Política

Mandetta cita Lula em “pesadelo”, admite que pode concorrer em 2022, e diz que “quando chegou a pandemia, entre a vida e morte, Bolsonaro optou pela morte”

Foto: Adriano Machado/Reuters

O celular do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta se tornou um dos mais requisitados na República. Diariamente, o aparelho toca com dezenas de chamadas de emissoras de rádio e de televisão, nacionais e estrangeiras, em busca de comentários sobre os assombrosos números da pandemia no Brasil. Atrás do político do DEM também estão diversas lideranças que pretendem apresentar uma candidatura que rivalize com o bolsonarismo e o lulopetismo em 2022. Atualmente, Mandetta é um dos articuladores da chamada “terceira via” e, sem muitos rodeios, admite que poderá ser candidato à Presidência se houver convergência em torno de seu nome. Na entrevista a seguir, ele fala sobre os desafios para a construção de uma candidatura alternativa e competitiva, comenta a troca recente no comando do Ministério da Saúde (veja a reportagem na pág. 28) e não poupa o presidente como o responsável pela atual catástrofe sanitária.

No último dia 12, fez um ano da primeira morte por Covid-19 no Brasil. Hoje, o país já se aproxima de 300 000 óbitos. A tragédia poderia ter sido evitada? Tínhamos de ter lutado para que isso não ocorresse. Os militares sabem que devem estudar a força do inimigo quando entram numa guerra e que vitórias e derrotas são quantificadas a partir de quantos homens você perde. Eu estudei o vírus e fiz projeções para a realidade do nosso país, mas o presidente preferiu ouvir os palpiteiros. Com a transferência de doentes de Manaus, implantou-se agora uma nova cepa em todos os entes federados do país. Se o Brasil continuar errando, vai parir uma terceira e uma quarta cepas. Uma delas pode vir resistente às vacinas, e aí os números serão incalculáveis. Estamos jogando uma loteria biológica perversa. Para a frente, temos um ponto de interrogação. Para trás, o cheiro é de terra de cemitério.

Segundo algumas correntes, Bolsonaro deve ser processado por crimes contra a saúde pública. Concorda com isso? Em tese, a competência para investigar deveria ser do PGR, mas ele começou pelo Eduardo Pazuello, que era um ventríloquo do Bolsonaro. Falando em termos políticos, eu assisti a um impeachment na minha vida, que foi o de Dilma Rousseff. Hoje, os indícios de crimes contra a saúde pública são elementos muito mais consistentes do que uma irresponsabilidade fiscal, mas esse é um processo político.

O que deveria ser feito para conter os danos até 2022? Não sei se vai chegar ao ponto disso, mas uma possibilidade era fazer uma intervenção no Ministério da Saúde para cumprir uma agenda independente do governo. Os empresários têm de entender que o prejuízo econômico é responsabilidade de quem orientou o presidente a não fazer o enfrentamento da doença. É responsabilidade do presidente e do ministro da Economia. Países que já estão vacinando suas populações vão reabrir a economia com seis meses de dianteira em relação a nós. Se vier uma variante brasileira resistente a vacinas e que ponha em risco o esforço feito lá fora, o governo terá muitas dificuldades em nível mundial.

É possível recuperar o tempo perdido? Temos poucas vacinas e as cidades estão vacinando lentamente. Há um intervalo de trinta dias entre as duas doses da CoronaVac. Talvez esse novo ministro, o Marcelo Queiroga, ou algum governador poderão provocar a ciência questionando se não deveríamos vacinar todo mundo com até 60 anos de idade com uma dose só. Essas pessoas representam até 82% dos que estão entupindo os hospitais. Isso precisa ser pensado e decidido rápido, pois é uma discussão nacional. No mais, o presidente precisa parar de politizar tudo. A responsabilidade agora é de quem sentou na cadeira de ministro. Ele terá de decidir se vai ser um ministro da Saúde ou um ajudante de ordens do presidente.

O senhor se arrepende de ter feito parte do governo Jair Bolsonaro? Fui para o ministério porque me foi prometido um trabalho 100% técnico e porque poucas pessoas naquele entorno tinham conhecimento sobre o SUS. Mas, quando chegou a pandemia, entre a vida e a morte, Bolsonaro optou pela morte.

