao câncer, distribuição de cisternas, merenda escolar e prevenção de desastres naturais.
Em sua análise, o magistrado pontuou que, embora a liberdade de expressão resguarde o debate político, a propaganda eleitoral em questão imputou a Flávio a intenção de extinguir ou enxugar políticas públicas sem apresentar um “suporte factual mínimo”, distorcendo o plano de governo registrado na Corte.
“Ocorre que a propaganda apresenta como consequência certa uma ameaça generalizada à continuidade de políticas sociais, sem apontar fundamento fático mínimo que autorize semelhante conclusão e em aparente contradição com compromissos expressos no plano de governo registrado nesta Corte”, destacou Mendonça em seu despacho.
O empresário e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, negou nessa terça-feira (13) ter qualquer tipo de envolvimento com uma rede de prostituição internacional, conforme revelado em reportagem publicada pelo portal UOL. A manifestação do ex-banqueiro ocorreu por meio de uma nota oficial emitida por sua defesa.
Em sua declaração, Vorcaro rejeitou as acusações e atribuiu as imputações a uma narrativa fabricada: “Nego veementemente que tenha, em algum momento, explorado ou desrespeitado mulheres. Isso não é da minha índole. Na verdade, a falsa narrativa criada é exatamente o oposto do que sou, o que pode ser confirmado por qualquer mulher que me conheceu ou com quem me relacionei”.
O banqueiro também questionou a legitimidade dos materiais divulgados e sinalizou medidas judiciais contra os vazamentos: “Afirmo que não reconheço a autoria, a autenticidade e o contexto de vários dos conteúdos vazados. A manipulação criminosa de mensagens privadas obtidas ilicitamente só serve para ofuscar os reais problemas do país e serão objeto de responsabilização cível e criminal no seu devido tempo”.
Investigação da Polícia Federal
A reportagem do UOL trouxe a público conversas encontradas pela Polícia Federal (PF) no aparelho celular de Vorcaro. Nos diálogos mantidos com Diogo Batista, o banqueiro aparece conversando sobre uma agência de prostituição que contaria com o agenciamento de mulheres refugiadas da Ucrânia e da Rússia deslocadas por conta do conflito em curso desde 2022, além de cidadãs de países como Venezuela e Argentina.
De acordo com o material investigado, os registros indicam que a atuação de Vorcaro ia além do consumo dos serviços, o incluindo em papéis de seleção, direcionamento de ordens e investimentos financeiros no negócio.
Diante dos indícios levantados, a Polícia Federal abriu um inquérito no mês de maio para apurar a participação de estrangeiras e eventuais ilegalidades na contratação dos serviços de acompanhantes.
Leia a nota de Vorcaro na íntegra
É absurdo ver frases pinçadas, conversas, áudios e prints descontextualizados falarem por mim, enquanto permaneço preso e sem o direito de falar oficialmente. Além de expor indevidamente minha intimidade e violar minha privacidade, esses vazamentos colocam em risco a segurança da minha família e apresentam à sociedade uma história enviesada, sujeita ao uso político e à manipulação da opinião pública.
Nego veementemente que tenha, em algum momento, explorado ou desrespeitado mulheres. Isso não é da minha índole. Na verdade, a falsa narrativa criada é exatamente o oposto do que sou, o que pode ser confirmado por qualquer mulher que me conheceu ou com quem me relacionei.
Afirmo que não reconheço a autoria, a autenticidade e o contexto de vários dos conteúdos vazados. A manipulação criminosa de mensagens privadas obtidas ilicitamente só serve para ofuscar os reais problemas do país e serão objeto de responsabilização cível e criminal no seu devido tempo.
Reitero que quero falar de forma objetiva e transparente sobre todos os assuntos investigados e todas as minhas relações. Sei da importância desses esclarecimentos e quero prestá-los com responsabilidade, pelas vias adequadas e com respeito ao devido processo legal.
Manifesto de forma clara toda a minha disposição para colaborar com as investigações para que todos conheçam a verdade por inteiro.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (13) que pretende ampliar de forma drástica o sistema penitenciário brasileiro e adotar medidas inspiradas na política de segurança do presidente de El Salvador, Nayib Bukele. A declaração foi feita durante discurso para apoiadores em uma agenda de campanha realizada no Clube Atlético Monte Líbano, na zona sul de São Paulo.
Em sua fala, o candidato detalhou propostas voltadas ao endurecimento de penas, mencionando articulações com o senador eleito Guilherme Derrite (PP-SP): “Já estou trocando uma ideia com o Derrite, porque eu estou achando que El Salvador é pouco. Vou fazer mais de meio milhão de vagas em presídios para prender desde estuprador e abusador de mulher e criança… Vai sofrer castração química e vai ficar preso muito mais tempo. Ladrão de celular, a gente vai mudar a lei do Congresso, vai ser no mínimo oito anos de cadeia. Vai ficar preso e vai ser obrigado a trabalhar pra dar valor e ver como é difícil comprar um celular”, afirmou Flávio.
