Antes de gravar um número musical para o “Programa do Jô”, o cantor Luciano falou brevemente sobre seus problemas recentes. “Andei tomando alguma coisa aí que me deu um revertério”, disse Luciano.
Ele e Zezé di Camargo cantaram “No Dia em que Eu Saí de Casa”. O programa deve ir ao ar na noite desta terça (1º).
Reprodução/Twitpic.com/@zcloficial
Zeze di Camargo e Luciano em foto da gravação do “Programa do Jô” publicada no Twitter da dupla
Na última sexta (28), Luciano foi internado por uso de diuréticos num hospital de Curitiba, onde ficou por dois dias. A internação do cantor, segundo o médico que cuidou dele, foi causada principalmente pelo alto número de shows, associado a uma alimentação de baixa qualidade, aumento do uso de laxantes e estresse.
Na véspera da internação, Zezé deu início ao show na capital paranaense sozinho, pedindo desculpas ao público pela ausência do irmão e informando que ele tivera um problema nos bastidores.
No decorrer da apresentação, Luciano veio ao palco dizendo que em 2012 encerraria sua parceria com Zezé.
“Eu vou abandonar os palcos porque está impossível”, disse. Mais tarde, a dupla negou a separação.
Um carro derrubou um poste na avenida Alexandrino de Alencar, na esquina com a avenida Coronel Estevam, no bairro Alecrim, na zona Leste de Natal, na manhã desta terça-feira (2). O veículo saía da Coronel Estevam para a Alexandrino. O condutor estava sozinho e foi socorrido para o hospital militar que fica em frente ao local do acidente.
Com o poste tombado e preso apenas à fiação, a avenida Alexandrino de Alencar ficou totalmente fechada nos dois sentidos. Já a avenida Coronel Estevam ficou parcialmente bloqueada. Por causa da situação, o trânsito ficou lento nas duas vias.
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte, em ação conjunta com as Polícias Civil e Militar do Estado do Ceará, deflagraram, nesta terça-feira (02), a Operação Rastro Oculto, com objetivo de dar cumprimento a três mandados de prisão temporária e cinco mandados de busca e apreensão contra três homens, de 25, 26 e 40 anos, suspeitos de participação em um duplo homicídio ocorrido no município de São Miguel/RN.
De acordo com as investigações, o crime ocorreu em outubro de 2025, na zona urbana da cidade, tendo como vítimas Isomar Cesário Soares e Miqueias Oliveira de Carvalho. Os elementos reunidos ao longo da apuração indicam que o empresário Isomar era o alvo principal da ação criminosa, enquanto Miqueias foi atingido durante a execução do atentado.
Foi apurado que os suspeitos participaram do planejamento, monitoramento e da execução do crime. As investigações apontam que os dois executores saíram da cidade de Fortaleza, no Estado do Ceará, dois dias antes da ação criminosa e permaneceram no município de Morada Nova/CE, onde se reuniram com outro integrante do grupo. No dia dos fatos, deslocaram-se de motocicleta da cidade de Tabuleiro do Norte/CE até o município de São Miguel/RN para colocar em prática o plano previamente arquitetado.
Após chegarem ao município, os suspeitos efetuaram diversos disparos contra as vítimas. Um dos executores foi morto ainda no local por um policial militar que estava de folga e reagiu à ação criminosa. O segundo atirador conseguiu fugir, abandonando a motocicleta utilizada no crime na cidade de Iracema/CE, onde foi resgatado por um comparsa em um veículo previamente preparado para assegurar sua fuga.
As investigações também identificaram a participação de um terceiro suspeito, residente em Pereiro/CE, responsável por monitorar a rotina da vítima e repassar informações estratégicas aos executores, desempenhando papel fundamental no planejamento da ação criminosa.
Durante a operação, foram realizadas prisões nos municípios de Fortaleza/CE, Tabuleiro do Norte/CE e Pereiro/CE. Em Fortaleza, foi preso o executor sobrevivente; em Tabuleiro do Norte, foi preso o suspeito apontado como responsável por auxiliar na fuga do atirador; e, em Pereiro, foi detido o suspeito encarregado do levantamento da rotina da vítima.
O nome da operação, “Rastro Oculto”, faz referência ao princípio investigativo de que nenhum crime é capaz de apagar completamente seus vestígios. O trabalho técnico e integrado das forças de segurança permitiu identificar os envolvidos e reunir elementos que subsidiaram as medidas cautelares cumpridas nesta terça-feira.