O que achou da reviravolta jurídica que permitiu a Lula retornar ao cenário político antagonizando com Bolsonaro? O PT tem chances reais de voltar ao poder? Não trabalho com pesadelos. Lula não pediu desculpas, não fez nada. Vamos ter de indenizá-lo também? Quer dizer que não existiu um cartel de empreiteiras? Em 2018, o que estava em discussão era perdoar o PT, a cleptocracia e o circo de horrores que foi feito. Era basicamente um voto de caráter. Eu estava tão desiludido com a classe política que nem tentei a reeleição para a Câmara. Eu não quero pensar agora que vai ter Fernando Haddad ou Lula. Vou lutar para que isso não aconteça de novo.

Fala-se muito na chamada terceira via, uma candidatura de centro capaz de oferecer algo diferente. O senhor aceitaria representar esse movimento e disputar a Presidência em 2022? Sou brasileiro, tenho mais de 35 anos, estou em dia com minhas obrigações eleitorais e estou filiado a um partido político. Essas são hoje as condições colocadas na Constituição e na lei e que me permitem ser candidato à Presidência. O próximo passo é ter um sonho e uma ideia do que se pode fazer pelo país, o que eu também tenho. Além disso, é preciso saber que um sonho não se faz sozinho e ver ao lado de quem ele será realizado. Quando fiz campanha pelas Diretas Já, vi um palanque na Candelária onde estavam todas as forças políticas, menos os militares, que não sonhavam com eleições diretas. Sonhei com a democracia e recebi um colégio eleitoral. Depois, sonhei com Tancredo Neves e recebi o Sarney. Não é demais pensar que aquele país que sonhava junto, que se manifestava com um objetivo claro e que unia a todos, possa fazer isso novamente. Então vamos para esse sonho se me chamarem ou se acharem que meu nome é o certo. Mas não colocarei meu nome na frente de nada, porque esse sonho não é meu, e sim de toda a minha geração.

Em que se baseia esse projeto centrista que o senhor tenta construir? Está na hora de propor um pacto suprapartidário e ter pontos de convergência não porque as pessoas vão assinar um papel, mas porque elas acreditam nele. O primeiro item deve ser a valorização total da democracia, porque o tensionamento entre os extremos é tão grande que pode levar à perda do estado democrático de Direito. Depois, é a responsabilidade fiscal do Estado. Isso precisa ser a baliza das promessas de quem for fazer esse enfrentamento. São vinte anos de populismo. Lula e Bolsonaro defendem o gasto público com o mesmo fim. Temos de ser transparentes para falar que a crise, que já era histórica, será ainda mais dura para a nossa geração superar. Por fim, é preciso ter um compromisso com a agenda ambiental e não deixar passar a percepção de que a Lava-Jato não existiu.

O senhor entende que as políticas econômicas de Bolsonaro e Lula são iguais? Eles são siameses, mas com o sinal trocado. Eles fizeram picadinho da liga social brasileira. Hoje é negro contra branco, gay contra hétero, fazendeiro contra índio. É como se as agendas não fossem para o Brasil. Quando chegam à economia, eles propõem a mesma coisa. Cada um capitaliza para si, pensando nas próximas eleições, e não pensam nas próximas gerações. Está na hora de fazer uma ruptura com políticas de curto prazo populistas, porque foi isso que vimos nesses anos com a cooptação absoluta da democracia e do Congresso, que funciona com a lógica do “em troca do quê?”. Quero ver em prática o capitalismo com responsabilidade social do Estado.

Qual é o prazo-limite para alguém ser escolhido o líder desse projeto? Os prazos são dados pelo calendário eleitoral, mas essa decisão esdrúxula que recolocou o Lula na disputa deixou o quadro mais claro e acelerou o timing. Todos sabem agora que o PT não é aquele do Haddad, que põe cílio postiço e diz que é bom moço. O próximo passo é representar a voz de uma parcela enorme da sociedade que não vai nem com o Lula nem com o Bolsonaro. Há uma demanda e uma pressão da sociedade para que esse campo já esteja melhor identificado e tem uma força condutora que está levando para uma unidade. Só que ninguém pode se sentar à mesa dizendo que já é candidato. Todos têm de entrar desarmados.