O candidato do PL já havia se reunido anteriormente com o ministro da Justiça salvadorenho, Gustavo Villatoro, para debater estratégias de segurança pública, sinalizando a intenção de replicar diretrizes semelhantes no Brasil caso seja eleito.
O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou, nesta terça-feira (13), a remoção imediata de publicações das redes sociais do senador Flávio Bolsonaro (PL) e de um perfil aliado. As postagens associavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) às organizações criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV). Os perfis têm o prazo de três horas para cumprir a ordem.
A decisão marca uma reviravolta no julgamento. No dia 6 de outubro, o relator dos processos, ministro André Mendonça, havia rejeitado os pedidos de remoção por entender que os conteúdos apenas reproduziam declarações públicas de Lula. Na sessão desta terça, contudo, o magistrado alterou seu posicionamento, avaliando que os vídeos usaram edições de imagens de facções para descontextualizar as falas do petista.
O vídeo questionado intercalava reportagens sobre o avanço do crime organizado com trechos cortados de discursos de Lula, sustentando a tese de que o país não suportaria um “governo que passa pano para bandidagem”.
Durante a sustentação oral, a advogada da campanha de Flávio Bolsonaro, Maria Claudia Bucchianeri, defendeu a manutenção dos posts. Ela argumentou que as declarações do adversário são públicas e que a legislação deve garantir autonomia para a construção de narrativas políticas. “Compete expor ao eleitorado falas públicas escrutinadas da outra parte. Eu faço minha narrativa política e ele faz a dele”, afirmou.
Apesar da defesa, o relator ponderou que, embora declarações públicas estejam sujeitas a severas críticas políticas, a manipulação de fatos extrapola os limites da liberdade de expressão. Segundo Mendonça, a campanha do PL poderia apresentar sua interpretação política sobre o discurso de Lula, mas não sugerir falsamente que o adversário apoia o crime organizado mediante edições apelativas.
A posição foi acompanhada de forma unânime pelo plenário. O presidente da Corte, ministro Nunes Marques, ressaltou a importância de fixar um entendimento claro e uniforme sobre os limites do uso de falas descontextualizadas em propaganda eleitoral.
[VÍDEO] Flávio Bolsonaro critica anúncio de “Pix para MEI” feito por Lula e diz que presidente tenta comprar votos na reta final da campanha https://t.co/EOeY8tjg6J https://t.co/RQL2gGdJpg
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) direcionou fortes críticas ao pacote de medidas voltado a microempreendedores anunciado recentemente pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em sua fala durante evento com empresários e empreendedores em São Paulo nessa terça-feira (13).
O parlamentar classificou a iniciativa, que prevê repasses financeiros e facilidades para a categoria, como uma manobra eleitoreira na reta final da campanha. Ele disse que seu adversário “passou quatro anos massacrando os empreendedores” e, a 12 dias da eleição, anuncia PIX para MEI “achando que o povo é otário”.
“Ele está achando que o povo é otário? Que ele pode comprar o voto das pessoas, assim como ele fazia em 2002, lá com o Mensalão? Não vai fazer mais”, declarou o candidato do PL à Presidência da República.
Flávio também acusou a gestão atual de elevar a carga tributária e empurrar trabalhadores para a informalidade ao longo dos últimos anos, contrapondo as medidas governamentais com propostas de desburocratização e cortes de impostos para o setor produtivo.
A única coisa que está faltando é Lula mandar um militante distribuir dinheiro na porta de cada seção eleitoral, o cara já fez de tudo. Será que Bolsonaro faria com Xandão no comando do TSE? só que os MEIs estão na merda, graça a política econômica dele. Vão querer continuar com ele no governo? O grande problema é que, se o dinheiro não comprar, é porque foi pouco. Isso é uma vergonha.
A legislação eleitoral brasileira, regulamentada pelo artigo 73 da Lei 9.504/97, estabelece vedações à distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da administração pública em anos eleitorais, ressalvadas exceções como situações de calamidade pública ou emergência. Recentemente, o governo anunciou a distribuição de valores e o perdão de dívidas tributárias voltados a milhões de microempreendedores, gerando repercussão no cenário político e jurídico.
Especialistas e juristas apontam que medidas de impacto econômico anunciadas durante o período eleitoral frequentemente alimentam debates sobre os limites do uso da máquina pública e a configuração de abuso de poder político e econômico. Críticos argumentam que ações governamentais desse porte, quando próximas a pleitos eleitorais, desafiam as regras de equidade na disputa.