Os suspeitos foram conduzidos às delegacia para os procedimentos cabíveis e permanecerão à disposição da Justiça.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou um alerta de chuvas intensas para Natal e outras 45 cidades do Rio Grande do Norte. O aviso é de perigo potencial, o menor grau de severidade na escala do Inmet, e inicia das 15h desta terça-feira (2) até às 23h59 da quarta-feira (3).
Segundo o Inmet, as cidades sob alerta podem registrar chuva entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm por dia. O comunicado também prevê ventos intensos, com velocidade entre 40 e 60 km/h. Diante disso, o Instituto aponta baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
Em caso de rajadas de vento, a orientação é que a população evite se abrigar debaixo de árvores, devido ao risco de queda e descargas elétricas. O Inmet também recomenda não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, além de evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) disse que não há nada de errado com o filme “Dark Horse”, sobre o pai Jair Bolsonaro (PL), e que há uma “perseguição” contra o longa. A declaração ocorreu nesta terça-feira (2) em entrevista à rádio Itatiaia.
A Polícia Civil realizou na segunda-feira (1º) a Operação Wi-Fi Livre para investigar uma possível relação entre a Prefeitura de São Paulo e o ICB (Instituto Conhecer Brasil), de Karina Ferreira da Gama, proprietária da produtora Go Up Entertainment.
A investigação apura fraudes em licitação da prefeitura no valor de R$ 108 milhões. A Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital verifica eventuais irregularidades na implantação, operação e manutenção de 5.000 pontos de acesso à rede de wi-fi pública em comunidades do município, no contexto do programa WiFi Livre SP.
Uma equipe da Polícia Federal foi vista na manhã desta terça-feira (2) em uma residência localizada no condomínio Alphaville, na região da Rota do Sol, na Grande Natal.
Agentes do grupo tático da corporação participaram da ação no imóvel e, segundo informações do blog Gustavo Negreiros, a residência pertence a um morador conhecido por realizar eventos e confraternizações no local.
Até o momento, a Polícia Federal não informou oficialmente o objetivo da operação nem confirmou quais medidas teriam sido adotadas durante a presença dos agentes no condomínio.
Também não foram divulgadas, até agora, informações oficiais sobre as circunstâncias que motivaram a ação.
A defesa da regulação internacional das plataformas digitais feita pelo ministro do STF Alexandre de Moraes no Fórum de Lisboa provocou reação da influenciadora e mentora jurídica portuguesa Rita Rocha, do perfil @legalis.pt.
Em vídeo publicado nas redes sociais, a jurista criticou as declarações do ministro e contestou a proposta de regulação das big techs debatida durante o evento, conhecido informalmente por críticos como “Gilmarpalooza”.
“Alexandre de Moraes quer uma censura nas redes sociais. Não é a regulação das big techs, é censura do discurso livre nas redes sociais”, afirmou Rita Rocha no conteúdo divulgado online, conforme informações do BZNotícias.
Rita também critica as decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro, mencionando nomes de ex-integrantes do governo Jair Bolsonaro, entre eles Filipe Martins e Alexandre Ramagem.
Ao comentar a presença das autoridades brasileiras no Fórum de Lisboa, Rita questionou o espaço concedido ao ministro em uma universidade portuguesa.
“Alexandre de Moraes vem dar aulas de Direito a Portugal, numa universidade pública. Mas não vem sozinho, vem com os seus compinchas. Isto, se não fosse trágico, era para rir”, declarou.
O Fórum de Lisboa reúne anualmente autoridades do Judiciário, políticos, acadêmicos e especialistas para debates sobre democracia, tecnologia, economia e direito.
O avanço da regulação das plataformas digitais e do uso da inteligência artificial no Brasil dividiu opiniões entre os poderes e analistas políticos. Para o ministro do STF Gilmar Mendes, o país está certo em impedir abusos digitais e responsabilizar empresas globais de tecnologia que operam no país.
Segundo a análise do jornalista e âncora da CNN Brasil, William Waack, esse avanço regulatório ganhou tração graças às ações do próprio STF, que fixou recentemente novos parâmetros jurídicos para punir civilmente as plataformas.
Além disso, a canetada recente do governo federal por meio de decretos deu superpoderes à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) para capitanear o combate a crimes graves na internet.
Por outro lado, uma ala expressiva do Poder Legislativo no Congresso Nacional enxerga o cenário com extrema desconfiança e argumenta que o Brasil está andando na direção errada. A oposição sustenta que o cerco às Big Techs atenta diretamente contra a liberdade de expressão dos cidadãos.