Seu partido, o DEM, que tem até ministros no governo, encamparia uma candidatura contra Bolsonaro? O DEM é um reflexo da sociedade. A sociedade está fatiada, todos os partidos estão assim. Vai chegar uma hora em que todos os partidos terão pessoas que vão sair por se identificarem mais com o Lula ou com o Bolsonaro. É para isso que existe a janela partidária.

“Se o Brasil continuar errando, vai parir novas cepas. Estamos jogando uma loteria biológica perversa. Para a frente, temos um ponto de interrogação. Para trás, o cheiro é de terra de cemitério”

Há nomes na esquerda com quem é possível somar forças? Há pontos que são comuns com os governadores do Nordeste e com o Guilherme Boulos, do PSOL, por exemplo. Todos são defensores da democracia e estão antenados com o meio ambiente. Agora, quando chegam à responsabilidade fiscal, no papel que o Estado deve ter, começam a surgir diferenças muito assimétricas na visão dos dados e da sociedade. Eu sou um debatedor franco e que defende suas posições, sou respeitoso, mas existe uma distância importante entre isso e a unificação de pessoas com pensamentos diametralmente opostos sobre questões tão importantes.

Isso inviabiliza uma aliança com Ciro Gomes? Não sei. Observo o Ciro há muitos anos na vida pública. É um homem que defende suas opiniões com veemência, mas não sei se ele tem esse desprendimento para enxergar o todo que está no entorno. Não sei se ele tem o primeiro pré-requisito, que é se despir das suas certezas e vaidades pessoais. Estamos na expectativa para que ele sinalize algo nesse sentido.

O senhor convidou Luciano Huck para entrar no DEM. Por quê? Estamos numa sociedade plural. Outro dia veio o nome da Luiza Trajano, que não está filiada a um partido, mas que dá um show de colaboração como cidadã. Os partidos têm de abrir as portas. Apresentadores de televisão e jornalistas são parte da sociedade e têm uma visão muito privilegiada por estarem em veículos de comunicação. O momento de decidir participar da vida do Brasil é quando uma voz de foro íntimo chama. Se ele tiver esse chamado e vier para o DEM, ótimo. Mas, se for para outro partido dessa nossa força, farei campanha do mesmo jeito.

Veja

Opinião dos leitores

  1. Se Bolsonaro tivesse optado pela vida, como diz o ex-ministro, nenhum, nenhunzinho brasileiro teria morrido nessa pandemia…

  2. ESSE MADETTA É MAIS UM MEMBRO DA QUADRILHA DO LULADRÃO. FAZEM PARTE DA MESMA FACÇÃO CRIMINOSA QUE QUASE DESTRUIU O NOSSO BRASIL.
    BOLSONARO 2022.

    1. EU PENSAVA QUE MANDETTA ERA DA QUADRILHA DE NARO. EU ATÉ ACHO QUE ELE FOI NOMEADO POR NARO PARA O CARGO DE MINISTRO DA SAÚDE.

  3. Luladrão não sai da cabeça do povo brasileiro mesmo estando fora do poder há muitos anos.Todos só se preocupam com Luladrão e esquecem de resolver os problemas atuais. Até Mandetta está sonhando com Luladrão??? Parece que é paixão pelo Luladrão.

  4. Mandetta ? 😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂

  5. Esse é da patota de nhonho Botafogo.
    Precisa dizer mais o quê??
    Pilantrão do maior que tem.
    É o mentor do fique em casa.
    Mas já foi pego várias vezes em contradição.
    É um doria piorado.

  6. O cara foi contra os remédios que podia salvar a sua vida, e o cara ainda é idolatrado por alguns. Não é gosto por mandetta, é ódio de Bolsonaro.

    1. Kkkkkkkkkk. Me explica como Natal, que adota a ivermectina como política de saúde pública, possui média de morte acima da nacional. Me explica como isso é possível se o medicamento possui 80% de eficácia, como alardeam pelo ZAP. Você acredita em papai Noel também?

  7. Num debate ,vai brilhar So falar a verdade dizer que foi contra a cloroquina,i ermectina e supusitorio de ozknio.
    forte candidato.
    Auem apostaria na França campeã???