O papel e a atuação dos órgãos de controle
A fiscalização de eventuais condutas vedadas e o julgamento de ações relativas a abusos de poder recaem sobre a Justiça Eleitoral. No entanto, o debate público também tem se voltado para a relação entre o Poder Executivo e as cortes superiores, com diferentes avaliações sobre a estabilidade institucional, a independência dos tribunais e a eficácia dos mecanismos de controle previstos na legislação em vigor há quase três décadas. Enquanto críticos veem espaço para questionamentos judiciais rigorosos, defensores e aliados apontam que as ações do governo estão respaldadas por programas de incentivo e amparo à economia popular, mantendo o embate no centro da discussão política nacional.
Com informações do Blog de Cláudio Humberto / Diário do Poder
Um repórter da Jovem Pan enfrentou momentos de tensão e foi hostilizado por apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante uma manifestação realizada no Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, nesta terça-feira (13)
O profissional João Vitor Revedilho realizava uma passagem ao vivo quando parte do público presente no ato arremessou objetos contra ele. Além das agressões físicas com projéteis, um grupo localizado logo atrás do jornalista proferiu diversos palavrões direcionados à equipe e à emissora.
Com a escalada da hostilidade, a transmissão precisou ser interrompida. Em meio aos ataques, o repórter relatou a impossibilidade de prosseguir com o trabalho, pedindo desculpas ao âncora Thiago Uberreich e ao público de casa: “Não consigo falar mais, a gente está sendo muito hostilizado aqui. Estão tacando várias coisas, ofensas, e a gente não consegue entrar no ar”.
Logo após a interrupção, uma equipe de segurança do próprio evento interveio e escoltou o jornalista em direção a uma área coberta para garantir sua integridade física.
Posicionamento da organização
Em nota, a organização do ato repudiou veementemente a atitude de parte do público contra a equipe jornalística: “Atitudes que cerceiam a liberdade de imprensa são inaceitáveis e não podem ser toleradas. Nosso ato é pacífico, democrático e em defesa de direitos. A postura de alguns participantes, que não tinham relação direta com a militância partidária, não representa esses princípios e não tem lugar em uma mobilização que valoriza a democracia, o respeito e a liberdade de expressão.”
O texto oficial também destacou que, logo após o incidente, houve uma mobilização de lideranças para prestar apoio ao repórter. O ex-ministro Fernando Haddad entrou em contato por telefone para se solidarizar, gesto que foi seguido pessoalmente pelo presidente do PT, Kiko Celeguim, e pelo coordenador Marco Aurélio Carvalho, que reforçaram o compromisso do movimento com o livre exercício da imprensa.
Como é que esse tipo de comportamento é aceito assim com a maior naturalidade?
Quem desse pessoal acostumado a fazer baderna e depredação é punido? Quantos foram presos?
O Brasil é um faz de conta.
Já chega dessa estória de paz e amor. Nós petistas devemos atacar com violência quem pensa diferente. Contra o fascismo e a redução de impostos vale qualquer tipo de violência. Se a esquerda perder vamos tocar fogo no País! O recado tá dado!
Eita agora o acesso tá garantido, e o rival eternizando na C
Meu Deus… Isso não paga metade das dividas trabalhistas que as letrinhas tem…
Quando foi a última vez que o américa ganhou dinheiro com alguma transação? Ops, lembrei…Venderam um terreno na Roberto Freire e depois compraram uma criação de jacarés em Japecanga, o resto do dinheiro, só Deus e os diretores sabem…Neguinho ficou bem de vida!
eita…. vai ter fila de credores na frente do chiqueirão pra tentar receber alguma coisa. A burra preta deve tanto que se dividir esse milhão, deve dar uns R$ 0,50 (cinquenta centavos) pra cada um. kkkkkkkkkk.
Ilusão.. Esse dinheiro não vai passar nem perto da rota do sol!
Essa história está mal contada…
Kayke era do ABC? O Flamengo "comprou" Kayke ao mais querido? Quem foi o clube formador do atleta?
Imagina se todos os clubes por onde Kayke passou embolsarem 20% dessa transação vai sobrar o que pro Flamengo?
Se for isso mesmo preparem o campo de guerra novamente pois a diretoria anterior claro que vai querer seu quinhão pois o atleta esteve no ABC sob sua gestão.
Outra coisa, diante da situação judicial do ABC desse mais de um milhão (???) que o mais querido vai embolsar vai sobrar muito pouco.
O Flamengo foi o clube formador do Kayke. O Flamengo adquiriu 80% dos direitos de Kayke. Os outros 20% pertencem ao ABC. O Yokohama Marinos é o novo dono dos 100% dos direitos do atleta.