O principal temor político é que os novos decretos acabem criando uma espécie de “ministério da verdade” estatal, centralizando na mão de burocratas o poder de definir arbitrariamente o que é enquadrado como “discurso de ódio” ou “conteúdo antidemocrático”.
O ministro aposentado do STF Luís Roberto Barroso defendeu os decretos do governo federal que atualizaram as regras do Marco Civil da Internet e afirmou que a polarização política tem prejudicado o debate sobre regulação das plataformas digitais.
Durante participação no XIV Fórum de Lisboa, em Portugal, Barroso rejeitou críticas de censura às novas medidas. “É uma importantíssima decisão regulando plataformas digitais de uma maneira extremamente moderada, que nem vagamente se aproxima de censura”, afirmou.
Os decretos estabeleceram novas exigências para plataformas digitais, como canal de denúncias, representante legal no Brasil e mecanismos de proteção contra violência digital, especialmente contra mulheres.
As novas regras também permitem, em situações específicas, a remoção de conteúdos considerados criminosos sem necessidade de ordem judicial prévia.
Segundo Barroso, a estrutura central do Marco Civil permanece mantida: a regra geral continua sendo a responsabilização das plataformas apenas em determinadas situações legais e a retirada de conteúdos mediante decisão judicial.
O ministro aposentado afirmou, porém, que crimes graves exigem resposta rápido, como pornografia infantil, terrorismo e conteúdos de instigação ao suicídio, defendendo que esse tipo de material possa ser removido após simples notificação, sem necessidade de aguardar decisão da Justiça.
Barroso disse ainda que o debate sobre regulação digital acabou contaminado pela disputa ideológica. “Não importa se alguém é liberal, conservador ou progressista. A polarização no mundo levou a uma certa perda de senso comum que nós precisamos resgatar”, afirmou.
O RN registrou em abril a 3ª maior perda de empregos formais do país, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), compilados pelo Sebrae-RN. Foram 20.245 demissões, deixando o estado atrás apenas de Alagoas e Rio Grande do Sul.
Este é o segundo pior desempenho do RN nos últimos cinco anos.
A agropecuária foi o setor que mais pesou no resultado de abril, com fechamento de 1.050 vagas. Comércio e indústria também registraram saldo negativo no mês.
No acumulado de 2026, a agropecuária lidera as perdas no RN, com menos 5.332 postos de trabalho. Segundo a análise dos dados, parte desse resultado está associada ao encerramento de ciclos produtivos rurais, incluindo a redução de 3.493 vagas ligadas ao cultivo do melão.
Por outro lado, os setores de serviços e construção civil ajudaram a reduzir o impacto do resultado geral no mercado formal potiguar.
Entre os municípios, Natal apresentou o maior saldo positivo do estado, com 219 vagas abertas, seguida por Açu e São Gonçalo do Amarante. Já Mossoró, Ipanguaçu e Jandaíra apareceram entre os municípios com maiores perdas de postos formais no período.
O partido Novo ingressou com uma representação no TRE-RN contra Allyson Bezerra (União Brasil) acusando o ex-prefeito de Mossoró de fazer propaganda eleitoral antecipada nas redes sociais. Pela legislação vigente, propagandas oficiais de candidatos só estão liberadas a partir de 16 de agosto, após o período das convenções partidárias.
A denúncia, assinada pelo presidente estadual do Novo, Renato da Cunha Lima Filho, e pelos advogados Erick Pereira e Leonardo Palitot, aponta que Allyson publicou um “verdadeiro jingle de campanha” em múltiplos perfis oficiais criados para inflar seu alcance digital, segundo informações da Tribuna do Norte.
O vídeo trazia legendas sobrepostas em letras garrafais com os dizeres diretos “Allyson Governador” e “Agora é Allyson que eu quero”, eliminando qualquer dúvida sobre o cargo pretendido e o apelo ao voto.
Segundo a representação, o jingle usado por Allyson é o reaproveitamento exato da peça publicitária histórica usada em campanhas passadas pelo falecido ex-governador Geraldo Melo.
Segundo a representação do Novo, o uso desse áudio icônico reforça a natureza estritamente eleitoral do post, conectando diretamente a imagem de Allyson à disputa pelo Poder Executivo do Estado, longe de ser apenas um registro rotineiro ou informativo.
O Novo quer a remoção imediata dos vídeos das redes sociais e a condenação de Allyson a multa, que pode variar entre R$ 5 mil e R$ 25 mil, ou o equivalente ao custo real da produção publicitária caso o valor seja superior.
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