  8. Quem apoia esse Mandetta? Já diz muito.
    Ele sempre foi contra o uso da ivermectina e demais remédios que ajudam no combate ao covid.
    Hoje existe diversos estudos provando que a medicação é eficaz. Vários países passaram a usar a medicação e o número de mortes diminuiu neles. Como é o caso da Espanha e México que ninguém fala mais. Até nos EUA estão adotando a medicação a pedido da classe médica.
    O Japão usa a medicação.
    Na Índia e África, países com a maioria da população pobre, o uso da ivermectina é constante e por lá os números de mortes são baixos, coincidência?
    Quantas vidas poderiam ter sido salvas se Mandette tivesse sido adotada?

  9. Esse genocida do fique em casa e só procure hospital quando tiver morrendo deveria estar preso, inclusive deve explicações sobre os 5 bilhões que Paulo Guedes denunciou que foi entregue a ele para comprar vacinas. Ele já é reincidente, responde processo por improbidade administrativa.

  10. Esse Mandeta é pior que o Lula e o Ciro, ele da uma unhada e esconde a unha, político mala véia, ele é o que mandava ficar em casa e só procurar um médico quando estivesse com falta de ar. É um hipócrita.

    1. Tu so abre a boca pra falar besteiras, tu num le nao o q escreve, por isso que as mulheres num aguenta m conversa com tu.

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[VÍDEO] “IMAGEM SELETIVA”: Após exoneração, ex-adjunta da Seap nega negociação com presos em Alcaçuz

Após ser exonerada do cargo de adjunta da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap), Arméli Brennand defendeu a apuração das responsabilidades pelas fugas registradas no sistema prisional do Rio Grande do Norte e negou que tenha negociado com detentos durante visita ao Complexo Penal de Alcaçuz.

Em entrevista à TV Ponta Negra, Arméli afirmou que o vídeo que circulou nas redes sociais mostra apenas parte de uma ação realizada na unidade. De acordo com ela, a gravação foi retirada de contexto e não representa uma negociação com presos.

“É uma imagem seletiva que serve para alimentar uma fake news”, afirmou. Nas imagens, ela aparece aparentemente negociando o retorno das visitas íntimas com lideranças da facção criminosa Comando Vermelho.

O vazamento do vídeo e as última lá fugas em Alcaçuz, além da saída de Arméli, também levaram à demissão do ex-titular da Seap, Helton Edi. A exoneração dos dois foi publicada na edição de quinta-feira (10) do Diário Oficial do Estado (DOE). O secretário de Segurança Pública, coronel Francisco Araújo, assumiu interinamente o comando da pasta.

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[VÍDEO] INSEGURANÇA: Comerciantes denunciam onda de roubos em lojas da Ceasa em Natal

Comerciantes da Central de Abastecimento do Rio Grande do Norte (Ceasa), em Natal, denunciam uma sequência de roubos que estaria atingindo lojas do local. De acordo os relatos, os estabelecimentos vêm sendo alvo frequente de criminosos, causando prejuízos e aumentando a sensação de insegurança entre trabalhadores.

Vídeos e relatos obtidos pelo Blog do Gustavo Negreiros mostram comerciantes reclamando da situação e cobrando providências para reforçar a segurança na área.

A Ceasa recebe diariamente comerciantes, trabalhadores e consumidores, especialmente durante a madrugada e as primeiras horas da manhã, período de maior movimentação no local.

Os comerciantes pedem que as autoridades adotem medidas para impedir a continuidade dos furtos e garantir mais segurança para quem trabalha e circula pela central.

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FOGO NO PARQUINHO: Deputado do PT critica campanha de Lula e aponta erros que podem ameaçar reeleição

Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles e Brenno Carvalho/Agência O Globo

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) tem feito duras críticas, nos bastidores, à condução da campanha de reeleição do presidente Lula. Em conversas reservadas, ele aponta falhas de organização e estratégia que, na sua avaliação, podem comprometer a disputa.

Uma das principais críticas é à demora da campanha para reagir à crise no STF envolvendo as mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. Lindbergh avalia que o PT passou quase uma semana “apanhando” nas redes sociais antes de Lula divulgar um vídeo defendendo o fim do sigilo dos inquéritos do caso Master.

Para o deputado, não basta a campanha se concentrar em propostas enquanto Flávio Bolsonaro (PL) tenta associar Lula à crise no Supremo.

Lindbergh também reclama da desorganização das agendas do presidente, da falta de materiais de campanha e do atraso na distribuição de recursos do fundo eleitoral para aliados.

Com informações da coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles

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Cabo Deyvison lidera pesquisas para deputado federal e deve se tornar novo fenômeno eleitoral no RN

Foto: Divulgação

O crescimento de Cabo Deyvison (PL) na disputa por uma vaga de deputado federal começa a ganhar contornos de fenômeno eleitoral no Rio Grande do Norte. Em ascensão nos levantamentos de intenção de voto e aparecendo na liderança de várias pesquisas divulgadas recentemente, o candidato do PL vem transformando sua candidatura em uma das mais badaladas do Estado.

Apenas nesta semana, em três levantamentos diferentes o Cabo Deyvison aparece entre os futuros eleitos do Estado para a Câmara Federal. Na pesquisa Exatus/Agora RN desta sexta-feira (11), ele surge em segundo lugar geral na disputa. Na Datavero é o segundo do partido, enquanto na Seta aparece coml terceiro do PL.

Já na pesquisa Media/O Potengi, divulgada no começo deste mês, Cabo Deyvison surge como o mais citado do Estado na disputa para deputado federal, desbancando favoritas como Nina e Natália Bonavides. O mesmo resultado foi constatado na pesquisa Mensury/Blog do Barreto. Já na pesquisa Parla Mentors/Portal Gazeta do RN, é o primeiro colocado do PL. E, quando não aparece em primeiro, está sempre entre os 5 mais citados em praticamente todos os levantamentos.

A sequência de bons resultados nas pesquisas vem acompanhada de uma forte mobilização popular. Nas últimas semanas, Cabo Deyvison tem reunido multidões em atos de campanha, principalmente em Mossoró e demais cidades da região Oeste, além de ampliar sua presença em municípios da Grande Natal e do interior.

“Eu acredito muito na força do povo. Não estou fazendo essa campanha para defender interesses pessoais. Estou percorrendo as comunidades, ouvindo as pessoas e mostrando que é possível fazer política com coragem, defendendo quem trabalha e quem quer viver em paz”, afirma Cabo Deyvison.

A pesquisa DataVero está registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-00919/2026 e RN-08285/2026. Os registros da Exatus são RN-07539/2026 e BR-01764/2026. Já a Seta está registrada sob os procolos BR-07019/2026 e RN-03092/2026.

O registro da pesquisa Media/O Potengi é RN-02043/2026. A pesquisa Mensury/Blog do Barreto está sob o número RN 00968/2026 e BR 01818/2026. Já a ParlaMentors/Portal Gazeta do RN tem número 09908/2026.

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Três pesquisas nas últimas 48 horas mostram Zenaide reeleita para o Senado e cada vez mais próxima da 1ª colocação

Foto: Divulgação

Três pesquisas divulgadas nas últimas 48 horas colocam Dra. Zenaide (PSD) dentro das duas vagas para o Senado pelo Rio Grande do Norte e mostram a senadora cada vez mais próxima da primeira colocação. Os levantamentos da Seta, DataVero e Exatus apresentam cenários diferentes para a disputa. Na Seta, Zenaide aparece com 41,4% na soma do primeiro e do segundo voto. Na DataVero, registra 13,4% no resultado unificado. Já na Exatus, a mais recente, chega a 27,74% na soma das duas opções de voto.

Mais do que os percentuais. Os levantamentos mostram Zenaide com vantagem sobre o terceiro colocado e encurtando a distância para a liderança. Na Seta, por exemplo, são 5,9 pontos percentuais entre Zenaide e Styvenson. Na DataVero, a diferença para Styvenson é de apenas 7 pontos. Na Exatus, são 19,41 pontos entre os dois.

Sobre a vantagem sobre o terceiro colocado. Na Seta, são 20,4 pontos percentuais de diferença para Samanda. Na DataVero, a distância é de 4,2 pontos para Samanda, acima da margem de erro. E na Exatus, a senadora aparece 12,45 pontos à frente de Rafael Motta.

Os levantamentos foram realizados por institutos diferentes e em períodos distintos. A Seta ouviu 1.500 eleitores entre 3 e 5 de setembro. A DataVero ouviu 1.500 entre 6 e 8 de setembro. E a Exatus ouviu 1.500 eleitores entre 7 e 9 de setembro. As pesquisas estão registradas na Justiça Eleitoral sob os números RN-03092/2026 (Seta), RN-08285/2026 (DataVero) e RN-07539/2026 (Exatus).

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BRUTALIDADE: Homem é condenado a 27 anos de prisão por tentar matar ex-companheira a tesouradas em Macaíba

Foto: Reprodução

Um homem foi condenado a mais de 27 anos de prisão por tentar matar a ex-companheira com diversos golpes de tesoura em Macaíba. O ataque aconteceu em julho de 2024, dentro da residência da vítima e na presença das duas filhas dela, de três e sete anos. A mulher recebeu atendimento médico no hospital e sobreviveu aos ferimentos em várias partes do corpo.

De acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), Liedson Teixeira de Lima invadiu a casa da vítima após o fim do relacionamento com ela e desferiu 24 tesouradas contra a mulher. Um vizinho entrou no imóvel para socorrer a vítima e as crianças e também foi ferido pelo agressor com uma faca.

Após fugir do local, o homem ainda cometeu outros crimes, incluindo o roubo de uma motocicleta com um facão e o assalto a uma mulher em uma parada de ônibus. Ele foi preso no mesmo dia, na Paraíba, quando tentava fugir.

O Tribunal do Júri reconheceu qualificadoras como motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. A Justiça determinou regime inicial fechado e negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade.

Com informações da Tribuna do Norte

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OPERAÇÃO NA MADRUGADA: “Rolezinho” é interrompido em Natal com 16 motos removidas e 9 condutores sem habilitação

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Uma operação do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) interrompeu, na madrugada desta quinta-feira (11), um “rolezinho” de motociclistas na Zona Leste de Natal.

A ação, realizada pelo Batalhão Rodoviário com apoio do Esquadrão Águia, resultou na remoção de 16 motocicletas. De acordo com o CPRE, nove condutores não possuíam Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Durante a fiscalização, em Areia Preta, um adolescente de 16 anos que pilotava uma motocicleta com escapamento barulhento desobedeceu à ordem de parada e acabou sendo interceptado após perder o controle do veículo.

A operação teve como objetivo coibir práticas delituosas e irregularidades no trânsito da capital durante a madrugada.

Com informações do portal da 96 FM

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  1. Rapaz… todo santo dia esses caras passam fazendo um barulho absurdo na BR, sempre no mesmo horário, em altíssima velocidade. Absurdo demais!

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Sua marca está invisível? A Ratts Ratis explica por que isso custa caro

Foto: Divulgação

Todos os dias, dezenas de marcas disputam a mesma fatia de atenção. Nesse cenário, não existe meio-termo: ou a marca ocupa um espaço claro na cabeça do consumidor, ou ela se torna substituível. Quando alguém não consegue dizer em uma frase o que a sua empresa representa, ele troca você pelo concorrente mais barato, mais visível ou simplesmente mais lembrado, mesmo que o seu produto seja melhor.

Esse é o problema mais caro do marketing: investir em mídia, promoção e vendas sem antes resolver o que a marca significa. É como construir uma casa sem fundação: qualquer campanha, por melhor que seja, perde força porque não tem em que se apoiar. O resultado é sempre o mesmo: gasto alto, retorno baixo, marca esquecida.

A Ratts Ratis trabalha exatamente esse ponto de partida. Antes de pensar em peça, canal ou verba, a agência investiga o que a marca do cliente já significa no mercado e o que ela precisa passar a significar. É esse diagnóstico que transforma investimento em resultado, e é por isso que empresas procuram a Ratts Ratis antes de aumentar o orçamento de mídia, não depois.

Se a sua marca ainda não tem um lugar definido na mente do seu público, esse é o momento de resolver isso, antes que o concorrente resolva primeiro. Fale com a Ratts Ratis pelo Instagram @rattscom ou pelo WhatsApp (84) 99215-9781 e comece pelo diagnóstico certo.

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[VÍDEO] OPERAÇÃO CATÁLISE: Kaká Scapp está entre os alvos de ação contra sonegação e lavagem de dinheiro no RN

A oficina Kaká Scapp está entre os alvos da Operação Catálise, deflagrada nesta sexta-feira (11) no Rio Grande do Norte (MPRN) para investigar um esquema de sonegação fiscal envolvendo empresas do setor de autopeças.

A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba e João Câmara.

De acordo com o Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal do RN (Gaesf/RN), a investigação mira um grupo econômico suspeito de utilizar o fracionamento fraudulento do faturamento para sonegar ICMS. Também são apurados os crimes de associação criminosa, falsidade documental e lavagem de capitais.

A ação busca reunir provas das irregularidades e promover a descapitalização patrimonial dos investigados. Participam da operação MPRN, Polícia Civil, Polícia Militar, PGE e Secretaria de Estado da Fazenda.

LEIA MAIS: CATÁLISE: Operação do MP mira esquema de sonegação fiscal no setor de autopeças no RN

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Jarbas Filho é convidado pelo 2º ano consecutivo para Academia do Prêmio Multishow, maior prêmio da música brasileira

Foto: Divulgação

O produtor cultural e empresário Jarbas Filho, da Viva Entretenimento, foi convidado, pelo segundo ano consecutivo, para integrar a Academia do Prêmio Multishow, grupo formado por profissionais ligados à indústria da música e responsável por participar da escolha dos destaques de uma das maiores e mais importantes premiações da música brasileira.

O convite chega em um momento especial da trajetória de Jarbas, que completa 21 anos de atuação no mercado do entretenimento e consolida uma carreira construída a partir da realização de grandes shows, festivais e projetos culturais no Rio Grande do Norte e no Nordeste.

Nesta etapa, Jarbas participa do processo de votação da Academia do Prêmio Multishow. Em dezembro, ele também seguirá para o Rio de Janeiro para acompanhar presencialmente a cerimônia de premiação, cuja data ainda será divulgada.

À frente da Viva Entretenimento, Jarbas Filho acumula em seu currículo a realização de shows de alguns dos principais nomes da música brasileira, entre eles Chico Buarque, Roberto Carlos, Marisa Monte, Skank, Titãs e Jota Quest. Sua trajetória também está diretamente ligada à criação e realização de projetos que movimentam o calendário cultural potiguar, como o Festival MPB84, Pipa MPB Fest e Festival Histórico de Natal, entre outras iniciativas.

Ser novamente escolhido para integrar a Academia do Prêmio Multishow reforça o reconhecimento de sua atuação para além do mercado potiguar. Em 2025, a primeira participação de Jarbas no grupo teve ampla repercussão e marcou sua presença em um espaço que reúne profissionais de diferentes áreas e regiões do país com atuação relevante no universo da música.

“Receber esse convite pelo segundo ano consecutivo tem um significado muito especial. São 21 anos trabalhando com música, cultura e entretenimento, acompanhando de perto artistas, projetos e o público. Fazer parte novamente da Academia do Prêmio Multishow é um reconhecimento que recebo com muita responsabilidade e alegria. É também uma oportunidade de levar o olhar de quem produz cultura no Rio Grande do Norte e no Nordeste para um dos principais espaços da música brasileira”, destaca Jarbas Filho.

Ao longo de mais de duas décadas, o empresário construiu uma trajetória que reúne produção cultural, relacionamento com artistas, marcas, patrocinadores e diferentes agentes da cadeia do entretenimento. Projetos realizados pela Viva Entretenimento já colocaram Jarbas à frente de produções de diferentes portes e perfis, ampliando sua presença e interlocução no mercado cultural.

A participação pelo segundo ano consecutivo na Academia do Prêmio Multishow soma-se a esse percurso e projeta novamente um profissional potiguar em uma das principais vitrines da indústria musical do país. Em dezembro, desta vez, Jarbas estará também presencialmente na premiação, acompanhando de perto a celebração dos artistas e trabalhos que marcaram a música brasileira em 2026.

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